CHAPA 01 – NOVA ADPESP
DIRETORIA EXECUTIVA
_______________________________CHAPA 01 – NOVA ADPESP
DIRETORIA EXECUTIVA
_______________________________Policial travesti é preso acusado de roubo no Centro
O acusado também é suspeito de realizar outros assaltos na área central da cidade sempre travestido de mulher
16/10/2009 – 13h52 . Atualizada em 16/10/2009 – 14h46
Luciana Felix
De acordo com a Polícia Militar (PM), Renato Pereira de Azevedo fingiu estar com uma arma escondida debaixo da blusa para intimidar as vítimas e as obrigarem a entregar os pertencesO policial civil Renato Pereira de Azevedo, 34 anos, foi preso no começo da tarde de ontem (15/10) acusado de assaltar duas pessoas no Centro de Campinas. Ele estava travestido de mulher e usava uma peruca ruiva. Azevedo abordou as vítimas – dois homens – em um ponto de ônibus da Avenida Doutor Quirino de quem roubou dois aparelhos celulares. De acordo com a Polícia Militar (PM), ele fingiu estar com uma arma escondida debaixo da blusa para intimidar as vítimas e as obrigarem a entregar os pertences.
A Polícia Militar (PM) foi chamada e encontrou o acusado caminhando na Avenida Francisco Glicério. Ao ser abordado, Azevedo disse pentencer a Polícia Civil e até mostrou a carteira de identificação. De acordo com a polícia, ele começou a falar em italiano e disse que não podia ser preso, mas que poderia conversar com o delegado. Os policiais revistaram a bolsa do suspeito e encontraram os aparelhos celulares roubados. Azevedo foi levado para a Corregedoria da Polícia Civil de Campinas, onde foi reconhecido pelas duas vítimas. Ele foi autuado em flagrante por roubo.
‘Leia a matéria completa na edição impressa desta sexta-feira do Correio Popular’

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Anfonio Claudio, Marilda Pansonato (CANDIDATA A PRESIDENTE PELA NOVA ADPESP) e Edson Cardia

Em 2009 foram 73 crimes contra 69 do ano passado; aumento foi de 43% na comparação dos três trimestres
Josmar Jozino – Jornal da Tarde
Segundo o sociólogo Ignácio Cano, professor e coordenador de pesquisas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), o latrocínio é um assalto que deu errado e um crime difícil de ser combatido. Segundo ele, para diminuir os casos é necessário combater com sucesso os roubos.
Os números obtidos pela reportagem mostram que a maioria dos latrocínios registrados no terceiro trimestre de 2009 na capital ocorreu na zona leste. Foram nove casos no Belém, Penha, Vila Matilde, Carrão, São Mateus (dois), Parque São Jorge, Vila Formosa e Cidade A.E. Carvalho.
Uma das vítimas na zona leste foi o aposentado Evaldo Sebastião Lago Branco, de 58 anos. Ele foi morto a tiros por três ladrões na porta de casa, na Rua Rodovalho Júnior, Penha, na madrugada de 28 de setembro. Os assaltantes queriam o Peugeot 206 dele. O aposentado não reagiu e entregou o carro, mas ainda assim foi baleado.
Procurada, a Polícia Militar informou, por meio do capitão Emerson Massera, da Assessoria de Imprensa da corporação, que a maior parte das vítimas de latrocínio é atacada em veículos. “A prevenção desse tipo de crime realmente é difícil. O assaltante, geralmente, é um pequeno criminoso, desastrado e despreparado. Não tem equilíbrio emocional e quase sempre está mais nervoso do que a vítima”, acrescentou.
Subnotificação
Pelo menos duas ocorrências em que as vítimas morreram durante assalto se encontram registradas de forma diferenciada pela polícia. Isso significa que os casos de latrocínio somados na capital paulista no terceiro trimestre deste ano podem passar dos 21 e superar os registrados pela polícia em igual período do ano anterior.
