LIMPEZA DO TACHO nº 1 – A “força tarefa” do Kassab até o dia 30 de dezembro tomará tudo o que puder dos comerciantes e ambulantes do Centro 25

Haddad citou então a operação delegada, projeto do Estado que permite que policiais sejam contratados nas horas de folga para trabalhar na capital. Segundo o petista, a atuação desses policiais não tem sido na segurança, mas sim na repressão a vendedores ambulantes. E disse que Serra não respondeu a sua pergunta.

A operação delegada não contrata policiais militares para cuidar da segurança, mas para enfrentar o comércio irregular. Eu perguntei sobre segurança.

Ai que burro, dá zero pra ele!…( 44 – PRP…Ou será a confissão pública de que Alckmin sempre foi Ademarista ?…Antigo governador que dizia que polícia por ter trabuco não precisava de salário…Aquele que era também médico, passava por honesto, mas tinha cofre abarrotado de dólares na casa da amante ) 42

Partido Republicano Progressista (PRP) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 44[1], disputa todas as eleições brasileiras desde 1990 e obteve registro definitivo em 22 de novembro de 1991. Foi organizado para reunir o legado político de Ademar de Barros.

Foi dirigido por Ademar de Barros Filho, fazendo referência aos velhos PRP e PSP ademaristas.

Fonte: Wikipédia

A mexicanização de São Paulo 46

26/10/2012-11h35

A julgar pelas aparências, o Brasil ou, ao menos, o Estado de São Paulo caminha para “mexicanizar-se” em termos de violência.

O que a Folha chamou, adequadamente, de “explosão de assassinatos” ocorrida em setembro tem como uma das explicações “o acirramento do confronto entre policiais e criminosos”, sempre segundo a Folha.

É a explicação que o governo mexicano sempre dá quando cobrado sobre a violência no sexênio de Felipe Calderón, prestes a se encerrar: das 55 mil mortes ocorridas no país, 80% pelo menos se deveriam ou a confrontos com as forças repressivas ou a ajuste de contas entre os carteis do narcotráfico.

O subtexto dessa explicação é sinistro: o cidadão comum, que nem veste farda nem é bandido, não tem porque ter medo porque suas chances de ser vítima são reduzidas. Tolice pura. O medo se instalou no México, como em São Paulo, porque a violência é parte indissociável do cotidiano.

Aliás, o número de vítimas de homicídio dolosos e de latrocínio no Estado de São Paulo, de janeiro a setembro, dá 3.826. Se se pudesse extrapolar para um período de seis anos, teríamos 30 mil vítimas só em um Estado, quando, no México inteiro, foram 55 mil – o que torna os dados desgraçadamente comparáveis.

Quando se transformam os números brutos em assassinatos por 100 mil habitantes, dá um infernal empate entre México e São Paulo (10 por 100 mil, com a diferença apenas depois da vírgula). Se se tomar o Brasil inteiro, piora para o Brasil: dados do Banco Mundial para 2011 apontavam, no Brasil, 26 mortes/100 mil habitantes, contra 11/100 mil no México.

Em ambos os casos, trata-se de uma epidemia ou de uma guerra civil não declarada que precisa ser enfrentada de outra maneira.

É impossível discordar da avaliação que Martim de Almeida Sampaio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, fez para a Folha: “São números [os de setembro] assustadores. Revelam a face clara e contundente da falência da política de segurança pública. O governo tem razão em dizer que nunca se prendeu tanto, que nunca houve uma política igual para construção de presídios e que nunca se investiu como agora. Mas esses números revelam que nada disso funcionou”.

O que fazer, então? Chamar o Exército, como o México o fez, com resultados controvertidos? Não sei, mas é um tema que precisa entrar no debate público. Afinal, o Rio parece sentir-se melhor agora que algumas (poucas) favelas foram “pacificadas” (o termo, por si só, indica que há uma guerra). E a “pacificação” mais midiática, a do favela do Alemão, só foi possível porque as Forças Armadas deram apoio à polícia.

O que definitivamente não resolve nada é a Secretaria de Segurança Pública dizer que houve “pequena alta” no número de homicídios. O que precisa haver é uma “grande queda”. Qualquer outra coisa é fracasso. Ponto.

Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno “Mundo”. É autor, entre outras obras, de “Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo” e “O Que é Jornalismo”. Escreve às terças, quintas e domingos na versão impressa do caderno “Mundo” e às sextas no site.

fonte: Folha de São Paulo

“É a imprensa que fica criando pânico na população, sem apurar nem confirmar os fatos” 32

Sábado, 27 de outubro de 2012 – 07h51

Toque de recolher

Em noite violenta. 15 pessoas são mortas na Grande São Paulo

Agência Estado

Depois de mais 15 mortes em menos de 24 horas na Grande São Paulo, boatos de toque de recolher e medo de represálias de criminosos fizeram comerciantes fecharem as portas mais cedo nesta sexta-feira em áreas da capital e de Osasco. Empresas também liberaram funcionários antes do fim do expediente e pelo menos uma instituição de ensino cancelou as aulas.
O coronel Marcos Chaves, do Comando de Policiamento da Capital, disse que os boatos se intensificaram durante a tarde. “Ficou um pandemônio”, disse. Até no bairro onde ele mora houve boato de toque de recolher. “Mandamos as viaturas checarem, mas nenhum caso era verídico”, garantiu o oficial.

Créditos: Folhapress

Viatura da Polícia Militar com perfurações provocadas por tiros na Lapa (SP)

De acordo com o coronel, a partir da semana que vem a polícia vai desencadear uma série de operações contra crimes como tráfico de drogas, roubo e homicídio. “Estamos fazendo um planejamento diferenciado para colocar em prática depois das eleições”, informou.
Antes, a polícia havia atribuído o pânico a boatos da imprensa. “É a imprensa que fica criando pânico na população, sem apurar nem confirmar os fatos”, disse o capitão Rodrigo Cabral, da assessoria de comunicação da Polícia Militar, por volta das 18h.
No mesmo horário, comerciantes da Avenida dos Remédios, na zona oeste paulistana, fechavam os estabelecimentos uma hora antes do normal. “Os seguranças da rua vieram pedir para as funcionárias fecharem a loja porque ficaram sabendo do boato. E elas fecharam assim como as lojas vizinhas”, relata Lucélia Muniz, dona de um café no local. Segundo ela, a movimentação nos arredores estava normal, mas o trânsito de helicópteros chamava a atenção.
Estatísticas divulgadas anteontem pelo governo mostram que o número de homicídios na capital cresceu 96% em setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. No Estado, a alta foi de 26,6% comparando os mesmos meses. Os casos de latrocínio (roubo seguido de morte) também dispararam – houve 225% mais casos na capital neste ano.

Em 24 horas, 20 pessoas são mortas em SP; Osasco tem toque de recolher 79

Colaboração para a Folha.com Do Agora

Um dia após anunciar o aumento de homicídios no Estado e depois de uma noite sangrenta na capital e na Grande São Paulo, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, disse que a alta da violência é uma “onda”.

Em menos de 24 horas, foram registrados ao menos 20 assassinatos na cidade e na Grande São Paulo (incluindo suspeitos em confrontos com a PM) na região –mais que o triplo da média diária de seis assassinatos registrada neste ano.

“O índice de crimes varia como uma onda. A estratégia do governo não está errada, ela está corretíssima. Vários autores de homicídios foram presos e vão nos dizer qual a motivação do crime. O combate feito pelos policiais é efetivo e temos certeza de que vamos reverter esse quadro.”

Ferreira Pinto respondia aos repórteres, em evento no Palácio dos Bandeirantes, sobre os mais recentes números relativos à criminalidade.

Dados divulgados ontem pela secretaria apontaram uma explosão dos homicídios dolosos (intencionais) em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em todo o Estado o crescimento foi de 27% –na capital, quase dobrou: 96%.

Editoria de Arte/Folhapress

O secretário criticou a imprensa, que fez a comparação dos números com o mesmo período do ano anterior. Para ele, o correto seria comparar setembro com agosto.

“Se você comparar com o mês passado, houve um aumento de 3%. Mas, se pega um número maior, que dá mais repercussão, como do ano passado pra cá, aí aumentou significativamente.”

Essa comparação aconselhada por Ferreira Pinto não é correta até por questões sazonais, segundo recomendação feita pela própria secretaria no site oficial da pasta.

