Autor: Flit Paralisante
POLÍTICA DE TRUCULÊNCIA PÚBLICA DO SECRETÁRIO 4
Total de mortos pela PM cresce 19,5% em São Paulo
Nos primeiros sete meses deste ano, a PM (Polícia Militar) de São Paulo matou 19,5% mais pessoas em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo reportagem de André Caramante e Rogério Pagnan publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A reportagem afirma que 319 homicídios foram atribuídos a policiais militares no Estado, segundo informações da Corregedoria da PM. Entre janeiro e julho de 2007, o número de mortes causadas por PMs foi de 267.
Nos primeiros sete meses deste ano morreram 46 policiais militares em São Paulo. O número representa aumento de 7% dos casos, se comparado com o mesmo período de 2007 –quando houve 43 mortes.
Resistência
Das 319 mortes causadas por policiais militares, 261 foram classificadas como “resistência seguida de morte” (82%). No ano passado, o índice de casos de “resistência à prisão” também foi de 82% (220 dos 267 homicídios registrados).
______________________________________
O “circulo completo” da Polícia Militar: “nós manda perseguir, nós manda julgar e nós ordena executar…
Executa a sentença…
Na bala!
Depois: “nós fode os subalternos, cumpriram por ser trouxas”!
NESTE SÁBADO EM SOROCABA 5
Do Procurador FERNANDO NUCCI: A Constituição vale durante a greve, para surpresa de alguns! 1
Sobre a greve da Polícia Civil
20/09/2008 12:08
[Fabio Souza] [São Paulo] [Policial Civil] Hoje os jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo trazem a notícia que os policiais militares que não conseguirem registrar a ocorrência policial no Distrito, por ordem do SSP, poderão os milicianos apresentarem a ocorrência direto ao Promotor da comarca. Posso me enganar, mas a Greve é legal, portanto, essa decisão do SSP/SP demonstra apenas que o governo pretende colocar a instituição do MP no meio do impasse entre Governo x Polícia Civil.
20/09/2008 11:54 RESPOSTA:Acredito que o objetivo é levar ao conhecimento do MP duas situações:
1) possível descumprindo de decisão do TRT, que obriga os grevistas a manter ao menos 80% do efetivo e também a continuidade da prestação dos serviços; e
2) possível omissão da autoridade policial civil, caracterizadora de improbidade administrativa.
[Reinaldo Lopes] [São Paulo] [Advogado] O Policial Civil bem remunerado é o pressuposto para o combate diuturno ao crime organizado e a corrupção. Sou a favor da greve. Nada mais JUSTO !!
20/09/2008 11:44
[Marcelo] [são paulo] [promotor de justiça] A Folha de SP noticiou hoje que “os Promotores de Justiça assumirão as investigações” Como assim? Quem nos consultou sobre isso? Desde quando o controle externo implica na substituição do trabalho da polícia civil?
20/09/2008 10:16 RESPOSTA:Por isso a nota oficial da PGJ.
[prosecutor Fernado Nucci] [São Paulo] [Procurador de Justiça] Mais uma vez o PGJ Fernando Grella nos dá mostras de seu preparo para o exercício do cargo. Vocês sabem que já pipocam cá e lá os extremistas, defendendo posições exacerbadas. A questão é: num quadro excepcional, no curso de uma greve (JUSTA) de policiais civis, pode um promotor, um procurador ou um juiz rasgar a CF e invadir competência alheia a pretexto da situação emergencial? E a resposta foi muito bem formulada pelo PGJ: “NÃO”. A Constituição vale durante a greve, para surpresa de alguns!
20/09/2008 09:27
EXEMPLO QUE DEVERIA SER SEGUIDO POR TODOS OS SECCIONAIS 7
A MOBILIZAÇÃO E A GREVE GANHAM CADA VEZ MAIS FORÇA E APOIO EXTERNO…PARTICIPEM DAS CARVANAS DAS SUAS SECCIONAIS E PASSEATAS 3
MOBILIZAÇÃO QUE FIZEMOS EM SANTA FÉ DO SUL 10
DEPUTADO FEDRAL JOSÉ EDUARDO CARDOZO-PT/SP COM POLICIAIS CIVIS DE AVARÉ 4
ADVERTÊNCIA AO SENHOR SECRETÁRIO DE SEGURANÇA 11
DELEGADOS DE PELÚCIA 2
PALAVRAS DO DOUTOR FERNANDO NUCCI [Procurador de Justiça] 13
[prosecutor – Fernando Nucci] [São Paulo] [Procurador de Justiça]
Juízes e OAB apóiam greve dos policiais civis do Estado 3
*Paralisação começou na terça-feira por tempo indeterminado*
Cinco juízes do Fórum da Justiça Estadual de Araçatuba divulgaram ontem manifesto em apoio à greve da Polícia Civil, iniciada na terça-feira. O documento diz que a “Polícia Civil vem prestando um excelente serviço na cidade, mesmo com um contingente aquém do necessário e numa região cercada por penitenciárias” e que por esse motivo “a reivindicação da categoria é justa”.
