João Alkimin: São Paulo desgovernada 36

São Paulo desgovernada
Chegamos ao fundo do poço. Agora uma Policial Militar feminina é assassinada em plena via pública na presença de sua filha de 8 anos… Qual será o futuro dessa criança? Que imagens guardará para sempre? Que traumas carregará por toda vida?
E o senhor Secretário Ferreira Pinto tem o despudor de dizer e permitir que se diga que o Policial não precisa de escolta ou proteção, pois já é treinado para isso.
Uma pergunta se faz necessária, se o Policial não precisa de escolta por ser treinado,então não deveria o senhor Secretário ex Capitão PM, dispensar sua escola e passar a andar sozinho? Afinal de contas, suponho que tenha preparo para  tal. Ou não? Ou jé se esqueceu como se usa uma arma para defesa própria e defesa da sociedade? À população não interessa suas bazófias  dizendo em entrevistas que colocou quase uma centena de policiais na rua. Isso não deveria ser orgulho para quem quer que seja, desafio-o de público a informar nome e o motivo de todos que foram demitidos e ai ficará provado que a grande maioria não foi  por crime, mas a meu ver por política e para como se diz vulgarmente, fazer média. Exemplos claros: Delegado Conde Guerra e Delegado Frederico e quando falo dos dois é por serem as demissões mais infames de que tenho conhecimento.
Por outro lado, os Delegados que torturaram a escrivã continuam trabalhando. Por qual motivo senhor Secretário?
Reproduzo aqui o dito sábado em nosso programa de Rádio pelo Jornalista Percival de Souza… “o Delegado Jorge Miguel podia não gostar de determinado policial mas quando havia necessidade de um policial experiente, chamava-o e dizia ‘não gosto de você mas necessito de sua ajuda para esclarecer esse caso’ “. Digo eu, isso é grandeza, isso é pensar na sociedade, isso é ser líder, pois ser chefe é uma coisa e líder é outra. O chefe se impõe pelo medo, o líder pelo carisma.
Está na hora do Secretário reconhecer que os Policiais Civis que mais entendem de PCC estão jogados em vários distritos da Capital e a mim, particularmente como cidadão não importa se são bons ou maus para a Administração, o que me importa é a resolução do problema que São Paulo vive, pois hoje estamos vivendo uma autentica Chicago dos anos 30. Chega de se taxar a Policia Civil de corrupta, Vossa Excelência quando assumiu a Secretaria veio a público e disse textualmente “Delegados com problemas não assumirão cargos de chefia” e afirmo-lhe Vossa Excelência e o senhor sabe que assumiram. Portanto, é a lei de dois pesos e duas medidas.
Por outro lado reconheço que em um dos meus artigos fui leviano por dizer que o senhor não queria uma Policia forte, refaço meu conceito, quer sim, tanto que pediu aparelhos de musculação para a Policia Civil e talvez o próximo passo seja fornecer suplemento alimentar para os Policiais, pois assim teremos uma Policia forte.
Policia senhor Secretário não se faz com anjos, um Delegado de Policia contou-me que de certa feita quando era seccional recebeu a informação de que inúmeros Policiais Civis estavam frequentando um prostíbulo da cidade, chamou o chefe dos investigadores e disse : “não quero mais saber de Policiais em puteiros ” e ouviu a seguinte resposta “pois não doutor, no próximo fim de semana iremos a igreja e  na missa das dez talvez consigamos informações da bandidagem da cidade” e a autoridade calou-se pois o tira velho estava certo.
Minhas mais sinceras condolências as famílias de todos os Policiais tombados em combate nessa guerra civil que São Paulo vive e especialmente a família e a filha da policial feminina, me colocando a disposição para auxiliar essa criança no que se fizer necessário.
Recomendo aos policiais que conversem com seus médicos psiquiatras e peçam-lhes para receitarem rivotril sublingual, é melhor que em gotas e vai ajudá-los a pelo menos tentar aguentar essa vida desumana que vocês levam, pois além de desviarem das balas, tem que desviar das perseguições da Administração superior, seja ela da policia civil ou militar que a meu sentir não estão nem um pouco preocupadas com o destino das instituições.
Meus pêsames aos Governador Geraldo Alckimin por sua total insensibilidade e incompetência.
Quanto ao Secretário da Segurança, bem…
Meu silêncio fala mais alto.
João Alkimin

