
| Maggoo com lente lelopig@uol.com.br 200.144.31.43 |
o mal do blog é que está sendo muito frequentado por alguns viados , maconheiros , e eleitores do Geraldo Chuchu ! |

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CONSTRANGIMENTO ILEGAL
Impor de forma indevida que um réu use algemas durante audiência de instrução faz com que tudo que tenha sido decidido dali para frente seja nulo. Assim decidiu o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, ao anular atos de um processo de São Paulo por violação à Súmula Vinculante 11.

Na 1ª Vara Criminal de Cachoeira Paulista, o réu foi levado para sua audiência de instrução algemado. Solicitou que ela fosse retirada, mas o juízo não atendeu o pedido. O juiz diz que o fórum local não proporcionava a proteção necessária aos presentes para que as algemas fossem tiradas. “Além disso, as algemas são consideradas extensão da prisão e se os réus estão presos é porque representam algum tipo de risco, pois do contrário não estariam encarcerados”, estabeleceu o juízo.
Para o ministro Marco Aurélio, nada disso é motivo suficiente para manter alguém algemado. “O emprego do objeto deve basear-se na resistência ou no fundado receio, devidamente justificados pelas circunstâncias, de fuga ou de perigo à integridade física do envolvido ou de outras pessoas, cabendo ao Juízo observar esses parâmetros na prática de atos processuais”, disse o ministro, em reclamação ajuizada pelo advogado Marcelo Galvão.
RCL 24.756
Clique aqui para ler a decisão
Por G1 PE

Delegado afastado suspeito de post sobre a morte de vereadora nega ter feito publicação

A Secretaria de Defesa Social informou neste domingo (18) que afastou o delegado Jorge Ferreira, da Polícia Civil de Pernambuco, dos plantões na Delegacia da Mulher (DPMul) do Recife, após uma publicação atrubuída ele a respeito do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no Rio de Janeiro na quarta-feira (14). O delegado nega ter escrito os comentários sobre a parlamentar.
Imagens enviadas ao WhatsApp da TV Globo e que vem sendo compartilhadas em oturas redes sociais mostram um comentário em que o delegado teria chamado a vereadora de “mulher de bandido” e outras ofensas.
Em um vídeo publicado neste domingo, no Facebook, o delegado se defende das acusações e diz que “aquilo me apavorou, porque em momento algum eu postei uma coisa daquela natureza, quem me conhece, sabe”. Ao G1, ele disse ter acionado a Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe) e que vai prestar queixa sobre o ocorrido.
Em nota, a SDS informou que há um mês o delegado dava plantões na Delegacia da Mulher de Santo Amaro, no centro do Recife, mas sem exercer cargos de chefia ou coordenação na unidade. Nas redes sociais, o conteúdo foi compartilhado por milhares de pessoas, gerando uma série de comentários contrários à suposta postura do delegado.
Suposto comentário contra vereadora Marielle Franco viralizou e delegado foi afastado; policial nega ter feito a postagem (Foto: Reprodução/WhatsApp)
A nota enviada pela Secretaria de Defesa Social diz, ainda, que o teor das afirmações é “incompatível com o posicionamento do governo, da Secretaria de Defesa Social e da Polícia Civil, que prezam e focam todos os seus esforços na preservação da vida, proteção dos cidadãos, tolerância e paz social”.
Em nota divulgada nas redes sociais, a Adeppe afirmou que “Jorge Ferreira é um profissional responsável e extremamente dedicado à missão a que foi incumbido, na defesa dos direitos da mulher”, e que o temperamento do delegado é “completamente incompatível com o conteúdo chulo e grosseiro do texto publicado”. A entidade também informou que está apurando o caso.
Em entrevista ao G1, o delegado Jorge Ferreira negou ter escrito o comentário a respeito do assassinato de Marielle e o atribuiu a montagens ou invasões ao seu perfil pessoal. Ele diz ainda não ter sido comunicado, oficialmente, da suspensão dos plantões na DPMul.
“Mudei de foto no perfil, porque aquilo, com meu rosto, me marcou muito. Vasculhei todas as minhas postagens sobre o assunto e este comentário não existe em lugar algum, porque vai contra tudo o que acredito. Vi, também, que havia no meu perfil um acesso feito no Crato, no Ceará, uma cidade que nunca fui. Além disso, eu estava no plantão quando isso aconteceu. Como poderia ser eu?”, questionou o delegado.
O delegado diz, ainda, ter postado uma série de publicações acerca do assassinato de Marielle, mas sempre “para fomentar a discussão”.
“Eu sempre digo que há que se investigar os fatos e não pular para conclusões de que a polícia matou Marielle. Todo dia se mata mulheres e não necessariamente é a polícia. Por causa dessa postura, devo ter muitos inimigos, dentro e fora da corporação. O que posso dizer perenptoriamente é que sou pautado pela lei e que de forma alguma escrevi esse comentário”, disse o delegado.
por Dinarte Assunção
A vaca mágica que é a internet, de onde cada um tira o leite que quer, talhou a produção da desembargadora fluminense Marília Castro Neves, que postou num grupo de magistrados no Facebook aqueles textos que dão preguiça da humanidade.
“Voltando para casa e, porque vivemos em uma democracia, no rádio a única opção é ‘A Voz do Brasil…”, começou ela, nos situado no enfadonho enredo do cotidiano que é a democracia.
“Apuro os ouvidos e ouço a pérola: O Brasil é o primeiro país a ter uma professora portadora de síndrome de down!!!”, exclamou a excelência, nos jogando para o que vem a ser o clímax de sua narrativa. Mas tudo desaba na sequência. Ficaram apenas escombros morais.
“Poxa, pensei, legal são os programas de inclusão social… Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”.

