Registro de acidente de trânsito poderá ser feito pela internet 37

Novo sistema da Polícia Civil prevê ainda recebimento de queixas sobre TV com defeito e falta d’água, por exemplo

Delegado-geral diz que distritos terão ligação maior com comunidade a partir do segundo semestre em São Paulo

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

A Polícia Civil vai aceitar, a partir do segundo semestre, boletins de ocorrência feitos pela internet para comunicar acidentes de trânsito sem vítimas. Hoje, isso é feito pessoalmente em delegacias ou unidades da Polícia Militar.
Neste ano, pelo menos 40 mil acidentes foram registrados pelas polícias Civil e Rodoviária. A PM não divulgou o número de casos.
A mudança não para por aí. As delegacias também receberão queixas de falta de luz, de água, casos de TV com defeito e até mesmo reclamações sobre separações amorosas. Serão obrigadas a registrar qualquer tipo de reclamação de moradores.
Segundo a polícia, a mudança não vai atrapalhar o registro das ocorrências criminais. No novo sistema, a pessoa pode registrar a queixa pela internet, no computador da delegacia, por escrito -em formulário próprio- ou com ajuda de um policial.

INTEGRAÇÃO SOCIAL
Segundo o delegado-geral Marcos Carneiro Lima, a intenção é transformar as delegacias em “prontos-socorros sociais” e melhorar a imagem da instituição. “Para que as delegacias sejam para a Polícia Civil o mesmo que os bombeiros são para a PM.”
O delegado diz que hoje já é possível registrar alguns casos não criminais. Isso, porém, depende muitas vezes da boa vontade do policial.
Agora, diz ele, essas reclamações não serão mais desprezadas. Depois do registro, serão analisadas por um delegado para encaminhamento. Se houver indício de crime, o caso será investigado.
Mas, se for uma relação de consumo ou de “cidadania”, a queixa será encaminhada aos “órgãos competentes” como Eletropaulo, Sabesp, Procon ou prefeitura.
Pode servir, pelo menos, para a pessoa se resguardar de problemas futuros.
A presidente da associação dos delegados, Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, diz que essa iniciativa tem um apelo social importante, mas vê problemas na execução devido à falta de funcionários. “Nós não conseguimos dar conta nem do que já temos”, afirmou.
A Polícia Civil, que tem cerca de 35 mil funcionários, é responsável pela investigação de todos os crimes, como furtos, roubos e homicídios.
Lima afirma que as delegacias precisarão melhorar sua gestão para atender essa nova tarefa. “Quem não tem atribuição [mais funções] não tem poder”, afirmou ele.

Ação mais ampla nas delegacias dignifica a polícia, diz delegado 32

DE SÃO PAULO

O delegado Jésus Barreto, ex-presidente e membro do conselho do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, diz que o atendimento da Polícia Civil nas delegacias atualmente vai além do trabalho puramente policial.

 

Folha – Esse trabalho que será implantado no Estado é função da Polícia Civil? Jésus Barreto – A Polícia Civil brasileira sempre foi muito questionada por ser, muitas vezes, truculenta. Hoje, surge um novo cenário para atuação das polícias no sentido de elas serem mais pró-ativas.

Como isso pode ajudar a população?
Essa não é uma competência clássica da Polícia Civil, mas trabalha num tipo de prevenção secundária. A polícia está mais atenta a questão da cidadania. Isso dignifica a Polícia Civil de forma justa.

Tá na hora dos nobres diretores, divisionários, seccionais e titulares confessarem que falharam 88

Enviado em 01/07/2011 as 0:07 – por Policial com transtorto psico

A ADPESP tem o dever moral de conseguir um bom reajuste para os operacionais. O mais correto seria defender um aumento maior para os operacionais do que para sua própria carreira.

Seria o pedágio pela gigantesca incompetência dos delegados de polícia de dirigirem e comandar uma instituição secular através da premiação do apadrinhamento, do dinheiro sujo e do assédio moral e sexual.

