João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
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Ouvidoria oculta lista com policiais jurados de morte 39
Nossa Região
Relação de nomes inclui seis investigadores, dois delegados e quatro policiais militares de São José; carta está desde março com o Comando da PM
Wilson Silvaston
A T E N Ç Ã O – Foi interceptada uma ligação na areá do 16, que haverá ataques nas bases e Cias. Nesta noite. 83
91º ? – Mais um policial militar acaba de ser brutalmente assassinado na Capital…Enquanto isso Geraldinho e Ferreirinha dormem serenos – cercados por dezenas de policiais militares fortemente armados – em camas de reis…( serenos ou chapados de pinga ?) 49
Mais um PM morto na área da 4ª do 8º BPMM, por volta da 1h00, ( SEM CONFIRMAÇÃO ).
Coincidência: dos ex-oficiais que exerceram o cargo de Secretário de Segurança nenhum prestou…Todos acabaram envergonhando a farda e fodendo as polícias ! 39
90º – Policiais Militares estão sendo chacinados em razão da cupidez de Antonio F.P. e do subserviente 1º escalão do governo Alckmin que vê placidamente o PSDB chafurdar em sangue…Num país sério Geraldo e Pinto estariam na cadeia ! 48
PARABÉNS GERALDO ALCKIMIN…PARABÉNS FERREIRA PINTO
Marta Umbelina , 44 anos , 20 de corporação, foi baleada na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, por volta de 21h30 deste sábado (3), segundo informações da 3ª companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar. A policial estava com roupas de civil e de folga no momento do ataque. Atingida por pelo menos seis tiros no dorso, tórax e abdômen.
Segundo a PM, a policial estava à paisana e chegava em casa, acompanhada da filha, quando foi retirada a força do carro. Os criminosos dispararam ao menos nove tiros contra a militar e fugiram.
A filha começou a gritar pedindo socorro e vizinhos levaram a policial ao Hospital Geral de Vila Penteado. Segundo a PM, a soldado morreu a caminho do hospital.
Deixa três filhos adolescentes.
JORNAL SANTISTA DEU MAIOR FURO – Polícia Militar desmente prisão de suspeito de matar Fukuhara 17
Investigação
De A Tribuna On-line
A Polícia Militar desmentiu na tarde deste sábado as informações de que um policial estaria detido na Corregedoria da PM, em São Paulo, suspeito de matar o sargento Marcelo Fukuhara, de 45 anos. A denúncia havia sido feita em reportagem da TV Tribuna.
Em nota, a PM esclarece: “as investigações sobre este caso estão a pleno vapor e de forma incansável, contudo ainda não chegamos a uma indicação conclusiva sobre a autoria do crime”.
Secretaria de Segurança – mais uma vez – encomenda defesa à Veja do ” ex-promotor de Justiça e ex-oficial da Polícia Militar Antonio Ferreira Pinto” que sempre negou a “guerra” com o PCC …( corrigindo: Procurador de Justiça e Oficial PM da reserva ) 55
Polícia
O que está por trás dos atentados do PCC em São Paulo
Reportagem de VEJA desta semana explica razões para onda de assassinatos que já vitimou 88 policiais. E por que os criminosos devem recuar em breve
Por Laura Diniz
A ROTA NA RUA – Na favela São Remo, em São Paulo, policiais buscam bandidos que mataram um PM da tropa de elite
(Clayton de Souza/Estadão conteúdo)
A guerra velada que estourou entre policiais e criminosos nas últimas semanas em São Paulo tem origem em duas mudanças. A primeira foi a troca de comando na Secretaria de Segurança Pública paulista, em março de 2009. Ao assumir a pasta, o ex-promotor de Justiça e ex-oficial da Polícia Militar Antonio Ferreira Pinto fez uma faxina na cúpula da Polícia Civil, então às voltas com escândalos de corrupção, e definiu o combate ao crime organizado como uma de suas prioridades. Para isso, integrou os vários departamentos de inteligência – o da polícia Civil, o da Militar e o da Secretaria de Administração Penitenciária, que monitora os presos – e elegeu a Rota como a tropa que o ajudaria a efetivar seu plano. Grupo de elite da PM paulista, a Rota não tem uma região de atuação específica – então, pode ser acionada para agir em determinado crime ou para executar operações previamente planejadas. Sua primeira operação sob o comando de Ferreira Pinto, em abril de 2009, resultou na prisão de dezoito bandidos da facção criminosa PCC. Assim como a escolha de Ferreira Pinto para o comando da secretaria, a união de esforços entre as polícias foi uma mudança positiva – aumentou a eficiência da repressão ao crime em geral e às ações do PCC em particular. Mas cobrou o seu preço.
