Primavera Turca! Só turco fodendo essa merda, Maluf, Kassab, Haddad, Alckmin!
ronaldo bressane
http://ronaldobressane.com/2013/06/14/por-gentileza-tirem-geraldo-alckmin-do-poder/
Primavera Turca! Só turco fodendo essa merda, Maluf, Kassab, Haddad, Alckmin!
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— Por gentileza, meu querido, o senhor poderia atravessar a via? Obrigado.
Na hora acusei o baque. Aquele policial militar me chamava de “meu querido”, pedia “por gentileza” e ainda agradecia
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Arquidiocese de SP
Estadão Conteúdo
A Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo divulgou carta aberta ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ao prefeito Fernando Haddad (PT) na qual classifica a violência como “inadmissível” e critica a Rota. A ONG de Direitos Humanos Conectas disse que “denunciará o caso aos relatores da ONU”.
A Rede Nossa São Paulo espera que o protesto sirva para melhorar o transporte público. “Estamos discutindo esse problema há anos, mas só o que vemos é a Prefeitura e o governo estadual gastando milhões em pontes e túneis para carros”, diz o coordenador de Democracia Participativa da Rede, Maurício Piragino.
Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace, também vê uma oportunidade real de conseguir mudanças nos transportes. “A tarifa foi apenas o estopim de uma demanda reprimida, que é a necessidade de um transporte coletivo melhor.”
No próximo ato, marcado para segunda-feira, 17, no Largo da Batata, além de criticar o aumento da passagem, os jovens também se posicionarão pelo direito de manifestação e contra a repressão policial. Até a noite de sexta-feira, 14, 122 mil internautas já haviam confirmado participação no protesto.
O comandante-geral da PM, coronel Benedito Roberto Meira, admitiu que não sabe “que dimensão e qual magnitude terá a próxima manifestação”. Mas afirmou que manterá a Tropa de Choque como uma “reserva estratégica” para atuar no protesto.
Pro bono
Um grupo de advogados criou um movimento no Facebook para angariar profissionais que possam atuar, pro bono, para entrar com habeas corpus em favor de manifestantes presos nos protestos. Até as 20h desta sexta-feira, 14,, mais de 3 mil advogados e estudantes de Direito já haviam se colocado à disposição das ações.
DE SÃO PAULO
O último dos 13 manifestantes que foram presos nos protestos da última terça-feira (11) contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo, o jornalista Raphael Sanz Casseb, 26, foi colocado em liberdade provisória nesta sexta-feira (14).
Ele é acusado de ter colocado fogo numa guarita da Polícia Militar na região da avenida Paulista e foi solto após pagar fiança de oito salários mínimos (R$ 5.424).
Segundo seu advogado, Geraldo Santamaria Neto, o valor foi pago com recursos da família, sem ajuda do Movimento Passe Livre, que organiza as manifestações.
Santamaria Neto disse ainda que o valor da fiança arbitrada pela delegacia –inicialmente em R$ 20 mil– é abusivo e que a Justiça foi “negligente”. Segundo ele, a juíza responsável pelo alvará de soltura só chegou ao fórum às 14h.
“A impressão é que o processo foi retardado para que ele ficasse preso mais tempo”, disse o advogado.
Ele afirmou que Casseb foi ferido por policiais militares no momento da prisão, mas que foi “bem tratado” na delegacia.
LIBERADOS
Na quinta-feira (13), a Justiça havia mandado soltar os outros 12 manifestantes que estavam presos sob acusação de terem participado de atos violentos nas manifestações da última terça-feira em São Paulo.
O juiz Eduardo Pereira Santos Junior considerou que não havia elementos para caracterizar que o grupo havia praticado o crime de formação de quadrilha, o único motivo que permitiria que eles continuassem presos provisoriamente.
“Não faz o menor sentido acusar de formação de quadrilha pessoas que não se conheciam e que se encontraram na avenida Paulista para protestar”, diz o advogado Alexandre Pacheco Martins.
A Folha apurou que a acusação de formação de quadrilha foi feita por delegados com a intenção de mandar uma mensagem aos manifestantes: a de que eles seriam tratados de forma mais dura.
