Folha de S.Paulo – Documentos detalham ação de quadrilha de juízes, diz PF – 04/06/2007
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DO DELEGADO SENADOR
ENVIADO POR E-MAIL AO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO.
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From: “Georges P. Sellinas” To: “Folha Tendencias Debates” Cc: “Roberto Barbosa” Subject: CRIME DE AUTORIDADEDate: Mon, 26 Apr 2004 15:34:26 -0300MIME-Version: 1.0Content-Type: multipart/mixed;boundary=”—-=_NextPart_000_000E_01C42BA4.00BE29F0″X-Priority: 3X-MSMail-Priority: NormalX-Mailer: Microsoft Outlook Express 6.00.2800.1106X-MimeOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V6.00.2800.1106
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Ao Jornal Folha de São Paulo
Tendências/Debates
debates@uol.com.br
Vítima do tempo
“Faça o que eu mando, mas, não faça o que eu faço”. É o que ensina a matéria publicada (“Crise de autoridade”, “Tendências/Debates”, 23/4), de autoria do ex-diretor do antigo DOPS (na época da repressão), ex-superintendente do DPF/SP (Depto. de Polícia Federal Regional de São Paulo), ex-diretor-geral da mesma Entidade, ex-secretário de Segurança Nacional e atualmente senador da República, delegado Romeu Tuma.
Em seu debate, na data em referência, ele argumenta: “Por 29 vezes nossa Constituição Federal emprega o vocábulo ‘autoridade’, no singular ou plural. Entretanto exime-se de definir essa palavra, o que nos leva a consultar outras fontes. E continua:Vemos assim que a Carta usa o termo no sentido de abranger todo representante do poder público ‘que tem por encargo fazer respeitar as leis’, como expressam o dicionário ‘Aurélio’ e outros de igual valor”. Ainda ele (Tuma), acrescenta: “Portanto quem exerce autoridade tem a obrigação de ser o primeiro cidadão no respeito à lei, principalmente quando ela o obriga a agir para impô-la, a ponto de lhe reservar sanção penal caso se omita. Se não atuar como foi preceituado, a autoridade estará lesando o múnus público e cometerá o crime de prevaricação”.
Considero inclusive necessário de acrescentar, que naquele mesmo dicionário, que o sr. senador mencionou, como também, em outros de igual valor, definem ainda:
Omissão: Ato ou efeito de não fazer aquilo que moral ou juridicamente se devia fazer.
Omitir: Deixar de fazer, dizer ou escrever. Deixar de lado; não tomar conhecimento. Não atuar, não manifestar-se, não se pronunciar, quando seria de esperar que o fizesse. Os funcionários fazem arbitrariedades e o chefe omite-se.
Prevaricação: Crime perpetrado por funcionário público, e que consiste em retardar ou deixar de praticar, indebitamente, ato de ofício, ou em praticá-lo contra disposição legal expressa, para satisfação de interesse ou sentimento pessoal.
Parece que o referido senador da República, esqueceu quantas vezes omitiu, ou prevaricou durante os exercícios de suas responsabilidades como autoridade!
O admirável, com relação ao acima exposto, é, a pratica de aulas com relação aos deveres da autoridade. As ocorrências do passado o classificam como opositor ao respeito da matéria defendida, conforme provam freqüentes noticiários. Sem considerar ao mínimo, ou pelo menos parcialmente, a devida precaução com os leitores, que colecionam inúmeros acontecimentos, que permitem manter a atualização do seu currículo, com as suas vastas omissões e prevaricações, aqui apresentadas
Nada melhor que o próprio testemunho formado pela matéria veiculada com título: “Crise de autoridade” de autoria do referido senador, em paralelo aos noticiários abaixo apresentados para confirmar e justificar a razão da minha reação ao ler aquela “aula” na coluna: Tendências/Debates!!!
