A puta linda e o delegado milionário – Departamentos Especializados na Corrupção de Alto Luxo 3

 

Os anos passam , governos mudam , mas a Polícia Civil – embora cada vez mais decrépita – continua nas mãos das mesmas pessoas.

O clube fechado dos valorosos especiais sem mérito!

Cada vez pior!

Atualmente , embora se apresente como de extrema-direita anticorrupção – o governo deste Estado insiste em manter as estruturas policiais que há décadas se prestam a desservir a coletividade e a envolver a Polícia Civil em rotineiros e ruidosos  casos de corrupção.

Hoje , abafados por uma Corregedoria Geral submissa .

Castrada!

Corregedoria que dá sobrevida de longos anos para policiais criminosos.

Bandido policial – rico – só perde o cargo depois de recorrer até Supremo Tribunal Federal.

Mas que penaliza rigorosamente , em poucos meses, infrações inofensivas.

Isso quando não se dedica a perseguir violentamente os desafetos que não dançam a música tocada pela Administração.

Verdadeiramente, é intolerável o sigilo das atividades e investigações  do DIPOL , DEIC,DENARC e DPPC.

Ainda mais grave as apurações preliminares de denúncias anônimas feitas por eles para eles.

Por qual razão?

Debochadamente , se alega que o sigilo decorre do fato de envolvimento da intimidade de pessoas ( VIPs ) ou eventuais prejuízos para as investigações. 

Que investigação?

As mesmas das empresas de transportes que se refestelam com dinheiro público?

Lavagem de dinheiro do tráfico ou corrupção administrativa com desvio de verbas públicas e superfaturamento do preço das passagens pagas pelo povo?

Se verdade for lavagem de dinheiro do tráfico muito pior, pois certamente os DEPARTAMENTOS ESPECIALIZADOS há anos sabem das atividades criminosas e , obviamente , enriquecem com o dinheiro do PCC .

Elaborando documentação de polícia judiciária – quando necessário – para extorsão de renomados bandidos.

Quem pode nos garantir que a sigilosidade das atividades nesses órgãos especializados não s4 destina exatamente para tal fim , ou seja ,  usar as investigações para extorquir e obter apoio político-partidário.

Com efeito, o CRIME financia a campanha de muitos políticos; policiais, inclusive!

Esses Departamentos dirigidos por autoridades “diferenciadas” –  de regra empresários de consultorias  vindos de famílias abastadas –  mais se assemelham a prostíbulos de luxo!

Verdadeiramente, mulher muito bonita não é puta…

É modelo fotográfico!

Delegado rico não é ladrão …

É sempre empresário, fazendeiro ,  herdeiro ou parente de Desembargador!

 

 

A Polícia Civil não “segue” dinheiro para combater o crime organizado…”Persegue” dinheiro para encher saco e lavar a burra…Obviamente, não há trouxas no Ministério Público!

Laboratório de Inteligência de SP “segue” dinheiro para combater o crime organizado

Com as investigações do LAB-LD, a Polícia Civil já identificou R$ 2,9 bilhões com indícios de procedência ilícita em 2023

Sáb, 18/11/2023 – 13h05 | Do Portal do Governo 

Qual é o significado e a origem da expressão 'lavar a burra'? - Quora

É no 18º andar do Palácio da Polícia Civil de São Paulo que fica o “cérebro” financeiro de boa parte das investigações contra a lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio no Estado. O andar recém-inaugurado concentra quase 40 analistas de inteligência financeira que, por razões de segurança, não aparecem no dia a dia da instituição.

A partir das investigações realizadas pelo LAB-LD, sigla para Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro, a Polícia Civil identificou neste ano, até outubro, R$ 2,9 bilhões com indícios de procedência ilícita.

As análises são feitas a partir dos pedidos realizados pelos delegados que conduzem inquéritos policiais. Ao identificar uma suspeita de enriquecimento ilícito ou ocultação de patrimônio, o LAB-LD é acionado e, com a quebra de sigilo autorizada pela Justiça, os analistas passam a “seguir” o dinheiro na tentativa de descobrir a origem. O laboratório, com conhecimento técnico e especializado, conduz a apuração e entrega os relatórios prontos para embasar a continuidade das investigações.

