Instituto Veritá: Aécio tem 53,2% dos votos válidos; Dilma, 46,8% 40

Entre os entrevistados, 7,8% se declararam indecisos e 3,7% escolheram voto em branco ou nulo

Pesquisa mais recente do Instituto Veritá mostra o candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) com 53,2% das intenções de voto, quase sete pontos percentuais à frente de Dilma Rousseff (PT), que alcançou 46,8% das preferências. Considerados os votos totais (considerados votos brancos, nulos e indecisos), a contagem é de 47% para o tucano e 41,4% para a petista.

Do total de entrevistados, 7,8% se declararam indecisos e 3,7% escolheram voto em branco ou nulo. Já os eleitores que disseram rejeitar voto em Aécio chegaram a 39,1%, enquanto Dilma tem 46,1% da rejeição do eleitorado.

Os números do Veritá contrastam com a terceira pesquisa Datafolha deste segundo turno, divulgada ontem (segunda, 21), em que há diferença de quatro pontos percentuais em favor de Dilma. Contratado pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, o levantamento mostra a presidenta com 52% dos votos válidos, enquanto Aécio alcançou 48%.

A margem de erro definida pelo instituto Veritá é de 1,4 ponto percentual, para mais ou para menos – faixa que descarta e empate técnico. Contratado pela Ediminas S.A., que publica o jornal mineiro Hoje em Dia, o levantamento ouviu 7.700 eleitores de 213 municípios de todas as unidades da Federação, entre 17 e 18 de outubro.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Esse percentual quer dizer que, se o levantamento for reaplicado por 100 vezes consecutivas, em 95 ocasiões os resultados ficariam dentro da margem de erro de 2%, para cima ou para baixo. O levantamento pode ser conferido no Tribunal Superior Eleitoral, onde está registrado sob o protocolo BR-01144/2014

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/instituto-verita-aecio-532-dilma-468-dos-votos-validos/

Exultai e alegrai-vos Petralhas, Dilma ainda possui a chance de continuar governando o paço-da-mãe-joana 80

O Datafolha realizou uma pesquisa nesta segunda-feira. Dilma Rousseff, do PT, aparece à frente de Aécio Neves, do PSDB. Se a eleição fosse hoje, segundo o instituto, a petista teria 46% dos votos totais, contra 43% do tucano. Nos votos válidos, ela teria 52%, e ele 48%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos, para cima ou para baixo, o que coloca os candidatos tecnicamente empatados.

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Tribunal de Justiça absolve o delegado Robert Leon Carrel e investigadores Cleuber Gilson Bueno e Ricardo Ganzerla acusados de desvio de cocaína 27

O Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu na quinta-feira (16) o delegado Robert Leon Carrel em um  processo no qual ele era réu  acusado de, em companhia de outros policiais, ter desviado parte de uma carga de cocaína que havia sido apreendida pelo departamento em um avião em Itu, em setembro de 2003.

A sentença de primeira instância , de maio de 2013, foi dada pelo juiz Fernando Bonfutti Izidoro, da 29ª Vara Criminal de São Paulo.

Além de Carrel, também foram condenados a 5 anos de prisão os investigadores Cleuber Gilson Bueno e Ricardo Ganzerla. Todos sempre alegaram inocência.

O delegado Luiz Henrique Mendes de Moraes, também acusado, morreu – em razão de problemas de saúde agravados com o processo –  antes da decisão.

“O juiz decidiu contra a prova dos autos”, afirmou o advogado Daniel Bialski,  defensor dos policiais. Segundo ele, um laudo feito pela Polícia Federal foi inconclusivo a respeito da quantidade da droga apreendida no aeronave. O MPE baseava sua acusação em duas análises feitas pela PF na qual os peritos diziam ser factível – com base em fotos da droga feita ainda no avião – de que a carga tivesse pelo menos 30 quilos a mais do que os 98 quilos informados pelos policiais. No dia da apreensão, a Secretaria da Segurança Pública chegou a publicar em seu site que 200 quilos de cocaína haviam sido apreendidos.

O advogado de Carrel demonstrou ainda que as escutas telefônicas da investigação do Denarc mostraram que os criminosos pretendiam trazer para São Paulo uma centena de quilos de cocaína. “Eles nunca citaram quantidade maior”, afirmou Bialski. O advogado  entrou com pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça para anular a sentença, pois o juiz do caso não participou do recolhimento das provas. Além disso, Bialski encaminhou ao tribunal um recurso contra o mérito da condenação, alegando a inocência dos policiais. Todos receberam o direito de recorrer da decisão em liberdade.