A reportagem procurou a Secretaria da Segurança para falar sobre os problemas de notificação e os números de latrocínios, mas a pasta preferiu não se manifestar e disse que vai esperar a divulgação oficial dos dados.
A nota é verdadeira o que ocorre, é que uns ficaram em cima do muro e outros não, uns dizem que acreditam em duendes, outros não…..confiram no site abaixo:
Se existe alguma duvida ainda, deem uma olhada nesse video, em que o presidente da Aipesp, refuta qualquer manifestação, e diz que qualquer melhoria deve ser politica, e não via manifestação:
http://www.aipesp.com.br/novo/noticias.asp?id=56
Pior ainda, quem assina, tambem é representante das carreiras unificadas, ou seja, enquanto muitos ficam crucificando as carreiras nus, achando mais simples a discordia, os proprios representantes ignobeis, irresponsaveis, e descomprometidos com os seus representados, estão se lixando com a tal unificação, ACORDA GENTE, COBRA DE QUEM DEVE FAZER ALGO POR VOCES, TOMEM UMA POSTURA DIGNA E ADULTA, “PAREM DE SUSTENTAR” SINDICALISTAS E SEUS LUXOS, SEJAM INTELIGENTES, PEÇAM A DESFILIAÇÃO, E TODOS SEM EXCEÇÃO, DEIXEM DE PAGAR PARA TOMAR ESSE FUMO, MAIS RIDICULO QUE NAO SER REPRESENTADO, É PAGAR PARA SER EXECRADO, QUEM SABE FAZENDO ISSO, NÃO SE ACABAM ESSES INUMEROS SINDICATOS SANGUE SUGA, E SURGE UM SÓ, E SE ESSE UNICO AINDA NÃO ESTIVER A CONTENTO, NÃO PAGUEM TAMBEM…..
ACORDA GENTE…………PELO AMOR DE DEUS, PAGAR PRA QUE……………..ATÉ QUANDO…….??????????? para que continuar a SUSTENTAR ISSO??
Conforme anunciou o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindipol-MG) em nota, os policiais irão às respectivas delegacias, mas manterão as portas fechadas. Ficam suspensos os serviços de atendimento ao público, registros de Boletins de Ocorrência e expedientes de trânsito. Apenas casos de flagrantes serão registrados.
Além do aumento de salário, os servidores da PC querem o reconhecimento da carreira jurídica do delegado de policia, a exigência do 3º grau como requisito para ingresso à Polícia Civil e Militar e a revisão da matriz remuneratória dos servidores administrativos.
No dia 7, cerca de 800 policiais fizeram uma grande manifestação na Praça da Liberdade, em frente ao Palácio do Governo do Estado.
Postado por ARMANDO REIS
http://caratinganoticias.blogspot.com/2009/10/policia-civil-entra-em-greve-na-sexta.html
Subject: [DELPOL-BR] PARALIZAÇÃO DE 24 HORAS DA POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS DIA 16/10/2009
Caros colegas,
Posto para conhecimento, que a PCMG está se mobilizando para buscar
melhores condições de trabalho e salários dignos. O Aécio Neves não
valoriza a Polícia Civil, e quer enfiar goela abaixo uma equiparação
salarial com a PM… é mole…
Dia 16 quase toda a PCMG vai parar, digo todas, porque é cediço que
sempre tem aqueless que morremmmmm de medo !! Mas a adesão está
excelente e contando com o apoio da maioria dos Delegados.
vejam um pouco no link abaixo do nosso Sindicato a matéria e fotos da
Assembléia do dia 07/10, em plena a Praça de Liberdade.
http://www.sindpolmg.org.br/assembleia_2009.html
abraços
C. X.
Homicídios de Santa Luzia/MG
16/10/09 – 00h47 – Atualizado em 16/10/09 – 02h21
Lei foi sancionada na última terça(13) pelo presidente.
Brasileiro terá apenas um número para documentos como CPF e RG.
