Autor: Flit Paralisante
EM 1995 O DOUTOR GRECCO FILHO ME CHAMOU DE DESEQUILIBRADO POR INDICIAR UM COLEGA…SEU INVESTIGADOR DA DISE…E UM ADVOGADO PAI DO DELEGADO Resposta
_______________________________________________
O JURISTA E PROFESSOR GRECCO FILHO TRANCOU MEDIANTE H.C. A AÇÃO PENAL NO STJ – coincidentemente com voto favorável do relator( ex- membro do MP Paulista ).
Mas escancarou – de uma vez por todas – as portas do nepotismo e autoritarismo na bela Sorocaba.
Vocês de Sorocaba consultem o doutor Grecco acerca do que é “ter equilíbrio para o exercício do cargo de Delegado e quem, verdadeiramente, pratica autoritarismo desde os meses de fevereiro e março de 1994”.
POIS O DEFENSOR TRANCOU A ADVOCACIA ADMINISTRATIVA…MAS DEIXOU ABERTAS AS PORTAS DE TODAS AS IMPROBIDADES.
Espero tenha cobrado muito bem para me chamar de desequilibrado!
LEALDADE x INTEGRIDADE Resposta
O Dr. Guerra, muito gentilmente, o publicou no seu blog FLIT PARALISANTE (http://flitparasilante.blogspot.com), pelo que muito agradeço.
Mesmo correndo o risco de ser repetitivo, ouso voltar a esse assunto, pois me fascinam as alterações ocorridas nos conceitos e comportamento das pessoas quando envolvidas em política partidária.
Como no artigo anterior usei como exemplo o nobre deputado Fernando Capez, não vejo motivo para ampliar o leque.
Que o Capez me perdoe, mas vou utilizá-lo novamente para embasar minha teoria.Afirmei, naquele artigo, que anulo meu voto por não encontrar candidato ou partido que o mereça.Na realidade, o problema é bem mais abrangente que o programa de tal ou qual partido, que as propostas apresentadas por este ou aquele candidato.
Trata-se do sistema político brasileiro.
Quando o cidadão vota em algum candidato, o faz, em teoria, porque julga que o comportamento, as convicções e a ideologia daquele candidato reúnem as condições necessárias para que, uma vez eleito, expresse as necessidades e vontades do seu eleitor.
No entanto, o que vemos é que isso raramente acontece. Tão logo o candidato eleito toma posse, seu comportamento, suas convicções e sua ideologia são substituídas pelos interesses do partido político pelo qual concorreu à eleição.
Não queria estar na pele do Fernando Capez. Por mais que eu o admire pelos seus incontestáveis conhecimentos jurídicos, pela sua oratória, pela sua memória fantástica, pela empatia que desperta nas pessoas, a posição em que ele se encontra no momento atual é extremamente difícil.
Ontem (30/10/2008), na audiência pública patrocinada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que teve como objetivo o “esclarecimento” dos senhores deputados sobre a crise na Segurança Pública por que passa o Estado, ele tentou justificar sua posição diante das nossas reivindicações.
Após enumerar diversas iniciativas por ele tomadas em benefício da Polícia Civil do Estado de São Paulo – como, por exemplo, o vale-paletó, a autorização para carteirar os ônibus intermunicipais, entre outras – fez um belo discurso sobre trairagem, lealdade, princípios…e para finalizar declarou sua lealdade ao partido que o acolheu.Imagino os diálogos entre o bem e o mal que ocorreram em sua cabeça antes de tomar essa decisão.
O ANJINHO: Um dia jurei defender as leis e fazer com que elas fossem cumpridas.
O DIABINHO: Devo ser leal ao partido, não importa se o Governador cumpre ou não a lei…
O ANJINHO: Cumpri com a minha obrigação legal, ética e moral quando acabei com as torcidas organizadas.
O DIABINHO: Mas se o fato do Governador receber um chefe de torcida organizada, enquanto manda a Tropa de Choque atacar os Policiais Civis, trouxer vantagens para o Partido, devo agradecer o apoio recebido daquela torcida organizada e até mesmo reconhecer que as torcidas organizadas merecem mais respeito, por parte do Governador, que os Policiais Civis.
O ANJINHO: Meus eleitores votaram em mim devido aos princípios legais, morais e éticos que sempre demonstrei durante minha vida pública.
O DIABINHO: Mas agora você já está eleito…o que importa se o Governador, que é do seu partido, não cumpre a lei? Você deve lealdade é ao partido…Esqueça as leis, adote a ética do partido e cumpra os seus mandamentos… Afinal, o quê seus eleitores pensam que são, para ousarem cobrar algum posicionamento de sua parte que vá contra aquilo que o partido diz que é certo?