Tá na hora dos nobres diretores, divisionários, seccionais e titulares confessarem que falharam e estão mais perdidos que cachorro em mudança.

Segunda feira começa a “revolução” no Decap que resumo da seguinte maneira:

2 trouxas para ficar de manhã e ter que durmir todo dia assim que acabar o jornal nacional;

2 trouxas que fazem faculdade de manhã (99% alguma de guarulhos) e sair de madrugada da delpol

2 trouxas que ficarão de zelador de prédio sem finais de semana durante todo o mês

e lógico

4 equipes para “riparem” nos Inquéritos e garantir o whisky e churrasco de sexta feira.

Isso é a Nova Polícia Civil, que a bem da verdade tá muito certa em prestar esse serviço a população com o aumento que deverá ser anunciado.

um recado para a população: Fuja para as colinas que o caos e a insegurança vão imperar.

eu sou maluco…eu sou maluco.

e acreditem ou não….ainda tenho arma que o Estado me dá….ah sei lá….amanhã vai cair cheque e eu enchendo a cara aqui e me tornando um pudim cachaceiro.

tá tudo dominado.

Essa é minha mente: começa de um jeito e termina de outro. o Estado fez isso comigo.

MIN. MARCO AURÉLIO MELLO: A dignidade do servidor público 9

A dignidade do servidor público

Ter, 28 de Junho de 2011 08:42

MIN. MARCO AURÉLIO MELLO

Em um Estado Democrático de Direito, há de observar-se a ordem jurídica. O respeito deve vir tanto dos cidadãos em geral como do Estado, do qual é aguardada postura exemplar. Políticas governamentais são potencializadas e nem sempre isso se verifica quanto a valores básicos. Em verdadeira atuação de força, míope ante os ares da Constituição Federal, parte-se para o menosprezo a interesses maiores, sendo alcançados contribuintes e servidores, toda a sociedade, enfim.
O fator de equilíbrio está na própria Carta da República, a que todos, indistintamente, se submetem. A falha das autoridades constituídas, intencional ou não, fez surgir, com papel insuplantável, segmento equidistante, não engajado nesta ou naquela política governamental, que é o Judiciário. Preserva o Direito e, por esse motivo, torna-se o destinatário das esperanças dos que se sentem espezinhados, dos que sofrem as consequências danosas do desprezo a interesses legitimamente protegidos. É o que vem acontecendo, ano a ano, e nas três esferas – federal, estadual e municipal –, relativamente à equação serviço a ser implementado e remuneração dos servidores públicos.

Embora a Constituição Federal imponha a revisão anual dos vencimentos dos servidores, isso não ocorre, havendo a diminuição do poder aquisitivo. O servidor já não recebe o que recebia inicialmente, com desequilíbrio flagrante da relação jurídica, vindo o setor público, mediante perverso ato omissivo, alcançar vantagem indevida – os mesmos serviços geram vencimentos que já não compram o que compravam anteriormente.

Até aqui, vinga, em verdadeira confusão terminológica, a óptica de estar o reajuste sujeito à previsão em lei, apesar de não se tratar de aumento, apesar de o próprio Diploma Maior já contemplar os parâmetros a serem observados, ficando afastada a opção político-normativa concernente à lei: a reposição do poder aquisitivo da moeda – o reajuste – deve ser anual, no mesmo índice, que outro não é senão o indicador oficial, da inflação do período. Não existe razão suficiente para cogitar da necessidade de lei, a não ser que se potencialize a forma pela forma.

O quadro conduz ao abalo da paz social, como acabou de acontecer no lamentável episódio do Rio de Janeiro, envolvendo policiais militares bombeiros.

Na última trincheira da cidadania – o Supremo –, teve início o julgamento da matéria. Coincidentemente, policial civil de São Paulo reivindica o reconhecimento da responsabilidade do Estado ante a omissão, ante a incúria, do poder público, pleiteando a correlata verba indenizatória. Relator do recurso, pronunciei-me pelo acolhimento da pretensão, seguindo-se o pedido de vista da Ministra Cármen Lúcia.

