PM é preso acusado de estuprar universitária 20

Vítima gravou número de telefone de uma placa de vende-se grudada no vidro do carro do suspeito. Soldado com vinte anos de corporação foi preso após ser reconhecido pela estudante. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado no Jornal da Band, às 19h20. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Edição de Juliana Maciel

João Alkimin: As diferenças entre Juízes e Delegados (Parte II)…( Delegado é vira-lata que só late do portão pra dentro ?) 25

O Delegado de Polícia que tiver qualquer denúncia contra si será demitido como os Delegados Conde Guerra e Frederico, as vezes sem nenhuma possibilidade de defesa por ato unilateral da chamada Administração Superior. E dependendo do Relator no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, foro competente pois a demissão de Delegado é ato do Governador, algumas vezes dirá sua Excelência que as esferas judiciais e administrativas são independentes,balela! Pois cabe ao Judiciário verificar se os preceitos constitucionais foram cumpridos e, na maioria das vezes não foram.
O Juiz ou Promotor se cometer um crime será aposentado compulsoriamente, mas continuará recebendo seu salário. O que não ocorre com nenhum Policial Civil. Em minha opinião isso não é prerrogativa do cargo, pois, bandido é bandido use toga ou não e, como tal deve ser punido inclusive com a perda do salário, que em ultima instância é pago por nós, sociedade.
Quando um Delegado de Polícia ou qualquer membro da carreira policial faz hora extra ou trabalha em feriados, dias santos, ou ponto facultativo, nada recebem. O Juiz recebe e os Promotores também e, se não forem pagos entrarão com ações judiciais e com certeza em tempo recorde receberão o que lhes é devido, haja visto o Desembargador Vallin Belochi que recebeu R$1.600.000 em detrimento de seus pares.
Se um Policial tiver sua casa destruída a Administração não fará absolutamente nada, agora se uma modesta cobertura e, eu particularmente não conheço “modestas” coberturas, pois cobertura é cobertura e sempre luxuosa, for de propriedade de um Desembargador o Tribunal liberará R$500.000 para reformas emergenciais, haja visto o Desembargador Celso Limongi.
Se um Policial tiver um filho doente e conheço muitos que tem, inclusive alguns que necessitam de cuidados especiais, o problema será seu. Se for um Magistrado o Tribunal liberará R$400.000, haja visto o Desembargador Penteado Navarro.
Portanto, é vergonhosa essa distinção que se faz entre Policiais e integrantes da Magistratura.
Quando um Policial Civil operacional, ou seja, Investigador, Carcereiros, Agentes Policiais ou qualquer outro vai intimar alguém, não recebe absolutamente nada além de seu próprio salário. O Oficial de Justiça além de seu salário recebe a diligência, que é recolhida quando o advogado da entrada na ação e é calculada sobre quilômetros rodados. Portanto, as diferenças são gritantes.
Talvez a maioria não saiba, pois eu particularmente não sabia, estive no Tribunal de Justiça outro dia e fui informado que há muitos anos atrás, o Presidente do Tribunal era também o Chefe de Policia por isso, o termo “Policia Judiciária”. Bons tempos, que talvez não voltem mais…
Hoje o Secretário de Segurança Publica, que não é o Chefe de Policia,pois, constitucionalmente o Chefe de Policia é o Delegado Geral é sempre oriundo do Ministério Público e, já tive oportunidade de escrever neste mesmo espaço que Promotores não funcionam como Secretários de Segurança e os exemplos são muitos, Pedro Franco de Campos, Fleury, Petreluzzi, Saulo de Castro, Marzagão, Ferreira Pinto, pois todos são treinados desde o inicio de carreira para acusar e salvo raras e honrosas exceções vêem a Policia Civil como inimiga. Alguns usam o cargo como trampolim político, outros que eram Secretários Adjuntos na época de Pedro de Campos, ao ingressarem na Magistratura incorporam aos seus salários o que recebiam na Secretaria de Segurança.
Entendo que essa Policia humilhada, amedrontada como a fênix, renascerá das cinzas, conseguirá se levantar dos escombros em que está hoje, almejo o dia em que o Delegado Geral se preocupe realmente com a Instituição e não simplesmente com a cadeira que ocupa. Não é mais possível vermos principalmente os operacionais abandonados, jogados a própria sorte. Policia se faz com a valorização do homem e não com viaturas, ou com belíssimas Delegacias que ao final são inúteis e cito aqui a de Campos do Jordão, recentemente inaugurada pelo Governador do Estado, 32 salas, 29 banheiros e mesmo usando o mesmo espaço, plantão, Delegacia do Município e outros órgãos da Policia Civil tem menos funcionários que o número de banheiros, é uma Delegacia destinada apenas para a época de temporada, pois, durante o resto do ano não fará dez B.Os por mês.
Portanto, é hora de se repensar os rumos da Policia Civil, pois, enquanto essa continuar atrelada a interesses políticos não teremos uma policia de Estado mas uma policia de politicos. Ou alguém poderá desmentir que as demissões dos Delegados Conde Guerra e Frederico, bem como de tantos outros policiais foi eminentemente politica, sem nenhum embasamento jurídico, pois com certeza o Governador Geraldinho simplesmente assina os atos demissórios, sem ler nenhum, esquecendo-se que atrás da frieza do papel existe um pai de família, um filho, um irmão, em síntese um ser humano. Porque embora alguns não saibam, o Policial também é ser humano como todos nós e a Policia é simplesmente uma parte da sociedade, pois ninguém acredita, eu pelo menos não que seus membros sejam recrutados entre marcianos, anjos ou demônios, são seres humanos com as mesmas qualidades e defeitos que todos nós.
João Alkimin