Da parte da Rota, houve comprovados abusos, como na operação feita em maio deste ano em uma favela na Zona Leste de São Paulo. Nela, um criminoso do PCC, já rendido, foi executado às margens da Rodovia Ayrton Senna, conforme investigação da polícia (os policiais acusados pelo crime estão presos). O episódio serviu de pretexto para que lideranças menores do PCC ordenassem a matança de policiais. “Se for executado um (integrante do bando) será executado 2 policial (sic)”, dizia um dos bilhetes vindos de criminosos que passaram a circular em favelas da Zona Sul de São Paulo. Numa delas, a de Paraisópolis, a polícia encontrou na semana passada um conjunto de papéis supostamente pertencentes ao PCC. Eles incluíam uma lista com o nome e a rotina de quarenta policiais, prováveis alvos do bando.
Até agora, as investigações apontam que os maiores líderes do PCC, como o detento Marcos Willians Camacho, o Marcola, não têm envolvimento nos crimes. Há tempos a facção criminosa deixou em segundo plano a prática de extorquir presos para se dedicar à muito mais lucrativa atividade do tráfico de drogas. Marcola e companhia sabem que o tumulto prejudica os negócios.
E reside aí a certeza de especialistas de que a onda de assassinatos de policiais está prestes a ceder. O PCC visa ao lucro. A guerra traz prejuízo. Sendo assim, em breve seus líderes deverão ordenar um recuo. A polícia, mesmo tendo perdido 88 dos seus desde o início do ano, não fará o mesmo
A prova da preocupação com a vida dos policiais: PMs de São Paulo têm de fazer “rodízio” de coletes à prova de bala…( Alckimin pedirá para Dilma mandar novos coletes ) 26
03/11/201208h39 PMs de São Paulo têm de fazer “rodízio” de coletes à prova de bala
Em Araçatuba (SP)
Comunicar erroImprimir Os policiais militares do Estado de São Paulo estão sendo obrigados a fazer um “rodízio” no uso de coletes à prova de balas no horário de serviço. Isso ocorre porque o equipamento de proteção individual está em falta e o comando da PM ainda não conseguiu fazer a reposição das peças. Uma licitação em andamento prevê a entrega de 35 mil peças –60% na região de Araçatuba (a 527 km da capital paulista).
Até o ano passado, cada PM tinha um colete exclusivo, de uso individual. Mas recentemente eles foram retirados dos soldados porque muitos estavam com data de validade vencida e a quantidade que sobrou não era suficiente para atender toda a tropa.
Outro problema foi uma determinação do comando da PM que obrigou a tropa a usar colete com capa azul por baixo da farda. Mas o uso foi rejeitado porque causava imobilidade, desconforto e até micose. O comando revogou a medida, mas já tinha retirado da corporação as capas de cor marrom e, como é proibido usar colete com capas da mesma cor da farda, a falta do equipamento se agravou mais ainda.
Para evitar que homens ficassem sem a proteção, os comandos da PM então recolheram os coletes dos militares, adotando a chamada “operação arma-desarma”. Com isso, os coletes passaram a ficar nos quartéis, com o militar usando o equipamento somente no horário de serviço. “O problema mais grave é que deixamos de usar esses coletes na ida ou vinda do trabalho, que também são momentos de risco. E também porque muitas vezes pegamos alguns com tamanho maior ou menor, que não se encaixam corretamente no nosso corpo”, declarou um PM que trabalha em Araçatuba. A reclamação é a mesma em outras regiões. O PM recebe o colete quando entra em serviço e o entrega para outro colega quando sai.