Que prevaleça a concretude da Constituição Federal, alertados os agentes políticos sobre as graves consequências do menosprezo às regras jurídicas, do menosprezo à dignidade dos cidadãos. Somente assim, avançar-se-á culturalmente.

MARCO AURÉLIO MENDES DE FARIAS MELLO é Ministro do Supremo e do Tribunal Superior Eleitoral e Presidente do Instituto Metropolitano de Altos Estudos.

7ª Câmara de Direito Público do TJSP decide: Não pode o Estado anular ato punitivo legitimamente editado ao cabo de processo administrativo regular no intuito de agravar a situação de policial civil 6

7ª Câmara de Direito Público do TJSP decide: Não pode o Estado anular ato punitivo legitimamente editado ao cabo de processo administrativo regular no intuito de agravar a situação de servidor.

 

DIREITO ADMINISTRATIVO – Servidor Público
Civil do Estado Regime Estatutário Reinstauração
ex officio de processo administrativo disciplinar.
1. Não pode o Estado anular ato punitivo
legitimamente editado ao cabo de processo
administrativo regular no intuito de agravar a
situação do servidor porque, anos após, sofreu o
condenação penal em virtude do mesmo fato.
2. Inteligência dos arts. 65, § 1º, 75, X, e 79 da LCE
207/79; 10, II, e 51 da LE 10.177/98.
3. Ação anulatória julgada improcedente. Sentença
reformada para julgá-la procedente
Trata-

A 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu: Não pode o Estado anular ato punitivo legitimamente editado ao cabo de processo administrativo regular no intuito de agravar a situação do servidor porque, anos após, sofreu o condenação penal em virtude do mesmo fato.

O apelante, em síntese, nos autos da apelação nº 0038004-35.2009.8.26.0053, alegou que teria sofrido processo administrativo disciplinar, no qual teria sido imputada a prática de ato disposto nos artigos 62, incisos III e V e 63, inciso XLV da Lei Orgânica da Polícia do Estado de São Paulo, o que culminou em punição. Posteriormente, o processo teve anulado o despacho determinante da aplicação da punição, sendo instaurado novo processo administrativo, sob nr. 008/06, em curso na 2ª Corregedoria Auxiliar. O Secretário da Segurança determinou o sobrestamento do feito, até trânsito em julgado da ação criminal. Assim, o autor está prestes a sofrer uma nova punição pelos mesmos fatos. A administração decidiu punir o autor com repreensão. Dessa forma, ressalte-se que tal punição está totalmente dentro da legalidade, de forma que é ilegal e inconstitucional anular uma punição aplicada e já cumprida.

Toda a trama surgiu quando o apelante  foi absolvido na justiça de ato que havia sido condenado administrativamente.

A decisão do relator, Desembargador Coimbra Schimdt, culminou com a reintegração do apelado.

Da decisão ainda cabe recurso. Leia o acórdão na integra.

Arquivo: Acórdão – Apelação.pdf – 26/05/2011 – 12

Portaria Decap – 9, de 28-6-2011: Instala o Serviço de Atendimento ao Cidadão – SAC, no âmbito do DECAP 55