No documento “Estatística da Criminalidade – Manual de Interpretação”, elaborado pela Coordenadoria de Análise e Planejamento, a “recomendação é que comparem, sempre que possível, períodos equivalentes de tempo” –ou seja, setembro com setembro e não setembro com agosto.

NOITE SANGRENTA

As mortes de ontem e desta sexta-feira aconteceram em diversas regiões. Entre elas estão um PM assassinado na Vila Curuçá (zona leste) -o 88° policial morto este ano por criminosos- e supostos ladrões que roubaram um taxista e um banco.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policial pericía moto de PM morto a tiros na Vila Nova Curuçá, zona leste de SP, na noite de quinta-feira (25)
Policial pericía moto de PM morto a tiros na Vila Nova Curuçá, zona leste de SP, na noite de quinta-feira (25)

Policial pericía moto de PM morto a tiros na Vila Nova Curuçá, zona leste de SP, na noite de quinta-feira (25)

Após a morte do PM, que trabalhava na Rocam (ronda com motos), três pessoas foram mortas a tiros na mesma Vila Curuçá. Questionado se os crimes tinham relação entre si, o delegado-geral de Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, disse que era cedo para estabelecer esse elo.

Segundo o delegado, as mortes podem ter ocorrido por disputas por pontos de tráfico, retaliações de criminosos ou brigas de vizinhos.

Apesar de o secretário dizer que os suspeitos estão sendo presos, nenhum dos assassinos nos crimes das últimas 24 horas foi detido.

Em Osasco, o comércio no centro e em mais quatro bairros baixou as portas por temor de violência, após informações sobre toque de recolher determinado por criminosos. Para o governo, foram boatos sem fundamento.

MORTES

25/10/12 18h50 – Motoboy é morto a tiros na rua Avonquaro, em Guaianazes, zona leste 20h10- PM é morto a tiros na avenida Flamingo, Vila Nova Curuçá, zona leste 21h – Homem é morto a tiros na avenida Engenheiro Antônio Eiras Garcia, Jardim Esmeralda, zona oeste 22h – Um homem e morto e dois são feridos em troca de tiros com a PM na rua José Fugulin, em Campo Grande, zona sul 23h – Um homem e uma mulher são mortos a tiros na Estrada do Embiruss, em Carapicuíba (Grande SP) 23h30 – Homem é morto a tiros na avenida do Cursino, na Saúde, zona sul 23h39 – Um homem é morto a tiros e outro ferido em bar na rua Jiparaná, na Parada XV de Novembro, zona leste

26/10/12 0h34 – Ajudante é morto a tiros na rua Pau Brasil, Jardim Pinheirinho, em Embu das Artes (Grande SP) 1h – Homem é morto a tiros na rua Santo Dias, em São Bernardo do Campo (Grande SP) 1h53 – Homem é morto a tiros na rua Isarael Ferreira Ferro, no Jardim Carumbé, zona norte 7h52 – Homem é morto com tiro na nuca na rua Charles Lampe, no Jardim Maristela, zona sul 12h50 – Dois corpos são encontrados em um carro em Parelheiros, zona sul 14h12 – Dois homens são mortos após tiroteio com a PM na Vila Andrade, zona oeste 16h30 – Dois homens são mortos a tiros e um ferido na avenida dos Igarapés, Vila Curuçá, zona norte

17h – Dois homens são mortos em troca de tiros com a PM na avenida Maria Cândida Pereira, Vila Endres, em Guarulhos (Grande SP)

MAJOR OLÍMPIO: Aos guerreiros do bem, minhas explicações e meu eterno respeito 210

