Polícia Civil desmonta mais uma farsa PM e indicia por homicídio doloso soldado que matou filho de tenente-coronel em Araçatuba 5

Polícia conclui inquérito sobre morte de estudante baleado por PM em churrasco

Policial militar foi indiciado por homicídio doloso. Vítima é filha de tenente-coronel da PM. O caso ocorreu em Araçatuba (SP), em julho de 2017.


Por G1 Rio Preto e Araçatuba

Polícia conclui inquérito sobre morte de estudante baleado por PM em churrasco

Polícia conclui inquérito sobre morte de estudante baleado por PM em churrasco

O policial militar Vinícius Oliveira Coradim foi indiciado por homicídio doloso e por dificultar a defesa da vítima. A polícia também pediu a prisão preventiva do PM. Ele está preso temporariamente no presídio da Polícia Militar, na capital paulista. Agora, o caso será encaminhado ao Ministério Público, que vai analisar a denúncia contra o PM.

Diogo Belentani foi atingido no peito e morreu antes de chegar ao pronto-socorro em Araçatuba (Foto: Reprodução/Facebook)Diogo Belentani foi atingido no peito e morreu antes de chegar ao pronto-socorro em Araçatuba (Foto: Reprodução/Facebook)

Diogo Belentani foi atingido no peito e morreu antes de chegar ao pronto-socorro em Araçatuba (Foto: Reprodução/Facebook)

Entenda o caso

Os dois participavam de um churrasco em uma chácara de Araçatuba, no dia 15 de julho de 2017, quando a pistola do policial disparou e atingiu o peito do estudante, que morreu a caminho do hospital. No dia do crime o policial – que atuava na região de Botucatu – foi preso, mas, liberado depois de pagar fiança de R$ 1,5 mil.

De acordo com informações da polícia, o disparo tinha sido acidental e o policial respondia ao crime de homicídio culposo, sem intenção de matar. A polícia, no entanto, descobriu que as testemunhas mentiram nos primeiros depoimentos e revelaram que era o policial quem segurava a arma no momento do disparo e não a vítima.

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Nota do Flit: A polícia civil também apurou que houve mudança na cena do crime e deve indiciar os policiais militares que acorreram ao local do homicídio. 


Matéria triste para todos, principalmente para as famílias envolvidas, as quais eu conheço muito bem, por ser Tenente da Polícia Militar e por ter trabalhado com os pais dos dois envolvidos.

Por palavras tão mal colocadas que a participação conjunta das Polícias segue da maneira que está, sei que é um policial civil o responsável pelo Flit, mas acredito que este não é o momento para fomentar ainda mais discórdia com uma chamada tão tendenciosa e desnecessária para um fato que poderia acontecer com qualquer familiar de policial, seja civil ou militar.

Será que tais erros ou fatalidades só acontecem com os policiais militares, será que as outras forças policiais estão tão qualificadas que seus agentes nunca erram?

A MATÉRIA ESTÁ ISENTA DE QUALQUER PARCIALIDADE, JÁ A CHAMADA, COMO DISSE, FOI COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIA E TENDENCIOSA….

Leandro Mendes,

Com todo o respeito, a chamada não tem nada de tendenciosa; muito menos teve quaisquer objetivos de insuflar a animosidade entre policiais civis ou militares. A matéria é triste para todas as pessoas, especialmente para quem é pai e teme todos os dias pela sorte dos filhos.
Não me venham falar de que acidentes acontecem com qualquer um e que qualquer agente policial pode errar. Mentira!
Eventos como esse só acontecem onde abundam o despreparo intelectual, psicológico e técnico.
Por favor não queira assassinar o mensageiro.
A Polícia Militar que escolha e treine melhor seus soldados; não adianta ficar se jactando de pretensos cursos superiores para policiais se, rotineiramente, verificamos tantos idiotas armados matando inconsequentemente.
Chega de por culpa na Taurus, arma não sai do coldre e da cintura por ação do espírito santo.
Aliás, se o evento foi como narrado pelos jornais, o “idiota” além de tudo deveria estar bêbado; merecendo ser preso por homicídio doloso.
Por fim, que os familiares da vítima encontrem conforto ; o pai do homicida – já que também é PM – que chore bastante por muitos anos, pois não deve ter ensinado regras elementares sobre armamentos.
Arma não pode ser fetiche!

Epitáfio para o perseguidor geral dos direitos e prerrogativas dos Delegados de Polícia: “Que saiba morrer quem viver não soube” 58

Muitos se surpreenderam com a derrocada – ao que parece, inapelável – da Procuradoria Geral da República, na pessoa do seu prócer mais destacado; seu comandante-em-chefe, Rodrigo Janot.

(Claro. Os homens passam. Permanecem as instituições. Mas, na espécie, é inconcebível não reconhecer que ela, a instituição PGR, tisnou-se gravemente.)

Retomo: muitos se surpreenderam, mas não eu. Não eu, delegado de polícia do estado de São Paulo. E precisamente por ser delegado de polícia. Porém, não só por isso.

A rigor, qualquer pessoa que saiba ler minimamente os laivos depositados aqui, instilados acolá, poderia antever a barafunda que ora nos colhe tão desabridamente.

A pia de batismo de todas essas enormidades foi a a própria PGR. E, justiça se faça, num período que precede o mandato do atual Procurador Geral.

(Mas, novamente em nome do amor à justiça, sob o mandarinato do atual PGR, os despropósitos recrudesceram absurdamente, a um patamar de guerra institucional.)

Quem é do meio já sacou. Para quem não é, esclareço. O Dr. Janot, coadjuvado pelo seu séquito, de saída e até ao fim, esmerou-se no menoscabo aos delegados de polícia. Tentou, por todas as formas possíveis, alijá-los de um qualquer protagonismo no bojo da persecução penal.

Ora, ora, ora, isso, por si só, é tão, mas tão indiciário da doxa, maléfica e perniciosa, que se ocupou de todos os desvãos da procuradoria, que só a um rematado tolo passaria em brancas nuvens.

Nova explicação – e sob a epígrafe de: à desmistificação.

À desmistificação.