O suicídio da desembargadora não deu certo e ela ainda nos brinda ainda com sua presença. Como o perdão é para todos, ela terá o direito de pedi-lo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que será acionado para apurar o caso.
Coube à professora Débora Seabra olhar para os escombros morais da postagem e remeter respostas à magistrada.
A desembargadora em questão é a mesma que publicou fake news com a vereadora Marielle Franco e depois apagou dizendo que se precipitou.
Recado para a juíza Marília
Não quero bater boca com você!
Só quero dizer que
Tenho síndrome de Down e sou professora auxiliar de crianças em uma escola de Natal (RN).
Trabalho à tarde todos os dias com minha equipe que tem uma professora titular e outra auxiliar.
Eu ensino muitas coisas para as crianças. A principal é que elas sejam educadas, tenham respeito pelas outras, aceitem as diferenças de cada uma, ajudem a quem precisa mais.
Eu estudo o planejamento, eu participo das reuniões, eu dou opiniões, eu conto histórias para as crianças, eu ajudo nas atividades, eu vou para o parque com elas. Acompanho as crianças nas aulas de inglês, música e educação física e mais um monte de coisas.
O que eu acho mais importante de tudo isso é ensinar a incluir as crianças e todo mundo pra acabar com o preconceito porque é crime. Quem discrimina é criminoso.
Débora Araújo Seabra de Moura

Desde a morte de Marielle Franco, um novo campo de mobilização reascendeu debates sobre a polícia e suas vítimas por todos os anos, lugares e países. Mobilizações massivas tomaram as ruas na quinta-feira (15) em diversos lugares do país.
A direita, diante deste escândalo, lançou mão de um dos seus métodos de deslegitimar as mobilizações que vem tomando conta das ruas e das redes sociais em torno do caso de Marielle. A desembargadora Marilia Castro Neves fez uma postagem em sua rede social pessoal afirmando calúnias sobre Marielle, tentando deslegitimar e desvirtuar as lutas contra o genocídio da população negra.
Além dela, o deputado Alberto Fraga, ex-polícial militar e parte integrante da famosa bancada da bala, caminhou no mesmo sentido de caluniar Marielle. Em seu Twitter, Fraga fez afirmações absurdas, conservadoras e moralistas sobre Marielle, tentando destruir o sentido real da luta que aconteceu após sua morte.
Veja abaixo a postagem do deputado Alberto Fraga:

