Como é que se faz para enfraquecer a Polícia? 46

Criando batalhões como o BOPE, Operações Delegadas e Companhias “Independentes” , como  no caso do Rio, São Paulo e Bahia , com vencimentos e vantagens superiores aos demais policiais.

Em outras palavras: institucionalizando-se o MERCENARISMO INTERNO.

Caso a greve dos policiais do Rio se confirme, a tendência é que o Batalhão de Choque e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) sejam acionados emergencialmente, já que, para os agentes dessas tropas, a paralisação não é unânime. Os dois batalhões são os que recebem as melhores gratificações da corporação. ( fonte: TERRA )

O Pinheirinho do Partido dos Trabalhadores 10

Pinheirinho ficou no chinelo.

Choque e Ciªas independentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Exército, Força Nacional e elite da Polícia Federal, tudo por conta de “um pequeno” número de grevistas.

Como não tinham um mandado judicial para cumprir, providenciaram alguns, né?

Eta, que cambada de político ladrão filho da puta!

Pinheirinho Petralha

Jaques Wagner – com o apoio de Dilma – acusa grevistas de TERRORISMO com matança de mendigos e moradores de rua para criação de pânico 8

Entrevista da 2ª – Jaques Wagner

Não vou dar anistia nem negociar com PM bandido

Claudionor Junior – 4.fev.2012/A Tarde
O governador da Bahia, Jaques Wagner, durante entrevista na Base aérea de Salvador
O governador da Bahia, Jaques Wagner, durante entrevista na Base aérea de Salvador

GRACILIANO ROCHA DE SALVADOR FÁBIO GUIBU ENVIADO ESPECIAL A SALVADOR

GOVERNADOR DA BAHIA NEGA TER SIDO OMISSO NA GREVE DOS POLICIAIS E AFIRMA QUE NÃO DARÁ REAJUSTE AO MOVIMENTO

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), disse ontem que os métodos usados por uma parte dos grevistas da Polícia Militar do Estado são “coisa de bandido”.

O petista se referia ao uso de armas para tomar ônibus e bloquear vias e também atribuiu à parte dos policiais do movimento alguns do assassinatos nos últimos dias.

O governador negou ter sido omisso no episódio da deflagração da greve de PMs que gerou uma onda de mortes e de saques em Salvador.

Wagner, que acompanhava a presidente Dilma Rousseff em viagem a Cuba quando a paralisação estourou, admitiu que o governo foi surpreendido pelo tamanho do movimento grevista.

O governador afirmou que a greve na Bahia está sendo orquestrada nacionalmente para pressionar a aprovação da PEC-300, a proposta de emenda constitucional que cria um piso nacional para os policiais.

Ex-sindicalista, o petista disse que não vai oferecer nenhum aumento além dos 6,5% já dados ao funcionalismo em 2012 e é contra anistia a policiais envolvidos em atos de vandalismo.

Folha – Esta greve poderia ter sido evitada?

Jaques Wagner – Isso é mais levante do que greve, pelo jeito como foi feito: caboclo põe dois “berros” [armas] na cintura, tira população de dentro de ônibus, agride as pessoas, interrompe o trânsito. Têm por obrigação legal garantir a ordem pública e estão fazendo o contrário. Esse movimento tem esse caráter nacional: tem uma direção nacional, uma cartilha cujo objetivo é a votação da PEC-300.

Mesmo com motivação nacional, houve uma adesão forte dos PMs daqui por melhores salários.

Quem não quer ganhar mais? Todo mundo quer, mas precisa saber da legalidade e das consequências. Não é pouca coisa o aumento de 30% acima da inflação que policiais tiveram em cinco anos.

No momento em que a greve foi deflagrada, o sr. estava em Cuba. O sr. foi surpreendido?

Eu estava monitorando. A assembleia [de grevistas] foi dia 31 à tarde, cheguei na madrugada do dia 2. Havia autoridade aqui. Tinha o governador em exercício e o secretário de Segurança. A primeira ligação que eu recebi foi informando que a assembleia deu mais gente do que eles achavam que ia dar. A avaliação que as estruturas de segurança tinham [do movimento] não se confirmou na assembleia. Isso é fato.

O governo não negocia com a Aspra (entidade que lidera a greve) por isso?

É a associação que tem o menor número de associados.

Mas tem o controle do movimento. O sr. já foi sindicalista. Não é um equívoco não negociar com quem lidera?

Não acho que a categoria tenha apreço por essa liderança. Ninguém do governo vai receber o [presidente da Aspra, Marco] Prisco. Ele está com ordem de prisão decretada.