Na Procuradoria Geral da República urdiu-se a tese – ainda muito prestigiada por alguns sectários. (Na verdade, urdiram-se as teses todas. Um sem-número delas.) A alguns ungidos, recaiu a incumbência de implementação. E o estratagema foi muito simples. Dissequemo-lo.

1a – Todo texto legal que fizesse alusão à figura do delegado de polícia, atribuindo-lhe uma qualquer prerrogativa legal, deveria ser atacado. Esse expediente suscitou situações tão esdrúxulas quanto indefensáveis (1).

2a – Insuflem as bases. Açulem seus ressentimentos. E, importantíssimo, façam-no com evocações ao direito comparado, mas nunca suficientemente pormenorizadas. Jamais elaborem estudos comparativos de fôlego, pois eles desnudarão as falácias todas. E sempre ignorem as peculiaridades de cada país (2).

3a – Aventem que tudo está abrangido pelo espectro de uma guerra de e por poder entre promotores de justiça e delegados de polícia.

Bom, fiquemos nesse último item. (Esmiuço os outros em notas no rodapé.)

Mas que guerra seria essa assim tão assimétrica? Por favor, deem-se ao trabalho e cotejem. Cotejem as estruturas de um qualquer ministério público com as estruturas de uma qualquer polícia civil. Cotejem nossos salários, por favor. Mas não se assustem. Ver-se-ão às voltas, no que toca aos promotores, não raro, com vencimentos nababescos. Cotejem, ainda, as prerrogativas – em muitos casos, verdadeiros privilégios, de cada cargo.

“Grosso modo”, o que eles designam por guerra é verdadeiramente um morticínio, um massacre. Não seria tudo isso uma personificação clara, na seara institucional, daquilo que Lima Barreto designou como país das vaidadezinhas?

Dizer o que de um fiscal da lei que, em vez de fiscalizar, debate-se contra aprimoramentos legais, muitos dos quais inatacáveis?

Dizer o que de um fiscal da lei que, desabrida e irresponsavelmente se imiscui em questões pertinentes a cada instituição, mas não briga pelo aprimoramento de suas estruturas, não se insurge contra a ridicularia do salários de muitos de seus quadros, que ignora questões as mais comezinhas, nada obstante, é muito sobranceiro na hora de esgrimir suas diatribes?

(Só a título de ilustração. Pergunte a um qualquer promotor se ele está cônscio dos critérios que alçaram nosso investigador hipotético à condição de chefe dos demais investigadores de polícia hipotéticos, na nossa delegacia de polícia hipotética. Saberia ele dizer se se trata de critérios objetivos? Ou, em sendo subjetivos, quais as subjetividades regentes? Seria essa uma questão pertinente aos ungidos? Ou ler-se-ia como invasiva de uma particularidade institucional? Mas não são eles que se querem oniscientes, e se imiscuem em tudo?)

O que dizer de um fiscal da lei que, em síntese, não fiscaliza? Em vez disso, só se esmera na busca por mais e mais poder. E só se esmera nas causas vultosas e midiáticas, deixando as demais, as pedestres, infinitamente mais numerosas, ao batidão da ineficiência estrutural de um país de faz de conta.
Ou alguém vai ter a desfaçatez de dizer que nossos presídios são fiscalizados a contento pelo fiscal da lei? Que nossas delegacias o são? Que nossos batalhões o são? Que nossos hospitais o são? Que nossas todas repartições públicas o são?
E não, não me refiro àquela fiscalização extemporânea, depois que o escândalo veio a lume – e escândalo de vulto. Refiro-me isso sim àquela diuturna, àquela que aponta nossas seculares deficiências.

Não lhes parece notável, independentemente do desfecho, que essas lambanças todas no bojo da delações venham à baila na vigência do mandato do procurador-geral que mais se esmerou em desqualificar os delegados de polícia?

Pois bem, eu não acho. Ao contrário, acho tudo isso incrivelmente sintomático e pedagógico.

Nota 1.
Por que cargas d’Água se opuseram tão firmemente à possibilidade do delegado conceder medidas protetivas de urgência nos casos da lei maria da penha? Medidas essas tempestivamente revistas pelo membro do “parquet” e pelo poder judiciário. Ou é fácil para mulher trazida do nordeste e sem parentes na região esperar, e sob situação de risco iminente, pelas deliberações vindouras, justamente quando a iminência do risco toma corpo às duas da manhã?

O que dizer então da incensada audiência de custódia. Se ela é mesmo necessária, lavrem logo, juizes e promotores, doravante os flagrantes apresentados em qualquer hora e em qualquer condição.

Ademais, por que não facultar ao delegado, em casos específicos, porém necessários e muito recorrentes, a possibilidade de decretar a prisão temporária de alguém nos casos estrita e legalmente delimitados? Ou será que os doutos promotores não notaram que, na alta madrugada, não se pede a temporária de ninguém. Afinal, o delegado de polícia simplesmente não acha, ou tem muita dificuldade de achar, um promotor de justiça e um juiz para referendar seu pedido? A não ser, claro, nos casos de repercussão.

Por favor. Parem de morder e assoprar. Se querem se apropriar do nosso mister, façam-no de uma vez por todas, com os ônus e bônus que dele advém. E não só com esses últimos.

Nota 2.
Parem de ser sofismáticos, ao aventarem que nos EUA – país eleito como referência – não há uma figura similar ao delegado. E que as ocorrências são apresentadas diretamente a um juiz. Primeiro, cada ente federado do EUA tem regras muito próprias e distintas uns dos outros. Lá, a seleção de policias e de promotores é absolutamente distinta das nossas. Lá, os costumes são absolutamente distintos dos nossos. Lá, o direito tem uma raiz absolutamente distinto do nosso. Lá, o ministério público não é plenipotenciário nem seus membros nababos do funcionalismo público. Parem de incutir nos nossos operacionais a inverdade de que eles, sem sólida formação jurídica e submissão a rígido certame, poderão deliberar qual hipótese fenomênica se subsume em tal e qual preceito abstrato, quais as consequências dessa subsuncão e o que deve, na espécie, ser observado e coletado em campo.