PM Em nota, a corporação confirmou o problema ocorrido na licitação, mas não deu detalhes. A assessoria da PM não informou quantos comandos no Estado estão enfrentando a falta do equipamento, mas a informação de um oficial, que pediu para não ser identificado, é de que apenas um lote, dos três da licitação, seria entregue em 16 de outubro para o Comando de Policiamento Metropolitano Leste (CPAM-4) e ao Comando de Policiamento do Interior/Litoral (CPI-6).
Os outros comandos receberiam os equipamentos em outros dois lotes, marcados para ontem (2) e para 2 de dezembro. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
CHEIRO DE ARMAÇÃO – Suspeito de executar sargento Fukuhara é um policial militar…( Cadê as armas, quedê os cúmplices; qual o motivo para PM matar PM daquela maneira ) 28
Policial Militar
Acusado de assassinar o sargento Fukuhara é detido pela Corregedoria
A polícia divulgou ontem que já tem um suspeito pela execução do sargento Marcelo Fukuhara, de 45 anos. Trata-se de um policial militar, que conforme informações da TV Tribuna, já está recolhido na Corregedoria da corporação, em São Paulo. O suspeito já seria acusado de envolvimento em outros crimes.
O sargento Marcelo Fukuhara foi executado no início da madrugada de 7 de outubro, quando caminhava próximo à empresa da sua mulher, na Ponta da Praia, em Santos. Ele estava com o cachorro da família e carregava duas pistolas na cintura, mas não teve tempo para reação. Os tiros que o atingiram vieram de dois fuzis, disparados por ocupantes de um carro de luxo preto.
http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=171674&idDepartamento=11&idCategoria=0
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Só falta ser o mesmo policial militar suspeito de retalhar a fuzil o cabo Fábio Apolinário , em fevereiro de 2011.
Daqui a pouco a vítima virará ladrão, podem escrever.
Assim ficando tudo conforme a versão oficial para a maioria dos casos: ACERTO DE CONTAS ENTRE BANDIDOS.
A Polícia nunca mentiu tanto.
Só acredito vendo!
Secretaria de Segurança Pública informa que não há toque de recolher…MAS POR CAUTELA EVITEM SAIR DE CASA ! 36
02/11/2012-22h19
Polícia investiga usuários que anunciam toque de recolher em redes sociais
FELIPE SOUZA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Polícia Civil investiga um grupo de usuários que anunciou um toque de recolher na cidade de São Paulo pelo Facebook. Esses boatos têm sido recorrentes nas redes sociais.
Desta vez, a mensagem, divulgada em nome da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), recomenda que os moradores da cidade não saiam de casa a partir das 20h.
O alerta afirma que os membros da facção iniciaram uma guerra contra o poder público. A mensagem foi compartilhada centenas de vezes por outros usuários da rede social. Um deles exibe fotos de armas e de apologia ao crime e uso de drogas.
| Reprodução/Facebook | ||
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| Usuários compartilham mensagem que anuncia toque de recolher no Facebook |
Em algumas das imagens, nas quais aparecem pés de maconha, o dono do perfil comenta que a planta estava na casa de um amigo. Sobre a mesma foto, ele assume que também plantou um pé na casa dele em conversa com amigos.
O usuário da rede social diz que plantou “uma semente ontem” e que vai chamar os amigos para vê-la quando começar a brotar.
Em outra foto, aparece o ex-policial militar Cabo Bruno, morto a tiros no dia 28 de setembro após ficar 27 anos preso sob a acusação de ter matado ao menos 50 pessoas. O jovem comenta: “POLICIAL BOM É POCIAL MORTO. ta queeeeeimando no inferno agora.”
