PARA OS LUMINARES NEOLIBERAIS DEPENDÊNCIA DO CRACK É PROBLEMA SOCIAL…MAS FUMAR TABACO É CASO DE POLÍCIA 1

24/06/09 – 19h49 – Atualizado em 24/06/09 – 19h58

Governo de SP diz ter pedido à Justiça restabelecimento da lei antifumo

Procurador pediu para que Justiça suspenda decisão de terça (23).
Sentença restabeleceu fumódromos e livrou comerciantes de multas.

 Do G1, em São Paulo

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A Procuradoria Geral do Estado apresentou nesta quarta-feira (24) ao Tribunal de Justiça de São Paulo o pedido de suspensão da sentença contra a lei antifumo. A assessoria do Tribunal de Justiça não havia localizado o protocolo do documento até o fim do expediente oficial, às 19h. A pesquisa foi realizada nas seções de Direito Público e do Órgão Especial.

 

A sentença proferida na terça-feira (23) pelo juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública restabelece os fumódromos e livra os empresários da obrigação de fiscalizar e orientar fumantes dentro de seus estabelecimentos. 

 

A assessoria da PGE informou que argumenta na ação que o Supremo Tribunal Federal já entende que a lei estadual pode tratar de temas relativos à saúde.

 

O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, suspendeu parte dos efeitos da lei antifumo em São Paulo. A decisão restabelece a possibilidade de existência de fumódromos em ambientes fechados e retira dos empresários a obrigação por fiscalizar e orientar consumidores, além de suspender as sanções por descumprimento da lei antifumo.

A decisão de 75 páginas decorre de julgamento de mandado de segurança impetrado pela Abresi (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo) contra a Fundação Procon, ligada à Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, Vigilância Sanitária, Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Civil Municipal.

Concedo a segurança para suspender a eficácia da norma no que proíbe a existência de fumódromos nos termos previstos na lei federal 9.294/96″, diz o despacho.

O juiz suspendeu também a parte da lei que impunha ao empresário a obrigação de exercer poder de polícia e que obrigava o empresário a distribuir gratuitamente formulários de denúncia.

A decisão também suspendeu a ameaça de sanções pelo descumprimento da norma.

SENTENÇA LEI ANTIFUMO‏…A LEI ESTADUAL TERIA FINALIDADE ESPÚRIA: RETALIAR OS ESTADOS QUE ARRECADAM ICMS DOS PRODUTORES DE FUMO 4

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
 COMARCA DE SÃO PAULO
 FORO CENTRAL – FAZENDA PÚBLICA/ACIDENTES
 3ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA
 Viaduto Dona Paulina, 80, 5º andar – sala 509/511/516, Centro – CEP 01501-010, Fone:

74

 

 (1) A lei estadual, ao proibir radicalmente e abruptamente, a

Este documento é cópia fiel do original assinado digitalmente por VALTER ALEXANDRE MENA.

Para visualizar o original, acesse o site http://esaj.tj.sp.gov.br/esaj, e informe o processo 053.09.015779-9 e o código F1492. 

 

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comerciais, industriais, de serviços e prédios residenciais, todos privados, e

órgãos públicos,

comprometidos com outras atribuições estatais, das quais não consegue se

desincumbir a contento; exemplificativamente, na área de segurança pública,

saúde (hospitais, centros de saúde e fornecimento de medicamentos),

educação; na fiscalização e punição dos infratores de trânsito; na cobrança de

devedores de IPVA, seguro obrigatório e multas de trânsito; na ausência de

campanhas educativas de trânsito para redução de acidentes.

(9) A lei estadual viola o princípio da proporcionalidade e da

razoabilidade, incidindo na proibição do excesso, ao fixar prazo reduzido

para cessação de atividade lícita e de comportamento lícito, sem o necessário

e razoável período de adaptação e sem aguardar os resultados de campanha

educativa e de atendimento aos que desejam parar de fumar.

Observo que a concessão de segurança deve limitar-se ao pedido

formulado, razão pela qual não é dado, neste processo, suspender a eficácia

da norma que proíbe o fumo em estabelecimentos (escritórios) particulares e

em prédios residenciais, ambos de uso coletivo mas (uso) apenas dos

(8) A lei estadual, para fiscalização dos milhares de estabelecimentosP.R.I.O.

São Paulo, 23 de junho de 2009.  

 

VALTER ALEXANDRE MENA

JUIZ DE DIREITO

________________________

 

existência de fumódromos, extrapola a limitação da competência legislativa

concorrente prevista na Constituição Federal, dado seu caráter substitutivo e

não suplementar da norma federal que os admite;

(2) A lei estadual viola o direito adquirido dos empresários que, em

atendimento e cumprimento da lei federal válida sobre a matéria,

despenderam recursos na construção de tais recintos;

(3) A lei estadual viola o princípio da proporcionalidade e da

razoabilidade, incidindo na proibição do excesso, ao proibir o fumo em

propriedade privada e de acesso privado (não aberto ao público), em prejuízo

da intimidade;

(4) Igualmente, porque, sob pretexto de proteger a saúde dos nãofumantes,

não protege os cidadãos em geral, fumantes e não-fumantes,

trabalhadores de restaurantes e afins e trabalhadores em geral contra os

malefícios da poluição atmosférica produzida pela indústria e pelos veículos

automotores, em decorrência da péssima qualidade do combustível de que se

utilizam, situação agravada pelo congestionamento causado pelo excesso de

veículos em circulação e pelos veículos mais antigos e mais poluidores por

falta de manutenção e dispensados da inspeção veicular;

(5) Igualmente, por estabelecer distinção entre brasileiros e entre

cidadãos livres e presidiários;