Texto por Dr. PACHECO

Acabou em Piza: em vez de enfrentar a questão e a fúria da PM e de sua comarquinha desembargador escolhe se declarar incompetente 31

LIMINAR CASSADA
Norma que permite que PM apreenda provas em cena de crime volta a valer

13 de setembro de 2017, 11h55
Por Tadeu Rover – CONJUR

Não compete ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo apreciar resoluções e atos do Tribunal de Justiça Militar. Esse foi o entendimento aplicado pelo desembargador Péricles Piza ao extinguir o Mandado de Segurança que questionava uma resolução do TJM de São Paulo sobre o destino de provas em casos de homicídios dolosos praticados por militares contra civis.

Por consequência da extinção, o desembargador cassou a liminar que havia suspendido a Resolução 54.2017. A norma estabelece que a autoridade policial militar deve recolher os instrumentos apreendidos na cena do crime doloso de policial contra a vida de civil e requisitar exames periciais aos técnicos civis. Depois dessas análises, os objetos devem ser enviados à Justiça Militar.

A resolução foi questionada na Justiça Estadual pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp). Em mandado de segurança, eles afirmaram que a alteração é inconstitucional e sinaliza que a Polícia Militar quer acobertar crimes praticados por seus integrantes.

Em decisão liminar, o desembargador Silveira Paulilo, integrante do Órgão Especial do TJ-SP, suspendeu a resolução. Para ele, a Constituição e o Código de Processo Penal dão à Polícia Civil a competência de investigar crimes cometidos por militares contra civis. E, ao prever que o PM “deverá apreender os instrumentos e todos os objetos” relacionados ao crime, a resolução violou tanto a Constituição quanto as leis sobre o tema.

Representada pelo advogado Marcelo Knopfelmacher, o Tribunal de Justiça Militar apresentou agravo regimental, que foi julgado nesta terça-feira (12/9) pelo desembargador Péricles Piza, também integrante do Órgão Especial do TJ-SP.

Considerando a Constituição estadual e o Regimento Interno do TJ-SP, Piza concluiu que não cabe ao Órgão Especial da corte julgar o caso. “Por tudo que se viu, o Mandado de Segurança não deve prosperar haja vista incompetência deste Órgão Especial para apreciar Resoluções e atos do Tribunal de Justiça Militar”, afirmou.

Assim, o desembargador cassou a liminar que havia suspendido a resolução militar e declarou extinto o processo, sem conhecimento do mérito.

Clique aqui para ler a decisão.
Processo 2164541-26.2017.8.26.0000

Peritos em vez de cobrar recursos do governo preferem elaborar um clichê a laudo honesto…Assim todos ficam felizes! 19

Sem estrutura, polícia de Alckmin tem aval para dizer que droga ‘não é droga’

Sem estrutura para fazer frente à evolução das drogas sintéticas vendidas no país, a Polícia Científica de São Paulo decidiu oficializar a atual ineficiência e publicar uma norma que isenta os peritos de conseguir confirmar a existência de substâncias ilícitas nos exames laboratoriais.

Por exemplo: se o policial analisar um comprimido de ecstasy, mas não tiver em mãos material específico para o teste de confirmação, deverá tratar a substância como se não fosse droga –agora com respaldo da instituição.

Nesse laudo, deverá constar que “não foi detectada a presença de substâncias rotineiramente pesquisadas neste laboratório devido à ausência de padrão analítico”. Na prática, provoca o mesmo efeito que dizer que não é droga.

Para produzir efeito legal, como punir alguém em um processo judicial, o laudo precisa dizer que foi “detectada” a presença da substância X constante na lista X de portaria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Isso só é possível, porém, quando a perícia consegue precisar que a substância analisada é idêntica à de uma amostra catalogada anteriormente pela Anvisa como substância ilícita no país.

Muito mais do que uma questão de semântica, tal norma torna público um grave problema no sistema nacional de repressão ao tráfico de drogas, que é a impossibilidade de punir parte do comércio de entorpecentes por não conseguir provar que aquilo que está sendo vendido é, de fato, uma substância ilícita.

O efeito disso é que, se o laudo pericial não consegue atestar que o material apreendido é uma das substâncias proibidas, a Justiça não pode condenar um suspeito, por falta de materialidade do crime.

“O laudo não está dizendo que não tem aquela droga ali. Ele está dizendo que, por falta de padrão de confronto, o perito não pode afirmar”, diz Ivan Miziara, superintendente da Polícia Científica do governo Geraldo Alckmin (PSDB) e responsável pela portaria publicada em julho.

Segundo ele, a medida dá transparência e ajuda a padronizar a redação de laudos.

MERCADO

O problema ocorre num momento em que há um aumento de drogas sintéticas no mercado nacional. Só entre 2013 e 2016, a Polícia Federal identificou 56 tipos de drogas novas, todas vendidas como variações de LSD e ecstasy.

A estimativa da polícia paulista é que as drogas sintéticas representem 2% dos cerca de 260 mil exames realizados anualmente nas apreensões em suspeitas de tráfico de droga. Assim, mais de 5.000 exames anuais correm risco de não terem um material específico para teste.

Além da dificuldade de compra de material pela burocracia, há a questão de custo. Um frasco com padrões de confronto pode custar de R$ 800 a R$ 2.000 (um frasco faz diversos exames).

Só com teste para maconha e cocaína foram gastos no ano passado em São Paulo cerca de R$ 200 mil –dinheiro que sai da verba de custeio, que concorre com outras despesas, como os reagentes.

O orçamento da Polícia Científica é de R$ 613,3 milhões (em torno de R$ 45 milhões para custeio) neste ano, contra R$ 4,1 bilhões da Polícia Civil e R$ 14,8 bilhões da PM.

“A primeira barreira é o Estado investir na aquisição de padrões [de confronto das drogas]. O Estado não investe como deveria na Polícia Científica”, afirma o presidente do sindicato dos peritos de São Paulo, Eduardo Becker.

“É preciso ter equipamento, padrão, reagente, insumos. Mas não tem. Não tem cromatógrafo [aparelho para testar a droga] em todos os núcleos do Estado”, diz.

TRANSPARÊNCIA

Superintendente da Polícia Científica da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), Ivan Miziara, diz que a portaria publicada em julho, além de dar transparência às dificuldades para identificar as novas drogas, visa padronizar a redação de laudos da instituição.

Segundo ele, havia reclamação do Ministério Público devido ao excesso de análises com resultados inclusivos -por exemplo, dizendo ser “sugestível” ou “indicativo de” se tratar de droga.

