Há uma verdadeira legião de famintos querendo o seu lugar – POLICIAL CIVIL PODE CHAMAR A PRESIDENTA ( DILMA ) DE PETRALHA E SAPATA…PODE TAMBÉM CHAMAR A PRESIDENTA ( MARILDA ) DE “LADINA”…NÃO PODE: INCITAR GREVE, CHAMAR SUPERIOR OU POLÍTICO TUCANO LADRÃO DE LADRÃO, TAMPOUCO INJURIAR CHUCHUS, PINTOS, CARNEIROS E GAZELAS 62

Em virtude das considerações desrespeitosas e pouco refletidas, cabe afirmarmos que a doutora Marilda e demais membros da ADPESP estão sendo dura e injustamente atacados por várias frentes. Pelo costado, idem!
Quer por opositores interessados na retomada da entidade representativa dos Delegados, a qual jamais foi presidida por mulher, interiorana e de classe inferior.
Quer pelos inimigos naturais; para os quais tudo serve de pretexto à desmoralização da carreira como um todo.
Seja por inimigos fraternais; sempre invejosos daquilo de que não necessitam ou daquilo que já têm suficientemente.
Incontestavelmente, o Governo, exímio manipulador das nossas torpezas, jamais cederia – aliás, jamais cedeu – a pretensas demonstrações de força.
Diga-se de passagem: ceder a blefe de quem nenhuma carta boa traz nas mãos ou nas mangas.
Declaração de greve, neste momento , seria catastrófica para toda a Instituição.
O Governo, sempre exímio manipulador e incentivador das torpezas daqueles a quem por suposto mérito posta nos mais altos cargos de comando, manietou… Subjugou… Mãos e vozes de todos aqueles que poderiam tentar implementar uma doutrina, uma filosofia, um modo de ser e agir policial civil.
Não pensem que falo de mim.
É preciso lembrar que digo daqueles que participaram ativamente do movimento grevista e, também, da subseqüente proposta de reestruturação das classes policiais.
Além do patrocínio de ações judiciais em razão de abusos trabalhistas.
Sem esquecermos dos grandes cérebros da Polícia Civil; aqueles que , noutras épocas, embora tenham alcançado a classe especial jamais exerceram funções de direção.
Com efeito, desde a greve de 2008, medidas são adotadas para que jamais se repita aquele sopro de união entre membros das diversas carreiras policiais civis.
O governo, indubitavelmente, possui o total controle de setores nevrálgicos outrora geridos por Delegados de Polícia e respectivos encarregados.
Absurdamente, criando-se unidades especificamente destinadas ao atendimento de outros órgãos de segurança, entenda-se: FLAGRANTES DA POLÍCIA MILITAR.
Os peritos criminais e legistas se postam como membros de uma TERCEIRA POLÍCIA.
O DETRAN agora é propriedade da PRODESP.
A SAP impõe suas regras para recebimento de presos; que ninguém tente afrontá-los.
Oficial defeca regras na Delegacia.
ASP defeca regras.
GM defeca regra.
E alguns baluartes do Conselho da Polícia Civil defecam em toda a Polícia Civil.
Convém ressaltar que liberdade de crítica conferida aos membros da Polícia Civil é amplamente garantida!
Nem tudo está perdido…
Amplamente garantida, de fato e direito!
Sim, desde que direcionada a assuntos futebolísticos, noveleiros e efemeridades em geral; desde que a efeméride não contrate junto à Administração deste Estado.
De resto, a liberdade de pensamento, opinião, informação, manifestação deve ser expressa por meio dos instrumentos formalmente conferidos pela Lei Orgânica da Polícia Civil, ou seja, reclamação, petição e recursos endereçados, pelos caminhos hierárquicos, à autoridade competente para decisão.
De forma que, caso o policial civil queira reclamar da conduta de seu superior hierárquico, o reclamado seja o primeiro a despachar a petição. Obviamente, reconsiderará sua decisão ou conduta sem a menor retaliação em desfavor do atrevido subordinado.
Outro dado a acrescentar, a lista dos policiais civis processados por lançar – fora dos exercício das funções – críticas a autoridades e atos de gestão é grande.
Não se limita a mantenedores de Blogs; alcança aqueles que despretensiosa e despreocupadamente postam comentários em grandes sites, inclusive.
Em linhas gerais, todos os processados foram condenados por chamar ladrão de ladrão; o que pelo princípio da dignidade humana, valor supremo do governo de São Paulo, fere a garantia da inviolabilidade da imagem e honra do ladrão ocupante de cargo de livre nomeação pelo governo estadual.
Jamais olvidem: NO BRASIL CHAMAR CORRUPTO DE CORRUPTO É CRIME.
Nenhum ladrão da espécie colarinho branco pode ser constrangido a sofrer a desqualificadora denominação popular e genérica: ladrão.
Salvo algumas exceções!
Caro policial civil, você poderá com toda a liberdade chamar o Ministro da Casa Civil de ladrão; nada lhe acontecerá.
Apesar de a Lei Orgânica da Polícia Civil proibir manifestações depreciativas da imagem e respeitabilidade de quaisquer autoridades ou Instituições; sejam federais, estaduais ou municipais.
Também poderá chamar o Ministro da Justiça de ignorante, vagabundo e libertário de facínoras.
Pode chamar a Presidenta de petralha e sapata; o Pinto não determinará a instauração de PAD por procedimento irregular de natureza grave.
O governo estadual lhe garante absoluto direito de manifestação e expressão; ao ofendido – se assim o desejar – caberá buscar as medidas que entender pertinentes na esfera civil e criminal.
Posto que , enquanto policial civil, funcionário do governo de São Paulo, nenhuma falta disciplinar lhe poderá ser imputada.
Contudo, não se atreva a imputar, por quaisquer meios de difusão de informações, ao chefe do executivo, todo seu secretariado e chefes de órgãos, a pecha de MENTIROSOS.
Será massacrado funcionalmente.
Nem sequer ouse truques retóricos como: o Governo de São Paulo se caracteriza por valorizar em seus quadros todos aqueles dotados de natural aptidão para conscientemente induzir a erro.
Também não queira empregar argumentação tal como: o Governo de São Paulo, buscando evitar que dirigentes metam a mão na verba dos subordinados, continua adotando a “sui generis” e muito eficaz formula de controlar os gastos corporativos sigilosos: o relatório secreto, instruído – quando e se possível – por notas fiscais e recibos ultra-secretos.
