Tá explicado o motivo de Nagashi Furukawa viver perdendo suas ações ( não solta o maço ) … A partir de agora pobre da clientela do “cagueta” 26

TJ-SP afasta desembargador sob suspeita de corrupção

Arthur Del Guércio Filho é acusado de pedir R$ 35 mil para julgar favoravelmente recurso de agravo de instrumento

Quarta, 03 de Abril de 2013, 17h52

Fausto Macedo

SÃO PAULO – O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo decretou nesta quarta feira, 3, o afastamento cautelar do desembargador Arthur Del Guércio Filho, da 15.ª Câmara de Direito Público do TJ. Del Guércio é acusado de pedir R$ 35 mil para julgar favoravelmente recurso de agravo de instrumento.
A denúncia chegou ao desembargador Samuel Alves de Mello Junior, no dia 18 de março. Ele foi procurador pelo juiz de direito aposentado, hoje advogado, Nagashi Furukawa, que relatou o caso.
“O cenário que chegou ao conhecimento da Presidência do Tribunal de Justiça possui contornos sensivelmente graves”, assinala o presidente do TJ, desembargador Ivan Sartori.
O pedido dinheiro teria ocorrido no dia 19 de fevereiro, quando o próprio desembargador Guércio Filho teria telefonado para o escritório de Furukawa.
Em seu próprio gabinete, no prédio do TJ da Avenida Ipiranga, Centro, o desembargador Guércio teria dito à advogada Fabiane Furukawa que estava em situação financeira muito complicada e que “uma credora” exigia o pagamento até o dia seguinte.
“Não estou vinculando à decisão do processo, mas ficaria muito grato se puder me ajudar”, teria dito o desembargador.
No dia seguinte, o desembargador ligou para Nagashi Furukawa que disse que seu cliente não tinha aquele dinheiro. Guércio Filho, então, teria pedido a Furukawa que arrumasse o dinheiro de “seus próprios recursos pessoais”.
“Há prova documental bastante sugestiva dos contatos telefônicos”, observa o presidente do TJ em seu voto pelo afastamento do desembargador sob suspeita de corrupção.
Ao citar outros episódios envolvendo Guércio Filho, o presidente do TJ afirma. “Tudo a sugerir um verdadeiro padrão de comportamento desbordante da mais comezinha postura expectável de um magistrado.”
Reunidos na tarde desta quarta feira, os desembargadores do Órgão Especial do TJ decidiram, por unanimidade, pelo afastamento cautelar de Guércio Filho, abrindo prazo para defesa prévia do colega

Governador do Estado de São Paulo por meio da PGE tentando impedir a reintegração do delegado Marcelo Luis Alves de Freitas, defendido pela advogada Dra. Tania Lis Tizzoni Nogueira, tem pedido rejeitado por votação unânime com implícita advertência de que os argumentos da Procuradoria objetivam “inegável espírito de retardamento” 23

Marcelo acordao embargos

Em mandado de segurança impetrado em face de decreto do governador Geraldo Alckmin, a advogada Dra. Tania Lis Tizzoni Nogueira, sustentando oralmente as razões do remédio constitucional perante o Órgão Especial do Tribunal de Justiça, obteve – por votação unânime – A REINTEGRAÇÃO do delegado  de polícia Marcelo Luis Alves de Freitas.

As comarquinhas mais caras do mundo – CNJ vai estudar extinção da Justiça Militar…( VERDADEIRA ROUBALHEIRA AO ERÁRIO CIVIL ) 11

CNJ vai estudar extinção da Justiça Militar

02/04/13 – 17:54 POR Frederico Vasconcelos – Folha de S. Paulo

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai criar um grupo de trabalho para estudar a possibilidade de propor ao Poder Legislativo a extinção dos tribunais militares dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, e também do Superior Tribunal Militar (STM).

A proposta foi apresentada pelo conselheiro Bruno Dantas e complementada pelo conselheiro Wellington Saraiva.

Segundo informa a assessoria de imprensa do CNJ, a medida foi aprovada por unanimidade durante a Sessão Ordinária desta terça-feira (2/4), quando o plenário julgou um processo administrativo contra dois juízes do Tribunal Militar de Minas Gerais [leia o post ].