Delegados se reúnem em ato contra exoneração de colega 15

Com auditório lotado e com várias pessoas em pé, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Sindpesp, realizou nesta quinta-feira, 20/01/2012, em sua sede social, um ATO DE DESAGRAVO em favor do ex-Delegado de Polícia, Dr. Frederico Costa Miguel, injustamente exonerado pelo Governador Geraldo Alckimin. O evento contou com a participação dos Sindicatos de Delegados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espirito Santo e Goiás, bem como das Associações de Delegados de Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Associação dos Delegados de Polícia do Brasil – Adepol-Br.

Frederico Costa Miguel (à esq), ao lado de George Melão, presidente do sindicato, e Carlos Benito, presidente da Adepol

por Marcela Fonseca

Foi realizado na noite de ontem, na sede do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp), no Centro, ato de desagravo a favor do delegado exonerado Frederico Costa Miguel. Representantes de cinco Estados e do DF participaram do evento.

Presidente do Sindpesp, George Melão disse que o ato foi motivado pela “injustiça praticada” contra Miguel, exonerado do cargo em dezembro de 2012. O ato ocorreu após Miguel dar voz de prisão a um magistrado que estaria dirigindo embriagado.

“Frederico estava no estágio probatório e durante [o estágio] existem avaliações semestrais, e todas as avaliações são favoráveis à permanência dele no cargo”, disse Melão, que explicou ainda que foram abertas três acusações contra Miguel. “Nas três os resultados foram positivos para ele” afirmou.

Miguel afirma não estar convencido dos motivos da sua exoneração. “Entendo como decisão política, não me convenço lendo o parecer da Polícia Civil sobre qual foi o motivo da minha exoneração. A decisão foi secreta, sigilosa, da qual eu não fui informado. Lendo a decisão de forma alguma eu me convenço que os motivos apontados tenham sido os reais motivos da exoneração.” De acordo com Melão, o Departamento Jurídico do Sindpesp está estudando o caso e provavelmente será feito pedido de reconsideração ao governador Geraldo Alckmin para reverter o parecer. “Vamos tentar reverter o equivoco; é uma questão de justiça”, completou.

Ex-delegado cumpria estágio probatório

O ex-delegado Frederico Costa Miguel foi exonerado de seu cargo de delegado do 1º Distrito Policial de São Bernardo de Campo, Região Metropolitana, em 27 dezembro do ano passado. Dois meses antes, Miguel deu voz de prisão a um magistrado do Tribunal de Justiça após uma briga de trânsito que aconteceu bem em frente da delegacia.

O ex-delegado  fez sete acusações contra  Francisco  Orlando de Souza, que na época era juiz e hoje é desembargador. “Foram registrados sete fatos típicos que só quem vai dizer se é crime ou não é o Tribunal de Justiça”, disse Miguel. Ele acusou Souza de dirigir embriagado, sem habilitação, desacato e difamação.