Portaria Decap – 9, de 28-6-2011
Instala o Serviço de Atendimento ao Cidadão
– SAC, no âmbito do Departamento de Polícia
Judiciária da Capital
O Delegado de Polícia Diretor do Decap,
Considerando a competência contida no Decreto n°
33.829/91 e Portaria DGP n° 49/03, bem como o ato de criação
do artigo 42 da Portaria Decap nº 08/2011;
Considerando as balizas e hermenêutica do novo sistema de
gestão vigorante no DECAP expresso em minúcias pela precitada
Portaria nº 08/2011, bem como estudo encetado pelo Grupo
a que refere a Portaria DECAP nº 07/2011;
Considerando os princípios da Administração Pública, em
especial, os da eficiência, impessoalidade e publicidade, artigo
37 da Constituição Federal; e,
Considerando a imprescindível necessidade de ser criado
meio de contato rápido entre a comunidade, servidores e a
Diretoria Departamental; resolve:
Artigo 1º – Fica instalado, no âmbito deste DECAP, junto à
Diretoria e subordinado à Assistência Policial, “Serviço de Atendimento
ao Cidadão – SAC”.
Artigo 2º – O SAC é uma ferramenta rápida e de acesso
direto, para que a comunidade paulista possa elaborar sugestões
de melhoria, avaliações, esclarecimento de dúvidas, críticas ou
denúncias restritamente de interesse policial, com o objetivo de
modernizar e/ou auxiliar na prestação dos serviços da Polícia
Civil territorial no âmbito da Capital.
Artigo 3º – Serão classificados servidores policiais civis para
a função determinada, sob a hierarquia de um Delegado de
Polícia nomeado por ato do Diretor e já designado na mesma
Assistência Policial, em função cumulativa.
Artigo 4º – Placas de aviso em plástico resistente e em
fundo branco, letras na cor preta e símbolo nas cores originais
da Polícia Civil paulista, texto e modelo conforme anexo “A” da
presente portaria, tamanho 60 centímetros de largura por 35
centímetros de comprimento, serão fixadas em todas as unidades
territoriais, inclusive Centrais, em local de fácil visualização,
ao menos, nas recepções (parte térrea e andar superior), bem
como no balcão de atendimento.
§1º – Serão de responsabilidade dos Titulares das Seccionais
de Polícia, através das Unidades Gestoras Executoras, o procedimento
legal para a aquisição das placas suprarreferidas, no prazo
máximo para fixação nos imóveis de 12 de Setembro de 2011.
§2º – Até que existam as placas de aviso nestes moldes
haverá impressões, tanto quanto necessárias, em folhas padrão
A4, tamanho 210mm x 297mm, qualidade ao menos de 90 g/m,
com fixação e para a plena divulgação do serviço.
Artigo 5º – Fica disponibilizado exclusivamente para o
SAC – Serviço de Atendimento ao Cidadão – os seguintes meios
para contato:
a) telefone com atendimento direto: (11) 3815-5446 (todos
os dias úteis das 08 horas às 20 horas);
b) fax: (11) 3031-5446 (24 horas para recebimento); e,
c) E-mail: sac-decap@policiacivil.sp.gov.br (24 horas para
recebimento).
Parágrafo Único – O usuário do serviço não precisará identificar-
se, todavia, caso o faça receberá pelo mesmo meio de consulta
resposta do requerimento formulado e o andamento pertinente.
Artigo 5º – Esta portaria (e anexo) entrará em vigor, afora
as datas expressamente previstas neste texto, em duas etapas
definidas de implantação e em sintonia ao novo sistema de gestão
do DECAP, revogando-se todas as disposições em contrário.
I – 4° (Quarta/Norte), 5° (Quinta/Leste), 7° (Sétima/Leste) e
8° (Oitava/Leste) Seccionais de Polícia: vigência do SAC a partir
das 08 horas do dia 04 de Julho de 2011; e,
II – 1° (Primeira/Centro), 2° (Segunda/Sul), 3° (Terceira/
Oeste) e 6° (Sexta/Sul) Seccionais de Polícia: vigência do SAC a
partir das 08 horas do dia 01 de Agosto de 2011.

Alckmin propõe reajuste de 30% para servidores da Defensoria 57

 28/06/11 – 17h00

Projeto prevê aumento para o Subquadro de Apoio da instituição e também cria novos cargos

(Atualizada às 19h20)

O governador Geraldo Alckmin assinou nesta terça-feira, 28, o projeto de lei que prevê um aumento de 30% nos vencimentos dos integrantes do Subquadro de Apoio da Defensoria Pública do Estado. Agora, o projeto segue para a aprovação da Assembleia Legislativa.