Agora, à unanimidade, a Corte de Justiça de Justiça DEU PROVIMENTO AO RECURSO e o absolveu, assim como aos demais acusados (que deverão ser reintegrados aos seus cargos ) com fundamento no artigo 386, inciso II do Código de Processo Penal, declarando que NÃO HAVIA PROVA sequer da materialidade e existência do fato.

Robert Carrel  atualmente aposentado, também,  defendido pelo advogado Daniel Leon Bialski e associados, obteve o deferimento de liminar em Mandado de Segurança para SUSPENDER a decisão que cassou sua aposentadoria. A decisão – igualmente por unanimidade – é colegiada e foi proferida pelo órgão especial do Tribunal de Justiça

O advogado Daniel Leon Bialski obtém mais uma vitória no Tribunal de Justiça em favor de policiais: anulou a cassação da aposentadoria do delegado Robert Leon Carrel 30

Ele foi responsável pelas maiores apreensões de cocaína efetuadas pelo DENARC; acabou perseguido , preso e obrigado a aposentar-se precocemente

Responsável de 1996 a 2006 pelas principais operações sigilosas do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), o delegado Robert Leon Carrel , acabou sendo vítima do ciúme e da inveja de alguns de seus colegas e, também, de membros do MP. Carrel possui inteligência acima da média, educação formal de elite e domina vários idiomas

Mesmo enredado por alguns promotores de 1ª instância que encomendaram laudos a pessoas suspeitas, com pareceres favoráveis do próprio Ministério Público foi absolvido pelo Tribunal de Justiça.

Carrel foi acusado de, em companhia de outros policiais, ter desviado parte de uma carga de cocaína que havia sido apreendida pelo departamento em um avião em Itu, em setembro de 2003.

Perseguido pela Corregedoria Geral da Polícia Civil, especialmente pelo delegado Délio Marcos Montressor – acabou sofrendo a penalidade de demissão a bem do serviço público convertida em cassação de aposentadoria. 

Contudo, graças ao seu profundo saber jurídico e hercúleo esforço de toda a sua  banca,  o Doutor Daniel Leon Bialski , por meio de mandado de segurança impetrado contra o ato do governador deste estado,  obteve a anulação da cassação da aposentadoria do delegado aposentado Robert Leon Carrel.

Cujo acórdão servirá de paradigma para outros casos.

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FBI é carreira única? 47

FBI é Carreira única?
Verdade ou mentira?
Tirem suas conclusões.

Quem não ouviu falar sobre as famosas PECs do FBI( PEC 361, 51 e 73) tão pregadas e difundidas pelos chamados EPAs da Polícia Federal ( escrivães, agentes e papiloscopistas). Como fundamento para a famigerada carreira única, dizem que na polícia americana, mais especificamente no FBI, a carreira é única. Todos são agentes especiais que entrando pela base podem ocupar os maiores postos. Mas será que isso é verdade ou apenas mais uma artimanha para enganar aqueles que não tem conhecimento sobre a carreira do FBI?
Vamos falar um pouco sobre a(s) carreira(s) do FBI.
Logo que se abre o site oficial do FBI (https://www.fbijobs.gov/1.asp), ao tratar sobre a forma de ingresso naquela agência, temos os seguintes dizeres:
Juntando-se ao FBI
Juntando-se ao FBI é como nenhuma outra opção de carreira por você já explorada. É um desafio. É emocionante. É gratificante. E a cada dia você tem a oportunidade de servir o seu país.
Saiba mais sobre as nossas duas carreiras principais:
• Agente Especial
• Professional Staff
De plano, já se percebe que eles falam: “Saiba mais sobre as nossas duas carreiras principais”.
Perceberam a primeira falácia? Duas principais Carreiras
Clicando no link Agente Especial, vai perceber que esta carreira não se divide em nenhuma outra. É a carreira principal e de comando no FBI. Ou seja, é uma carreira única.
Inclusive no próprio site fala sobre o plano de carreira dos Agentes Especiais:
Com todos os cinco planos de carreira supervisionando inteligência e atividades investigativas, informações específicas sobre cada divisão são: Diretoria de Inteligência A missão do programa de inteligência é posicionar de forma otimizada o FBI para atender a segurança nacional atuais e emergentes e ameaças criminosas.
Clicando no link Professional Staff, perceberá que vai abrir com os seguintes cargos dentro desta carreira:
Saiba mais sobre as oportunidades de carreira no FBI:
• Análise de Inteligência
• Tecnologia da Informação
• Ciência Aplicada, Engenharia e Tecnologia
• Lingüística
• Gestão de Negócios
• Polícia FBI
• Apoio Investigativo e Vigilância
• Outras oportunidades de carreira.
Agora se clicar no link Apoio Investigativo e vigilância, teremos os seguintes cargos:
• Especialistas de investigação
• Especialistas de vigilância
Ao se pesquisar qual a atribuição do cargo de Especialista em investigação temos:
Investigadores do FBI

