Acadepol empossa e forma médicos legistas 16

Enviado em 03/12/2013 as 17:52 – ESCRILUDIDA

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Aconteceu na última sexta-feira (29), na Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, a posse de 56 médicos legistas recém nomeados e a formatura de 71 médicos legistas que concluíram o Curso de Formação Técnico-Profissional.

A mesa de honra foi composta pelo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira; delegado geral de polícia, Luiz Mauricio Souza Blazeck; superintendente da Polícia Técnico-Científica, Norma Sueli Bonaccorso; diretor da Academia de Polícia, Mário Leite de Barros Filho; diretor do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil (DAP), Silvio Balangio Junior; delegado de polícia diretor do Dipol, Edson Minoru Nakamura, representando o Conselho da Polícia Civil; delegado divisionário da Assistência Policial, Ciro de Araújo Martins Bonilha; diretor do Instituto Médico Legal (IML), Ricardo Kirche Cristofi; delegado secretário do Conselho da Polícia Civil e presidente da Comissão do Concurso de Médico Legista, Luiz Eduardo Pasquin e o desembargador, Luiz Edmundo Marrey Uint.

O termo de posse foi proferido pelo diretor da Divisão de Administração de Pessoal do DAP, Glaucus Vinicius Silva e o juramento dos novos médicos legistas foi guiado pelo diretor do Departamento de Administração e Planejamento da Policia Civil (DAP), Silvio Balangio Junior.

Norma Sueli Bonaccorso iniciou a solenidade com a entrega do certificado de conclusão do Curso Técnico-Profissional de Médico Legista para o médico Marcelo Estevam Carron, terceiro colocado no curso.

O delegado geral de polícia entregou o certificado de conclusão à médica Marianne de Castro Gonçalves, segunda colocada.

Por fim, o secretário de Segurança Pública entregou o certificado ao médico Lucas Pedroso Fernandes Ferreira Leal, primeiro colocado e orador da turma.

O delegado de polícia e professor Ciro de Araújo Martins Bonilha, paraninfo da turma – 1, falou em nome de todos os professores homenageados, oportunidade em que proferiu palavras de incentivo e agradecimento aos profissionais que irão iniciar uma nova etapa de suas vidas.

Mário Leite agradeceu a presença de todos, destacando os esforços de toda a equipe da Academia de Polícia, especialmente da Secretaria de Concursos Públicos. Falou, também, sobre os cursos realizados no ano de 2013 e dos que serão realizados no próximo ano.

Durante suas palavras, homenageou Fernando Grela Vieira com a entrega de placa feita pelo delegado geral. O diretor da Acadepol afirmou que durante a gestão do secretário, o mesmo vem apoiando a Polícia Civil, tanto nas questões operacionais quanto nas de natureza administrativa.

Norma Bonaccorso, em seu discurso, falou e emocionou o público, dizendo: “o trem que chega é o mesmo trem da partida”. Desejou força e sucesso a todos.

Mauricio Blazeck, em suas palavras, pediu uma reflexão quanto a importância dos juramentos prestados pelos médicos, tanto na formação em medicina, quanto na formação técnica realizada na Academia de Polícia. Na ocasião, também destacou o apoio que a Polícia Civil vem recebendo da Secretaria de Segurança Pública.

Grella Vieira iniciou seu discurso agradecendo a presença de todos. Na sequência, falou sobre a medicina legal como a “ciência aplicada ao combate do crime”. Falou que essas novas turmas já fazem parte do inicio da reestruturação da Polícia Técnico-Científica, que para os próximos certames ainda contarão com 1853 vagas e na Policia Civil com 2850 vagas e ressaltou “esses novos policiais encontrarão uma polícia com os melhores indicadores profissionais do Brasil, com novos investimentos do governo do Estado na Secretaria de Segurança Pública.”

Cerimônia da Árvore

Na sequência, aconteceu a cerimônia que troca o tradicional descerramento da placa pelo plantio de uma muda de árvore.

A ideia, com início em fevereiro deste ano, foi do diretor da Acadepol, extremamente envolvido em questões ambientais.

Mário Leite, em breves palavras, disse que o plantio da semente simboliza o surgimento de novos profissionais, de uma nova esperança para a sociedade. Afirmou, ainda, que a árvore escolhida para essa nova turma era uma aroeira, por se tratar de planta que quanto mais passa por dificuldades, mais fica firme; fazendo uma alusão a nova vida profissional dos formados.

O médico Marcelo de Santis foi o aluno escolhido para plantar a aroeira.

Fonte e fotos: Acadepol

Polícia Civil realizará a maior contratação de sua história, com o reforço previsto de mais de 2.800 novos policiais 102

Segunda-feira, 02/12/13 – 21:05

Polícia Civil terá a maior contratação da história

Atualizado às 21h43

O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou nesta segunda-feira (2) que a Polícia Civil realizará a maior contratação de sua história, com o reforço previsto de mais de 2.800 novos policiais.

A criação das vagas faz do “SP Contra o Crime”, um conjunto de ações estratégicas com o objetivo de diminuir os crimes e valorizar as polícias. “É a maior contratação da história da Polícia Civil, entre delegados, investigadores, escrivães e agentes policiais”, enfatizou o secretário durante a instalação do Gabinete Metropolitano de Gestão Estratégica da Segurança Pública (Gamesp) da Região Metropolitana de São Paulo – sub-região Sudeste, composta pelas sete cidades da região do Grande ABC.

Ao todo, serão 129 vagas para delegado, 1.075 para escrivão, 1.384 para investigador e 217 para agentes policiais que reforçarão o efetivo em todas as regiões do Estado.

Durante a reunião, o secretário também anunciou que a região do Grande ABC ganhará mais quatro delegacias de plantão. Hoje, os municípios contam com oito. A ampliação em 50% acontecerá em até seis meses.

O encontro do Gamesp serviu para discutir ações de segurança na região do ABC. O objetivo do Gabinete é estimular ações de prevenção e combate ao crime, integrando membros das polícias Civil, Militar, Científica, Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, guardas municipais, prefeituras, secretarias estaduais, Ministério Público, Poder Judiciário e sociedade civil.

Grella destacou a importância da integração entre polícias, sociedade civil e poder público no combate ao crime. “É uma tarefa coletiva na missão de encontrarmos soluções.”