Em 2001, quando a PM parou por duas semanas e também houve uma onda de violência na Bahia, o sr. era de oposição e apoiou o movimento.

Eu não.

O partido do sr. apoiou.

Vários parlamentares apoiaram, eu não apoiei. Eu entrei para negociar e ajudar a sair da greve.

Pode haver invasão da Assembleia, onde estão acampados os líderes do movimento?

Invasão, não, porque é um prédio de outro poder [Legislativo]. Mas o próprio poder está incomodado com a presença de pessoas com ordem de prisão sentadas ali.

O Estado baiano ou as Forças Armadas irão prender essas pessoas?

Tem uma ordem judicial para ser cumprida. A estrutura militar e policial está montando uma estratégia para cumprir a ordem.

O sr. pode anistiar os grevistas?

Não vou assinar anistia nenhuma a quem cometeu crime, invadiu ônibus, matou mendigos ou moradores de rua, como foi feito. A figura da anistia não existe, ela só existe quando se encerra um regime de exceção. Não estamos em um regime de exceção. Anistia é presente e estímulo a esse processo.

O sr. tem informações concretas que grevistas mataram pessoas?

Óbvio que não tenho prova. Como a estratégia deles é a criação de pânico, é muito estranho que nesses dias morram moradores de rua na proximidade da associação deles. Você pode perguntar se estou sendo leviano. Estou falando de uma suspeita; será acusação se a gente conseguir provas.

O governo pode fazer alguma concessão para encerrar o impasse?

Não tem acordo. Não dá para a gente ficar alimentando isso como método de reivindicação salarial. Isso não existe. Qual é a segurança que posso lhe dar amanhã se é a polícia quem está tirando cidadão de ônibus? Isso é coisa de bandido. Estou falando até como ex-grevista.

Os militares darão segurança ao Carnaval de Salvador?

Ainda estamos a 10 ou 11 dias do Carnaval. Não há hipótese de esse planejamento da PM para o Carnaval não ser cumprido. Até lá estará acabado esse processo [de greve].

O sr. vai cortar o ponto de quem aderiu à greve?

Há uma separação gritante entre os marginais, que estão cometendo esses troços, de quem está querendo ganhar mais e aderiu. Tenho de separar o joio do trigo. Quem cometeu crime vai responder na Justiça. Para os outros, não, [o corte de ponto] será instrumento da negociação do comando da PM com eles.

ALCINDO DA ANUNCIAÇÃO: A OMISSÃO É A FUGA DOS COVARDES…( Verdadeiro documento histórico sobre a luta de policiais por melhores condições funcionais e salariais) 5

Em 1986 Jaques Wagner ( do PT ) era líder sindicalista dos trabalhadores da Petrobras: ELE APOIAVA A GREVE DOS POLICIAIS.

Alcindo da Anunciação , perito criminal, foi demitido e preso em flagrante em razão da paralisação dos serviços policiais.
Atualmente é vereador em Salvador; filiou-se ao PT.
A Polícia Civil , por meio das entidades classistas, no corrente movimento , prestou mero apoio moral aos policiais militares.
Das imagens acima se pode aquilatar o grande abismo que separa as duas corporações.

ÔÔÔ aqui em Salvador ÔÔÔ a cidade do axé, a cidade do terror… Controle, tudo sob controle …Controle Total 5

Controle Total
Camisa de Vênus

Levante, vá tomar café
É hora de trabalhar
E se quiser ligar o rádio
Tem música feita pra lhe sedar
ÔÔÔ aqui em Salvador ÔÔÔ a cidade do axé, a cidade do HORROR
Mentiras aqui e ali
Você tá cercado, você quer sair daqui
E na loja onde vendem juízo
Há sempre um guarda, há sempre um aviso ÔÔÔ aqui em Salvador ÔÔÔ a cidade do axé, a cidade do PAVOR
E o jovem, jovem executivo
Preso em seu apartamento
Ele jura que vai subir na vida
Tendo bom comportamento
ÔÔÔ aqui em Salvador ÔÔÔ a cidade do axé, a cidade do TERROR
Mas se quiser tentar,
Tem fitinhas do Bonfim, acarajé e abará
Essa é a grande senha: Oxum, Badauê e Zanzibar
Está tudo armado, para lhe imobilizar
Controle, tudo sob controle Pituba, Barris,
Controle, tudo sob controle Rio Vermelho, IAPI, e a Baixa do Bonfim
Itapoã, Graça e o Porto da Barra.
Tudo sob controle…

 FOLHA DE S. PAULO – CONTEÚDO LIVRE

O carnaval do governador

Janio de Freitas

Os feitos da violência na Bahia mostraram, em sua gratuidade na rua e irresponsabilidade no palácio, o mesmo espírito carnavalesco que, como sempre, há semanas invadiu Salvador por antecipação.