O tribunal mineiro é composto por sete desembargadores e seis juízes, consome R$ 30 milhões por ano de recursos públicos, para julgar pouco mais de 300 processos.

De acordo com Bruno Dantas, “a situação escandalosa” se repete no tribunal militar de São Paulo, que consome R$ 40 milhões, e do Rio Grande do Sul, que gasta em torno de R$ 30 milhões, para julgar poucos processos.

Já o Superior Tribunal Militar (STM) consome R$ 322 milhões de recursos públicos com 15 ministros, 962 servidores e julga em torno de 600 processos por ano.

Bruno Dantas ressaltou que o gasto do STM corresponde a um terço do orçamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) , responsável pelo julgamento de grande quantidade de processos.

O diagnóstico da Justiça Militar, incluindo a federal, deve estar pronto em 90 dias. Para o conselheiro Jorge Hélio, esse segmento da justiça exige uma providência.

Durante o debate, os conselheiros também criticaram o Código Penal Militar e as regras de prescrição de crimes.

https://flitparalisante.wordpress.com/2012/11/27/o-tribunal-de-justica-militar-de-sao-paulo-e-a-comarquinha-mais-cara-do-mundo-consome-r-455-milhoes-para-julgar-3-700-acoes-r-1227768-por-acao-contra-r-1-01414-na-justica-comum/

Governador lança projeto para a modernização das delegacias – POLITICAGEM COM O DECAP ? 37

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 3 de abril de 2013 01:26
Assunto: Governador lança projeto para a modernização das delegacias
Para: dipol@flitparalisante.com

 
Quarta-feira, 03 de Abril de 2013

Governador lança projeto para a modernização das delegacias

Medidas reforçam a segurança da população

O governador Geraldo Alckmin lançou nesta terça-feira, 2, o novo plano de gestão do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). O objetivo do projeto é fortalecer a capacidade de investigação e melhorar o atendimento ao público nos distritos policiais.

“Todo dia temos que melhorar a gestão, avançar naquilo que dá certo, aperfeiçoar o que precisa ser aperfeiçoado. O objetivo desta reforma é melhorar a investigação, esclarecimento dos casos e atendimento a quem precisa do serviço de segurança pública”, afirmou Alckmin.

O novo plano foi desenvolvido com a participação dos Consegs e de associações de bairro, levando em consideração as necessidades das populações locais para a análise da situação atual e o desenvolvimento das novas ideias de melhoria.

Com o projeto, os 93 distritos policiais da cidade passarão a registrar todos os tipos de ocorrência durante o dia. À noite, e por 24 horas nos finais de semana e feriados, 27 Centrais de Flagrante e de Polícia Judiciária terão essa atribuição. As mudanças entram em vigor nesta quarta-feira, 3.

O objetivo da proposta – que foi embasada em estudos – é melhorar o atendimento ao público nos distritos policiais e fortalecer a capacidade de investigação. Isso sem descuidar das condições de trabalho e da qualidade de vida dos policiais.

O projeto

Até hoje, 11 Centrais de Flagrante (CF) funcionavam de segunda a sábado, no horário das 7 às 22 horas somente para a elaboração dos flagrantes e termos circunstanciados, apreensão de menores e captura de procurados.

Agora, durante o dia, todas as delegacias poderão registrar os flagrantes e também as outras ocorrências. Além disso, os distritos funcionarão a partir das 8 – e não mais das 7 – até as 20 horas.

A cidade de São Paulo terá 27 Centrais de Flagrantes e de Polícia Judiciária, que atuarão todos os dias da semana apenas à noite: de segunda a sexta-feira, das 20 às 8 horas. Nos fins de semana e feriados, funcionarão durante 24 horas. As atribuições serão: a elaboração de flagrantes, boletins de ocorrência de todas as naturezas criminais e termos circunstanciados, além de apreensões e capturas.

A proposta também pretende um aumento nas equipes que atuam nas Centrais. Atualmente, cada uma tem de três a quatro equipes, formadas por um delegado, dois escrivães e três investigadores. Em abril, as 27 unidades terão cinco equipes por plantão, com um escrivão e um investigador a mais.

Consta do projeto que a proposta visa “superar com vantagem os índices de polícia judiciária atuais (como esclarecimento de casos) e os índices anteriores, sem prejuízo do bom atendimento à população.