O encontro, que aconteceu em São Bernardo do Campo, também contou as presenças dos prefeitos da região, do secretário-adjunto da pasta e coordenador dos Gamesps, Antonio Carlos Da Ponte, além do secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edmur Mesquita.

O Gamesp da Grande São Paulo, a maior região metropolitana do país, foi criado em setembro e dividido em cinco áreas – Oeste, Norte, Leste, Sudeste e Sudoeste.

Outras cinco regiões do Estado já contam com o trabalho do Gamesp: Região Metropolitana de Campinas, Baixada Santista e Vale do Ribeira, Vale do Paraíba e Litoral Norte, Jundiaí e Piracicaba.

Leonardo Amorim

Operação anticorrupção na DIG de Santos: o dever de informar cumpre ao Corregedor Geral da Polícia Civil 28

Enviado em 02/12/2013 as 1:32 – SILENCIO CONVENIENTE 

Gostaria de saber, porque não existiu nenhuma postagem ou comentário do “Dr. Guerra” neste site, referente aos fatos que acontecerem essa semana na DIG de Santos?
Na quarta-feira por volta das 13:30hs chegaram da Capital seis viaturas caracterizadas da Corregedoria Geral da Polícia Civil e mais cinco viaturas descaracterizadas, acompanhadas de uma equipe de peritos do IC também da Capital.
Dentre as viaturas caracterizadas estava uma viatura da Diretora com o Delegado Corregedor Adjunto e as demais viaturas todas do DOP, setor operacional daquele órgão.
Na comitiva da Corregedoria, existiam diversos delegados, e todos vieram munidos de inúmeras denuncias contra policiais daquela unidade policial (DIG-Santos), várias são as ramificações dos policiais quadrilheiros daquela célula criminosa travestida de delegacia de polícia.
Policiais que operavam as escutas telefônicas que monitoram o PCC, ao invés de prendê-los, resolveram interceptá-los quando em viagens entre a baixada santista para capital, oportunidade em que levavam o dinheiro obtido com a arrecadação das operações criminosas, e como qualquer outro assaltante, roubaram o dinheiro do crime. Nas denuncias enviadas pelo MP para a Corregedoria, constam o nome de todos os policiais civis envolvidos caso alguém tenha alguma dúvida. Além desse fato, outros policiais da mesma unidade quando do encontro do cativeiro do sequestro da menina de Cubatão, encontraram cerca de R$ 80.000,00 dentro de uma panela de pressão e ao invés de apreenderem o $$ ficaram com a quantia. Consta ainda das denuncias que um dos policiais no dia seguinte comprou uma moto nova e de valor alto. Outra parte de policiais civis, esses os piores , se podemos classificar assim, vem a muito tempo extorquindo marginais do PCC para não interferirem na venda de entorpecentes, além muitas vezes terem mantido sob carcere familiares dos marginais para poderem receberem os valores exigidos.
A operação que realizou a Corregedoria, contou com um cerco ao entorno do Palácio da Polícia, com a realização de revista em todas as viaturas policiais da DIG, carros particulares dos “margipoliciais”, armários, além da sede da própria delegacia. Os peritos copiaram todos os dados de todos os computadores da unidade e também dos computadores pessoais. Os policiais da Corregedoria chegaram até mesmo a remover e quebrarem as privadas da unidade e foi feita minuciosa revista dentro de um cofre da unidade, além de terem sido apreendidos diversos documentos publicos da unidade.
Todo isso foi acompanhado pelo Delegado Titular daquela unidade e pelo Delegado Seccional.

É lamentável ver a polícia civil nessa situação, mais tava demorando para a Corregedoria de São Paulo tomar alguma atitude, pois todos os policiais da região sabiam da forma que os “margpoliciais” da DIG agiam a bastante tempo.

Enfim, nada foi divulgado no Flit, porque???? Aquele repórter policial da A Tribuna que passa o dia puxando o saco dos delegados também nada publicou, porque??? Estão querendo abafar o ocorrido??? Qual o interesse???

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Resposta:

Na quarta-feira , por meio de comentários aqui no Flit , soubemos de uma operação da corregedoria na sede do Palácio da Polícia Civil de Santos.

Contudo , indagados , por meio de dois telefonemas ,  nossos contatos na região  não souberam ou não quiseram informar os motivos da presença da Corregedoria Geral em Santos.

Por outro lado  estamos cerca de 300 Km distantes da Baixada Santista; por isso as poucas postagens nos últimos dias, inclusive.

Quanto aos acontecimentos naquela DELEGACIA DE INVESTIGAÇÕES GERAIS ,  a obrigação de divulgar cabe ao Corregedor Geral da Polícia Civil ; não é obrigação do Flit Paralisante saber de todos os fatos desabonadores relacionados à Polícia Civil.

Aliás, o internauta Silencio Conveniente também deve indagar ao Diário do Litoral , Estadão e Folha de São Paulo do motivo da falta de notícias acerca dessas diligências.

Abaixo a resposta ao comentarista que perguntava sobre a operação:

Enviado em 26/11/2013 as 13:11 | Flit Paralisante em resposta a Jonas Fontana.

Ligamos para alguns contatos, mas por enquanto ninguém soube nos informar o motivo da presença da Corro em Santos: se prisão ou correição.

Mas, de fato, diversas – 8 ou 10 – viaturas foram vistas ao redor do palácio , nesta manhã.

A MORTE DA RESERVA MORAL DESTE ESTADO – A milionária Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo – AOPM , litiga de má-fé ao autodeclarar-se “necessitada” para fins de obter assistência judiciária gratuita contra Ricardo Boechat 28