Tentarei justificar o acima exposto, relembrando alguns dos crimes, de omissão e prevaricação, cometidos pelo atualmente senador da República, amplamente apontados e divulgados pela imprensa nacional (jornais, revistas, como também, em noticiários virtuais que circulam pela Internet), durante os três últimos decênios. Tais noticiários, deveriam inclusive ter auxiliado em incluí-lo, junto com alguns afiliados, no propósito da Operação Anaconda! Escapou! Foi favorecido! Conclusão certa derivada de uma análise do currículo acima exposto. É, o hábil Vice-Rei (Tuma), é o gênio da estratégia, conforme argumentou a jornalista Miriam Leitão em sua reportagem: “O Caçador de Manchetes” (jornal do Brasil, 06/04/1986). A mesma reporter, ainda acrescenta: Em 79, na greve dos jornalistas, foi esse herói quem delegou aos seus auxiliares a tarefa de prender, fichar e interrogar os presos, enquanto na outra sala consolava e tranqüilizava os parentes dos jornalistas. Demonstrou como um bom artista pode se sair bem em qualquer enredo.
Aproveito da oportunidade de destacar alguns noticiários que apontam omissões, prevaricações e outros crimes de autoria do sr. senador, ou de seus subordinados, por ele, favorecidos: DOPS continuou a fichar políticos mesmo depois de ter sido extinto (Diário Popular, 14/03/1999) Extorsão Federal (Revista Veja, 27/05/1992) PF não permite depoimento de delegado sobre extorsão a Pinotti (Folha da Tarde 18/02/1992) Tuma é acusado de omisso (Estado de São Paulo, 13/04/1991) Espionagem “ronda” o comando da PF (Folha de São Paulo, 19/07/1998) Veronezzi deve ser o próximo (Jornal da Tarde, 24/08/1988) Delegado é suspeito de prevaricação (Folha de São Paulo, 04/04/1992) Documento liga Tuma a doleiros (Folha de São Paulo, 28/07/2000) A cena do inhame (Revista Veja, 11/12/1991) Uma reunião informal (Jornal da Tarde, 19/11/1992) Acusação a Romeu Tuma de manter relações com ex-juiz Nicolau (Folha de São Paulo, 01/10/2000) Cerco ao Condor (Revista IstoÉ, 1599 de 24/05/2000) A dupla de ouro de DOPS (revista Época, 27/11/2000) Amigo de Tuma é denunciado a Justiça Federal (Jornal Diário do grande ABC, 07/04/1992) Tuma faz a defesa de Veronezzi ao Ministro da Justiça (Diário Popular, 28/03/1989) O compadre doleiro (Revista Veja, 04/12/1991) Xerife sob suspeita (Revista IstoÉ, 1373 de 24/01/1996) Veronezzi defende delegado que chefiava agentes envolvidos em contrabando (Jornal da Tarde, 28/11/1991) Erundina acusa Tuma de aliado da ditadura (Jornal da Tarde, 31/08/1994) Juízes federais criticam ação de Tuma nas Fraudes (Folha de São Paulo, 20/03/1985) Tuma conhecia destino de desaparecidos (Arquivo do SNI, Folha de São Paulo, 21/06/1992) Confirmada investigação do CIEX (Jornal da Tarde, 31/03/1992) Luiz Estevão liga Tuma a ex-juiz (Folha de São Paulo, 28/07/2000) Relatório da CPI acusa Collor, Santana e Tuma (Folha de São Paulo, 18/05/1994) O caçador de manchetes (Jornal do Brasil, 06/04/1986) Tuma na terra de Marlboro (Jornal da Tarde, 26/08/2000) Condenado pela Justiça assessora Tuma (Folha de São Paulo, 16/09/1994) Tuma rechaça críticas a sua administração (Estado de São Paulo, 16/06/1997) Polícia Federal fracassa nas buscas (Jornal do Brasil, 22/02/1989) Denúncia criminal contra delegados (Jornal da Tarde, 18/01/1992) Dossiê de EJ (Eduardo Jorge Caldas Pereira), envolve Temer e Tuma com ex-juiz Nicolau (Folha de São Paulo, 05/08/2000) Contrabando da sobrinha de Romeu Tuma. Processo nº 8239494; Natureza: Inquérito Policial; Autora: Justiça Pública; Indiciada: Sonia Tuma; Juíz: João Carlos da Rocha Mattos. Delegado tenta ajudar amigo falsificador (Estado de São Paulo, 11/12/1998). PF acusada de dar proteção ilegal a Leopoldo Collor (Folha de São Paulo, 16/08/1993). Uma reunião ‘informal’ Jornal da Tarde, 19/11/1992). Acusado no Paraná ganha promoção (Folha de São Paulo, 02/07/1998). Veronezzi é exonerado da Polícia Federal em SP (Estado de São Paulo, 30/10/1992). Empresário afirma ter sido coagido pela PF (Folha de São Paulo, 03/08/1993). Ex-superintendente da PF é acusado pelo traficante de participar do desvio de US$.2 milhões. (Estado de São Paulo, 19/11/1992). Senador volta a atacar Tuma (Folha de São Paulo, 28/09/2001). Os últimos dias da lenta agonia (Revista Época, 176 de 1º/10/2001). Jader ataca Tuma com referência à ditadura (Revista Época 27/09/2001).