Dez dos manifestantes soltos também foram acusados de dano ao patrimônio público. Os outros dois são acusados de ter agredido o policial militar Wanderlei Vignolli. Eles foram indiciados por desacato, lesão corporal e por danificar o patrimônio público ao pichar as paredes do Tribunal de Justiça.
A dupla, o artista Daniel Silva Ferreira, 20, e o editor Ederson Duda da Silva, havia sido enviada à penitenciária de Tremembé e foi solta no começo da noite de ontem.
PARTIDOS
A polícia identificou entre os presos e detidos nos protestos de terça-feira dois militantes filiados ao PSOL e um do PT. A interpretação da polícia é que não seguiam orientações partidárias.
Um dos filiados ao PSOL é o jornalista Pedro Ribeiro Nogueira, 27, do portal Aprendiz. O outro é Vinicius Orelano Fernandes, que foi detido por desacato e liberado. O petista é o professor Ildefonso Hipólito Penteado, 43.
O PT diz que ele entrou no partido em 1995, mas não renovou a filiação em 2000 e por isso não tem direito a voto em questões internas.
Sobre Nogueira, o PSOL diz que, apesar de o jornalista ainda constar da lista de filiados ao partido da Justiça Eleitoral, ele já havia formalizado o seu desligamento do partido
HELOISA BRENHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Atualizado às 23h11.
A Corregedoria da Polícia Militar abriu sindicância para apurar a ação de um policial que aparece em um vídeo batendo com um objeto contra a janela de um carro de polícia.
As imagens foram gravadas durante a manifestação contra o aumento das tarifas do transporte em São Paulo nesta quarta (13) e foram postadas por volta das 22h no mesmo dia.
O vídeo teve mais de 160 mil visualizações até as 17h15 e causou polêmica nas redes sociais, onde levantou-se a suspeita de que a PM teria danificado o próprio carro da corporação para culpar os manifestantes.
Policial golpeia carro da corporação
As imagens mostram um grupo de seis policiais parados ao redor de um carro de polícia no meio da rua da Consolação, na região central da cidade. Um deles se aproxima do vidro traseiro do veículo e o golpeia com um objeto. Não é possível ver se o vidro se quebra.
O policial militar filmado batendo no vidro de um carro da corporação não buscava causar estragos ao veículo, afirmou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella. O vídeo foi divulgado na internet e teve grande repercussão nas redes sociais.
“Já temos a apuração. Ele [PM] não estava quebrando. Na verdade ele estava tirando os estilhaços de um vidro já quebrado durante a manifestação. Isso já está esclarecido”, disse Grella.
Se for considerado responsável após sindicância Corregedoria da PM, o policial pode passar por processo administrativo e criminal por danificar o patrimônio público.
O quarto dia de protestos contra a alta da tarifa de transporte em São Paulo foi marcado pela repressão violenta da Polícia Militar, que deixou feridos manifestantes, jornalistas –sete deles da Folha— e pessoas que não tinham qualquer relação com os atos.
Manifestantes repetiram as cenas de depredação dos protestos anteriores, danificando ônibus e uma agência bancária na avenida Angélica. Ao todo, 192 manifestantes foram detidos. Segundo o Movimento Passe Livre, cem pessoas ficaram feridas
DAMASCO É AQUI
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Agência Estado | 13/06/2013 21:32:59

Uma repórter do jornal Folha de S. Paulo foi baleada no olho com uma bala de borracha na noite desta quinta-feira durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo. Segundo Giuliana Vallone, da TV Folha, ela estava em um estacionamento na rua Augusta quando uma viatura da Rota se aproximou em baixa velocidade e um PM que estava no banco de trás atirou contra ela. Internada no Hospital Sírio-Libanês, ela não corre risco de perder a visão.

Repórteres do Estado de S. Paulo também presenciaram ações questionáveis da Rota. Dois deles foram alvos de uma ação semelhante, na qual uma viatura se aproximou e disparou bombas de gás lacrimogêneo tentando acertá-los. Não havia conflito e nenhuma concentração de manifestantes na ocasião.