”Especialistas de investigação do FBI têm a tarefa essencial de fornecimento de funções de apoio por meio de atividades de vigilância física. Especialistas de investigação fornecem apoio através da recolha de informação em áreas como a contra-espionagem estrangeira, e contra-terrorismo. Especialistas também tem a função de coletar, analisar e difundir essa informação para uso por outros funcionários do FBI, se necessário. As informações obtidas durante as operações de vigilância é usado para avaliar cada missão de vigilância e determinar um curso de ação para os agentes em campo.”
Pelo exposto, vemos que no FBI, existem duas carreiras distintas, sendo uma de SPECIAL AGENT e outra de PRFESSIONAL STAFF. O Termo em ingles STAFF significa, em português, entre outros sinônimos, APOIO. Mas a quem o PROFESSIONAL STAFF presta apoio? Não há qualquer dificuldade em responder que estes profissionais prestam apoio ao SPECIAL AGENT.
Ao pesquisar sobre o FBI no wikipédia, temos os seguintes dizeres quanto ao pessoal do FBI: Em 31 de dezembro de 2009, o FBI tinha um total de 33.852 empregados. Isso inclui 13.412 agentes especiais e 20.420 profissionais de apoio, como os analistas de inteligência, especialistas em linguagem, cientistas, especialistas em tecnologia da informação e outros profissionais.
Ou seja, fora os Agentes Especiais, que tem carreira própria, todos os outros integrantes do FBI são de uma carreira distinta. Ou seja, todos os outros profissionais são auxiliares ou prestam apoio aos Agentes Especiais.
Isto mostra a falácia apresentada por não delegados, tanto da policia federal, quanto das polícias civis de que nas “melhores polícias do mundo”, existem carreira única, onde todos têm condições de chegar ao topo, mesmo sem concurso público, ou seja, mediante o já extinto, como ocorreu com os dinossauros que já andaram sobre o nosso planeta, “trem da alegria”.
Nas policias judiciárias estaduais ou distrital temos, como regra: Delegado de Polícia, Agente de Polícia ou Investigador policial, Escrivão de Polícia, Perito Criminal e papiloscopista, os quais se separam em duas carreiras, a de Delegado de Policia e a carreira que engloba todo o restante.
Na Polícia Federal, temos em uma mesma carreira, diversos cargos, sobre os quais os tribunais superiores entendem que tais cargos têm natureza de carreiras distintas temos: Delegado de Polícia, Escrivão de Polícia, Perito Crimina, Agente de Polícia e Papiloscopista.
Podemos concluir que as policias civis e federal seguem o modelo do FBI, onde temos a carreira principal ou de comando que é a de delegados de polícia (SPECIAL AGENT) e a outra carreira, auxiliar ou de apoio, que estão os cargos de agente de polícia, escrivão, papiloscopista e os peritos criminais ( PROFESSIONAL STAFF).

Sérgio Ricardo Mattos
Delegado de Polícia do Distrito Federal

Aécio tem 56,4% dos votos válidos e Dilma, 43,6% 67

IstoÉ/Sensus: Aécio tem 56,4% dos votos válidos e Dilma, 43,6%

Pesquisa  IstoÉ/Sensus sobre a corrida presidencial divulgada nesta sexta-feira (17) mostra o candidato do PSDB, Aécio Neves, com 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% de Dilma Rousseff (PT).

Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7% e Dilma, 38,4%; 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco.

A pesquisa indica ainda que na reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%.

Rejeição

O índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff, segundo o levantamento, é de 45,4%. Com relação ao tucano, a rejeição é de 29,9%.

O Sensus ouviu 2.000 eleitores de 136 municípios em 24 estados, entre terça-feira (14) e esta sexta (17). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada na Justiça Eleitoral.

A ADPESP já estaria liquidada!…Resposta ao Policial Civil Digno 32

Ok Dr.Guerra, porém me restou uma duvida :

O Flit que praticamente foi órgão oficial de informações nas greves, reuniões, reivindicações e tantas outras ajudas a instituição….ficou sozinho na hora que vieram pra cima, mais exatamente , na sua demissão ?

A Adpesp ficou quietinha?

A mesma Adpesp que o Sr. ajudou e muito a colocar em destaque,e quiçá eleger a atual diretoria?

Ficou na mão?

Sempre quis perguntar isso.

Até hj nao me conformo com o silencio da classe dos Delegados em relação a sua demissão.