Um dos problemas, segundo Miziara, é a burocracia para a compra de materiais para realização de exames, os chamados padrões de confronto, que dependem de liberação da Anvisa para aquisição –quase sempre de laboratórios internacionais.

Um processo de autorização para compra, afirma ele, pode levar até dois anos. Por outro lado, para escapar da polícia, os criminosos chegam a mudar as fórmulas das drogas mensalmente –caso de uma maconha sintética comprada pela Promotoria em 2014 pelos Correios, como parte de uma investigação.

A droga analisada pelos peritos paulistas tinha uma composição (5F-AKB48). A fórmula, no entanto, mudou entre 15 e 20 vezes em dois anos, de acordo com a perícia. A alteração de uma única letra ou número pode retirar a substância da lista da Anvisa.

“Precisa estar na norma da Anvisa para ser proibido. Se tirar dessa lista, deixa de ser crime. Não adianta o perito dizer que é parecido. É ou não é aquela substância que está na lista”, disse o advogado Leandro Sarcedo, conselheiro da OAB-SP.

Uma das variações do LSD foi encontrada em Victor Hugo Santos, 20, que teve o corpo encontrado na raia olímpica da USP em 2014.

Em fevereiro daquele ano, a Anvisa havia colocado em sua lista 11 variações. A Polícia Científica de SP não tinha, porém, a composição exata encontrada no corpo do rapaz e precisou ela própria criar um padrão de confronto.

CULPADO

O presidente do sindicato dos peritos de São Paulo, Eduardo Becker, elogia a publicação da portaria que, segundo ele, dá respaldo ao trabalho da categoria –já que o profissional “não pode ser culpado de ter afirmado ou não” alguma coisa no laudo.

Para o subprocurador-geral de Justiça Mário Sarrubo, do Ministério Público, a decisão da polícia é importante por criar uma padronização.

“Isso dá uma clareza para o laudo e padroniza um pouco da atuação. O que não pode é vir que é inconclusivo. Ou ‘é’, ou ‘não é’, ou ‘não é por falta de padrão de confronto’”, defende Sarrubo.

“Para condenar você precisa ter prova da materialidade. Sem ter a materialidade, não tem como pedir a condenação. Em regra é isso que acontece”, afirma ele.

Procurada pela reportagem, a Anvisa não se pronunciou até a conclusão desta edição.

Fonte: G1 SP.

Moção de apoio à Polícia Civil ; especialmente aos policiais do DEIC 16

06/09/2017 – Moção de apoio aos Policiais do DEIC

comunicado

O sacrifício da própria vida em prol da segurança do cidadão é o juramento primordial do policial civil. Pela Lei e pela Ordem, ele deixa o conforto do lar e o seio familiar sem a certeza de que irá retornar, preparado para atender ao cumprimento do dever sob qualquer que seja a circunstância. Dito isso, é importante que a operação realizada pela Polícia Civil no último domingo, 27, seja analisada sob uma ótica sóbria e imparcial.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que a investigação é a matéria-prima do trabalho empenhado pela Polícia Civil, envolvendo a competência e o profissionalismo de homens e mulheres preparados e bem treinados. Esse é um efetivo que movimenta um grande esforço de logística, estratégia, paciência e pontualidade, uma vez que os trâmites que orbitam a investigação são indispensáveis para que os casos tenham um desfecho definitivo e justo junto à Justiça. Por outro lado, esse trabalho também precisa atender aos anseios da população, já tão farta da insegurança e da impunidade que assolaram as instituições do país.

Para além, o entendimento dos fatos ocorridos no confronto do Morumbi precisa considerar que aquela era uma quadrilha investigada há meses pelos policiais, tida como perigosa, bem armada e de atuação criminosa constante. A operação policial, ainda assim, iniciou-se partindo do pressuposto de que o confronto deveria ser evitado a todo custo, pensando-se sobretudo nas vidas dos policiais e dos cidadãos envolvidos nas localidades do evento.

A equipe policial foi então recebida, após perseguição, pela iminência de uma tentativa de atropelamento provocada pelos criminosos, seguida de uma troca intensa de tiros. Em nenhum momento, os policiais agiram como executores. Pelo contrário, estavam lutando por suas vidas em uma frente de combate restrita e improvisada. É preciso que isso fique claro, uma vez que o caso despertou dúvida, susto e, infelizmente oportunismo em alguns setores da sociedade e da imprensa. Não houve falta de preparo ou cuidado, não houve qualquer reação exacerbada e muito menos descaso aos moradores ali próximos. A possibilidade de confronto é sempre presente nesse tipo de operação, cabendo aos policiais envolvidos o uso da força restrito à proteção de seu efetivo durante os procedimentos, bem como sua suspensão no imediato momento em que a vida de algum civil estiver em risco.

Além disso, os policiais do Departamento de Investigações Criminais, o DEIC, tiveram trabalho reconhecido e congratulado pela própria população ali presente, que os recebeu com alívio e gratidão, apesar dos momentos dramáticos que antecederam o fim da operação.
Portanto, é de suma relevância que se reitere que a atuação da Polícia Civil se deu para a preservação das vidas de seu efetivo, conduzida, ainda que em situação de emergência, para que os riscos fossem ponderados e firmemente considerados, em especial no caso da presença de civis alheios à operação. Nenhum policial ali presente se felicitou com o confronto. Não há homem ou mulher que enxergue alegria na possibilidade de não poder retornar à segurança do lar e da família.

A Polícia Civil tem consigo, na figura do delegado de polícia, a primeira garantia dos direitos do cidadão. Valor que estima, resguarda e leva adiante junto a seus profissionais de todas as carreiras. O cumprimento do dever passa de maneira inexorável pela manutenção da Lei e da Ordem realizada com empenho e alinhamento aos princípios mais básicos da Constituição.

O ciclo completo é da Polícia Civil ; a população apontou o caminho para a Instituição: limpar a área com inteligencia e sem ódios…140 tiros foi pouco ! 50

Suspeitos mortos em confronto com a polícia em SP foram baleados 140 vezes

Dez homens trocaram tiros com policiais civis no Morumbi. Um deles foi atingido por 33 disparos, segundo boletim de ocorrência.