A Secretário de Segurança Pública de SP, Fernando Grella, afirmou em nota que determinou que a Corregedoria da Polícia Militar apure episódios envolvendo fotógrafos e cinegrafistas durante a manifestação
MATHEUS LEITÃO
DE BRASÍLIA
O grupo de trabalho criado para discutir o poder de investigação do Ministério Público e das polícias escreveu uma proposta nesta quinta-feira (13), mas a redação final não é consenso nas duas categorias.
Esse relatório, com sugestões para subsidiar mudanças na PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 37 –que versa sobre o tema– será discutido agora separadamente entre os procuradores e os policiais.
Coordenador do grupo, o secretário de Reforma do Judiciário, Flávio Caetano, explicou que “não há mais tempo ou espaço para mudança do texto”.
“O que sai hoje é um texto final que agora os membros da corporação vão dizer se aceitam ou não”, disse.
Criado para discutir “o aperfeiçoamento da investigação” após acirramento da disputa entre o Ministério Público e a Polícia Federal, o grupo se reunirá no dia 18 pela última vez quando as corporações dirão se aceitaram ou não as mudanças.
As categorias estão pressionadas pelo ultimato do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que afirmou que a emenda será votada no dia 26 pelo plenário da Casa, com ou sem acordo.
Segundo o texto de duas páginas, ao qual a Folha teve acesso, o Ministério Público poderá promover investigação criminal extraordinariamente, quando houver risco de comprometimento da apuração policial.
Essas investigações do Ministério Público serão feitas ªmediante a controle judicialº e deverão obedecer ªnormas legais aplicáveis ao inquérito policialº, como o prazo de trinta dias renováveis.
Antes de apresentar a denúncia, os procuradores poderão fazer diligências complementares ao fim do inquérito policial. O mesmo já acontece hoje.
“Se eles não aceitarem o texto, o grupo vai dizer: não houve acordo e agora o Congresso segue o seu [ritmo] normal”, disse Caetano.
Ao sair da reunião, o presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), Alexandre Camanho, afirmou que “refuta a palavra consenso”. “Há diferença de percepções, mas houve aproximações. É o resultado final do grupo”, disse Camanho.
“Chegamos o mais próximo de um consenso, com bastante equilíbrio”, afirmou Fernando Segóvia, representante da Polícia Federal.
HISTÓRICO
O grupo foi criado porque no formato atual a emenda tira o poder de investigação do Ministério Público e limita esta atribuição apenas às polícias civis e federal.
Os procuradores poderão somente solicitar ações no curso do inquérito policial e supervisionar a atuação da polícia.
Órgãos de controle, tais como TCU (Tribunal de Contas da União) e CGU (Controladoria Geral da União), também poderão remeter diretamente suas conclusões ao Ministério Público, que poderá ajuizar ação penal ou pedir mais investigações aos policiais.
Diante da pressão do Ministério Público, a Câmara criou o grupo em abril, com representantes dos dois lados, para discutir o tema.
12/06/2013 – 04h43
CÉSAR ROSATI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
Atualizado às 07h10.
O novo protesto contra o aumento das tarifas de ônibus, metrô e trem, realizado na terça-feira (11), terminou com 16 pessoas detidas em São Paulo. Segundo a Polícia Civil, dez foram presos sem direito a fiança por formação de quadrilha, incêndio e danos ao patrimônio particular. Elas serão transferidas pela manhã para um CDP (Centro de Detenção Provisória) da capital.
Uma pessoa, acusada de dano qualificado e incêndio, segue detida no 78º DP (Jardins) e terá que pagar uma fiança de R$20 mil para ser liberada. Outras quatro pessoas assinaram um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por pichação e desacato e foram soltas durante a madrugada.
Entre os detidos há ainda um menor de 16 anos, que foi apreendido pela polícia, ouvido e liberado. Cinco policiais militares ficaram feridos, sendo que uma PM feminina quebrou o braço.