Tuma mais ligações com Lalau Mais ligações com doleiros Mais acusações Mais sobre parcerias Mais sobre ligações com Lalau Barbalho Desmascara Tuma.
NOTA: Estão sendo preparados MAIS links com os noticiários da imprensa nacional, apontando acusações de omissões, prevaricações e outras irregularidades do acima senador, cuja maioria é de veiculação do jornal, Folha de São Paulo.
CONCLUSÃO: Pelo exposto naquela matéria, o sr. senador, talvez se julga, acima de qualquer comentário que vem difamá-lo ou caluniá-lo. Passando por cima de suas omissões, prevaricações e outras acusações proferidas por toda a imprensa. Considerando-as improcedentes, falsas ou caluniosas. Desprezando os noticiários, ou ainda, desmoralizando a veiculação da informação. Nada, parece desabonar o profissional de imagem ilibada, conforme argumentou a jornalista Miriam Leitão em sua reportagem: “O Caçador de Manchetes” (jornal do Brasil, 06/04/1986). Escapou-se de inúmeras tempestades, no passado! Prova disso, é as suas “estratégias” ao longo das suas atividades policiais, principalmente, na época que trabalhara ao lado do truculento torturador delegado Sérgio Paranhos Fleury, e alguns outros auxiliares!
É, o hábil Vice-Rei (Tuma), é o gênio da estratégia, acrescentou a mesma jornalista Miriam Leitão, destacando: Em 79, na greve dos jornalistas, foi esse herói quem delegou aos seus auxiliares a tarefa de prender, fichar e interrogar os presos, enquanto na outra sala consolava e tranqüilizava os parentes dos jornalistas. Demonstrou como um bom artista pode se sair bem em qualquer enredo. O habilidoso Tuma reservava para si o simpático papel de fazer a triagem dos prisioneiros, depositando os inocentes, a grande maioria, nos braços agradecidos dos pais. Virou herói.
Vão longe os tempos em que Tuma prendia Ilustres como Luís Ignácio Lula da Silva, Djalma Bom, o ex-secretário da Justiça de São Paulo, José Carlos Dias, e até o senador Teotônio Vilella.
REFERÊNCIAS: As acima mencionadas publicações e, inúmeras outras, divulgadas por toda imprensa nacional, com relação as várias gestões que desfilaram até hoje, do senador em pauta, inclusive, seus afiliados e subordinados, encontram-se nos sites: www.anakonda.us – www.intocaveis.us – www.gs1.com.br como também, em outros que figuram nos acima mencionados, e ainda, em todos os mecanismos de busca, pesquisando nominalmente pela Internet.
Georges P. Sellinas, 78 – Formado em engenharia industrial e ex-diretor da empresa de detecção do crime tecnológico, Secretel, Serviço de Inteligência Científica Ltda. Aposentado.
ADPESP 2007
ENQUANTO AQUI A NOSSA ADPESP NADA FAZ PELOS DELEGADOS DO DEMACRO E INTERIOR
25/10/2007
foto: Agência Fenapef
Francisco Carlos Sabino, Diretor de Relações do Trabalho da Fenapef
Infelizmente as vezes é melhor ter um problema auditivo do que ser obrigado a ouvir asneiras. O que nos deixa mais tranqüilos é que idiotice não paga impostos, porque se pagasse certas pessoas estariam devendo aos cofres públicos.