“Um dos critérios do relatório é identificar as tipologias de lavagem de dinheiro, os atos de lavagem de dinheiro, que são dinâmicos. A gente tem essa preocupação de procurar o que os criminosos fazem para ocultar ou dissimular a origem dos bens e valores adquiridos com crimes antecedentes”, explicou um dos analistas que prefere não ser identificado.

Em dez meses, foram analisados 792 alvos de investigações no Estado, em sua maior parte organizações criminosas — totalizando quase 50 mil contas bancárias. De todo o montante identificado com procedência duvidosa, 40% estão ligados aos crimes de estelionato. O tráfico de drogas aparece em segundo lugar, com 35%, furto qualificado e crime contra a economia popular acumulam 10% cada.

Mudança de perfil

Os analistas do centro de inteligência tentam desvendar a mudança de perfil nos crimes envolvendo lavagem de dinheiro. Em 2022, um terço do valor analisado (R$ 1,5 bilhão) era de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas, enquanto que estelionato respondia a 26% do total de recursos.

Num primeiro momento, a explicação está diretamente relacionada ao período da pandemia de Covid-19, onde os crimes praticados usando os meios digitais cresceram exponencialmente em todo o país. Desde o ano passado, as investigações avançaram contra os criminosos, gerando pedidos de análise de contas dos envolvidos e da estrutura financeira das quadrilhas.

Conforme a instituição, o aumento nesses registros “decorre da facilidade com que o criminoso tem de praticar um golpe, seja virtual ou presencial”. O uso da tecnologia também favorece o crescimento dos estelionatos, já que “tem um risco muito baixo para prisão, porque dificilmente tem um contato pessoal que permite uma identificação mais fácil.”

Enfrentamento à estrutura financeira do crime organizado

O foco principal do trabalho do LAB-LD é investigar as organizações criminosas que se utilizam dos meios “legais” para lavar dinheiro obtido com o tráfico de drogas e outros crimes. “É um problema de âmbito nacional com repercussão internacional”, afirmou um dos analistas do laboratório de inteligência. “Aqui esses casos recebem prioridade alta para ter uma resposta mais rápida para a investigação.”

As investigações tentam levantar a origem do dinheiro e de qual forma ele foi utilizado para financiar a estrutura dessas organizações que atuam no Estado e fora do país também, principalmente, por meio do tráfico de drogas.

“Desarticular financeiramente o crime organizado é o nosso principal objetivo, já que romper a cadeia ilícita evita grandes e pequenos delitos”, afirma o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite. “Nossas estratégias são embasadas na Teoria Econômica do Crime, do economista norte americano Gary Becker, o qual afirma que para diminuir o intento de cometer crimes, é necessário que ele deixe de ser compensatório financeiramente ao criminoso, já que todo delito parte de uma decisão racional entre os ganhos e as perdas após o cometimento dele”, conclui.

Uma das frentes de atuação dos analistas é usar a tecnologia para se antecipar ao crime organizado. Na rotina de investigações, a equipe se dedica a acompanhar quais são as novas tecnologias empregadas pelas quadrilhas “para entender o que pode ser usado para a prática criminosa e se antecipar em relação àquilo que poderá ser utilizado pelo crime.”

A espinha dorsal do trabalho de investigação da origem dos recursos é o SIMBA, um conjunto de processos, módulos e normas para tráfego de dados bancários entre instituições financeiras e órgãos governamentais, desenvolvido e disponibilizado pelo Ministério Público Federal através de acordo de cooperação técnica.

Os registros solicitados são disponibilizados para os estados, que são transferidos de forma segura para a instância local do SIMBA de cada instituição solicitante e visualizados na forma de relatórios garantindo a confidencialidade dos dados.

