As chances de Alckmin na briga por uma vaga no 2º turno…( Se houver segundo turno !) 40

As chances de Alckmin na briga por uma vaga no 2º turno

Tucano precisa dobrar eleitorado em cinco semanas para chegar a etapa final

Em contagem regressiva para o início da propaganda eleitoral, Geraldo Alckmin (PSDB) tem diante de si uma ladeira íngreme que o separa do segundo turno:

1) Não conseguiu penetrar em nichos tucanos; 2) Tem dificuldade para se destacar no congestionamento de candidatos do chamado campo azul; 3) Precisa, no mínimo, dobrar seu eleitorado em cinco semanas.
Com 9% nas pesquisas, Alckmin não deve ser descartado como jogador viável porque sua estrutura na TV e no rádio pode fazer a diferença.

O ex-governador não decolou como um tucano típico. Seu desempenho é modesto até em grupos que apoiaram o PSDB em outras disputas. Ele não rompe os 10% entre eleitores de classe média alta ou com curso superior —segmentos em que Aécio Neves batia os 30% em 2014.

Em mais um ano de polarização com o PT, rei do campo vermelho, Alckmin só chegará ao segundo turno se frear a dispersão na ala azul.

O tucanato perdeu espaço para Jair Bolsonaro: mais de 40% dos apoiadores do deputado do PSL votaram em Aécio na última eleição.

O capitão reformado cristalizou esse eleitorado, mas Alckmin vai atrás de grupos menos devotados. Precisará ainda evitar que o rival cresça ainda mais entre os azuis. Para absorver o voto antipetista, pretende se contrapor a Bolsonaro como uma opção segura, menos aventureira.

Estão na mira dos tucanos eleitores que já aderiram a Marina Silva, Alvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoêdo. Dentro desse campo, a rejeição a Bolsonaro é quase o dobro do índice de Alckmin.

Mais difícil será convencer a fatia desiludida da população. Em um embate direto entre PSDB e PT, 70% dos eleitores que declaram voto em branco ou nulo no primeiro turno tendem a repetir o gesto no segundo. O desgaste sofrido pelos tucanos com a corrupção não ajuda.

Alvo de hostilidade em território que julgava amigável, Alckmin luta para não ser abatido precocemente. Se não reconquistar algumas trincheiras, a guerra estará perdida.

Bruno Boghossian

Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).

Conduta recorrente: Tribunal de Justiça de São Paulo não tem grande apreço pela liberdade de expressão assegurada pela Constituição Federal; vale a máxima: QUEM TEM CU (LPA) TEM MEDO! 15

CENSURA PRÉVIA

Barroso suspende decisão do TJ-SP que mandou excluir notícias sobre o Carandiru

Ao determinar que sites jornalísticos deveriam remover reportagens em que aparecem policiais réus em ação sobre o massacre do Carandiru, o Tribunal de Justiça de São Paulo restringiu a liberdade de expressão.

Nelson Jr./SCO/STFBarroso afirmou que decisão do TJ-SP viola entendimento do Supremo na ADPF 130.

Assim entendeu o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, ao conceder liminar para suspender o acórdão do TJ paulista que, segundo ele, constitui censura prévia e causa prejuízos à liberdade de expressão assegurada pela Constituição Federal.

“Não se está a menosprezar a honra e a imagem de eventuais ofendidos, mas a afirmar que esses bens jurídicos devem ser tutelados, se for o caso, com o uso de outros instrumentos de controle que não importem restrições imediatas à livre circulação de ideias, como a responsabilização civil ou penal e o direito de resposta”, considerou o ministro.

Segundo Barroso, a decisão do TJ afasta a decisão do Supremo no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130, quando a corte tornou excepcional qualquer tipo de intervenção estatal na divulgação de notícias.

Para o ministro, a liberdade de expressão tem posição preferencial no Estado democrático brasileiro. Por isso, o eventual uso abusivo da liberdade de expressão deve ser reparado, preferencialmente, por meio de retificação, direito de resposta ou indenização.

Não há dúvida, segundo ele, de que a notícia retrata fatos verdadeiros, que ocorreram em sessão de leitura de sentença ocorrida em local público. Além disso, há o interesse jornalístico na cobertura de desdobramentos da apuração de conduta supostamente delituosa que alcançou grande repercussão e envolveu atuação direta do poder público.