Verdadeiramente, desvio de verbas – tentado ou consumado – não é coisa de governo do PSDB.
O governo tucano não rouba e não deixa roubar; os poucos que roubam são parcimoniosos e muito inteligentes para se deixarem flagrar.
E jamais cometa injúrias contra Chuchus, Pintos, Carneiros e Gazelas, coisas como: “corno filho da puta”
Caso atente contra a honorabilidade de um valoroso quadro governamental será exemplarmente castigado por acarretar graves danos à imagem do órgão policial, pois não se pautou dignamente na vida pública e privada, tudo com graves consequências para o sentimento de segurança da população.
Sem perder a linha de exposição, não custa lembrarmos da higienização executada pelo atual Secretário de Segurança Pública.
Esta triste figura que transpira decadência, uma certa deformação no semblante, possivelmente, por tantas injustiças que deve ter cometido no curso de sua longa carreira pública.
E continua: o Excelentíssimo Procurador de Justiça, quase septuagenário, afortunado financeiramente, sem a mínima complacência, sem a menor necessidade, contrariando até os não muito diferentes membros do Conselho da Polícia Civil – que unanimamente votaram pela absolvição de ex-investigador ( exonerado por pedido voluntário muito antes da instauração do processo disciplinar ) – por malvadez aplicou a penalidade de 30 dias de suspensão ao cidadão, atualmente advogado, por conta de um singelo comentário em site da Folha de São Paulo.
O rapaz, na plenitude da juventude, agora se vê portador de um antecedente funcional que o impede até da inscrição em concursos para carreiras jurídicas.
Este é o rigor governamental.
O arbítrio , o despropósito, a imoralidade, personificados pelo vestal da honestidade policial, o Doutor Procurador de Justiça: Antonio Ferreira Pinto.
Quantos já foram penalizados e ilegalmente expulsos pelo Dr. Pinto?
De se ver que, nos casos em que o Conselho pede demissão ou suspensão severa: REFERENDA A PENALIDADE ou AGRAVA.
Nos casos em que o Conselho – arbitrária e ilicitamente – propõe severa penalização ou expulsão: REFERENDA SEM QUAISQUER QUESTIONAMENTOS.
Nos casos em que o Conselho – justa e legalmente – propõe absolvição ou abrandamento de penalização: EXPULSA O FUNCIONÁRIO SOB O FUNDAMENTO DE TIBIEZ DOS CONSELHEIROS.
Caros policiais civis, o governo estadual – que faz vez de patrão de empresa privada – é por demais poderoso para ser afrontado por um punhado de funcionários públicos desacreditados e detestados pela coletividade.
Especialmente: afrontado verbalmente.
Todavia: há muita gente pregando a desfiliação em massa das entidades classistas.
Ora, se a entidade não serve aos propósitos estatutários o remédio não é desfiliação; o único remédio será a participação diuturnamente ativa.
Ah, o presidente ou presidenta do sindicato e da associação, além de pelegos, ROUBAM!
Roubam os associados?
Qual a pena que se deve dar a irmão que rouba irmão?
Destituição, cadeia e perdimento dos bens; concomitantemente ao escárnio público e repudio dos pares.
Por fim, o grande trunfo governamental foi acidentalmente mencionado pelo querido “Horário de Almoço”.
Ele, embora possua certificado de aprovação na OAB, não trocaria a carreira de Investigador pela de Advogado empregado.
Sabe que milhares de bons profissionais, dotados de boa cultura, são contratados por míseros R$ 1.000,00 (mil reais) por mês.
(Ah, desde que tenham automóvel!)
Por tal é simples ao “Tio Sampa” apontar o dedo: NÃO QUERO VOCÊ…NÃO ESTÁ CONTENTE PODE IR EMBORA!
Pelas razões aduzidas: cuidado com o seu desvalorizado e desprestigiado cargo policial.
Há uma verdadeira legião de famintos querendo o seu lugar.
E a grande maioria dos policiais – em geral – nunca será capaz de alcançar melhor colocação na iniciativa privada.
_______________________________________
Policiais civis jamais esqueçam:
Seu “titular” ou “chefe” pode não ser lá grande coisa, mas poucos são aqueles que olham para você com asco.
Juízes são tidos como grande coisa, poucos deles olham para você; poucos deles estendem o braço para um formal cumprimento.
Alguns, (quando) estendem dando passo atrás.
Será medo de contrair doenças ou sujar as mãos?
Promotores de Justiça, idem!
Para a maioria destes : a Polícia Civil é uma súcia.
Para os policiais militares, mesmo os mais amigos e parentes, a Polícia Civil é horda de poltrões.
Os mais simpáticos a conceituam gentilmente: “polícia cartorária”.
Procurador de Estado? Ah, procuradores de estado!
Só mesmo a divina graça fará com que encontrem um que não queira descarregar seus recalques sobre o policial civil.
Para a maioria deles: documento de Delegado de Polícia não vale nada; nem sequer prestam para responder um ofício (requisição).
Só vale em certos casos: QUANDO PARA HIGIENIZAÇÃO DE MAIS UM POBRE COITADO.
Aliás, causar prejuízos acaba sendo lucrativo para os Procuradores.
A possibilidade de um policial injustiçado ter a pretensão acolhida por um Juiz é remota ( especialmente na esfera estadual ); assim, o procurador ainda poderá ganhar honorários com a desgraça que lhe causar (a verba honorária arrecadada é dividida entre todos os membros da Procuradoria).
Aliás, o Governo Paulista, em face de tal retribuição conforme a somatória verba honorária fixada nas sentenças, fez dos Procuradores verdadeiros mercenários do Direito.
Defensor Público concursado?
Com muita sorte, só atende aos casos de policial civil foragido e declarado revel.
E os políticos?
Políticos, de regra, são como os pizzaiolos: tudo que dão é temperado com escarro.
Só abraça o teu direito para afrontar o partido contrário!
E por aí vai…
Enfim, o policial civil só pode contar com outro policial civil; mais nada é ninguém.
Além do Criador, obviamente.
Assim, quem prega a desfiliação de entidades de classe – além de ficar ainda mais abandonado – está contribuindo para maior enfraquecimento dos policiais civis frente ao poder da Administração.

