A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO É O REFLEXO DA NOSSA CÚPULA: UMA IMENSA, GIGANTESCA E INDESCRITÍVEL POUCA VERGONHA!!! 64

Enviado por É ISSO AÍ PESSOAL  em 21/10/2009 às 23:41

ACHEI MUITO ATUAL ESSE COMENTÁRIO E RESOLVI COPIAR E COLAR ISSO TEM QUE VIRAR UM TÓPICO PARA SER DEBATIDO E TODOS NÓS PODERMOS BESABAFAR COMO FEZ O NOSSO COLEGA

A NOSSA ATUAL CÚPULA DA POLÍCIA CIVIL, ASSIM COMO AS DEMAIS
QUE PASSARAM SÃO FORMADORES DE CORRUPTOS. TODOS QUE SE RELACIONAM COM A CÚPULA POSSUEM PERFIL DE CORRUPTO, SEQUESTRADOR E FAZ ACHAQUES COMO ROTINA DE TRABALHO. PARA A
CÚPULA, OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS, LOGO POUCO IMPORTA COMO, ONDE E DE QUE JEITO SERÁ A PRISÃO, MAS O QUE IMPORTA MESMO É O RESULTADO E A CONSEQUENCIA DO RESULTADO: DESTAQUE E DINHEIRO!
É ASSIM QUE A VIDA DE VÁRIOS POLICIAIS SÃO MANIPULADAS PELAS MÃOS DA CÚPULA….AH, ALGUÉM DESEJA UM DIA SENTAR NAS CADEIRAS DE LONGO ENCOSTO? POIS BEM, A CARTILHA PRINCIPAL É TER UMA VIDA PREGRESSA DE ACHAQUES E OUTROS TIPOS DE ROUBALHEIRAS….MAS TEM QUE SABER SER DISCRETO…..AO INVÉS DESTES PORCOS NOJENTOS DA CÚPULA BRIGAREM POR MELHORES SALÁRIOS PARA A NOSSA PC, CONDIÇOES DE TRABALHO E BENEFÍCIOS QUE VANGLORIEM O SER HUMANO POLICIAL, ELES CORREM COM O GOVERNADOR NOS ESQUEMAS MAIS SUJOS E BAIXOS QUE EXISTEM, TAL COMO O QUE REALMENTE O SÃO. A VIDA DA CÚPULA DA POLÍCIA SE RESUME EM PROSTÍBULOS, CORRUPÇAO, PERSEGUIÇAO, E OUTRAS SAFADEZAS QUE PASSAMOS A TER VERGONHA DE DIZER QUE SOMOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SÃO PAULO. NÃO POSSO DIZER DAS OUTRAS CÚPULAS DAS POLICIAS CIVIS DE OUTROS ESTADOS PORQUE NÃO AS CONHEÇO. MAS QUE MARANHÃO, PARAIBA, E DEMAIS ESTADOS POSSUEM ALGO QUE NOS DÁ INVEJA, AH, ISSO É VERDADE. ESPERO UM DIA TER DINHEIRO O SUFICIENTE PARA ACABAR COM OS BICOS, VIVER MAIS COM MINHA FAMILIA, PASSAR FÉRIAS DECENTES, E MANTER MINHA SAÚDE BUCAL SEM TER QUE ME ENDIVIDAR TANTO COMO ESTOU. CASO CONTINUE ASSIM, VIVENDO SÓ DO CONTRA-CHEQUE, COMO HONESTO QUE SOU, DEVEREI ACABAR VENDENDO LIMÃO OU FAZER COMO UMA CARCEREIRA QUE CONHEÇO E TAMBÉM É HONESTA: FAZ FAXINA NAS HORAS DE FOLGA PARA SOBREVIVER…..VCS NÃO ACREDITAM, É A MAIS PURA VERDADE…..NADA CONTRA ELES, OS FAXINEIROS, MAS PARA QUEM VIVE COMBATENDO O CRIME, LEVANDO DESAFOROS PARA CASA, PUXANDO PLANTÕES TERRÍVEIS, TER QUE FAZER FAXINAS NOS MAIS DIVERSOS LARES DA CIDADE, É REALMENTE O CÚMULO…AGORA, O QUE SERÁ QUE A CÚPULA ACHA DISSO? NADA ACHAM, POIS NÃO SÃO PAGOS PARA PENSAR NEM PARA AS DEMAIS CARREIRAS DA POLICIA CIVIL, TAMPOUCO PARA A PRÓPRIA QUE PERTENCEM….A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO É O REFLEXO DA NOSSA CÚPULA: UMA IMENSA, GIGANTESCA E INDESCRITÍVEL POUCA VERGONHA!!!