Na liminar, Barroso afirma que a decisão do TJ-SP reconhece esse fato ao afirmar que “não se questiona o legítimo interesse público na divulgação de informações relativas ao andamento do processo criminal envolvendo o ‘massacre do Carandiru’, o que pode ser livremente realizado considerando a ausência de segredo de justiça”.

Além disso, como os interessados em proibir a divulgação da notícia são policiais, para o ministro, “essa circunstância induz um abrandamento da tutela de seus direitos de privacidade, já que, em um regime republicano, as atuações estatais, em regra, devem ser públicas”.

111 presos foram mortos no dia 2 de outubro de 1992 por PMs durante operação para controlar rebelião no Carandiru.
Reprodução

Sigilo questionado
De acordo com o processo, os policiais ajuizaram ação pedindo que o UOL, a Rede Globo e a Rede TV se abstivessem “de veicular qualquer imagem ou dado qualificativo dos autores que os vinculem ao caso Carandiru”. Eles alegaram que o conteúdo das reportagens seria ilícito, já que houve decretação de sigilo sobre suas qualificações.

Na primeira instância, o pedido foi negado. Em julgamento de recurso, o TJ-SP determinou a retirada das reportaegns, afirmando que a divulgação da imagem dos envolvidos no “massacre do Carandiru” colocaria a vida dos policiais em risco.

No STF, o UOL sustentou que a decisão do TJ paulista representa censura não só à reportagem publicada como “a outros conteúdos que vierem a ser publicados, restringindo evidentemente de forma inconstitucional o livre exercício da atividade de imprensa e comunicação”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

RCL 31.315

Eleitor do PSDB prefere Bolsonaro a Alckmin em pesquisa espontânea do Datafolha 43

Em pergunta sem a lista de candidatos, 22% dizem que votariam no deputado, contra 14% do tucano

Isabel Fleck
São Paulo

Entre os eleitores que dizem ter o PSDB como partido de preferência, Jair Bolsonaro, candidato do PSL, lidera as intenções de voto na pesquisa espontânea, à frente do tucano Geraldo Alckmin, segundo revelou a última pesquisa Datafolha, divulgada na quarta (22).

Em todo o país, 22% dos eleitores que afirmaram preferir o PSDB responderam que votariam em Bolsonaro, em outubro, ao serem questionados de forma espontânea sobre o pleito. Do mesmo universo, 14% disseram que escolheriam Alckmin, e 35% declararam não saber em quem votar.O cenário muda quando os pesquisadores mostram a lista de candidatos. No cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Alckmin fica com 34% das intenções, contra 27% de Bolsonaro. Se Lula, que está preso e virtualmente inelegível, disputar, ele leva 13% dos votos, mas Alckmin lidera com 31% e Bolsonaro tem 24%.

O candidato do PSL também leva a melhor em São Paulo, reduto de Alckmin, que governou o estado nos últimos sete anos.

Segundo a pesquisa, que ouviu 8.433 pessoas em 313 municípios, de 20 a 21 de agosto, e tem margem de erro de dois pontos, 15% dos eleitores do estado votariam em Bolsonaro, contra apenas 4% que votariam em Alckmin, considerando a resposta espontânea.

No cenário de resposta estimulada —quando os pesquisadores mostram o nome dos 13 candidatos registrados junto ao TSE, incluindo Lula—, a margem entre os dois presidenciáveis fica menor: 19% para Bolsonaro, 14% Alckmin. O ex-presidente petista lidera nesse cenário, com 26% das intenções. Sem ele e com Fernando Haddad (PT), o candidato do PSL tem 21%, Alckmin tem 18%.

O desempenho de Bolsonaro é bem menor na capital, o que mostra que o ex-governador tucano terá mesmo que brigar com o capitão reformado pelo eleitorado do interior paulista.

Na cidade de São Paulo, Bolsonaro e Alckmin empatam nas respostas estimuladas. Em cenário com Lula, o nome do PSL tem 15% das intenções contra 14% do candidato do PSDB. Sem o petista, os números sobem para 16% e 15%, respectivamente.

Na pesquisa espontânea, 12% dos entrevistados na capital declararam voto no deputado federal e 6% no ex-governador paulista.

Uma vantagem de Alckmin é ter rejeição menor que Bolsonaro tanto no estado —38% contra 29%— como na capital —42% a 32%.