Ouvidoria oculta lista com policiais jurados de morte 39

Nossa Região

November 3, 2012 – 02:00

            Relação de nomes inclui seis investigadores, dois delegados e quatro policiais militares de São José; carta está desde março com o Comando da PM

Wilson Silvaston

São José dos Campos
Um policial militar aposentado de São José dos Campos descobriu por acaso que seu nome aparece em uma lista de agentes de segurança pública supostamente jurados de morte pelo PCC (Primeiro Comando da Capital). A carta está em poder da Ouvidoria de Polícia de São Paulo desde março, mas o PM diz não ter recebido nenhum alerta até hoje.
A listagem traz os nomes de seis investigadores, dois delegados e quatro policiais militares, todos de São José, que estariam marcados para morrer. Além dos nomes, o texto ainda dá detalhes das funções e locais onde os agentes trabalham.
A denúncia foi encaminhada de forma anônima à Ouvidoria. O PM aposentado ficou sabendo da ameaça por investigador da Polícia Civil.
“Quando esse colega viu o meu nome na carta, resolveu me avisar para que eu tomasse cuidado”, disse o PM, que não quis ser identificado.
Revolta. Além do temor de ser vítima de um assassinato, o policial aposentado cobra explicações do Comando da PM, por não ter sido avisado que estava na lista.
“Essa carta chegou à Ouvidoria em março, e ninguém me avisou de nada. Mesmo que isso seja falso, eu tinha o direito de saber que meu nome estava ali”, afirmou.
O nome dele também consta em uma outra lista encontrada com um adolescente de 17 anos no dia 24 de outubro, em Santana, zona norte de São José.
Além da relação de nomes, que incluia o ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, o Cabo Bruno, morto no dia 26 de setembro, o rapaz ainda carregava um desenho mostrando homens em uma motocicleta atirando contra uma base da PM. O material está sendo investigado pela polícia.
As ameaças já mudaram a rotina do aposentado, que nas poucas vezes que sai à rua, carrega a arma. “É complicado, pois você dedica 30 anos de sua vida à PM e agora tenho que viver com medo e sem nenhum apoio.”
Questionado sobre os motivos para a ameaça de morte, o PM diz que antes de sua aposentadoria, em janeiro, prendeu vários criminosos ligados ao PCC. “Nós, da PM, sempre tivemos uma atuação muito forte contra a quadrilha, por isso a revolta deles.”
Guerra. Um investigador ouvido pelo O VALE, que também integra a lista de nomes da mensagem, confirmou que há dois meses foi aberto um inquérito para apurar ameaças feitas a policiais da cidade.
Outra carta também indicando um esquema para matar policiais militares já havia sido divulgada pela Polícia Civil na semana passada.
“Se essas informações eram de conhecimento do comando e os policiais da lista não foram avisados, o Estado poderia ser responsabilizado, caso acontecesse alguma coisa com eles”, afirmou George Melão, presidente do sindicato dos delegados da Polícia Civil.
Até o final da tarde ontem, 89 PMs, sendo 71 da ativa, foram mortos no Estado, a maioria na grande São Paulo em 2012, de acordo com a Secretária de Segurança Pública. Nenhuma morte relacionada ao confronto entre PMs e PCC foi registrada no Vale.
“Isso não quer dizer que a região está livre da ameaça. Esse grupo quer confrontar o Estado e onde eles encontrarem oportunidade vão atacar”, afirmou Melão.
Carta do PCC Foto: Thiago Leon
Ameaça
Carta encaminhada para a Ouvidoria da Polícia do Governo do Estado denuncia um plano do PCC para matar policiais civis e militares de São José
 
Alvos
De acordo com a denúncia anônima, seis investigadores, dois delegados e quatro PMs estariam na lista dos marcados para morrer
 
Estratégia
Esta foi a segunda carta divulgada em menos de uma semana. Na última sexta feira, outra denúncia anônima também indicou a ameaça
 