Por G1 SP, São Paulo

05/09/2017 14h32  Atualizado há 6 horas

Corpos de integrantes de quadrilha que assaltava casas no Morumbi (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Corpos de integrantes de quadrilha que assaltava casas no Morumbi (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Corpos de integrantes de quadrilha que assaltava casas no Morumbi (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

De acordo com o BO, apenas um dos ladrões foi atingido por um único disparo – na nuca. Todos os outros foram baleados ao menos três vezes. Dois dos mortos utilizavam coletes à prova de bala, que não foram capazes de impedir que eles fossem alvejados mais de oito vezes cada.

O tiroteio deixou marcas em imóveis do bairro, nos carros usados pelos bandidos e pela polícia, e em um veículo que estava estacionado na rua e não tinha nada a ver com a história.

Carro usado pelos bandidos foi alvejado e colidiu contra poste no Morumbi (Foto: Reprodução/TVGlobo/Almir Padial)Carro usado pelos bandidos foi alvejado e colidiu contra poste no Morumbi (Foto: Reprodução/TVGlobo/Almir Padial)

Carro usado pelos bandidos foi alvejado e colidiu contra poste no Morumbi (Foto: Reprodução/TVGlobo/Almir Padial)

Moradores da região contam que o confronto começou pouco depois das 19h e durou quase 20 minutos. Alguns pensavam se tratar de fogos de artifício. Um dos vizinhos registrou o som da troca de tiros em um vídeo.

Até o momento, não há relato de integrantes da quadrilha que tenham sobrevivido e fugido. Ainda assim, as vítimas do roubo que antecedeu o tiroteio relataram que não conseguiram recuperar cerca de R$ 5 mil e dois relógios levados pelo bando. Elas reconheceram parte dos mortos como os autores do crime. Os dez já foram identificados.

Placas sinalizam onde estão parte das dezenas de cápsulas deflagradas no tiroteio do Morumbi (Foto: Will Soares/G1)Placas sinalizam onde estão parte das dezenas de cápsulas deflagradas no tiroteio do Morumbi (Foto: Will Soares/G1)

Placas sinalizam onde estão parte das dezenas de cápsulas deflagradas no tiroteio do Morumbi (Foto: Will Soares/G1)

Investigação e confronto

Segundo a Polícia Civil, os bandidos integravam uma quadrilha especializada em roubos a residência que vinha sendo monitorada havia mais de um ano por suspeitas de atuação na região. Eles já teriam promovido ao menos 20 assaltos do tipo. Em um deles, em agosto, a vítima foi um desembargador.

O confronto aconteceu no bolsão residencial formado pelas ruas Pirapó, Pureus, Melo Morais Filho e Santo Eufredo. Corpos baleados podiam ser encontrados nas três vias. Os criminosos estavam em dois carros – um Hyundai Santa Fé e um Fiat Toro – e tinham acabado de deixar uma casa da vizinhança quando foram cercados pela polícia.

Na casa em questão haviam quatro pessoas. Os bandidos renderam os moradores e tentavam abrir um cofre quando foram avisados por comparsas sobre uma movimentação suspeita do lado de fora do imóvel. Eles desconfiaram que era a polícia e abortaram o roubo, deixando para trás parte dos pertences que já estavam separados.

Carro usado por bandidos colidiu contra viatura descaracterizada da polícia (Foto: Will Soares/G1)Carro usado por bandidos colidiu contra viatura descaracterizada da polícia (Foto: Will Soares/G1)

Carro usado por bandidos colidiu contra viatura descaracterizada da polícia (Foto: Will Soares/G1)

República sindicalista – Gilmar Mendes afirma que o único mérito de Janot foi ser ex-presidente de associação para que se tornasse procurador-geral da República…Verdade, o inimigo geral dos delegados de polícia se ferrou na mão da Polícia Federal 13

Gilmar Mendes diz que houve obstrução na delação da JBS

Ministro do STF criticou atuação da Procuradoria e apontou erros no acordo, como a falta de perícia nos áudios

Da Redação Com Rádio BandNews FM – 5/09/2017 – 19:37 Atualizado em 5/09/2017 – 21:21

Gilmar Mendes: Procuradoria parece querer superar PF (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

O ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que as revelações feitas na segunda-feira (4)  pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, configuram um caso de obstrução de Justiça.Em entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo no programa O É da Coisa, da Rádio BandNews FM, o ministro criticou a Procuradoria e afirmou que o órgão parece ter vontade de superar o trabalho da Polícia Federal.

O magistrado citou erros na delação premiada de executivos da JBS, como, por exemplo, deixar de fazer uma perícia nos áudios fornecidos.

“Isto é um vexame, qualquer estudante de nossas academias se sente constrangido, A polícia Federal ri deste vexame que também envolveu o Supremo Tribunal Federal”, ironizou Mendes.

Gilmar Mendes também disse que o Supremo Tribunal Federal tem sido complacente com as atitudes de Rodrigo Janot, criticando a postura do procurador.

“Certamente nos rebaixamos tanto por conta deste modelo de república sindicalista, que permitiu que um sindicalista, cuja maior nota no currículo é ser ex-presidente de associação se tornasse procurador-geral da República”, disse o ministro.

“O próprio Supremo, vamos dizer claramente, foi de alguma forma complacente com os abusos desse senhor e de seu grupo que, claro, tinha um projeto político: assumir a supremacia de toda a ordem institucional. É evidente isso.

Ele também revelou que ficou perplexo com tantos desmandos, ao se referir à gravação que mostra que havia a intenção de conseguir com o ex-ministro da Justiça José Eduard Cardozo elementos para prejudicar ministros do STF.

CLIQUE E OUÇA
Confira trechos dos novos áudios da JBS

BATEU CARTEIRA E SAIU GRITANDO PEGA LADRÃO – Será que ainda há algum ingênuo que acredita em Rodrigo Janot e no Ministério Público em geral ? 11

DELATOR DA DELAÇÃO

“Fatos gravíssimos” da JBS implicam mais Janot do que “agentes do STF”

CONJUR – 5 de setembro de 2017, 19h00

Por Pedro Canário e Marcos de Vasconcellos

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu abrir inquérito para investigar indícios de que o ex-procurador da República Marcelo Miller vendeu sua influência no gabinete do PGR para emplacar a delação premiada dos executivos da JBS com o próprio Janot.