O GAECO requisitou GATE, COE, CHOQUE, CANIL E ROTA…Deixando de fora o “Derrete” e a senilitude confortavelmente aboletada no DEIC, DENARC , DIPOL; etc …O Ministério Público não quer – NÃO NECESSITA – de nenhum apoio da Polícia Civil, salvo da Corregedoria ( sem o finado NESTOR PARTIU TARDE ) quando prende policiais corruptos…Quem – além do bandido – quer o apoio de delegados apadrinhados por políticos BOLSONARISTAS ? 1

Operação contra PCC teve “Tropa do Derrite” e Polícia Civil excluída

Secretário de Segurança Pública convocou Gate, COE, Choque, Canil e Rota, mas deixou de fora a Polícia Civil, que costuma apoiar o Ministério PúblicoVeículo da Rota em SPVeículo da Rota em SPDivulgação/ SSP

Pedro DuranPedro Venceslau da CNN

11/04/2024 às 03:47

Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo / Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Operação Fim da Linha, que prendeu seis pessoas e cumpriu 52 mandados de busca e apreensão contra investigados por fazerem parte da rede montada pelo PCC no transporte público de São Paulo, teve uma atenção especial do Secretário de Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite.

Para a operação, Derrite decidiu escalar as forças especiais da Polícia Militar (PM): Gate, GOE, Canil e Rota. O grupo tem sido chamado nos bastidores da polícia e da política como “Tropa do Derrite”, especialmente depois de movimentações feitas pelo secretário na cúpula das forças de segurança e da PM do estado.

Por outro lado, a Polícia Civil, que costuma fazer esse tipo de operação, dando apoio ao Ministério Público, foi excluída da operação.

Fontes ligadas à ação disseram à CNN que o tema era “ultra sensível” e que a escolha da elite da PM foi cirúrgica, para evitar qualquer tipo de vazamento que pudesse atrapalhar as prisões e as buscas e apreensões programadas pelo Ministério Público.

CNN descobriu detalhes que até agora não tinham sido revelados sobre os bastidores dessa operação, a maior já feita pelo Ministério Público do estado contra o crime organizado.

As informações foram reveladas por pessoas ligadas à investigação e à operação e estavam sendo até agora mantidas em sigilo pelos envolvidos.

Tudo começou com a alteração de um pacto entre MP e PM, feito em 2006. Foi em meados de 2023 que o acordo foi renovado, fortalecendo a PM como força de apoio para os promotores, especialmente na investigação e operações contra o crime organizado.

Por parte do MP, a atuação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo, o Gaeco. Na PM, as informações foram concentradas no Centro de Inteligência da Polícia Militar, o CIPM.

Foram convocados o Gate, que atua em ocorrência com reféns, o COE, que tem atuação bem sucedida em áreas rurais, o Batalhão de Choque, que age em locais com grande público, como manifestações e brigas de torcida nos arredores de estádios de futebol, o canil da PM e a Rota, que teve atuação marcante na Operação Verão, que deixou 56 mortos na Baixada Santista.

Foram mais de 340 agentes mobilizados para os mais de 50 locais que foram alvo da Operação Fim da Linha.

Os grupos de policiais se dividiam de 4 a 8 agentes, a depender do local direcionado. Foram convocados mais policiais para um endereço que tinha quatro salas comerciais ou outro que tinha cinco apartamentos, por exemplo.

As unidades convocadas têm o tratamento mais especializado e acesso aos melhores equipamentos à disposição da Polícia Militar. Drones fizeram o sobrevoo e o mapeamento dos locais dias antes da chegada dos policiais para comparar imagens de satélites e mapas com a realidade local.

A estratégia foi usada, por exemplo, em uma garagem de ônibus onde a PM queria ter certeza das dimensões.

A “Tropa do Derrite” recebeu uma orientação clara meses atrás, quando a ação desta quarta-feira começou a ser desenhada: manter o menor tráfego de informações possível, para garantir o sigilo da operação.

Policiais militares com mais experiência e, consequentemente, mais antigos na corporação, foram escalados prioritariamente. Um dos pontos que preocupava os envolvidos era o alto risco de hostilidade às forças de segurança durante a operação, o que não aconteceu, já que os trabalhos terminaram sem feridos ou registro de conflitos.

Foram meses de monitoramento dos chefes do PCC envolvidos com o esquema de lavagem de dinheiro envolvendo as duas empresas de ônibus que atendiam cerca de 350 mil pessoas por dia e receberam mais de R$ 800 bilhões só no ano passado.

Com a autorização da Justiça, os sigilos telefônico e telemático dos suspeitos foram quebrados.