Desenhos Em outra ocorrência relacionada a ameaças do PCC, um jovem de 17 anos foi apreendidos com desenhos retratando ataques contra bases da PM e um ônibus incendiado
Outro lado
Comando desconhecia carta
São José dos Campos
O coronel Leônidas Pantaleão de Santana, comandante do CPI1 (Comando de Policiamento do Interior) do Vale do Paraíba informou ontem que desconhecia a existência da suposta carta indicando uma lista com nomes de policiais marcados para morrer em São José dos Campos.
Santana disse que o setor de inteligência vai investigar as informações. Porém, o comandante descartou a necessidade de um alerta contra a possibilidade de ataques.
“Até então não temos nenhum indicativo da possibilidade de atentados na nossa região, porém como gosta de afirmar nossos policiais são orientados a estarem sempre alertas, tanto no trabalho quando no momento de folga”, disse.
Investigação. O diretor do Deinter 1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), João Barbosa Filho, disse ontem que existem investigações em andamento sobre supostas cartas com ameaças contra policiais. Ele informou ainda que o procedimento nesses casos é comunicar os policiais mencionados nas denúncias, inclusive de outras corporações.
Mas o diretor não soube confirmar se a carta enviada para a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, em março, foi encaminhada para as polícias no Vale do Paraíba.
O VALE tentou contato ontem com representantes da Ouvidoria de Polícia de São Paulo, mas devido ao feriado de Finados ninguém foi encontrado para falar sobre o caso.
Fonte: O VALE

90º – Policiais Militares estão sendo chacinados em razão da cupidez de Antonio F.P. e do subserviente 1º escalão do governo Alckmin que vê placidamente o PSDB chafurdar em sangue…Num país sério Geraldo e Pinto estariam na cadeia ! 48

                                 PARABÉNS GERALDO ALCKIMIN…PARABÉNS FERREIRA PINTO

Marta Umbelina , 44 anos , 20 de corporação, foi baleada na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, por volta de 21h30 deste sábado (3), segundo informações da 3ª companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar. A policial estava com roupas de civil e de folga no momento do ataque.  Atingida por pelo menos seis tiros no dorso, tórax e abdômen.

Segundo a PM, a policial estava à paisana e chegava em casa, acompanhada da filha, quando foi retirada a força do carro. Os criminosos dispararam ao menos nove tiros contra a militar e fugiram.

A filha começou a gritar pedindo socorro e vizinhos levaram a policial ao Hospital Geral de Vila Penteado. Segundo a PM, a soldado morreu a caminho do hospital.

Deixa três filhos adolescentes.

JORNAL SANTISTA DEU MAIOR FURO – Polícia Militar desmente prisão de suspeito de matar Fukuhara 17

Enviado em 03/11/2012 as 22:46 – Agora é tarde,  já chapei!

Investigação

De A Tribuna On-line

A Polícia Militar desmentiu na tarde deste sábado as informações de que um policial estaria detido na Corregedoria da PM, em São Paulo, suspeito de matar o sargento Marcelo Fukuhara, de 45 anos. A denúncia havia sido feita em reportagem da TV Tribuna.

Em nota, a PM esclarece: “as investigações sobre este caso estão a pleno vapor e de forma incansável, contudo ainda não chegamos a uma indicação conclusiva sobre a autoria do crime”.

Secretaria de Segurança – mais uma vez – encomenda defesa à Veja do ” ex-promotor de Justiça e ex-oficial da Polícia Militar Antonio Ferreira Pinto” que sempre negou a “guerra” com o PCC …( corrigindo: Procurador de Justiça e Oficial PM da reserva ) 55

Polícia

O que está por trás dos atentados do PCC em São Paulo

Reportagem de VEJA desta semana explica razões para onda de assassinatos que já vitimou 88 policiais. E por que os criminosos devem recuar em breve

Por Laura Diniz

A ROTA NA RUA - Na favela São Remo, em São Paulo, policiais buscam bandidos que mataram um PM da tropa de elite A ROTA NA RUA – Na favela São Remo, em São Paulo, policiais buscam bandidos que mataram um PM da tropa de elite

(Clayton de Souza/Estadão conteúdo)

