Publicado em 02/08/2013
Reis recebe George Melão, Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo, no programa “Sala de Visitas” da TV Câmara. Neste programa, discutem a situação de abandono da carreira dos delegados de polícia no estado de SP e a falta de condições de trabalho devido ao sucateamento imposto ao departamento durante estes 20 anos de governo do PSDB.
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Cartel pode ter provocado rombo de mais R$ 577 milhões em SP 14
Publicado em 07/08/2013
As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.uol.com.br
Reportagem de Sandro Barboza
Edição de De guide
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Fábio Morrone : CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS 57
CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS.
Cristiano Pavini : A Polícia Civil caminha para a extinção no Estado de São Paulo 58
Investigação em queda livre
Em contrapartida, neste mesmo período a população do Estado cresceu em 10%, segundo dados da Fundação Seade.
Fora Alckmin! 34
Manifestação de policiais civis acaba em frente ao Palácio dos Bandeirantes
SÃO PAULO, SP, 6 de agosto (Folhapress) – O protesto dos policiais civis e agentes penitenciários foi encerrado em frente ao Palácio dos Bandeirantes. As duas pistas da avenida Morumbi chegaram a ser interditadas.
“Só queremos ser recebidos. Não vamos invadir o Palácio dos Bandeirantes”, disse o presidente do sindicato dos investigadores, João Batista Rebouças.
O deputado estadual Olímpio Gomes (PDT), major da reserva da PM, puxou o coro: “fora Alckmin”.
Os sindicalistas decidiram que não vão entrar em greve. Os advogados dos sindicatos dos investigadores, escrivães e agentes penitenciários entraram com um pedido no Judiciário para que seja iniciado o dissídio coletivo. Em dez dias o Tribunal de Justiça deve convocar uma reunião de negociação entre as categorias e o governo.
Do lado de dentro do palácio 20 PMs fizeram um cordão de isolamento. O protesto teve 2h30 de duração.
Assembleia
Antes do protesto, os manifestantes participaram de uma assembleia na praça Vinicius de Moraes, no Morumbi.
A pauta de reivindicações é ampla. Os investigadores e os escrivães querem, entre outros, a equiparação salarial com a carreira jurídica. Assim, teriam um reajuste de cerca de 30%.
Já os funcionários do sistema penitenciário querem a reestruturação da carreira com a extinção de duas classes funcionais e a automática promoção de parte da categoria. Isso resultaria na incorporação de 16% nos salários.
Major Olímpio – Construção de Presídios em Araçariguama…( Mais uma roubalheira do PSDB ) 4
DOCUMENTO SECRETO DO DELEGADO GERAL REVELA QUE A POLÍCIA SONEGA INFORMAÇÕES SOBRE ATAQUES DO PCC CONTRA POLICIAIS 92
ENGAVETADORIA GERAL DO MP – Promotores devem ter se fartado com os 45 inquéritos sobre o Metrô de SP 15
Ministério Público reabre inquéritos sobre o Metrô de SP
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
O Ministério Público de São Paulo formou uma força-tarefa para analisar 45 inquéritos que envolvem empresas suspeitas de fraudes em licitações de trens da CPTM e do Metrô.
Para isso, 15 apurações que estavam arquivadas por falta de provas serão reabertas. O objetivo é fazer uma devassa nos contratos.
| Editoria de arte/Folhapress |
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A medida é resultado da delação feita pela multinacional Siemens às autoridades antitruste brasileiras sobre a formação de cartel –do qual fazia parte– em licitações de trens entre 1998 e 2008, em São Paulo e no Distrito Federal.
Ao todo, 19 empresas fazem parte das investigações desses 45 inquéritos. O número de companhias sob apuração da Promotoria coincide com o da investigação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a atuação do cartel em São Paulo.
Segundo o promotor Silvio Marques, a maioria dos inquéritos teve início em 2009 e alguns já estão em fase de realização de perícias e depoimento de testemunhas, mas poderão ter novos desdobramentos a partir das informações surgidas após a delação feita pela Siemens.
A força-tarefa será formada por dez promotores.
Segundo a Folha apurou, entre os procedimentos que serão desarquivados pelos promotores está uma investigação sobre supostas irregularidades no aumento de preços e prazos de contratos da linha 2-verde do metrô no valor de R$ 143 milhões.
Neste procedimento, são apuradas condutas de representantes do Metrô, da Siemens e da empresa Alstom.
Outro inquérito reaberto trata da suspeita de fraude em um contrato no valor de cerca de R$ 20 milhões.
Ele é referente a serviços de revisão e fornecimento de materiais para 21 trens em uso em linhas da CPTM. Nesse caso, a Alstom é suspeita.
Uma investigação sobre um contrato da CPTM no valor de R$ 15 milhões para prestação de serviços de recuperação de 28 trens também saiu da gaveta e indica a Alstom como investigada.