Opiniao minha:

delegado de policia funciona assim – é pra derrubar alguem, conquistar alguma gratificação, conseguir alguma regalia: O Flit é verídico, corajoso, porta voz da PC

Delegado de policia vendo seu par ser cassado pela administração: “tb aquele delegado maluco, só entro lá de vez em qdo pra rir”.

É assim que eu vejo. Covardia.

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Aos meus ex-colegas da ADPESP, não fosse uma pequena ajuda do FLIT observem na mão de quem estariam os delegados de São Paulo 61

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A ADPESP já estaria liquidada!

https://flitparalisante.wordpress.com/2009/12/10/andre-dahmer-foi-denunciado-e-condenado-por-apropriacao-indebita-de-valores-previdenciarios/ ( da Adpesp )

Ao Policial Civil Digno,

Inicialmente, a postagem acima não se trata de nenhuma espécie de cobrança à atual diretoria da ADPESP, especialmente à Dra. Marilda; que me ajudou e apoiou no limite do estatuto.

Trata-se de um lembrete à maioria dos associados da entidade, pelo menos àqueles que confiaram seus votos em Marilda.

Em 2009 , André Dahmer quase foi eleito;  em 2011 Domingos Paulo Neto com André Dahmer , novamente, quase foram eleitos com ampla maioria dos votos da Capital.

Com efeito, André Dahmer é processado por improbidade administrativa e superfaturamento de contratos, fraude em licitações e com a suspeita de conivência de Domingos Paulo Neto.

Em 2005 a classe elegeu o famigerado ANDRÉ DI RISSIO ( Petralha de carteirinha ) .

Vexame internacional!

Pois bem, a ADPESP sempre foi um curral das panelinhas formadas por delegados da Capital .

Ora NASA para Cardeal, ora trampolim para 1a. classe ganhar promoção à classe especial.

Em ambos os casos a trampolinagem sempre foi geral.

O patrimônio de nós delegados era dilapidado por delegados.

Isso é inadmissível.

Que roubem o erário, traficante , o PCC , o vendedor de DVD, mas desfalcar o patrimônio constituído pelos próprios colegas merece pena capital.

Mudou com Marilda, apesar de um funcionário gatuno que andou desviando valores da tesouraria.

Também mudou a maneira de se buscar apoio aos interesses da carreira e da Polícia Civil.

Quanto ao silêncio da classe em relação a minha demissão?

Ser solidário a mim é infração disciplinar!

Os colegas devem fazer manifestações públicas em favor de delegados da estirpe do Dr. Antônio Carlos de Carlos Machado Filho, pois este sim foi injustiçado.

Nem sequer foi julgado pelo Poder Judiciário.

 

OAB/RJ emite nota de apoio à MP 657/14 29

OAB/RJ emite nota de apoio à MP 657/14

“A MP fortalece e dignifica não apenas a função de Delegado, mas também a instituição da Polícia Federal”.

  • OAB
  • OAB/RJ

A OAB/RJ vem a público manifestar irrestrito apoio à Medida Provisória 657, editada no último dia 13 de outubro pela Presidência da República.

Ao exigir ainda mais experiência para o ingresso no cargo de Delegado de Polícia Federal, a aludida MP fortalece e dignifica não apenas a função, mas também a instituição da Polícia Federal.

Por outro lado, é merecedora dos nossos maiores encômios a MP, também por ter previsto expressamente a participação da Ordem dos Advogados do Brasil no concurso público para o cargo de Delegado de Polícia Federal, o que decerto contribuirá para a garantia da legalidade do certame, como, de resto, ocorre em concursos destinados ao ingresso nas carreiras da Magistratura, do Ministério Público e da Advocacia Pública.