A guerra velada que estourou entre policiais e criminosos nas últimas semanas em São Paulo tem origem em duas mudanças. A primeira foi a troca de comando na Secretaria de Segurança Pública paulista, em março de 2009. Ao assumir a pasta, o ex-promotor de Justiça e ex-oficial da Polícia Militar Antonio Ferreira Pinto fez uma faxina na cúpula da Polícia Civil, então às voltas com escândalos de corrupção, e definiu o combate ao crime organizado como uma de suas prioridades. Para isso, integrou os vários departamentos de inteligência – o da polícia Civil, o da Militar e o da Secretaria de Administração Penitenciária, que monitora os presos – e elegeu a Rota como a tropa que o ajudaria a efetivar seu plano. Grupo de elite da PM paulista, a Rota não tem uma região de atuação específica – então, pode ser acionada para agir em determinado crime ou para executar operações previamente planejadas. Sua primeira operação sob o comando de Ferreira Pinto, em abril de 2009, resultou na prisão de dezoito bandidos da facção criminosa PCC. Assim como a escolha de Ferreira Pinto para o comando da secretaria, a união de esforços entre as polícias foi uma mudança positiva – aumentou a eficiência da repressão ao crime em geral e às ações do PCC em particular. Mas cobrou o seu preço.

Da parte da Rota, houve comprovados abusos, como na operação feita em maio deste ano em uma favela na Zona Leste de São Paulo. Nela, um criminoso do PCC, já rendido, foi executado às margens da Rodovia Ayrton Senna, conforme investigação da polícia (os policiais acusados pelo crime estão presos). O episódio serviu de pretexto para que lideranças menores do PCC ordenassem a matança de policiais. “Se for executado um (integrante do bando) será executado 2 policial (sic)”, dizia um dos bilhetes vindos de criminosos que passaram a circular em favelas da Zona Sul de São Paulo. Numa delas, a de Paraisópolis, a polícia encontrou na semana passada um conjunto de papéis supostamente pertencentes ao PCC. Eles incluíam uma lista com o nome e a rotina de quarenta policiais, prováveis alvos do bando.

Até agora, as investigações apontam que os maiores líderes do PCC, como o detento Marcos Willians Camacho, o Marcola, não têm envolvimento nos crimes. Há tempos a facção criminosa deixou em segundo plano a prática de extorquir presos para se dedicar à muito mais lucrativa atividade do tráfico de drogas. Marcola e companhia sabem que o tumulto prejudica os negócios.

E reside aí a certeza de especialistas de que a onda de assassinatos de policiais está prestes a ceder. O PCC visa ao lucro. A guerra traz prejuízo. Sendo assim, em breve seus líderes deverão ordenar um recuo. A polícia, mesmo tendo perdido 88 dos seus desde o início do ano, não fará o mesmo

A prova da preocupação com a vida dos policiais: PMs de São Paulo têm de fazer “rodízio” de coletes à prova de bala…( Alckimin pedirá para Dilma mandar novos coletes ) 26

03/11/201208h39 PMs de São Paulo têm de fazer “rodízio” de coletes à prova de bala

Em Araçatuba (SP)

Comunicar erroImprimir Os policiais militares do Estado de São Paulo estão sendo obrigados a fazer um “rodízio” no uso de coletes à prova de balas no horário de serviço. Isso ocorre porque o equipamento de proteção individual está em falta e o comando da PM ainda não conseguiu fazer a reposição das peças. Uma licitação em andamento prevê a entrega de 35 mil peças –60% na região de Araçatuba (a 527 km da capital paulista).

Até o ano passado, cada PM tinha um colete exclusivo, de uso individual. Mas recentemente eles foram retirados dos soldados porque muitos estavam com data de validade vencida e a quantidade que sobrou não era suficiente para atender toda a tropa.

Outro problema foi uma determinação do comando da PM que obrigou a tropa a usar colete com capa azul por baixo da farda. Mas o uso foi rejeitado porque causava imobilidade, desconforto e até micose. O comando revogou a medida, mas já tinha retirado da corporação as capas de cor marrom e, como é proibido usar colete com capas da mesma cor da farda, a falta do equipamento se agravou mais ainda.