Do G1, com informações do Jornal da Globo
O brasileiro terá apenas um número em documentos como o CPF, carteira de motorista e RG. A lei que institui o registro civil único, sancionada pelo presidente Lula na última terça-feira (13), prevê que o número único comece a valer daqui um ano, e os procedimentos para a unificação serão definidos em no máximo seis meses.
O projeto, que se tornou lei, determina que o Cadastro de Pessoa Física (CPF), a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o passaporte passem a ter o mesmo número do Registro da Identidade Civil (RG).
A proposta também exige que a carteira de identidade contenha o tipo e o fator sanguíneo do titular e permite, a pedido do dono do documento, a inclusão de carimbo para comprovar deficiência física. A deficiência deverá, contudo, ser atestada por autoridade de saúde competente.
Segundo o relator do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Almeida Lima (PMDB-SE), o projeto tem por objetivo evitar fraudes e aperfeiçoar a identificação civil. O senador também destacou que a exigência de registrar o fator sanguíneo na carteira de identidade irá facilitar o atendimento médico em casos de emergência.
Enviado pelo ANONIMUS em 15/10/2009 às 18:43
O cerne do problema é que a atual gestão administrativa e organizacional da segurança pública, na megalópole do estado de São Paulo e de suas principais cidades do interior, encontra-se totalmente superada, paralisada e – principalmente – desmotivada. Esse modelo que até segunda-feira, dia 12 de outubro de 2009, tinhamos no DECAP, se exauriu na década de 80. O crescimento populacional, a realidade do choque econômico-cultural tornaram o modelo plantão de cinco equipes e chefia em horário de expediente inexequíveis para o enfrentamento do crime. Principalmente quando temos uma total separação entre a “elite” das chefias, principalmente focada em arrecadação de vantagens econômicas e pessoais indevidas e a turma do “baixo clero” que são as equipes plantonistas, relegadas ao papel de mero registradores de ocorrências, praticamente sem ligação entre o setor de investigação e a cartoragem burocrática. Junte-se a isso, um baixo salário, péssimas condições de trabalho, falta de estímulo e ausência de reconhecimento por parte da hierarquia e da população. Temos o quê? Policiais deprimidos, alcóolatras, ausentes, desinteressados, etc. E o pior: Das originais cinco equipes, por ausência de funcionários, baixou-se para quatro e até três equipes em plantão! Ou seja: O buraco fica cada vez mais negro! Isso está mais do que provado que é um sistema falido e arcaico. No entanto, a Administração Pública jamais se preocupou em investir seriamente no bom atendimento à população. Para quê? A Polícia Militar, com seu carnaval de viaturas e policiais fantasiados de cinza, empresta uma falsa sensação de segurança à população, ao aparentar uma repressão ostensiva que na verdade só funciona em relação aos “crimes de pobres”, quando isolados; pois os “crimes de ricos” ficam despercebidos ou são – quando muito – combatidos (ou extorquidos) pelos policiais civis de Departamentos Especializados. Lembram-se dos ataques do PCC ? Foram “crimes de pobres”, mas praticados de modo não isolado e sim simultâneos, o que revelou o colapso de todo o aparato de segurança pública. Hoje, o infeliz cidadão que precisa de um atendimanto policial para solucionar um crime do qual foi vítima, precisa ter no mínimo, um desses três fatores: 1- Muito dinheiro, 2- Influência Política e/ou Social, 3- Sorte. Muita, mas muita sorte! O governo do PSDB tal como o PMDB ou outro “P” qualquer, no Estado de São Paulo, jamais se interessou pela Polícia Civil ou Militar, posto que ambas detém um cartel de interesses políticos e econômicos que interessa aos governos que perdure. Nesse sentido, a Polícia Militar mantém uma hegemonia absurda e unânime, totalmente contrária a qualquer tendência hodierna no mundo ocidental, em qualquer estado de Direito, em manter uma organização policial com regime militar !!! Observem que há uma brutal, gigantesca e abismal diferença entre a existência de uma polícia uniformizada e disciplinarmente organizada nos moldes de um severo regimento militar ( a “nossa PM”) e a mantença de um setor policial ostensivo uniformizado para-militar, subordinado e integrado a uma organização civil, hierárquica e organizacionalmente dirigida por especialistas formados em segurança pública. ( e não promotores, advogados, juízes ou professores de Direito Contitucional ou corte e custura…) A Polícia Civil de São Paulo está asfixiada, arroxeada e esganada e o laço cada vez se aperta mais. A ingerência política é nefasta, acintosa e acachapante. Os bons policiais estão há tempos amedrontados, envergonhados, desiludidos e contam ansiosamente, os meses e dias para se aposentarem. Os maus policiais estão se aproveitando como nunca, parecendo prever que o fim está próximo! Nunca antes se teve tanto conhecimento dos péssimos antecedentes de policiais, alguns hoje em órgãos de direção, que fariam corar de vergonha o então “terrível” bandido da luz vermelha ! Eu quero asseverar que nunca fui “santo”, mas no “meu tempo de polícia”, bandido era bandido e polícia era bandido. Quando desbaratávamos uma quadrilha de roubadores de bancos, trocando tiros madrugadas afora, subindo em morros e metendo pé na porta de barracos, na chuva, disparando nossos 38″ de números raspados nos ladrões que ousassem “se coçar” para nós, muitas vezes ainda encontravamos um ou outro maço das velhas notas de cruzeiros, muitas com pingos de sangue. Separávamos algumas das mais graúdas para pôr nos nossos bolsos, como uma forma de autorecompensa dos riscos que passamos e levávamos os vagabundos e a res furtiva, as armas e um ou outro ladrão morto na resistência, para a Autoridade Policial de plantão no velho DEIC da Brigadeiro. Se cruzassemos com alguma viatura da papamique, ao nos identificarmos em nossa veraneio descaracterizada, éramos respeitosamente saudados e cumprimentados. Hoje, vemos com dor no coração que policiais civis de bosta, ao encontrarem criminosos, perdem a chance de uma bela cana e se tornam, se não sócios minoritários, umas pobres e estúpidas “vítimas” de futuras chantagens desses vagabundos. Acabam no PEPC com a reputação destruída e com a imagem da Instituição mais e mais arranhada. Já fui ouvido em audiência judicial onde o ladrão, cheio de vestígios dos “paus” que tomou – não para confessar os crimes que nós já sabíamos – mas porque ele mesmo pedia para levar, pois não podia entrar na carceragem “limpo e inteiro”, sob pena de ser condenado à morte pelos seus comparsas como cagueta dos “home”; e o juiz perguntar se ele apanhou ou foi torturado para confessar e o Ladrão, ( com “L” maísculo) negar com força e de nariz empinado;” Não, dotô. Não apanhei de ninguém não. Eu que caí da escada!” Hoje? Hoje o vagabundo diz que o polícia lhe tomou 10 centavos e o polícia vai em cana ! Bem…Voltando assunto do atendimento em plantão: Por tudo o que eu escrevi, eu até vejo a tentativa do Dr. Marcos, Diretor do DECAP, por outro ângulo: Dentro do possível, ele está tentando reverter ou alterar a arcaica situação. Tal qual o Dr. Angerami, quando também Diretor, assim tentou, ao determinar que as chefias das Delegacias fossem extintas e que tudo se transformasse em um enorme “plantãozão”. Não deu certo, como não vai dar certo a atual tentativa. Mas não se pode culpar um dirigente por ao menos tentar, posto que a autonomia de um Diretor, dentro de uma estrutura dominada por antagonismos visceral do governo e dependência política servil de resultados puramente de palanque eleitoral é pública e notória. Mas eu os admiro. Quantos dezenas de outros passaram e nada fizeram, apenas arrecadaram? É fácil ficar em cima do muro e jogar pedras, difícil é ir lá e fazer. Ninguém mais na Polícia Civil acredita, em seu íntimo, ( salvo os inimputáveis e os calças brancas idealistas), que a atual estrutura tem algum futuro. Cedo ou tarde terá que mudar. Aliás está demorando muito já. Pobre de nós.