Miguel entrou na Polícia Civil em 2008 e cumpria estágio probatório, período que seria encerrado no fim deste ano. O parecer favorável após a conclusão do estágio o manteria na corporação.

fonte: Metro News – 20/01/2012

DELEGADOS DO RIO DE JANEIRO E DA POLICIA FEDERAL FAZEM ATO DE APOIO AO DR. FREDERICO DELEGADO EXONERADO POR TER PRENDIDO UM JUIZ….( Delegado paulista parece que só participa de desagravo em favor de colega ladrão ) 19

——– Mensagem encaminhada ———-
De:
Subject. Reportagem Joven Pan 20.01.2012
Data: 19 de janeiro de 2012 09:20
Para:
DELEGADOS DO RIO DE JANEIRO E DA POLICIA FEDERAL FAZEM ATO DE APOIO AO DR. FREDERICO DELEGADO EXONERADO POR TER PRENDIDO UM JUIZ.
PROMOVIDO PELO TJ DE SP O JUIZ GANHAM O REPUDIO DA CLASSE CARIOCA
A  DECISÃO DO GOVERNO PAULISTA QUE MAIS UMA VEZ APOIOU OUTRA CLASSE E DEIXOU OS POLICIAIS A MERCE DE SUAS DECISÕES.
NOS ULTIMOS 24 MESES 270 POLICIAIS FORAM EXONERADOS EM SP, BOA PARTE AINDA NÃO CONDENADA RESPONDE A PROCESSOS NA CORREGEDORIA DE POLICIA PAULISTA SEM A SOLUÇÃO PARA SEUS CASOS.
Opinião :- mais uma vez o nosso sindicato nada fez ; a classe do rio de janeiro é que se manifestou em nosso favor, vergonha.

Tribunal de Justiça dá ganho de causa a agente policial que exerce função de investigador condenando o Estado a pagar todas as diferenças salariais 34

EMENTA DE JULGAMENTO: SEÇÃO III. Subseção VIII – Resultado de Julgamentos (início de prazo recursal somente após intimação do acórdão na Subseção IX). Seção de Direito Público
Processamento 1º Grupo – 2ª Câmara Direito Público – Palácio da Justiça – sala 217. 0021965-82.2010.8.26.0196 – Apelação – Franca – Relator: Desª.: Vera Angrisani, Revisor: Des.: José Luiz Germano – Apelante:
Otaviano dos Santos Boemia (Justiça Gratuita) – Apelado: Fazenda do Estado de São Paulo – Deram provimento ao recurso. V. U.
Outra ação procedente em Franca/SP, julgada ontem no TJSP, nos termos da abaixo noticiada.
O escritório dos advogados Adauto Casanova e Reginaldo Carvalho , de Franca  , já havia  ganhado a Ação do Celso (foi publicado no Flit), um agente policial lotado em Franca/SP, agora saiu a decisão da Ação do Otaviano dos Santos Boemia, o ‘Tavinho’, muito conhecido em Franca/SP.
O Tribunal julgou ação procedente para condenar o Estado a pagar todas as suas diferenças salariais dos últimos cinco anos, por ser Agente Policial e estar de fato trabalhando como Investigador.

Estado vai pagar funcionário desviado de função                          

  Sentença judicial determina o pagamento de diferença salarial para servidor público  

  José A. Souza/DF  

  É comum ao trabalhador comum requerer equiparação salarial ou desvio de função em ações trabalhistas, mas nem sempre no setor público isso ocorre. Porém, é possível a qualquer servidor público (Federal, Estadual ou Municipal), também reclamar na Justiça qualquer direito lesionado. Pensando assim é que C.A.F. procurou os advogados Reginaldo Carvalho e Adauto Casanova, porque é Agente Policial e trabalha há vários anos em desvio de função, exercendo todas as missões típicas de Investigador na Polícia Civil, sem contudo receber nada mais por isso. Diante da situação, foi ajuizada Ação Judicial, que visava o reconhecimento do desvio de função e o subseqüente pagamento das diferenças salariais dos últimos cinco anos. A ação tramitou pela Segunda Vara Cível de Franca e nesta semana foi sentenciada procedente, ao que o agente policial C.A.F. receberá todas as diferenças salariais entre o cargo de agente policial e investigador de polícia dos últimos cinco anos, com juros e correção monetária até a data do efetivo pagamento. Para sentenciar a Juíza Mariana Angeli aplicou a súmula 378 do Superior Tribunal de Justiça que diz: “Reconhecido o desvio de função, o servidor faz jus às diferenças salariais decorrentes”. “A Fazenda Pública Estadual ainda pode recorrer, mas por se tratar de aplicação de Súmula de Tribunal Superior, dificilmente esta sentença será modificada”, relatou o advogado Reginaldo Carvalho. Vários outros policiais trabalham desviados de função, porque não há efetivo suficiente para todas as demandas da Polícia e o Estado não está abrindo concursos públicos na proporção em que é crescente a demanda da população. Isto não ocorre somente nos meios da Polícia Civil, porque é prática corrente da administração pública como um todo em todas as esferas do poder público. Diante do precedente local, vários outros policiais, de idêntica situação funcional, também pretendem recorrer a Justiça para igualmente verem seus direitos reconhecidos. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Franca e região, José Nhozinho Salles Ramos, disse que existem muitos funcionários que se enquadram no desvio de função. A prefeitura precisa corrigir, através da Reforma Estatutária. “O servidor e a própria administração terão muitos ganhos”. No Estado, Nhozinho explicou que também há vários trabalhadores em desvio de função e que devem recorrer judicialmente.