Para evitar que homens ficassem sem a proteção, os comandos da PM então recolheram os coletes dos militares, adotando a chamada “operação arma-desarma”. Com isso, os coletes passaram a ficar nos quartéis, com o militar usando o equipamento somente no horário de serviço. “O problema mais grave é que deixamos de usar esses coletes na ida ou vinda do trabalho, que também são momentos de risco. E também porque muitas vezes pegamos alguns com tamanho maior ou menor, que não se encaixam corretamente no nosso corpo”, declarou um PM que trabalha em Araçatuba. A reclamação é a mesma em outras regiões. O PM recebe o colete quando entra em serviço e o entrega para outro colega quando sai.

PM Em nota, a corporação confirmou o problema ocorrido na licitação, mas não deu detalhes. A assessoria da PM não informou quantos comandos no Estado estão enfrentando a falta do equipamento, mas a informação de um oficial, que pediu para não ser identificado, é de que apenas um lote, dos três da licitação, seria entregue em 16 de outubro para o Comando de Policiamento Metropolitano Leste (CPAM-4) e ao Comando de Policiamento do Interior/Litoral (CPI-6).

Os outros comandos receberiam os equipamentos em outros dois lotes, marcados para ontem (2) e para 2 de dezembro. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

CHEIRO DE ARMAÇÃO – Suspeito de executar sargento Fukuhara é um policial militar…( Cadê as armas, quedê os cúmplices; qual o motivo para PM matar PM daquela maneira ) 28

Sábado, 3 de novembro de 2012 – 07h47

Policial Militar

Acusado de assassinar o sargento Fukuhara é detido pela Corregedoria

Da Redação

A polícia divulgou ontem que já tem um suspeito pela execução do sargento Marcelo Fukuhara, de 45 anos. Trata-se de um policial militar, que conforme informações da TV Tribuna, já está recolhido na Corregedoria da corporação, em São Paulo. O suspeito já seria acusado de envolvimento em outros crimes.
O sargento Marcelo Fukuhara foi executado no início da madrugada de 7 de outubro, quando caminhava próximo à empresa da sua mulher, na Ponta da Praia, em Santos. Ele estava com o cachorro da família e carregava duas pistolas na cintura, mas não teve tempo para reação. Os tiros que o atingiram vieram de dois fuzis, disparados por ocupantes de um carro de luxo preto.

http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=171674&idDepartamento=11&idCategoria=0

————————————————————————–

Só falta ser o mesmo policial militar suspeito de retalhar a fuzil o cabo  Fábio Apolinário , em fevereiro de 2011.

Daqui a pouco a vítima virará ladrão, podem escrever.

Assim ficando tudo conforme a versão oficial para a maioria dos casos: ACERTO DE CONTAS ENTRE BANDIDOS.
A Polícia nunca mentiu tanto.
Só acredito vendo!

Secretaria de Segurança Pública informa que não há toque de recolher…MAS POR CAUTELA EVITEM SAIR DE CASA ! 36

02/11/2012-22h19

Polícia investiga usuários que anunciam toque de recolher em redes sociais

FELIPE SOUZA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A Polícia Civil investiga um grupo de usuários que anunciou um toque de recolher na cidade de São Paulo pelo Facebook. Esses boatos têm sido recorrentes nas redes sociais.

Desta vez, a mensagem, divulgada em nome da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), recomenda que os moradores da cidade não saiam de casa a partir das 20h.

O alerta afirma que os membros da facção iniciaram uma guerra contra o poder público. A mensagem foi compartilhada centenas de vezes por outros usuários da rede social. Um deles exibe fotos de armas e de apologia ao crime e uso de drogas.

Reprodução/Facebook
Usuários compartilham mensagem que anuncia toque de recolher no Facebook
Usuários compartilham mensagem que anuncia toque de recolher no Facebook

Em algumas das imagens, nas quais aparecem pés de maconha, o dono do perfil comenta que a planta estava na casa de um amigo. Sobre a mesma foto, ele assume que também plantou um pé na casa dele em conversa com amigos.

O usuário da rede social diz que plantou “uma semente ontem” e que vai chamar os amigos para vê-la quando começar a brotar.

Em outra foto, aparece o ex-policial militar Cabo Bruno, morto a tiros no dia 28 de setembro após ficar 27 anos preso sob a acusação de ter matado ao menos 50 pessoas. O jovem comenta: “POLICIAL BOM É POCIAL MORTO. ta queeeeeimando no inferno agora.”