(6) Igualmente, ao transferir ao particular o poder de polícia estatal,

por definição indelegável;

(7) Igualmente, por impor ao empresário o custo do fornecimento

gratuito de formulário de denunciar aos interessados na delação; 

 

VIII – Em resumo, concluindo:

32422333R2106, São Paulo-SP – E-mail: sp3faz@tj.sp.gov.br

 

ocupantes e

desvia recursos financeiros, materiais e de pessoal já sem acesso do público.

concedo a segurança, para: (a) 

Por todo o exposto, defiro a liminar e

suspender a eficácia da norma no que proíbe a existência de fumódromos nos

termos previstos na lei federal nº 9.294/96; que impõe ao empresário o

exercício do poder de polícia; obrigue o empresário a confeccionar e

distribuir gratuitamente formulários de denúncia; (b) suspender a ameaça de

sanções pelo descumprimento da norma.

Custas ex lege. Sem honorários advocatícios (Súmula 105 STJ).

desvia recursos financeiros, materiais e de pessoal jásem acesso do público.

 

 

                                                                JUIZ RADICAL

“Não se pode esquecer do ICMS incidente sobre o fumo. Na verdade,

o Estado de São Paulo parece mesmo, com essa lei antitabagismo, ter outros

propósitos, que não os anunciados: retaliar o comportamento de outros

Estados que produzem muito e consomem pouco mas arrecadam mais com

essa indústria. A Folha de São Paulo de 8 de junho de 2009 revela o forte

incentivo fiscal que o Rio Grande do Sul concede à Souza Cruz. Em estudo

realizado pela FIPECAFI (USP) em 2006 a pedido do Sindifumo SP,

denominado “Análise dos Efeitos dos Benefícios Fiscais concedidos pelos

Estados Brasileiros às Indústrias de Cigarros sobre a Arrecadação do ICMS

no Estado de São Paulo”, mostra que o Governo paulista contabilizou perda

de 4,9 bilhões de reais em função das concessões de incentivos fiscais

oferecidas por outros Estados no período de 1997 a 2003; São Paulo realiza

menos de 5% da produção nacional de cigarros, mas consome mais de 40%;

o maior volume de entradas é originário do Rio Grande do Sul, Minas Gerais

 

 

e Rio de Janeiro.

7

 

Tudo indica que o inimigo é outro e mais forte, não convindo

enfrentá-lo. Ou enfrentá-lo obliquamente, através da utilização de meios não

adequados.”

RADICAL:  FOI NA  RAIZ DA MOTIVAÇÃO DO DECRETO…

PARABÉNS AO JUDICIÁRIO PAULISTA.

QUE NÃO É SÓ DE SABONETEIROS. 

“ESTRATÉGIA”: MODERAÇÃO DOS COMENTÁRIOS RESULTARÁ ECONOMIA DE RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS DO ESTADO 3

A arapongagem institucionalizada não necessitará vasculhar o blog – diuturnamente – buscando “informações”, pois hoje soubemos da existência de um relatório “sigiloso” de determinado órgão de inteligência dando conta  da “trabalheira” só com o Flit .

Quanta tinta e papel devem ter gasto inutilmente.

Inteligência!

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P.S.:  A MODERAÇÃO NADA TEM COM ACONTECIMENTOS EXTERNOS OU “FORÇAS MAIORES”…

RESULTA DE REITERADAS  SOLICITAÇÕES E SUGESTÕES DE LEITORES( desde o início de março, quando a baixaria se tornou habitué). 

COSTUMES INCOMPATÍVEIS COM OS PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS VIGENTES 6

Policiais são flagrados fazendo churrasco no meio do expediente em sítio de mais de 400 mil metros quadrados.
Veículos da corporação são usados para levar os policiais ao local da festa. No total, 16 viaturas ficaram paradas o dia todo no sítio.
O responsável pelo local afirma que não cobra aluguel, mas recebe em troca uma carteira da polícia rodoviária para não ter problemas com a fiscalização caso seja abordado por uma patrulha.
Outra funcionária do sítio afirma que a festa é realizada todos os anos e pega pela corporação. O coronel responsável pelo churrasco, no entanto, afirma que tudo foi pago por eles, mas não soube responder quanto ele próprio pagou.
( enviado por colaborador )
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E TOLO QUEM AINDA DÁ “CARTEIRINHA DE AMIGO DA POLÍCIA”…
ALIÁS, DUAS COISAS ABOMINÁVEIS “CIRCULOS DE AMIGOS DA POLÍCIA” ( tanto a civil como a militar ), E OS CONSEG ( em razão do modelo politiqueiro adotado )

ANDREA MATARAZZO JUSTIFICANDO OMISSÃO DE SOCORRO: “Essa é uma situação de saúde pública e não um caso de polícia” 2

Moradores tentam afastar dependentes com água e pedra

População da Rua Guaianases está cansada de conviver com usuários

Marici Capitelli

Com água e pedras, moradores e comerciantes da Rua Guaianases, no centro de São Paulo, estão atacando – e se defendendo de – usuários de drogas que tomaram conta da via. É como guerrilha urbana: de um lado a comunidade, que se sente acuada, e de outra os dependentes, cujo número não para de crescer. Eles são migrantes da cracolândia, onde a Prefeitura desenvolve o projeto Nova Luz. O Ministério Público Estadual já foi acionado.

O presidente do Conselho Comunitário do Centro (Conseg), Antonio de Souza Neto, afirma que a população passou a reagir porque “não aguenta mais”. Ele argumenta que os moradores perceberam que os viciados não são perigosos, mas pessoas doentes que precisam de tratamento. “A população procura os órgãos competentes, como Prefeitura e polícia, mas ouve como resposta que se trata de um problema social. Só que ninguém resolve. Estão nesse impasse há um ano.”