Confira a seguir a distribuição das Centrais e as unidades atendidas por elas

1ª Delegacia Seccional:

2ºDP – receberá também casos do 3º e 77º

8ºDP – receberá também casos do 1º, 6º e 12º

78ºDP – receberá também casos do 4º e 5º

2ª Delegacia Seccional:

16ºDP – receberá também casos do 17º e 35º

26ºDP – receberá também casos do 83º, 95º e 97º

27ºDP – receberá também casos do 36º e 96º

3ª Delegacia Seccional:

14ºDP – receberá também casos do 15º e 51º

33ºDP – receberá também casos do 46º e 87º

89ºDP – receberá também casos do 34º, 37º e 75º

91ºDP – receberá também casos do 7º, 23º e 93º

4ª Delegacia Seccional:

13ºDP – receberá também casos do 28º e 40º

20ºDP – receberá também casos do 9º e 19º

72ºDP – receberá também casos do 38º, 45º e 74º

73ºDP – receberá também casos do 39º, 73º e 90º

5ª Delegacia Seccional:

10ºDP – receberá também casos do 21º e 52º

31ºDP – receberá também casos do 30º, 58º e 81º

56ºDP – receberá também casos do 18º, 29º, 42º e 57º

6ª Delegacia Seccional:

11ºDP – receberá também casos do 99º e 102º

47ºDP – receberá também casos do 92º e 100º

98ºDP – receberá também casos do 43º e 80º

101ºDP – receberá também casos do 25º, 48º e 85º

7ª Delegacia Seccional:

24ºDP – receberá também casos do 62º, 64º e 65º

50ºDP – receberá também casos do 59º, 67º e 68º

63ºDP – receberá também casos do 22º, 32º e 103º

8ª Delegacia Seccional:

49ºDP – receberá também casos do 54º e 55º

53ºDP – receberá também casos do 43º e 66º

69ºDP – receberá também casos do 41º e 70º

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Secretaria da Segurança Pública

(11) 3291-6685

www.saopaulo.sp.gov.br

Governo do Estado de São Paulo

Salário da PM diminuiu 45

Boa noite

Hoje (02 de Abril de 2013) ao ver o meu holerite fiquei assustado, simplesmente o meu salário DIMINUIU R$ 80,00, fizeram a palhaçada de incorporar 50% do ALE no PADRÃO e os outros 50% no RETP, não entendi nada, ou melhor entendi tudo.

Vendo essa situação só posso dizer a todos que, INFELIZMENTE SOU SOLDADO DA POLICIA MILITAR.

SEM RESPEITO, SEM DIGNIDADE = COBRANÇAS

att
SD PM (SP)

Ser Delegado de Polícia em São Paulo só é bom negócio para filho de papai, filho de político , filho de delegado e filho da puta… O resto pasta! 24

Enviado em 01/04/2013 as 20:36 – MÁRIO

Notícias 01/04/2013 – Bauru perderá delegados por causa de salário

Carolina Bataier/Agência BOM DIA
carolina.bataier@bomdiabauru.com.br

A briga é antiga e constante: delegados e demais policiais civis do Estado de São Paulo em conflito com o governo estadual por causa dos baixos salários oferecidos por aqui. As informações são do jornal Diário de S. Paulo.

O salário de um delegado da Polícia Civil em nosso estado está entre os piores do Brasil: ficamos em 25º lugar dentre todos os estados da Federação, perdendo apenas para Minas Gerais e Pará.

Como forma de demonstrar a insatisfação da categoria com a falta de valorização dos profissionais, a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) está incentivando os candidatos que desejam fazer a prova para o concurso de delegado no Paraná.

A Associação lançou uma campanha através da qual se compromete a pagar a taxa de inscrição para os profissionais da classe que participarem do concurso público para o cargo no estado vizinho.

Basta o candidato fazer a inscrição e entrar em contato com a Associação para receber o reembolso referente à taxa de inscrição, que é R$ 100. Para os associados, além da inscrição, a Adpesp arcará com as despesas com a viagem e hospedagem até Curitiba, onde serão realizadas as provas. Para não sócios, a entidade patrocinará somente a inscrição.