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informa que não há toque de recolher na capital [paulista] nem na Grande São Paulo. A Polícia Militar também nega a ameaça aos moradores e pede para que as vítimas desses “boatos”, denunciem pelo telefone 190.

A Polícia Civil informou ter recebido a denúncia e que vai investigar o suspeito e se ele tem ligação com facções criminosas.

Mais um golpe do governo tucano na classe policial: NA SURDINA ALCKIMIN OBTÉM SUSPENSÃO DO RECÁLCULO QUINQUENAL E DA SEXTA PARTE…O Governo não quer pagar aos PMs, muito menos recalcular os vencimentos dos Policiais Civis que desde setembro de 2011 ganham muito menos do que seus “primos ricos” 225

Dr., não tem nada a ver com o post, mas creio que seja interessante, embora fale de ações dos policiais militares, acredito que os policiais civis também devem ter entrado com as referidas ações.
Parece que é mais um golpe do governo tucano na classe policial ( Marcos Simões )
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=345192942243886&set=a.121887421241107.22677.100002595489054&type=1

Gilvan Junior
ATENÇÃO POLICIAIS MILITARES!!!
Bom dia á todos! É com gde pesar que hj entro aqui para comunicar-lhes sobre essa péssima notícia q gde parte já deve estar sabendo porém estão sem entender absolutamente nada, e eu através desta postagem vou tentar fazê-los entender: O Estado, representados pelo Governador, Secretário do Planejamento e o Secret. da Fazenda e mais 03 Secretários, entraram com uma l…

iminar para a suspensão dos nossos recálculos, alegando o alto valor que hj saem dos cofres da Fazenda, e alegando ainda que se liberassem os atrasados dos 28 meses da ACS e da AORPM, teriam que desembolsar o equivalente á 2 Bilhões de reais, somente dos atrasados. Diante disso, eles reuniram todos os documentos necessários, foram até Brasília e no fervor da discussão do Mensalão, fando apenas o que era conveniente a eles e oport uno, conseguiram que essa liminar TOTALMENTE ILEGAL fosse assinada. Peço a todos os nossos Associados, muita calma e paciência nesse momento, pois na segunda feira o nosso Presidente – Cb PM Wilson junto com o Adv. Dr Welington Negri estarão tomando todas as providências para que essa liminar seja revertida o qto antes, pois as nossas ações foram julgadas e ganhas em todos as instâncias e recursos. Nesse momento em que tantos irmãos nossos estão tombando todos os dias, não podemos permitir que o Estado nos tire o que conseguimos através de meios LEGAIS, pois para os PMs que já estavam recebendo seus recálculos, digo de Sd á Cel PM, esses valores já entraram no orçamento e despesas da família de cada um. Sinto pela notícia, mas peço a todos que continuem acreditando na ACS e estejam de mãos dadas conosco para que juntos somemos forças contra esse ATO ILEGAL DO GOVERNO! Essa luta é de todos, e tenho certeza q poderei contar com o apoio de cada um de vcs! Obrigado á todos

RETP TURBINADO PM x RETP TUCANO PC

 

SUSPENSÃO DE TUTELA ANTECIPADA 678 SÃO PAULO

REGISTRADO :MINISTRO PRESIDENTE

REQTE.(S) :ESTADO DE SÃO PAULO

PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

REQDO.(A/S) :TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS CABOS E SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO – ACSPMESP ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI E OUTRO(A/S) INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA E REFORMADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI

DECISÃO: vistos, etc. Trata-se de pedido de suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000. Pedido, este, formulado pelo Estado de São Paulo e pela Caixa Beneficente da Polícia Militar – CBPM, com fundamento no art. 15 da Lei nº 12.016/2009.

2. Arguem os requerentes que a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados da Polícia Militar do Estado de São Paulo impetraram mandados de segurança coletivos contra atos do Diretor do Departamento de Despesa e Pessoal da Polícia Militar. Ações que visavam à “ampliação da base de cálculo dos adicionais temporais que recebem (qüinqüênios e gratificação de sexta-parte), para que referidos benefícios passem a incidir sobre a totalidade de seus vencimentos e proventos, excetuadas as parcelas eventuais”. Alegam que as seguranças foram concedidas pelas 9ª e 12ª Câmaras de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Acórdãos contra os quais foram interpostos recursos extraordinários. Aduzem ainda que os interessados protocolaram pedidos de execução provisória dos acórdãos, o que acabou por ser deferido nos autos dos Agravos de Instrumento n. 0024498- 83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000.