Para obrigar os drogados a sair da frente das construções, prédios e lojas jogam água neles com mangueiras. A reportagem flagrou a tática em uso três vezes numa única tarde.

Um dos prédios da rua está implantando um sistema de canos na marquise, para jogar água quando viciados se aproximarem. Os condôminos estão copiando a ideia de um edifício vizinho, na Rua Conselheiro Nébias, onde a engenhoca funciona há uma semana.

A engenheira da obra, Lane Alves, de 28 anos, disse que, antes da invenção, era difícil até mesmo entrar no prédio para trabalhar. Foram usados 40 metros de cano. “Não ficamos só na água. Já jogamos pedras e paus. Nos defendemos dessa bagunça que a polícia e a Prefeitura dizem que é um problema social”, afirma a síndica. Há pouco tempo, um morador, da sacada, disparou tiros para o alto, na tentativa de intimidar os usuários de drogas e diminuir o barulho. Teve o apoio dos vizinhos.

No terceiro domingo de maio e no segundo de junho, contam moradores, eles acionaram a PM por causa da confusão na rua. “Só que, quando uma viatura chegou, a multidão de desocupados era tão grande que eles cercaram os policiais”, diz o zelador de outro prédio. A população viu a polícia acuada e desceu para ajudar. “Eu mesmo bati em alguns deles, não tenho medo, não aguento mais”, diz um morador, que é engenheiro.

O secretário municipal da Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, garante que em até 60 dias será implantado pela Subprefeitura da Sé um atendimento para os usuários de drogas. O serviço funcionará em um galpão perto da Praça Júlio Prestes e fará o encaminhamento para saúde e programas sociais. “Essa é uma situação de saúde pública e não um caso de polícia”, diz.

A Polícia Militar afirma que patrulha a área e que não pode prender pessoas “por perambularem pelas ruas”, mas apenas se houver crime. De março até agora, foram apreendidas na região 59 g de maconha, 377 g de cocaína e 360 g de crack.

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Seria caso de polícia  –  do Batalhão de Choque da Polícia Militar – se a legião de dependentes químicos  tivesse migrado para o Morumbi ou outras áreas vips.

A população deveria encaminhar as vítimas  –  do monopólio estatal da desfaçatez e roubalheira –  para a porta do PALÁCIO DOS BANDEIRANTES.

E como abundam refinados traficantes e  agentes públicos corruptos nas áreas mais nobres da Capital, dar abrigo sob as suas marquises seria obrigação legal…

Verdadeiro ato de reconhecimento de paternidade.

TOMA QUE O FILHO TAMBÉM É TEU!

FOSSE DURANTE A DITADURA MILITAR TODOS OS NEOLIBERAIS PAULISTAS CERRARIAM PULSOS CONTRA O GOVERNO…MAS OS “SUBVERSIVOS” DE ONTEM SÃO OS DIPLOMATAS SOCIALISTAS DE HOJE…E O NOME DO SANTO VIROU “SERRAPEÃO”…QUEM MAIS SE “SERRA” É O POLÍCIA 7

DEBELADO FOCO GUERRILHEIRO NA USP

 
Em primeiro plano: guerrilheiro comunista se prepara para desferir um ataque cruel contra os soldados da Força Pública.
Em primeiro plano: guerrilheiro comunista se prepara para desferir um ataque cruel contra os soldados.
A Força Pública de São Paulo em um ato de bravura e dedicação ímpar a Pátria, venceu com brilhantismo e galhardia a feroz batalha contra os guerrilheiros
comunistas que haviam tomado de assalto a USP e lá estabelecido um núcleo guerrilheiro em pleno território
da prosperidade e do altivo progresso econômico que
é essa verdadeira Suíça brasileira.
 
Combatente comunista desfere cabeçadas covardemente contras as mãos do soldado quase lhe causando fraturas no pulso.
Combatente comunista desferindo cabeçadas covardemente contra as mãos dos soldados quase lhes causando fraturas no pulso.
A ação comunista começou quando um grupo
de guerrilheiros fortemente armados tentou
emboscar alguns soldados que apesar de estarem
em menor número resistiram bravamente, impondo
forte baixas aos inimigos vermelhos.
 
Guerrilheiro armado com um caderno recheado de explosivo plástico se prepara para atirá-la nos PMs.
Guerrilheiro pesadamente armado com um caderno recheado de explosivo plástico se prepara para atirá-lo nos PMs.
Logo, voluntários patriotas da Força Pública
que defende São Paulo cerraram fileiras
na luta contra os combatentes marxistas
e mesmo com seu armamento modesto, mas
com muita bravura, fora derrotando pouco a
pouco os subversivos e graças a sagacidade
de seus comandantes, os policiais lograram
êxito em capturar um dos líderes de guerrilha,
elemento extremamente perigoso.
 
Um dos princípais líderes da guerrilha capturado pelas forças de segurança sendo levado para interrogatório.
Um dos principais líderes da guerrilha capturado pelas forças de seguranças sendo levado para interrogatório. A CIA já enviou um representante para obter mais informações sobre o grupo.
Com muita tenacidade, os representantes da Lei
e da Ordem, foram conseguindo virar
o jogo, apesar de terem começado o combate em
situação inferior.
Já desesperados, os comunistas atiraram flores envenenadas na tentativa de matarem os soldados de alergia ou choque anafilático.
Desesperados, os comunistas arremessavam flores envenenadas na tentativa de matarem os soldados de alergia ou choque anafilático.
Já em fuga, os combatentes ilegais marxistas
tentaram se refugiar na FFLCH mas foram
sitiados e derrotados e o triunfo coube aos leais
defensores dos homens bons aos quais parabenizamos
e emocionados agradecemos.
 