Fraga em sua postagem trata como problema Marielle ter engravidado aos 16 anos, afirma que ela era usuária de maconha, reforçando o teor moralista do debate que a direita faz sobre o tráfico e drogas. Além disso, coloca em sua postagem outras informações sobre alguém que não pode sair mais em sua defesa.
Veja também: Desembargadora que recebe R$ 54 mil acusa Marielle de ser ligada a Comando Vermelho
A desembargadora Marília e o deputado Alberto Fraga compõe a face real e cruel da burguesia, judiciário e de seus aparatos repressivos, usados para retirar direitos do povo e promover o extermínio da população negra e periférica. Alberto Fraga, condenado no ano de 2016 em segunda instância por porte ilegal de armas e réu em um processo de corrupção na máfia dos transportes do Distrito Federal, é mais uma das figuras da direita golpista, continuando cometendo seus crimes impunemente.
Já comprovou que não passa de um cagalhão com pistola na cinta: o deputado disse que recebeu as informações por parte de policiais militares por meio das redes sociais, por isso não se preocupou em verificar a veracidade do conteúdo! Até parece que conversa de PM está acima de quaisquer suspeitas, né ?
A nojenta direita brasileira, descendente direta dos donos de escravos, mostrou novamente sua cara repugnante e racista ao tentar caluniar Marielle Franco, vereadora assassinada na quarta-feira passada em um crime de execução com muitos indícios de participação direta ou indireta de agentes policiais.
domingo 18 de março| Edição do dia
Compartilhada pelo deputado e coronel Alberto Fraga da bancada da bala, e pela desembargadora do TJ-RJ Marília Castro Neves, a Fake News mostra no fundo o que agentes políticos e judiciários querem o “gatilho fácil” da polícia contra os negros, os pobres e os trabalhadores.
Leia também: Tudo no caso de Marielle aponta para envolvimento policial, segundo coordenador do MPF Rio
Defensores da moral do “bandido bom é bandido morto”, apoiadores de Bolsonaro etc, usam desta tática do “fake news”, informações totalmente falsas compartilhada em redes como whatsapp, dizendo que ela seria a vereadora do Comando Vermelho, que teria sido mulher de Marcinho VP, ou ainda que teria engravidado aos 16.
Mostramos abaixo as mentiras, desmascaradas pela checagem de fatos:
1ª Mentira: Foto forjada