Tio Sampa: I don't want you for SP State Judiciary Police!

Os policiais civis não podem ser tratados como lixo, que é o tratamento que o governo e a maioria dos delegados dá a cada “subordinado” seu. 38

de
para
cco dipol@flitparalisante.com
data 17 de julho de 2011 14:18
assunto Policiais civis de São Paulo estão revoltados
assinado por gmail.com

Os policiais CIVIS da base em São Paulo estão revoltados, desiludidos e sem perspectiva de melhora.


Aos novatos, sugiro que estudem e caiam fora. Aos ‘mais’  apaixonados pelo trabalho policial, verdadeiramente vocacionados,  peço que mudem de postura. Não sejam subservientes. Exerçam suas atribuições legais com dignidade e da melhor forma possível. Usem seu poder de polícia e coloquem os ‘policiais bandidos’ que estiverem trabalhando ao seu lado atrás das grades que é onde deveriam estar. Não prevariquem (Faltar ao cumprimento do dever. Direito –  Cometer (o funcionário público) crime de prevaricação, que consiste em retardar ou deixar de praticar ato de ofício, ou praticá-lo contra disposições legais, por interesse ou má-fé.). Para isso não é preciso CORREGEDORIA. Poderá utilizar-se de seu pode de polícia, sempre dentro da legalidade,  a qualquer momento com qualquer pessoa, seja ela uma ‘autoridade’ executiva, judiciária ou policial. O pior bandido é o INSTITUCIONAL.
Como disse meu colega do interior: fomos enterrados vivos pelo governo do estado de SP e pelas ‘autoridades policiais’.

José de Maria – escripol em SP

Repassando abaixo mensagem recebida de uma colega do interior…

Delegados se venderam , dra. Marilda se vendeu, mas a massa não se entrega, não se vende…

 

Os delegados de policia comandados pela presidente do sindicato, dra. Marilda, se venderam ao governo no episódio do vergonhoso reajuste salarial para a categoria.

Em troca da carreira jurídica, do adicional por acumulo de delegacias estendido à capital, além de outras benesses que não foram divulgadas oficialmente, se venderam e venderam também o que não tinham : a consciência dos investigadores, escrivães, agentes, operadores de telecomunicações e demais carreiras.

Como é perfil da categoria dos delegados, que bem ou mal recebem em quase sua totalidade entre 8 a 11 mil reais por mês/líquidos (se 13º, são de 16 a 22 mil reais acumulados naquele mês), se acovardaram, preferindo negociar a portas fechadas com o governo.

Parabens, dra. Marilda,  a contar por sua atuação e dos que lhe cercam, era mesmo de se esperar que se acovardassem.

Os delegados estão bem, comandam a máquina, tratam as demais carreiras como subordinadas. Mas, subordinados são os delegados e a dra Marilda, que entregou a dignidade, a hombridade da família policial aos lobos.

Os escrivães, investigadores, agentes, operadores de telecomunicação e todos os demais merecem respeito.

Isso não vai ficar assim. Os policiais civis não podem ser tratados como lixo, que é o tratamento que o governo e a maioria dos delegados dá a cada “subordinado” seu.

Colegas, a guerra da moralidade, da civilidade, da justiça foi deflagrada. Peguem suas armas da coragem, da audácia, da VERDADE e saiam a campo.

Ninguem nos põe grilhões. Ninguém põe algemas nos investigadores, escrivães nem nos agentes nem nos operadores de telecomunicações.

Delegados todos, a dra. Marilda, o colegiado, todos se venderam.

Mas, a base não, a massa não. E a massa é que faz a revolução.

Abaixo o pior salário do Brasil pago à polícia. Abaixo a repressão. Abaixo a ameaça.

Cada policial civil está convocado a denunciar irregularidades, ilegalidades, bandidagens, está convocado a denunciar a podridão, as falcatruas, os acertos, de que tomar conhecimento ao Ministério Público.

Abaixo os vendilhões do templo. Estaremos de olhos abertos. Estamos em marcha para a restauração da dignidade da profissão de policial civil.

Vamos quebrar as pernas da banda podre da PC e portanto, dos pseudo-poderosos.

Denunciando as falcatruas, desmoralizamos a bandidagem oficial.

E assim, teremos mais valor.

Cada policial, em sua unidade, olhos abertos para a corrupção, prevaricação, denunciem os tais.

A sociedade saberá reconhecer aqueles que assim agirem.

Vamos criar uma grande onda de moralização e resgate da carreira policial.

Eles nos chicoteiam, em troca, nós os jogaremos na areia movediça da devassa moral.

Não se acovardem. A onda vermelha e preta está chegando.

Dignidade Já. Em nome da tua esposa, do teu marido, dos teus filhos, da tua família.


Colega interiorano.


“Vale lembrar que há 60 dias, nós aumentamos o vale alimentação. Que era R$2 e passou para R$20. Foi um aumento de mil por cento para os policiais que fazem plantão”, lembrou o governador Geraldo Alckmin 33

Enviado em 17/07/2011 as 9:38 – PESADELO

sábado, 16 de julho de 2011
Governo de SP e Imprensa mentem ao divulgar grande reajuste salarial para policiais

– Contribua com o Transparência São Paulo; envie seu artigo ou sugestão para o email:transparenciasaopaulo@gmail.com

Em mais uma demonstração de desonestidade e tentativa de manipulação da opinião pública, o Governo do Estado de São Paulo e a Imprensa divulgaram aumento de quase 28% aos seus policiais; se a manchete “Governo aumenta em 27,7% salários dos policiais” impressiona, a falta de ética ao divulgar tal informação (distorcida) impressiona ainda mais.