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JUIZ DA 3ª VARA CÍVEL DE PINHEIROS IMPEDE TENTATIVA DE CHICANA

Vistos. Consoante artigo 5º, inciso LXXIV, da Constituição Federal de 1988, o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos (grifo nosso). O “necessitado, para os fins legais” vem conceituado pelo texto da Lei nº 1.060/50, que dispõe, no parágrafo único do artigo 2º que assim é considerado “todo aquele cuja situação econômica não lhe permita pagar as custas do processo e os honorários de advogado, sem prejuízo do sustento próprio ou da família”. A definição do necessitado da Assistência Judiciária (gratuita) não pode ser invocada pela pessoa jurídica, em extensão (indevida) da concepção, pois implicaria em desvirtuação do direcionamento da lei. No entanto, a jurisprudência tem admitido a sua extensão às entidades beneficentes, associações sem fins lucrativos e para as demais sociedades, desde que demonstrem, efetivamente, a necessidade do benefício. Neste sentido, reiteradamente, tem decidido o E. Tribunal de Justiça de São Paulo, consoante julgado a seguir transcritos: “Assistência judiciária – Justiça gratuita – Pessoa jurídica – Indeferimento – Concessão do benefício condicionada à comprovação da necessidade ou da insuficiência de recursos – Inaplicabilidade do disposto na Lei nº 1.060/50 no pertinente à mera declaração de impossibilidade em arcar com as custas processuais sem prejuízo do próprio sustento ou de sua família, presumida válida tão somente para as pessoas físicas – Ausência de documentação que comprove a incapacidade financeira de mantenedora de instituição privada de ensino – Agravo de instrumento desprovido, com observação” (TJSP, AI nº990.10.358700-6, Rel. Des. José Reynaldo, j.26.10.2010). “Assistência judiciária – Gratuidade processual – Embargos opostos à ação monitória – Benesse requerida por pessoa jurídica – Indeferimento – Admissibilidade – Falta de provas documentais da insuficiência financeira na atualidade – Agravo desprovido”(TJSP, AI nº 990.09.300689-8, Rel. Des Cerqueira Leite, j.28.04.2010). A matéria encontra-se pacificada inclusive junto ao E. Superior Tribunal de Justiça, conforme Súmula 481, in verbis: “faz jus ao benefício da justiça gratuita a pessoa jurídica com ou sem fins lucrativos que demonstrar sua impossibilidade de arcar com os encargos processuais” (grifo nosso). No caso em comento, a autora limitou-se a asseverar que seria associação civil sem fins econômicos, sem, contudo, comprovar a inviabilidade de proceder ao pagamento das custas e despesas processuais. De seu estatuto social, ao revés, se depreende que possui sócios contribuintes, recebe auxílios, legados, tem receita ordinária, extraordinária, fundo de reserva (vide artigos 17 e seguintes). Ante o exposto, em dez dias, deverá comprovar realmente fazer jus à benesse, ou recolher as custas iniciais devidas, sob pena de indeferimento da inicial. Int.

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Posteriormente, a prestigiada entidade de classe em vez de provar a sua alegação de necessidade , desistiu dos benefícios e recolheu as custas. 

Como pode uma entidade representativa de mais de 15.000 oficiais da PM , dona de propriedades milionárias , se dizer pobre para fins de deixar de recolher custas e emolumentos judiciais e especialmente escapar a condenação de verba honorária ? 

Manifesta litigância de má-fé!

E a litigância de má-fé é a desonestidade , a deslealdade e o dolo de empregar o processo para fins ilegítimos, vale dizer: o chicaneiro está em condições de igualdade com os ladrões e estelionatários. 

A reserva moral morreu ?

Ao contrário de uma isolada vitória em 1ª instância, verifica-se que no Fórum de Pinheiros os policiais militares sofrem derrotas desde o início das ações, quer por requererem benefícios de justiça gratuita sem provas da necessidade , ou seja , deixando de instruírem as petições com cópias dos holerites e IRPF , quer por ilegitimidade para ação. 

Reqte: Associação dos Oficiais da Policia Militar do Estado de São Paulo – AOPM
Advogada: Rosana Nunes
Reqdo: Ricardo Eugenio Boechat
4000513-13.2013.8.26.0011
Classe:
Ação Civil Coletiva
 
Área: Cível
Assunto:
Indenização por Dano Moral
Distribuição:
Livre – 10/10/2013 às 15:49
  3ª Vara Cível – Foro Regional XI – Pinheiros
Valor da ação:
R$ 200.000,00

CASO RICARDO BOECHAT – O Poder Judiciário de São Paulo não pode se curvar diante dos interesses liberticidas da Polícia Militar… Ações enredadas são grave ameaça à liberdade de expressão 135

Ao longo de sua existência, o Brasil  conheceu a fúria repressiva dos militares  contra a liberdade de imprensa, como se deu sob a ditadura militar que nos infectou entre 1964 e 1985.

Entre 1964 e 1984, a ditadura destruiu a economia, institucionalizou a corrupção e fez da tortura e da execução sumária, práticas políticas. Envileceu os órgãos e serviços públicos  e, literalmente, assassinou dezenas de jornalistas que ousaram críticas contra homens fardados e seus simpatizantes.

Por achar feio tudo o que não é espelho: a ditadura criou as Polícias Militares…Até os dias de  hoje a sua mais completa tradução.

Contudo , jamais assistíramos  a uma investida contra a liberdade de informação com a abrangência e o conteúdo desta que , atualmente ,  se materializa nas ações judiciais armadas contra Ricardo Boechat e Band News.

Chicana pura…Litigância de má-fé manifesta!

Por meio desse procedimento,  caracterizado por dezenas de ações individuais e algumas coletivas pulverizadas por diversas Comarcas , buscam os autores de tais ações obter a cobertura do Poder Judiciário para cercear e condicionar o exercício do direito de informação.

Absurdamente, iniciativa judicial partida de pessoas estranhas aos fatos e aos comentários do jornalista ; pertinentes a determinada ação protagonizada por dois policiais militares da Capital.

Segundo os ofendidos, Boechat teria chamado toda a cadeia de comando da PM de idiotas; assim – todo e qualquer policial militar daqui ou alhures  – foi  atacado  em sua honra subjetiva .

Nada mais insano.

Verdadeiramente,   essas ensandecidas ações judiciais  e seus autores confundem orgulho ferido com honra.

Evidentemente,  há um cérebro e um comando a centralizar a instauração dessas demandas , seus autores estão espalhados por diversas regiões deste Estado;  observe-se que no caso o jornalista Ricardo Boechat possui domicílio em São Paulo, ajuizaram esses feitos em municípios longínquos, numa manifesta demonstração de que a ação assim coordenada tem por objetivo dificultar a defesa da parte adversa.

Aliás, a iniciativa foi estimulada por meio de campanha contra o jornalista.

Com efeito, há a nítida intenção de dificultar o direito de ampla defesa e do contraditório assegurado pela Constituição, em face da disposição da lei processual de que o alegado na inicial será tido como procedente se não houver contestação, ainda que se ressalve, nesta hipótese, a formulação de convicção própria pelo juiz.