Enviado em 26/10/2012 as 15:55 – MAJOR OLÍMPIO

Não pedi nem jamais pedirei nada a Jose Serra

Após o primeiro turno das eleições, a direção do PDT decidiu apoiar José Serra. Justamente por que o PT descumpriu todos os compromissos que estabeleceu com o PDT (fim do fator previdenciário, jornada de quarenta horas e votação do piso nacional aos profissionais da segurança pública). Deixei claro que jamais faria campanha para o Serra (meu inimigo público número 1), sendo que  o partido me pediu que não virasse as costas e manifestasse apoio ao PARTIDO (PDT). Neste evento, compareci para não provocar um racha partidário e em trinta segundos disse que não seria eu um obstáculo ao partido e que não faria oposição nem ao Paulinho nem à Executiva do partido. Não citei o Serra, não pedi voto a ele, não pedirei e não votarei nele. Tenho minhas convicções e compromissos com a família policial, jamais fiz distinção entre PM e PC nas minhas atitudes como deputado. Nunca fiz diferença no tratamento entre oficiais e delegados e operacionais e praças. Não estou falando por causa de voto não, aliás também estou com o saco cheio da política. Também não estou pedindo voto para o PT não. Me sacanearam com aquela história de vice do Mercadante  e me queimaram no final por eu ser policial. Fiz a campanha da Dilma e do Mercadante e eles se comprometeram em público em votar o piso nacional aos policiais (PEC 300) e voltaram atrás. Faltaram com a palavra. Eles não precisam de mim. Quero distância deles. Continuarei até o último dia do mandato a defender as coisas em que acredito, aliás vejam meus posicionamentos nos jornais de hoje, principalmente na Folha de São Paulo. Vejam no Jornal da Record, na Rede TV, peguem o que eu falei na CBN hoje e verão o quanto estou “ajudando” o Serra e o Governo. Admiro o Dr. Guerra, que é um homem de moral e de coragem. Fui inclusive testemunha de defesa dele e irei tantas vezes quanto for necessário, pois ele é Homem e fala a verdade sem se ocultar, diferentemente de alguns canalhas que se ocultam para ofender. Se por ser oficial PM, não sou digno de confiança, então jamais terei a confiança de alguns; pois deputado deixarei de ser, mas Major da reserva da PM serei até o túmulo. Peço que as pessoas sensatas reflitam antes de ter seu juízo de valores: não sou duas caras. Não faço distinção entre os policiais ou sobre a condição hierárquica de quem quer que seja e não sou oportunista (se fosse, me agarrava com o PT em São Paulo que vai ganhar as eleições e “empregava” uns amigos). Quem acompanha meu trabalho sabe que sou a maior pedra no sapato do governo na Assembleia Legislativa, agora quem é mal informado, rançoso e preconceituoso, sempre me odiará. Os que me odeiam e desdenham me fortalecem, pois penso: “tenho que vencer, apesar deles”. Deixei claro que votarei em branco e vou continuar batendo no governo do Estado e exigindo da nova Administração da Prefeitura de São Paulo. Não tenho “carguinho” nem nenhum “cala boca” que me faça mudar. Tenho minha consciência e respeito com quem acredita nos meus propósitos.

Aos guerreiros do bem, minhas explicações e meu eterno respeito

Major Olimpio Gomes

LINKS CBN (26.10) http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-sp/2012/10/26/NAO-DA-PARA-TER-CONDUTA-DE-PAZ-EM-TEMPO-DE-GUERRA.htm

Folha de São Paulo de hoje (26.10) http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1175420-homicidios-cresceram-30-em-sp-apos-ataques-do-pcc.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/74202-frases.shtml

—————————————–

Verdade, o Major foi testemunha de defesa do Guerra.

Aliás,  se não se incomodar , brevemente, será arrolado em outro processo pertinente a greve de 2008 ( PA 113/09 ).

E tá aí, não foge da “bronca”; mostra a cara , demonstra seu valor e seu respeito pelos leitores e seus eleitores.

 

O Erasmo Dias piorado 31

Um salve para o secretário e um salve-se quem puder para todos nós.

Setembro sangrento, espera outubro para cair de costas “Olho por olho, dente por dente”

“No revés às atrocidades da guarda pretoriana, muito sangue derramado de gente inocente”

Diante desse quadro dantesco, outra não seria a conclusão, senão a de que estamos a mercê Dele, é lógico, e da própria sorte, quanto ao sagrado direito de sair de casa e nela retornar assim que o desejar.

A situação é reflexo direto do destempero, despreparo, quiçá, do desequilíbrio mental deste irresponsável Secretário da Segurança Pública do Estado, o qual, se utilizando de maquiavélico esquema de “arapongagem” implantado no sistema prisional, composto por oficiais da reserva da PM, se abastece de informações sobre a movimentação da organização criminosa no Estado e as repassa diretamente para a Rota que, deixando de integrar a malha protetora da sociedade para se tornar seu braço armado, prepara a logística necessária para operacionalizar as execuções coletivas patrocinadas pelo poder público e, documentalmente, legalizadas por coniventes policiais da atual administração do DHPP.