Na disputa para governador de São Paulo, o PSDB lidera, com o candidato João Doria, que tem 25% em todo o estado, seguido de Paulo Skaf (MDB), com 20%, na resposta estimulada. Na espontânea, 63% dizem não saber em quem votar, enquanto só 6% citam o nome de Doria.

Mensagem ao Dia do Soldado 15

Mensagem ao Dia do Soldado

“Com bravura e coragem defende a nossa Nação. Com amor e atenção, tenho-o guardado em meu coração! Parabéns pelo seu dia, soldado!”

“Aos que arriscam a vida para proteger a vida dos milhões de brasileiros e das ricas terras de nosso país, meus parabéns por vosso dia!”

“A tua força, determinação e perspicácia! Qualidades ímpares para a construção de um bom soldado, que deseja apenas proteger os seus conterrâneos e ajudar a construir um mundo de paz! Feliz Dia do Soldado!”

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Será que o Delegado fez acerto com o PM bandido? 21

PM é detido suspeito de extorquir moradores no Campo dos Alemães em São José dos Campos

Segundo o boletim de ocorrência, ele fingia ser policial civil no Campo dos Alemães para intimidar os moradores. Por não ser flagrante, PM foi liberado após prestar depoimento.


Por G1 Vale do Paraíba e Região

 

PM é preso por extorsão no Campo dos Alemães em São José (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)PM é preso por extorsão no Campo dos Alemães em São José (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

PM é preso por extorsão no Campo dos Alemães em São José (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Um policial militar que atua na capital foi detido na manhã desta quinta-feira (23) por concussão, que é quando um agente público age para obter vantagem, na zona sul de São José dos Campos (SP). Segundo o boletim de ocorrência, ele fingiu ser policial civil no Campo dos Alemães para intimidar as vítimas. O PM foi ouvido e liberado após registro da ocorrência porque não houve flagrante.

Ainda de acordo com o registro, policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) estavam em um carro descaracterizado fazendo patrulhamento pela zona sul. Durante o trabalho, eles abordaram um jovem que mexia em um celular.

Ele confessou que estava em uma chamada de vídeo com várias pessoas dialogando sobre a venda de drogas na rua 24. Os policiais verificaram o celular e constataram que era utilizado exclusivamente para o tráfico.

Em uma das conversas, os policiais viram uma mensagem de alerta dizendo que um policial civil estava em um veículo cor vinho abordando os moradores para exigir dinheiro. Os policiais verificaram que não havia nenhuma viatura da polícia com essas característas na cidade e pediram para que outros policiais fossem até a rua 24 conferir a informação.

O carro foi encontrado e o motorista foi abordado. Ao descer do veículo, o homem avisou que era soldado da PM em São Paulo e que morava em São José. Uma arma foi encontrada no carro, além de R$ 252.

Durante a aborgagem, dois moradores do bairro foram até os policiais contar que há vários dias o PM ameaçava com a arma as pessoas, principalmente jovens e adolescentes, dizendo ser policial civil e exigia R$ 1 mil.

“As duas testemunhas prestaram depoimento e disseram que ele agarra os jovens pelo colarinho para intimidar, mexia no bolso deles para pegar dinheiro. Localizamos no bolso do PM o dinheiro em notas picadas, típicas das provenientes do tráfico de entorpecente. Esse material vai para perícia para comprovação”, afirmou o delegado Hugo Pereira de Castro, responsável pelo caso.

CANOA FURADA – A campanha do governador Márcio França culpa o sistema pela ilegível certidão acerca de pretérita condenação por improbidade…Falha ou amadora tentativa de esconder aquilo que não é muito conveniente mostrar ? 6

Procuradoria Eleitoral contesta registro do governador de SP, Márcio França

Segundo o órgão, candidato entregou certidões judiciais ilegíveis e não provou estar elegível

Reynaldo Turollo Jr.
Brasília

A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo contestou nesta terça-feira (21) o registro de candidatura do governador Márcio França (PSB). Segundo o órgão, França “não provou que está em pleno exercício de seus direitos políticos, tendo em vista que deixou de juntar as certidões formalmente regulares”.

Parte das certidões que deveriam atestar que França não tem pendências na Justiça que o tornem inelegível, entregues pelo candidato ao Tribunal Regional Eleitoral, está ilegível —impossível de ler.