O aumento de 27,7% incide no “SALÁRIO BASE” das carreiras policias, não no salário líquido real. Na prática, como o “salário base” faz parte de uma complexa composição de vencimentos (gratificações, adicionais, …) que formam o salário total do policial, o aumento do “salário base” em 27,7% significará um aumento real de aproximadamente 13%.

Um Investigador de Polícia que recebe (liquido) entorno de R$2500,00, tem seu “salário base” de apenas R$700,00; O reajuste, portanto, será sobre os R$700,00, e não sobre o salário líquido.

E se alguém ainda achar o salário líquido de um policial satisfatório para um profissão de risco, saiba que tais profissionais recebem R$80,00 de vale alimentação (por mês! isso mesmo: por mês!) e perdem tal “benefício” após 5 anos de serviço, não recebem vale transporte, não recebem fundo de garantia, não recebem adicional noturno, não recebem horas extras (trabalham de graça as horas adicionais que cumprem até que os atendimentos de ocorrências e as investigações se encerrem) e nem adicional por periculosidade (de certo o estado acredita que o trabalho não seja perigoso).

Pior; o reajuste, anunciado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e pela imprensa, omite em suas manchetes a informação de que recomposição será realizada parte neste ano e parte no próximo; anunciando um reajuste que deverá (já não foi cumprido em outras ocasiões) ser dado somente no segundo semestre do próximo ano, o governo maquiavelicamente soma as duas porcentagens para “engordar o número”, divulga tão valor de maneira distorcida e assim tenta trazer à sociedade a sensação de que está, de fato, valorizando seus policiais.
Governo do Estado de São Paulo: um estado “sensação”: sensação de reajuste, sensação de segurança, sensação …

Abaixo, a desonestidade propagada pelo governo:

Governo aumenta em 27,7% salários de policiais

Secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, da Casa Civil, Sidney Beraldo, e governador Geraldo Alckmin anunciaram aumento no Palácio dos Bandeirantes

O Governo do Estado anunciou um aumento de 27,7% no salário base de policiais civis, militares e científicos, agentes de segurança penitenciária (ASP) e agentes de escolta e vigilância penitenciária (AEVP).

O aumento será concedido em duas parcelas: a primeira, de 15%, a partir de 1º de julho, e a segunda, de 11%, a partir de 1º de agosto do ano que vem.
O anúncio, depois de três meses de negociações com entidades representativas das categorias profissionais, foi feito hoje, no Palácio dos Bandeirantes, pelo governador Geraldo Alckmin, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o secretário de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, e o secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini.

“Quero parabenizar e agradecer o espírito público e a forma com que os representantes das categorias defenderam e participaram deste debate. Aprendi muito neste processo, aprendi a paixão que essas pessoas têm pela sua equipe. Em nenhum momento permitiram que a forma mais fácil de resolver um problema que pudesse preterir uma parte da escala, já mais foi permitida”, afirmou secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini.

O reajuste de 27,7%, em duas parcelas, vai beneficiar mais de 150 mil servidores da ativa e quase 103 mil aposentados e pensionistas – um total de 253.386 pessoas. Entre os funcionários públicos, há 89.345 policiais militares, 34.258 policiais civis e científicos e 26.918 agentes penitenciários – ASP e AEVP.

Impacto de R$ 700 milhões

Só a primeira parcela do reajuste, de 15% a partir de julho, representará um acréscimo de R$ 700 milhões na despesa de pessoal do Governo do Estado neste ano.

Além do reajuste salarial, o Governo do Estado anunciou um pacote de benefícios às carreiras policiais, com medidas para facilitar as promoções e a valorização de carreiras.

“É um reconhecimento do trabalho que a polícia vem fazendo. Em São Paulo, tivemos uma redução dos índices de criminalidade. Então, primeiro é um reconhecimento. Nós queremos valorizar a carreira policial.”, afirmou o governador.

Extinção da 4ª classe

Será extinta a 4ª classe das 14 carreiras de policiais civis – tais como escrivães, investigadores e agentes – e científicos – como fotógrafos, desenhistas e atendentes de necrotério. Os atuais integrantes da 4ª classe serão automaticamente promovidos para a 3ª classe, o que representará outra elevação salarial. Os delegados de polícia promovidos para a 3ª classe, por exemplo, terão aumento de 18,8% a partir de julho. A medida beneficiará mais de 170 delegados e mais de 1.000 policiais civis e técnico-científicos.
O salário inicial de delegados de polícia, peritos criminais e médicos legistas passará de imediato de R$ 5.874,30 para R$ 6.920,29 nas cidades com mais de 500 mil habitantes. Nos municípios até 500 mil habitantes, o menor salário de delegados, peritos e médicos legistas subirá de R$ 5.559,30 para R$ 6.605,29.

Fim do limite de vagas para promoções

Serão suprimidos os limites para promoção de policiais civis e científicos à 2ª classe e à 1ª classe.

Todos os policiais poderão ser promovidos automaticamente por tempo de serviço, independente do número de vagas em cada classe das carreiras policiais.

Os policiais serão promovidos à 2ª classe ao completarem 15 anos de serviço, e à 1ª classe, quando tiverem 25 anos de carreira.

Também poderão ser promovidos antes, por mérito.Serão criados 20 novos cargos de delegados de polícia de classe especial, o topo da carreira.

O total de delegados nesta última etapa profissional passará de 119 no Estado para 139. A medida vai facilitar as promoções e a renovação dos comandos.

Para a classe especial, serão mantidas as promoções exclusivamente por mérito.

“Com isso, todos os policiais, de todas as correrias, terão a percepção real que vão pode chegar, pelo menos à 1ª classe. Que é o penúltimo estágio da carreira. Então, isso será muito positivo para nós”, lembrou o delegado geral, Marcos Carneiro Lima.

A GAT (Gratificação de Acúmulo de Titularidade) será estendida aos delegados da capital e Grande São Paulo que acumulem a chefia de dois distritos.

Hoje, a GAT beneficia delegados de polícia que acumulem a titularidade de delegacias de diferentes cidades do interior.