Sua postura é um acinte não apenas para as entidades nacionais e internacionais, protetoras dos elementares direitos inerentes à natureza humana, mas para o próprio regime democrático, vez que se utiliza dos mesmos expedientes espúrios dos anos de chumbo de nossa história.

Transformou a emblemática frase “A Rota é reservada aos heróis” no vulgar e desrespeitoso bordão “Tente a sorte que o azar é certo” e seu comandante, com mentiras e patifaria do tipo factóides de atentados contra o quartel da Rota e contra sua residência, num fantoche do medo, uma mística entre o bem e o mal, um fronteiriço entre o herói e o bandido, passando à opinião pública a idéia de que ele seja um pouco de tudo isso.

O prestigiado e honrado Ministério Público de São Paulo, defensor intransigente dos direitos individuais indisponíveis, deveria se envergonhar em ter, entre os ocupantes dos cargos mais elevados da carreira, alguém que fomenta a violência arbitrária nas forças de segurança do Estado.

Manifestar-se sobre a chacina de nove pessoas em Várzea Paulista como sendo uma ação legítima seria cômico se não fosse trágico, mormente quando é público e notório que o indivíduo “julgado e absolvido” pela organização criminosa não estava armado e acabou assassinado pelo braço armado do Sr Secretario.

A sociedade, mais dia, menos dia , através de instituições legalmente constituídas e não cooptadas por esse estado de coisas, com certeza vai cobrar essa promissória da “Reserva Moral do Estado”, vez que a mente doentia que arquitetou o roteiro desse triste filme, estará esparramado numa boa poltrona, fumando um bom cubano e degustando algum dos seus melhores vinhos.

Todo mundo sabe que essa aparente tranqüilidade no sistema prisional tem um preço muito alto, pago através de intenso tráfico de entorpecente, pedágio de familiares de presos para garantir-lhes a integridade física, pagamento de dívidas dos egressos, rifas de imóveis e automóveis patrocinadas pelos irmãos, arrecadação das biqueiras etc.

Se tem um preço alto, tem quem paga e quem recebe.

Pergunta-se: Quem são os protagonistas dessa torpeza bilateral?

Acabou com a boa investigação policial, que sempre partiu do crime para o criminoso, prestigiando o crime pelo crime, como forma de controle da criminalidade. Não chega sequer a prender, nem a julgar, coisa que até os criminosos fazem antes de executar alguém, vai direto para a execução.

Como policial, Srº Secretário, não tenho os mesmos privilégios de VExª, não conto com sua numerosa escolta pessoal que lhe garante integridade física 24 horas por dia, assim como aos seus familiares. Sujeitos ás represálias estão não apenas os integrantes de sua guarda pretoriana, mas todo e qualquer policial deste Estado. Não estou policial 24 horas por dia. Como todo e qualquer cidadão, tenho o direito de sair da minha casa e nela retornar em paz. Não me parece razoável, buscar meus filhos menores na escola, ostentando na cintura uma constrangedora arma de fogo. Não entro na igreja armado. Pense nisso, se é que ainda lhe resta alguma capacidade de pensar.

Seu caso não é de substituição mas sim de interdição

EM TEMPO: Até o presente momento a opinião pública não foi informada do cabal esclarecimento dos homicídios que vitimaram os valorosos delegados de polícia, Doutores Euclides e Paulo. O Diretor do DHPP ao invés de administrar com vistas ao cargo de DG ou do DECAP, antes dos objetivos patrimoniais, por uma questão de honra da classe a qual pertence e, em respeito aos familiares destes policiais, se empenhar em esclarecer referidos crimes vez que deixaram toda a polícia civil e a população deste Estado indignada. Obrigado.

Nº 88 – MAIS UM IRMÃO POLICIAL MORTO!!!…( Graças à covardia do governador e incompetência do secretário de insegurança ) 65

Enviado em 25/10/2012 as 23:53 – JESUINO

 

MAIS UM IRMÃO POLICIAL MORTO!!!