A principal delas, que está ilegível, diz respeito a uma condenação por ato de improbidade administrativa praticado no final dos anos 1990, quando França foi prefeito de São Vicente (SP). Ele foi acusado de contratar 154 funcionários para um órgão da Saúde municipal sem fazer concurso público.

Trecho da certidão para fins eleitorais do candidato Márcio França
Trecho – Certidão para fins eleitorais – Márcio França – pag5 – Folhapress

O caso tem recurso pendente de análise no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O tribunal inicialmente havia imposto a França uma série de sanções, como perda da função pública, dos direitos políticos e multa.

Após um recurso da defesa, o STJ reviu a decisão, em 2014, e manteve somente a sanção de perda da função pública. Após novo recurso, a turma que analisou o caso decidiu que a função pública que deveria ser perdida era aquela que o réu ocupava quando cometeu o ato de improbidade (prefeito de São Vicente), o que já não teria efeitos práticos.

Por esse entendimento, a decisão não afetaria a carreira política de França, que foi vice-governador de Geraldo Alckmin (PSDB), assumiu o governo quando o tucano se licenciou e decidiu se candidatar para mais um mandato.

Em maio do ano passado, porém, o Ministério Público paulista recorreu da decisão do STJ, apresentando embargos de divergência.

Nesse recurso levado ao próprio STJ, o Ministério Público sustentou que a decisão de limitar a perda da função pública ao cargo de prefeito contraria outras decisões do próprio tribunal em processos anteriores e semelhantes. O Ministério Público cita dois exemplos em que o entendimento divergiu do que foi aplicado a França.Em agosto do ano passado, a ministra do STJ Assusete Magalhães admitiu os embargos de divergência, que aguardam julgamento. No pior cenário para França, se o argumento do Ministério Público for acolhido, a sanção poderá ser a perda da função pública que ele estiver ocupando no momento da decisão final.

A Folha teve acesso aos despachos do processo, que tramita no STJ sob segredo de Justiça.

Na impugnação feita pela Procuradoria Eleitoral nesta terça, os procuradores eleitorais Luiz Carlos dos Santos Gonçalves e Pedro Barbosa Pereira Neto pediram à Justiça Eleitoral para notificar França para que apresente sua defesa no prazo legal (de sete dias).

A Justiça notificou o candidato nesta quarta (22) para que se manifeste, caso queira.

OUTRO LADO

A campanha do governador afirmou, em nota, que o questionamento da Procuradoria Eleitoral “se deu por uma falha no sistema de envio da documentação, que apresentou trechos ilegíveis”.

“A foto do candidato também apresentou problemas em função da sobrecarga do sistema no momento do envio. Cópias digitalizadas e físicas já foram reenviadas para os devidos esclarecimentos e comprovação de todas as exigências documentais. Da mesma forma a foto foi reenviada”, afirmou.

Adeptos de perseguição a Blogs e páginas virtuais , Tucanos não conseguem alavancar a campanha de Geraldo Alckmin e desconstruir Jair Bolsonaro 20

 

SOB PRESSÃO, ALCKMIN DEMITE MARQUETEIRO RESPONSÁVEL PELAS MÍDIAS DIGITAIS

A campanha do candidato à presidência Geraldo Alckmin entrou em crise com a perfomance pífia do candidato, cuja intenção de voto não passa de um dígito; a primeira baixa da equipe foi justamente no setor mais sensível destas eleições: as mídias sociais; o responsável pela área digital, o publicitário Marcelo Vitorino, foi retirado do cargo nesta quinta-feira, 23; tucanos admitem reservadamente que a campanha não consegue encontrar uma narrativa nas redes sociais para “desconstruir” o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e tornar Alckmin mais palatável.