“A Associação tomou essa decisão à vista da falta de perspectivas de melhoria. Atualmente não existe expectativa de melhorias futuras e falta um plano de carreira. Então não tem jeito, trabalhamos para nossos associados e hoje o melhor é sair de São Paulo”, explica a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro.

Marilda esclarece que desde 2011 a categoria não consegue avançar em mais nenhuma negociação por melhorias.

Neste contexto, a intenção da campanha da Adpesp é mostrar o descontentamento com a situação por aqui. O incentivo é justificável: no Paraná, o salário inicial é de R$ 13.831,10, de acordo com o edital do concurso. Em São Paulo, um delegado de polícia no começo da carreira recebe R$ 5.495,30, de acordo com o edital do último concurso realizado no estado, em 2011. A diferença entres o salário paulista e o paranaense chega a R$ 8.335,80.

Em São Paulo, o salário de muitos delegados com anos de carreira não chega ao que é oferecido aos profissionais paranaenses que estão começando na profissão. “Em mais de 20 anos de carreira, me sinto desmotivado. A gente vai perdendo o brilho”, lamenta um delegado de polícia de Bauru que preferiu não se identificar. Os profissionais atuantes que aceitam falar sobre o assunto temem represálias por parte da Corregedoria do Estado.

“Tenho vinte anos de serviço e não recebo líquido nem a metade do salário inicial de lá”, afirmou outro delegado ouvido pela reportagem.

O bancário Bruno Costa Vicente, formado em Direito em 2008, é um dos candidatos a uma vaga no Paraná. Ele mora em Marília (a 106 km de Bauru) já fez a prova em São Paulo e fica confuso quando pensa nas possibilidades. Levando em consideração a proximidade com a família, ele investiria em uma carreira em São Paulo.

No entanto, quando pensa no salário e na qualidade de vida, não tem dúvidas: a saída é ir para o Paraná. “Vou fazer a prova mesmo pela profissão, apesar da remuneração por lá ser bem atraente”, avalia.

Bons profissionais Em contrapartida aos maus salários pagos por aqui, a presidente da Adpesp garante: São Paulo forma os melhores profissionais da Polícia Civil do país. “Especialmente pelas condições de trabalho que nos são oferecidas, fazemos milagre. Se nós estamos no estado que mais arrecada no país, por que essa desvalorização?”, questiona Marilda.

O BOM DIA solicitou posicionamento do secretário de segurança de Estado a respeito da iniciativa da Adpesp. No entanto, até o fechamento desta edição, não obteve resposta.

A cada 10 dias um delegado de polícia deixa o cargo em SP Não são apenas os profissionais que pretendem se lançar na carreira de delegado que vão fazer a prova do concurso. Há policiais que já estão na profissão e também estão dispostos a disputar uma vaga no Paraná.

De acordo com um levantamento feito pela Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), a cada dez dias, em média, um delegado deixa o cargo. Esses profissionais migram para outros estados ou outras carreiras. Com a defasagem, os profissionais que permanecem no cargo acabam sofrendo com excesso de trabalho.

“O cargo é referente a 40 horas semanais de trabalho, a rigor. Mas pela falta de delegados, estes profissionais acabam ficando à disposição do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirma a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro.

A possibilidade de emprego com salário maior acaba, assim, sendo uma alternativa bastante atraente. “A adesão está muito boa, ainda não temos o número fechado porque as inscrições ainda estão abertas. Está sendo uma grande procura e isso demonstra a insatisfação da classe”, avalia a presidente da Associação.

As inscrições para o concurso de delegado de polícia do Paraná vão até as 23h do dia 8 de abril. São pré-requisitos: o candidato ter bacharelado em Direito; ser brasileiro nato ou naturalizado; ter no mínimo 21 anos e não registrar antecedentes criminais. Mais detalhes podem ser conferidos no edital e a inscrição deve ser feita no site da UEL (Universidade Estadual de Londrina). No total, 26 vagas são oferecidas pelo governo do Estado.

No ato da inscrição é necessário que o candidato escolha a cidade de Curitiba como opção para fazer a prova. O contato com a Associação pode ser feito pelos e-mails cadastro01@adpesp.com.br ou cadastro02@adpesp.com.br. Mais informações também pelos telefones (11) 3367-3727 ou (11) 3367-3746.