 
Além de perigosos os comunistas são mal educados e soltavam pum em grande quantidades obrigando os soldados e espargirem Bom Ar no ambiente para poderem respirar.
Além de perigosos os comunistas eram mal educados e soltavam pum em grande quantidades obrigando os soldados e espargirem Bom Ar no ambiente para poderem respirar melhor.
   
   
Avantes irmãos soldados do bem com fé suprema em São Serapião, aqui não há quem vos derrote  e nem quem desafie vossa galhardia!
Alvíssaras!!!
( encaminhado por colaborador; original em http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/ )
________________________________
 
QUANTO AOS ESTUDANTES QUE EVENTUALMENTE TOMARAM UMAS “BORRACHADAS” DA POLÍCIA, PODEM FICAR TRANQUILOS…
VIVERÃO FUTURO PRÓSPERO.
SERÃO OS GOVERNANTES DE AMANHÃ.
A VINGANÇA TARDA, MAS NÃO FALHA!
ALIADOS AOS SOCIALDEMOCRATAS DE HOJE CONTINUARÃO MATANDO A POLÍCIA ( de todas as formas; de fome, inclusive).
MATANDO POLÍCIA E O POVO POBRE!
OU MELHOR: DEIXANDO QUE SE MATEM UNS AOS OUTROS.

TATIANA NÃO CONTINUE REVOLTADA…O GOVERNO JÁ ADOTOU MEDIDAS PARA EVITAR A MORTE DOS POLICIAIS “DURANTE O BICO”: CORTOU O PERÍODO DE FOLGA 2

Enviado pela REVOLTADA COM A SITUAÇÃO DO BRASIL  em 23/06/2009 às 2:51

Sou filha de um PM que a qualquer momente pode partir dessa para melhor fazendo ou não BICO. Se o governo pagasse pelo menos 1% do que roubam dos cidadãos brasileiros, com certeza, nenhum integrante militar, civil ou seja lá qual for força armada faria um segundo serviço. Mas como sustentar uma família num país onde o imposto é o que prevalece? Onde o país sustentavel por petroleo cobra mais caro pros próprios “donos”? Impossivel….Quem conhecia o Marcio sabe que o que ele fazia fazia com gosto…e muito… Se sentia o rei da cocada preta….se sentia um heroi. Dai me aparece um elemento que denominaram/elegeram MAJOR e diz que fazem um trabalho de convencimento aos PM’s de que não trabalhaem em suas folgas? Me polpe criatura sem familia… Se você levasse um tiro….dane-se, poderia o atirador já está no polo norte..você mandaria um capeta atras dele….Se matassem teu filho…o que o senhor faria querido Major? Se você um amigo seu senhor major…o que faria? Nada né..já morreu..interra pra não feder mais…. Ligou pra filha dele pra saber como a criança está? Ligou pra Mãe? Irmãos? Não né…morreu morreu…Agora se fosse ao contrário…nossa…o Marcio ia ter que comer capim…. Porque ele foi culpado…porque ele não devia…o que mais ele não devia e pra SOBREVIVER…precisava fazer? A verdade é que pra que acabar com vandalismo? bandidagem? assaltados? estupros? mortes? entre outros…Vocês ficarão desempregados..ou viverão? Não né… Até um burro saca que isso não foi tentativa de assalto…ou até foi…assaltaram a vida dele….Porque engraçado..o malote da tal empresa privada permaneceu segundo informações jornalisticas, intacto no automovel que o soldado utilizava..engraçado né…foram assaltar e só atitaram? Os assaltos hoje em dia são mais modernos..mata e depois foge..alias…mata não..encaminha pra morte..o cara morre se quiser…né…é FODA, é FODA. Felizmente você deve ter um salario que sustenta no minimo umas 5 familias de renda familiar considervel média, deve ter seguranças pros filhos [ isso é, se tiver] e se bombear, os seguranças são pm. Ou o senhor também não sabe? Muito fraquinho pra ser major em colega. Pensa bem, creio que esteja na hora de rever seus conhecimentos. Ou continue dizendo que não sabe de nada… Só cuidado quando sair…as vezes teus seguranças podem ser assassinados por tentativa de roubo também.

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SUA AFIRMAÇÃO É INQUESTIONÁVEL…

O PROBLEMA DO BRASILEIRO NÃO É FINANCEIRO… É SÓ POLÍTICO…

O POLÍTICO LADRÃO! 

MAS O CONGRESSO JÁ TEM A SOLUÇÃO PARA ACABAR COM O POLÍTICO LADRÃO: “SERÃO CRIADAS MAIS 7000  VAGAS DE VEREADORES  –  CARGO INICIAL DO POLÍTICO  PROFISSIONAL    – BUSCANDO-SE O AUMENTO DO QUADRO DE HONESTOS”. 

KOMPARATO: “É preciso que se diga claramente que o Ministério Público Estadual é culpado por não atacar essa propaganda governamental que é feita com dinheiro do povo simplesmente para beneficiar o governador de plantão” 4

De fato, o meu governador José Serra poderia criar um Blog “institucional” para divulgação de suas boas realizações.

Custaria pouquinho ao erário; podendo ser administrado por funcionários públicos concursados e diplomados em jornalismo.

