Esclarecimento da Polícia Militar sobre a marcha da maconha. 14

Enviado em 06/06/2011 as 18:48 – LEALDADE E CONSTÂNCIA

Esclarecimento da PM sobre a marcha da maconha.

Os direitos fundamentais da pessoa humana é premissa para qualquer tipo de ação policial.
Em primeiro lugar, gostaríamos de deixar claro que agimos com respeito integral aos princípios de Direitos Humanos, aos direitos fundamentais da pessoa humana e isto é premissa para qualquer tipo de ação policial, fatos esses exaustivamente apregoados na formação e instrução do dia a dia do trabalho policial.

No caso específico, a PM agiu em conformidade com decisão judicial sobre a questão. Importante ressaltar que o direito de manifestação e expressão de opinião é legítimo e consagrado pela Constituição Federal, entretanto, todo o direito é relativo e se aplica até a justa medida de não se prejudicar o direito de outrem.

O direito de locomoção, de ir e vir são consagrados e devem ser respeitado. As decisões judiciais também têm de ser acatadas, até como a mais legítima prova de cidadania e consciência dos parâmetros democráticos por uma sociedade esclarecida e que deve também ser respeitada por todas as esferas do Governo. Entretanto, a partir que há quebra da ordem, do respeito de outrem, do impedimento de se ir e vir há flagrante desrespeito do equilíbrio das forças que proporcionam a convivência social, democrática e legal.
Naquele momento, em qualquer local de um País democrático do mundo, há necessidade da pronta e rápida intervenção do Estado, através de sua força de segurança pública, neste caso, representada pela PM. Como afirma o Consultor de Segurança Pública – José Vicente da Silva Filho, “sobre a legitimidade da ação (a da PM), não há o que questionar: a polícia recebeu uma ordem, fez o serviço. Manifestantes se excedem e é difícil fazer a contenção, a não ser com o uso da força, eventualmente fazendo detenções, usando o gás, cassete – toda polícia do mundo democrático tem esse instrumental.”

No caso em questão, apesar dos esforços de retomar a ordem, com os meios e técnicas previstos na atuação de distúrbio civil, houve, infelizmente, excessos, de forma isolada e de forma pessoal, que não guardava consonância com as ações doutrinárias de controle de distúrbios civis. Por estas questões fora aberto Sindicância para se investigar todas as condutas praticadas pela PM naquela manifestação. Ações Institucionais legais e ações isoladas que não coadunam com os princípios da Instituição são apuradas e dão credibilidade às nossas posturas públicas, como demonstra a opinião publicada no Diário de São Paulo de hoje: “… Foi uma transgressão (dos que fizeram a apologia), sem dúvida, mas os policiais exageraram em sua reação. É sabido e reconhecido que a Polícia Militar paulista dá treinamento competente aos seus homens, prepara-os para agir da maneira conveniente nas mais diferentes situações….”.

Portanto, ações democráticas, legítimas, e de opinião são e serão respeitados e apoiados pela PM. Agora, ações que perturbem a ordem, prejudiquem direito de terceiros, serão corrigidas pela ação enérgica e legal da PM. Eventuais desvios de conduta serão rigorosamente apurados pela Instituição.

Comunicação Social

Deputado Major Olímpio: “Quais as diferenças entre a postura do governador Sérgio Cabral e Geraldo Alckmin? 24

Bombeiros do Rio 2

“Quais as diferenças entre a postura do governador Sérgio Cabral e Geraldo Alckmin?

Ambos tratam com insignificância o grave problema do salário dos policiais e bombeiros”, disse Olimpio Gomes (PDT).

 O deputado ressaltou que São Paulo só não está na mesma situação porque falta uma liderança para comandar manifestações como a da capital fluminense.

Gomes lamentou a prisão dos 450 membros da corporação, devido ao protesto, e explicou que lei penal militar é extremamente rigorosa, e deve levar à expulsão de muitos dos detidos.

“Mas o motivo que os levou a fazer isso não vai ser levado em consideração”, reclamou. (DV)

“A Polícia Militar é um resquício da Ditadura” 38

Enviado em 06/06/2011 as 17:56 – REPÓRTER AÇO

A Mais Querida do Pinto continua sendo prestigiada.

Fonte: O Escrevinhador

Por Pedro Pomar

“A Polícia Militar é um resquício da Ditadura”. Assim se manifestou, em ato de desagravo realizado no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, em 31/5, o jornalista Fábio Pagotto, do Diário de S. Paulo, que foi agredido repetidas vezes por policiais militares enquanto cobria para o jornal a Marcha pela Liberdade de Expressão, ocorrida na capital paulista em 21/5.  Nesta data, a PM espancou manifestantes, efetuou detenções arbitrárias, atirou bombas de gás lacrimogêneo em transeuntes e agrediu diversos jornalistas com socos, cassetetes, spray de pimenta, disparos de balas de borracha — até uma motocicleta da corporação foi propositalmente arremetida por um tenente contra Pagotto, causando esmagamento dos tecidos de sua perna direita.

O repórter-fotográfico Osmar Bustos, correspondente do jornal Página 12 de Buenos Aires, foi atingido nas costas por balas de borracha. O repórter-fotográfico Vinicius Pereira, do Diário de S. Paulo, depois de ser empurrado contra uma parede e impedido de registrar cenas de violência contra manifestantes, recebeu no rosto um jato de gás de pimenta, disparado à queima-roupa por um PM, que imediatamente repetiu o gesto com outro jornalista. Bustos e Pereira compareceram ao ato no Sindicato dos Jornalistas, e, como Pagotto, descreveram em detalhes as cenas de violência gratuita que presenciaram e as agressões de que foram vítimas.

O repórter Osmar Bustos mostra o efeito das balas de borracha da PM paulista

Segundo relato de Izabela Vasconcelos, do Comunique-se, também foram agredidos Felix Lima (Folha.com), vítima de spray de pimenta, Márcia Abos, de O Globo, golpeada pelo escudo de um policial, e Ricardo Galhardo, do portal iG,  atingido por estilhaços de uma bomba de efeito moral. Posteriormente, Márcia, Galhardo e Pagotto registraram boletins de ocorrência.