A quebra dos limites que levou aos saques e destruição de lojas, a outros roubos e violências, e mesmo a tantos crimes de morte, não foi causada diretamente pela greve da Polícia Militar. Veio da espontaneidade que tem o motivo único e simples de estar liberado. Para vestir o que quiser ou desvestir-se, cantar e dançar nas ruas, assaltar, encher-se de bebida ou de tóxicos, roubar e saquear, agarrarem-se uns aos outros, soltar-se para o sexo ou para o crime: o carnaval autêntico e o carnaval da violência permitidos pela mesma ausência de impedimentos.

A cota mais pesada de responsabilidade pelos distúrbios criminosos na Bahia cabe ao governador Jaques Wagner, o mais prestigiado por Dilma Rousseff. Não é imaginável que a greve da sua polícia o surpreendesse. Ainda que o fizesse, já no começo da semana estava concretizada e, portanto, evidente.

Logo se comprovava que o governador não adotou medidas preventivas. Não cuidou de sustar a eclosão da greve, não preparou o deslocamento de contingentes policiais discordantes do plano de greve, não se articulou com os comandos militares para eventualidades previsíveis, e não se coordenou com o governo federal para o auxílio da Força Nacional. Se fez alguma outra coisa útil, e de seu dever, não se sabe.

Diante disso, nem importa saber onde estava e o que fazia o governador enquanto a sua PM cuidava de deixar a capital do Estado desprovida de policiamento, como também outras áreas. A seu favor (se é), só o fato de que não esteve sozinho na omissão. Os secretários de Segurança e de Justiça, o comando da PM e várias assessorias o acompanharam na ausência de ação. Os fatos o atestam.

Efetivada a greve e iniciadas suas consequências sobre a população, o governo baiano tardou ainda dois dias, ou algumas horas menos, para adotar providências perceptíveis. Só na quinta-feira foi possível perceber algumas delas, sobretudo a pedida presença de militares nas ruas.

Greves de serviços públicos essenciais, em especial os chamados de saúde (a rigor, falta de) e os de segurança da população, sempre serão polêmicas. Não precisam, porém, ficar nesse limbo em que permanecem no Brasil. Entre direito, abuso, consequências públicas e particulares desrespeitadas pelo poder público, e outras muitas obscuridades artificiosas. Mas convenientes aos governantes e aos parlamentares, que assim escapam aos ônus eleitorais, em qualquer sentido, da posição definida.

Quando escrevo, as indicações do número de mortos continuavam contraditórias. Mais de 20, por certo. Em circunstâncias também mal definidas. Teriam ocorrido, todas, fossem diferentes a greve e o que se passou à sua volta no governo? Ora, isso não importa aos poderes públicos que têm mais o que fazer. E de preferência o que não fazer.

O salário que o PT da Bahia paga para Soldado PM : R$ 1.188,85; para tomar chicotada e ser chamado de burro de carroça por Jaques Wagner 18

O Governador da Bahia, Jaques Wagner,  durante pronunciamento no Palácio de Ondina, disse que os policiais militares  são semelhantes a burros de carroça, têm que trabalhar recebendo chicotadas, pois se assim não for, não comparecem ao local de trabalho, deixando a população insegura, é o que informa o site Correio do Estado Bahia, em matéria amplamente reproduzida em vários blogs no Estado.

Jaques Wagner disse ainda que soldado da Polícia Militar quer trabalhar pouco e ganhar bem mais que um oficial. Mas ressaltou o governador baiano que, enquanto ele administrar o Estado da Bahia, não vai permitir tamanha falta de respeito para com o povo.

“Burro de carroça, trabalha muito, e ganha quase nada, não tem direito de reclamar. Se um policial militar na Bahia, não ganha tão mal e não trabalha o suficiente, está reclamando de que e porque?. Perguntou o Governador da Bahia. Um PM na Bahia ganha bem no meu governo, pois antes não tinha bom salário. Já investir em novas viaturas e coletes a prova balistica. Eles querem mais o que?. Isso custa muito caro e a Bahia não está nadando em dinheiro”.