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informa que não há toque de recolher na capital [paulista] nem na Grande São Paulo. A Polícia Militar também nega a ameaça aos moradores e pede para que as vítimas desses “boatos”, denunciem pelo telefone 190.
A Polícia Civil informou ter recebido a denúncia e que vai investigar o suspeito e se ele tem ligação com facções criminosas.
Mais um golpe do governo tucano na classe policial: NA SURDINA ALCKIMIN OBTÉM SUSPENSÃO DO RECÁLCULO QUINQUENAL E DA SEXTA PARTE…O Governo não quer pagar aos PMs, muito menos recalcular os vencimentos dos Policiais Civis que desde setembro de 2011 ganham muito menos do que seus “primos ricos” 225
Dr., não tem nada a ver com o post, mas creio que seja interessante, embora fale de ações dos policiais militares, acredito que os policiais civis também devem ter entrado com as referidas ações.
Parece que é mais um golpe do governo tucano na classe policial ( Marcos Simões )
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=345192942243886&set=a.121887421241107.22677.100002595489054&type=1

SUSPENSÃO DE TUTELA ANTECIPADA 678 SÃO PAULO
REGISTRADO :MINISTRO PRESIDENTE
REQTE.(S) :ESTADO DE SÃO PAULO
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
REQDO.(A/S) :TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS CABOS E SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO – ACSPMESP ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI E OUTRO(A/S) INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA E REFORMADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI
DECISÃO: vistos, etc. Trata-se de pedido de suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000. Pedido, este, formulado pelo Estado de São Paulo e pela Caixa Beneficente da Polícia Militar – CBPM, com fundamento no art. 15 da Lei nº 12.016/2009.
2. Arguem os requerentes que a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados da Polícia Militar do Estado de São Paulo impetraram mandados de segurança coletivos contra atos do Diretor do Departamento de Despesa e Pessoal da Polícia Militar. Ações que visavam à “ampliação da base de cálculo dos adicionais temporais que recebem (qüinqüênios e gratificação de sexta-parte), para que referidos benefícios passem a incidir sobre a totalidade de seus vencimentos e proventos, excetuadas as parcelas eventuais”. Alegam que as seguranças foram concedidas pelas 9ª e 12ª Câmaras de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Acórdãos contra os quais foram interpostos recursos extraordinários. Aduzem ainda que os interessados protocolaram pedidos de execução provisória dos acórdãos, o que acabou por ser deferido nos autos dos Agravos de Instrumento n. 0024498- 83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000.
3. Apontam os autores a ocorrência de grave lesão à ordem e economia públicas. É que o “imediato cumprimento das seguranças concedidas, determinando o recálculo dos adicionais temporais aos policiais militares ativos, inativos e pensionistas, independentemente do trânsito em julgado da decisão concessiva da ordem” viola os “artigos 2º b da Lei 9494/97 e § 2º do artigo 7º c/c § 3º do artigo 14 da Lei Federal 12.016/09, dispositivos que vedam a execução provisória contra o Poder Público de decisão que implique em pagamento de qualquer natureza e em extensão de vantagem”. Ademais, a execução dos acórdãos gera um inesperado “impacto financeiro bilionário à Fazenda Pública estadual, pois o custo desses pagamentos pode atingir cerca de R$ 1.497.027.950,73 (um bilhão, quatrocentos e noventa e sete milhões vinte e sete mil novecentos e cinquenta reais e setenta e três centavos)”. Daí requerem a suspensão dos acórdãos impugnados.
4. Feito esse aligeirado relato da causa, passo à decisão. Fazendo-o, pontuo, de saída, que o pedido de suspensão de segurança é medida excepcional prestante à salvaguarda da ordem, da saúde, da segurança e da economia públicas contra perigo de lesão. Lesão, esta, que pode ser evitada, “a requerimento de pessoa jurídica de direito público interessada ou do Ministério Público”, mediante decisão do “presidente do tribunal ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso”. Daqui já se percebe que compete a este Supremo Tribunal Federal apreciar somente os pedidos de suspensão de liminar e/ou segurança quando em foco matéria constitucional (art. 25 da Lei nº 8.038/90). Mais: neste tipo de processo, esta nossa Casa de Justiça não enfrenta o mérito da controvérsia, apreciando-o, se for o caso, lateral ou superficialmente.