Como é de conhecimento público, a diretoria de Relações de Trabalho da Federação Nacional dos Policiais Federais vem percorrendo o país conhecendo as condições de trabalho dos colegas, principalmente aqueles que exercem suas funções nas localidades mais distantes das capitais. As unidades onde esses policiais prestam serviços, via de regra, carecem de uma melhor infra-estrutura que vai desde a reforma de prédios até a falta de papel higiênico. Além disso, a carência de funcionários obriga esses colegas a se desdobrarem em seus turnos de trabalho, para que a própria Delegacia não fique às moscas.
Antes de prosseguirmos, é necessário que parabenizemos esses dignos profissionais que, anônimos, não medem esforços para dar continuidade aos trabalhos em execução.
Por outro lado, é nosso dever também alertar esses profissionais de que esse esforço contraria as normas vigentes, além de reduzir consideravelmente seus reflexos o que pode comprometer sua própria saúde e integridade quando da execução de suas tarefas.
Referimo-nos especificamente aos colegas que além de ficarem de plantão por 24h sem tirar a folga regulamentar de 72 horas, ainda são obrigados, após um breve descanso, a retomarem a suas funções na Delegacia.
Esse tipo de situação motivou a visita da diretoria de Relações de Trabalho da Fenapef à Delegacia de Jataí em Goiás. A ida do diretor a Jataí foi retratada em uma matéria publicada neste site. Depois disso, a Federação protocolou um ofício endereçado ao delegado titular Dorival Pagliato, solicitando a adoção de medidas com vistas relativas à carga horária exercida pelos policiais de plantão.
No nosso entendimento uma simples medida ADMINISTRATIVA, que em nada onera ou desrespeita a quem quer que seja.
Estávamos enganados.
O Diretor de Relações do Trabalho da Fenapef voltou a Jataí duas semanas depois da publicação da matéria. Francisco Sabino já estava na Delegacia conversando com o colega que estava no Plantão quando o delegado Dorival entrou na sala. Ao ser cumprimentado a autoridade soltou a pérola: “Obrigado pelo desfavor que vocês fizeram a esta delegacia, pela matéria publicada no site da Fenapef”.
O tom de voz do delegado parecia ser de uma pessoa prestes a se alterar, deixando diretor Sabino sem entender quais teriam sido os motivos de sua revolta, uma vez que a intenção da Fenapef é mostrar às autoridades superiores as reais necessidades das delegacias.
A atitude da autoridade revela talvez, em uma primeira hipótese, a falta de educação já que qualquer manual de boa educação recomenda que uma frase de “bom dia” seja respondida por outra de igual teor.
O engraçado é que em uma reunião realizadas na semana anterior o delegado titular Dorival Pagliato, disse em alto e bom som a todos os presentes: “que não tinha apoio logístico em Goiânia”, concordando em gênero, número e grau com todas as colocações feitas durante o encontro. Ele ainda apoiou e parabenizou a Fenapef pelas iniciativas.
É dever esclarecer que enquanto permaneceu na reunião o delegado, em nenhum momento , manifestou qualquer discordância quanto aos fatos que ali eram comentados, o que foi testemunhado por todos os integrantes daquela delegacia.
Outra frase dita por este senhor quando foi novamente visitado pela Fenapef foi: “Que todo o trabalho feito junto à academia, para lotações de novos policiais foi por água abaixo”.
Mais uma vez a frase proferida não faz sentido. A cidade de Jataí continua no mesmo lugar, as carências da Delegacia são as mesmas e os colegas que lá se encontram continuam a exercer suas funções.
Não contente com as suas infelizes declarações e, talvez, acometido pela síndrome do autoritarismo, o doutor pediu a um colega que solicitasse que o diretor da Fenapef, Francisco Sabino saísse do interior da delegacia. O pedido foi feito quando Sabino protocolava o ofício da Federação.
Para começo de conversa a Delegacia de Polícia Federal em Jataí não é propriedade do senhor Dorival para que ele decida quem se dirige ao protocolo ou não. A Delegacia da Polícia Federal é um local público em que qualquer cidadão brasileiro tem direito de ir para protocolar um documento oficial. Como qualquer cidadão, Sabino esperou a conclusão do protocolo, se despediu dos colegas e se retirou do prédio da delegacia.