Fenapef – A federação dos felões mais uma vez derrotada 87

Caríssimo, dr. Guerra. Vênia máxima, volta à carga.
Agora, já não me interessa tanto – ao menos não diretamente – as desventuras de um país sem legendas de direita.
Se bem que, ninguém ignora, o partido dos trabalhadores segue a cartilha, é fruto mesmo, daquela esquerda mais vulgar e subalterna – a sindicalizada.
Pois então. É de um sindicato ou figura correlata que eu quero falar.
Ganha uma tubaína quem acertar o nome.
Ora, claro, trata-se da Fenapef.
Para meu pasmo – ou melhor, pasmo nada -, a aludida federação se prodigalizou em cumular…derrotas.
Recentemente, mais uma, e acachapante, colheu-a. Refiro-me por óbvio à recente medida provisora versando sobre a organização da instituição. ( Medida Provisória (MP) 657/14 )
A federação lançou-se num proselitismo burlesco, insurgindo-se contra uma emenda dos deltas da PF.
Já davam como certo a edição da MP sem a emenda.
Mas foi só um sonho de verão, mais um.
A MP adveio e, claro, trazendo a reboque a emenda dos majuras.
Eu racho o bico.,
Será que esses agentes não percebem que são meros títeres, alegremente manuseados, por uma porção de pares encostados e obsedados com uma ambição estapafúrdia?
Ao menos os congêneres estaduais não são assim, como dizer?, tão amalucados.
Os tiras e escrivães estão, digamos, mais conscientizados que coadjuvam o delegado de polícia, não podendo, nem remotamente, querer ser desta importante figura um sucedâneo.
E é claro que tal fato causa uma natural espécie. Afinal, a depender dos humores e circunstâncias reinantes, os celerados da fenapef ora supõem incensar o governo de turno ora contra ele se insurgem.
E quando mais eles vociferam que a figura do del pol é anacrônica (não, eles não usam esse termo. Parece-lhes rebuscado e elitista) e prescindível, mais o judiciário assevera o contrário. Um sem-número de sentenças plasma a relevância, o caráter jurídico, singularidade e outros predicados dessa importante carreira de estado.
Quanto mais os próceres da fenapef alimentam o delírio da carreira única, mais leis são editadas prestigiando, destacando e conferindo poderes aos…delegados.
Porém, claro, eles apelam. Todavia, é uma apelação de tal sorte infantlilizada que não persuade ninguém. Algo do tipo: – os males da segurança pública são todos atribuíveis à figura do delegado. – O culpado é o sistema. – Não pode haver concurso para chefe – Não pode haver o apadrinhamento (mas alijando-se a figura do concurso para delegado, o que mais se recrudescerá será justamente o…apadrinhamento). Reside nessas e em outras pérolas o mote da sublevação da fenapef.
E é um discurso tão pueril, que mescla um viés revolucionário com um reacionarismo desconcertante. É um discurso tão quixotesco, e lunático, e delirante, que eu, bom…eu racho o bico. E, claro, agradeço: ainda bem que os agentes do delegado de polícia em âmbito estadual não são assim tão…amalucados.
Ps: o advento da aludida MP em nada mudou meu posicionamento. Continuo e sempre serie infenso ao discurso do PT, PSOL e tutti quanti.
Ps 1: obviamente, eu não ignoro que uma expressiva parcela dos agentes federais não compra a cantilena da fenapef. São sim valorosos e extremados policias.
Ps 2: de igual forma, estou plenamente cônscio, e de há muito, que os tiras e escrivães da polícia civil de São Paulo são profissionais altamente capacitados, sem os quais a polícia simplesmente não funciona. Do mesmo modo, tenho plena consciência de que eles são parcamente remunerados, sendo absolutamente legítimo que lutem por melhores vencimentos e condições de trabalho (mas claro, essa consciência não invalida uma outra, que lhe é avessa: para alguns, vagabundos, incompetentes, a remuneração e até demasiada. Percepção extensível, claro, a alguns delegados).
Ps 3: trevosos e arrivistas vulgares, sintam-se plenamente à vontade para me xingar, desqualificar etc. Só não venham com aquele papinho de que não entenderam nada, que sou pedante, escrevo difícil etc. Claramente, até aquele que padece da mais profunda e irreversível idiotia, até ele perceberá que não se trata do fácil falar difícil. O texto é plenamente inteligível.
Todavia, se à míngua de argumentos, quiserem me censurar o estilo, façam-no.

Dr. PACHECO

Diário dos Esquecidos – ELEIÇÃO E UNIÃO POLICIAL 40

 

Bom dia Dr. Guerra. Solicito que divulgue o nosso texto. 

Agradecemos.

ELEIÇÃO E UNIÃO POLICIAL

Senhores policiais, independentemente de quem vencerá as eleições para presidente do Brasil, tenham certeza absoluta de uma coisa: nós continuaremos abandonados pelo novo governante.

Ambos os candidatos não possuem nenhum plano para corrigir os equivocados caminhos que a segurança pública foi forçada a trilhar. O que há são propostas aparentemente criadas por especialistas que raramente saíram de seus gabinetes com ar condicionado, tais como magistrados e promotores de justiça. É a permanência da mesma política que ludibriou as pessoas a acreditarem que estariam mais seguras, pois o governo realizou mais uma compra de armas e veículos oficiais, esquecendo-se de valorizar àqueles que operarão tais equipamentos.