Se aprovada, a medida beneficia cerca de 405 servidores da Defensoria Pública paulista que exercem funções administrativas, técnicas e também de atendimento ao público. Além disso, o projeto ainda cria 15 cargos de agente de Defensoria Pública e readequa outros 62 do quadro de apoio: oito de assistente de Defensoria Pública, 22 de assistente técnico de Defensoria Pública I, 30 de assistente técnico de Defensoria Pública II e dois de diretor técnico de departamento da Defensoria.

“A Defensoria Pública é talvez a mais importante das atividades de Estado, porque trabalha para fazer justiça a quem mais precisa”, disse Alckmin. Em janeiro de 2011, o governador também compareceu à posse de 79 defensores públicos aprovados em concurso público. Em abril, mais 14 tomaram posse.

A Defensoria Pública é responsável por oferecer assistência jurídica integral e gratuita aos cidadãos necessitados e vulneráveis. Em São Paulo, ela existe desde janeiro de 2006 e conta com nove núcleos especializados: cidadania e direitos humanos; promoção e defesa da mulher; combate à discriminação; habitação e urbanismo; de infância e juventude; de direitos do consumidor; de situação carcerária; dos diretos do idoso e da pessoa com deficiência; de segunda instância e tribunais superiores.

R7: governo Serra e a Igreja Católica no Brasil 10

publicado em 28/06/2011 às 20h35:

Veja o que Wikileaks revela sobre o
governo Serra e a Igreja Católica no Brasil

Leia os principais trechos dos documentos obtidos pelo Jornal da Record

Do R7, com Jornal da Record

Quando o Papa Bento 16 veio ao Brasil entre os dias 9 e 13 de maio de 2007 a fim de participar do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), a crise na Igreja Católica foi o principal assunto em pauta.

Veja na íntegra o documento do WikiLeaks sobre a Igreja Católica (documento está em inglês)

Veja na íntegra o documento do WikiLeaks sobre o governo Serra (documento está em inglês)

Segundo documentos obtidos pelo WikiLeaks, de fato, o monsenhor Stefano Migliorelli afirmou que a crise na Igreja é um fator importante na região. Existe um déficit bem maior de padres na América Latina do que nos Estados Unidos.

De acordo com algumas pesquisas, há dez vezes menos padres per capita na região do que nos EUA. Além disso, Migliorelli lamentou que o baixo nível escolar da região, e disse que muitas vezes os padres latino-americanos não aderem aos padrões de disciplina exigidos (celibato, sacramentos, etc.)

Apesar de Bento 16 estar de olho nos leigos em sua viagem, Migliorelli admite que a questão clerical também merece atenção.

Os documentos foram obtidos pela agência Pública, de jornalismo investigativo, e fazem parte do projeto  “Semana WikiLeaks” no portal. Durante três dias, 15 repórteres independentes foram reunidos pela agência para voluntariamente ler 2.500 documentos da embaixada americana no Brasil que ainda estão inéditos.

Essa força-tarefa foi feita com trabalho voluntário e rendeu cerca de 50 matérias, que serão publicadas durante a próxima semana (entre os dias 27 de junho e 3 de julho) no site da Pública.

Catolicismo perde força

Quando o papa João Paulo 2º fez sua primeira visita ao Brasil, em 1980, os católicos eram 89% da população. Mas, de acordo com o censo do ano 2000, esse número caiu para 74%, enquanto em algumas das maiores cidades do país o total não passa de 60%.

A cada ano, milhões de católicos latino-americanos se convertem às igrejas evangélicas. Segundo a Igreja Católica, o êxodo é incentivado ativamente por pastores destas novas congregações.

Uma reunião preparatória em Roma para a CELAM sinalizou o interesse econômico que muitos dos bispos da Igreja Católica atual compartilham. Em uma entrevista coletiva à imprensa pouco após o evento, os bispos reclamaram da “distribuição injusta de riqueza” e do “abismo da diferença de recursos distribuídos” para cada uma de suas regiões.

Eles questionaram como isso pode acontecer, visto que a maioria dos presidentes, empresários e profissionais de países latino-americanos se declaram católicos.