Aposentadoria com promoção na PM

Além de reajuste de 27,7%, em duas parcelas, os 5.831 oficiais da Polícia Militar poderão receber um incentivo especial para se aposentarem. Aqueles que já tenham completado o tempo de serviço necessário e tenham sido preteridos três vezes em promoções, poderão se aposentar no posto imediato. Um capitão, que cumpra estas condições, poderá se aposentar como major. Os 90 mil praças da Polícia Militar – de soldado de 2ª classe a subtenentes – já são beneficiados por este tipo de promoção, quando se aposentam.

“Com o aumento salarial e com toda a estrutura que o governo está dando ao policial: de arma, colete e viatura; e condições de trabalho vai refletir no serviço a população e o cidadão será melhor atendido”, afirmou o comandante geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo.

Os percentuais de aumento para policiais militares, civis e científicos, bem como para agentes de segurança penitenciários (ASP) e agentes de escolta e vigilância (AEVP), incidirão sobre o salário base, o Regime Especial de Trabalho Policial (RETP) e outras vantagens percebidas.

Nas cidades até 500 mil habitantes, o salário inicial de um soldado PM de 2ª classe, por exemplo, passará para R$ 2.180,78. Nos municípios com mais de 500 mil habitantes, o soldado de 2ª classe receberá R$ 2.365,78.

Aumentam ALE e GAEV dos agentes penitenciários

Afora o aumento de 27,7%, em duas etapas, os agentes de segurança penitenciária (ASP) serão beneficiados pela elevação e unificação de Adicionais de Local de Exercício (ALE). O menor adicional (ALE I) será extinto, elevando os salários para a faixa intermediária (ALE II). Na prática, os agentes penitenciários (ASP) com ALE I e com ALE II terão os salários aumentados de R$ 1.621,60 e R$ 1.671,60, respectivamente, para R$ 1.993,96. Os vencimentos dos que recebem ALE III também serão elevados de R$ 1.721,60 para 2.068,96.
De forma similar, além do reajuste de 27,7% em duas parcelas, os agentes de escolta e vigilância (AEVP) terão aumentada a GAEV (Gratificação de Agentes de Escolta e Vigilância), que será equiparada ao ALEII dos ASP.

Na prática, os salários dos AEVP subirão de R$ 670,00 para R$ 800,00.

“Vale lembrar que há 60 dias, nós aumentamos o vale alimentação. Que era R$2 e passou para R$20. Foi um aumento de mil por cento para os policiais que fazem plantão”, lembrou o governador.

Aposentados e pensionistas

Os benefícios concedidos pelo Governo do Estado ao pessoal da ativa serão estendidos aos aposentados e pensionistas.

Os mesmos percentuais elevarão aposentadorias e pensões de 44.535 policiais militares, 9175 policiais civis e científicos e 1.506 agentes penitenciários inativos. Também receberão o aumento 45.430 pensionistas de policiais e 2.219 de agentes penitenciários.

Além disso, o Governo manterá até 2014 a incorporação anual de 20% do ALE para aposentados e pensionistas, iniciada em 2010.

No ano da Copa do Mundo no Brasil, todos perceberão o valor integral do último ALE que receberam na ativa.

“É uma motivação para o nosso pessoal”, ressaltou o superintenente da Polícia Técnico-Científica, Celso Perioli.

fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

BANDIDO SEGUE FAZENDO ARRASTÃO; POLÍTICO SEGUE PASSANDO O PICARÉ NO ERÁRIO…O EDITORIALISTA NÃO VIU O LADO BOM DA COISA: “paga imposto e ainda sobra pra comer fora” 15

Enviado em 17/07/2011 as 14:25 – HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Editorial Jornal Agora 17/07/2011
A balada dos bandidos

Ninguém pode acusar os ladrões que fizeram mais um arrastão em restaurante de São Paulo de falta de educação. Só faltaram ao respeito com a lei. “Boa noite, muito obrigado e bom apetite”, despediu-se o bando, após depenar cerca de 30 vítimas que jantavam no Alto de Pinheiros, zona oeste de SP.

Também não podem ser acusados de falta de humor ou de bom gosto. Após pegar um vinho, um dos criminosos disse aos funcionários: “Se for ruim, volto aqui e te roubo de novo”.

Não fossem as armas de fogo que apontaram para clientes, poderiam ser confundidos com cavalheiros.

Até uma massa que um cliente havia pedido, com shitake (um tipo de cogumelo), os bandidos acabaram levando. Mas existem, sim, algumas acusações que precisam ser feitas.

A primeira diz respeito à polícia de São Paulo, que tem sido incapaz até agora de conter esses facínoras e a onda de arrastões que detonaram. Faz meses que sair para jantar ou tomar uma cerveja com os amigos virou roleta russa. Toda semana um novo lugar é assaltado. Alguns, mais de uma vez.

Antes o medo era no carro, no caminho de ida ou volta. Agora, nem mais sentada à mesa do restaurante a pessoa se sente segura.

A segunda irritação é com os bandidos. Para além de suas gracinhas fora de hora, conseguem acabar com um dos poucos momentos de diversão e lazer.

Daqui a pouco vai ficar ainda mais caro comer fora, porque os restaurantes vão ter de aumentar os preços para contratar seguranças.

A polícia já prometeu reforçar rondas nos lugares que têm sido alvo de arrastões, mas está claro que não funcionou. Chegou a hora de testar novas receitas, para acabar com essa indigesta onda de assaltos na noite paulistana.

DELEGACIA PARA QUÊ? 27

SP: registro de ocorrências da PC fica fora do ar até 12h

O sistema de registro de boletins de ocorrência da Polícia Civil de São Paulo estará em manutenção das 6h às 12h deste domingo. Com isso, não será possível dar queixa em nenhuma delegacia do Estado durante esse período. As alternativas são registrar a ocorrência na Delegacia Eletrônica do site da Secretaria de Segurança Pública (www.ssp.sp.gov.br/bo) ou em unidades da Polícia Militar.

O sistema RDO (Registro Digital de Ocorrências) ficará fora do ar para que a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo) execute melhorias técnicas.