A greve foi deflagrada por melhores salários e condições de trabalho. As delegacias estão registrando apenas as ocorrências mais graves.
De acordo com o documento, é de conhecimento de todos que os policiais do estado de São Paulo têm um dos salários mais baixos do País, mesmo sendo São Paulo o estado mais rico da federação. Na visão dos juízes, a população precisa entender que o “único escudo contra a criminalidade, a corrupção, é uma polícia bem paga e preparada”. No entanto, segundo o documento, hoje “vivemos uma inversão de valores, sendo preciso uma mudança de postura, principalmente, por parte da sociedade, “a fim de que a polícia seja reconhecida como uma instituição amiga” à qual se possa recorrer nos momentos mais difíceis.
*Carta** *A 28ª subsecção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) também se posicionou a favor da greve. Em carta distribuída ontem, assinada pelo presidente José Roberto Quintana, a entidade afirma que “tem acompanhado as reivindicações e a greve da Polícia Civil”. Segundo Quintana, o estado de São Paulo, o mais importante e o que tem a maior arrecadação da federação é, no entanto, o que pior remunera o policial civil.
O documento da OAB cita também o desaparelhamento das delegacias, a falta de pessoal e de delegados de polícia na região. “Por tais motivos, a OAB entende ser justa e oportuna a reivindicação da Polícia Civil, polícia esta que sempre esteve à disposição do cidadão e empenhada na busca constante da diminuição e elucidação dos crimes, a fim de dar segurança e resposta efetiva à sociedade.”
Greve dos Policiais: Acrimesp apóia as reivindicações dos Policiais Civís
O Conselho da Acrimesp – Associação dos Advogados Criminalistas, em reunião realizada em São Paulo, deliberou por unanimidade manifestar seu apoio ao movimento dos Policiais Civis do Estado de São Paulo, em suas reivindicações por melhores salários. Em ofício encaminhado ao Governador José Serra e ao presidente da Assembléia Legislativa do Estado, deputado Vaz de Lima, a Entidade solicita “bom senso nas negociações com a categoria, já que seus salários estão defasados há vários anos, além de o setor enfrentar falta de efetivo e de melhores condições de trabalho”.
Nos ofícios, o Conselho da Acrimesp pede, entre outras, a “concessão de reajustes que reponham efetivamente a inflação e as perdas geradas nesses longos períodos sem reajuste, readequação dos salários para delegados que acumulam chefias, atenção especial às unidades policiais do interior, elevação dos salários dos policiais em início de carreira e a incorporação aos salários dos adicionais por local de exercício”.
Para Ademar Gomes, presidente do Conselho da Entidade, “tanto o Governo do Estado, como a Secretaria da Segurança Pública e a Assembléia Estadual precisam se sensibilizar com a situação funcional dos policiais civis, que sempre têm prestado relevantes serviços à população. Os salários estão entre os mais baixos recebidos por policiais em todo o País, há falta de melhores recursos estruturais e de atendimento nas Delegacias e outros Órgãos coligados, além da precariedade das condições de trabalho, o que sem dúvida compromete o resultado do serviço prestado, em prejuízo da segurança da sociedade”. Gomes enfatiza, no documento, a necessidade de “implementação de um plano de carreira mais condizente e recuperação salarial, evitando-se, com isso, que o policial tenha necessidade de buscar outras fontes de renda fora do departamento policial”.
Ainda segundo Gomes, a instituição da Polícia Civil “é de importância fundamental para o processo jurídico, na abertura de inquéritos, na investigação e no encaminhamento dos casos, pois representa a porta de entrada para o Sistema Judicial e, da qualidade de seu trabalho, depende o resultado final dos processos”. Sobre o movimento grevista dos policiais paulistas, o presidente do Conselho da Acrimesp ressalta que “como todo trabalhador, o policial tem direito às suas reivindicações. Mas, como se trata de segurança pública, há que haver sempre bom senso de todas as partes: de quem deflagra a greve e de quem tem o poder de atender às reivindicações. A população não pode jamais ser a prejudicada”.
Nota zero ao titular do município e ao titular da Ciretran de São Vicente 11
A CHAPA DO CONSELHO ESQUENTOU FEIO!!!! 9
A CHAPA DO CONSELHO ESQUENTOU FEIO!!!!
OS REPRESENTANTES DAS SECCIONAIS SE ALTERNARAM MALHANDO O CONSELHO E ENTÃO ELES FALAVAM “NÃO… BEM… OLHA SÓ..
HISTÓRICO…
O COLEGA DISSE TAMBÉM QUE PEDIRAM AO SÉRGIO ROQUE QUE CONTROLASSE OS DELEGADOS E ELE RESPONDEU QUE A GREVE NÃO É MAIS DAS ASSOCIAÇÕES OU SINDICATOS, É DE CADA POLICIAL INDIGNADO COM A SITUAÇÃO DE MISÉRIA QUE VIVE…
NUNCA ME ORGULHEI TANTO DE SER DELEGADO…