Governo de São Paulo

Em um encontro de uma hora com o embaixador, o então governador de São Paulo, José Serra, disse em sua posse que a prioridade mais imediata era a segurança pública, especialmente dentro do sistema de transporte público metropolitano, que é responsabilidade do governo do Estado. Apesar das estatísticas mostrarem um declínio nos índices de crimes violentos, o Estado e a região metropolitana de São Paulo continuam a sofrer com uma onda de crimes comuns, e as preocupações quanto ao grupo PCC (Primeiro Comando da Capital) não diminuíram.

Serra afirmou que, para combater o crime, o Estado precisa de mais tecnologia, treinamento e conhecimento técnico do que recursos financeiros, e pediu para que o Departamento de Segurança Nacional americano e as autoridades de trânsito dos EUA ajudassem no treinamento dos funcionários de metrô e CPTM de São Paulo para identificar ameaças de bomba e outros riscos para a segurança pública.

Ele indicou que estava extremamente interessado em se encontrar com o Attorney General dos EUA (o equivalente ao Advogado Geral da União no Brasil) em fevereiro, mas que não sabia se iria ser possível viajar até Brasília para isso, apesar de prometer que irá tentar.

O Cônsul Geral se encontrou no dia 17 de janeiro com o secretário de Transporte Metropolitano do Estado de São Paulo Jose Luiz Portella e sua equipe para acompanhar os pedidos do governador Jose Serra quanto à ajuda na segurança dos sistemas de metrô e trem.

Portella descreveu os desafios que estes sistemas enfrentam, e delimitou os procedimentos já existentes.

Em resposta, o Departamento de Segurança Nacional americano fez uma série de perguntas e se ofereceu para trazer um especialista para fazer uma avaliação.

O representante do Departamento de Segurança de Transporte americano em Buenos Aires agendou uma visita a São Paulo no dia 24 de janeiro, como um primeiro passo para providenciar assistência técnica aos oficiais de Segurança Pública do Estado, informa o WikiLeaks.

O DAP gastou em operações policiais sigilosas R$ 1,07 milhão de 2002 a 2008 ( Foi a Dona Márcia? ) 42

Setor burocrático gasta sem comprovar

Só departamento de compras e recursos humanos gastou mais que a Corregedoria

MARCELO GODOY, marcelo.godoy@grupoestado.com.br

Setores burocráticos da Polícia Civil, como o Departamento de Administração e Planejamento (DAP), gastaram dinheiro da verba de operações policiais sigilosas por meio de adiantamento de despesas. O gasto nessa modalidade é feito antes de sua comprovação. Como a verba é secreta, ele dispensa a apresentação de documentos que o comprovem, como a nota fiscal.

Responsável por compras e pelo setor de recursos humanos da polícia, o DAP gastou em operações policiais sigilosas R$ 1,07 milhão de 2002 a 2008. No mesmo período, um órgão operacional, como a Corregedoria da Polícia Civil, que apura em sigilo a corrupção policial, gastou só R$ 660 mil com essas operações. A Academia da Polícia Civil também usou a verba para operações secretas sem nunca ter conduzido um inquérito policial contra o crime organizado ou feito prisão.

A Secretaria da Segurança Pública diz que os gastos são feitos de acordo com a necessidade e que eles são regulares e legais. Ontem, o JT mostrou que durante mais de seis anos a chefia de gabinete da secretaria gastou mais de R$ 2,6 milhões com operações policiais reservadas. Os dados são do Sistema de Gerenciamento de Execução Orçamentária (Sigeo) e Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A Promotoria de Justiça da Cidadania vai investigar o uso das verbas. “Esse caso deve ser distribuído para um promotor na terça-feira”, afirmou o promotor Silvio Antônio Marques. Os promotores também devem verificar os cheques da chefia de gabinete da secretaria que foram usados para sacar o dinheiro da verba de operações sigilosas.

Até a Delegacia-Geral utiliza a verba. Sem chefiar nenhum setor operacional, as Cadeias Públicas 1, 2, 3 e 4 de Pinheiros, na zona oeste, usaram dinheiro de operações da mesma forma entre 2002 e 2008. Os gastos foram de R$ 560 mil.