Como bem disse o colega, as Polícias Militares são uma herança do regime militar, que as criou na década de 1970 como forças antimotim, exatamente para reprimir os movimentos sociais organizados e eventuais rebeliões populares. Em São Paulo, a PM substituiu a antiga Força Pública, e com o passar dos anos se tornou uma das mais violentas do país. Mas não parece mera coincidência que os episódios recentes de maior truculência da PM contra manifestações populares tenham sido registrados nos governos encabeçados por Geraldo Alckmin (PSDB).

Reproduzo, a seguir, a Carta Aberta sobre a violência da PM contra jornalistas, aprovada no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo ao final do ato de 31/5 e enviada a autoridades do executivo, legislativo e judiciário e à OAB:

A liberdade de expressão e de imprensa são bens essenciais para o pleno funcionamento da Democracia. Nesse sentido, o trabalho dos profissionais de imprensa deve ser entendido como parte integrante do sistema de direitos que o Estado tem o dever de proteger.

Amplamente divulgada e convocada, a Marcha pela Liberdade de Expressão (ou “Marcha da Maconha”, como chamada por alguns), realizada em 21 de maio, era um fato jornalístico que exigia ampla cobertura da imprensa. Essa situação era de conhecimento dos agentes públicos, principalmente dos policiais escalados para acompanhar a manifestação. Portanto, a conduta destes agentes foi inaceitável, pois, deliberadamente, agrediram jornalistas, chegando ao absurdo de alvejar um profissional pelas costas com dois tiros de balas de borracha, além do atropelamento proposital de outro e agressões generalizadas a outros repórteres.

Infelizmente, não é a primeira vez que autoridades agridem jornalistas em manifestações públicas. O que a sociedade testemunhou neste episódio foi a atuação do governo estadual e da prefeitura agindo de forma contrária aos interesses democráticos pelos quais gerações de brasileiros lutaram. A imprensa se faz presente nesses eventos para cumprir seu dever de informar o cidadão. Se o poder público tenta impedir por meios violentos a livre divulgação da informação, pratica censura.

 

 

Tendo em vista a celebração do Dia da Imprensa, comemorado em 1º de junho, data da circulação da primeira edição do jornal Correio Braziliense, em 1808, os presentes ao Ato Contra as Agressões aos Jornalistas, realizado no auditório Vladimir Herzog, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, exigem do governo do Estado rigorosa investigação e punição dos agentes envolvidos nesta agressão vergonhosa. Também solicitamos às autoridades judiciárias e legislativas a salvaguarda necessária para que a imprensa possa exercer sua função de informar a sociedade. Basta de truculência por parte do Estado contra os cidadãos. É intolerável que a Polícia Militar continue utilizando os mesmos métodos da ditadura.

JOÃO ALKIMIN: POLICIAIS E A PRISÃO COMUM 55

João Alkimin

Policiais e a prisão comum

Prefiro acreditar que o que foi dito pelo Comandante Geral da Policia Militar de São Paulo tenha sido dito num momento impensado, me recuso a acreditar que um Oficial Superior da Policia Militar que durante algum tempo foi chefe da Assessoria Policial Militar do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo, hoje extinto,tenha dito que Policiais Militares que cometerem crimes irão para presidios comuns.

Tal decisão se verdadeira está condenando seres humanos a morte e não uma morte simples,mas com certeza com toda sorte de torturas.

Sou velho o suficiente para me lembrar que de certa feita o então Corregedor Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Desembragador  Alves Braga tomou uma decisão inconsequente sob meu ponto de vista  quando tentou extinguir o presidio da Policia Civil e gerou uma crise inenarravel na capital, com a Policia Militar cercando o presidio e a Policia Civil com toda justiça tentando impedir tal desatino. Chegou um momento senhores leitores que se uma garrafa caisse ao chão teriamos tido uma carnificina em São Paulo, ninguém me contou, eu vi.

Mais tarde aconselhado por pessoas lucidas dentro os quais destaco o Desembargador Pedro Gagliardi voltou atras em seu desatino.

Não é possivel que Policiais e já disse uma vez, acusados de supostos crimes ou mesmo condenados fiquem na companhia daqueles que por eles foram presos, tal atitude é criminosa!

Agora vejamos, o Juiz de Direito e o Promotor de Justiça quando cometem crimes são detidos no regimento de cavalaria 9 de julho, em uma sala que em nada lembra uma cela. Recebem visitas a qualquer hora,recebem comida da rua,vi alguns inclusive com laptops e telefones

celulares.

O advogado autuado em flagrante tem direito embora muitas vezes a Policia Militar se recuse a recebê-los, tendo que ser instados por decisão judicial a ficar em sala do Estado Maior. Padres, pastores, médicos, enfim todos que possuem curso superior tem direito a prisão especial. Agora, porque se colocar Policiais Civis ou Militares em prisão comum?

Volto a afirmar que é condena-los a morte.

Gostaria de saber se oficiais da Policia Militar que cometam crimes também irão para presidio comum? Óbvio que não. Certamente irão afirmar que os oficiais possuem curso superior, possuem uma carta patente que lhes foi outorgada pelo Governador, trocando em miudos somente a arraia miuda.

Aqueles que cometem crimes devem ser punidos concordo com isso, mas não concordo com nenhum tipo de discriminação ou tratamento diferenciado.

O Senhor Secretario de Segurança Publica que tanto faz para desmoralizar a Policia Civil deve se posicionar e explicar o porque dos desvios de conduta da Policia Militar.

Talvez os leitores não saibam mas quem demite o Investigador de Policia é o Secretário de Segurança Publica, o Delegado de Policia, o Governador do Estado, que o faz sem maiores delongas com um simples despacho no Diário Oficial. E o Oficial da Policia Militar? Ah, esse depende de um julgamento chamado ‘ Conselho de Justificação’, realizado no Tribunal de Justiça Militar que deverá cassar sua carta patente. O porque da diferença? Eu não sei a resposta.