Já saíram as primeiras baixas do último concurso de escrivão 86

Enviado em 20/01/2012 as 7:22 – KREMENSOV

Já saíram as primeiras baixas do último concurso de escrivão, mas tudo bem, a internet atenderá o cidadão.Foram 101 que desistiram sem experimentar, confiram no DOE, Executivo II de hoje (20/01/12) pág. 18. Quantos irão desistir logos após assumirem as unidades para as quais forem designados, ou mesmo durante a acadepol ??????.

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DA POLÍCIA CIVIL Portaria do Delegado Diretor, de 19-01-2012 Tornando sem efeito, nos termos do art. 28, § 2º, da LC. 207/79, as nomeações dos abaixo relacionados, para o cargo de Escrivão de Polícia de 3ª classe, padrão I, em caráter de estágio probatório e em Regime Especial de Trabalho Policial, do SQCIII, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, processada por Decreto publicado a 17-12-2011, em razão de não terem tomado posse dentro do prazo legal: ALEX PAGANINI 24138122 ALEX PEREIRA DE JESUS 25957359 ALEXANDRE COSTA QUEIROZ 16878313 ALEXANDRE NATALE MAURINO 32449869 ANA CLAUDIA CHECON 11285382 ANDRE AUGUSTO DE ANDRADE BALTHAZAR  28005373 BRUNO DUARTE RONCATTI 29813104 BRUNO HENRIQUE CARNEIRO RODRIGUES  35241588 CAMILA DOS SANTOS DIAS REZENDE  20320036 CARLOS ALBERTO VERARDO 11108524 CARLOS ANDRE DA SILVA CATHARINO  32309192 CARLOS EDUARDO DE BRITO 26709170 CARLOS EDUARDO MALAMAN 42465333 CRISTIANO RUSSO INCONTRI 29579983 DANIEL CAPASSI FERRARI ANTUNES VIEIRA 2 9997340 DANIEL FREITAS SAES 86255866 DANIEL MARQUES KATARIVAS 97054859 DANIEL PINTO LIMA GENDLER 30236682 DANIEL ROCHA MODESTO 26525266 DANILO TOSATI 40548525 DANTE VILLA CLE 32089774 DENIS JUN YOSHIDA 25157516 EDER DIAS LAGE 30571039 EDER IWASAKI DA SILVA 25835086 EDSON FREDDY RENTZ 20040303 EDUARDO HERCULANO DA SILVA 43265933 EDUARDO JABOUR ANTONINI 8942190 ELIANE APARECIDA KUGEL 47604714 ELTON BUDAIBES COSTA 27296512 FABIO CHIOVETO 17448608 FABIO SANTOS DE SOUZA 23849630 FABRICIO BORGES DE GOUVEIA 34238811 FERNANDO AUGUSTO DANIELLI 32712536 FERNANDO FAVARETO DA SILVEIRA 44964627 FERNANDO MANTOVANI TAVARES 28360592 FLAVIO RIBEIRO PRADELA 29149149 GETULIO DE FREITAS MONTEIRO 20131242 GLEDSON DUARTE POSSATI 40155116 GUILHERME JURANDIR GRAGNANIM GARCIA  32455864 GUILHERME SABINO CORREA 33589138 GUILHERME VOLTAN JUNIOR 12764213 HELOIZA OLIVEIRA ANDRADE 25242678 IEDA LUCIANE BARCELLOS LEITE PADUA  5561781 IURI DE OLIVEIRA e SOUSA GONCALVES  26453543 IVAN DE ZANETTI BARBOSA 24474136 JACKSON CHILIAN CHENG 32058789 JAIR EDUARDO CARACINI 28094836 JOAO GILBERTO CARRANDINE 18493668 JOAO PAULO FONSECA ANTUNES 34293896 JOAO PAULO GONCALVES PEDREIRA DE ALMEIDA 43763979 JORDI SHIOTA FILHO 27296230 JOSE CARLOS CAVALCANTE JUNIOR 44323597 JOSE FERNANDO OLIVERIO SILVA 18071082 JOSE ROBERTO NUNES