Diante de tais fatos providências precisam ser tomadas.
Em primeiro lugar é preciso que alguma autoridade do DPF dê a esse senhor noções básicas de educação pois ao receber um bom dia ele deve responder no mesmo teor.
Em segundo lugar, o direito à comunicação e à livre manifestação em jornais, panfletos, rádios ou sites como este, é previsto em norma legal. Além disso, ao contrário da manifestação do delegado, a matéria publicada no site em nada prejudicou ou denegriu a imagem de seu titular. Mostramos apenas e tão somente as deficiências por que passa a DPF para que de fato sejam corrigidas.
Em terceiro lugar, é preciso que se diga que uma delegacia de polícia é dividida em locais de acesso público e locais reservados. O setor de protocolo é um local ao qual todo e qualquer cidadão deste país pode e deve ter acesso para, se quiser, protocolar suas reclamações e pedidos. Desta forma, ao ali permanecer aguardando a conclusão do protocolo, ninguém está cometendo nenhum ato ilícito que deva ser motivo de “ordens” de um delegado.
Em quarto, se o mesmo Titular achou, dentro de sua majestade policial, que o diretor Sabino estava cometendo algum ilícito, por menor que fosse, deveria o mesmo ter se dirigido até aquele local e tomado as providências que o caso exigisse.
Em quinto, já que falamos em ilicitudes, cabe lembrar a essa autoridade de que o ilícito mesmo é deixar um funcionário de empresa particular de segurança, em que pese ser da empresa FEDERAL, exercer funções de plantonista.
Em sexto, é preciso dizer que atitudes como essa só servem para demonstrar o despreparo e falta de coleguismo de algumas pessoas que, alçadas a postos de comando, passam a acreditam serem proprietárias de prédios públicos, bem como serem os funcionários seus empregados.
Por fim, pedimos a quem de direito, que reveja os critérios adotados quanto às promoções a esse senhor, DPF Dorival. É preciso saber se o mesmo preenche todos os requisitos para assumir um posto mais elevado. É voz corrente em Goiás, que o mesmo será alçado ao posto de Direx, indo exercer as suas funções no Piauí. Será que o Piauí merece isso?
É preciso ficar claro de uma vez por todas que as ações promovidas pela Diretoria de Relações de Trabalho da Fenapef visam, única e exclusivamente, a qualificação de todas as delegacias da PF fazendo com que as condições de trabalho sejam as mesmas nas capitais ou nos locais mais distantes. Mais do que isso. Trabalhamos pela execução e cumprimento de todas as Portarias e Normas emanadas da Direção Geral e das leis trabalhistas.
Vamos demonstrar através de nosso site os descalabros em que vivem certas delegacias, ou quase todas as delegacias, para que as autoridades responsáveis vejam através das fotos o caos em que elas se encontram, tomando assim providências para a sua restauração.
Frases do tipo “sabe com quem está falando” e “isso não vai ficar assim” estão no passado. Hoje vivemos em um país democrático que respeita às normas vigentes. A república das caras feias ruiu, meu caro delegado. Vivemos num país livre, governado por um ex-sindicalista que certamente nunca foi “convidado” a se retirar de alguma fábrica onde estivesse protocolando alguma reivindicação.
Desta forma cumpre informar que medidas arbitrárias serão tratadas com o rigor da lei. Não é a falta de educação ou o autoritarismo que irão calar a Diretoria de Relações do Trabalho ou qualquer integrante da Federação Nacional dos Policiais Federais.
Diretoria Executiva da Fenapef
UM MAESTRO COM CRISE DE ESTRELISMO – GOVERNADOR NOMEANDO MÚSICO É SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO 1
Uma fala atribuída ao maestro John Neschling, da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), em que ele chama o governador José Serra de “menino mimado” e “autoritário”, foi parar no site de vídeos YouTube.
A gravação teria sido feita sem que Neschling soubesse, durante ensaios da orquestra. No áudio, ele diz que existe um “mal-estar do governo em relação a ele, por uma questão meramente de querer mandar”.