CAPÍTULO III
Dos Cursos de Graduação
SEÇÃO I
Do Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança
e Ordem Pública
Artigo 55 – O Bacharelado em Ciências Policiais
de Segurança e Ordem Pública é o curso de graduação,
destinado a formar, com solidez teórica e prática,
o profissional ocupante do posto inicial de Oficial,
tornando-o apto ao comando de pessoas e à análise e
administração de processos, por intermédio da utilização
ampla de conhecimentos na busca de soluções para
os variados problemas pertinentes às atividades jurídicas
e administrativas de preservação da ordem pública
e de polícia ostensiva, em conformidade com a filosofia
de polícia comunitária, além de outras definidas em lei.
Parágrafo único – A conclusão com aproveitamento
atribuirá ao ocupante do posto inicial de Oficial o grau
universitário de Bacharel em Ciências Policiais de Segurança
e Ordem Pública.
Artigo 56 – A Academia de Polícia Militar do Barro
Branco – APMBB é a responsável pela realização, coordenação
e supervisão do Bacharelado em Ciências
Policiais de Segurança e Ordem Pública.
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Uma feliz data; com votos de grandes conquistas e belos aumentos salariais.
REPRESENTAÇÃO COLETIVA DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO
Av. Cásper Líbero, 390, 5º andar – Luz, São Paulo – SP – CEP 01033-000 – Tel. 3313.5077
NOTA EXPLICATIVA SOBRE O DIA 16 DE OUTUBRO
Os presidentes das entidades de classe integrantes da “Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo” que a esta subscrevem, em face da proximidade da passagem de um ano do lamentável confronto entre as polícias ocorrido nos arredores do Palácio do Governo, no Morumbi, esclarecem aos seus associados e aos policiais civis em geral, que em virtude das negociações que se acham em andamento com vistas à incorporação do ALE e da implementação da Reestruturação das Carreiras, deixarão de promover qualquer manifestação coletiva, ficando a critério de cada entidade adotar a medida que melhor lhe convenha.
SÉRGIO MARCOS ROQUE
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo
JOSÉ MARTINS LEAL
Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo
DILERMANDO QUEIROZ FILHO
Presidente da Associação dos Professores da Academia de Polícia Civil
VANDERLEI BAILONI
Presidente da Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo
OSCAR DE MIRANDA
Presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo
NELSON DE JESUS LEONE
Presidente da Associação dos Agentes Policiais do Estado de São Paulo
SÔNIA APARECIDA DE OLIVEIRA
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telemática Policial do E.S.Paulo
ERALDO DE FARIAS
Presidente da Associação dos Carcereiros do Estado de São Paulo
ALAOR BENTO DA SILVA
Presidente da Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado de S.Paulo
LUIZ CLÁUDIO ANICETO DE QUINTAL
Presidente da Associação dos Servidores da Polícia Científica do E.S.Paulo
APARECIDO LIMA DE CARVALHO
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região
WALDIR FERNANDES DA SILVA
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região
LÚCIO FLÁVIO MORENO
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Presidente Prudente e Região
MARIA ALZIRA DA SILVA CORRÊA
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Ribeirão Preto e Região
WALTER DE OLIVEIRA SANTOS
Presidente do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil na Região de Santos
MARIA APARECIDA DE QUEIROZ ALMEIDA
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Sorocaba e Região
JARIM LOPES ROSEIRA
Presidente da Seção de São Paulo da International Police Association – IPA
14/10/2009 – 15:07
O Estadão de hoje mostra que o novo sistema de atendimento nas delegacias não está funcionando. Ok, vamos esperar mais um pouco.