25/10/2012 – 22h59
PM é morto a tiros na zona leste de São Paulo
PUBLICIDADE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta quinta-feira (25) na zona leste de São Paulo. Segundo a PM, os disparos foram feitos por dois homens de moto na avenida Flamingos, na Vila Curuçá. Ninguém foi preso.

Segundo testemunhas, o homem voltava de moto para casa quando foi abordado pelos dois suspeitos. Eles se aproximaram e fizeram disparos contra o policial sem exigir nada. Ele chegou a ser socorrido para o pronto socorro do Hospital Tide Setúbal, mas não resistiu aos ferimentos.

Na mesma noite, outro PM foi baleado em Guarulhos (Grande São Paulo). Segundo a polícia, ele estava na rua Endres, no Jardim Itajica, quando foi abordado por dois homens. Os suspeitos anunciaram um assalto. Eles atiraram no policial e fugiram.

Um dos disparos acertou a cabeça do policial de raspão. Ele foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Padre Bento. O estado de saúde dele não foi informado. A polícia não soube informar se algum objeto do PM foi levado.

ASP executado em Praia Grande 16

Enviado em 25/10/2012 as 23:26 – ALONE

A Tribuna

Quinta-feira, 25 de outubro de 2012 – 22h59

Vila Mirim
Agente penitenciário é assassinado com quatro tiros em Praia Grande

Brenda Melo Duarte

O agente penitenciário Luis Carlos da Silva, de 49 anos, foi assassinado com quatro tiros na noite desta quinta-feira, na Vila Mirim, em Praia Grande. O CDP informou que a morte do agente pode ter sido uma retaliação. Nesta terça-feira, quase 100 detentos passaram mal após uma refeição.

Além do agente, uma criança de 6 anos que estava perto dele foi atingida de raspão. A vítima fatal assumiria o posto no Centro de Detenção Provisória (CDP) às 19 horas. O crime aconteceu por volta das 18h30.

O Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu a denúncia de que duas pessoas haviam sido baleadas na altura do nº 1.173 da Rua Júlio Prestes de Albuquerque.

Quando os policiais chegaram ao local dos fatos, encontraram Luis Carlos e o menino caídos no chão . Ambos já recebiam os atendimentos da equipe do Samu. Os autores não foram identificados.

O agente e a criança foram encaminhados para o Pronto Socorro Quietude. Luis, que foi alvejado por quatro tiros, precisou passar por uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Já a criança, segundo informações da polícia, foi atingida por um tiro de raspão na cabeça. A vítima está em observação, mas não corre riscos.

Ronda

Por meio de ronda nas imediações do crime, não foram encontrados projéteis. Moradores relataram versões diferentes à investigação. Alguns disseram terem visto os criminosos recolhendo as balas do chão. Outros afirmaram que populares as pegaram.

“Estou sempre preparado para enfrentar quem quer que seja e não tenho medo, mas jamais me perdoaria se perdesse alguém que AMO, pelo simples fato de ser policial ” … 56

Enviado em 25/10/2012 as 21:08 – OZZY

Pow pessoal, na boa…
Tem tanta gente inteligente e indignada que posta aqui.
Alguém dá uma luz!
Por favor!
Do jeito que está, não consigo enxergar perspectiva alguma de melhora!
Tenho esposa que trabalha pra ajudar na renda. PREOCUPAÇÃO.
Tenho filho pequeno (4 anos) e todo santo dia tenho que lhe “lembrar” que não pode falar nunca que o papai é policial. PREOCUPAÇÃO GIGANTESCA.
Já deletei a besteira que fiz em querer ter perfil no Facebook, onde mantinha contato com AMIGOS DE INFÂNCIA, mesmo sempre tendo tomado todo o cuidado de não deixar transparecer minha “profissão”.
Pelo “polpudo” salário que recebo, minha única alegria nessa vida, ERA uma pescaria muito de vez em quando, pois o BICO toma todo o tempo e as forças e nem isso está me dando prazer, pois TENHO QUE LEVAR MINHA ARMA!!!
Sempre fui operacional; sempre tive orgulho de todas as ocorrências que atendi, desde aquela simples pacificação de brigas de casais, até os facínoras que retirei do convívio social; já SALVEI VIDAS DE CRIANÇAS que se engasgavam ou eram maltratadas por verdadeiros MONSTROS que na hora do “pau”, se lembravam que eram os PAIS do rebento.
Quem não é policial ou algum “pseudo policial” pode achar que estou querendo dar uma de “bonzão” aqui, mas quem conhece as ruas, sabe muito bem do que estou falando e está se identificando em meu texto.
Agora, passamos por isso…

Estou sempre preparado para enfrentar quem quer que seja e não tenho medo, mas jamais me perdoaria se perdesse alguém que AMO, pelo simples fato de ser policial.