Também foram usados softwares estrangeiros adquiridos pela PM e câmeras com reconhecimento facial para descobrir o paradeiro exato dos criminosos investigados.

As fontes ouvidas pela CNN afirmam: a operação foi bem sucedida, mas a investigação ainda vai continuar por muito tempo porque há novos desdobramentos previstos para serem explorados.

“Advogado Militar” afina e pede perdão ao Ministro Alexandre de Moraes…Ainda confessa na PF que para sobreviver , além de defender PMs, advoga para membros do PCC

Moraes pleiteia indenização de R$ 50 mil

O Advogado Celso Machado Vendramini afirmou, em audiência de julgamento de PMs acusados de assassinato, que Alexandre de Moraes é “advogado do PCC”

 

Homem com camiseta marrom, cabelos grisalhos e óculos, de braços cruzados - Metrópoles

O ministro do STF Alexandre de Moraes , recentemente, propôs ação indenizatória em desfavor do ex-PM e advogado criminalista Celso Machado Vendramini , pleiteando o valor de R$ 50 mil por danos morais, posto que , durante discurso de extrema-direita como se estivesse em palanque eleitoral , chamou o Ministro de “advogado do PCC”; insinuando que bons tempos eram os anos dos militares no governo , pois hoje o PCC é quem administra o Brasil. 

Vendramini cometeu o suposto ilícito civil e criminal no dia 12 de julho no plenário do Fórum da Barra Funda.

A afirmação mentirosa “macula a honra objetiva do ministro” e , desde então, vem sendo repetida mundo afora.

Além dessa ação indenizatória o “advogado militar” está sendo investigado pela Polícia Federal .

Ao prestar declarações , como todo PM , tentou se retratar debochadamente …

Vendramini é o mesmo que fez ofensa homofóbica contra promotora de justiça!

Enfim, lhe falta escrúpulos e recursos intelectuais!

E coragem de honrar o que fala!

Atire primeiro, pergunte depois é a política do governador Carioca e do seu capitão com 10 anos de serviço – como chaveirinho – que manda em Coronel… A defesa tá fácil : O PM morto assaltava nas horas vagas! 22

PM de folga é morto por outro policial na zona sul de São Paulo

Do UOL, em São Paulo

Chaveiro Rota

30/03/2024 16h51

Um policial militar de folga foi baleado e morto por outro PM na Vila Andrade, zona sul de São Paulo.

O que aconteceu

O cabo Rahoney Vieira, 31, morreu na sexta-feira (29) após levar um tiro de um colega na rua Maria José da Conceição. De acordo com SSP (Secretaria da Segurança Pública), os policiais militares avistaram Vieira, sem trajes militares, abordando um veículo parado.

Um dos policiais atirou contra o companheiro, que chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo. O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial. Ainda segundo a SSP, a morte já está sendo investigada pelo DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa).

O policial de folga estaria apontando uma arma para um veículo. “Um dos policiais do patrulhamento interveio e atingiu o PM de folga. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos”, afirmou a SSP, em nota.

Não se sabe a circunstância da abordagem realizada pelo PM de folga. A suspeita é que o cabo tenha sido confundido com um criminoso.

Vieira servia no COE (Comando e Operações Especiais) de São Paulo. O policial era integrante do 4º BPChq (Batalhão de Polícia de Choque), segundo a SSP. Ele ingressou na PM em 2014.

O policial morto já serviu no mesmo batalhão do colega que o baleou. Conforme apurado pelo UOL, o cabo compartilhou, horas antes de sua morte, um vídeo em que fala do período que atuou no 16º BPM/M. Sua passagem por lá foi de aproximadamente um ano.

Infelizmente minha passagem foi meio curta, foi apenas um ano. Lá é uma escola de polícia. Vai aprender muita coisa lá [16ºBPM/M]. Recomendo trabalhar lá. Têm excelentes policiais excelentes professores de polícia, patrulheiros.Rahoney Vieira, em publicação no Instagram

Vieira deixa esposa e filho. Nas redes sociais, colegas e amigos do policial prestaram homenagens e descreveram o policial como “profissional exímio que amava e defendia a farda”. De acordo com nota do 4º Batalhão de Choque, o velório do policial vai acontecer amanhã (31).