JUNIOR 34167696 JOSIANE CANDIDO BARROS 33330699 JULIANO HENRIQUE DA SILVEIRA SILVA  28413925 JULIANO IACONE 28152278 JULIANO RENATO CASSAN BONOME 32981615 KENGO FUJIYAMA 44325303 KENNO AUGUSTO SILVA BRANDAO 4180611 LEANDRO MIKI PERRELA COSMO 35677327 LUCIANO DE ALMEIDA CUSTODIO 28454707 LUIS CARLOS DE GOES MACIEL JUNIOR  23275168 LUIS FERNANDO CERQUEIRA CEZAR ARRUDA  30848748 VALENTE LUIZ ANTONIO DE ARAUJO 32754685 MANOEL FRANCISCO DOS SANTOS JUNIOR  1149895756 MARCELO ALEXANDRE ALEIXO MIRANDA 21855969 MARCELO JUNQUEIRA DA MOTA 32992436 MARCONI HENRIQUES DE VASCONCELOS JUNIOR 43767761 MARCOS CARDOSO PEREIRA 29799498 MARCOS KOJI YOSHIZAKI 19473133 MATEUS VOLTOLINI GUIDONI 43460709 MAURICIO DE DEUS MARQUES NETTO 29525534 MAURO DIOGO CARVALHO DE TOLEDO 17895522 MAURO MAGGIOLI BRUHNS 23663222 MONALISA PATRICIA BESSA 23429161 MONICA QUEIROZ DOS SANTOS 29857722 MURILO ANTONIO FILGUEIRAS DA SILVA GALVÃO  33880355 NERCILIO DE LIMA JUNIOR 17708506 PEDRO BONATO LICATTI 43582481 RAFAEL APARECIDO CORTE 43401613 RAFAEL HENRIQUE ESCAME 40508278 RAPHAEL LEONARDO AUED VIEIRA 34191996 REINALDO FABRI JUNIOR 29264311 RENATO DE OLIVEIRA SILVA 21954800 RENATO EIDI NAGASE 29467511 RICARDO BRAZ RODRIGUES 28894157 RICARDO CARDOSO 25669982 RICARDO PELINSON FERREIRA 33532962 RITA DE CASSIA MAIA CRUVINEL 23662445 RODRIGO KINOITE KAMIMURA 34979260 RODRIGO LEANDRO SALVADOR 29055017 RODRIGO MAXIMILIAN DE AGUIAR SILVA  27846795 RODRIGO OTAVIO SETTE DE SOUZA 3990562 ROGERIO NUNES DOS SANTOS 29802718 RONALDO DA SILVA PACHECO 32118061 RUTE DE PAULA QUINTAO 35249331 TALITHA KERBAUY MALHEIRO CARDOSO 33129980 TIAGO SOBREIRO DANIELETTO 28379860 VAGNER GOMES DUARTE 28543983 VALDOMIRO DE ALCANTARA JUNIOR 29957971 WANESSA MIRANDA DA SILVA 30363387 WILSON ADOLFO CANGUSSU JUNIOR 26760039 YURI MUNHOZ SILVEIRA 48628784. (DAP-13-P)

Quanto mais online se torna o BO, mais o Estado se afasta do cidadão… 60

Enviado em 19/01/2012 as 21:08  – O Conservador

Quem é do DECAP, prepara aí: o DIPOL já pegou o IIRGD e tá sufocado. Quem quer segurar os seus cargos fora do administrativo, vai montando as suas correrias. Vai ter muito tira das antigas virando operador de telemarketing lá.

Aliás, percebam a sutileza da coisa: quanto mais online se torna o BO, mais o Estado se afasta do cidadão, mas com cara de quem se aproxima. Porque imaginem: roubaram a sua bicicleta. O que você quer? A bicicleta de volta. O que o Estado te dá? Um documento oficializando o fato, dizendo “isso aconteceu”. Tá, mas isso você já sabe, e daí? E daí, nada. Só burocracia, só número. A sua “bike” vira “byte”. O mesmo acontecerá com o seu carro, com os seus filhos. Em breve, com a sua vida. E as políticas pra evitar o fato do BO? Eles preferem tornar o BO mais fácil de fazer do que evitar que seja necessário fazê-lo.