http://amp.brasil247.com/pt/247/midiatech/366333

Delegados de pelúcia: VOLTEM PRAS PUTAS QUE OS PARIU ( ou pariram…risos ) 5

Por fim, diante da nova sistemática implementada pelo Sistema de Inquérito
Eletrônico e tendo em vista a recente determinação para que se proceda ao
ajuizamento eletrônico dos inquéritos policiais, autos de prisão em flagrante
delito, Autos de apreensão de adolescente e demais atos de polícia judiciária, com
fulcro no Comunicado Conjunto CG números 1168/2016, 193/2018 e 903/2018, todos
oriundos do Processo 2015/163757 da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo e da sua Corregedoria, foi determinado pela Autoridade Policial a
instauração de procedimento eletrônico de Ato Infracional – Apreensão de
Adolescente, o qual deverá ser ajuizado perante o Vara da Infância e Juventude
desta Comarca de São José dos Campos, sendo certo que as comunicações ao
Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública serão automaticamente
realizadas pelo sistema e-Saj do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Sobre peritos caça-níqueis peritos em caçar níqueis…Valei-me meu pai, valei-me xangô. Valei-me meu pai, valei-me xangô. 6

Inexplicavelmente há pessoas com uma sensibilidade tão aflorada , não se sabe se por paranoia do GAECO ou simples sentimento de culpa no cartório ( foram tantas as suas fofocas e  as suas  caguetagens anônimas, né ? ) , que se melindra por  palavras e fatos absolutamente estranhos ao delirante persecutório.

Aparentemente ele quer ser sempre o protagonista!

Xango, explica!

Com efeito, no domingo reproduzimos uma triste notícia do jornal A Tribuna de Santos dando conta da morte do perito Kojun Iha.

Pois bem, logo em seguida, um de nossos leitores fez comentário que , confesso , não entendendo a sua verdadeira intenção, acreditei ofensivo.

De se conferir: 18/08/2018 ÀS 21:23
Na moral, o cara tava com 37 anos de serviço? Não podia estar aposentado?
Infelizmente, tem gente que quer trabalhar, juntar dinheiro e construir imóveis para três vidas e esquece que só temos uma vida.
Pessoal, façam do trabalho um meio de vida e aposentem quando chegar a hora.

Como resposta, retrucamos nos seguintes termos:

Mito Presidente,

Só falou besteiras!
Kojun era um homem humilde que jamais se envolveu em qualquer coisa espúria . Esteve afastado da PC , legalmente, para trabalhar no Japão e obter recursos para comprar uma casa própria, inclusive! Teve a infelicidade de perder um filho assassinado; se culpava ! Não era perito em caça-niqueis, viu ?

Posteriormente, o comentarista  disse que havia sido incorretamente interpretado e que eu poderia estar com o espírito armado em razão de tantas ofensas no site; daí a nossa resposta um tanto quanto deselegante.

Concordei e pedi desculpas.

O assunto deveria estar encerrado  por aí, não fosse o lamentável aparecimento de um conhecido perito reivindicando para si a pecha de  “perito em caça-niqueis” …

Só tem um perito criminal corrupto na Polícia Civil, digo, na “terceira polícia” ( kkk ) ?

Meu caro , não passe vontade, viu!

Se tem algo a dizer compareça ao GAECO , os Promotores certamente ficarão comovidos com as suas relevantes informações  sobre jogos eletrônicos em geral.

Especialmente como eram feitas as perícias e as vendas dos componentes eletrônicos, sempre desviados pelos policiais dos Distritos, né?

No grande estilo , bate a carteira e sai gritando: pega ladrão!

Vou explicar: o perito substituia componentes íntegros por inidoneos e , posteriormente, a culpa era de quem teve a custodia dos equipamentos. 

Por fim, não se tenha em tão alta conta…

Você é só mais um inútil – entre tantos santos de Santos – que nunca honrou pai e mãe.

Se passe por ilibado e injustiçado nas redes sociais ; esse é o nosso negócio e de muitos outros homens de moral tão ou mais elástica do que a nossa.

No Facebook todo mundo é amigo…

Mas nenhum deles – especialmente os irmãos da “família policial” ( piada do Major Olímpio ) vai te dar um dinheiro acaso você por infelicidade venha a perder o seu cargo.

Palavra de quem  foi expulso da Polícia Civil, se é que alguém que conseguiu fazer o milagre de ser expulso da polícia tem palavra ou merece crédito, né ?

Por fim, administra bem os teus R$ 20.000,00 por mês, aqui fora tu vai morrer de fome…Sabe, né?