O casal retratado na “Fake News” elaborada pela direita são duas pessoas comuns que compartilharam sua imagem em um fotolog em 13 de agosto de 2005. O rastro da imagem foi apurado pela agência Aos Fatos.
2ª Mentira: é impossível que a foto fosse de Marcinho VP
Ainda segundo a agência de checagem “Aos Fatos” há dois traficantes famosos com o apelido de “Marcinho”, e nenhum dos dois poderia estar nesta foto, que foi tirada quando Márcio Amaro de Oliveira, um traficante do Alemão, já estaria morto (desde 2003), enquanto que Márcio dos Santos Nepomuceno estaria preso (desde 1997).
Além disso, somente com muita vontade de acreditar em mentira é que uma pessoa poderia confundir a pessoa da foto com Marielle.
3ª Mentira: Marielle não foi eleita em áreas dominadas pela facção Comando Vermelho
Marielle foi eleita majoritariamente por votos em Leblon, Gávea, Ipanema e Lagoa, ou seja, a acusação de que seria candidata pelo Comando Vermelho também não se sustenta a um simples Google. É muita “vontade de acreditar em mentiras” ou seria reacionarismo puro destas pessoas?
Tentam esconder as mãos sujas do estado com o sangue de Marielle e de milhares de negros e pobres
Este tipo de discurso tem, por trás, a tentativa de justificar o assassinato. Como grande parte da sociedade, inclusive o Ministério Público Federal, vê fortíssimos indícios de participação policial na execução, então os defensores da violência policial adotaram este discurso.
No fundo, por trás destas mentiras, está o desespero dos agentes policiais e de seus representantes da Bancada da Bala, pelo fato de que claramente há um envolvimento direto ou indireto de agentes policiais neste assassinato. Afinal, foram usadas as balas da Polícia Federal, que até agora não tem nenhuma explicação convincente do porquê disto.
A realidade é que grupos de extermínio e milícias tem uma profunda ligação com o estado burguês e seus aparelhos repressivos, uma herança que carregamos até hoje, desde a ditadura militar quando estes grupos eram usados para reprimir os trabalhadores.
Este tipo de mentira espalhada pela direita, na realidade, era um dos grandes inimigos combatidos por Marielle: quando negros ou pobres são assassinados pela polícia, rapidamente a Rede Globo ou qualquer outro canal da grande Mídia definem a vítima da ação policial como um “suspeito”. A acusação sem provas, “era traficante, era bandido”, simplesmente por estar na favela ou por ser negro, mostra que até hoje nosso país carrega um profundíssimo racismo herdado dos tempos da escravidão. A criminalização da pobreza é usada para justificar o gatilho fácil da polícia, ao mesmo tempo que se volta contra os trabalhadores que são retratados como “vândalos” quando vão se manifestar contra a miséria que o sistema capitalista lhes impõe.
Enquanto Bolsonaro se cala, a direita rasteja nas redes tentando reverter o efeito político deste escândalo nacional que mostra quão podre é a “democracia” que vivemos, uma democracia da bala e da repressão contra os trabalhadores, e do crime organizado com domínio em todas as escalas do estado, e com a participação direta da própria polícia, assim como políticos do alto escalão.
Não podemos deixar que Temer, a Globo, e esta casta política, arranque de nós toda a luta de Marielle. Estes planejam aprofundar ainda mais a repressão com a intervenção federal. Lutemos por uma comissão de investigação independente dirigida por organismos de direitos humanos, advogados e juristas, com participação dos sindicatos e movimentos populares que lutam por justiça. Por amplo movimento nas ruas para derrubar a intervenção federal de Temer e fazer com que os capitalistas paguem pela crise do Rio.
Marielle Presente!
FANTÁSTICO Edição do dia 18/03/2018
18/03/2018 21h52 – Atualizado em 18/03/2018 21h52
Nas redes sociais, o ódio, o preconceito e a mentira se espalham na velocidade de um clique. Mas quando quem dá o clique é uma autoridade a mensagem ganha a credibilidade de uma voz oficial. Foi o que aconteceu apenas algumas horas após a execução da vereadora Marielle Franco, do PSOL.
A vereadora tinha 38 anos e engravidou aos 19 da única filha, Luyara. Ela não foi casada com Marcinho VP – com nenhum dos traficantes que usavam esse nome. Também não é verdade que Marielle tenha sido eleita vereadora por uma facção criminosa. Na eleição de 2016, ela recebeu votos em todas as seções eleitorais da cidade. Foi muito votada, por exemplo, na Zona Sul do Rio.
Na tarde deste domingo (18), moradores da Maré fizeram uma marcha em homenagem a Marielle e ao motorista Anderson Gomes.
Na sexta (16), conforme revelou a coluna, ela afirmou que “a tal Marielle” estava “engajada com bandidos” e que tinha sido eleita com a ajuda do Comando Vermelho. Afirmou ainda que o comportamento da vereadora, “ditado por se comportamento politico, foi determinante para seu trágico fim”. Disse ainda que “qualquer coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.
As declarações geraram forte reação. O PSOL anunciou que acionará a magistrada no CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Em sua página, a desembargadora reconhece agora que errou. “Diante das manifestações contra meu comentário, proferido em uma discussão no Facebook de um colega, a respeito da morte da vereadora Marielle Franco venho declarar o que segue: no afã de defender as instituições policiais, ao meu ver injustamente atacadas, repassei de forma precipitada, noticias que circulavam nas redes sociais. A conduta mais ponderada seria a de esperar o término das investigações para então, ainda na condição de cidadã, opinar ou não sobre o tema”.
A magistrada segue: “Reitero minha confiança nas instituições policiais, esperando, como cidadã, que este bárbaro crime seja desvendado o mais rápido possível. Independentemente do que se conclua das investigações, a morte trágica de um ser humano é algo que se deve lamentar e seus algozes merecem o absoluto rigor da lei”.
Monica Bergamo
A decisão para cancelar a resolução 726/2018 foi encaminhada ao diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e ao presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), Maurício Alves.
Por meio de nota, o Ministério das Cidades informou que “a diretriz da atual gestão da pasta tem por objetivo implementar ações e legislações que atendam às expectativas da população”, mas com o propósito de “reduzir custos e facilitar a vida do brasileiro”.