Ontem os promotores se reuniram com advogados das empresas envolvidas em busca de informações sobre as operações sob apuração.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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Folha de São Paulo diz que o vereador de São Paulo Andrea Matarazzo (PSDB) foi indiciado por receber propina da Alstom 14
PF aponta ligação de vereador tucano com propina da Alstom
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
A Polícia Federal indiciou o vereador de São Paulo Andrea Matarazzo (PSDB) por considerar que ele recebeu propina do grupo francês Alstom quando foi secretário estadual de Energia, em 1998.
A PF investigou negócios da Alstom com o governo de São Paulo entre 1995 e 2003, período em que o Estado foi governado por sucessivas administrações do PSDB.
O trabalho da polícia se baseou em informações obtidas primeiro pelo Ministério Público da Suíça. O inquérito foi concluído em agosto do ano passado e está desde então à espera de um parecer do Ministério Público Federal.
No relatório final do inquérito, o delegado Milton Fornazari Junior cita como evidência para indiciar Matarazzo uma troca de mensagens de 1997 em que executivos da Alstom discutiriam o pagamento de vantagens para o PSDB, a Secretaria de Energia e o Tribunal de Contas.
Embora seu nome não seja mencionado como destinatário de pagamentos, a polícia concluiu que ele foi um dos beneficiados por causa da posição que ocupava na época de um dos contratos da Alstom. Matarazzo foi secretário por oito meses em 1998.
A PF indiciou Matarazzo por suspeita de corrupção passiva. O procurador Rodrigo de Grandis, que está com o inquérito há um ano, disse à Folha que não poderia se pronunciar sobre o processo porque ele corre sob sigilo.
Segundo Fornazari, a mensagem que incriminaria Matarazzo se refere a um contrato de R$ 72 milhões para fornecimento de equipamentos para a EPTE, empresa que era controlada pelo Estado e que mais tarde foi privatizada.
Além de Andrea Matarazzo, a Polícia Federal também indiciou dois executivos da Alstom no Brasil e dois ex-dirigentes da EPTE que participaram das negociações do contrato, Eduardo José Bernini e Henrique Fingermann.
“Ainda que não haja provas de eles terem recebido valores em espécie, está devidamente comprovado nos autos que foram eles, em última instância, que possibilitaram o sucesso da implementação [do contrato]”, afirma o relatório do delegado Fornazari.
OUTRO LADO
O vereador de São Paulo Andrea Matarazzo (PSDB) negou ter recebido propina do grupo Alstom e disse que não participou das negociações do contrato da empresa francesa com a EPTE, sob investigação da Polícia Federal.
Por meio de nota, Matarazzo afirmou que nunca teve “conhecimento nem houve qualquer discussão” sobre o contrato no período em que foi secretário de Energia, entre janeiro e agosto de 1998.
Ele disse também que o assunto não era da alçada do conselho de administração das estatais do setor, do qual ele participava, “mas dos diretores que lá já estavam quando tornei-me secretário”.
O vereador disse que seus advogados já pediram o arquivamento da investigação.
A advogada Carla Domenico disse que os ex-dirigentes da EPTE Eduardo José Bernini e Henrique Fingermann não cometeram irregularidades e foram acusados em razão das funções que tinham.
O advogado da Alstom do Brasil Roberto Lopes Telhada afirmou que os executivos da empresa no país não cometeram ilegalidades.
Eduardo Guinzane – Casal de PMs e filho são encontrados mortos dentro de casa…( Se a Polícia não parar agora a bandidagem toma conta de vez…Tá todo mundo fudido ! ) 60
Enviado em 06/08/2013 as 0:49
Antes de mais nada me solidarizo da dor de todos os amigos, colegas e familiares dessa família e, peço que vejam o vídeo. Não está monetizado (Não tem fim lucrativo, e nem político), é só pra desabafar mesmo e, quem sabe até dar uma luzinha… não é novidade nenhuma mas, saibam, senhores policiais, que ainda há pessoas como eu que simpatizam e entendem a necessidade que tem a população de uma polícia valorizada!
Casa em que PMs foram mortos em SP não tem sinais de troca de tiros 33
FOLHA DE SÃO PAULO
A casa onde um casal de policiais militares, o filho deles e duas mulheres da família morreram não tinha sinais de arrombamento ou tiroteio, segundo o Major Olímpio Gomes, da Polícia Militar. Os corpos foram encontrados na casa da família, na zona norte de São Paulo, na noite desta segunda-feira.
Não há suspeitas de quem teria cometido o crime, porém, o major informou detalhes de como os corpos foram encontrados. As cinco vítimas foram atingidas por disparos na cabeça. O sargento da Rota Luis Marcelo Pesseghini foi encontrado deitado, na cama.
A mulher dele e cabo da PM, Andrea Regina Bovo Pesseghini, estava de joelhos, ao lado do marido, em uma posição como se estivesse dominada. Próximo ao casal estava o filho Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 12. O menino estava deitado, com uma pistola.40 –a mesma usada pela PM– sob o abdômen.