Por isso afirmo aos senhores que Delegados de Policia, Policiais Civis em geral, Soldados, Cabos e Sargentos, com certeza correm o risco de irem para presidio comum, Oficiais da Policia Militar não.

Chegou o momento das Policias se unirem pois hoje são os Policiais Militares, quem garante que amanhã não serão os Policiais Civis que serão jogados em presidios comuns?

A sociedade civil não pode permitir que tal fato aconteça, é um descalabro vergonhoso. Se Policiais Militares cometeram crimes talvez tal fato aconteça por falta de comando, por falta de vigilância e pelo senhor Secretário sempre afirmar que a Policia Militar é melhor que a Policia Civil. É como ter dois filhos e fazer distinção entre ambos.

Boa coisa nunca acontecerá. É necessário que se trate as duas Policias em igualdade de condições, embora seja meu entendimento que duas Policias é imbecilidade, Policia deveria ser uma só, com um ramofardado e um ramo investigativo sob o comando de um Delegado de Policia de carreira, como reza a Constituição Federal. Não se justifica num Estado Democrático de Direito uma Policia chamada de Militar, não vivemos mais na ditadura, em paises mais adiantados Policia Militar é a Policia do Exercito, da Marinha e da Aeronatutica que policia seu efetivo e não os civis.

Será que se colocando Policiais em presidio comum não se cometerá o mesmo erro da época da ditadura quando se misturava presos comuns e presos politicos? Com certeza teremos o mesmo resultado. Ou alguém duvida que o sentido de organização que tem o PCC veio de grupospoliticos dos anos 70 ?Eu não duvido.

Portanto sou absolutamente contra essa decisão tresloucada de se colocar Policiais em presidio comum, se for para fazer isso então que se acabe de vez com a prisão especial para quem quer que seja pois ou nos indignamos todos ou nos locupletemos todos.

 

João Alkimin

QUALQUER PESSOA HONESTA SABE QUE O Dr. NAGASHI FURUKAWA FOI O MELHOR SECRETÁRIO QUE JÁ PASSOU PELA S.A.P. 14

Enviado em 06/06/2011 as 9:55 – EU ADORO O FLIT

Trabalhei com o Sr. Nagashi, e posso dizer que foi um dos melhores secretários de governo que ja ouvi falar, ele lutava pela pasta dele, trouxe muita coisa boa pra SAP, muitos investimentos, melhorias, todos sabemos que presidios não dão votos, e nenhum governante quer investir em presidios, pois presidios nao dão voto (pelo contrario até!) pois o custo de um presidio é igual a 4 escolas, o que dá mais votos? mas o Sr. Nagashi lutava, conseguiu um investimento de 25 milhões só para informática (a SAP usava softwares piratas e computadores doados por funcionarios e empresas), Nagashi melhorou a carreira dos diretores, e também cuidou dos agentes prisionais. Foi vítima de um golpe politico em 2006 e foi tirado da pasta, que até os dias de hoje é administrada com um empurrão de barriga.

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA NA PRÁTICA: EM BREVE PROPRIETÁRIOS DE VEÍCULOS, MOTORISTAS E PROFISSIONAIS DE TRÂNSITO DIRÃO: SAUDADES DA POLÍCIA! ( é só olhar prá tudo que o governo diz ter aperfeiçoado de 1995 para cá ) 16

Sabem o porquê?

Políticos são ignorantes que  se acreditam mais capazes que funcionários de carreira. Querem gerir negócios e pessoas segundo a lógica da ocupação de espaços, ou seja, tomar para si.

Nunca deixaram que o funcionalismo, por si, ou melhor, por dever funcional, buscasse e desenvolvesse as melhores soluções para o serviço.

Nossos políticos têm por meta principal a obtenção de lucro  para os grupos que representam. Assim, solapam o funcionamento e as estruturas indispensáveis a boa prestação de serviços como os do DETRAN. 

Serviços que, pela sua natureza, não podem ser privatizados.    

Instalam o caos propositadamente pra instituir uma PPP (parceria público-privada), na verdade o POVO PERDE e PAGA.

Na prática a iniciativa privada ganha toda uma estrutura em pleno funcionamento e geradora de grandes lucros,   com cara de loja velha e suja, aparentemente falida, cujo dono e funcionários atendem os clientes  na base dose quer quer, se não quer procura o vizinho!

Entra, aprende o serviço dos funcionários mal educados, contrata mão de obra  ainda mais barata, depois os demite.

Pinta a loja e coloca a placa: SOB NOVA DIREÇÃO.

E, sem demora, TRIPLICA OS PREÇOS.

Quando cliente reclama, os mais simpáticos gerentes e funcionários educadamente respondem: “estaremos providenciando uma solução, acompanhe pelo nosso site.”

O investimento inicial é pequeno; a lucratividade garantida por 20 anos.

Quando do vencimento, daqui 20 anos, a “nova turma” também já estará no bolso.

A renovação não passará de pequena “luvas” ( aquele dinheiro que dono de imóvel comercial cobra do inquilino ).  

PPP :  POVO PAGANDO  PROPINA ( mais cara ).

PM DO GATE MATA E PEDE REFORÇO AO 190…DELEGADO NÃO ABRAÇOU A FARSA E DEU-LHE BILHETE DE INGRESSO NO ROMÃO GOMES POR HOMICÍDIO QUALIFICADO 57

Policial militar é suspeito de matar motorista
e ferir mulher em briga de trânsito em SP

PM vai instaurar procedimento para apuração do caso e da conduta do agente

do R7, com Agência Record

Um policial militar foi preso em flagrante, neste domingo (5), suspeito de homicídio doloso (com intenção de matar). Ele é suspeito de matar o motorista de um carro e ferir uma mulher com um tiro durante uma briga de trânsito. De acordo com a Polícia Militar, o homem estava de folga e em trajes civis.