Antônio Eriberto Piva Júnior é acusado de cobrar para não fiscalizar camelôs.

Delegado é afastado após denúncia de propina

Antônio Eriberto Piva Júnior é acusado de cobrar para não fiscalizar camelôs.
Fonte: Todo Dia
Por Amanda Borsonello – Danilo Reensolber

O de­le­ga­do do 1° DP (Dis­tri­to Po­li­ci­al) de Cam­pi­nas, An­tô­nio Eri­ber­to Piva Jú­ni­or, foi afas­ta­do do car­go na tar­de de on­tem, um dia de­pois da di­vul­ga­ção de de­nún­cia de que re­ce­bia pro­pi­na para não fis­ca­li­zar ca­me­lôs. A de­ci­são foi da De­le­ga­cia Sec­ci­o­nal de Cam­pi­nas. Piva deve sair em fé­ri­as hoje e, de­pois des­se pe­rí­o­do, será de­sig­na­do para um novo car­go. O Ga­e­co (Gru­po de Atu­a­ção Es­pe­ci­al e Com­ba­te ao Cri­me Or­ga­ni­za­do), ór­gão do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co, in­ves­ti­ga se o de­le­ga­do re­ce­bia pro­pi­na. Ele tam­bém já era alvo de apu­ra­ção da Cor­re­ge­do­ria da Po­lí­cia Ci­vil pelo mes­mo mo­ti­vo.

O de­le­ga­do sec­ci­o­nal de Cam­pi­nas, José Car­nei­ro Ro­lim Neto, dis­se que a de­ci­são foi to­ma­da para pro­te­ger a ima­gem de Piva du­ran­te as in­ves­ti­gações. “Sem dú­vi­da o afas­ta­men­to foi por cau­sa das de­nún­cias, fei­tas por um anô­ni­mo, de que o de­le­ga­do re­ce­bia pro­pi­na. Por­tan­to, para pre­ser­vá-lo até que tudo se es­cla­re­ça, de­ci­di­mos fa­zer isso”, in­for­mou Ro­lim Neto.
O 1° DP é res­pon­sá­vel por in­ves­ti­gar cri­mes na re­gião cen­tral de Cam­pi­nas, onde fica o ca­me­ló­dro­mo. A úl­ti­ma ação dos po­li­ciais ci­vis no lo­cal ocor­reu se­ma­na pas­sa­da, após as de­nún­cias do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co de que ma­te­riais ile­gais eram ven­di­dos no lo­cal. O de­le­ga­do não foi en­con­tra­do pela re­por­ta­gem após a con­fir­ma­ção de seu afas­ta­men­to. Pela ma­nhã, ele ne­gou as acu­sa­ções.
A Cor­re­ge­do­ria da Po­lí­cia Ci­vil de Cam­pi­nas in­for­mou que já ti­nha um in­qué­ri­to ins­tau­ra­do so­bre as de­nún­cias de pro­pi­na di­vul­ga­das on­tem, mas não in­for­mou quan­do ele foi aber­to.
DE­NÚN­CIA
A de­nún­cia so­bre a pro­pi­na foi fei­ta por um ca­me­lô em en­tre­vis­ta à EPTV, que pas­sou a in­for­ma­ção ao pro­mo­tor do Ga­e­co Ri­car­do Scha­de. Se­gun­do o de­nun­ci­an­te, Piva e um fun­ci­o­ná­rio da Se­tec (Ser­vi­ços Téc­ni­cos Ge­rais), Val­dir De­ling, re­ce­biam pro­pi­na dos in­for­mais, por in­ter­mé­dio da pre­si­den­te do Sin­di­peic (Sin­di­ca­to dos Em­pre­en­de­do­res In­di­vi­duais de Pon­to de Pú­bli­co Fixo e Mó­vel de Cam­pi­nas), Ma­ria José Sal­les.
Se­gun­do Scha­de, De­ling se apre­sen­ta­rá hoje, às 17h, no Ga­e­co.
Ma­ria José afir­mou que as acu­sa­ções são “men­ti­ro­sas”.
De­ling não foi en­con­tra­do pela re­por­ta­gem, mas a pre­si­den­te da Se­tec, Te­re­za Dóro, co­men­tou que ele re­a­li­za ser­vi­ços in­ter­nos na au­tar­quia e não tem ne­nhum con­ta­to com os ca­me­lôs.
Na ma­nhã de on­tem, Piva vol­tou a ne­gar as acu­sa­ções e dis­se que a Se­tec tem sido omis­sa. Ele dis­se que enviou em 2007 para a au­tar­quia ofí­cio no­ti­fi­can­do a exis­tên­cia de pro­du­tos ile­gais, mas não teve resposta. Te­re­za dis­se que não era presidente em 2007 e que se reuniria com o delegado para discutir fiscalização.
Piva é acusado de concussão
O de­le­ga­do An­tô­nio Eri­ber­to Piva Jú­ni­or foi acu­sa­do, em 2004, de con­cus­são – co­me­ti­do por fun­ci­o­ná­rio pú­bli­co que exi­ge di­re­ta ou indi­re­tamente van­ta­gem in­de­vi­da – en­tre 1992 e 1995, quan­do era de­le­ga­do ti­tu­lar de Hor­to­lân­dia. O caso ainda não foi julgado. Se­gun­do o Ga­e­co, au­tor da de­nún­cia, o ex-de­le­ga­do ad­jun­to da ci­da­de, José Edu­ar­do Cury, tam­bém es­ta­va en­vol­vi­do. Na­que­la épo­ca, am­bos re­a­li­za­ram uma li­ci­ta­ção com o ob­je­ti­vo de re­gu­la­ri­zar a ex­plo­ra­ção dos ser­vi­ços de guin­cho em Hor­to­lân­dia.
Na de­nún­cia, os pro­mo­to­res acu­sa­ram Piva e Cury de te­rem exi­gi­do re­ce­ber 35% do fa­tu­ra­men­to se­ma­nal da ven­ce­do­ra da li­ci­ta­ção. Além dis­so, os pro­mo­to­res tam­bém os acu­sam de re­a­li­zar des­pe­sas par­ti­cu­la­res em um pos­to e remete­rem a co­bran­ça à res­pon­sá­vel pelo guin­cho