Janot convoca entrevista coletiva para denunciar “fatos gravíssimos” envolvendo até “agentes do Supremo Tribunal Federal”, mas gravações falam mais dele que dos ministros do STF.

O acordo de delação da JBS prevê que, caso surjam fatos novos, os delatores teriam até quatro meses para complementar seus depoimentos e apresentar mais documentos. No dia 30 de agosto, a PGR pediu ao Supremo Tribunal Federal mais dois meses para apresentar “novos anexos” à delação. Haviam surgido novos fatos. O pedido foi atendido um dia depois pelo ministro Luiz Edson Fachin.

Na segunda-feira (4/9), no entanto, Janot anunciou que, diante desses fatos, enviaria um pedido ao STF para rever benefícios concedidos aos delatores, pois tudo indicava quebra de confiança.

Poucas horas depois do anúncio, feito em entrevista coletiva, a petição foi divulgada à imprensa. Na verdade, Janot instaurou inquérito para investigar se o ex-procurador da República Marcelo Miller orientou Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, enquanto ainda era membro do Ministério Público Federal. Segundo o procurador-geral, foram encontradas gravações de conversas envolvendo Miller de antes de as provas da delação terem sido apresentadas à PGR.

Mas durante a coletiva, Janot disse que denunciaria “fatos gravíssimos” aos jornalistas, envolvendo inclusive “agentes do Supremo Tribunal Federal”. Nesta terça-feira (5/9), as provas foram divulgadas às principais redações do país: Joesley e o lobista da JBS, Ricardo Saud, conversavam sobre como usar Miller para convencer Janot a aceitar a proposta de delação que eles pretendiam fazer.

“Nós dois temos que operar o Marcelo direitinho pra chegar no Janot”, diz Joesley, em um momento. Em outro trecho, depois de falar de conversas que teve com Miller, ainda como procurador, afirma: “Nós somos joia da coroa deles. O Marcelo já descobriu e já falou com o Janot: ‘Ô Janot, nós temos o pessoal que vai dar todas as provas que nós precisamos’. E ele já entendeu isso”. A gravação deixa claro que já estava tudo pronto para a delação, mas que Joesley decidiu, após consultar Miller, esperar mais para entregar o material.

Escritório privado
Durante a conversa, Ricardo Saud conta que tem um amigo em comum com Janot e soubera que o procurador-geral não pretendia brigar por um segundo mandato e estava pronto para seguir a vida na iniciativa privada. Segundo esse amigo em comum, Marcelo Miller estava preparando para deixar o MPF e abrir um escritório de advocacia com outro procurador, de nome Christian.

“Janot vai sair e vai advogar com esse mesmo escritório. Mesmo escritório que ele [amigo em comum] está hoje”, diz Saud. “Tão fazendo um puta escritório, um puta escritório. Nada meia boca, não. É que eu entendi que ele [Marcelo Miller] já foi para esse escritório, já largou, porque o Janot já… Com esse Christian aí, que diz que é um cara top, novinho”, continua o lobista.

O que chama atenção de quem vem acompanhando as movimentações dos investigadores é que Janot abriu inquérito para apurar acusações que o envolvem pessoalmente. Embora nada do que tenha sido dito na conversa seja suficiente para concluir nada – muito menos que “agentes do Supremo Tribunal Federal” estariam envolvidos em algum tipo de negociação só pelo fato de seus nomes terem aparecido durante a conversa.

Policial militar assumidamente homossexual não terá nenhuma chance de permanecer na corporação; sem nenhuma ajuda dos milhares de irmãos e irmãs de farda também gays 22

PM vítima de assédio e tortura é retirado de batalhão em SP: ‘Luz no fim do túnel’

Soldado gravou um vídeo após ‘temer pela vida’. Secretaria de Segurança Pública acompanha o caso.


Por G1 Santos

05/09/2017 05h14  Atualizado há 5 horas

Soldado gravou vídeo dentro de batalhão dizendo ser vítima de tortura pela PM em São Vicente, SP

Soldado gravou vídeo dentro de batalhão dizendo ser vítima de tortura pela PM em São Vicente, SP

Um vídeo gravado pelo soldado no último fim de semana repercutiu na internet. “Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias”, afirmou na gravação.

Na segunda-feira (4), ele prestou depoimento na Corregedoria da PM, em São Paulo. Ao sair de lá, o policial foi informado de que deveria se apresentar novamente no 39º Batalhão, onde está lotado há pouco mais de um ano. “Eles me disseram que não tinham o poder de me tirar de lá, mesmo eu argumentando”.

Horas depois, porém, Adriell recebeu uma notificação de que, em vez de voltar ao batalhão que é alvo das denúncias, deveria se apresentar na sede do 6º Comando do Policiamento do Interior, em Santos, responsável pelas regiões da Baixada Santista e Vale do Ribeira. “Agora, começo a ver luz no fim do túnel”.

Apesar da mudança, o soldado, que é policial há nove anos, ainda teme pelo que pode acontecer. “Eu venho registrando denúncias há mais de um ano, e só agora, depois que eu fiz o vídeo, eles pararam para me escutar. Eu ainda não sei qual vai ser o meu futuro, não sei se serei preso, temo pela minha segurança”.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou, por meio da assessoria de imprensa, que o policial prestou depoimento na Corregedoria da Polícia Militar para tratar das denúncias citadas no vídeo. Entretanto, não detalhou se o soldado será transferido em definitivo do 39º Batalhão, localizado em São Vicente.

Soldado Costa gravou um vídeo pedindo ajuda dentro do 39º BPMI (Foto: Reprodução)Soldado Costa gravou um vídeo pedindo ajuda dentro do 39º BPMI (Foto: Reprodução)

Soldado Costa gravou um vídeo pedindo ajuda dentro do 39º BPMI (Foto: Reprodução)

A REVOLTA DAS COXINHAS 32

A REVOLTA DAS COXINHAS.

AS COXINHAS ESTRELADINHAS, FICARAM REVOLTADINHAS!
CALMA SENHORAS COXINHAS, CHEIA DE ESTRELINHAS!