Jaques Wagner nas asas do tráfico 5

 

Com 22 anos de magistratura nas comarcas criminais da Bahia (e muitas passagens polêmicas), a juíza Olga Regina Guimarães lançará hoje um livro que promete trazer muita dor de cabeça para Jaques Wagner.

Batizado de O preço amargo da calúnia, o livro relata episódio ocorrido em 2002, quando Wagner, então candidato ao governo baiano, voou no avião do narcotraficante colombiano, Gustavo Duran Bautista, preso no Uruguai em 2007 com meia tonelada de cocaína.

Apesar de levantar a polêmica, o livro alivia a barra de Wagner quando Olga diz acreditar que o petista voou no jato sem saber que o dono era traficante. Gustavo se passava por um promissor fazendeiro no estado. Os adversários de Wagner estão vibrando com o livro.

Por Lauro Jardim

Os políticos sufocam os policiais porque vocês são os únicos a quem eles temem… 8

Enviado em 05/02/2012 as 21:46 – por CARLA

Dr. Guerra, boa noite!

Quero dizer que pela 1ª vez o Flit me fez encher os olhos de lágrimas. Não porque publicou um comentário meu, mas, por ler o título que deu ao meu comentário ao transformá-lo em post.

Policias precisam se unir e fazer essem vagabundos e larápios eleitos a terem ainda mais medo de vocês. Sufocam os policiais porque vocês são os únicos a quem eles temem. Os únicos que podem deflagar uma guerra e tomar tudo que eles mais amam: $$$$$$$!

POLICIAIS DO BRASIL, VCS VALEM MUITO! PRECISAM URGENTEMENTE COMPREENDER ISSO.

A POPULAÇÃO DE BEM,A MAIORIA, SEMPRE OS APOIA, O PROBLEMA É QUE O BRASILEIRO É ACOMODADO POR NATUREZA E NÃO COBRA DOS GOVERNANTES MAIS RESPEITO PARA COM VOCÊS.

ENTÃO, COBREMOS NÓS !

Padre Leonardo Boff escreve em defesa do direito dos policiais em greve por melhores vencimentos 22

04/02 às 23h11 – Atualizada hoje às 13h50

Onde está a insegurança e a segurança no Brasil

 

No Brasil não há crise de segurança para o sistema do capital, para as finanças, para os bancos, para os credores da dívida pública, para os poderosos que se cercam de seguranças privados.

Mas não há segurança para aqueles que são responsáveis pela segurança pública: os policiais militares. Pelo fato de não terem a segurança de um salário decente, de condições de trabalho adequadas e de trato digno por parte do poder público, se rebelam como aconteceu neste ano no Ceará e agora na Bahia.  Com os humilhantes salários que recebem, pouco mais de dois mínimos, que segurança podem dar a suas famílias que tem que pagar aluguel, escola, transporte, luz, água e alimentação?

A responsabilidade maior pela insegurança pública que se instalou em razão da greve dos policiais militares, com assassinatos e depredações, deve ser tributada principalmente ao poder público, que não soube ouvir e dialogar de verdade e não retoricamente, antecipando-se aos fatos lamentáveis.

Que diálogo e negociação são  possíveis e críveis quando se responde com a arma da violência, pondo militares contra militares? É uma estratégia da ignorância política e da prepotência, totalmente ineficaz porque agrava ainda mais o problema em vez de encaminhar uma solução. Por que não se aprova a PEC 300? Os governos federal e os estaduais se uniram para protelá-la e esvaziá-la.

Usem os 60 bilhões de reais, subtraídos do orçamento, para aumentar os salários deles, ao invés de dar segurança aos credores. O que conta mais, as pessoas ou os dinheiros ricos epulões? Esse dinheiro do povo é para servir ao povo, garantindo-lhe segurança confiável e respeitosa. Seguindo esta indicação do bom-senso, se acabam as rebeliões e os policiais terão a paz e o sossego necessários para desempenhar com sentido público e com honradez a sua alta e arriscada missão.

* Ecoteólogo e escritor

Randolfe: “Não resolveremos a crise na segurança pública criminalizando os policiais” 8

Randolfe: “Não resolveremos a crise na segurança pública criminalizando os policiais”

sex 03 fevereiro, 2012 | Autor: blogdorandolfe

O Senador Randolfe Rodrigues manifestou nesta sexta-feira (03) seu apoio aos policiais militares de todo o país que estão em mobilização constante por melhores condições de trabalho. No Ceará, Pará, Bahia e Espírito Santo, desde 2010, os policiais organizam manifestações para denunciar as péssimas condições em que trabalham. Neste ano alguns estados já paralisaram e outros podem aderir às manifestações a qualquer momento.