A mãe e a irmã do sargento da Rota foram encontradas em outro quarto, com tiros na cabeça e embaixo de cobertores. A polícia suspeita que elas tenham sido assassinadas enquanto dormiam.
Todos os corpos apresentavam rigidez cadavérica, que demonstra que as vítimas já estavam mortas há algumas horas quando a polícia chegou.
A polícia descobriu o crime porque a cabo do 18º batalhão não foi ao trabalho e não justificou a falta ou respondeu às buscas dos colegas. O crime ocorreu na rua Dom sebastião, na Vila Brasilândia, zona norte da cidade.
Às 22h50, havia cerca de 200 policiais no local, incluindo representantes da cúpula da polícia paulista.
Os policiais deste estado não deixarão barato este verdadeiro holocausto 142
Família de policiais é morta a tiros
Vítimas são sargento da Rota e a mulher, filho de 12 anos e duas parentes
Um casal de policiais militares, o filho de 12 anos e mais dois parentes foram achados mortos a tiros nesta segunda-feira, 5, em uma casa da família na Rua Dom Sebastião, na Brasilândia, na zona norte de São Paulo.
Luiz Marcelo Pesseghini era sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e sua mulher, Andreia Regina Bovo, Pesseghini era cabo da 1.ª Companhia do 18.º Batalhão da Polícia Militar, com base na Freguesia do Ó, também na zona norte. Também foram mortas a mãe de Andreia, Berenice, e uma irmã dela, Dete, que ocasionalmente dormia na mesma casa.
Fábio Morrone – Presidente do SIPOL – Presidente Prudente – SP – Carta aberta a todos Policiais Civis do Estado de São Paulo 32
Como Presidente do SIPOL (Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente) e já tendo 77% de nossa base filiada; e como estamos, repito, a 600 KM de SAMPA, nenhuma das minhas palavras pode ter por objetivo ganhar popularidade dos amigos, ou sequer atrair novos filiados ao SIPOL, a menos que os Senhores tenham intenção de trabalhar em Prudente sob 40 ou 44 graus no verão.
Em primeiro lugar apresento nosso repúdio a essa tragédia que vitimou uma família inteira de Policiais Militares em São Paulo, inclusive o filho de 12 anos de idade. Isso é uma covardia sem precedentes, e qualquer adjetivo por mais ultrajante que possa parecer para qualificar os responsáveis não faria jus à vilania que protagonizaram.
Num segundo momento e, fazendo referência à minha primeira Carta Aberta às Entidades de Classe da Polícia Civil de São Paulo, SOLICITO apoio de todos os Presidentes e líderes e formadores de opinião a apoiarem a Operação Blecaute.
Indiscutivelmente o Rebouças (Presidente do SIPESP) é um líder admirável, guerreiro, inteligente, a quem tive o prazer de receber e ser recepcionado. Mas também precisa da ajuda de seus filiados. Li a carta que ele postou em seu site hoje intitulada “Você também é responsável”. Leiam, ele tem razão.
Kiko (Presidente da FEIPOL), olha ai a União que nós queríamos germinando. Xavier (Presidente do SEPESP), você que sempre fala bem, com o coração, e que me convidou para a última reunião, dê seu apoio também.
Muitos comentários dizem que é hora de deixar a vaidade de lado. Preciso dizer a todos que conheço esses Presidentes pessoalmente, e tantos outros, e vaidade ai passa longe. São todas pessoas simples e bem intencionadas. É que é natural que cada um defenda seus pontos de vista e não devemos exigir de ninguém que o faça diferente. Todos representamos inúmeras pessoas, uns mais como o Rebouças, outros menos como o coitado do Fábio de Prudente, e essas pessoas têm pontos de vistas diferentes e precisam ser ouvidas.
É muitas vezes muito difícil uma pequena família se entender. Quanto mais tantas Entidades. O ideal seria SIM uma entidade única. Mas temos que trabalhar com a realidade. Existem várias. Então a solução é a União.
Um cara me disse lá no Flit que, por esse posicionamento de UNIÃO, eu sou muito ingênuo para ser um líder sindical. Ele tem razão, eu sou mesmo. Só não sou burro para criticar meu semelhante. Não sou acomodado nem covarde. Estou aqui escrevendo em meu nome, e não com pseudônimos ou nicknames.
Se um mala fala bem da polícia no meio do crime, é esculachado.
Em um momento de MOVIMENTO DE UNIÃO como o de agora, o policial falar mal de outro, estimulando o desincentivo e a intriga, embora não seja esculachado e nem prego isso, está perdendo uma grande oportunidade de ficar com a matraca fechada.
Deus não fez tudo num só dia, o que nos faz pensar que podemos? Nada de esmorecer com falsas promessas e boatos pessoal.
Fábio Morrone – Presidente do SIPOL – Presidente Prudente – SP.