Por aqui, vai mal Profissionais desistem dos cargos De acordo com a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro, no último concurso para delegado da Polícia Civil em São Paulo, realizado em 2011, foram chamados 135 delegados. Destes, 28 já desistiram.

13.831 reais é o salário inicial de um delegado de polícia no Estado do Paraná

Já está ruim e ainda pode piorar A atual posição do Estado de São Paulo no ranking dos salários de delegados de polícia é 25º. De acordo com Marilda, a situação pode piorar, já que os estados que estão em situação pior que São Paulo têm plano de carreira para seus profissionais e logo podem apresentar melhores condições de trabalho e salários mais atraentes.

Convite – Diretor do Decap lança plano de nova gestão nesta terça-feira 14

A diretoria do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) lança, às 15 horas desta terça-feira (2), o novo plano de gestão do Departamento. O projeto será apresentado pelo diretor Domingos Paulo Neto, no auditório da Universidade Paulista (Unip) do Jaguaré, na Avenida Torres de Oliveira, 330, zona oeste da Capital. O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, estará presente.

Estão previstas as participações de delegados dos distritos policiais e seccionais do Decap, além de titulares das delegacias de Defesa da Mulher (DDM) e do Idoso. Membros de Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) e de associações também estarão presentes.

Com o projeto, os 93 distritos policiais da cidade passarão a registrar todos os tipos de ocorrência durante o dia. À noite, e por 24 horas nos finais de semana e feriados, 27 Centrais de Flagrante e de Polícia Judiciária terão essa atribuição. As mudanças entram em vigor na quarta-feira (3).

Serviço

Lançamento do novo plano de gestão do Decap

Data e hora: Terça-feira (2), às 15 horas

Local: Universidade Paulista (Unip) do Jaguaré: Avenida Torres de Oliveira, 330, zona oeste da Capital

Governo de São Paulo não cuida da segurança dos funcionários , do patrimônio público e das provas processuais…Unidades da Polícia Civil são verdadeiros depósitos de explosivos e materiais incendiários, sem suporte do Corpo de Bombeiros e equipamentos vencidos como os do IC de Ribeirão Preto 15

Polícia Militar joga pá de cal sobre o DENARC – PM do PSDB encontra 600 quilos de cocaína e leva para a Polícia Federal do PT 116

Só milagre  salvará o DENARC e a Polícia Civil deste estado agonizante.
A pá de cal foi a PM  do PSDB encontrar 600 quilos de cocaína e levar para a Polícia Federal do PT.
O diretor do DENARC deveria entregar o cargo e todos os policiais do órgão deveriam pedir recolha coletiva.
Melhor fechar de vez o DENARC e todas as DISEs ; que fique tudo sob responsabilidade da PM e da PF.

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Polícia apreende meia tonelada de cocaína
numa mansão em Arujá, São Paulo

Márcia Sousa

Policiais militares
apreenderam mais de meia tonelada de cocaína na tarde deste sábado em uma mansão
localizada no centro de Arujá, na região metropolitana de São Paulo. Na casa de
cinco andares, os agentes encontraram um laboratório para refino da
droga.

De acordo com o tenente Pedro Hiran, da Rota, a polícia chegou ao
local após receber uma denúncia anônima. Não havia ninguém na casa. Segundo ele,
era forte o cheiro de produtos químicos na residência. “Eles montaram um
laboratório na cozinha da churrasqueira, com todos os equipamentos para o refino
da droga. Era uma casa de alto padrão, com piscina e uma jacuzzi”, afirmou o
policial.

Alguns vizinhos disseram à polícia que percebiam a movimentação
estranha no local há mais de um ano. Vários veículos chegavam durante a noite e
havia muito barulho na madrugada.

Ao analisar algumas correspondências
encontradas na residência, a polícia foi até um dos endereços e prendeu um
suspeito, que era foragido da polícia por estelionato. A ligação dele com o
grupo será investigada pela Polícia Federal. A suspeita é que a quadrilha seja
responsável por tráfico internacional de droga

 

 

 

 

QUEM DÁ LUZ PRA CEGO É A PM!…Tópico para debate sobre essa incorporação de 50% do ALE no salário-base sem lei votada e aprovada com redução do ADICIONAL a fim de replicar no RETP 147

Enviado em 30/03/2013 as 17:54 – Nairobi Area

QUEM DÁ LUZ PRA CEGO É A PM!