Bastará o  jornalista deixar de comparecer ou nomear um preposto para audiência ajuizada em Presidente Prudente, por exemplo , para que seja condenado à revelia.

A existência de um comando na ação liberticida fica patente também em outros aspectos desse conjunto de ações, que repetem a mesma formatação em quase todas as petições, à exceção de umas poucas, fazendo a mesma descrição, exibindo os mesmos argumentos e formulando os mesmos requerimentos, entre as quais a concessão do benefício da justiça gratuita, para livrar os autores dos ônus materiais de sua iniciativa.

Curiosamente, consultando-se os nomes dos autores são encontradas em desfavor de diversos deles graves notícias acerca de envolvimento em diversos crimes . Alguns são egressos do Romão Gomes e submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Será orquestração com a escalação de voluntários  ?

Enfim ,  a ação coletiva desses policiais militares emprega o mais democrático dos Poderes para justamente atacar a mais democrática das profissões.

O Poder Judiciário de São Paulo deve dizer: Basta!

Não pode se curvar aos pruridos autoritários da PM.

ditadura

PMs que ajuizaram em diversas Comarcas mais de 50 ações civis ( indenização por danos morais ) e criminais ( por injuria e incitação ao crime ) contra o jornalista Ricardo Boechat são perdedores na maioria dos casos…Curiosamente, vários desses PMs autores das ações respondem por crimes de homicídio e graves irregularidades funcionais 21

Processo 4001134-10.2013.8.26.0011 – Procedimento do Juizado Especial Cível – Indenização por Dano Moral – XXXXXXXXX – Por estas razões, JULGO EXTINTO esta ação que XXXXXXXXXXXXX ajuizou contra Ricardo Eugenio Boechat, Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda, NOS TERMOS DO ART. 267, VI do CPC. Sem custas ou honorários advocatícios, na forma do art. 55 da lei 9099/95. As partes poderão interpor recurso inominado contra esta sentença, no prazo de 10 (dez) dias, por meio de advogado, mediante o pagamento do preparo recursal, na forma do art. 42 da Lei Federal 9.099/95 e do art. 4º. da Lei Estadual nº 11.608/2003. O preparo recursal corresponde ao valor de R$ 813,60 (art. 4º, inc. I a III, lei estadual nº 11.608/03) e o porte de remessa e retorno corresponde ao valor de R$ 29,50. P.R.I.C. – ADV: ELIAS ARCHANGELO DA SILVA (OAB 295381/SP), HENRIQUE BARCELOS ERCOLI (OAB 256951/SP)

 

Processo 0016282-32.2013.8.26.0011 – Crimes de Calúnia, Injúria e Difamação de Competência do Juiz Singular – Crimes
contra a Honra – Adepom – Associação de Defesa dos Policiais Militares do Estado de São Paulo – Ricardo Eugenio Boechat –
Vistos, etc. Antes de apreciar a presente queixa-crime, concedo ao Nobre Dr. Defensor da querelante o prazo de 10 (dez) dias
para: 1 – regularizar a representação processual nos termos do artigo 44 do Código de Processo Penal; 2 – Esclarecer se o
Cel. Luiz Carlos Nogueira também integra o pólo ativo (autor da ação penal privada) na condição de pessoa física ou somente
representa a ADEPOM, na condição de seu presidente. O esclarecimento se faz necessário pois a pessoa jurídica não pode
ser sujeito passivo de crime de injúria. Neste sentido: “A pessoa jurídica, por não possuir honra subjetiva, não pode ser sujeito
passivo do crime de injúria. A honra é atributo pessoal, bem jurídico conquistado pelo ser humano. Ademais, o delito do artigo
140, do CP, insere-se entre os praticados contra a pessoa humana” (TJSP – QC – Rel. Torres de Carvalho – RT 652/259). “A
pessoa jurídica pode ser sujeito passivo do crime de difamação, não, porém, de injúria ou calúnia” (STF – RHC 61.993-2 – RS –
Rel. Min. Francisco Rezek – 2ªT – I 26.10.84-Un). No que tange ao artigo 286, do CP, trata-se de ação penal pública e deverá ser
analisada pelo representante do Ministério Público. Int. São Paulo, data supra. – ADV: NILTON LUIZ SILVA (OAB 113813/SP)

https://flitparalisante.wordpress.com/2013/09/07/a-policia-militar-quer-coagir-a-imprensa-movimento-processe-o-reporter-ricardo-boechat-o-pm-que-teve-essa-ideia-alem-de-ser-idiota-professa-a-litigancia-de-ma-fe-sem-completa-liberdade-de-m/

Dignidade e perseverança: Jobel funcional do escrivão de polícia Carlos Eduardo Seggato Corrêa – 50 ANOS DEDICADOS À POLÍCIA CIVIL 174

Títulos e condecorações : Escrivão de polícia do 14º DP comemora 50 anos na carreira e é homenageado pela Polícia Civil
27/11/2013 19:58:04 (1519 leituras)

Cinquenta anos de carreira na Polícia Civil. Essa marca foi comemorada este ano pelo escrivão de polícia Carlos Eduardo Seggato Corrêa, em exercício há cinco anos no 14º DP (Pinheiros), zona oeste da Capital. Ele foi homenageado na última quinta-feira (21), na sede da 3ª Delegacia Seccional, pelo diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), Domingos Paulo Neto, pelo terceiro delegado seccional, Armando de Oliveira Costa Filho, e por colegas de trabalho.

Carlos Seggato sempre trabalhou no Decap. Ele ingressou em 3 de setembro de 1963 – então com 19 anos -, no 20º DP (Água Fria) e passou por outras 14 unidades da Polícia Civil: 1ª Delegacia Auxiliar (que ficava no Pátio do Colégio), Plantão Norte, o extinto Departamento de Polícia do Consumidor (Decon), e os distritos policiais 13º (Casa Verde), 28º (Freguesia do Ó), 3º (Campos Elíseos, onde trabalhou por 21 anos seguidos), 96º (Monções) e 78º (Jardins) – ambos em sua inauguração -, 1º (Liberdade), 4º (Consolação), 5º (Aclimação), 11º (Santo Amaro) e 15º (Itaim Bibi), até o atual 14º DP.