FÁBIO KONDER COMPARATO:governador José Serra, que utilizou a Polícia Militar como capangas do estado de São Paulo 15

20 DE JUNHO DE 2009 – 19h06

Comparato: A autonomia universitária é uma farsa

 

Um dos intelectuais mais respeitados do país, Fábio Conder Camparato critica a presença da Polícia Milistar no campus da USP e afirma que os serviços públicos no Brasil são entendidos como um ‘ralo por onde somem os recursos’. Para ele, a autonimia universitária é uma farsa e as instituições de ensino no país não agem de maneira republicana.

 

O jurista sofreu uma decepção na última quinta-feira (18). Ao chegar para a avaliação de uma tese de Mestrado, o professor deparou-se com as portas da Faculdade de Direito do Largo São Francisco cerradas.

Por decisão do diretor João Grandino Rodas, o histórico prédio ficou fechado ao longo do dia por temor do que poderia ocorrer durante a passeata de estudantes, funcionários e professores de USP, Unesp e Unicamp.

Depois de subir ao caminhão de som dos manifestantes e afirmar que a reitora da USP, Suely Vilela, não tem mais confiança dos “dirigidos” para permanecer no cargo, o professor conversou com a reportagem da Rede Brasil Atual sobre a situação da Universidade – jornalistas de outros veículos acompanharam a conversa.

Para o jurista, a reitora, que deveria ser representante da comunidade universitária, comporta-se como secretária do governador José Serra, que utilizou a Polícia Militar como capangas do estado de São Paulo ao reprimir manifestação semana passada na Cidade Universitária.

Sobre a administração estadual, Fábio Konder Comparato aponta abuso no uso de publicidade como forma de promover eleitoralmente José Serra e destaca que tal propaganda vai contra a Constituição.

Há dois anos, o jurista foi vítima da aposentadoria compulsória, adotada para professores das universidades estaduais paulistas que atingem os 70 anos. Para ele, trata-se da “expulsória”.

Ainda assim, o professor mantém estreita relação com a academia e desenvolve atividades nas áreas de Direito Comercial e dos Direitos Humanos, nas quais esteve focado ao longo dos últimos anos.

Como o senhor viu o fechamento do prédio da Faculdade de Direito do Largo São Francisco?

Eu acho que nunca aconteceu na Faculdade de Direito. É um ato insólito porque, se os diretores de faculdade e a reitora se queixam da greve, eles deveriam também se manifestar contra o lockout. Isso é exatamente o oposto da greve, é o lockout, que é quando uma empresa fecha as portas e não deixa entrar os operários. É o que aconteceu aqui e eu fiquei muito envergonhado como professor. Eu fiquei literalmente surpreso com essa decisão, que não tem a meu ver nenhum apoio nos princípios republicanos que devem reger a Universidade.

Como o senhor acompanhou os fatos da semana passada?

O que é grave é que a Polícia Militar, que é composta por oficiais e soldados dignos, dedicados, começa a ser utilizada como um grupo de capangas do governador do estado e da reitora da Universidade. Isso é humilhante não só para a Universidade, mas também para os oficiais e soldados. Eles têm que exercer o papel mantendo a segurança e a ordem pública.

São Paulo é uma cidade absolutamente desordeira e submetida ao banditismo mais desbragado. Não sei se as pessoas se dão conta, mas de um ano para cá o número de furtos de veículos crescem em 300%. Oras, é evidente que, para reprimir isso, é preciso saber utilizar a Polícia Militar, e não simplesmente concentra-la no campus da USP para atacar estudantes, professores e funcionários. É uma inversão de objetivos.
O serviço da polícia não pode ser utilizado desta forma. Isso é um abuso de poder por parte do governo do estado.

O senhor entende que os fatos feriram o conceito da Universidade como instituição autônoma?

Sem dúvida. Aliás, a autonomia da Universidade é uma farsa, a começar pelo aspecto financeiro. O artigo 207 da Constituição declara as universidades autônomas sob o aspecto didático-científico, financeiro e administrativo, e o que se verifica é que sob o aspecto financeiro a Universidade é tratada como se fosse uma simples fonte de gastos. Ou seja, para nós, tradicionalmente no Brasil, o serviço público é uma espécie de ralo por onde somem os recursos públicos. A função do serviço público é servir o povo, não é servir a economia e dar dinheiro.

Para nós, tradicionalmente no Brasil, o serviço público é uma espécie de ralo por onde somem os recursos públicos. A função do serviço público é servir o povo, não é servir a economia e dar dinheiro

A economia nós faremos restringindo a propaganda governamental. O governador do estado faz propaganda da sua gestão, indo contra a Constituição, e ele resolve fazer economia em serviços públicos. Isso é um escárnio. É preciso que se diga claramente que o Ministério Público Estadual é culpado por não atacar essa propaganda governamental que é feita com dinheiro do povo simplesmente para beneficiar o governador de plantão.

O artigo 37 parágrafo 1º da Constituição proíbe a publicidade oficial em tom de propaganda ou para projetar a figura oficial de políticos, e é o que se faz de alto a baixo em todos os estados da federação.

O senhor falou que a reitora perdeu a confiança da comunidade. Uma vez posto isso, qual o caminho a ser seguido?

Infelizmente, o Estatuto da USP não abre um caminho. É por isso que tem que ser mudado. A reitora da Universidade não é eleita pelo Conselho, ela é nomeada pelo governador. Claro, a partir de uma lista tríplice, mas essa lista é formulada por uma maioria esmagadora de professores. Os estudantes e funcionários são subrepresentados no Conselho Universitário.

E, além disso, no momento em que ela perdeu a confiança de todos, ela não pode ser destituída. Nem o governador pode a rigor destituí-la, porque ela é nomeada por tempo certo.