Quem tem dinheiro, paga por sua segurança. Quem não tem, fica na SUS (sistema único de segurança).

José Dirceu nega ter recebido dinheiro de esquema em Santo André. 4

Para o Ministério Público de São Paulo a prefeitura de Santo André, no ABC paulista, era um centro de arrecadação ilegal de recursos para campanhas políticas do PT. A direção do partido nega. Até hoje, ninguém foi julgado. Irmão do prefeito assassinado, concede a primeira entrevista após voltar do exílio. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado às 19h20 no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Edição de Denise Bellintani
Finalização de Luiz Pessoa Júnior

Desembargadores honestos – para nossa sorte a maioria é correta – indignados com os ruinosos – para a credibilidade da magistratura paulista – pagamentos antecipados auferidos por pequeno grupo do TJ 6

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 11:00

Pagamento antecipado é ‘descalabro’, diz juiz

Agência Estado

O desembargador Walter de Almeida Guilherme, que integra o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), classificou ontem de “descalabro” pagamentos antecipados a magistrados “sem justificativa plausível”. O desabafo de Guilherme ocorreu durante a etapa administrativa da primeira sessão no ano do Órgão Especial da corte. Os 25 desembargadores do colegiado deram início à análise dos polêmicos procedimentos sobre desembolsos a cinco colegas que receberam valores superiores a R$ 600 mil no período entre 2008 e 2010.

 

A discussão foi retirada de pauta sob alegação de que, por causa das férias, a composição permanente do órgão está desfalcada e porque nem todos os contemplados apresentaram defesa. Os pagamentos milionários são alvo de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entidades de classe da toga se rebelam ao conselho. Centenas de magistrados pleitearam nos últimos anos verbas que lhes são devidas por férias não cumpridas, equiparações e fator de atualização monetária, mas apenas um grupo seleto recebeu. O clima na corte é tenso.

 

O presidente do TJ-SP, desembargador Ivan Sartori, disse que “a questão merece atenção imediata não pelas notícias veiculadas pela mídia e sim pela pressão dos próprios colegas”. Vinte e nove magistrados receberam verbas milionárias, entre eles o ex-presidente do TJ-SP, desembargador Roberto Vallim Bellocchi. Ele ficou com R$ 1,6 milhão. Afirma ter recebido “pouco mais de R$ 500 mil”. O privilégio do qual poucos desfrutaram revoltou a grande maioria dos juízes que recebem seus créditos em longas parcelas mensais.

 

Na sessão de ontem seriam examinados os primeiros cinco casos, dos que receberam acima de R$ 600 mil. O presidente do TJ-SP consultou seus pares sobre instauração de procedimento cautelar ou se era o caso de se aguardar a defesa de cada um. O desembargador Luiz Pantaleão votou pela aprovação de medida cautelar e outros dois, Campos Mello e Cauduro Padim, pela abertura da defesa prévia para providências posteriores. Por deliberação da maioria a questão foi retirada de pauta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Enquanto autoridades propalam diagnósticos e prognósticos 9

Ladrões assaltam uma casa a cada 4 h em São Paulo

Folha de S.Paulo

A cada quatro horas, uma residência é roubada na cidade de São Paulo. É o que apontam dados de inteligência das polícias Civil e Militar obtidos pela reportagem.

A média de um roubo a cada 4 horas aconteceu entre os dias 1º e 15 deste mês. No período, as 93 delegacias de polícia registraram 93 casos.

A maior concentração de roubos foi na Penha (zona leste). A delegacia do bairro, o 10º DP, registrou oito roubos contra residências.

A Secretaria da Segurança Pública não informou quantos roubos contra residências ocorreram na primeira quinzena de janeiro do ano passado.

Em 2010, entre furtos e roubos de residências, foram 2.560 casos na capital –um caso a cada 3h30.

Para Marcos Carneiro Lima, chefe da Polícia Civil, as residências têm sido alvo de quadrilhas que antes atacavam comércios.

“O criminoso quer uma fuga mais fácil. Quando ele está num comércio, há câmeras e menos dinheiro, porque hoje muitas compras são feitas com cartões. Dentro da casa, ele se sente mais seguro”, disse.

Segundo Álvaro Batista Camilo, comandante-geral da PM, o combate ao crime contra o patrimônio é hoje a prioridade da corporação.