Segundo a versão do policial, por volta das 3h20 deste domingo, ele teria sido vítima de tentativa de roubo na Rua Pirajuba, Pedreira, zona sul de São Paulo. Ele contou que dirigia, quando o condutor de outro veículo bateu na traseira de seu carro. Quando o policial desceu, teria sido surpreendido pelo motorista armado que anunciou roubo.

Ele contou que houve troca de tiros e o motorista foi baleado, morrendo no local. Uma mulher que acompanhava o agressor também foi atingida por um disparo na perna, e foi socorrida no pronto-socorro Pedreira. Um terceiro homem teria fugido.

A mulher ferida, porém, contou aos policiais que ela e seu marido estavam no carro e, ao cruzar uma esquina, ficaram frente a frente com o veiculo do policial e, neste momento, ele teria desembarcado e apontado a arma contra ela e seu marido, fugindo na sequência. Seu marido anotou a placa e seguiu o veículo, porém num determinado momento não conseguiu frear e houve o choque. Ela afirmou que o policial já teria desembarcado atirando contra ela e seu marido. Segundo as declarações dela, não havia outra pessoa com o casal.

A Polícia Militar vai instaurar procedimento para apuração do caso e da conduta do policial, que será encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes

EXEMPLOS DE RESILIÊNCIA ( Exonerados, cassados e demitidos que não sofreram efeitos paralisantes ) 17

Complementando a postagem anterior, eis alguns exemplos reais de RESILIÊNCIA

Um Juiz substituto esbanjava qualidades judicantes, acentuada  independência e senso de justiça aos mais fracos; despertando o desagrado de outro mais antigo e influente (Juiz grileiro de terras e outras coisas mais). Após dar ganho de causa a caiçaras em ação de reintegração de posse em áreas de famosa praia do litoral paulista; contrariando poderosos interesses foi vítima de infundada acusação de assédio sexual. Teve a masculinidade posta sob dúvida. De origem humilde,  recentemente casado e pai de uma criança, acabou exonerado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Não conseguindo colocação em escritórios de advocacia, inicialmente, montou Banca na garagem da própria casa. Prosperou muito enquanto  guerreava nos Tribunais. Depois de doze anos foi reconduzido  pelo Supremo Tribunal Federal.  Assumiu o cargo que lhe seria de direito (entrância especial). Recebeu uma fortuna. Judicou durante oito anos; requerendo aposentadoria e voltando a advogar. Está rico.

Um Investigador de Polícia  cassado pelo AI-5, conseguiu inscrição na OAB. Anos depois era um dos mais renomados advogados de São Paulo. Aliás, ainda é. Quem é da Polícia Civil, certamente, saberá de quem falamos.

Outro Investigador foi demitido por balear (na bunda) um traficante.  O Júri reconheceu a legítima defesa; descartando a tentativa de homicídio “pelas costas”. Considerado indisciplinado e violento foi demitido; uma forma de vingança contra o pai que também era Investigador. Passou necessidades com a família. De paletó e gravata, alegremente, usava bicicleta para comparecer ao Fórum. Prestou concurso no Rio de Janeiro: Tabelião de Registro de Imóveis.

Delegado de Polícia de Santos foi demitido por perseguições do Coronel Erasmo Dias. Foi publicamente infamado pelo então Secretário, dado a defender, escancaradamente, por ter ouvido de penico, interesses de pessoas “ligeiramente desonestas”, tais como: contraventores e contrabandistas. Demitia “desconhecidos e desafetos” com base em denúncia anônima não provada. Para os amigos, amigos de amigos e parentes, criminalmente condenados por concussão, ajeitava 90 dias de suspensão (quando não conseguia absolvição junto ao Governador). Duvidam? Não duvidem, pois há chefe de Departamento em tais condições.

O ex-Delegado abriu escritório  na Capital e obteve sucesso. Por questão de honra advogou em causa própria contra a Fazenda.  Depois de anos foi reintegrado no cargo que poderia estar ocupando não fosse a descabida demissão: CLASSE ESPECIAL.   Recebeu da Fazenda muito mais do que receberia em serviço. Processou denunciantes (empresários) e Jornais. Recebeu indenizações, algumas não pagas em razão da ruína financeira, social e familiar das “ilustres” personalidades.

 Fez questão de reassumir; aos primeiros sopros da democracia: deu o troco em alguns “bons colegas”.

Promotor de Justiça, inteligência e cultura muito acima da média, temperamento muito forte e extremamente corajoso, caiu em desgraça por inveja de pares do antigo MP.  

Foi acusado  falsamente de defender o comunismo e cassado com base no AI-5.  Todas as portas do Poder Público lhe eram fechadas. Percebendo que seu nome nem sequer poderia aparecer em petição, ou seja, era o coveiro daqueles que defendia com tanta obstinação, passou a advogar,  ocultamente,  auxiliado por dois ou três amigos que sobraram. Dedicava-se com intensidade ao estudo e preparação das defesas, trabalhava a prova como se tivesse o dom de se transportar no tempo e espaço. Preparava esquemas, previa as perguntas e respostas das testemunhas. Elaborava três discursos possíveis da acusação. Dizia ser desnecessário, pois a maioria dos Promotores sempre repete a fala. Mas, para não haver surpresas, tinha plano A, B e C. Aos sócios, que eram bons profissionais, cumpria a tarefa de seguir o planejamento nas audiências. Assim, em qualquer área do Direito. Depois de quase duas décadas foi reintegrado ao MP. Assumiu e, logo depois, requereu aposentadoria. Dizia: tenho mais nojo do MP, do que  da ditadura militar. Fui  acusado falsamente por colegas; nenhum outro quis testemunhar em minha defesa. Era muito  amigo da Polícia Civil, especialmente dos Tiras.

Na Polícia – Civil e Militar – muitos demitidos, embora não tenham conseguido reintegração, buscaram outras atividades.

A maioria, embora sofrendo privações e humilhações, acaba superando as adversidades; obtendo maior sucesso noutras profissões.