Acho que foi a escolha mais difícil da vida dele.
Mas sua escolha foi feita e ele a assumiu em público.
Assim é a Política Partidária: faz pessoas decentes agirem e se posicionarem de forma totalmente contrária aos princípios e convicções demonstrados até serem eleitos, princípios e convicções esses que convenceram os eleitores que seriam bem representados por aquele então candidato.
Lealdade não significa submissão.
Lealdade não significa apoiar os erros.
Lealdade não significa ignorar as infrações à Lei.
Lealdade não significa contrariar os próprios princípios.
Esse conceito distorcido de Lealdade faz com que as pessoas renunciem à sua integridade pessoal, ética e moral.É isso que a política partidária faz com as pessoas – mesmo com as melhores, como é o caso do Capez.
Distorce os seus conceitos em nome do Poder.
Fazem com que se esqueçam das vontades e necessidades de seus eleitores, e as razões pelas quais foram eleitos.
Levam-nos a compactuar com o não cumprimento das leis.
É por isso que continuarei anulando meu voto.
Enquanto o sistema político brasileiro não sofrer profundas alterações, votar em alguém ou em algum partido representará, necessariamente, profundo arrependimento e amarga decepção.
Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia
DAS/DEIC
(colaboração Ligeirinho )
Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem. CALIBRE DA CORAGEM SÓ POSSUI QUEM VIVE DO SALÁRIO. 1
DR. MAURÍCIO ESTOU LHE DESAFIANDO PARA UM DUELO… ESCOLHA AS ARMAS!
Doutor, nestes dois meses – salvo o discurso do sacerdócio – o Senhor nada falou.
Não mostra as suas razões; não contraria as nossas.
Qual o motivo?
O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!
O Senhor não tem orgulho de ter iniciado a sua carreira como Investigador de Polícia?
Eu – como a grande maioria de Delegados grevistas – não temos “sangue de polícia” na veia.
Não tivemos a sorte, a oportunidade, o privilégio, de antes de nos tornarmos Delegados de Polícia servirmos a Polícia.
Ao contrário, a maior parte dos integrantes do prelatório policial – CPC – nasceu agente, escrivão ou investigador.
Absurdamente, contudo, vocês Delegados que principiaram nas carreiras policiais “operacionais”, hoje, tratam os ex-colegas como “os outros”.
Nunca a nada, a ninguém, defendem; ao revés, os oprimem como parias.
Será vergonha da linhagem!
Doutor Delegado Geral, a sua linhagem policial é indigna?
Assim, faço-lhe um desafio.
Um desafio para um duelo público em defesa dos policiais.
Duelo de armas de fogo.
Pretendo arrancar suas medalhas de campeão de tiro ao alvo.
Mas não mande o seu adjunto, pois não quero vencer de lavada.
E se perder suas medalhas de tiro, quais outras o Senhor poderá, meritoriamente, ostentar?
Das confrarias, das irmandades…
Do protocolo oficial?
Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem.
______________________________________
O Exmº DGP – pela sua conduta durante a emboscada contra os policiais civis na porta do palácio do governador – apenas confirmou aquilo que foi escrito uma semana antes: ” O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!”
SOBRE O FLIT PARALISANTE 4
“Tentar tirar algo da Internet é como tentar tirar xixi de uma piscina” 9
Um blog tem causado rebuliço nas últimas semanas por tocar em assuntos delicados e mexer em vespeiros: Polícia Civil. É o blog Flit Paralisante.
TODA PESSOA TEM DIREITO À VERDADE. O SERVIDOR NÃO PODE OMITI-LA OU FALSEÁ-LA, AINDA QUE CONTRÁRIA AOS INTERESSES DA PRÓPRIA INTERESSADA OU A DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. NENHUM ESTADO PODE CRESCER OU ESTABILIZAR-SE SOBRE O PODER CORRUPTIVO DO HÁBITO DO ERRO , DA OPRESSÃO , OU DA MENTIRA, QUE SEMPRE ANIQUILAM ATÉ MESMO A DIGNIDADE HUMANA QUANTO MAIS A DE UMA NAÇÃO.
(Decreto n. 1171/1994)
O Dr Roberto Guerra, criador do blog, recebe diversas visitas todos os dias, além de comentários, dicas, sugestões, mensagens de colegas, contra e a favor de seus argumentos. No último dia 29 no entanto, o blog do Dr Guerra foi atacado e conseguiram removê-lo do BlogSpot. Apagaram completamente, sobrando apenas (por alguns dias) o cache do Google.