“Também precisamos contar com a população para denunciar movimentações estranhas”, disse.

Polícia amplia boletim de ocorrência pela internet 32

BRUNO RIBEIRO – JORNAL DA TARDE

Para tentar reduzir a demora no registro de crimes nos distritos do Estado, a Delegacia-Geral da Polícia Civil de São Paulo vai permitir que até queixas de roubo de carro sejam feitas pela internet. Segundo o delegado-geral, Marcos Carneiro de Lima, a medida valerá a partir de março e permitirá também elaboração de boletins de ocorrência de injúria, calúnia, difamação, ameaça e qualquer tipo de furto (crime no qual a vítima não vê quem levou seus pertences).

Hoje, só é possível registrar pela web furto de veículos e furto ou perda de documentos, celulares e placas de veículos. A ideia é que, quando uma pessoa tiver seu carro roubado (mesmo em um assalto à mão armada), ela possa preencher um formulário no site da Secretaria de Estado da Segurança Pública  www.ssp.gov.br).

Lá, já existe o link para a Delegacia Eletrônica, que está sendo alterado pela Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) para incluir os novos delitos. “A vítima terá condições de registrar o fato e, na sequência, vai ler na tela a informação que, caso possa fazer retrato falado, reconhecer fotograficamente o autor ou acrescentar dados sigilosos, ela poderá se dirigir imediatamente à delegacia.

Mas aí não pegará a fila – poderá ir direto à chefia dos investigadores do distrito”, diz o delegado-geral. Investigadores vão colher informações extras, como cicatrizes ou tatuagens, para facilitar a identificação de suspeitos. Atualmente, dependendo das filas, isso pode não ocorrer no mesmo dia do crime.

De acordo com Carneiro, os bancos de dados das polícias Civil e Militar, que já têm esse tipo de detalhe cadastrado, vão comparar as informações e fornecer, também na hora, uma lista de eventuais suspeitos. O roubo de carros é um dos crimes que mais preocupa a cúpula da Secretaria de Segurança.

De janeiro a novembro de 2011, foram 36.906 casos só na capital – em 2010, o número foi de 34.908. No caso dos furtos, a expectativa de Carneiro é reduzir a subnotificação – para fugir das filas nas delegacias, muitas vítimas não registram o crime. “A polícia precisa saber sobre o furto de uma bicicleta acorrentada em um poste. O ladrão troca a bicicleta por uma arma de fogo.”

Delegados de Polícia: acórdãos TJSP – ação judicial – quinquênio sobre salário bruto 7

 

Colegas (  para conhecimento geral )
Encaminho, em arquivo anexo, acórdão do TJ-SP que julgou procedente a ação judicial da qual faço parte, para que os quinquênios se sejam pagos com base no salário bruto.
Encaminho também o acórdão referente a um segundo processo sobre o mesmo assunto (quinquênio sobre o salário bruto), do qual fazem parte colegas que entraram com a ação na mesma época que eu. O julgamento também foi favorável.
As ações foram propostas em 2008, por um escritório de advocacia conveniado com o SINDPESP.
Abraço,
C.N.

acordao quinquenio.pdf
ACORDAO QUINQUENIO – 2.pdf

O agente policial Adriano Barros lança sua primeira obra: Refém- Diário de um negociador 89

Sobre o Autor

 

Adriano é Agente da Policia Civil do Estado de São Paulo, aprovado em concurso público no ano de 1997. Formado em Tecnologia de Segurança pela FAC – Faculdade Comunitária de Campinas em 2005. Participou do 1º Seminário de Segurança Pública do Estado de São Paulo pela FAC em 2004. Formado no Curso Especial de Atualização em Identificação Veicular, ministrado pela Academia de Polícia do Estado de São Paulo em 2001. Formado no Curso de Especialização para Manuseio de Armas de Fogo Semi-Automáticas, ministrado pela Academia de Polícia do Estado de São Paulo em 2001. Formado no Curso de Especialização em Carabinas e Submetralhadoras ministrado pela Academia de Polícia do Estado de São Paulo em 2003. Participou do 1º Seminário de Direito do Consumidor ministrado pela Academia de Polícia do Estado de São Paulo em 2009. Formado no Curso Especial de Técnicas de Transporte, Armazenamento, Manuseio e Operações com Munições Não Letais, ministrado pela Academia de Polícia do Estado de São Paulo, em 2005. Formado no Curso sobre técnicas Israelenses – Terrorism e Delinquency Operational Israeli Philosophy Course – Abordando técnicas de combate ao terrorismo, defesa pessoal, armamento e tiro, ministrado pelo Instrutor de Combate em Unidades Especiais do Exército Israelense, Mr. Gabi Shai, em 2002. Formado no Curso ministrado pela Police Nanionale France  – RAID – Polícia Federal Francesa, abordando técnicas de atuação em seqüestros, gerenciamento de crise, negociação, invasão, resgate de reféns, abordagem policial, direção defensiva, armamento e tiro segundo os padrões  franceses, ministrado na Academia de Polícia do Estado de São Paulo em 2006. É Atirador registrado no Exército Brasileiro – Comando Militar do Sudeste – 2ª Região Militar – Região das Bandeiras. Já atuou no Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos GARRA, na Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes DISE, no Setor de Crimes Contra o Patrimônio SCCP, no Setor de Investigações Especiais SIE-Seccional Campinas, no Setor de Homicídios e Proteção a Pessoa SHPP e na Delegacia Especializada Antissequestro DEAS.