Enfim, para quem  perde um emprego de R$ 10,  só resta uma saída: sonhar com um de R$ 30.

Sonhar e fazer acontecer!

Paralisante ( só o Flit ).

A Importância da Resiliência na Gestão de Carreira ( o operador do Direito, o Policial, seja qual for a profissão escolhida, terá dificuldades no caminho ) 5

sobre Carreira por Ari Lima
jari_limaj@yahoo.com.br

Segundo o Dicionário Aurélio, resiliência é a propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica. O termo resiliência foi adaptado ao comportamento humano para definir nas pessoas sua capacidade de superar dificuldades, vencer adversidades e se recompor de uma situação difícil ainda mais fortalecida.

Conhecemos inúmeros casos de pessoas famosas ou anônimas, que passaram por situações de extrema dificuldade, tragédias e privações, e mantiveram a crença, a fé e a postura combativa, conseguindo ultrapassar os obstáculos e retomar suas vidas ainda mais fortalecidas. Pessoas que sobreviveram a campos de concentração, que passaram por longos seqüestros, que viveram situação de falência em suas empresas, doenças graves e conseguiram dar a volta por cima, ressurgindo ainda mais fortes após superadas as dificuldades.

A psicoterapeuta e empresária paulistana Claudia Riecken, que lançou o livro “Sobreviver: Instinto de Vencedor – Os 12 Portais da Resiliência e a Personalidade dos Sobreviventes” (Editora Saraiva), faz um interessante estudo da personalidade e do comportamento de pessoas que passaram por adversidades. A autora apresenta algumas conclusões sobre as características destas pessoas, em recente matéria publicada na revista VOCÊ SA. (Edição 104, fevereiro de 2007).

Segundo a matéria, ela entrevistou 182 pessoas que passaram por situações críticas: sobreviventes de acidentes graves, campo de concentração nazista durante a segunda guerra mundial e outras adversidades; concluindo que estas pessoas têm em comum determinadas características e habilidades, como autoconfiança, persistência, criatividade, flexibilidade e bom humor perante a vida.

Analisando as características dos resilientes apontadas pela psicoterapeuta, vemos que muitas destas características são as mesmas que temos destacado em artigos e consultorias sobre marketing pessoal e gestão de carreira.

em recente artigo que publicamos com o título “As 7 Competências Essenciais para Gestão de Uma Carreira” descrevemos qualidades como: auto-motivação, bom humor, criatividade, liderança, capacidade de produzir conhecimento, relacionamento interpessoal e capacidade de sonhar como habilidades fundamentais para um profissional se sobressair no mercado.

Baseado nestas similaridades de competências pode-se observar que as organizações e o mercado de trabalho buscam hoje em dia pessoas resilientes, ou seja, pessoas que têm uma grande capacidade de adaptação e de vencer obstáculos mantendo a fé, a esperança e o bom humor. Precisam de pessoas que lutem e sejam competitivas, mas ao mesmo tempo mantenham uma condição psicológica tranqüila em face dos acontecimentos.

A boa notícia é que todas estas qualidades podem ser desenvolvidas. É preciso, portanto, que cada pessoa possa analisar sua própria condição em relação a estas competências, e buscar meios de desenvolver aquelas em que estiver aquém do esperado.

A conclusão que chegamos é a seguinte: cada vez mais a resiliência será uma qualidade a ser incorporada ao comportamento humano como condição de vida e de trabalho satisfatórios. E que o conjunto das 7  competências essenciais será o meio para se atingir a qualidade de uma pessoa resiliente.

Enviado em 05/06/2011 as 19:13 – CÓDIGO 13

SERGIO ( o CABRAL )  DEMONSTROU FALTA DE RESILIÊNCIA

Portanto, resiliente é quem suporta uma situação grave, de pressão, de sofrimento, e consegue dela tirar proveito.

Vejamos alguns exemplos, extraídos da vida real.

Era uma jovem inteligente, que no ano de 1980 classificou-se em primeiro lugar em um concurso para promotor de Justiça. A posse foi-lhe negada, sob o argumento de que, sendo o marido juiz na capital e tendo o dever de morar no local de seu trabalho, ela não poderia ir para o interior, percorrer os degraus da carreira. Não se entregou. Propôs mandado de segurança e saiu-se vencedora. Assumiu, passou por todas as promoções. Anos depois, pelo quinto constitucional, assumiu como desembargadora do TJ local. É uma vencedora.

Era juiz federal, cerca de 30 anos de idade, no tempo do regime militar. Sua mulher foi presa, acusada de dar apoio a comunistas. E ele foi preso também. Por nove meses amargou o confinamento. Além disto, perdeu o cargo. Ao ser posto em liberdade, inscreveu-se na OAB, advogou, tornou-se doutor em Direito e publicou livros. Anistiado, voltou à Justiça Federal e foi promovido ao TRF, onde exerceu a presidência, como sempre, com sucesso.

Homem maduro, funcionário do terceiro escalão de uma sociedade de economia mista, não era rico, mas tinha um bom padrão de vida. Vítima de uma acusação infundada, foi despedido sem direito a aviso prévio. Com família a sustentar. Estudante de Direito, reforçou os estudos e especializou-se na área previdenciária. Realizou-se plenamente como profissional, tornou-se muito rico e pode encaminhar bem os dois filhos. Se tivesse ficado na companhia, teria um destino bem pior.

Na mão inversa, os exemplos são mais fáceis.

É um juiz que se sente sempre injustiçado pelo Tribunal e passa os dias cansando os outros com suas reclamações, por vezes retroagindo até o concurso de ingresso e, jovem ainda, anuncia que não aceitará mais promoções.

É o agente do MP que, com dois anos de exercício, acredita ser o único remanescente da honestidade e por isso não mede esforços para instaurar inquéritos civis contra todos os que lhe estejam próximos, reclamando furioso quando um juiz independente lhe nega uma liminar. Com isto cria mais adversidades e mais negativas.