PM de folga é morto por outro policial na zona sul de São Paulo


 

Nota do Flit –  Chaveirinho é a denominação que se dá para oportunista puxa-saco que se pendura nas bolas dos superiores e chefes !  

Malhação ou queima de Judas – judiação – é odioso ato antissemita , repugnante; anticristão, inclusive! Tradição dos católicos ibéricos prenunciadora do Holocausto !

 

Como se não fosse suficiente a  denominada “Paixão de Cristo” –  teatro de horrores que deveria ser proibido; especialmente para crianças – verificamos saudosistas da “lúdica” malhação do pretenso traidor de Jesus!

Digo pretenso , pois , pessoalmente , não acredito na traição , tampouco no mentiroso julgamento presidido por General Romano que , contra sua própria convicção , atende ao desejo de uma turba de bandidos maltrapilhos…

Lavando as mãos sujas do sangue que faria escorrer por vinte séculos!

Um enredo mentiroso e destruidor de milhões de judeus durante quase 2.000 anos.

Absurdamente , nas redes sociais , com júbilo , se orgulham das gerações passadas que praticavam a animalesca diversão.

Vontade assassina de quem acredita em farsas !

Reclamam que os mais novos desconhecem a “judiação” do Sábado de Aleluia !

Ora, ainda bem que a geração de hoje é melhor do que as antepassadas…

Aliás, quem a praticou , pratica ou pensa que se trata de inocente diversão , não teve pai e mãe; salvo filhos de gente ainda mais disfuncional !

Ainda são os mesmos e vivem como seus pais …

Os meus não admitiam participação ou simples visualização desse assassinato simbólico !

Tampouco a fúnebre procissão!

Verdadeiramente, malhar Judas – judiar ( infligir dor a judeu ) – é ato antissemita, racista , repugnante e contrário aos ensinamentos do judaísmo ensinado por Jesus.

Significa , em essência e aparência , mais uma vingança contra o povo judeu!

Tal brutalidade – de origem Ibérica – é próprio de gente ignorante , desespiritualizada, violenta e desprovida de valores morais.

Quem merece ser malhado são os malhadores …

Gente muito cretina…

Nada cristina!

 

Verdadeiramente, necessário seria refundar a carreira dos Delegados estaduais …Não é caso isolado, o guloso abaixo, além de não saber fazer , é muito conhecido na região por sua “tipagem” e arrogância no úrtimo…Manda meter algema em desempregado devedor de pensão alimentícia; por ser extorsionário deveria ter sido acorrentado para dar exemplo 10

Com efeito , delegado que se argola com GCM e “emprestados” TEM MESMO QUE TOMAR NO MEIO DO CU…

Infelizmente , afirmo por constatação pessoal , nas regiões de Campinas e de Americana , há muitos delegados correndo junto com o pessoal da prefeitura ; por vezes contratados por meio das tais “frente de trabalho ” criadas para se fazer rachadinha .

E de cair o cu quando até se vê uma prostituta de Fazendinhas fazer vez de escrivã-chefe…

O lado bom , a grande maioria dos funcionários municipais não se refestelam com esse tipo de delegado bandido com pose de santidade …

Fazem um bom trabalho pela sua comunidade; não se deixando contaminar por pestilentos engravatados!

Por que a PM não matou o PM traficante ? 1

Com Operação Syren, GAECO mira esquema de tráfico que tinha apoio de agentes públicos

Polícia Federal, 5º Batalhão de Choque (Canil) e as Corregedorias das Polícias Militar e Civil deram apoio aos promotores

25 MAR 24

Na manhã desta segunda-feira (25/3), foi deflagrada a Operação Syren, ação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Polícia Federal, o 5º Batalhão de Choque (Canil) e as Corregedorias das Polícias Militar e Civil. A operação é resultado de investigação que visa a desarticular associação criminosa voltada para o tráfico de drogas. Um investigador do DENARC e um policial militar integravam a associação criminosa.