Aos incautos, prestem bem atenção:

A incoporação de 50% do ALE no salario-base não tem nada haver com aumento, em nenhum momento o Governo do Estado direcionou nesse sentido, tanto que não fez alarde e devidamente macomunado com representantes classistas, que não querem perder o desconto da mensalidade na folha de pagamento, se calaram e nada falam sobre afim de manter a sintonia com o inquilino do Palácio dos Bandeirantes.

A incorporação do 50% do ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO no salário-base para ser replicado em 100% no REGIME ESPECIAL DE TRABALHO POLICIAL é conta macabra, pois para quem não sabe o GOVERNO DO ESTADO andou perdendo na justiça AÇÕES PARA INCORPORAR EM 100% O ALE NO SALARIO-BASE em 1ª instância, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo(TJSP) e no STJ – diversas ações onde é obrigado à incorporar o ALE no salário-base para fins de cálculo do RETP, QUINQUÊNIO E SEXTA-PARTE(que muitos PMs recebiam e quando a folha passou para Fazenda e Spprev foram cortados).

Ocorre que o calculo correto é o da PM, e por isso vem sendo reiterado em diversas decisões judiciais conforme a interpretação da Lei que cria o RETP:

Lei 10291/68 | Lei nº 10.291, de 26 de novembro de 1968 de São Paulo

Institui na Secretaria da Segurança Pública, o Regime Especial de Trabalho Policial para os ocupantes de cargos, funções, postos e graduações indicados e dá outras providências

Artigo 3.º – Aos servidores referidos no artigo 2.º desta lei, ficam atribuídas, pelo enquadramento no Regime Especial de Trabalho Policial, gratificações na seguinte conformidade:

II – 100% (cem por cento) sobre as respectivas referências de vencimentos aos titulares dos demais cargos, funções e graduações:

Há dois caminhos sendo traçados pelos advogados na Justiça e a primeira é delinear que o ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO nada mais é do que aumento salarial disfarçado, tanto que após 2011 passou a ser pago inclusive aos policiais aposentados e reformados, onde perdeu seu caráter PRO LABORE FACIENDO e pedem por conta disso a incorporação no salário-base para fins de calculo do RETP/QUINQUÊNIO/SEXTA-PARTE.

Numa segunda linha alguns Advogados pedem a aplicaçãos do calculo do RETP sobre os VENCIMENTOS como é o mencionado na referida lei, e doutrinariamente VENCIMENTO e VENCIMENTOS são coisas distintas, lembrando que os ganhos das ações de quinquênio acontecem por conta dessa palavra contida no artigo 129 da Constituição Estadual do Estado de São Paulo.

Resumindo com a incorporação do ALE no salário-base aconteceria a correta aplicação legal e o policial passaria a perceber o devido pelo governo do estado nos seus vencimentos.

Incorporando 50% no salário-base o governo reconhece o inegável caráter salarial do ALE, contudo não faz o calculo correto e faz o servidor ter de ir buscar na justiça seus direitos.

Além do mais jogam por terra uma forma de baliza do ALE devido aos Investigadores e Escrivães por terem exigência em Lei de curso superior para ingresso à carreira, com o ALE recebidos pelas outras carreiras N.U(R$1.575,00).

Sobre o RETP, ele não instrumento de escravidão não, que saibam os policiais que inclusive ele limita o policial à jornada semanal de 44 horas semanal e o Adicional de Insalubridade prevê jornada semanal de 40 horas.

Portanto os policiais tem o direito de recálculo do ADICIONAL DE INSALUBRIDADE pois atualmente é pago o valor de R$13,07 de adicional de insalubridade por hora trabalhada pelo policial e como no RETP a maioria dos policiais trabalham na jornada de 44 horas semanais, ou seja, 4 horas a mais na semana deverá haver um ‘plus’ de R$52,29 por semana de trabalho e que resultará no calculo correto de R$209,18 por mês, retroativo prescricionalmente aos últimos 60 meses(5 anos).

Agora é assim, cada um correr atrás de seu advogado, combinar honorários, recolher as custas e ir atrás porque do céu não cai nada.