É o advogado que, sem esclarecer bem a causa de sua decepção, larga tudo para trabalhar na locadora de vídeos de seu tio e, quando indagado sobre a razão da retirada, faz uma cara de mistério, como se soubesse fatos graves que o obrigaram a abandonar tudo.

Em poucas palavras, o operador do Direito, seja qual for a profissão escolhida, terá dificuldades no caminho. Superá-las com otimismo, analisar a ocorrência, ver se não contribuiu para o problema e aproveitar a lição que dela possa extrair, é forma de superação e crescimento. A resiliência será o fator principal do sucesso.

COBRAS E LAGARTOS: O detento Ulisses Guimarães Stancat após doar oito computadores a COESP – doação publicada no D.O. de 4 de abril de 1997, desapareceu quando removido para Tremembé…É fácil constatar: foi o descalabro que tomou conta da SAP na gestão em que Ferreira Pinto foi Secretário-adjunto ( 1993 a 1995 ) o fator que permitiu que uma facção (o PCC) crescesse à sombra de tantas fraudes…Suspeitos de tortura, peculatários e facilitadore$ de fugas foram promovidos e prestigiados pela SAP 22

O que é e o que faz a Coespe?

Coespe é a Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários do Estado de São Paulo e, como o próprio nome diz, é um órgão do Governo Estadual que coordena as Prisões do Estado.

A Coespe é responsável por todas as prisões e cadeias e distritos policiais?

Não. A Coespe é responsável apenas pelos estabelecimentos penais estaduais. Ela não tem responsabilidade sobre as prisões em distritos policiais nem nas cadeias públicas do Interior.

A Coespe é quem arranja vaga nos Institutos Penais Agrícolas?

Sim. Como a Coespe é quem coordena os Estabelecimentos do Estado, é ela quem diz onde tem e onde não tem vaga para remover o sentenciado que tem direito de cumprir a pena em regime semi-aberto (desde que tenha sido determinada a remoção pelo Juiz).

Onde mais atua a Coespe?

A Coespe é quem autoriza as transferências de presídios. Por exemplo; se o preso tem família no Interior e está preso na Capital e quer ser transferido, ou se está sendo ameaçado por outros presos.

A Coespe é responsável, ainda, pela coordenação do Hospital Penitenciário que abriga doentes graves e os que têm problemas mentais (esses ficam nas Casas de Custódia e Tratamento).

Quantos Estabelecimentos penais estão sob a responsabilidade da Coespe?

Ao todo são 65 (sessenta e cinco) Prisões. Sete delas estão na Capital (Casa de Detenção de São Paulo, Penitenciária do Estado, Centro de Observação Criminológica, Penitenciária Agente de Segurança Penitenciária “Joaquim Fonseca Lopes” de Parelheiros e Penitenciárias Femininas da Capital, Tatuapé e Butantan).

 

O secretário de Estado da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, afirmou que o Estado “estava de joelhos para o crime organizado” antes de seu retorno à pasta, em junho de 2006. O governador da época a que ele se refere era seu atual chefe, Geraldo Alckmin (PSDB), e a secretaria estava sob comando do ex-juiz Nagashi Furukawa.

O Exmº Secretário da SAP, por quase 8 anos, foi  o chefe da COESP  ( cargo equivalente aos cargos de Delegado Geral e Comandante Geral ). 

Foi demitido em 2000. Era muito tarde. O Partido do Crime já estava estabelecido  – dentro e fora das prisões – como  verdadeira organização criminosa. 

Secretário, não se limpe culpando a gestão Nagashi Furukawa.

O GOVERNO, desde junho de 2006,  NÃO ESTÁ MAIS DE JOELHOS ( para o crime organizado ).

SÓ O POVO!

DE JOELHOS AO DECÚBITO…  

Imagem : trecho da obra Cobras e Lagartos de Josmar Jozino.  

Empresário denuncia juiz de São Bernardo 1

sábado, 4 de junho de 2011 7:44

Empresário denuncia juiz de São Bernardo

André Vieira Do Diário do Grande ABC

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Titular da 7ª Vara Cível de São Bernardo, o juiz Gersino Donizete do Prado foi afastado quinta-feira de suas funções por determinação do Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Um empresário de Santo André denuncia o magistrado no Conselho Nacional de Justiça, pelos crimes de concussão e corrupção passiva – ou seja, exigir ou receber vantagem indevida. Procurado diversas vezes pelo Diário, o juiz não retornou aos telefonemas. Em uma das ligações, uma mulher informou que ele retornaria. Mas não o fez.

Durante toda a quinta-feira, corregedores ocuparam a sala do então titular da 7ª Vara, recolhendo informações e conversando com funcionários do Fórum. Gersino está afastado de suas funções até 30 de agosto. Seu lugar foi ocupado pela juíza Rossana Luiza Mazzoni de Faria, afirmou o Tribunal de Justiça de São Paulo.

A reclamação disciplinar foi enviada ao CNJ em 20 de abril. No documento, a que o Diário teve acesso, o denunciante diz representar empresa que enfrenta crise financeira há quatro anos e é alvo de processo na Justiça.

Desde então, segundo a documentação, passou a ser explorado pelo juiz. A denúncia relata exigências do magistrado para contornar a situação judicial, que iam de propinas semanais (espécie de mesada) a compra de artigos de luxo, passando pela liquidação de contas pessoais em oficina mecânica e do custeio das despesas da festa de aniversário de Gersino.

Para a representação legal da empresa em questão, o acusado também exigiu a contratação de escritório de sua confiança, que cobra R$ 250 mil mensais. O juiz Gersino Donizete do Prado também teria requerido a contratação de uma consultoria e de uma empregada para a área comercial da empresa. Até a terceirizada que fazia os serviços de limpeza teve de ser substituída por determinação do juiz.

Segundo o denunciante, em 2009, a sede da empresa, estimada em R$ 30 milhões, foi a leilão. Antes, porém, uma perícia judicial depreciou o valor do imóvel, mais tarde arrematado por “amigo íntimo” do juiz a preço inicial de R$ 10 milhões.