A obrigação de se realizar cursos não só implicaria em processos burocráticos para o cidadão, mas também como em custos adicionais. “Informa-se que os técnicos do Denatran, do Ministério das Cidades, seguirão na busca de alcançar o objetivo de promover a cada vez mais a segurança dos usuários de trânsito, mas sempre com absoluto foco na simplificação da vida dos brasileiros e na constante busca pela redução de custos de forma a não afetar a rotina dos condutores que precisam renovar suas carteiras de habilitação/CNHs por todo o Brasil”, declarou Baldy.
Nesta sábado, o presidente da Câmara Rodrigo Maia chegou a publicar em redes sociais uma mensagem de que aguardava essa decisão. “Vamos aguardar até a terça-feira para ver se o Contran suspende a resolução que exige curso teórico para a renovação da CNH. Lembrando que a Câmara tem a prerrogativa de aprovar um decreto legislativo sustando o ato”, declarou.
O deputado Daniel Coelho (PSDB/PE) já havia preparado um projeto de decreto legislativo neste fim de semana para pedir a suspensão da resolução. Com a medida do Ministério das Cidades, o ato será desnecessário.
Fonte: Estadão Conteúdo
Reservado:
Mente descaradamente o ex-delegado Guerra( demitido a bem do serviço público!).
Sou Delpol 1a Classe aposentado por invalidez ( levei 4 tiros num entrevo com marginais …).
Meus rendimentos LÍQUIDOS são de R$ 8367,89!
Pára de mentir, Guerra. Só pq vc é indigno de qualquer função pública, não te autoriza de chamar os policiais de ladrões e corruptos.
Em resposta a ReservadoReservado,Inicialmente, o meu site não está hospedado no exterior para me furtar a quaisquer responsabilizações. O site está hospedado no exterior pelo fato de não existir hospedagem gratuita no Brasil. Quando hospedado no Google, também nos EUA, foi bloqueado judicialmente, como este também pode ser caso alguém demonstre tal necessidade ao Judiciária. Mas o Flit do Google foi extirpado quando eu defendia a greve e atacava o governador. Foi extirpado duas vezes e minha vida devassada por essa carreira que você tem ainda em alta conta representada por gente que jamais tirou um plantão na vida. Eu como você fui mero plantonista durante toda a minha carreira, mesmo enquanto titular de pequenos DPs e CIRETRAN. Entretanto, nenhum delegado honesto levantou a voz em meu favor. Nenhum delegado honesto me defendeu , mesmo sabendo que o Herbella cometeu uma maracutaia. Nenhum honesto me defendeu mesmo sabendo que eu apenas falava verdades mais do que notórias. Eu jamais serei acusado de nada que eu não já não tenha revelado, mas disso você tomar como confissão eu ter dito que recebi propina é uma baita ingenuidade de sua parte. Você não entendeu e nem poderia entender a ironia, só aqueles a quem eu direcionei algumas passagens nesse sentido entenderam claramente o que eu quis dizer. A amante do Cardeal que me perseguiu, especialmente. Mas para lhe deixar contente, obviamente que eu fui corrupto. Mas tinha o meu termômetro da moralidade, nunca fiz nada que tenha prejudicado alguém, a Administração e, especialmente, a minha consciência. Sem medo de errar, fui muito digno do cargo que exerci e no quesito integridade e competência sempre estive muito acima da média. Tenho meus ódios, verdadeiramente! Ainda que contidos. E contidos sempre deixei claro em respeito às pessoas dignas como você, pois não tenho nenhuma dúvida de sua integridade. Agora, não estou errado! Você faz prova daquilo que eu afirmei! Veja lá nossos contemporâneos recebendo mês a mês a remuneração digna em torno de R$ 20.000,00 e você como verdadeiro herói , depois de 31 anos, poder contar com pouco mais de R$ 8.000,00. Descaradamente, a presidenta que acredito não tenha um quinquênio como delegada recebendo, sem nunca ter feito polícia, tanto quanto o ex-colega. Digo ex-colega em função da minha demissão, entenda bem! Quanto a generalizar, sou obrigado a generalizar, sim! Não posso falar pela exceção. Quando a maioria é corrupta, a minoria não conta! Mesmo porque a minoria que nunca recebeu nada também nunca fez nada para mudar o quadro de cultural corrupção da Polícia Civil. Corruptos há, sim! A maioria! Você está certo psiquicamente eu não consigo me afastar da polícia. É como se eu tivesse ficado completamente amarrado a ela. E não é pelo Blog. Já me afastei daqui várias vezes e por muitos meses. Quase todos os dias eu sonho docemente com o meu ex-trabalho e desperto para o pesadelo de não poder mais exercê-lo. E já fui a psiquiatra, viu! Para o meu caso não tem remédio ( droga ), só a aceitação de que a vida é feita de perdas e transformações. Quanto a advogados corruptos, não sou , nunca fui antes de ingressar como delegado e jamais algum advogado me ofereceu ou me deu quaisquer coisas, salvo elogios formais da OAB. Para terminar, apenas pelo fato de você me acusar de frustrações e recalques, caro colega prefiro muito mais ser considerado um ex-delegado “expulso” do que ser um ex-delegado inválido necessitado da assistência estatal para sobrevir. Eu sou o herói dos meus filhos; isso me basta! Você é só um trouxa para a maioria dos seus colegas! Desculpe-me , não penso como eles, pois além de não fazer mais parte nunca pensei como um delegado comum. Sou apenas pragmático!Com todo respeito!Ex- delegado demitido : Roberto Conde GuerraTurma B – DP 1 – 1988
Resposta do Reservado:
Obviamente, você não é ; nunca será um trouxa!
Penso que você não entendeu nada!
Você é um trouxa na visão daqueles como você mesmo disse: “chefes comprometidos com cargos políticos ou mesmo com a corrupção” ( “sic” )!
Eles são os que mandam, não é? Ou mais uma vez estou mentindo?
Quanto a você afirmar : se você não teve nenhum apoio, isso deve significar que o errado era você, não os outros”…
Muito bem, não sou messiânico ou cristão, mas dizem que Jesus foi crucificado por não ter tido o apoio dos judeus honestos, foi crucificado aparentemente pelos romanos bandidos que gostavam mais de Barrabás, né ?
E quem tinha que julgar não botou a mão na combunca, né? Lavou as mãos!
Mas tudo isso , para mim , são apenas fábulas romantizando a realidade eterna de uma humanidade covarde e ignorante. Que se aplica até o presente até às menores questões cotidianas.
E diga me lá, meu caro mestrado e doutorando, você tem certeza que está evoluindo enquanto ser humano?
Olha, não sou ninguém para julgar você, mas – aparentemente – você carrega muito mais ódio , amargor e frustrações do que eu, viu ?
Infelizmente, apesar dos meus amargores e infortúnios – você está me fazendo espelho da sua própria feiura!
E por pior que eu tenha sido, você alguma vez me procurou estendendo a sua mão e buscando tentar esclarecer que eu estava errado?
Não, né?
Tocou o foda-se ao cagueta filho de uma puta !