DELEGADOS “PEGARAM CARONA” NO REAJUSTE LINEAR PARA OS QUE AINDA TRABALHAM ; EM RAZÃO DA CRUEL FRANQUEZA GOVERNAMENTAL: “É PEGAR OU LARGAR; SE FOSSE APENAS POR VOCÊS SERIA 0 % , POIS LEGALMENTE NÃO PODEMOS DIMINUIR “ 168

15/07/201121h36

Delegados de SP aceitam reajuste e afastam greve, diz associação

DE SÃO PAULO
Cerca de 300 delegados de São Paulo se reuniram, na tarde desta sexta-feira, e decidiram aceitar a proposta de ajuste do governo paulista –afastando a possibilidade de greve. A administração de Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou, durante esta semana, um aumento de 15% para as polícias neste ano e de 11% para 2011.

Segundo a assessoria de imprensa da ADPSP (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), os delegados aceitaram a proposta governamental após reunião com o secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini.
Ainda de acordo com a ADPSP, Semeghini teria afirmado que “nesse momento não seria possível mexer na questão salarial –mas que está disposto a debater pontos relacionados à carreira”.
Entre os itens que devem continuar em discussão têm destaque reivindicações como o ALE (Adicional por Local de Exercício) e a transformação da carreira policial em carreira judiciária –como as de promotores e juízes.
___________________________
Quanto a  carreira jurídica:  Promotores são os magistrados do parquete ( pois antigamente não tinham gabinetes ou mesas no Forum ) ; Delegados sempre foram os magistrados do michê.  

DESABAFO DE CANDIDATO A POLICIAL CIVIL : Concurso IP/09 e EP/10 79

Caro Doutor, realmente eu não entendo esse processo seletivo da academia. Sou candidato aprovado no concurso EP/10, porém que não obtive a classificação dentro da minha seccional. Esse método empregado pela academia de seccionalizar o concurso é totalmente injusto com o candidato, e prejudicial a Policia Civil. No meu caso, por exemplo, obtive uma nota final muito maior que muitos candidatos aprovados e classificados em outras seccionais, eles entrarão e eu não. O resultado final desse concurso é o seguinte:
Das 484 vagas ofertadas, 399 candidatos foram aprovados, destes mais de 100 também foram aprovados no IP/09 simultaneamente, por volta de 42 candidatos não obtiveram a classificação nas seccionais mais concorridas. Ou seja, destes 399 aprovados irão tomar posse mesmo uns 200 e poucos, cerca de metade das vagas ofertadas. Até o momento a academia não sinaliza que irá remanejar candidatos aprovados a outras inúmeras seccionais que sobraram vagas. Fala-se tanto que a Policia precisa de escrivães, por isso não entendo. Passei um ano e meio estudando para esse concurso, fiz da minha vida nesse período, uma vida de dedicação, tive boas notas, fui aprovado e não poderei tomar posse mesmo com vagas sobrando. Eis aqui meu desabafo. Caso queira publicar minhas opiniões peço que preserve meu nome e meu e-mail, ainda tenho esperanças de poder ser chamado, não quero me prejudicar com eventuais perseguições, preciso entrar na carreira, apostei alto, larguei o emprego para estudar, estou à beira de um desespero. Obrigado e um abraço.

______________________________

Rapaz, a  seccionalização de concursos pode ser péssima para a Polícia e para os bons valores, mas é ótima para Deputados  e donos de interesses na  região.  

E a Polícia Civil não precisa de escrivães:  NECESSITA  TOMAR  VERGONHA NA CARA.

ESQUEMA NO CAMELÓDROMO DE CAMPINAS 16

Ex-camelô denuncia que funcionários da Setec são donos de barracas

Promotores vão investigar a acusação envolvendo funcionários da prefeitura 

 

Os promotores do Grupo de Ação e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) vão investigar a denúncia do envolvimento de funcionários da Prefeitura de Campinas em irregularidades no camelódromo. A acusação foi feita nesta quarta-feira (13) por um ex-camelô que acusou funcionários da Setec (Serviços Gerais de Campinas), que deveriam fiscalizar os camelôs, de serem também donos de barracas e alugarem o local para terceiros.

Saiba mais:

O ex-camelô, que preferiu não se identificar, disse ter sofrido pressão durante os três anos que trabalhou no camelódromo para pagar propina e garantir a abertura da barraca. Mas, não aguentou a ação da presidente do sindicato, Maria José Salles, e deixou a atividade.

As denúncias vieram à tona depois que o Ministério Público (MP) questionou a prefeitura e a polícia por não fiscalizarem a venda de produtos piratas no camelódromo. Nesta quarta-feira (13), mais de duzentos camelôs fizeram uma passeata pelas principais ruas da cidade em protesto, depois que fiscais da Setec retiraram sete barracas da área do Terminal Central na terça-feira (12).

Nova denúncia

Segundo o denunciante, a presidente do sindicato trabalhava junto com o funcionário da Setec Valdir Deling, que tem a responsabilidade de vistoriar o local. “A Setec toda a vida quis legalizar o pessoal, só que ela infelizmente ela faz esse meio com o senhor Valdir, na época que ele foi diretor da Setec. São carne e unha, se você colocar ele e a Zezé numa balança vai dar zero, porque os dois pesam igual nas falcatruas”, disse.

Outra denúncia, envolvendo novamente a prefeitura, de acordo com o denunciante, seria que fiscais da Setec – que deveriam zelar pelo uso correto do espaço público-, tem barracas dentro do camelódromo. “Tem funcionários da própria Setec que tem bancas ali. Tem fiscal da Setec que tem banca lá. Trabalha como fiscal na prefeitura, só que a banca dele está alugada e dinheiro rola né”, afirma o ex-camelô.