Inclusive peço gentilmente ao Dr. Guerra que criasse um tópico sobre essa incorporação de 50% do ALE no salário-base sem lei votada e aprovada com redução do ADICIONAL afim de replicar no RETP.

Obrigado.

Grampear telefone é ‘só em último caso’, diz chefe da PF 12

30/03/2013-03h30

Flavio Ferreira de São Paulo

Depois de sofrer derrotas na Justiça que anularam operações sob a acusação de violar direitos individuais, a Polícia Federal defende atualmente um novo padrão de investigações, buscando abrir mão de técnicas invasivas como as escutas telefônicas.

“Grampo só em último caso”, disse em entrevista à Folha Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da instituição.

Ele chefiava a Superintendência Regional da PF em São Paulo em 2008 e 2009, quando foram deflagradas no Estado as operações Satiagraha e Castelo de Areia.

A primeira, sobre crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas. A segunda, sobre suspeitas de fraude a licitações e corrupção envolvendo executivos de construtoras e políticos.

Sergio Lima/Folhapress
Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da Polícia Federal, em entrevista exclusiva à Folha, no seu gabinete em Brasília
Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da Polícia Federal, em entrevista exclusiva à Folha, no seu gabinete em Brasília

Nesses casos, a PF foi acusada por advogados de abusar de técnicas invasivas, como escutas telefônicas e quebra de sigilos. As operações foram anuladas pela Justiça.

Coimbra considera que “as críticas foram injustas” porque, mesmo na época, os inquéritos com interceptações eram minoria –0,5%, diz ele.

“Nos últimos anos a Polícia Federal aprendeu com os erros e mudou procedimentos”, diz Oslain Campos Santana, chefe da Dicor (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado) da PF, que acompanhou Coimbra na entrevista à Folha.

O atual formato das operações, afirma, sofreu influência direta do Poder Judiciário.

A maior das operações, a Castelo de Areia, foi anulada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) sob a alegação de que começou com denúncia anônima e isso não seria suficiente para justificar as investigações subsequentes com técnicas invasivas.

PRISÕES E BUSCAS

Embora evite críticas ao trabalho dos antecessores na PF, na prática a atual direção defende um modelo oposto ao empregado no começo das grandes operações policiais.

O diretor-geral da PF afirma que foi dada uma orientação para maior “seletividade” no pedido de prisões, porque um número excessivo de detidos pode tumultuar inquéritos e ações judiciais.

Diz ainda ter adotado uma nova política para as buscas em casas e escritórios. “O importante atualmente não é saber o que deve ser apreendido, mas o que não deve ser apreendido”, defende.

As grandes operações da PF com ampla divulgação e nomes sugestivos (como Anaconda e Têmis) ganharam destaque no governo Lula.

O novo modelo defendido pela direção da PF, agora na gestão Dilma Rousseff, é “evitar operações gigantescas”. O ideal, segundo Coimbra, é a abertura de inquéritos específicos se houver vários crimes de natureza diferente –para que as apurações fiquem “mais objetivas”.

Segundo Oslain Santana, antes algumas grandes operações duravam até três anos. Agora há um prazo ideal de até um ano.

PORTO SEGURO

Outra nova orientação é a de que, se surgirem políticos ou outras pessoas com foro privilegiado nas apurações, as informações sobre eles devem ser separadas logo no início para envio aos tribunais competentes, que abrirão procedimentos investigatórios próprios. Essa medida, diz a PF, traz mais agilidade.

Após completar dois anos no comando da instituição, Coimbra afirma que a operação Porto Seguro (que investigou um esquema de compra de pareceres em órgãos federais), no fim de 2012, já seguiu a nova de linha de atuação.

“A princípio, não havia a necessidade de realizar escuta na operação, pois havíamos conseguido provas documentais a partir do relato do denunciante do caso”, diz.

Mas, segundo ele, os grampos foram pedidos à Justiça –em caráter excepcional– porque o delator do esquema avisou a PF que estava sendo procurado por um acusado.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress


Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1254591-grampear-telefone-e-so-em-ultimo-caso-diz-chefe-da-pf.shtml

João Alkimin – CORREGEDORIA, CASA CORREGEDORA OU CASA PERSEGUIDORA…( o número de interceptações telefônicas feitas agora pela corregedoria subiu assustadoramente ) 125

CORREGEDORIA, CASA CORREGEDORA OU CASA PERSEGUIDORA

A mesma corregedoria que instaurou inúmeros processos contra o Delegado Conde Guerra, e contra vários policiais, a mesma Corregedoria que desnudou e submeteu uma escrivã a nudez e tortura psicológica é a mesma corregedoria que quando alertada que Policiais do DENARC estavam supostamente envolvidos com traficantes nada fez.