Perito criminal Koujun Iha morre aos 61 anos 77

Perito criminal Koujun Iha morre aos 61 anos

Ele era um dos mais antigos em atividade no Estado e foi encontrado morto no Instituto de Criminalística de Itanhaém

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS 
18/08/2018 – 13:20 – Atualizado em 18/08/2018 – 13:27
 Koujun Iha tinha 61 anos e 37 de carreira na Polícia Civil
(Foto: Reprodução_

Com 61 anos de idade e 37 de carreira, o perito criminal de classe especial Koujun Iha era um dos mais antigos em atividade no Estado e foi encontrado morto no início da manhã deste sábado (18) no Instituto de Criminalística (IC) de Itanhaém, onde estava atualmente lotado.

Irmão do ex-prefeito de São Vicente e ex-deputado federal Koyu Iha, Koujun assumiu o plantão do IC de Itanhaém na sexta-feira (17) à noite e trabalhou normalmente, até ser encontrado morto na unidade pela manhã, por uma colega que o renderia no trabalho.

Ainda não está definida a causa da morte, mas as informações preliminares dão conta de que Koujun sofreu um infarto.

Experiente e com um tirocínio singular, conforme reconhecem os seus colegas, a sua atuação profissional foi decisiva na coleta de provas e elucidação de incontáveis crimes.

Somos juízes apenas pelo dinheiro…Hoje o magistrado deixou de ser o artesão de justiça; são novos miliardários produtores industriais de julgamentos defeituosos ou corrompidos 66

Em aula na USP, Lewandowski é alvo de críticas por privilégios do Judiciário
Por Estadão Conteúdo 14/08/2018

 

Em determinado momento da aula, o aluno Erick Araújo, de 19 anos, pediu o microfone para divulgar o projeto de financiamento coletivo da reforma da Casa do Estudante da USP, alojamento estudantil da universidade que está em más condições. Durante seu pronunciamento, Erick passou a fazer críticas aos privilégios do Judiciário. “Durante o discurso, ele (Ricardo Lewandowski) gesticulou pedindo que eu parasse, mas continuei. Se aproximou de mim até que eu estava falando tudo cara a cara”, contou Erick ao jornal O Estado de S. Paulo.

Erick afirmou que foi motivado pela repercussão sobre o reajuste de 16,38% autorizado pelo Supremo Tribunal Federal sobre seus salários e diz ter ficado indignado. O aumento elevaria o salário de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil e teria um efeito cascata de cerca de R$ 4 bilhões. “Os juízes possuem diversos privilégios e nós passamos por perrengues para conseguir permanecer na USP. Como o ministro é o meu professor, aproveitei a sua aula para divulgar a campanha e, ao mesmo tempo, provocá-lo a entender um pouco da nova realidade do ensino superior brasileiro.”

O aluno, que integra o Coletivo Juntos!, sugeriu a Lewandowski que entregasse três meses do auxílio-moradia (R$ 4.377) para o fundo de reforma da Casa. Pediu também que ele conversasse com outros ministros do STF. “Estamos a um quilômetro do local onde um prédio caiu porque gente pobre estava ocupando e esse prédio pegou fogo. A Casa do Estudante está sem condições de abrigar os jovens pobres que precisam. Um mês de auxílio-moradia banca a bolsa de 10 alunos dessa universidade”, disse.

E acrescentou: “O mais importante mesmo, vossa Excelência, é que você entenda que você não está mais dando aula apenas para os filhos dos seus colegas juízes. Hoje você também dá aula para o filho e a filha do porteiro e da empregada. Não vamos aceitar que o senhor defenda seus privilégios lá no STF e chegue aqui posando de republicano e de democrata.”

“Seus privilégios vão acabar porque não vamos ocupar esse espaço que sempre nos foi negado para deixar tudo igual. Vamos ocupar esse espaço para transformar”, afirmou o aluno.

Lewandowski respondeu que os ministros do STF não recebem auxílio-moradia. “Nós recebemos subísdios secos e, sobre os subsidios, estão defasados em mais de 40% em face da inflação”, disse.

Durante a aula, Erick disse que o ministro citou problemas brasileiros e argumentou que os benefícios do sistema Judiciário são válidos. “Ele disse que deveríamos questionar as desonerações fiscais e não os salários do judiciário. Em nenhum momento ele fez autocrítica, apenas disse que podem existir pequenos exageros”, afirmou o estudante.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal para ouvir o ministro Ricardo Lewandowski sobre o tema, mas ainda não recebeu resposta. O espaço está aberto para manifestação.