3. Apontam os autores a ocorrência de grave lesão à ordem e economia públicas. É que o “imediato cumprimento das seguranças concedidas, determinando o recálculo dos adicionais temporais aos policiais militares ativos, inativos e pensionistas, independentemente do trânsito em julgado da decisão concessiva da ordem” viola os “artigos 2º b da Lei 9494/97 e § 2º do artigo 7º c/c § 3º do artigo 14 da Lei Federal 12.016/09, dispositivos que vedam a execução provisória contra o Poder Público de decisão que implique em pagamento de qualquer natureza e em extensão de vantagem”. Ademais, a execução dos acórdãos gera um inesperado “impacto financeiro bilionário à Fazenda Pública estadual, pois o custo desses pagamentos pode atingir cerca de R$ 1.497.027.950,73 (um bilhão, quatrocentos e noventa e sete milhões vinte e sete mil novecentos e cinquenta reais e setenta e três centavos)”. Daí requerem a suspensão dos acórdãos impugnados.

4. Feito esse aligeirado relato da causa, passo à decisão. Fazendo-o, pontuo, de saída, que o pedido de suspensão de segurança é medida excepcional prestante à salvaguarda da ordem, da saúde, da segurança e da economia públicas contra perigo de lesão. Lesão, esta, que pode ser evitada, “a requerimento de pessoa jurídica de direito público interessada ou do Ministério Público”, mediante decisão do “presidente do tribunal ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso”. Daqui já se percebe que compete a este Supremo Tribunal Federal apreciar somente os pedidos de suspensão de liminar e/ou segurança quando em foco matéria constitucional (art. 25 da Lei nº 8.038/90). Mais: neste tipo de processo, esta nossa Casa de Justiça não enfrenta o mérito da controvérsia, apreciando-o, se for o caso, lateral ou superficialmente.

5. Ora, no caso dos autos, parece estar-se diante de matéria constitucional, devido a que se discute a interpretação do inciso XIV do art. 37 da CF. Competente, assim, este Supremo Tribunal Federal para a análise do pedido de suspensão. Também configurada, a meu ver, a grave lesão à ordem e economia públicas. É que, de fato, a execução de diversos acórdãos concessivos de aumento de vantagens pecuniárias a servidores públicos, antes de seu trânsito em julgado, acaba por comprometer, seriamente, as finanças públicas, a braços com despesas geralmente avultadas e algumas delas imprevistas. Mas não é só: exatamente a fim de evitar esse quadro de descontrole orçamentário, a Lei nº 12.016/2009 proíbe a execução provisória de sentenças concessivas de mandado de segurança em casos como o destes autos (§ 2º do art. 7º c/c § 3º do art. 14).

6. Ante o exposto, defiro o pedido para suspender a execução dos acórdão proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383- 49.2011.8.26.0000, até o trânsito em julgado dos processos.

Comunique-se. Publique-se.

Brasília, 26 de outubro de 2012.

Ministro AYRES BRITTO

Presidente

Documento assinado digitalmente

 

*Vírus na Radio Showtime* 10

Date: Fri, 2 Nov 2012 15:02:04 -0200

Subject: Re: *Vírus na Radio Showtime*

From: To: showtime.radio@hotmail.com
João,

Eu, Marcelo Tibério, responsável e dono do servidor que hospeda o site da rádio Showtime, lhes informo que no último dia 26 o site da referida rádio foi invadido.
Esta invasão teve como objetivo, redirecionar os acessos do showtimeradio.com.br para o site argoauto.net, o qual é um site composto de conteúdo  malicioso.
Todos os que acessaram o site da Radio Showtime podem ficar tranquilos, pois além do problema já ter sido resolvido, o servidor no qual se encontra o domínio da Showtime é muito bem protegido e graças a esta segurança, o site malicioso foi bloqueado pelos navegadores.
E mais, providências já estão sendo tomadas em relação ao IP da máquina no qual foi a responsável por esta invasão.
Sem mais,
Marcelo Tibério
Gerente de Tecnologia
Pool Web Work