“O Junkiti (chefe dos escrivães da 3ª Seccional, de quem partiu a ideia da comemoração) me falou da homenagem, eu tentei de todas as formas dissuadi-los disso, mas não teve jeito (risos). Acho que muitos outros merecem uma homenagem. Ano que vem será um momento importante pra mim (ano em que se aposentará), vou poder descansar”, disse Seggato.

Sobre a vocação, Seggato acredita que tenha nascido com a responsabilidade familiar. “Eu me casei muito cedo, com 26 anos já tinha três filhos… A família até hoje continua unida, os filhos estão encaminhados, um filho é formado em Direito e em Educação Física, uma filha é jornalista e a outra é doutora em Letras pela USP (Universidade de São Paulo)”, contou orgulhoso.

Um dos aspectos da carreira que Carlos Seggato fez questão de destacar, foi a incrível marca de 50 anos como policial sem nunca ter precisado recorrer a uma arma de fogo. “Nunca dei um tiro”, frisou.

Dois dos casos mais emblemáticos em sua trajetória na Polícia Civil foram os trabalhos que fez por conta dos incêndios dos edifício Andraus, em 1972, e Joelma, em 1974, ambos no Centro da Capital. “Eu cheguei a fazer plantão em necrotério no caso Joelma”, disse o escrivão, primeiro na lista dos escrivães de classe especial da Polícia Civil.

Por Kerma Matos Oliver

Fotos: 3ª Delegacia Seccional (Oeste)

DESMILITARIZAÇÃO DA PM – Tenente-coronel diz que a condição de militar da PM é desnecessária 42

DESMILITARIZAÇÃO DA PM

‘A autoridade policial passou a pressupor violência e arbitrariedade’, diz tenente-coronel da PM

Para tenente Adilson de Souza, ‘desmilitarizar a polícia não é defender uma instituição sem armas, mas a existência de Polícia Civil”. Violência policial foi tema do ‘Melhor e Mais Justo’, da TVT
por Redação RBA
publicado 28/11/2013 09:50, última modificação 28/11/2013 10:42


TVT
adilsonpm_tvt.jpgAdilson entende que a condição militar da PM é desnecessária e leva a uma série de abusos

São Paulo – Segundo o estudo sobre violência policial e a desmilitarização da Polícia Militar feito pelo tenente-coronel Adilson Paes de Souza, da reserva da PM do estado de São Paulo, a instituição “é resquício da sobrevivência da Doutrina de Segurança Nacional, mesmo após o dito processo de redemocratização do país com a Constituição Cidadã, em 1988”. Os dados estão expostos no livro O Guardião da Cidade, em que o oficial analisa como a Polícia Militar perpetua até hoje mentalidade e ações da ditadura no Brasil.

Em 2012, o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu para que o governo brasileiro trabalhe para suprimir a violência praticada pela Polícia Militar, porque a instituição é acusada de assassinatos extrajudiciais. De acordo com o tenente Adilson de Souza, a desmilitarização da Polícia Militar implica diretamente em desarmar a Doutrina de Segurança Nacional que ecoa até os dias de hoje. “Desmilitarizar não é defender uma polícia sem armas, mas a existência de uma Polícia Civil”, disse. “Não há a menor necessidade de que uma instituição de segurança pública seja militar. Essa condição leva a uma série de abusos e de tradição de subcultura da violência que é inaceitável no estado democrático de direito.”

A violência praticada por policiais militares contra brasileiros se tornou ainda mais evidente com as recentes manifestações populares e a repressão policial e com o extermínio de jovens – em sua maioria negros – nas periferias. O caso do adolescente paulistano Douglas Rodrigues, assassinado por um militar em outubro deste ano, faz parte de uma das inúmeras mortes cometidas pela instituição no Brasil. A desmilitarização da Polícia Militar foi tema da edição de ontem (27) programa Melhor e Mais Justo, da TVT.

A coordenadora do Observatório de Violências Policiais da Pontifícia Universidade Católica da cidade de São Paulo (PUC SP), Ângela Mendes de Almeida, reforçou que as ações militares nas periferias dos grandes centros urbanos são extremamente violentas e destinadas ao extermínio da população pobre. “Quando o jovem [Douglas Rodrigues] perguntou ao policial ‘por que você me matou?’, ele não percebeu que a polícia está lá para matar todos eles, para torturá-los, para humilhá-los e tem uma grande parte da população que aprova esse tipo de ação, desde que seja com o pobre”.

Para o tenente, houve no Brasil, com o passar do tempo, a perda do sentido do que é autoridade. O termo, antes usado para designar responsabilidade, passou a pressupor ações violentas, tomadas por arbitrariedade e truculência. “Existem supostas autoridades que apregoam o extermínio e a morte. Isso exerce um efeito pedagógico nefasto sobre a mente de policiais militares e da sociedade civil, que faz com que eles defendam ideias como a pena de morte”, afirmou.

O livro do policial compara documentos considerados padrões nacionais e internacionais de direitos humanos, como a Declaração Universal de Direitos Humanos, o Programa Nacional de Direitos Humanos, e o Programa Estadual de Direitos Humanos de São Paulo, aos conteúdos relacionados a esse aspecto no curso de formação de oficiais.

Souza constatou que temas essenciais não eram abordados no treinamento da PM paulista, como a violência policial, o preconceito e a tortura. Das 1.100 horas de aula previstas para os policiais, somente 90 são dedicadas a temas ligados aos direitos humanos. O autor ressaltou que é preciso entender na mente e no ensino policial “qual o mecanismo que faz com que uma pessoa reduza a outra a objeto a ponto de praticar violência”.

Segundo o advogado José Nabuco, professor de Direito Penal, a intolerância e a violência da Polícia Militar são históricas e provêm de uma errônea troca de valores. “Prevalece na instituição o respeito à autoridade em detrimento da legalidade”, argumentou. A conhecida alegação policial de estar “cumprindo ordens”, utilizada para cometer crimes contra a vida dos cidadãos – situação em que o direito estabelece que a ordem é ilegal – é para o advogado a mais clara evidência do processo de inversão comportamental.

http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/11/a-autoridade-policial-passou-a-pressupor-violencia-e-arbitrariedade-diz-tentente-da-pm-8777.html

Web Denúncia é destaque do programa Conversa com o Governador…Geraldo Alckmin falou também sobre o aumento do efetivo policial no Estado 82

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 27 de novembro de 2013 18:36
Assunto: Web Denúncia é destaque do programa Conversa com o Governador
Para: dipol@flitparalisante.com

Quarta-feira, 27 de Novembro de 2013

Web Denúncia é destaque do programa Conversa com o Governador

Geraldo Alckmin falou também sobre o aumento do efetivo policial no Estado

A implementação de uma nova ferramenta para denúncias criminais foi o tema da edição desta semana do programa de rádio Conversa com o Governador. Geraldo Alckmin apresentou o “Web Denúncia”, serviço online que amplia o serviço do já conhecido Disque Denúncia (181), que há 13 anos ajuda a polícia a salvar vidas e solucionar todos os tipos de crimes.