De acordo com os seis promotores de Justiça que participaram da operação, mais de 100 agentes das forças de segurança deram cumprimento a três mandados de prisão, além de mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo (capital, Itapevi, Campinas, Americana, Santa Bárbara e Araçatuba), Paraná (Araucária), Mato Grosso do Sul (Corumbá) e Bahia (Caraíva). Foram apreendidas, na residência dos policiais, joias, dinheiro e 3,8 kg de haxixe. 

METENDO O CAÔ – Tarcísio de Freitas anuncia 23% de aumento salarial para as Polícias 1

REAJUSTE: Governador anuncia aumento de 23% para servidores

 

Tarcísio de Freitas, do Estado de São Paulo, tornou pública sua iniciativa ao cumprir promessas feitas ao final do ano de 2023

A notícia soou muito bem, ao ser anunciada a majoração dos vencimentos dos servidores da segurança pública em 23%, acrescentando o governador, ao anúncio, em homenagem à categoria: “Estes homens estão na linha de frente e merecem ser valorizados”.

Assim aconteceu, ao final da última quinta-feira (14), a manifestação do governador Tarcísio de Freitas, do Estado de São Paulo, tornando pública sua iniciativa ao cumprir promessas feitas ao final do ano de 2023 de melhorar a remuneração dos policiais.

Tarcísio de Freitas tem deixado claro, nas suas ações, que São Paulo, maior Estado do país, não pode conviver com as ameaças que a bandidagem sempre impõe aos paulistanos.      

AUTOR – https://www.otempo.com.br/blogs/luiz-tito/governador-anuncia-aumento-de-23-para-servidores-i-1.3349458

GAECO manda para a grade Delegado bolsonarista chefe do 1º DP da “Chicago” da RMC…Obviamente , nem o titular de Indaiatuba nem o Seccional de Campinas desconfiavam do bom moço…Da Corregedoria de Campinas é bom nem falar 8

Delegado, policiais e guardas de Indaiatuba são presos em operação contra esquema de extorsão por meio de falsas investigações

Titular do 1º Distrito Policial do município foi preso durante a operação, segundo o Gaeco. Crimes investigados são extorsão, corrupção e organização criminosa. Ação também foi realizada em Itu.

Por Jorge Talmon, Marcello Carvalho, EPTV e g1 Campinas e Região

26/03/2024 07h47  Atualizado há 4 minutos

 

Reproduzir

 

Policiais civis e guardas de Indaiatuba são alvo de operação do MP; delegado foi preso

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP), realizou, na manhã desta terça-feira (26), uma operação contra policiais civis e guardas municipais em Indaiatuba (SP). O delegado titular do 1º Distrito Policial, José Clésio Silva de Oliveira Filho, foi preso, segundo o Ministério Público.

  •  

De acordo com o Gaeco, os crimes investigados são extorsão, corrupção e organização criminosa. No total, foram cumpridos, em Indaiatuba e Itu (SP), 17 mandados e busca e apreensão, além de 13 de prisão temporária.

Os endereços são ligados a policiais civis, guarda municipais e também advogados. Três funcionários comissionados da Prefeitura de Indaiatuba também foram detidosVeja quem são os presos:

  • Delegado titular do 1º DP de Indaiatuba
  • Dois investigadores (uma mulher na casa dela em Itu)
  • Um escrivão
  • Dois guardas municipais
  • Três advogados
  • Três funcionários comissionados de Indaiatuba

O Ministério Público ainda afirmou que a residência do delegado e também a sede do 1º Distrito Policial de Indaiatuba foram alvos de busca e apreensão.

Os policiais civis presos foram levados para a corregedoria da Polícia Civil em Campinas (SP) e os demais para o 1º DP de Indaiatuba. Foram apreendidas armas, dinheiro e documentos.

LEIA MAIS:

A defesa do delegado José Clésio Silva de Oliveira Filho disse que não iria se manifestar ainda porque os autos do processo estão em segredo de Justiça.

Quais eram os crimes?

Segundo o Gaeco, a organização criminosa, formada pelos policiais civis, guardas e advogados de Indaiatuba, invadia estabelecimentos comerciais e extorquia empresários.

O grupo forjava boletins de ocorrência, inquéritos e relatórios de investigação para sustentar exigência de pagamentos como preço de “resgate” de eventuais prisões decretadas ou garantias de não investigação. Veja aqui detalhes do esquema.