Jornal O Globo quer ” cariocar ” São Paulo , mas mentir não vale 11

Milícia disputa com traficantes controle  de caça-níqueis em SP

Grupo criminoso teria participação de PMs  aposentados e da ativa

Cleide  Carvalho

Publicado:1/11/12 – 22h41
Atualizado:1/11/12 – 23h03
Investigação. Polícia apura ação de milícia na periferia e relação com onda  de violênciaFutura Press / Carlos Pessuto
SÃO PAULO – Uma disputa entre dois grupos pela cobrança de propinas na  operação de máquinas caça-níqueis pode estar por trás da onda de violência na  Grande São Paulo. De um lado, a facção que domina os presídios paulistas. De  outro, uma milícia formada por policiais militares (PMs) aposentados e da ativa,  criada inicialmente como grupo de extermínio e que, agora, tenta dominar  territórios, a exemplo da facção, numa das atividades mais tradicionais da  corrupção policial: o jogo do bicho e os caça-níqueis.O principal negócio da facção é o tráfico de drogas, cujo movimento é  estimado em R$ 6 milhões por mês. Porém, os caça-níqueis se tornaram rentáveis,  e a propina aumentou de R$ 50 para R$ 400 por mês em menos de um ano, o  suficiente para atrair concorrência. A briga pelos jogos de azar foi relatada ao  GLOBO por um agente público ameaçado de morte pelos bandidos. A Secretaria de  Segurança Pública informou que desconhece a existência da milícia. Uma fonte do  alto escalão do governo, porém, confirmou o conhecimento do grupo e a  investigação sobre ele pelas execuções dos últimos dias.A facção paulista domina extensas áreas da periferia. Vende drogas e oferece  à população promessa de segurança. Seus líderes ditam as regras e impedem  assaltos de bandidos avulsos e drogados, que roubam para sustentar o vício. Se  alguém desobedece, é punido. Quando a facção domina um bairro, faz chegar a  todos que, daquele momento em diante, qualquer assalto ou ato violento deve ser  comunicado ao grupo, não à polícia. Assim, impõe a lei do silêncio. Como oferece  segurança ao comércio local, alguns líderes da facção decidiram que cabe a ela,  portanto, receber pela operação das máquinas caça-níqueis.

Em São Paulo, costuma-se dizer que não é preciso ter brigas porque há espaço  para todos. A propina do jogo de azar é paga tradicionalmente a policiais civis  corruptos. De olho em áreas rentáveis, a milícia de PMs teria tentado cobrar  pelos caça-níqueis na favela de Paraisópolis, no bairro do Morumbi, considerada  o principal “hipermercado” da cocaína na capital pela proximidade com os  consumidores mais ricos. Francisco Antonio Cesário da Silva, o Piauí, apontado  como integrante da facção e com poder justamente em Paraisópolis, foi preso em  Itajaí (SC), em agosto, acirrando os ânimos.

O jogo de azar prosperou em São Paulo nos últimos dois anos com a  modernização dos equipamentos. No lugar das máquinas antigas, grandes e,  portanto, visíveis, surgiu uma nova, do tamanho de um micro-ondas, feita com  tela de LCD e de fácil transporte. Na maioria dos locais, geralmente pequeno  comércio da periferia, ela só é colocada em operação depois das 18 horas. Estão  disponíveis até em açougues, segundo o agente público ameaçado. O valor do jogo  varia de R$ 1 a R$ 10. O ganho com cada máquina fica entre R$ 4 mil e R$ 15 mil  por mês.

— A sociedade tem que cobrar dos políticos mudanças firmes na legislação,  para garantir a investigação até o fim e a segurança de quem investiga. Tenho de  punir um funcionário que não é um funcionário qualquer. Ele está com a arma na  mão. Quando dou voz de prisão, peço a arma. Naquele segundo, ele pode entregar  ou atirar. Não sou um chefe comum — desabafa um integrante da cúpula da polícia  paulista.

Ele diz que é difícil dizer até que ponto a milícia está envolvida na onda de  violência porque há muitos boatos. Em 2010, a polícia chegou perto de prender um  integrante da milícia, mas como era apenas suspeito, foi solto pela  Justiça.