Cláudio Alvarenga citou música em apelação para chamar atenção de desembargadores para situação constrangedora
Revoltado com o arbitramento de honorários advocatícios no valor de R$ 50, o equivalente a 10% do valor de uma indenização de danos morais de R$ 500, o advogado Cláudio Alvarenga, de Assis, no interior de São Paulo, resolveu apelar da decisão do juiz Zender Barbosa Dalcin, da comarca de Maracaí, de uma maneira um tanto quanto incomum.
“Este subscritor quer acreditar que o r.Juízo de piso, ao proferir a sentença, não estava escutando a música de Naiara Azevedo com participação da dupla Maiara e Maraísa — 50 Reais”, provocou o advogado no recurso de apelação.
Alvarenga escreveu que percebeu “um sentimento que desmerece o profissional, que demora tanto tempo para elaborar uma petição e colaborar com a máquina judiciária, ao fim do processo, percebe a quantia de R$ 50”.
O recurso de apelação, que ainda não foi julgado pelo TJSP, busca a reforma da sentença proferida pelo juiz. A petição inicial pedia que a autora da ação recebesse uma indenização por dano moral de R$ 29.740 por ter seu nome negativado, quando ainda era menor de idade, sob a alegação de não ter pago uma assinatura de revistas de beleza.

Embora o Ministério Público também tenha entendido ser cabível a indenização por danos morais, mas no valor correspondente a cinco salários mínimos, o juiz condenou a empresa Mundial Comércio de Livros Birigui a pagar somente R$ 500, mais R$ 50 de honorários advocatícios.
“ Lamentável! Fica registrado o protesto de irresignação deste pobre advogado. E pelo jeito, mais 10 sentenças do r. juízo de piso nesse sentido, vai ter que parar de advogar e procurar um emprego com salário fixo.”, escreveu na apelação Alvarenga.
Procurado pelo JOTA, o advogado afirmou que resolveu usar a música “50 Reais” no recurso de apelação como uma forma de chamar atenção dos desembargadores para que essa situação “constrangedora” seja revertida.
“ Quando fiz o recurso essa música estava estourando e tinha a coincidência do refrão citar o mesmo valor do honorário fixado”, explica o profissional, acrescentando que esta foi a primeira vez que utilizou uma canção num documento judicial.
A condenação ao pagamento de R$ 500 a título de danos morais, para o advogado também é irrisória e não levou em consideração nem os danos causados à menor nem o descaso da empresa ao descumprir a lei e vender uma assinatura de revista a uma menor sem autorização dos responsáveis.
Levantamento de depósito
Depois de a empresa condenada ter depositado os valores fixados na sentença sem nenhum questionamento ou recurso contra a decisão de primeiro grau, o advogado Cláudio Alvarenga pediu um levantamento do depósito.
O juiz, então, requisitou, com base no artigo 520, IV, do Novo CPC, ao advogado o depósito de um caução de R$ 550 – exatamente o mesmo valor da condenação, a ser feito em até cinco dias.
“Com isso, não consigo nem pagar o combustível e pedágio do trajeto da minha cidade, Assis, até a comarca de Maracaí. Estou constrangido com toda essa situação”, protestou Alvarenga.
A reportagem procurou, via assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) o juiz Zender Barbosa Dalcin, da comarca de Maracaí, mas a comunicação do tribunal se limitou a dizer que magistrados não podem se manifestar porque são vedados pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman).