Alguns admiradores do trabalho do Flit Paralisante, remontaram o blog no BlogSpot e no WordPress, publicando alguns dos textos disponíveis, além de um disclaimer claro da intenção. Fantástico.
“Tentar tirar algo da Internet é como tentar tirar xixi de uma piscina”
SE ELOÁ FOSSE ABRAVANEL… Resposta
EM 1995 O DOUTOR GRECCO FILHO ME CHAMOU DE DESEQUILIBRADO POR INDICIAR UM COLEGA…SEU INVESTIGADOR DA DISE…E UM ADVOGADO PAI DO DELEGADO Resposta
_______________________________________________
O JURISTA E PROFESSOR GRECCO FILHO TRANCOU MEDIANTE H.C. A AÇÃO PENAL NO STJ – coincidentemente com voto favorável do relator( ex- membro do MP Paulista ).
Mas escancarou – de uma vez por todas – as portas do nepotismo e autoritarismo na bela Sorocaba.
Vocês de Sorocaba consultem o doutor Grecco acerca do que é “ter equilíbrio para o exercício do cargo de Delegado e quem, verdadeiramente, pratica autoritarismo desde os meses de fevereiro e março de 1994”.
POIS O DEFENSOR TRANCOU A ADVOCACIA ADMINISTRATIVA…MAS DEIXOU ABERTAS AS PORTAS DE TODAS AS IMPROBIDADES.
Espero tenha cobrado muito bem para me chamar de desequilibrado!
LEALDADE x INTEGRIDADE Resposta
O Dr. Guerra, muito gentilmente, o publicou no seu blog FLIT PARALISANTE (http://flitparasilante.blogspot.com), pelo que muito agradeço.
Mesmo correndo o risco de ser repetitivo, ouso voltar a esse assunto, pois me fascinam as alterações ocorridas nos conceitos e comportamento das pessoas quando envolvidas em política partidária.
Como no artigo anterior usei como exemplo o nobre deputado Fernando Capez, não vejo motivo para ampliar o leque.
Que o Capez me perdoe, mas vou utilizá-lo novamente para embasar minha teoria.Afirmei, naquele artigo, que anulo meu voto por não encontrar candidato ou partido que o mereça.Na realidade, o problema é bem mais abrangente que o programa de tal ou qual partido, que as propostas apresentadas por este ou aquele candidato.
Trata-se do sistema político brasileiro.
Quando o cidadão vota em algum candidato, o faz, em teoria, porque julga que o comportamento, as convicções e a ideologia daquele candidato reúnem as condições necessárias para que, uma vez eleito, expresse as necessidades e vontades do seu eleitor.
No entanto, o que vemos é que isso raramente acontece. Tão logo o candidato eleito toma posse, seu comportamento, suas convicções e sua ideologia são substituídas pelos interesses do partido político pelo qual concorreu à eleição.
Não queria estar na pele do Fernando Capez. Por mais que eu o admire pelos seus incontestáveis conhecimentos jurídicos, pela sua oratória, pela sua memória fantástica, pela empatia que desperta nas pessoas, a posição em que ele se encontra no momento atual é extremamente difícil.
Ontem (30/10/2008), na audiência pública patrocinada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que teve como objetivo o “esclarecimento” dos senhores deputados sobre a crise na Segurança Pública por que passa o Estado, ele tentou justificar sua posição diante das nossas reivindicações.
Após enumerar diversas iniciativas por ele tomadas em benefício da Polícia Civil do Estado de São Paulo – como, por exemplo, o vale-paletó, a autorização para carteirar os ônibus intermunicipais, entre outras – fez um belo discurso sobre trairagem, lealdade, princípios…e para finalizar declarou sua lealdade ao partido que o acolheu.Imagino os diálogos entre o bem e o mal que ocorreram em sua cabeça antes de tomar essa decisão.
O ANJINHO: Um dia jurei defender as leis e fazer com que elas fossem cumpridas.
O DIABINHO: Devo ser leal ao partido, não importa se o Governador cumpre ou não a lei…
O ANJINHO: Cumpri com a minha obrigação legal, ética e moral quando acabei com as torcidas organizadas.
O DIABINHO: Mas se o fato do Governador receber um chefe de torcida organizada, enquanto manda a Tropa de Choque atacar os Policiais Civis, trouxer vantagens para o Partido, devo agradecer o apoio recebido daquela torcida organizada e até mesmo reconhecer que as torcidas organizadas merecem mais respeito, por parte do Governador, que os Policiais Civis.