A empresa entrou com embargos contra a arrematação, alegando erros no edital e na avaliação, incompatível com o valor venal, mas os pedidos, registrados em novembro de 2010, ainda não foram julgados.

O empresário, de acordo com documentação analisada pelo CNJ, denuncia também que o escritório de advocacia contratado por ordem do então titular da 7ª Vara de São Bernardo negligenciou a defesa da empresa, não informando andamento do processo e perdendo prazo para interposição de recursos.

 

CAIXINHA

Os pagamentos semanais a que era obrigado a fazer para o juiz começaram com a quantia de R$ 1.000, que dobrou no fim de 2008. O dinheiro era entregue toda terça-feira, dentro de um jornal, repassado em mãos para representante do magistrado. O encontro era em uma cafeteria na região central de Santo André. Em 2009, os pagamentos foram reajustados para R$ 3.000. Depois que um dos contatos do juiz teve “problemas com a polícia”, a remuneração passou a ser paga diretamente no Fórum de São Bernardo. Em janeiro, relata o empresário, a retirada semanal passou para R$ 5.000.

O CNJ recebeu toda a documentação descritiva da denúncia de extorsão, com cópias de cheques dos pagamentos .Na peça, o denunciante requer que o juiz Gersino Donizete do Prado seja afastado do caso para que o processo seja julgado “com imparcialidade.”

 

Denunciante diz ter comprado relógios e pago festa em bufê

 

Há três anos, Gersino Donizete do Prado comemorou seu aniversário, em março, em tradicional bufê de Santo André. Animada ao som do pop-rock dos anos 1980 e decorada com elementos que misturavam tecnologia e ambientes naturais, a festa para 400 pessoas custou R$ 20 mil. Todas as despesas, sustenta a denúncia, foram pagas pelo empresário denunciante em cheques cujas cópias estão em poder do CNJ. A celebração foi acompanhada por veículos de imprensa, com destaque nas páginas de colunismo social.

 

PRESENTES

Segundo o empresário, o magistrado exigiu ainda mais. Em lojas de shopping, o denunciante teria sido obrigado a comprar roupas, um laptop, canetas importadas e uma gargantilha de ouro com esmeraldas avaliada em R$ 11,4 mil.

Antes de fazer uma viagem para os Estados Unidos, em dezembro do ano passado, Donizete do Prado pediu R$ 52 mil, informa o denunciante. O juiz também recebeu dois relógios, um Rolex, que custa R$ 20 mil, e um Bvlgari com pulseira de couro de crocodilo, no valor de R$ 12,9 mil.

 

 

Magistrado é presença constante em eventos na região

 

Gersino Donizete do Prado é prestigiado no Grande ABC e costuma aparecer em festas, inaugurações, eventos beneficentes, shows e sessões solenes. Ele conduzia o processo que tramita desde 1995 e pede a extinção do Jardim das Oliveiras, erguido sobre antigo lixão.

Investigações ambientais apontaram que o terreno está contaminado. O loteamento, às margens da Estrada da Cama Patente, no Alvarenga, se desenvolveu ilegalmente em área de proteção aos mananciais e reúne hoje cerca de 12 mil pessoas.

Em 15 de maio, o magistrado foi até o bairro e informou aos moradores que o laudo atualizado sobre a contaminação estava pronto e que a ação, enfim, seria julgada em breve. Antes da visita no mês passado, o juiz já havia realizado inspeção judicial no bairro, em dezembro de 2008. A diligência, justificou, era para que conhecesse pessoalmente as reais condições das famílias.

 

JARDIM SCAFF

 

Donizete do Prado também deixou seu gabinete no Fórum para ver de perto a realidade de outra comunidade carente. Em agosto de 2007, o juiz visitou, acompanhado de autoridades políticas, o Jardim Scaff.

Erguido em área invadida na região do Batistini, o bairro está localizado à beira da Estrada da Servidão. O loteamento, onde moram centenas de famílias, é alvo de ação de reintegração de posse desde 1997.

O terreno pertence à família do presidente da Fiesp, Paulo Skaf. O espaço, que tem 88 mil metros quadrados e teve o auge de sua ocupação na década 1990, está hoje mais valorizado pela proximidade com o Trecho Sul do Rodoanel.

 

PRÊMIO NOBEL

Após a visita do magistrado, em 2007, a desocupação das moradias foi mais uma vez adiada. A atitude rendeu ao juiz indicação ao Prêmio Nobel da Paz pelo Cammesp (Central de Atendimento aos Moradores e Mutuários do Estado de São Paulo).

A sugestão de nomes ao Comitê da Noruega que entrega o prêmio é livre. Neste ano, por exemplo, o Nobel da Paz recebeu 241 nomeações. O vencedor será anunciado em outubro.

Em 2000, Furukawa demitiu Gomes da chefia da Coespe – A COESP ERA BALCÃO DE VENDA DE VAGAS E BENEFÍCIOS AOS PRESOS, VENDA DE FUGAS, EXPLORAÇÃO DO TRABALHO DOS REEDUCANDOS E EMPREGO DE TORTURA COMO INSTRUMENTO DISCIPLINAR…ALÉM DO ESCANCARADO PECULATO E FRAUDES NAS LICITAÇÕES DA ALIMENTAÇÃO DOS CONDENADOS…MAIS: QUANDO LOURIVAL GOMES FOI DEMITIDO POR FURUKAWA “REBELIÃO” ERA ROTINA 8

05/06/2011

‘SP estava de joelhos para o crime organizado’, afirma secretário

Léo Arcoverde
do Agora

O secretário de Estado da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, afirmou que o Estado “estava de joelhos para o crime organizado” antes de seu retorno à pasta, em junho de 2006. O governador da época a que ele se refere era seu atual chefe, Geraldo Alckmin (PSDB), e a secretaria estava sob comando do ex-juiz Nagashi Furukawa.