O serviço, pioneiro no Brasil, pode ser utilizado 24 horas por dia, 7 dias por semana, por meio de mensagens enviadas de qualquer computador, tablet ou celular com serviço de internet. É possível incluir documentos como fotos, vídeos e outros elementos importantes para a investigação, que não podem ser passados numa ligação telefônica. “A pessoa faz a denúncia de forma anônima, o sigilo é absoluto e as informações que ela passa à polícia são tratadas de forma totalmente sigilosa”, disse o governador.

O sistema recebe denúncias sobre sequestro, tráfico de drogas, pessoas procuradas pela Justiça, homicídio, latrocínio, roubo e furto de veículos, entre outros. “É prático e rápido. No fim, a pessoa recebe uma senha e poderá, inclusive, acompanhar a apuração.”

Alckmin falou da importância da colaboração da sociedade no combate ao crime. “Em 13 anos, o telefone recebeu 1,5 milhão de denúncias, todas feitas por pessoas anônimas que ajudaram a polícia a esclarecer crimes.” Alckmin destacou, ainda, que a partir das denúncias foram feitas 28 mil prisões em flagrante e 5 mil fugitivos foram recapturados.

Além disso, com a ajuda do Disque Denúncia a polícia apreendeu mais de 5 mil armas ilegais, fez quase 32 mil flagrantes de tráfico de drogas, solucionou 2,2 mil casos de homicídio e resolveu 221 casos de sequestro. “São números extraordinários e fruto da participação da sociedade. Quando as pessoas participam, toda a sociedade ganha. Isto é cidadania.”

O governador falou também do aumento do efetivo policial no Estado. “Nesta semana, teremos a formatura dos primeiros mil agentes de escolta e vigilância penitenciária, especialmente treinados para fazer a segurança nas remoções de presos no Estado. Esta iniciativa libera os policiais militares deste serviço e reforça a segurança nas ruas”, contou. Alckmin disse ainda que, só na PM, foram 10.673 soldados contratados desde 2011.

Ao final do programa, Alckmin reforçou que o telefone do Disque Denúncia é o 181. E o endereço do Web Denúncia é www.webdenuncia.org.br. Os serviços funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana, e a denúncia é completamente anônima.

Ouça o programa desta semana: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=234438.

Ouça os programas anteriores: http://www.saopaulo.sp.gov.br/orgaos/governador_conversa.

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Governo do Estado de São Paulo

Audiência discute hoje aposentadoria especial para mulheres policiais 43

Enviado em 27/11/2013 as 16:41 – Caipirapol

27/11/2013 – 10h05 Audiência discute hoje aposentadoria especial para mulheres policiais
Atualmente a lei prevê que as policiais se aposentem com 30 anos de serviço. Proposta em análise na Câmara reduz esse tempo para 25 anos.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado debate nesta quarta-feira a proposta que cria regime especial de aposentadoria para as mulheres policiais (PLP 275/01). A proposta, de autoria do Senado, permite que as mulheres policiais se aposentem depois de 25 anos de contribuição à Previdência Social, desde que estejam há 15 anos na carreira.

Hoje, de acordo com a Lei Complementar 51/85, os os policiais podem se aposentar após 30 anos de serviço, desde que sejam ao menos 20 anos de exercício em cargo de natureza estritamente policial. Esse dispositivo, em tese, abrange tanto os policiais do sexo masculino quanto os do sexo feminino, indistintamente.

O PLP 275 está pronto para votação em Plenário. O deputado que pediu a audiência, João Campos (PSDB-GO), destacou que, além das demandas da categoria em torno da aposentadoria especial por atividade de risco, “é necessário observar as especificidades constantes na categoria, em especial no que se refere a questões de gênero”.

Em 2010, a Comissão de Segurança Pública aprovou outro projeto (PLP 330/06) que estabelece novas regras para a aposentadoria do servidor público policial.

Convidados
Foram convidadospara discutir o assunto:
– a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário;
– o diretor do Departamento dos Regimes no Serviço Público do Ministro da Previdência Social, Otoni Gonçalves Guimarães;
– a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Maria Filomena de Luca Miki:
– a inspetora da Polícia Rodoviária Federal Carla Cristina Filus;
– o assessor parlamentar da Polícia Militar Major Pedro César Nunes Ferreira;
– o presidente da Associação das Mulheres Policiais do Brasil, Creusa Camelier:
– o diretor parlamentar da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Renato Borges Dias;
– o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Jones Borges Leal, e
– a representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal Silvia Amélia Fonseca de Oliveira.

A audiência será realizada às 15h30, no Plenário 6.

Íntegra da proposta:
PLP-275/2001
PLP-330/2006
Da Redação – ND
Colaboração – Caroline Pompeu

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias’

O delegado Luís Henrique Martin vítima de aliança entre MP e PM para desqualificar a Polícia Civil retorna – por ordem do Tribunal de Justiça – à titularidade de Pitangueiras 17

 

Delegado acusado de omissão ao crime volta ao cargo em Pitangueiras

Após decisão do TJ, Henrique Martin reassumiu função nesta segunda (25).
Titular da polícia foi acusado pelo MP de não investigar crimes hediondos.