Isso não é democracia. Até agora, funcionou porque a exigência democrática na sociedade brasileira era muito fraca. Mas a nova geração não se conforma com isso. A minha geração ainda achava que a elite é que deveria governar e que o povo é ignorante e incompetente. Hoje, graças a Deus, essas noções vão desaparecendo.

O povo sabe que não é idiota e sabe que é explorado, que não tem condições de manifestar sua soberania. Qual o fundamento da democracia? Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente. Os reitores de universidades não são representantes do povo universitário, e isso é de uma verdade mais do que evidente.

Então, nós temos que continuar pregando a República e a democracia na Universidade mesmo quando não há chance para que nossa pregação seja ouvida. Aos poucos, nossas reivindicações vão penetrando nas consciências, e quando a maioria se convencer que nós vivemos um regime político imoral, explorador e desordeiro, esse regime estará com os dias contados. Infelizmente, não será para o meu tempo.

Os fatos da semana passada podem marcar um momento de inflexão dentro da luta por democracia na Universidade?

Eu espero que sim, mas é preciso não perder de vista o seguinte: toda vez que a imoralidade e a violência irracional crescem na sociedade, a direita se torna mais forte. A direita espera sempre que haja alguém forte e decidido para tomar conta do Estado. E é o que está acontecendo. Há um grupo forte de estudantes que não acredita mais em democracia e nunca acreditou em República e está esperando algo como um fascismo tupiniquim.

Eu não tenho raiva deles, pelo contrário, considero como meus filhos e, de certa maneira, eu sei que eles estão errados. Nós erramos ao deixar de lutar eficazmente pela democratização da Universidade, nós erramos ao sermos condescendentes com a corrupção, e agora estamos pagando o preço disso.

Por outro lado, a verdadeira esquerda não é anárquica ou destruidora. A verdadeira esquerda é aquela que se liga indissoluvelmente aos pobres, aos humilhados e aos oprimidos.

E é por isso que quando surge uma figura como o Lula, que está longe de ser perfeito, mas que tem sensibilidade pelo pobre e que fala a linguagem do pobre, ele é não só acolhido como ele é venerado. E isso irrita profundamente a direita e a esquerda.

Neste momento de greve, sempre há quem queira desmerecer as decisões tomadas em assembleias.

Olha, as eleições no Brasil e em vários outros países não são uma manifestação de soberania. O povo não consegue impor a sua vontade unicamente elegendo representantes. Para que possa impor sua vontade, seria preciso, em primeiro lugar, que além de eleger, tivesse o poder de destituir.

Isso se chama recall. Isso existe em 15 estados dos Estados Unidos. No momento em que o povo soubesse que ele pode eleger, mas que pode também destituir, a política mudaria de figura.

Em segundo lugar, o povo precisa ter o direito de se manifestar sobre temas econômicos, políticos e sociais diretamente. É preciso abrir o referendo e o plebiscito. O Congresso Nacional impede isso porque é contra o clube deles, tanto de esquerda quanto de direita.

Analisando em termos gerais, vê-se uma reação da sociedade opondo-se fortemente às ações estudantis, tidas como radicais. Qual o papel que a Universidade vem desempenhando na sociedade para que se acabe alastrando esse tipo de opinião?

O grande problema é que a Universidade, todas as universidades públicas de modo geral, talvez com honrosas exceções, agem com objetivos não-republicanos. Ou seja, como se fosse um assunto privado. Professores se ocupam com a sua carreira, funcionários com a sua carreira, estudantes com o seu diploma.

Esta faculdade está no centro de uma metrópole cujo peso de pobreza e de miséria é imenso. A cem metros daqui, nós podemos entrar em um cortiço onde as pessoas alugam cama por algumas horas. E sobretudo no frio, agora no inverno, fazem questão de alugar uma cama de alguém que acabou de sair porque ela está quentinha.

A Faculdade de Direito, que está aqui no centro da miséria, cujas portas se abrem toda manhã com dezenas de pedintes, de miseráveis que dormiram ao relento, a faculdade não se preocupa com isso.

Não há nenhum professor que dê como trabalho prático aos seus alunos cuidar de contratos de locação dos cortiços aqui do centro. Quer cuidar disso? Vai ver como se aluga cama durante oito horas e, portanto, dá três aluguéis por dia.

Quando se trata de discutirmos problema de direito do trabalho, por que não enviar os alunos até quem precisa?

A Universidade pública existe para quê? Qual o objetivo dela? Ela é financiada sobretudo pelos pobres, que não têm o menor retorno da Universidade. É claro que eles têm raiva. Agora, no dia em que as universidades se voltarem para os direitos dos pobres, aí eu quero ver as classes abastadas dizerem que a Universidade só faz desordem e que ela depreda, que ela atinge a Polícia Militar.

O problema brasileiro, fundamental, já foi dito na primeira metade do século XVII pelo primeiro historiador do Brasil, Frei Vicente do Salvador: nenhum homem nesta terra é republico nem zela e trata do bem comum, se não cada um do bem particular.