O certo, o cerne inegável da questão é que polícia também é atendimento ao público. Com essa nova política, um cidadão vítima de crime é afastado da dependência policial ou encaminhado a outro distrito, bem mais longe de sua residência. Pode acontecer do sujeito ser atendido num dos distritos equipados com máquinas, ser feito um protocolo e, no dia seguinte, ele ser obrigado a retornar ao distrito para formalizar a ocorrência. Ora, sinceramente, por mais loas que alguns possam merecer, mas isso é o serviço público andando para trás!!!!!
O serviço público estará negando atendimento, complicando e dificultando a vida do cidadão. Cidadão esse, importante notar, que não procura uma delegacia de polícia de madrugada porque não tem o que fazer. Procura porque foi vítima de crime, porque teve algum outro problema que ninguém mais pode resolver. Procura porque, em muitas regiões, não há outra porta aberta naquele horário.
Esquecem também que, com essa mudança, os distritos com atendimento normal estarão cheios, lotados e muitos terão problemas para registrar seus casos, seus problemas, suas ocorrências.
E ainda tem gente que sustenta ser possível uma melhora com esse sistema. Haverá uma grande e enorme piora.
Durante muito tempo, desde a época do governo Quércia, houve o aumento de distritos por todo o Estado. Na Capital foram autorizados 53 novos distritos. Destes 10 não foram construídos (50+53-10=93). Hoje são número idênticos de policiais para delegacias com números de ocorrência em números bem maiores. Será que ninguém viu estas disparidades?
O que após 1.991 deveria ser realizado anualmente era o aumento do efetivo da polícia civil coerente com o aumento populacional. Não foi executado e neste período saíram policiais por aposentadoria, demissão voluntária, expulsão, mortes, etc. E os “claros” abertos não foram preenchidos. A portaria que regulava o efetivo do interior é datada de 1.991 que foi revogada mês passado. Novos concursos? Muito pouco foi feito que pudesse sequer preencher os claros acima citado. O efeito dominó negativo vem de longe e hoje chegou ao limite da incapacidade de adequação necessária aos dias atuais.
No início do ano de 2.007 foram congelados os concursos de ingresso de todas as carreiras pelo período de um ano e meio.
Chegamos na “falência” do sistema”. São 18 anos de estagnação do efetivo. A PC no interior ainda se regulava pela Portaria 73 de 1.991 revogada neste ano pela atual administração. Inauguração de delegacias são feitas por Decreto e aumento de efetivo por Lei. Sempre foi oportuno eleitoralmente inaugurar DPs. Aumento proporcional de efetivo ???? Nada.
Exemplo flagrante disto, podemos comparar entre a DP de Itaquera na Capital que atende mais de meio milhão de habitantes e a Cidade de Piracicaba. Enquanto Itaquera tem uma só delegacia com efetivo mínimo de policiais Piracicaba que atende uma população inferior a 300.000 habitantes tem onze delegacias entre sete distritos, seccional e especializadas. Na Capital temos delegacia que atendem 11.500 ocorrências/ano com o mesmo número de escrivões e investigadores que as DPs de 5.500? Assim funciona o sistema atual. Precisamos dar mais exemplos?
Muito da culpa por esta inoperância, de quem não conhece um pouco do sistema, sempre recaiu sobre os policiais que na verdade são os menos culpados, mas sempre os mais execrados. Os ex-secretários de segurança que por lá passaram, ou não tiveram o devido apoio do governador ou simplesmente acomodaram-se nas suas belas poltronas de couro e deixaram o sistema seguir e se tornar inoperante, visto a investigação e resultados ser uma vitrine difícil de ser vista e analisada pela população. Estas gestões anteriores foram simplesmente nefastas à segurança pública paulista. Nem a imprensa notou (?).