Rodolfo TiengoDo G1 Ribeirão e Franca
Afastado após ser acusado por omissão ao crime pelo Ministério Público, o delegado titular de Pitangueiras (SP), Luís Henrique Martin, reassumiu o cargo nesta segunda-feira (25). A liminar que determinava seu afastamento foi revogada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) em despacho do dia 5 de novembro. Seu retorno ao cargo foi publicado no Diário Oficial do Estado do último sábado (23). A ação por improbidade administrativa, no entanto, continua em andamento.
Martin ficou afastado da Polícia Civil em Pitangueiras por 25 dias. Em outubro, a Justiça local aprovou um pedido de tutela antecipada encaminhado pelo promotor Leonardo Bellini de Castro, que acusou o delegado de não ter instaurado, quando necessário, inquéritos sobre crimes hediondos como tráfico de drogas, homicídios qualificados e estupros.
O TJ-SP acatou um recurso apresentado no final do mesmo mês pelo advogado de defesa de Martin, Braz Martins Neto, e revogou a liminar sob a justificativa de que o afastamento não foi adequado diante dos fatos alegados pelo MP. O tribunal também entendeu que a permanência dele no cargo não prejudica o andamento do processo. “Insuficientes se delineiam para esse fim simples ilações, conjecturas ou raciocínios inferenciais calcados na natureza e autoridade da função de Delegado de Polícia”, decretou no despacho o relator Souza Meirelles, da 13ª Câmara de Direito Público do TJ.
Com base nessa decisão, Martin voltou nesta segunda-feira a exercer a função de delegado em Pitangueiras, cargo provisoriamente acumulado por um delegado de Sertãozinho, segundo o delegado-assistente da Delegacia Seccional de Sertãozinho, Pláucio Fernandes. “Ele ficou quase um mês afastado. Como foi cassada a liminar, ele voltou ao cargo”, disse.
O advogado de defesa de Luís Henrique Martin disse ao G1 que as acusações do Ministério Público são infundadas e que o próximo passo é aguardar a Promotoria apresentar provas na fase de instrução da ação. “Trata-se de um servidor com toda a confiança da cidade e que sempre se conduziu no sentido de zelar pela Polícia Judiciária que compete a ele”, afirmou Martins Neto sobre o delegado.
Improbidade administrativa
Na ação por improbidade administrativa movida em 26 de setembro, o promotor Leonardo Bellini de Castro acusa Luís Henrique Martin de não ter instaurado, quando necessário, inquéritos sobre crimes hediondos como tráfico de drogas, homicídios qualificados e estupros. Em alguns casos, ele alega que o boletim de ocorrência permaneceu por anos na delegacia sem que fossem tomadas providências.
Castro afirma que o delegado devolveu objetos apreendidos pela Polícia Militar a presos em flagrante por tráfico de drogas. O promotor também acusa o titular da Polícia Civil de ter deixado de encaminhar “em inúmeras oportunidades” boletins de ocorrência sobre menores infratores ao Ministério Público, bem como liberou adolescentes mesmo após terem sido apreendidos em flagrante em crimes realizados com violência, como roubos, “em clara e deliberada afronta às normas.”
Mediante as denúncias, o MP solicitou liminar pelo afastamento imediato do delegado, que chegou a ser acatado pela Justiça de Pitangueiras, além de penalidades como multa equivalente a cem vezes o valor de sua remuneração na polícia, sua exoneração e a suspensão de seus direitos políticos de três a cinco anos – que ainda serão analisadas no processo.

A COCA NÃO É DO PILOTO – Nada mais neoliberal do que políticos investindo na importação e comercialização de COCAÍNA 54

Piloto diz que fez duas ligações a deputado antes de voar; fazenda destino da cocaína era dos Perrella, diz advogado

publicado em 26 de novembro de 2013 às 16:35

Reprodução do Facebook

por Luiz Carlos Azenha

O advogado Nicácio Pedro Tiradentes, que representa Rogério Almeida Antunes, disse esta tarde aoViomundo que o deputado estadual Gustavo Perrella (Solidariedade-MG) mentiu ao dizer, em entrevista, que o piloto roubou o helicóptero que estava em nome da Limeira Agropecuária e foi apreendido em uma fazenda no município de Afonso Cláudio, Espírito Santo, com mais de 400 quilos de cocaína a bordo.

A apreensão aconteceu domingo.

Nicácio, que foi contratado pelo pai do piloto, passou algumas horas com o acusado e saiu do encontro dizendo que Rogério era homem “de confiança” do deputado Perrella, tanto que ocupava um cargo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde não trabalhava. Segundo o jornal O Estado de Minas, o piloto era “agente de serviço de gabinete da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Com salário de R$ 1,7 mil, Antunes está lotado desde abril deste ano na 3ª Secretaria da ALMG, presidida pelo deputado Alencar da Silveira Júnior (PDT)”. O pedetista informou que Rogério seria demitido nas próximas horas.

De acordo com o advogado, o piloto fez duas ligações para o deputado Perrella antes de voar o frete. Ele sustenta que tanto o piloto quanto o deputado acreditavam tratar-se de implementos agrícolas. Disse também que o deputado estaria tentando “empurrar o pepino” para o piloto. Sugeriu que haveria a tentativa de livrar outro envolvido, pessoa “de posses” que acompanhava o vôo, mas não identificou esta pessoa, com a qual o advogado deve se encontrar ainda hoje para obter novas informações.

Além do piloto foram presos  o co-piloto Alexandre José de Oliveira Júnior, de 26 anos, o comerciante Róbson Ferreira Dias, de 56, e Everaldo Lopes de Souza, de 37.

O advogado disse que a fazenda destino da carga era de propriedade do senador Zezé Perrella (PDT-MG), ex-presidente do Cruzeiro e pai de Gustavo Perrella. Segundo o advogado, a propriedade está em nome da Limeira Agropecuária e teria sido comprada “por cinco vezes o valor” de mercado.

Nicácio Tiradentes informou que pretende entrar nas próximas horas com habeas corpus para tirar o piloto da cadeia.

“O deputado não poderia enlamear o menos favorecido pela sorte”, disse o advogado, se declarando “magoado”.

Segundo ele, o piloto “não fez nada sem autorização”. Para provar isso, Nicácio pretende pedir quebra do sigilo telefônico do piloto: “Deu duas ligações [para o deputado]. Aí que mora o perigo”.