Ele se referiu ao fato de José Serra ter tido, entre os meses de abril e julho deste ano, a intenção de afastá-lo do comando da Osesp. John Neschling ficou no cargo por ter apoio dos conselheiros da orquestra.
“A Fundação Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo tem um conselho, e o conselho não abre mão de mim. O governador pode ter desejos, mas não manda no conselho”, teria afirmado Neschling.
Segundo a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, a Fundação Osesp não nega o conteúdo das falas, mas que o assunto já está superado. Já a assessoria de Serra diz que ele não tomou conhecimento do vídeo.
Redação Terra
Blog do Vala » No reino da Podelândia, quem vive de esperanças morre em jejum…
HEURECA!
QUEM NÃO SE ENQUADRAR NA NOSSA LINHA DE TRABALHO VAI PARA O BANCO DE RESERVAS 2
QUEM TOMOU PROPINA PARA LEGALIZAR A JOGATINA ELETRÔNICA? 1
Jogatina: o PT vai botar o lixo para fora?
Lixo no tapete
O PARTIDO DOS TRABALHADORES E AS VERBAS NÃO CONTABILIZADAS DOS BINGOS E CIª
MARIO CESAR CARVALHODA REPORTAGEM LOCAL
O JOGO DO BICHO E O P (para) T(todos)!
:: videVERSUS – Informação Real ::
:: videVERSUS – Informação Real ::
CORRUPÇÃO ATINGE A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL DO RIO GRANDE DO SUL.
VERMELHO .:: A esquerda bem informada ::. Resposta
VERMELHO .:: A esquerda bem informada ::.
Notícia velha para não cair no esquecimento.
Já que o Paulo Lew anda bravo comigo; acusando-me, reiteradamente, de defensor do PSDB.
Todavia, segundo os meus parcos conhecimentos, o primeiro partido a “institucionalizar” e “monopolizar” a corrupção via exploração dos jogos de azar foi o PARTIDO DOS TRABALHADORES; no Rio Grande do Sul.
Destacando que “elitista” é a postura do Exmº Presidente Luís Inácio, especialmente em relação ao direito de greve.
Décadas atrás não pregava que “a greve sem desconto dos dias de paralização equivaleria a férias remuneradas”.
Vale dizer: se tornou defensor do patrão.
Por outro aspecto: caberia aos Senhores Prefeitos e respectivos Secretários do Comércio – especialmente das cidades com guardas municipais muito bem aparelhadas – proibir a instalação de equipamentos caça-níqueis em bares, restaurantes, lanchonetes, etc.
Nada fizeram, ou melhor, fizeram vistas grossas para a jogatina ilegal.
Padaria vende pão e leite, sendo atribuição das prefeituras reprimir os desvios da atividade para a qual foi conferido alvará de funcionamento.
A Sra. Marta, apenas para dar exemplo, jamais determinou a fiscalização e o fechamento de bingos ilegais, tampouco a apreensão de caça-níqueis.
Vão querer me dizer que não se levava propina.
Ora, para apreenderem caça-níqueis instalados em todas as esquinas da Capital não se necessitaria de investigação, de laudos ou quaisquer formalidades junto a Polícia Civil.
Não há como se confundir Padaria com estabelecimento de “diversão eletrônica” – como alguns qualificam os caça-níqueis.
O POVO.com.br – Política
DISCREPÂNCIAS!
mgalego2002Mon, 10 Feb 2003 14:30:34 -0800
Não quero ser chato, mas gostaria de destacar alguns pontos. Dentre muitos que podem ser destacados em seu tempo, existem esses dois: em uma reportagem, destaca-se os “bons tratos” dados aos seqüestrados e, em outra, mostra-se que a coisa não era tão perfeita assim. Como se houvesse algum bom trato depois de se privar alguém da liberdade pessoal, de uma forma ilegal e violenta como o seqüestro. A imprensa “passa a mão na cabeça” desses indivíduos, quase que romanceando suas histórias. Será que é medo?