De acordo com o balanço divulgado pela polícia, os manifestantes danificaram sete ônibus durante o protesto, que durou cerca de 6h. Foram apreendidos pela polícia objetos como fogos de artifício, placas, máscara de gás, extintores de incêndio e até um bicicleta.
Entre os presos está Pedro Ribeiro Nogueira, jornalista do portal Aprendiz. Segundo sua mãe, Beatriz Ribeiro, 56, ele exercia a sua profissão quando foi preso por Policiais Militares. “Ele ajudava uma mulher no momento que foi preso. Ele não fez nada e está aqui [na delegacia] injustamente”, disse.
“Os policias prenderam diversas pessoas aleatoriamente. Estão tentando desmoralizar o movimento”, afirmou o professor Lucas Oliveira, 29, que estava no momento do protesto.
O delegado de plantão, Severino Pereira de Vasconcelos, rebate a afirmação de Oliveira e diz que todos foram presos após um trabalho de acompanhamento da PM. “A Polícia Militar identificou todos, os perseguiu e os prendeu em flagrante. As acusações foram qualificadas individualmente”, disse.
O delegado explicou ainda o motivo pelo qual dez dos detidos não puderam ter uma fiança estipulada: “O potencial dos crimes [formação de quadrilha] impede que a autoridade policial estipule uma fiança, cabe a justiça determinar isso”, disse Vasconcelos.
PROTESTO
A avenida Paulista foi liberada para o tráfego apenas por volta das 23h, após o término do ato. A via, no entanto, ficou com um rastro de vandalismo, com vidros quebrados e pichações em agências bancárias, lojas, estações de metrô e base da PM.
No começo da madrugada era possível ver, agentes da prefeitura trabalhando para a limpeza das calçadas em diversos pontos onde a marcha de manifestantes passou como na Avenida Paulista e na Ligação Leste-Oeste.
Os cerca de 5.000 manifestantes começaram o ato por volta das 17h na praça do Ciclista, na avenida Paulista, e seguiram em passeata pela região central, passando pela Consolação, pela ligação leste-oeste, pela Liberdade, que tiveram interdições. O grupo também pichou muros e ônibus pelo caminho.
O primeiro confronto ocorreu no terminal Parque Dom Pedro 2º, quando um grupo de manifestantes furou o cerco da polícia e entrou no local, onde mais ônibus foram danificados. Uma parte do grupo jogou pedras contra a polícia, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo.
“Eu estava com 15 passageiros, o pessoal de capuz ameaçou atear fogo. Pedi para o pessoal sair e aí eles destruíram todo o ônibus. Meteram pedra de cima abaixo”, disse o motorista de um veículo da linha 435 da EMTU (Diadema-25 de Março).
Os manifestantes se dividiram em grupos menores, mas novos confrontos foram registrados em pontos isolados, como na praça da Sé. Mais tarde, parte das pessoas voltou a se reunir na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em direção à avenida Paulista, onde novos confrontos foram registrados.
Um carro que passava pela avenida Paulista no momento da confusão acabou atropelando dois manifestantes. O motorista fugiu em seguida, mas o casal atingido não teve ferimentos graves.
Esse é o terceiro protesto feito contra o aumento das passagens de ônibus em menos de uma semana. Na quinta-feira, manifestantes liderados pelo Movimento Passe Livre fecharam avenidas como a Nove de Julho, a 23 de Maio e a Paulista. Houve confronto com a PM e os manifestantes deixaram um rastro de vandalismo.
A passagem foi reajustada de R$ 3 para R$ 3,20 no último dia 2. A inflação desde o último aumento nos ônibus da capital, em janeiro de 2011, foi de 15,5%, de acordo com o IPCA (índice oficial, calculado pelo IBGE). No caso do Metrô e dos trens, o último reajuste ocorreu em fevereiro de 2012. Se optassem por repor toda a inflação oficial, a gestão Fernando Haddad (PT) teria de elevar a tarifa para R$ 3,47 e o governo Alckmin, para R$ 3,24.
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Delegado de polícia não sabe diferençar vândalo de quadrilheiro ?