O ANJINHO: Meus eleitores votaram em mim devido aos princípios legais, morais e éticos que sempre demonstrei durante minha vida pública.
O DIABINHO: Mas agora você já está eleito…o que importa se o Governador, que é do seu partido, não cumpre a lei? Você deve lealdade é ao partido…Esqueça as leis, adote a ética do partido e cumpra os seus mandamentos… Afinal, o quê seus eleitores pensam que são, para ousarem cobrar algum posicionamento de sua parte que vá contra aquilo que o partido diz que é certo?
Acho que foi a escolha mais difícil da vida dele.
Mas sua escolha foi feita e ele a assumiu em público.
Assim é a Política Partidária: faz pessoas decentes agirem e se posicionarem de forma totalmente contrária aos princípios e convicções demonstrados até serem eleitos, princípios e convicções esses que convenceram os eleitores que seriam bem representados por aquele então candidato.
Lealdade não significa submissão.
Lealdade não significa apoiar os erros.
Lealdade não significa ignorar as infrações à Lei.
Lealdade não significa contrariar os próprios princípios.
Esse conceito distorcido de Lealdade faz com que as pessoas renunciem à sua integridade pessoal, ética e moral.É isso que a política partidária faz com as pessoas – mesmo com as melhores, como é o caso do Capez.
Distorce os seus conceitos em nome do Poder.
Fazem com que se esqueçam das vontades e necessidades de seus eleitores, e as razões pelas quais foram eleitos.
Levam-nos a compactuar com o não cumprimento das leis.
É por isso que continuarei anulando meu voto.
Enquanto o sistema político brasileiro não sofrer profundas alterações, votar em alguém ou em algum partido representará, necessariamente, profundo arrependimento e amarga decepção.
Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia
DAS/DEIC
(colaboração Ligeirinho )
Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem. CALIBRE DA CORAGEM SÓ POSSUI QUEM VIVE DO SALÁRIO. 1
DR. MAURÍCIO ESTOU LHE DESAFIANDO PARA UM DUELO… ESCOLHA AS ARMAS!
Doutor, nestes dois meses – salvo o discurso do sacerdócio – o Senhor nada falou.
Não mostra as suas razões; não contraria as nossas.
Qual o motivo?
O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!
O Senhor não tem orgulho de ter iniciado a sua carreira como Investigador de Polícia?
Eu – como a grande maioria de Delegados grevistas – não temos “sangue de polícia” na veia.
Não tivemos a sorte, a oportunidade, o privilégio, de antes de nos tornarmos Delegados de Polícia servirmos a Polícia.
Ao contrário, a maior parte dos integrantes do prelatório policial – CPC – nasceu agente, escrivão ou investigador.
Absurdamente, contudo, vocês Delegados que principiaram nas carreiras policiais “operacionais”, hoje, tratam os ex-colegas como “os outros”.
Nunca a nada, a ninguém, defendem; ao revés, os oprimem como parias.
Será vergonha da linhagem!
Doutor Delegado Geral, a sua linhagem policial é indigna?
Assim, faço-lhe um desafio.
Um desafio para um duelo público em defesa dos policiais.
Duelo de armas de fogo.
Pretendo arrancar suas medalhas de campeão de tiro ao alvo.
Mas não mande o seu adjunto, pois não quero vencer de lavada.
E se perder suas medalhas de tiro, quais outras o Senhor poderá, meritoriamente, ostentar?
Das confrarias, das irmandades…
Do protocolo oficial?
Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem.
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O Exmº DGP – pela sua conduta durante a emboscada contra os policiais civis na porta do palácio do governador – apenas confirmou aquilo que foi escrito uma semana antes: ” O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!”
SOBRE O FLIT PARALISANTE 3
CACHE DO FLIT PARALISANTE ( REMOVIDO ONTEM POR VOLTA DAS 19hOO) 12
6
O FLIT PARALISANTE – JORNAL DA POLÍCIA …DEVE TER CAUSADO PREJUÍZOS AO GOOGLE …APENAS 129.440 VISITAS EM OUTUBRO ANTES DE SER REMOVIDO 3
Visitas de todos os visitantes
01/10/2008 – 31/10/2008
129.440 Visitas
4.175,48 Visitas / Dia
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
2,60% (3.370)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
2,85% (3.689)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
2,91% (3.770)
sábado, 4 de outubro de 2008
1,90% (2.458)
domingo, 5 de outubro de 2008
2,01% (2.607)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
3,24% (4.199)
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3,45% (4.468)
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
3,55% (4.589)
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3,86% (4.994)
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