Ao contrário dos gastos feitos por cartão, o adiantamento de despesa não permite verificar no Sigeo onde o dinheiro foi gasto. “A ausência de nota se justifica para que a operação secreta não seja rastreada. Mas a confidencialidade do gasto não dispensa a existência de um relatório”, disse o professor de direito administrativo da Pontifícia Universidade Católica (PUC) Floriano Azevedo Marques.

Gestores desse dinheiro dizem que isso ocorre dada a “natureza das despesas”. Na atual gestão, o ex-chefe de gabinete Tadeu Sérgio Pinto de Carvalho fez duas dessas prestações de contas, também assinadas pelo ex-secretário-adjunto Lauro Malheiros Neto.

“A autorização legal para se prestar contas de forma reservada não significa que não se tenha de ter uma prestação de contas adequada”, disse o professor de direito público da USP Adilson Dallari. O TCE

http://www.jt.com.br/editorias/2008/12/08/ger-1.94.4.20081208.9.1.xml

AS DENÚNCIAS DO DOUTOR MARIO AIDAR NÃO PODEM SER DESCONSIDERADAS: “POR SER A ABSOLUTA VERDADE” 50

augusto
para conde guerra <dipol@flitparalisante.com>
data 28 de junho de 2011 11:25
assunto POSSIBILIDADE DE PUBLICAÇÃO
PREZADO DOUTOR GUERRA

SEMPRE UMA HONRA MANIFESTAR-ME A VOSSA SENHORIA

DESTA VEZ , GOSTARIA DE REQUERER UM PEDIDO O QUAL CREIO NÃO SER INVIÁVEL

ACOMPANHANDO O BLOG FLITPARALISANTE
PUDE VERIFICAR AS DENÚNCIAS DO DOUTOR MARIO AIDAR
QUE NÃO PODEM SER DESCONSIDERADAS – POR SER A A BSOLUTA VERDADE

DESTARTE , NA MEDIDA DO POSSÍVEL , POR NÃO SABER COMO CONTATÁ-LO E NEM TORNAR-ME INOPORTUNO
PUBLIQUEI COMENTARIO NAS MATERIAS PUBLICADAS A RESPEITO DOS FATOS .

TODAVIA , MINHAS PUBLICAÇÕES OCORRERAM DE MANEIRA SINGELA
APENAS MANIFESTANDO MEU APOIO E QUIÇÁ ” MAIOR APOIO” AO DELEGADO DOUTOR MARIO AIDAR

COMO NÃO POSSO TER A ABSOLUTA CERTEZA QUE O MESMO TERÁ ACESSO AOS COMENTÁRIOS POR MIM REALIZADOS

REQUEIRO A GENTILEZA DE PUBLICAR O QUE JÁ MANIFESTEI

CERTO DO ENTENDIMENTO DE VOSSA SENHORIA APRESENTO MEU COMENTÁRIO :

PREZADO DR.MARIO AIDAR 

ACREDITO QUE VOSSA SENHORIA ACOMPANHA OS COMENTÁRIOS DESTE BLOG DIANTE DA DENÚNCIA APRESENTADA

SEM NENHUMA PRETENSÃO , MAS POR SABER O QUE VOSSA SENHORIA DENUNCIOU SER A ABSOLUTA VERDADE , COLOCO-ME A DISPOSIÇÃO PARA SERVIR DE ALGUMA FORMA ( TESTEMUNHA ) EM PROVÁVEIS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS / CRIMINAIS QUE POSSAM VIR A SER INSTAURADOS EM DESFAVOR DE VOSSA SENHORIA

RECENTEMENTE – UM INQUÉRITO POLICIAL – INSTAURADO  PELO ILUSTRE DOUTOR BOUCINHAS – E PRESIDIDO PELO DELEGADO FERNANDO FOI ARQUIVADO , POIS AS PROVAS IRREFUTÁVEIS DEMONSTRAVAM DE FORMA INEQUÍVOCA A PARTICIPAÇÃO DE DELEGADOS DE CLASSE ESPECIAL , DELEGADOS DE POLÍCIA E INVESTIGADORES DE POLÍCIA CHEFES DE DIVISÃO E DE DELEGACIAS .