Com informações da Rede Brasil Atual

MENSAGEM DO DELEGADO JOÃO PAULO CERQUEIRA DE CARVALHO À FAMÍLIA POLICIAL…”E À FAMÍLIA DESSES AGENTES QUE AINDA NÃO FORAM LIBERTOS, PEÇO PARA QUE TENHAM FORÇA NESTE MOMENTO DIFÍCIL, FORÇA E FÉ, QUE A JUSTIÇA SERÁ FEITA” 1

A QUEM POSSA INTERESSAR (E SÃO MUITOS)
Diante de tanta coisa que se disse a respeito da minha prisão e da dos agentes de polícia, ocorrida no início do mês, tantas outras precisariam ser ditas. Tantas outras precisariam ser postas sobre a mesa sobre o “ser policial”.
Já se disse que o Estado é um mal necessário (acho que foi Kant ou uma outra estrelinha, dentre outras, que disse isso). E estes estão certos! Que dirá a Polícia, que é o instrumento violento do estado para tentar manter um mínimo de valores sociais para o convívio das pessoas (!) e os policiais é que mais sabem disso, por isso escrevo aqui para policiais… e não para os leigos.
Minha experiência no Presídio da Polícia Civil fez-me refletir seriamente sobre   “o ser policial”. Conversei com os policiais que ali cumpriam pena ou alguma medida cautelar. Conheci policiais que me disseram: Doutor (eles ainda me chamavam de doutor!), estou preso preventivamente há 02, 03 anos, com um único fundamento: sou policial! De fato é corriqueiro decisões que fundamentam a prisão pelo exclusivo fato de ser policial. Isso me abalou muito, pois sou policial, e de fato os elementos para o meu flagrante e o meu indiciamento (na minha humilde opinião e na do promotor e do juiz) não existiam. Mesmo assim, fiquei 18 dias preso, na companhia de colegas que erraram, outros não.
Mas o que mais me angustiou é que grande parte dos delitos praticados pelos que estavam presos lá comigo, eram estritamente ligados à função policial. Um exemplo é tentar incutir na cabeça de um magistrado que um tapa no rosto do suposto ladrão não pode ser considerado tortura, mas vias de fato. Um policial que lá estava comigo – que não revelarei o nome, mas é um investigador extremamente sagaz, culto, e vocacionado – me deu uma verdadeira aula do problema que envolve ser policial, que a ACADEPOL, com todo o respeito, não teve condições de ministrar AINDA, MAS COM CERTEZA TERÁ. Não entrarei em detalhes porque escrevo para policiais e, com certeza, sabem do que estou tratando neste momento. Mas é preciso dizer isso para a sociedade, sem melindres, revanchismos, raiva ou vingança: A POLÍCIA PRECISA DE INVESTIMENTO DO ESTADO!  Porque a sociedade é a cliente que paga para ter segurança, mas esta mesma sociedade não sabe o que é segurança! Muitos ainda discutem uma coisa básica na polícia que é o fato de os policiais terem uma formação continuada e com nível superior! Os EUA estão a anos-luz de distância de nós!
Para encurtar falarei sobre os agentes do plantão que comigo foram presos. Trabalhei com eles pouco tempo. De modo geral sempre foram respeitosos para com a minha pessoa e se tenho reclamação a fazer deles é a que todos sabem: a falta de incentivo para o policial ser realmente policial, como aquele investigador que conheci no presídio e do qual falei há pouco. Não tenho qualquer receio sobre a vinda a público do inquérito que originou a prisão dos policiais no fatídico dia. É claríssimo que fiquei com raiva do que aconteceu, além de ser comigo, pelo fato de não terem se atentado para os requisitos de uma prisão em flagrante! MAS AS INSTITUIÇÕES ESTÃO AÍ PARA SEREM APERFEIÇOADAS E PRECISAM SER APERFEIÇOADAS E A CORREGEDORIA É UM DEPARTAMENTO ESSENCIAL PARA A POLÍCIA. Quanto aos agentes, desejo justiça e paz a eles e A SUAS FAMÍLIAS e que tudo seja esclarecido.  Independentemente se fizeram ou não algo criminoso, todos tem família e A FAMÍLIA DELES MERECEM RESPEITO ASSIM COMO A MINHA. E ESPERO QUE, APÓS O DESESPERO DA PRISÃO TODOS NÓS SAIBAMOS RESPEITA-LOS COMO SERES HUMANOS E MAIS AINDA SUAS FAMÍLIAS, QUE MERECEM O APOIO DE TODOS OS POLICIAIS. 
Até agora não sei ao certo o que aconteceu. O plantão do 1º DP da Sé não dura 12 horas: dura 12 minutos. As ocorrências são exponenciais. Quem conhece as dependências do 1º DP sabe que não existe efetivamente um gabinete para o DELPOL, é apenas mais uma sala dentre as outras. Minha experiência como delegado – tenho 01 ano e cinco meses de DECAP e nunca tinha sido policial – me fez não dar a devida atenção à ocorrência trazida pelos agentes, SIMPLESMENTE PORQUE NÃO DEU TEMPO. 
E À FAMÍLIA DESSES AGENTES QUE AINDA NÃO FORAM LIBERTOS, PEÇO PARA QUE TENHAM FORÇA NESTE MOMENTO DIFÍCIL, FORÇA E FÉ, QUE A JUSTIÇA SERÁ FEITA.
 
JOÃO PAULO C. DE CARVALHO

EURECA! EURECA! PROFESSOR PARDAL DIZ PARA LAMPADINHA…INVENTEI O CPPE 4

IV – reestruturação orgânica e funcional;

V – outros objetivos de fixação superveniente, desde que

estritamente conexos às atribuições legais da Polícia Civil.

Artigo 3º – Incumbirá à Delegacia Geral de Polícia Adjunta,

DGPAd, prover a Coordenação de Planejamento e de Projetos

Estratégicos, CPPE, dos recursos materiais e humanos necessários

ao eficiente desempenho de suas atribuições, se necessário

com o recurso a serviço de consultoria especializada.

Parágrafo único – Fica autorizada a convocação de servidor

para, sem prejuízo das normais atribuições do cargo ou da originária

fixação de sede de exercício, prestar, temporariamente,

suporte especializado às atividades da Coordenação de

Planejamento e de Projetos Estratégicos, CPPE.