A desembargadora Marilia Castro Neves, do Rio de Janeiro, escreveu nesta sexta (16) no Facebook que a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada nesta semana, “estava engajada com bandidos”.
Afirmou ainda que o “comportamento” dela, “ditado por seu engajamento político”, foi determinante para a morte. E que há uma tentativa da esquerda de “agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.
A magistrada fazia um comentário abaixo de um texto postado pelo advogado Paulo Nader na rede social em que afirmava entender a comoção gerada pela morte de uma “lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida”.
A desembargadora então postou o seguinte texto: “A questão é que a tal Marielle não era apenas uma ‘lutadora’, ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores. Ela, mais do que qualquer outra pessoa ‘longe da favela’ sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava.”
E seguiu: “Até nós sabemos disso. A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.
Um grupo de advogados que leu o texto começou a fazer campanha nas redes para que Marilia Castro Neves seja denunciada ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por ter “ironizado” a morte de Marielle.
A desembargadora afirmou à coluna que apenas deu a sua opinião como “cidadã” na página de um colega já que não atua na área criminal.
Ela afirma ainda que nem sequer tinha ouvido falar de Marielle até a notícia da morte. “Eu postei as informações que li no texto de uma amiga”, afirma.
“A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela. Outro dia uma médica morreu na Linha Amarela e não houve essa comoção. E ela também lutava, trabalhava, salvava vidas”, afirma.
Pior: ainda se diz espírita!
( espírita de porca, né ? )
http://www.redeamigoespirita.com.br/profile/MariliadeCastroNevesVieira

Sobral, mas não era você que até há bem pouco tempo afirmava que na cúpula do Palácio da Polícia de Santos só tem corrupto?
Quer dizer que o “chefão” é ladrão , o escrivão-chefe é corrupto, o “caipira ladrão de cargas” ( deve ser cargas de bananas ) é corrupto, o Ademir é o corrupto da mala , todo delegado titular da Baixada é corrupto.
Enfim, todo mundo é corrupto – eu , inclusive – menos o Dr. Lara e o seu chefe Carvalhal?
São as reservas morais da Polícia?
Tá certo!
Então, durante a entrevista aproveita e pergunta pra ele se é verdade que os policiais da DIG não podem apreender os caça-níquéis de um suposto padrinho do Guarujá?
Aliás, parou de noticiar por quê ?
Será que de janeiro para cá acabaram com a jogatina e a corrupção?
Abraços, deste nóia!