Bem, analisemos…
Márcio Almeida
Agetepol – CEPOL – SP
Mais longo seqüestro da história leva à prisão do líder da maior quadrilha do país
13:47 10/02
Carina Martins, repórter iG em São Paulo ([EMAIL PROTECTED])
SÃO PAULO – O mais longo seqüestro do país terminou na madrugada desta segunda-feira, com a prisão de Pedro Ciechanovicz, apontado como líder de uma das maiores e mais surpreendentes quadrilhas da história policial brasileira. Atuando há nove anos, a quadrilha é acusada de ser responsável por todos os grandes seqüestros desde 95.
Mas a polícia demorou para montar o quebra-cabeça, graças à “inteligência e profissionalismo” de Ciechanovicz. “Ele é um superprofissional“, disse o delegado Everardo Tanganelli. A quadrilha é acusada de ser responsável, entre outros, dos seqüestros dos donos da G. Aronson, Cutrale e do filho do dono das Lojas Cem.
O delegado do Denarc Everardo Tanganelli está há cerca de um ano e meio investigando a quadrilha, mas só chegou ao nome do líder um mês atrás. Dos 29 integrantes, 11 foram presos e dois mortos. Mesmo assim, a quadrilha não era desmantelada, porque a polícia não conseguia chegar a Ciechanovicz. Isso porque o grupo era organizado em células, como nas organizações terroristas.
O organograma funcionava da seguinte forma: na célula-mãe, da qual Ciechanovicz fazia parte, havia cinco pessoas. Essa célula recrutava pessoas em cidades do interior de São Paulo para realizar determinado seqüestro, criando assim uma nova célula, que se agregava ao grupo. Muitas vezes, essas células secundárias faziam o levantamento de quem seria a nova vítima. A nova célula seqüestrava a vítima – com o apoio logístico da célula-mãe – e entregava o seqüestrado para os líderes. Na prática, os seqüestradores nem sabiam onde ficava o cativeiro. Para Tanganelli, “é coisa de se fazer até um filme”.
Descrito como muito inteligente e culto, Ciechanovicz teria aprendido as táticas “terroristas” na temporada que passou preso na Penitenciária do Estado, onde teria conhecido os seqüestradores de Abílio Diniz.
Ciechanovicz foi preso após uma operação policial que o acuou em sua casa, em Curitiba, “um verdadeiro bunker”, segundo Tanganelli. A negociação durou nove horas, e chegou a ter troca de tiros. Ciechanovicz ameaçou se suicidar e matar sua esposa, e assim ganhou tempo para se comunicar com as “células” e ordenar a libertação do empresário João Bertin, 82 anos, que estava em cativeiro havia 157 dias – no mais longo seqüestro do país. Ciechanovicz também teria orientado uma destruição maciça de provas, antes de se entregar à polícia.
O Denarc não foi até o cativeiro de Bertin, mas as demais vítimas da quadrilha sempre foram “bem tratadas” (destaque meu). “Tinham o alimento que pediam, e ficavam impressionadas com a qualidade dos livros que Ciechanovicz lhes fornecia” (grifo meu), disse Tanganelli. “Uma das vítimas chegou a desenvolver a síndrome de Estocolmo, e se refere aos seqüestradores com carinho”. No entanto, a quadrilha mandava para a família fotos das vítimas sob a mira de armas como fuzil 7.62, AK 47 e M-16.
(Agora o contraponto…)
Empresário libertado nesta segunda está desnutrido
15:07 10/02
Redação ([EMAIL PROTECTED])
O empresário João Bertin, 82 anos, libertado na madrugada desta segunda-feira após 157 dias de sequestro, foi examinado por um médico, que constatou desnutrição (negrito meu). Ele no entanto, já está com a família em Lins e passa bem. As informações são da TV Modelo.
Em entrevista à TV, o empresário, dono de um dos maiores frigoríficos do país, falou que, por enquanto, seus planos para o futuro era apenas “almoçar”.
Bertin foi libertado numa estrada vicinal entre Assis e Paraguaçu Paulista. Ele conversou com um grupo de crianças que esperava o ônibus escolar e
pediu carona para o motorista do veículo.
O empresário foi solto depois da prisão, em Curitiba, de Pedro Ciechanovicz, apontado como líder de uma das maiores e mais surpreendentes quadrilhas da história policial brasileira.