Para piorar, temos uma imprensa que se esforça em punir antecipadamente o policial que no meio de um tumulto agride um inocente cidadão. Esquece-se de ponderar seus inflamados discursos e textos, tendo em vista que somente pode errar aquele que participa. Desconsidera o fato de que agir no meio de uma multidão enfurecida é completamente diferente de analisar um processo folheando calmamente suas folhas.

Assim, saibam policiais, que estão na mais completa solidão, pois ninguém gosta de vocês. E quando se caminha sozinho, os perigos aumentam. Por esta razão, rogo para que não tenham nenhum envolvimento pessoal com as ocorrências que lhe forem apresentadas. Façam o mínimo necessário para não se comprometerem com os casos que lhe forem apresentados, independentemente da carreira que possuem. Lutem para desmotivar familiares e amigos que insistem em ingressar na instituição policial. Mostre a eles a triste realidade que enfrentam. Removam o manto que encobre a verdadeira face da polícia, e lhes revele tudo que seja digno de repulsa. Não permita que alguém que você estime faça parte dela.

Os heróis, os chamados linhas de frente e operacionais de outrora, são pessoas do passado. Perderam-se no tempo à procura de sonhos de uma sociedade melhor. A sociedade covardemente os traiu. O policial do presente deve limitar-se a cumprir fielmente o estereótipo do funcionário público, preocupado tão somente em cumprir o horário, não desagradar o chefe e cuidadosamente bater o carimbo no lugar certo, sempre esperando o maravilhoso momento de desfrutar o saboroso cafezinho. 

 

LEALDADE – Governador Geraldo Alckmin recebe visita da presidência da ADPESP 91

16/10/2014 – Governador Geraldo Alckmin recebe visita da presidência da ADPESP

comunicado

Na manhã desta quinta-feira (16/10), o Governador Geraldo Alckmin, recebeu em seu gabinete, no Palácio dos Bandeirantes, a presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro.

O Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Julio Semeghini e o Doutor Andrea Calabi, Secretário da Fazenda, também foram visitados. Na oportunidade foram abordadas questões relacionadas à pauta de propostas sobre a valorização da carreira dos Delegados de Polícia .

A presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, destacou que a sólida relação de respeito e diálogo da ADPESP com o Executivo, edificada ao longo dos últimos 3 anos, vem amplificando a  representatividade da Classe, não somente no âmbito Governamental, mas também nas esferas do Poder Judiciário e da sociedade civil.

Menino Marcos Vinicius morto com um tiro na cabeça disparado por PM – Dilema policial: agir ou não agir em horário de folga ? 27

Demora

Entre dor e revolta, casal aguarda cinco anos por indenização em Santos

Eduardo Velozo Fuccia

Um casal de Santos que teve o filho de 10 anos morto com um tiro na cabeça disparado por um soldado da Polícia Militar enfrenta uma fila, longa e demorada, para receber a indenização imposta ao Estado pela Justiça, a título de dano moral. A quantia devida é vultosa, mas os pais do menino pediram para não divulgá-la.

Enquanto não recebem a verba à qual fazem jus, Walney Xavier Pereira e a sua mulher, Rosana Aparecida Franco Pereira, enfrentam graves dificuldades econômicas, que só acentuam a lembrança da noite de 23 de dezembro de 1999.

Naquele dia, Marcos Vinicius Franco Pereira, filho caçula do casal, brincava na frente de sua casa, no Castelo, em Santos, e foi baleado por um policial militar, que estava de folga na residência da então namorada e saiu em perseguição a ladrões. Walney e Rosana têm outro filho, atualmente com 29 anos e casado, que não mora com eles.

Na esfera penal, os jurados reconheceram a tese de que o soldado agiu no estrito cumprimento do dever legal e o absolveram do homicídio. Mas o juiz José Vitor Teixeira de Freitas, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Santos, considerou “irrelevante” a decisão do Tribunal do Júri ao julgar ação cível, na qual os pais do menino foram representados pela advogada Cássia Aparecida Rodrigues Sagrado da Hora.

“O policial militar tem regime especial de trabalho e se dedica, em tempo integral, às atividades de polícia. Ao reprimir um roubo em andamento, ele atuava como agente da requerida (Fazenda Pública de São Paulo)”, destacou Teixeira de Freitas.

Com essa observação, o magistrado considerou “evidenciada a responsabilidade da ré na reparação dos danos”, condenando-a a indenizar os pais da criança por causa do “profundo abalo psicológico” sofrido por eles devido à conduta do agente público.

Como determina a legislação neste tipo de ação cível contra o Poder Público, a decisão de Teixeira de Freitas foi reexaminada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A 11ª Câmara de Direito Público a manteve por unanimidade, tornando-a definitiva.