Foi agraciado diversas vezes através de Elogios do Governo Estadual por serviços prestados junto à Delegacia Antissequestro de Campinas/SP, proporcionando a divulgação de imagem altamente positiva e de máxima credibilidade da Polícia Civil do Estado de São Paulo, elevando o nome da instituição ao mais alto nível de prestígio junto à sociedade, conforme portarias publicadas no Diário Oficial do Estado: Portaria DGP 101 de 29/12/2003; Portaria DGP 22 de 17/06/2004; Portaria DGP 25 de 28/06/2005; Portaria DGP 51 de 28/12/2005; Portaria DGP 13 de 03/03/2006; Portaria DGP 2 de 29/01/2007; Portaria DGP 14 de 28/03/2007; Portaria DGP 2 de 26/01/2010; Portaria DGPAD 5763 de 28/04/2002; Portaria DGPAD 9368 de 02/09/2004; Portaria DGP 34 de 05/07/2010.

Por atuações de destaque e de grande repercussão em várias cidades do interior do Estado de São Paulo foi elogiado pela Câmara Municipal de Monte Mor/SP através da DGPAD 5763 de 28/04/2005; pela Câmara Municipal de São José do Rio Pardo/SP através da Moção 67 de 11/07/2005; pela Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista/SP através da Moção 419 de 11/12/2007; pela Câmara Municipal de Campinas/SP através da Moção 8 de 02/02/2004; pela Câmara Municipal de Jaguariúna/SP através da Moção 54 de 08/11/2003; pela Câmara Municipal de Amparo/SP através da Moção 35/2004; pela Câmara Municipal de Amparo/SP através da DGPAD 13.783/2004; pela Câmara Municipal de Amparo/SP através do requerimento 362/2004; pela Câmara Municipal de Amparo/SP através da Moção 23 de 31/01/2005; pela Câmara Municipal de Amparo/SP através da Moção 24/2007; pelo Conselho Integrado de Segurança Pública e Defesa da Vida em Campinas/SP através do Ofício 45 de 25/10/2004; pelo Rotary Club de Campinas-Leste através de Menção Honrosa em 23 de outubro de 2006.

Foi formalmente elogiado pela Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo, na pessoa do Procurador Pedro Franco de Campos através da DGPAD 5158 de 25/05/2005.

Foi três vezes elogiado formalmente pelo Dr. José Laerte Goffi Macedo, Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo – Deinter 2 – através dos ofícios 308/2003, 3.636/2003 e portaria 103/2003. Foi elogiado formalmente através do ofício 658/2007 pelo Dr. Kleber Antônio Torquato Altale, Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo – Deinter 2.

Foi elogiado duas vezes pelo Governo Estadual com o Título de “Policial do Mês” em abril de 2002 e março de 2006, conforme Portaria DGP 15 de 16/04/2003 e Portaria DGP 4 de 03/03/2006.

Recebeu “Voto de Aplauso” do Senado da República Federativa do Brasil em 18/08/2006 transmitido pelo Delegado Geral de Polícia Marco Antônio Desgualdo.

Recebeu o Diploma de Congratulação da Delegacia Geral de Polícia por exemplar atuação onde culminou no resgate de uma vítima de seqüestro ocorrido no ano de 2008, justificando a inscrição do seu nome “Ad perpetuam rei memoriam” no Livro do Mérito Policial Civil.

Atuou quase uma década como negociador da Delegacia Antissequestro de Campinas a qual chegou a abranger noventa cidades.

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