Esse é o segundo depoimento sobre irregularidades no camelódromo. Outra pessoa, que também preferiu não se identificar, informou sobre o pagamento de propina para poder atuar no mercado informal e que também denunciou a presidente do sindicato, o funcionário da Setec e incluiu ainda a polícia civil no esquema, citando o próprio delegado do 1° Distrito Policial (DP), Eribelto Piva Júnior. (Leia reportagem completa aqui)

A Corregedoria também recebeu a denúncia e vai analisar o suposto envolvimento da Polícia Civil que recebia para não fiscalizar.

Polícia

O delegado corregedor da Polícia Civil de Campinas, Roveraldo Battaglini, pediu a gravação da reportagem exibida nesta terça-feira (12) e disse que vai investigar a participação de policiais no esquema ilegal. Segundo Battaglini, o envolvimento de policiais é preocupante e o material poderá levar a punição dos envolvidos. “Caso haja comprovação dos fatos e um eventual oferecimento de denúncia crime pelo Ministério Público, esses policiais podem ser responsabilizados perante a Polícia Civil do Estado de São Paulo conforme a Lei Orgânica da polícia”, afirma.

Outro lado

A presidente da Associação dos Camelôs, Maria José Salles, não foi encontrada no fim da tarde para comentar sobre as novas denúncias.

O funcionário da prefeitura, Valdir Deling, se reuniu nesta quarta-feira (13) com a presidente da Setec, Tereza Dóro, saiu dizendo que não cometeu nenhuma irregularidade, não recebeu propina e não houve aumento do número de barracas, pelo contrário a quantidade foi reduzida. Por isso, teria sofrido ameaça e chegou a registrar um boletim de ocorrência em 2007. Em relação à acusação de que fiscais da Setec têm bancas no camelódromo, a presidente do órgão disse que sem ter os nomes dos fiscais ou quais são as barracas específicas, não pode fazer nada. 
 

Painel do Servidor – 14/07/2011: Policiais civis têm direito à ajuda de custo alimentação 67

14/07/2011
Benefício

Policiais civis têm direito à ajuda de custo alimentação

A Lei Complementar nº 660, de 11 de julho de 1991, estabelece que os policiais civis que trabalham em regime de plantão por período ininterrupto e superior a 12 horas diárias ou exercem serviços de investigação têm direito à ajuda de custo para alimentação. Aqueles servidores públicos que trabalham entre oito horas e 12 horas por dia, têm direito ao valor correspondente à metade do benefício. Veja mais detalhes no artigo escrito pela advogada Ana Flávia Sandoval Biagi (foto), sócia da Advocacia Sandoval Filho.

POLICIAIS CIVIS INVESTIGADORES OU QUE EXERCEM FUNÇÃO EM REGIME DE PLANTÃO TÊM DIREITO AO RECEBIMENTO DA AJUDA DE CUSTO ALIMENTAÇÃO INSTITUIDA PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 660/1991.

Em 11 de Julho de 1991, foi promulgada a Lei Complementar nº 660 que, além de reclassificar as carreiras dos policiais civis, instituiu em seu artigo 2º, a ajuda de custo para alimentação.

Os requisitos necessários para aferição do benefício é estar o policial civil exercendo cargo ou função em regime de plantão ou em serviço de investigação, por período ininterrupto e superior a 12 (doze) horas diárias, desde que não recebam alimentação em espécie ou qualquer outra indenização a título de alimentação.

Os policiais civis que exercerem suas funções por período ininterrupto de duração superior a 8 (oito) horas e inferior a 12 (doze) também farão jus à ajuda de custo alimentação, correspondente a metade do valor fixado aos demais beneficiados.

Em 2008, o Decreto nº 53.912, de 29 de Dezembro de 2008, expedido pelo Governador José Serra, cujos efeitos foram retroagidos a 1º de Outubro do mesmo ano, estabeleceu que o cálculo da ajuda de custo alimentação seria feito mediante a aplicação de 0,02 (dois centésimos) sobre a Unidade Básica de Valor – UBV. Este valor corresponde à aplicação do percentual de 0,02 sobre R$ 100,00 (cem reais), resultando em uma “ajuda” para alimentação no valor de R$ 2,00 (dois reais), havendo um limite máximo mensal fixado em R$ 24,00 (vinte e quatro reais).

Em 30 de Março de 2011, o Decreto nº 56.886, expedido pelo Governador Geraldo Alkmin, majorou este valor, determinando que o novo cálculo fosse feito mediante a aplicação do coeficiente de 0,2 (dois décimos) sobre a Unidade Básica de Valor – UVB, resultando em uma ajuda de custo alimentação no valor de R$ 20,00 (vinte reais). Igualmente, neste Decreto foi determinado um limite máximo mensal de concessão da ajuda, correspondente a R$ 240,00 (duzentos e quarenta reais) para cada policial civil que exercer serviço de investigação, ou em regime de plantão.   

O que acontece é que muitos policiais civis que preenchem os requisitos especificados pela L.C. 660/91, não estão auferindo este benefício. Muitas vezes, estes servidores públicos trabalham em repartições onde outros servidores que exercem as mesmas funções, durante a mesma carga horária, recebem o benefício, gerando inegável afronta à Lei Complementar 660/91, que instituiu o benefício, e aos demais decretos que o regulamentaram. Há também grave afronta à Suprema Carta da República Federativa do Brasil, a Constituição Federal de 1988, especialmente no que diz respeito ao Princípio da Isonomia, que determina o tratamento igualitário de todos perante a Lei.

Os Policiais Civis que estiverem sendo prejudicados em razão de arbitrariedades de seus superiores, ou seja, que preencham os requisitos legais, e mesmo assim não estão recebendo a ajuda de custo alimentação, podem pleitear seu direito na via judicial, sendo necessário para tanto apenas a comprovação de sua função ou da carga horária de trabalho, mediante o documento da escala de plantão e serviços, ou folha de frequência.

Os valores atrasados que deixaram de ser recebidos pelos Servidores também podem ser pleiteados judicialmente. Nós, da Advocacia Sandoval Filho, colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos.

Para exercer seus direitos, clique aqui.

Ana Flávia Sandoval Biagi
OAB/SP nº 305.258

 Twitter, @aflams.