TAL INQUÉRITO FOI INSTAURADO PELA CORREGEDORIA PARA APURAR MINHAS DENUNCIAS EM FATO IMPUTADO A MEU DESFAVOR .

APÓS PROCEDEREM DA MANEIRA ADEQUADA PARA NÃO SE CHEGAR A CONCLUSÃO , OU SEJA , CRIAR PÍLHAS DE PAPEIS E VOLUMES ( IP) PARA FORÇAR A LEITURA APENAS DO RELATÓRIO DO SENHOR DELEGADO DE POLÍCIA . TAL INQUÉRITO FOI ARQUIVADO .

VOLTO A REPETIR – ESTE CASO É RECENTE E TEM APENAS UM MÊS – DATA VÊNIA – SERIA DE BOM ALVITRE VOSSA SENHORIA CONSULTÁ-LO E CORROBORAR SUAS SENÚNCIAS .

DA MESMA FORMA – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS CRIMINAIS ONDE FOI REQUERIDO O ADITAMENTO DA PORTARIA ,  HAJA VISTA A PARTICIPAÇÃO DE CARDEIAS DA POLICIA CIVIL , DELEGADOS DE CLASSE ESPECIAL , DELEGADOS DE POLÍCIA , INVESTIGADORES CHEFES EM CRIMES IMPUTADOS A MINHA PÉSSOA – TAMBÉM FORAM IGNORADOS PELOS NOBRES E ILUSTRES PRESIDENTES DA UPP-

ADITAMENTO DE PORTARIA !!!!!!!! SÓ EM SONHO !!!!!!!

DESTARTE , SEM NENHUM INTERESSE , APENAS POR CONSIDERÁ-LO UM HOMEM DE FIBRA , CORAGEM E QUE SEMPRE TRATOU-ME DE FORMA RESPEITÁVEL , COLOCO-ME A SUA DISPOSIÇÃO

SEM SER PROLIXO , MAS APROVEITANDO A OPORTUNIDADE

RELEMBRO AO SENHOR REPORTER – JOSMAR JOSINO – QUE TUDO QUE FOI ALEGADO E COMPROVADO  POR ESTE REQUERENTE A ÉPOCA , VOLTA À TONA .

QUANDO REPASSADA AS INFORMAÇÕES QUE O SENHOR REPROTER NECESSITAVA PARA DEVIDAMENTE CORROBORAR O QUE O NOBRE DELEGADO HOJE AFIRMA , A MATÉRIA NÃO FOI  PUBLICADA POR IMPEDIMENTO ( SEGUNDO INFORMAÇÕES DO PRÓPRIO REPORTER – IMPEDIAMENTO DA DIRETORIA – ANTES DE INVESTIGAÇÃO DO MINISTÉRIO PUBLICO )

OCORRE QUE AGORA – ATÉ INQUÉRITO POLICIAL JÁ FOI INSTAURADO ( E AS PROVAS QUE O MESMO NECESSITAVA ESTÃI ALI ) PARA MOSTRAR QUM É QUEM .

AUTORIZO VOSSA SENHORIA A FORNECER CASO SEJA REQUERIDO PELO DR.MARIO AIDAR MEU ENDEREÇO ELETRÔNICO , POIS , NÃO QUERO TORNAR-ME INCONVENIENTE

REPITA-SE A INTENÇÃO É DESPROVIDA DE QUALQUER INTERESSE
APENAS DESMASCARAR OS VERDADEIROS CULPADOS E QUE SEMPRE SÃO PROTEGIDOS , PERMANECENDO DE FORMA PERENE EM SEUS CARGOS E SEM PUNIÇÃO

GRATO PELA ATENÇÃO
UM GRANDE ABRAÇO

AUGUSTO PENA