A afirmação foi feita durante audiência pública sobre o sistema prisional, na última terça-feira, no auditório da sede do MPE (Ministério Público do Estado) de São Paulo, na rua Riachuelo (região central).

Nesse período, segundo Gomes, “preso líder de facção criminosa andava mais de avião do que o governador” e o governo “dava concessões” para detentos sob castigo no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), em que presos não têm direito à visita íntima.

“Na saída temporária, no RDD tinha o dia do abraço. Eram concessões feitas para agradar o crime organizado. (nota o RDD, vige desde  2001; Lourival é do tempo do BONDE E SOLITÁRIA )

Ao falar sobre o que definiu como “uma minoria de funcionários corruptos”, Gomes disse que o crime organizado “quer eliminá-lo”. “Se eu tivesse medo, não era secretário. Falo aqui, publicamente: o crime organizado quer me eliminar, em razão das regras que estamos impondo.

Em 2000, Furukawa demitiu Gomes da chefia da Coespe (Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários). ( nota: de 1995 a 2000 , COM O BENEPLÁCITO E INCENTIVO DA ADMINISTRAÇÃO A “DISCIPLINA INTERNA” FOI DELEGADA  AOS CRIMINOSOS MAIS VIOLENTOS E PODEROSOS: OS CÃES “PIT BULL” DA DIRETORIA ).

Em seus cinco anos à frente da Coespe, 1.100 traficantes escaparam das prisões, segundo uma CPI estadual do sistema prisional. ( nota:  5 ANOS DE GOMES  NA CHEFIA DA COESP –  CPI instalada de maio de 2001 a março de 2003 ).

Em maio de 2006, quando houve os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital), Furukawa deixou o cargo. Ele foi substituído pelo hoje secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto e Gomes foi nomeado adjunto.

Procurado, o ex-secretário Nagashi Furukawa disse que “a crítica que o secretário Lourival Gomes fez não é dirigida a mim, e sim ao governo anterior, comandado por Geraldo Alckmin. Portanto, creio que a palavra está com o governador.”

05/06/2011

Pasta nega críticas ao governador

Léo Arcoverde
do Agora

A assessoria de imprensa da SAP (Secretaria de Estado da Administração Penitenciária) afirmou que Lourival Gomes “em nenhum instante referiu-se ou fez críticas ao governador Geraldo Alckmin, como insinua maldosamente o questionamento da reportagem”.

A reportagem enviou nove perguntas sobre as declarações feitas por Gomes. Nenhuma delas foi respondida.

A assessoria disse que “os princípios que hoje guiam o combate ao crime e a construção de um sistema prisional firme e humano remontam ao governo Mário Covas/Geraldo Alckmin”.

O governador Geraldo Alckmin disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar as declarações de seu secretário.

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Furukawa foi boicotado “pela minoria de funcionários corruptos” ocupando a maioria dos cargos mais importantes da COESP.

A maioria dos ASP  é formada por gente humilde e honesta; a minoria desonesta dos agentes desonestos VIRA DOUTOR DIRETOR.  

Diretor ganha  mal  mas nunca  reclama!

As  honradas exceções que nos desculpem.

NAS PRÓXIMAS TRAGÉDIAS, EM VEZ DOS BOMBEIROS, CHAMEM O BOPE E O CHOQUE 37

MINEIROS VÃO PARA O RIO DAR APOIO AOS BOMBEIROS: PRESIDENTES DA ASCOBOM E DA ASPRA ESTÃO A CAMINHO DO RIO DE JANEIRO

 
 
EM UMA TRAGÉDIA COMO A DA REGIÃO SERRANA, NUNCA TÃO POUCOS, FIZERAM TANTO POR TANTOS.

O GOVERNO DO RIO RETRIBUIU COM BOMBAS E TIROS E PRISÃO AOS QUE ESTES HOMENS FIZERAM PELO POVO DO RIO, NA FOTO ACIMA UM SALVAMENTO NA REGIÃO SERRANA DO RIO.

O Sgt. Alexandre Rodrigues, presidente da Ascobom e o diretor administrativo da associação, Cabo Julinho, juntamente com o Subtenente Nonato, presidente da Aspra e o coordenador da comissão de direitos humanos, também da Aspra, Subtenente Luiz Gonzaga estão a caminho do Rio de Janeiro, onde estão sendo aguardados pelas lideranças locais para dar apoio ao movimento dos bombeiros militares da capital fluminense.

Entre as reivindicações do bombeiros cariocas, estão piso salarial líquido no valor de R$ 2 mil e vale-transporte. Atualmente o salário é de R$950,00.
Assim que os nossos companheiros de Minas estiverem no Rio, vamos repassar pra vocês as informações e imagens que eles conseguirem.
SINDPOL MG SE SOLIDARIZA COM BOMBEIROS DO RIO.

O diretor do Sindpol Centro Oeste Experidião Porto que também é Vereador vai propor na Câmara Municipal de Pompéu uma Moção de Repudio ao ato de truculência do Governador do Rio, Sérgio Cabral. Para Porto o Governador tratou Herois como bandidos “esse ato insano deste governador vai contra todos os principio da administração, Bombeiros que salvaram a vida de muitos especialmente nos desabamentos que aconteceram no Rio forma tratados pior do que os traficantes que fugiram do Complexo do Alemão e foram poupados pelo Governo do Rio, mandar invadir um quartel de Bombeiros que ali estão com mulheres e crianças sem esgotar todas as vias de negociação chega a ser um ato de sadismo. Daqui a mil anos esse Sergio Cabral vai ser lembrado como o Governador que mandou a sua policia jogar bombas e atirar nas familias dos Bombeiros que ganham menos que um cobrador de onibus no Rio. Esses homens nos fazem lembrar uma frase celebre: NOS DESABAMENTOS DO RIO,  NUNCA HOMENS GANHANDO TÃO POUCO, FIZERAM TANTO POR TANTOS.” 

o povo do Rio vai cobrar a fatura nas urnas