O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), retirou sua pré-candidatura a governador do Estado. A decisão foi comunicada nesta sexta-feira (16), em carta endereçada ao Diretório Estadual do partido.
“Não disputar as prévias para governador não exclui minha participação das disputas eleitorais”, escreveu Mourão, sem dizer se pretende disputar outro cargo neste ano.
O PSDB começará a escolher seu pré-candidato ao Governo Estadual no domingo (18) e, se preciso, haverá segundo turno de votação no dia 25.

Luis Kawaguti
Do UOL, no Rio*
Luis Kawaguchi/UOL

23.fev.2018 – Forças Armadas realizam operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio
O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) mostra que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro tem um trabalho a ser feito e justifica “medidas que foram tomadas e vão ser tomadas”, segundo afirmou nesta quinta-feira (15) o coronel Roberto Itamar, porta-voz do general Walter Braga Netto.
Franco foi assassinada a tiros, juntamente com o motorista Anderson Gomes, na noite de quarta-feira (14), na região central do Rio de Janeiro, após participar de um evento político. O carro em que ela estava foi seguido por criminosos até uma área mais vazia. Os suspeitos atiraram diversas vezes no veículo e mataram a vereadora e seu motorista. Uma assessora sobreviveu, com ferimentos leves ferimentos.
O coronel Itamar afirmou que o crime foi lamentável e inadmissível, mas mostrou que alguma coisa tem que ser feita para melhorar a segurança no Rio.
“Só fortalece os objetivos da intervenção”, disse o porta-voz. Ele não detalhou quais medidas foram tomadas e vão ser tomadas no âmbito da intervenção, mas afirmou que elas não estão relacionadas diretamente ao caso da vereadora, mas sim à crise de segurança como um todo.
Itamar disse ainda que uma apuração rigorosa do crime está em curso, mas apenas os órgãos policiais poderão dar detalhes específicos sobre a investigação. Segundo ele, ainda é cedo para saber qual será o desfecho da investigação e não é possível dizer se há ligação do assassinato com as mudanças que estão ocorrendo no Rio.
“Pode acontecer muita coisa ao longo de dez meses [prazo previsto da intervenção federal no Estado]. Eu só posso dizer que o decreto presidencial [de intervenção federal] vai ser cumprido.”
Porém, por outro lado, o assassinato de Marielle também pode gerar impacto negativo na sensação de segurança no Estado, segundo afirmou ao UOL o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública.
Ele disse que a divulgação massiva do caso na mídia pode aumentar a sensação de insegurança na população. Por isso, em sua opinião, as forças policiais vão concentrar esforços para resolver o crime o mais rápido possível.
“A polícia não consegue dar conta de tudo que chega nas delegacias. Ela então tem que cuidar de fatos que dão maior impacto sobre a opinião pública.”
A construção de uma sensação de segurança na sociedade é um dos elementos de uma estratégia ampla da equipe de Braga Netto para tentar resolver a crise de segurança no Rio.
Segundo militares envolvidos na intervenção ouvidos pelo UOL, a ideia é de que moradores do Estado sintam confiança nos órgãos de segurança pública e passem a apoiá-los de forma mais consistente –fornecendo desde informações sobre o paradeiro de criminosos e armas a suporte para as ações que sejam realizadas.
Esse apoio serve para potencializar os efeitos das ações de segurança propriamente ditas, que envolvem uso da força e operações policiais, e também ajudar na implementação de mudanças administrativas que visam melhorar o desempenho das polícias.
*Com reportagem de Carolina Farias, Leo Burlá, Paula Bianchi e Silvia Ribeiro, e colaboração de Lola Ferreira e Marina Lang