“Estamos assistindo a uma crise nas estruturas da segurança pública do Brasil uma das soluções para este problema passa pela valorização dos profissionais dessa área. Em especial com a aprovação da PEC 300. Não resolveremos essa crise criminalizando os policiais, e sim reconhecendo que eles ganham pouco e que o Estado precisa garantir a eles, melhores condições de trabalho e vida”, enfatizou Randolfe.

O PSOL também declarou todo o seu apoio aos policiais mobilizados pelo país e divulgou uma nota de solidariedade onde considera autoritária a postura dos governos estaduais, “que se juntam para reprimir os movimentos de greve”.  O PSOL afirma também “que os trabalhadores não devem pagar pela crise da segurança pública”.

Leia abaixo a nota do PSOL

Insatisfação nos quartéis é fruto da crise!

O ano de 2012 começou com a fortíssima greve unificada dos policiais militares e bombeiros do estado do Ceará, e se aprofunda com a deflagração da greve da PM no estado da Bahia. Além das mobilizações no Pará e Espírito Santo, possivelmente na próxima semana, os policiais civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro também devem parar.

Ocorreu o despertar dos policiais para a luta por melhores salários e condições de trabalho.

A luta dos bombeiros no RJ deu exemplo de resistência.

A necessidade e a justeza desta luta se espelham na defesa do PSOL pela aprovação da PEC 300.

Há um conluio do governo federal e dos governos estaduais para impedir a aprovação de um piso nacional para policiais militares, e ao mesmo tempo, o governo Dilma anuncia corte de R$ 60 bilhões no orçamento 2012. Tudo isso para satisfazer os interesses dos credores da dívida pública.

É necessário afirmar que a crise nesta área afeta diretamente os mais pobres e, sua resolução, é dever dos governos estaduais e federal. Uma das principais medidas neste sentido é a aprovação da PEC 300, garantindo salários dignos aos trabalhadores, acompanhada de uma profunda reflexão sobre o atual modelo da segurança pública brasileira que hoje, infelizmente, criminaliza e persegue as maiorias excluídas como a população LGBTT, a juventude negra e o conjunto dos movimentos sociais em luta.

Denunciamos a postura autoritária dos governos estaduais, que se juntam para reprimir os movimentos de greve. Neste caso tal atitude unifica PSDB, PT e PMDB.

O PSOL é contra que os trabalhadores paguem pela crise. Continuamos batalhando pela auditoria da dívida pública e pelo fim do superávit primário.

O PSOL exige abertura imediata de negociações com grevistas da Bahia, do RJ e dos demais estados, a mais breve aprovação da PEC 300 e o fim da criminalização dos movimentos sociais!

Brasília, 03 de Fevereiro de 2012.

Direção Nacional do PSOL

Policiais militares da Bahia manterão a greve apesar das calúnias, prisões e coações impostas pelo governo petista…E a Polícia Federal ( sem moral ) – que ameaça greve semestralmente – irá se fazer em cima dos grevistas 9

Os policiais que fazem greve desde terça-feira passada na Bahia anunciaram neste domingo que manterão a paralisação para reivindicar melhorias salariais, apesar das calúnias, prisões e coações impostas pelo estado.

“CERVEJA E TRIO ELÉTRICO” ( “panem et circenses” ) – Claudia Leitte diz que ‘a Bahia está ferida’ por causa da greve da PM…( A Bahia está ferida porque escolhe políticos desprezíveis…O cidadão é o patrão, está sendo penalizado por conta do próprio egoísmo e negligência ) 11

Estou muito triste e preocupada com a greve de alguns setores da PM baiana. A Bahia está pagando um preço muito alto por tudo isso. Quando impedem o nosso ir e vir, quando cerceiam nossa liberdade e tiram a alegria que é uma marca em nosso povo, em nossa terra, algo de muito grave está acontecendo. A Bahia está ferida. Chega de radicalismo. Rogo às partes que busquem no entendimento a solução para esse impasse que tanto penaliza os baianos e os que nos visitam. Que Deus nos abençoe e proteja de todo mal.

Claudia Leitte

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Quer segurança,  mas não gasta uma linha para defender a Polícia.

É mais uma que acredita que policial deve trabalhar como escravo para garantir o “panem et circenses” do Partido dos Trabalhadores.

Trabalhar para que ela  –  e outros artistas preocupados com as “consequências”  da  greve –  continue enchendo seus cofres realizando shows patrocinados por orgãos públicos.