Ainda de acordo com o MP, “mais de uma dezena de empresários” foram vitimas de extorsão no período de um ano. Pelo menos 15 promotores de Justiça, 10 servidores do Ministério Público, 94 policiais militares e 19 policiais civis participaram da operação.

O Ministério Público solicitou o bloqueio de valores e sequestro de bens que giram em torno de R$ 10 milhões.

A operação recebeu o nome de “Chicago”, que remete à cidade americana dos anos 20 e 30, quando gangsters governavam a cidade “à base de violência, desprezando a lei e criando fortunas com os crimes”.

Gaeco faz operação contra policiais civis e guardas municipais em Indaiatuba — Foto: Jorge Talmon/EPTV

Gaeco faz operação contra policiais civis e guardas municipais em Indaiatuba — Foto: Jorge Talmon/EPTV

Governador Tarcísio de Freitas escolhe e firma compromisso de fé ao Deus de todos os povos …

SP: governador Tarcísio de Freitas assina adesão à definição internacional de antissemitismo…Atos de ódio contra judeus e negação do Holocausto devem ser severamente repudiados

btnsigagoogle
  •  

Governador Tarcísio de Freitas durante encontro no Palácio dos BandeirantesDivulgação

 

Mais artigos de O Dia

O Diaredacao@odia.com.br

Publicado 16/03/2024 12:22

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, assinou, nesta sexta-feira (15), um documento de adesão à definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Recordação do Holocausto (IHRA), durante o encontro com representantes da comunidade judaica no Palácio dos Bandeirantes.

Participaram da reunião Marcos Knobel, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), Ricardo Berkiensztat, presidente executivo da Fisesp, Cláudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil (CONIB), Sérgio Napchan, diretor da CONIB, Rafael Erdreich, cônsul-geral de Israel, e Hana Nusbaum, do StandWithUs Brasil.

Também estiveram presentes o vice-governador Felicio Ramuth, o chefe da Casa Civil do Governo, Arthur Luís Pinho de Lima, o comissário da Organização dos Estados Americanos (OEA), Fernando Lottenberg, e o advogado Daniel Bialski, entre outros representantes de entidades da comunidade judaica brasileira e do poder público.

Marcos Knobel aponta que este é mais um importante avanço diante dos crescentes atos de ódio contra judeus e a negação do Holocausto registrados em todo o mundo. “Essa atitude do governo de São Paulo em aderir à definição do IHRA é de fundamental importância no combate ao antissemitismo e a todas as formas de discurso de ódio. Mais do que isso, mostra o respeito do governador Tarcísio de Freitas à comunidade judaica que vive em São Paulo, um estado que sempre esteve de braços abertos para nos acolher”, comentou.

Para o presidente da Fisesp, é dever de toda a sociedade combater o ódio, a intolerância e a desinformação. “É papel do poder público e de todos nós, brasileiros, garantir o direito à vida, ao respeito e à coexistência pacífica entre as pessoas”, concluiu.

“O governador Tarcísio de Freitas assinou a adesão, em nome de nosso Estado, para aquele que é talvez uma das maiores referências no combate ao anti-semitismo. Nosso Estado, a partir de agora, aderiu à IHRA, o que representa uma grande contribuição na luta contra a banalização do Holocausto e do anti-semitismo. Neste momento de alta sensibilidade, somos muito gratos ao Governador por esse ato que representa senso de proteção e, acima de tudo, o conceito de cidadania e responsabilidade com a comunidade judaica brasileira”, concluiu o presidente da CONIB, Claudio Lottenberg.

A resolução da IHRA atualmente conta com a adesão de 40 países, entre os quais sete na América Latina, e tem como meta “combater a crescente negação do Holocausto e do combate irrestrito ao antissemitismo” em nível mundial.

Um dos objetivos principais da assinatura de um documento dessa natureza é fazer com que o estado fique autorizado, capacitado e orientado a usar a Definição de trabalho de Antissemitismo da IRHA como recurso educacional para abordar e prevenir atividades relacionadas a preconceitos, discriminação, e neste caso motivados por antissemitismo, e evoluir na direção de uma legislação contundente no sentido de punir situações dessa natureza.