5. Ora, no caso dos autos, parece estar-se diante de matéria constitucional, devido a que se discute a interpretação do inciso XIV do art. 37 da CF. Competente, assim, este Supremo Tribunal Federal para a análise do pedido de suspensão. Também configurada, a meu ver, a grave lesão à ordem e economia públicas. É que, de fato, a execução de diversos acórdãos concessivos de aumento de vantagens pecuniárias a servidores públicos, antes de seu trânsito em julgado, acaba por comprometer, seriamente, as finanças públicas, a braços com despesas geralmente avultadas e algumas delas imprevistas. Mas não é só: exatamente a fim de evitar esse quadro de descontrole orçamentário, a Lei nº 12.016/2009 proíbe a execução provisória de sentenças concessivas de mandado de segurança em casos como o destes autos (§ 2º do art. 7º c/c § 3º do art. 14).
6. Ante o exposto, defiro o pedido para suspender a execução dos acórdão proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383- 49.2011.8.26.0000, até o trânsito em julgado dos processos.
Comunique-se. Publique-se.
Brasília, 26 de outubro de 2012.
Ministro AYRES BRITTO
Presidente
Documento assinado digitalmente
Não adianta esconder a farda e mostrar a bota 20
*Vírus na Radio Showtime* 10
Date: Fri, 2 Nov 2012 15:02:04 -0200
Subject: Re: *Vírus na Radio Showtime*
From: To: showtime.radio@hotmail.com
João,
Jornal O Globo quer ” cariocar ” São Paulo , mas mentir não vale 11
Milícia disputa com traficantes controle de caça-níqueis em SP
Grupo criminoso teria participação de PMs aposentados e da ativa
Cleide Carvalho
Em São Paulo, costuma-se dizer que não é preciso ter brigas porque há espaço para todos. A propina do jogo de azar é paga tradicionalmente a policiais civis corruptos. De olho em áreas rentáveis, a milícia de PMs teria tentado cobrar pelos caça-níqueis na favela de Paraisópolis, no bairro do Morumbi, considerada o principal “hipermercado” da cocaína na capital pela proximidade com os consumidores mais ricos. Francisco Antonio Cesário da Silva, o Piauí, apontado como integrante da facção e com poder justamente em Paraisópolis, foi preso em Itajaí (SC), em agosto, acirrando os ânimos.
O jogo de azar prosperou em São Paulo nos últimos dois anos com a modernização dos equipamentos. No lugar das máquinas antigas, grandes e, portanto, visíveis, surgiu uma nova, do tamanho de um micro-ondas, feita com tela de LCD e de fácil transporte. Na maioria dos locais, geralmente pequeno comércio da periferia, ela só é colocada em operação depois das 18 horas. Estão disponíveis até em açougues, segundo o agente público ameaçado. O valor do jogo varia de R$ 1 a R$ 10. O ganho com cada máquina fica entre R$ 4 mil e R$ 15 mil por mês.
— A sociedade tem que cobrar dos políticos mudanças firmes na legislação, para garantir a investigação até o fim e a segurança de quem investiga. Tenho de punir um funcionário que não é um funcionário qualquer. Ele está com a arma na mão. Quando dou voz de prisão, peço a arma. Naquele segundo, ele pode entregar ou atirar. Não sou um chefe comum — desabafa um integrante da cúpula da polícia paulista.
Ele diz que é difícil dizer até que ponto a milícia está envolvida na onda de violência porque há muitos boatos. Em 2010, a polícia chegou perto de prender um integrante da milícia, mas como era apenas suspeito, foi solto pela Justiça.