MEU DEUS!

ISSO NÃO É VIDA!

Casos de homicídios sobem 96% em setembro em SP 17

25/10/2012-17h31

DE SÃO PAULO – UOL

Atualizado às 18h50.

O número de casos de homicídios dolosos, aqueles com intenção de matar, praticamente dobrou em setembro na cidade de São Paulo em relação ao mesmo mês do ano passado. Em setembro deste ano ocorreram 135 casos, com 144 mortos, contra 69 casos e 71 mortes no mesmo mês de 2011 –altas de 96% e 102,8%, respectivamente.

O mês de setembro registra o maior número de casos deste tipo de crime desde janeiro de 2010, quando as estatísticas passaram a ser divulgadas mensalmente pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Em relação a agosto (106 casos e 114 mortos), os aumentos foram de 27% e 26%, respectivamente.

Os casos de homicídios dolosos também subiram no Estado. De janeiro a setembro, houve 3.329 casos contra 3.069 no mesmo período do ano passado, alta de 8,47%.

No mês passado, ocorreram 404 casos homicídios dolosos, com 427 mortes. Em agosto, foram 392 casos e 418 mortes.

LATROCÍNIOS

O número de latrocínios, (roubos seguidos de morte) também teve alta no acumulado do ano na capital. De janeiro a setembro, foram 84 casos contra 71 no mesmo período do ano passado –alta de 18,31%. No Estado, os casos passaram de 230 para 264 este ano–alta de 14,78%.

Em setembro, foram registradas 13 ocorrências na cidade de São Paulo. O número é mais do que o triplo em relação ao mês anterior, que teve quatro ocorrências. O mês passado foi o segundo com o maior número de roubos seguidos de morte do ano na capital, perdendo apenas para maio, com 16.

ROUBO A BANCOS

O número de roubos a banco na capital diminuiu no acumulado do ano até setembro em relação ao mesmo período do ano passado. Foram registrados 86 casos contra 120 no ano passado, uma queda de 28,33%.

Já no Estado, o número de roubo a bancos também registrou queda na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a setembro foram 162 casos, contra 195 no ano passado, queda de 16,92%.

ONDA DE VIOLÊNCIA

Apesar da alta no número de casos de homicídios, o governo tem negado que São Paulo esteja passando por uma nova escalada da violência após a morte de PMs.

Na semana passada, governador Geraldo Alckmin disse que não vai retroceder nenhum milímetro no combate ao crime organizado e classificou de “ação intimidatória” os ataques a PMs ocorridos nos últimos meses no Estado de São Paulo. De janeiro até agora, 87 policiais foram assassinados.

Mais um dia, mais um PM executado…Enquanto o Antonio F.P. continua dizendo que não aceita corrupção 95

24/10/2012-22h41

PM é morto na zona leste de São Paulo

DE SÃO PAULO

Atualizado às 22h59.

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta quarta-feira (24) no Jardim Planalto, na região de Sapopemba, na zona leste de São Paulo. O crime ocorreu em um bar na avenida Dr. Frederico Martins da Costa Carvalho.

Com este caso, subiu para 87 o número de policiais mortos no Estado no ano.

De acordo com a Polícia Militar, dois homens invadiram o bar, renderam o policial e tomaram sua arma. Um dos suspeitos disparou contra o PM.

A polícia não soube informar quantos disparos atingiram o policial, que foi identificado apenas pelo nome de Gilmar, de 42 anos, e nem se foram feitos com a arma do soldado.

Ainda de acordo com PM, o policial tinha parado no bar para beber um refrigerante antes de ir para a casa. Ela já tinha deixado o expediente.