De acordo com os desembargadores Francisco Vicente Rossi, Ricardo Dip e Oscild de Lima Júnior, a Administração tem responsabilidade objetiva, que não exige a comprovação de dolo (intenção) ou de culpa (imprudência, imperícia ou negligência), porque o dano derivou da conduta do soldado no exercício das funções.

N/A

Walney e Rosana, pais da criança, enfrentam duplo drama: a ausência de filho e espera pela indenização

Fazenda tem 5.962 precatórios

A sentença da 1ª Vara da Fazenda Pública de Santos foi dada em 19 de dezembro de 2006, enquanto o acórdão do TJ-SP é de 14 de abril de 2008. Com o esgotamento das possibilidades de recursos, a decisão se tornou definitiva e a presidência do tribunal expediu o precatório, em 25 de junho de 2009, para que a indenização seja paga.

Porém, mais de cinco anos após essa expedição, os pais de Marcos Vinicius nada receberam e a expectativa quanto ao tempo que ainda aguardarão pelo pagamento não é nada animadora. A Fazenda do Estado de São Paulo tem uma lista com 5.692 precatórios pendentes de pagamento. O casal está na posição de número 4.103.

Walney, de 51 anos, e Rosana, de 48, não têm direito a qualquer prioridade nessa fila, como, por exemplo, possuem os credores com mais de 60 anos de idade ou portadores de doença grave. Portanto, eles deverão aguardar rigorosamente a ordem cronológica para a execução do precatório e o consequente pagamento da indenização.

Precatórios são requisições de pagamento feitas pela presidência de tribunal que condenou a Fazenda Pública, seja da União, dos estados ou do Distrito Federal, ou dos municípios. Segundo a Emenda Constitucional (EC) nº 62, de 2009, conhecida como Emenda do Calote, o prazo para se pagar os precatórios pode ser de até 15 anos.

Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou a EC 62/2009, por entender que ela era prejudicial ao cidadão. A discussão, porém, ainda continua para se estabelecer o prazo de pagamento dos precatórios pendentes, até que a situação se normalize e os credores recebam no ano subsequente ao da expedição da requisição.

Relator da ação direta de inconstitucionalidade que cassou a EC 62, cuja decisão foi publicada no último dia 26 de setembro, o ministro Luiz Fux defende o pagamento das dívidas pendentes do poder público em cinco anos. Mas a fixação desse ou de outro prazo ainda depende da concordância da maioria dos integrantes do STF.

Dr. Pacheco: SOU DELEGADO DE POLÍCIA do estado de São Paulo meu voto foi em Geraldo Alckmin, foi em Aécio e será desse último de novo 131