PORQUE NAS ENTRELINHAS, PARA A TROPA DAS COXINHAS, OS NOSSOS GOVERNANTES, SEMPRE ABREM AS PERNINHAS!
HAVIAM UMAS CONVERSINHAS, QUE PARA OUTRAS CARREIRINHAS, HAVERIAM CONDIÇÕES, UM POUCO “MELHORZINHAS”…
BASTOU A NOTICIAZINHA, DE UMA AJUDAZINHA, QUE A NOTICIA PROVOCOU, A REVOLTA DAS COXINHAS!
UMA COXINHA INVEJOSA, COM ESTRELA MAJESTOSA, OUTRA COXINHA GESTORA, AGORA VEREADORA, OUTRA COXINHA APOSENTADA, AGORA DEPUTADA, COXINHA ESTRELADA, TODA REVOLTADA!
AÍ AS COXINHAS BRAVIAS, COM ÓDIO E MUITO RANCOR FORAM ATÉ O PALÁCIO, BRIGAR COM O GOVERNADOR!

EM UM ATO ATÉ COVARDE, QUE ANTES NUNCA SE VIU, RECLAMARAM DO AUMENTO PARA A POLÍCIA CIVIL
A COXINHA ESBRAVEJOU, FEZ UM COMENTÁRIO BREVE, QUE SE O GOVERNO NÃO CEDER, A COXINHA ENTRA EM GREVE! TUDO O QUE A COXINHA PROPÕE, O GOVERNO LOGO TOPA POIS A COXINHA AMEAÇA, QUE NÃO SEGURAR SUA TROPA!
SÃO MAIS DE CEM MIL COXINHAS, COM ESTRELAS, COM GALÃO, QUE SE ACHAM AS MELHORES ENTRE A POPULAÇÃO!

REALMENTE SÃO MELHORES, NA INVEJA E TRAIÇÃO!
PARA QUE CARREIRA JURÍDICA PARA O TAL DE DELEGADO?

SE A COXINHA NÃO ESTUDA PARA MANDAR NO SOLDADO! PARA QUE NÍVEL UNIVERSITÁRIO, PARA ESCRIVÃO E INVESTIGADOR?

SE PARA MANDAR NO SOLDADO, BASTA SÓ TOCAR O TAMBOR!
MAS, A INVEJA É TÃO GRANDE CONTRA A OUTRA INSTITUIÇÃO QUE AS COXINHAS REVOLTADAS SÓ FAZEM RECLAMAÇÃO!

FORAM MUITOS OS DISCURSOS, FORAM MUITOS OS PAPÉIS ENVIADOS AO GOVERNO, POR COXINHAS CORONÉIS!
É MAIS FÁCIL A COXINHA, RECLAMAR POR VAIDADE, QUE MANDAR OUTRA COXINHA ESTUDAR NA FACULDADE

AO INVÉS DE APLAUDIR A NOSSA TENACIDADE, A COXINHA ACHA MAIS FÁCIL, CRIAR DIFICULDADE!
E ASSIM, CRESCE A REVOLTA, E A FALTA DE UNIÃO POIS COXINHA NÃO SUPORTA, A NOSSA INSTITUIÇÃO

A COXINHA É SEMPRE CONTRA A NOSSA VALORIZAÇÃO!

VÃO PARA A ESCOLA, COXINHAS… BUSQUEM ESPECIALIZAÇÃO!!!

Autor: ANÔNIMO

Delegados descrevem tiroteio durante assalto em São Paulo 65

O Antagonista obteve o boletim de ocorrência do tiroteio em que morreram dez criminosos que integravam uma quadrilha especializada em roubo a residências de alto padrão, em São Paulo.

O episódio é narrado pelos delegados de polícia Ítalo Zaccaro Neto e Fábio Sanches Sandrin:

Policiais da 2ª Delegacia da DISCCPAT, do DEIC, há tempos investigavam uma quadrilha de roubo à residência que agia nos bairros do Morumbi e Jardim Europa, além de condomínios de alto padrão na grande São Paulo e no interior tomando conhecimento que eles se utilizaram de um veículo Santa fé blindado e um Fiat Toro.

Desta forma com levantamento de informações da Unidade de inteligência do DEIC delimitou-se uma provável área de atuação desta quadrilha. Em razão disso pelo serviço de inteligência acreditava-se que eles agiriam na data de hoje e consequentemente montou- se uma operação com o apoio do GARRA na região do Morumbi desde as 13 horas até que, por volta das 19:30 horas, localizou-se os citados veículos estacionados na Rua Pureus.

Assim, quando as equipes se aproximavam para a abordagem dos criminosos, alguns deles deixaram a casa de número 376 da Rua Puréus, momento em que efetuaram disparos em direção aos policiais e ato contínuo ingressaram em seus automóveis para empreenderem fuga.

O veículo Fiat Toro, ocupado por cinco indivíduos, saía em direção à Avenida Morumbi, quando colidiu frontalmente com a viatura Spin da 2ª DISCCPAT, após o que desembarcaram efetuando tiros nos policiais que recusaram a injusta agressão e alvejaram três criminosos que vieram a óbito no local.

Enquanto dois ocupantes do Fiat Toro fugiram a pé, porém, um deles depois identificado como o criminoso SASSA morreu pouco adiante na Rua Santo Eufredo, enquanto o segundo fugitivo morreu na Rua Melo Morais Filho.

Concomitante a isto, cinco criminosos saíram com o veículo Santa Fé em direção à Avenida Francisco Morato, após atirar nos policiais, inclusive, tentando atropelar algum dos policiais, porém, perderam o controle do veículo e atingiram o poste.

Em seguida, desceram do veículo e passaram a disparar novamente contra os policias. No revide, os cinco criminoso vieram a óbito.

Com os criminosos da Santa Fé foram apreendidos três fuzis e duas pistolas, enquanto com os criminosos da Fiat Toro foram apreendidos um fuzil e três revólveres.

Cabe acrescentar que os criminosos já haviam separado algumas jóias da vítima e estavam se preparando para abrirem o cofre, quando abandonaram o local com a aproximação das viaturas policiais, deixando as jóias já separadas até então.