PS do Viomundo: Como notou um leitor nos comentários, o Brasil é o único país do mundo no qual implementos agrícolas viajam de helicóptero.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/piloto-diz-que-nao-roubou-helicoptero-e-que-fez-duas-ligacoes-a-deputado-gustavo-perrella-antes-de-voar-frete-fazenda-destino-da-carga-era-da-familia-diz-advogado.html

e-BO …Que bacana, as Polícias cada vez mais longe das vítimas e dos locais de crimes! 215

Segunda-feira, 25/11/13 – 14:53

Delegacia Eletrônica passa a registrar ocorrências de roubo

Delegacia Eletrônica da Polícia Civil foi ampliada e, a partir desta segunda-feira (25), vítimas de roubo de veículo poderão registrar boletins de ocorrência eletronicamente. A ampliação continuará em 15 dias, quando também será possível registrar ocorrências de roubo a transeunte ou de objeto (roubo de rua).

Esta é a primeira vez que crimes realizados sob grave ameaça poderão ser registrados via Delegacia Eletrônica, que já atendia outros 11 tipos de ocorrências: furtos – incluindo de veículos -, perdas (documentos, celulares e placa de veículos), ameaça, injúria, difamação, calúnia, desaparecimento e encontro de pessoas.

A ampliação traz mais comodidade à vítima, que não precisará ir até um Distrito Policial logo após ser roubada e poderá registrar a ocorrência de casa, por exemplo. Caso haja agressão física no momento do crime, porém, a vítima ainda precisará ir a um DP para eventuais exames e não será possível fazer o registro pela internet.

A inclusão dos roubos no rol de crimes atendidos pela Delegacia Eletrônica também tem como objetivo incentivar o registro da ocorrência, evitando, assim, a subnotificação. Pesquisa divulgada no mês passado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) mostra que 36,7% das vítimas deste tipo de crime avisam a polícia sobre o ocorrido. A principal razão, segundo o levantamento, é a falta de importância do objeto roubado.

Como registrar

O registro da ocorrência de roubo pela web depende do preenchimento correto de um formulário disponível no site da Delegacia Eletrônica. Além de informações pessoais da vítima, são pedidos dados como local onde o roubo ocorreu, características do veículo e do autor do crime.

Todos os detalhes que possam ajudar a Polícia Civil a esclarecer o roubo serão usados nas investigações. O sistema questionará, por exemplo, se o assaltante possuía tatuagem, barba, cicatriz ou qualquer outra característica física que o diferencie.

Logo após o registro, um policial da Delegacia Eletrônica analisará o caso e entrará em contato com a vítima por telefone para checar algum dado ou colher mais informações. Ele será responsável por aprovar ou reprovar o boletim de ocorrência.

Uma vez aprovado, o boletim será encaminhado ao Distrito Policial da área onde ocorreu o crime, que investigará o roubo. Os policiais do DP agendarão dia e horário para que a vítima compareça à delegacia.

O andamento do pedido de boletim de ocorrência pela internet será informado via e-mail, incluindo sua aprovação e a data e hora que a vítima deverá comparecer ao DP. Também será possível acompanhar o andamento do pedido pelo site da Delegacia Eletrônica.

Caso haja uma falsa notificação de crime, o autor do registro pode ser punido, de acordo com pena prevista no artigo 340 do Código Penal Brasileiro.

Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública

Governador apresenta ferramenta que permite denúncias pela internet 63

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 25 de novembro de 2013 13:57
Assunto: Governador apresenta ferramenta que permite denúncias pela internet
Para: dipol@flitparalisante.com

Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

Governador apresenta ferramenta que permite denúncias pela internet

Serviço complementa atendimento do 181 e garante anonimato de quem denuncia

O governador Geraldo Alckmin apresentou nesta segunda-feira, 25, o Web Denúncia, ferramenta online que permite registrar denúncias de crimes por meio de computadores, tablets ou celulares com acesso à internet. A novidade tem como objetivo tornar o serviço ainda mais prático e ágil para o denunciante.

“Depois do Disque Denúncia, que já teve mais 1,5 milhão de denúncias feitas com absoluto sigilo e que ajudaram a salvar vidas, elucidar crimes, salvar pessoas em cativeiro, temos agora o Web Denúncia, o primeiro do país. E tem a vantagem de poder encaminhar vídeos, fotografias e documentos. Vai ajudar ainda mais a fortalecer a segurança de São Paulo. O cidadão ainda vai poder acompanhar com senha e sigilo o trabalho de investigação da denúncia”, ressaltou Alckmin.

As denúncias poderão ser feitas por meio do site: http://www.webdenuncia.org.br/. O portal já está no ar e o mecanismo de denúncia estará funcionando a partir de meia noite desta segunda-feira. O serviço é uma parceria entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e o Instituto São Paulo Contra a Violência (ISPCV), que há 13 anos mantêm o atendimento telefônico via 181.

O anonimato de quem denuncia, marca do serviço pelo telefone, será mantido nos registros via internet. O site conta com mecanismos de segurança que permitirão ao usuário ter o seu sigilo garantido.

A plataforma digital para denúncias funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e tem a vantagem de possibilitar o envio de arquivos como fotos, vídeos e cópias de documentos. Cada registro enviado é analisado pelos policiais que trabalham no Disque Denúncia (181).

Entre os crimes que poderão ser denunciados pelo novo serviço está o tráfico de drogas, homicídio, latrocínio, roubo e furto de veículo, outros tipos de roubos, sequestro e informações sobre procurados pela Justiça.

Para registrar uma denúncia, bastará escolher o tipo de denúncia dentre as opções e seguir a sequência de formulários de perguntas. Ao final da denúncia, uma senha será fornecida pelo sistema para que o denunciante possa acompanhar posteriormente a apuração pela polícia.

Assessoria de Imprensa

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Governo do Estado de São Paulo

Comunicado – Nota de Falecimento…( Nossos sinceros sentimentos em razão da perda suportada pela Dra. Marilda ) 26

Enviado em 25/11/2013 as 2:32 – Nicolau Galilei

Destaques

Comunicado – Nota de Falecimento

É com imenso pesar que a diretoria da Adpesp comunica o falecimento de Paulo Cesar Pinheiro, filho da presidente Dra. Marilda Pansonato Pinheiro. A Adpesp externa sentimento de solidariedade aos familiares e informa que o velório ocorre neste domingo (25), a partir das 11h, no Centro Velatório Terra Branca, localizado na rua Gerson França- Quadra 5, Bauru. O sepultamento está previsto para ter início às 16h no Cemitério Parque dos Ipês, localizado na Av. José Vicente Aiello, 125 qd 22 – Parque Nações, Bauru.