___________________________________________________

Com a criação do CPPE,  TEMPORARIAMENTE, convocaremos pessoal de quaisquer localidades do Estado para dar SUPORTE  ESPECIALIZADO às ativades da coordenadoria. Especialmente nos termos do item IV, TEMPORARIAMENTE, garantir a a reestruturação orgânica e funcional da Polícia Civil.

Assim, PELOS IMPERATIVOS DA ESTRATÉGIA, o funcionário poderá ser movimentado de um local para outro para garantir os fins constitucionais da Polícia Civil.

Exemplificando: Delegado promovido para 2a. classe   –   por não ser permitido chefiar serviço ou Unidade de categoria inferior – TEMPORARIAMENTE  prestará  seus serviços especializados em quaisquer locais em que verificarem-se claros de lotação.

Não é remoção, é  mera convocação TEMPORÁRIA …

DE EFEITOS PROLONGADOS.

__________________________

Brincadeiras de lado, a DGP fez algo parecido quando de reestruturação idêntica à recentemente instituída. No ano de 1988, centenas de Delegados ao chegarem – automaticamente – na 3a. classe, ficaram impedidos de continuar como titulares de Unidades de 4a. classe. O Delegado Geral,  de então,  BRILHANTEMENTE,  os classificava numa determinada divisão da DGP  –  não recordo com precisão, mas acredito na DCS ( divisão de comunicação social )  – remanejando-0s em seguida  para plantões do DEGRAN ( depois dividido em DECAP e DEMACRO).  Diga-se, em menos de dois anos  –  quem não infartou pelo caminho –  todos retornaram para as regiões de origem. 

Molezinha tipo: de Presidente Bernardes  ir prestar serviços –  TEMPORÁRIOS –  em Diadema.  

Pela recente reenstruturação não há Delegacias para tantos 1a. e 2a. classes…

E cProfPardalomo a Administração é dada a criações brilhantes: TUDO É POSSÍVEL.

A portaria era algo assim: ” designando em caráter exepcional”, etc. 

O aconselhamento: “melhor não brigar com o Amândio, pois você não cumpriu o seu dever de fixar residência no município de exercício…não pode reclamar nenhum direito…se não for leva falta e será demitido por abandono de função”…rs

 

 

ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA POLÍCIA CIVIL BANDEIRANTE: se necessário com o recurso a serviço de consultoria especializada ( BI$ $OLUTION ) 10

 

Portaria DGP-20, de 18-6-2009

Institui a Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos da Polícia Civil – CPPE

O Delegado Geral de Polícia

Considerando que o planejamento estratégico institucional

deve representar processo gerencial contínuo e sistemático

para segura formulação de objetivos, bem assim para correta

seleção e execução de programas de ação, em consideração às

condições internas e externas e, sobretudo, à missão constitucional

de polícia judiciária atribuída à Polícia Civil;

Considerando, também, a necessidade de implantação de

uma gestão por projetos e monitoramento de resultados, como

ferramenta de apoio ao planejamento e controle das ações próprias

da instituição;

Considerando, ainda, que o planejamento estratégico,

como processo racional de atuação administrativa, recomenda

uma coordenação centralizada e uma ampla ação cooperativa

por todas as unidades policiais civis envolvidas;

Considerando, por derradeiro, que o princípio constitucional

da eficiência impõe criteriosa avaliação de alternativas e

rigoroso controle dos processos de alocação de meios para

alcance dos objetivos institucionais fixados, resolve:

Artigo 1º – Fica instituída, no âmbito da Delegacia Geral de

Polícia Adjunta, DGPAd, a Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos, CPPE, com a atribuição de subsidiar a

gestão superior dos processos de fixação de objetivos institucionais,

de concepção e seleção de estratégias, bem como de

utilização experimental de modelo estratégico proposto com

vistas ao correto exercício das atribuições acometidas à Polícia

Civil.

Artigo 2º – São definidos como estratégicos os projetos institucionais

visando:

I – aprimoramento das atividades de polícia judiciária nas

unidades territoriais e especializadas;

II – aperfeiçoamento do sistema de identificação civil;

III – modernização da gestão administrativa;

IV – reestruturação orgânica e funcional;

V – outros objetivos de fixação superveniente, desde que

estritamente conexos às atribuições legais da Polícia Civil.

Artigo 3º – Incumbirá à Delegacia Geral de Polícia Adjunta,

DGPAd, prover a Coordenação de Planejamento e de Projetos

Estratégicos, CPPE, dos recursos materiais e humanos necessários

ao eficiente desempenho de suas atribuições, se necessário

com o recurso a serviço de consultoria especializada.

Parágrafo único – Fica autorizada a convocação de servidor

para, sem prejuízo das normais atribuições do cargo ou da originária

fixação de sede de exercício, prestar, temporariamente,

suporte especializado às atividades da Coordenação de

Planejamento e de Projetos Estratégicos, CPPE.

Artigo 4º – A gestão da Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos, CPPE, ora criada, caberá ao Delegado de

Polícia Dr André Dahmer, RG 8.415.929.

Artigo 5º – Esta portaria entra em vigor na data de sua

publicação, revogando-se as disposições contrárias, em especial

a Portaria DGP-6, de 18-2-2002

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A JULGAR DOS  TERATOLÓGICOS E TAUTOLÓGICOS TERMOS A CONSECUÇÃO DOS RESULTADOS PRETENDIDOS SÃO DESLUMBRANTES…

ENTENDERAM O QUÊ?

JÁ SEI!…

“P”.”N”.