Causa-me estarrecimento se verdade for e prefiro acreditar que seja um erro a informação de que os referidos policiais haviam desviado três toneladas, ou seja, três mil quilos de cocaína.

Chega a ser tão absurdo , que fere a inteligência do homem médio,  que policiais tenham desviados tal quantidade de entorpecentes e tenha passado despercebido ao Diretor, a seus assistentes, aos divisionários e aos titulares de Delegacia tal fato.

Mais grave ainda foi a omissão da Corregedoria que informada, nada fez.

Não era essa Corregedoria dirigida pelo Delegado Délio Montresor e subordinada ao gabinete do Secretário que se jactava de não perdoar a nada e nem a ninguém.

Não foi essa mesma Corregedoria que instaurou procedimento para apurar suposto crime contra a honra praticada pelo Delegado Conde Guerra quando era público e notório que a notícia tinha sido dada pela Rede Globo.

Não foi essa mesma Corregedoria que levou policiais a se suicidarem por não aguentarem mais a pressão.

Alguma coisa há que mudar.

Não é mais possível convivermos com um departamento que somente instaura e pune aqueles que escolhe; sem se preocupar com a realidade dos fatos ou pelo menos em fazer parecer que age buscando a verdade real ou mesmo que seja um arremedo de justiça.

Por outro lado informou-me um policial federal que é mentira que a operação que culminou com a prisão de policiais civis tenha sido feita juntamente com a Polícia Civil; esta só soube das prisões depois de  terem sido efetuadas.

É possível embora não seja crível que a corregedoria não soubesse que um dos policiais foi proprietário de uma boate bem em frente aquela casa censora e já havia sido investigado, provavelmente somente a Corregedoria não lembra disso.

Comenta-se também que o número de interceptações telefônicas feitas agora pela corregedoria subiu assustadoramente, será que seu diretor sabe disso ou isso está sendo feito a sua revelia. Por outro lado é extremamente deselegante e antiético um delegado corregedor pedir ao Dr. Domingos que está diretor do DECAP a cabeça de um titular de Distrito porque entendeu não ter sido bem recebido e para que não haja desculpas o titular era o Dr. Kasseb titular do 77º DP que foi jogado no DENARC, quem puder ou quiser que me desminta e já deixo claro que não tenho nenhuma relação de amizade com o Dr. Kasseb.

Dr. Blazeck vou lhe contar uma história que o senhor já deve conhecer, mas para bom entendedor meia palavra basta: ” Nos anos 70 era presidente do Chile o senhor Salvador Allende. Em dado momento o presidente aceitou a renúncia de seu chefe do exército General Carlos Pratts e atendendo a pedidos nomeou Augusto José Ramón PInochet Ugarte que depois de duas semanas o derrubou e o levou ao suicídio, não contente mandou também assassinar ao General Pratts.”

Ainda existe a justiça poética,  o General Pinochet nomeou como chefe da polícia secreta conhecida pelo nome de DINA, o Coronel Manuel Contreras que passado algum tempo quando processado teve como primeira atitude dizer que todas as atrocidades que havia cometido fora a mando do Presidente ditador.”

Esta na hora do senhor Delegado Geral dizer a que veio à população e os próprios policiais civis não aguentam mais a maneira como as coisas estão ocorrendo, não sei se é verdade ou mentira, prefiro acreditar que seja mentira, mas comenta-se que mesmo para nomeação de um titular de distrito é necessário “Nihil obstat” do secretário para depois se dar o “ imprimatur” no diário oficial.

Gostaria de lembrar-lhe senhor delegado geral, que nossa constituição é absolutamente clara não dando margem a interpretações. Em seu artigo 144, parágrafo 4º que diz de forma taxativa que as polícias civis serão dirigidas por um Delegado de Polícia de carreira, pois o secretário de segurança pública é cargo eminentemente político.

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

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