INDICIADOS:

1-Edmilson José Rocha
2- Jeferson Souza de Melo
3- José Aldo Martins de Souza
4- Diego Ferreira da Silva
5 – Paulo Ricardo Sena Matos
6 – Felipe Macedo de Azevedo, vulgo MIOJO 
7 – Mizael Pereira Bastos, vulgo SASSA
8 – Lucas Augusto da Silva
9 – Ainda não identificado
10- Ainda não identificado

https://www.oantagonista.com/brasil/delegados-descrevem-tiroteio-durante-assalto-em-sao-paulo

Dez ladrões mortos no Morumbi durante operação conjunta do Garra e do Deic 143

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Dez suspeitos de roubo a residência foram mortos pela polícia na zona sul

Uma operação conjunta do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), da Polícia Civil, evitou um plano de roubo a residência, neste domingo (3), no Jardim Guedala, região do Morumbi, na zona sul de São Paulo.

Houve uma intensa troca de tiros e 10 suspeitos foram mortos .

Equipados com fuzis e coletes à prova de bala, os criminosos estavam em carros blindados. Os carros da polícia foram alvejados com vários disparos, mas nenhum agente se feriu na ação. A polícia informou que quatro fuzis foram apreendidos.

Uma viatura do Deic, que pertencia à 2ª Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, ficou destruída devido à quantidade de tiros dos suspeitos contra os policiais.

A investigação da Polícia Civil começou há muitos meses, depois que várias residências da região foram alvo da quadrilha — ao menos 15 foram alvo do bando nos últimos meses. Os criminosos, que atuavam sempre na mesma região, estavam sendo monitorados pelo Deic.

Depois da operação, moradores do Morumbi sairam as ruas para cumprimentar os policiais. De acordo com os moradores, a quadrilha estava aterrorizando o bairro.

Tentativa de roubo

De acordo com informações da PM (Polícia Militar), uma residência foi assaltada no Jardim Guedala, na zona sul de São Paulo, por volta das 19h30 deste domingo (3). A PM tem registro da ocorrência, no entanto, não passou mais informações sobre o caso por ter relação com a Polícia Civil.

O Posto de Bombeiros do Butantã, que foi acionado para ocorrência, confirmou que houve vitimas de disparos de arma de fogo pelo local, no entanto, não tinha mais informações sobre o caso.

‘Eu quero ser o presidente do povo brasileiro’, diz Alckmin 177

 Estadão Conteúdo Dayanne Sousa

São Paulo

31/08/201712h26

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), admitiu nesta quinta-feira (31) seu desejo de ser candidato à Presidência da República. Durante uma visita à nova sede da empresa de cosméticos Natura, o governador afirmou a jornalistas que quer “ser o presidente do povo brasileiro.”

A declaração foi dada em resposta a questionamento de um jornalista sobre comparação feita pela consultoria Eurasia de que Alckmin se parece com a ex-candidata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton. Assim como ela, disse a consultoria, Alckmin representa a manutenção de valores da elite.

“Da elite, não”, retrucou Alckmin. “Eu quero ser o presidente do povo brasileiro, dos empresários que geram emprego, do trabalhador sacrificado do Brasil”, afirmou o tucano.

Questionado ainda sobre se ele seria o melhor nome para a Presidência, Alckmin disse: “A modéstia não me permite responder.”

O governador evitou responder a questão que o comparava ao prefeito de São Paulo, o também tucano João Doria. Ele não quis se manifestar sobre se ele seria capaz de conduzir o governo do São Paulo e, ao mesmo tempo, viajar pelo país. Doria tem feito viagens para diversos Estados alegando que é capaz de usar a tecnologia para administrar a capital à distância.

DEFENDA-SE da PM sobre um tal coronel Müller 28

O subscritor ( da postagem no grupo da FENEME, vulgo cel. Muller )  não fez carreira na PM. Ficou afastado da atividade fim ao longo de vários anos, puxando o saco dos deputados em Brasília na defesa das mordomias oferecidas pelo governo deste Estado ao oficialato da sua instituição.
Deveria consultar o site “transparência sp” para constatar que os oficiais na ativa e aposentados possuem vencimentos superiores aos dos delegados de polícia e seus aposentados ha anos, inclusive atualmente.
Falar que a PM tem uma gigantesca e onerosa estrutura de saúde para os cofres públicos, disponibilizada exclusivamente para seus integrantes e familiares, isso ele não fala.
Que é uma instituição inchada administrativamente com inúmeros oficiais subalternos(tenentes), intermediários(capitães) e superiores(majores, tenentes-coronéis e coronéis) coçando o saco nos quartéis, só assinando punição disciplinar de praça feita pelo sargento da unidade, com direito ao conhecido “futebolzinho” da tarde e salário que alcança o teto do funcionalismo público estadual no final do mês, viatura e motorista para buscar e levar pra casa e pagar as “continhas” da família, isso ele não fala.
De sobremesa, tem as filhinhas de “coroné” que ficaram com a gorda pensão do papai. Trocando de marido todo ano, mas sem se casar oficialmente, para não perder essa “tetona” de Nelore. Nunca viram uma carteira de trabalho na frente.
É gente como o subscritor desse indecente comentário que fica arrecadando dinheiro dos associados para pagar despesas com advogados nas ações propostas com o fito de esvaziar atribuições exclusivas da Polícia Civil.
O que você pretende “coroné”? Deixar a população deste Estado a mercê da bandidagem urbana e de farda? Brigar para que os crimes dolosos contra a vida de civis em tempo de paz, sejam investigados pela própria instituição a que pertencem seus autores, é lançar nuvens de dúvidas sobre sobre a legalidade da conduta nos inúmeros casos patrocinados pela sua instituição.
Seja ao menos um pouco mais honesto na defesa dos interesses de seus associados e da sua instituição. Se for adotar como parâmetro a Polícia Civil ou seus integrantes, faça comparações verdadeiras e não mentirosas como consta nesta postagem.
Cuide do seu quintal sem ficar olhando o quintal do vizinho, mesmo porque, o seu está coberto com um enorme telhado de vidro.
Arruma o que fazer “coroné”, vai trabalhar um pouco para justificar o gordo salário que recebe, ainda dá tempo, já que você não fez “phorra” nenhuma na PM a não ser puxar o saco de mandatário popular.