Hoje temos um novo delegado geral de polícia, profissional do mais alto gabarito, conta com o apoio quase que unânime dos policiais civis que está tentando trabalhar a “recuperação judicial” da Polícia Civil. Lógico, está tendo apoio deste também novo secretário de segurança pública.
Este novo projeto proposto, irá funcionar com o efetivo humano hoje disponível e dentro de um conceito prático de prestação de serviços à população. A busca da investigação a partir do registro da ocorrência é um dos pontos fortes para que a investigação seja realmente iniciada, completada e os resultados positivos possam começar aparecer numa maior escala, condizente com índices aceitáveis.
Não é o ideal para a solução total e definitiva desejada, mas são as ferramentas que hoje possuem. É mais importante ter uma delegacia que funcione que duas ou três que nada produzam. Servidores deverão deslocados e concentrados nestas selecionadas.
Policial não se fabrica com liberação de novas verbas orçamentárias de uma hora para outra nem se encontra em prateleiras de lojas especializadas. Demanda tempo em concursos e cursos na ACADEPOL, que por sua vez tem quantidade limitada de vagas para formação de policiais. Este novo projeto está posto em duas seccionais. Nestas poderão ser corrigidos os problemas pontuais que com certeza aparecerão e após burilado o sistema será implantado nas demais seccionais. Não se trata de burocratizar os BOs. Trata-se de adequar o que existe amenizando os problemas atuais não informados à população e muitos poucos sabiam destes detalhes.
É esta a situação da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Precisamos dar um grande voto de confiança ao Dr Domingos e a esta sua nova equipe que tenta solucionar os problemas que receberam de bandeja pronta e muito mal arrumada.
“Pior que está não ficará”! Como diz o Dr Marco Antonio diretor do Decap.
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/14/a-burocratizacao-do-b-o/
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Como afirma um velho amigo:
Reengenharia do Decap. Sac do dr. Pacífico no 4º DP. Autoatendimento, tudo palhaçada, perfumaria. O cidadão quando se socorre da delegacia o faz querendo sentir a proteção do Estado pela violação de seus direitos, como vai se autoatender? Você já viu alguém gravemente enfermo ir ao hospital para se autoatender?
REENGENHARIA SÃO CINCO EQUIPES NO PLANTÃO COM DELEGADO, ESCRIVÃO E INVESTIGADOR.
DEPENDENDO DO DP ( 3º, 14º, 11º, 7º etc), em dias úteis, dois ou três escrivães e dois investigadores. Delegado assistente para dar férias aos colegas.
PARA AS COLETORIAS, DIGO, “CHEFIAS”, HAVERÁ REENGENHARIA E AUTOATENDIMENTO?
Por fim, ainda bem que o Quércia fez mágica com 10 ( dez ) Distritos Policiais…
Foi visionário, sabia do caos e os fez sumir fisicamente.
Ficaram na lei e no papel- moeda.
Segunda-Feira, 12 de Outubro de 2009, 20:27
Bandidos invadem Ciretran e levam 5.600 licenciamentos
De A Tribuna On-line
Marginais invadiram o imóvel onde funciona a 16ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), no Boqueirão, em Santos, e levaram 5.600 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVs), além de quatro câmeras digitais. Ninguém foi preso.
De acordo com o boletim de ocorrência, registrado no 7º DP, por volta das 23h30, policiais militares realizavam patrulhamento pelo Gonzaga, quando foram acionados para averiguar uma denúncia de que ocupantes de um veículo Fiat prata teriam pulado o muro da Ciretran, localizada na Avenida Conselheiro Nébias.
Quando a viatura chegou, os policiais viram que a porta do guichê número quatro havia sido arrombada. Provavelmente, os marginais entraram pela janela da sala de arquivo. Havia, ainda, vestígios de arrombamento em duas portas do setor de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A sala onde fica o cofre também foi arrombada e os marginais conseguiram abrí-lo, levando os 5.600 CRLVs. Em uma das salas, quatro máquinas digitais foram furtadas.