Trata-se de um rematado e rombudo engano. Fruto, claro, de um reducionismo muito comum e próprio de pessoas atrasadas.
Notem bem: o que rege meu voto não é um qualquer interesse periférico, subalterno e particularista.
O maior prócer do partido do trabalhadores, muito provavelmente o Lula em pessoa, poderia interpelar-me pessoalmente, a dizer: – “Vote no Padilha, companheiro. Vote na Dilma, meu filho. Vote em qualquer dos quadros do PT, e eu lhe prometo que ao cargo de delegado serão atribuídas todas as garantias asseguradas aos juízes de direito bem como estendível os mesmos vencimentos.”
Decerto, muitos não crêem, e me considerem demagogo, porém eu responderia com um sonoro NÃO.
Lógico que minha interdição não se circunscreve ao PT. Rigorosamente, ela alcança todo e qualquer partido de esquerda.
Alguém então, mais versado em política e na salada geral de nossas legendas, poderia redarguir: – ora, o PSDB e o PT têm a mesma pia batismal.
Verdade. Ocorre que o PSDB, de uns tempos a esta parte, malgrado ainda parcialmente, vem abdicando dos anacronismos muito típicos da esquerda.
O candidato Aécio fala abertamente em reduzir o tamanho do estado, algo em que eu acredito de modo pio.
Um estado agigantado, a se imiscuir nos mais diversos segmentos, não serve para nada. Apenas onera o cidadão.
Para mim, o estado tem de ser diminuto, enfeixando incumbências mínimas, e delas de desincumbindo com excelência. Serviços de truz, circunscritos às atribuições prementes.
Esse negócio de estado empresário é uma enormidade.
Juro, eu tenho preguiça de discutir com quem acredita nessas bobagens. Os exemplos são tantos e tão elucidativos. Alguém acredita genuinamente que se a Petrobras fosse privada, ela teria sido pilhada da forma que foi e se transmudado na sinecura dos companheiros. A exemplo dela, todas as demais estatais.
Claro, isso é só um aspecto mais, como dizer?, perfunctório da coisa.
As razões de fundo, penso, tê-las esmiuçado, senão todas, algumas. Mas não me custa e volto à carga.
Um indivíduo de esquerda acredita que somos todos iguais. Nossas capacitações, aptidões, anseios, vocações etc seriam, com efeito, niveláveis. Tem-se, para o empedernido esquerdista, um lógico consectário: faríamos jus a mesma renda, mereceríamos todos a mesma e indistinguível recompensa.
Então, eu já penso de modo absolutamente diverso. Acredito piamente que uns são muito mais capacitados que outros. Que somos essencialmente diferentes. Uns mais belos. Uns mais feios. Uns mais inteligentes. Outros mais burraldos. E assim indefinidamente. Claro, uns têm maior elã. Claro, outros maior pendor para o trabalho, seja intelectivo seja braçal. Uns empreendem.
O meu consectário lógico: a recompensa de alguns, justamente, tem de ser maior que a de outros, às vezes, infinitamente maior.
E, a rigor, não me faz tanta diferença assim. Porque, para mim, a riqueza de outrem é virtuosa. Eu não a invejo, como um bom esquerdista. Ao contrário, eu a admiro. Para mim, a riqueza de outrem se espraia. A do empreendedor, ela cria empregos, numa espiral auspiciosa. Para o esquerdista, trata-se de algo inconcebível. E ele vocifera: – absurdo, absurdo, vamos dividir o que ele conquistou.
Claro, o esquerdista sempre presumem que os ricos são essencialmente maus. Já o pobres, imaculados. Afinal,que esquerdista não bebe em Rousseau.
Digo: não sou teísta. Sem embargo, defendo ardorosamente os valores que conformaram nossa civilização judaico-cristã. Já um esquerdista, não. Para ele, tudo o que nossa civilização concebeu é algo a ser superado. Tudo: nossas tradições, nossa alta cultura, nossas religiões, sumamente tudo. Afinal, é ele um revolucionário. Ele acredita que, destruindo tudo, um novo ser humano exsurgirá puro e aperfeiçoado.
E tem mais, muito mais. Embora na retórica, um bom esquerdista diga que todos devam ser padronizados, no mundo fenomênico, onde as abstrações soçobram, eles são pródigos em estabelecer distinções. Eis que surgem as muitas minorias: negros, gays, mulheres, índios, funcionários públicos etc. Todas a reclamar direitos especiais, todas a reclamar uma justiça reparativa, como se elas fossem, desde sempre, apenas oprimidas pelos malvados homens brancos e heterossexuais.
Como se negros não houvessem seviciado…negros na história. Como se gays fossem só candura com outros…gays, segue-se um infindável etc.
Outra: um bom esquerdista já viceja com um inimigo figadal elegido: a igreja católica, ou num sentido mais lato, o cristianismo.
Isso mesmo. O mesmo cristianismo que concebeu o ser humano intransitivo, outorgando-lhe dignidade cristã desde a concepção. Não, a igreja católica, para um bom esquerdista é um monstro terrível. A inquisição, um período dos mais dantescos da humanidade. Claro que ele prefere ignorar que comparativamente, e num período risivelmente menor, o comunismo ceifou muito, mas muito mesmo, mais vidas. Ele prefere ignorar que, há muito, a igreja católica passou por seu iluminismo, e desde sempre fora um pilar inquebrantável das nossas mais significativas conquistas.
Mas tudo bem, um esquerdista não se dignará mesmo a estudar. Afinal, ele acredita que tudo o mais é uma bosta, apostando suas fichas num futuro redentor que ele moldará de acordo com a “perfeita dogmática esquerdista”.
Ele ainda acredita que o Partido, como o bom e insuperável “imperativo categórico”, deve mesmo ser gigante e de tal sorte capilarizado que a consciência de todo o mundo seja por ele regida.
Eu poderia me estender por longa linhas, a explicar o que distingue um conservador de boa cepa de um esquerdista estupidificado. Mas não o farei.
Quem se interessar pelo assunto, terá uma vasta gama de livros sobre ele versando. Na lista dos escritores contemporâneos, não poderá faltar: Olavo de Carvalho, Reinado Azevedo, João Pereira Coutinho, Pondé, Rodrigo Constantino, Felipe Moura Brasil, Guilherme Fiuza, Lobão, Leandro Narloch e outros.
Gustavo Corção e Nelson Rodrigues são insuperáveis.
Finalizo, então, como comecei: SOU DELEGADO DE POLÍCIA do estado de São Paulo, que historicamente remunera mal a categoria, nada obstante, meu voto foi em Geraldo Alckmin, foi em Aécio e será desse último de novo.

Dr. Pacheco