FORAM FORMADOS PELA CUPULA

O IMBROGLIONE ESTÁ CONFUSO: O promotor fez um acordo com uma entidade fantasma??? 1

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2009/10/21/condenados-pero-no-muchos/

No primeiro semestre do presente ano, o promotor eleitoral Maurício Lopes fez um TAC, um acordo chamado tecnicamente de termo de ajustamento de conduta, em face dessa coisa chamada AIB (Associação Imobiliária Brasileira), que havia sido denunciada por doar cerca de 11 milhões de reais para 46 candidatos a vereadores da capital paulista.

O promotor fez um acordo com uma entidade fantasma???

SALÁRIO PARA MORRER DENTRO DE HELICÓPTERO DA POLÍCIA CARIOCA: um dos soldados que morreu na explosão após a queda era de R$ 980,00…MAS O GOVERNADOR POSSUI MANSÃO MILIONÁRIA 13

Tripulação do helicóptero não recebia adicional de risco, dizem colegas

Clube da PM confirma e acrescenta que só pilotos têm o bônus.
Corporação diz que todos ganham; salário base de cabo é R$ 1.424,00.

Cláudia Loureiro Do G1, no Rio 

Cabos e soldados da Polícia Militar do Rio têm salário base de, no máximo, R$ 1.424,00 e R$ 1.182,00, respectivamente. Um tripulante de helicóptero do Grupamento Aéreo-Marítimo (GAM) informa que os seus colegas mortos ou feridos gravemente no sábado (17), no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio, não recebiam gratificação de risco pelo serviço e não usavam fardamento adequado, o macacão antichamas. A informação sobre o salário é confirmada pelo presidente do Clube da PM.
Os dois capitães – piloto e copiloto – ganham o adicional, diferentemente de soldados, cabos e sargentos. A assessoria da PM informa que todo seu pessoal do serviço aéreo recebe treinamento e bonificação.

 

O ex-corregedor da PM do Rio, coronel Paulo Ricardo Paúl, diz ter dúvidas de que toda a tripulação do helicóptero que pegou fogo recebesse gratificação por risco. Três militares lotados no GAM, e ouvidos pelo G1, garantiram que nem eles e nem os seus colegas mortos recebiam o adicional de risco.

 

Morreram no campo de futebol da Vila Olímpica de Sampaio, também na Zona Norte, os soldados Ediney Canazaro e Marcos Standler. Na segunda-feira, o cabo Izo Gomes Patrício, que tinha 80% do corpo queimado, morreu no Hospital da Força Aérea, na Ilha do Governador, no subúrbio, enquanto o Cabo Anderson Fernandes dos Santos permanece internado.

 

“As gratificações são apenas para pilotos e copilotos. Um copiloto recebe uns R$ 2.500 e a gratificação do piloto fica entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Isso varia de acordo com as horas de voo dele”, explica o tripulante que integra o Grupamento Aéreo Marítimo (GAM)

 

O presidente do Clube de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio (o Clube da PM), Jorge Lobão, também afirma que soldados e cabos que voam em combate não recebem nenhum tipo de bônus pelo risco e garante que o salário de um dos soldados que morreu na explosão após a queda era de R$ 980,00.    

Só oficiais recebem, diz policial 

A assessoria da Polícia Militar informou que toda a tripulação de helicóptero recebe gratificação e treinamento específico para a função. Os detalhes sobre os valores das gratificações não foram informados por causa do enterro do cabo Izo Gomes Patrício.

“No momento a corporação está enlutada pela morte do terceiro policial militar que morreu na ação criminosa de bandidos. Assim que pudermos, daremos maiores informações”, informou, por e-mail, a corporação.

Um dos militares que conversou com o G1 é terceiro sargento, está há 8 anos na PM e tem salário bruto de R$ 1.800. Segundo ele, desde dezembro de 2007 pilotos e copilotos recebem gratificação pelos voos, mas até hoje soldados e cabos não foram contemplados.
“Eles (os oficiais) recebem compensação orgânica pela atividade aérea por causa do desgaste que sofrem, mas o restante da tripulação, que também se arrisca, não tem”.  

Faltou macacão antichamas, diz tripulante  

O policial do Gam afirma que, quando o helicóptero fez o pouso de emergência na Vila Olímpica do Sampaio, apenas o piloto e o copiloto vestiam macacões antichamas.
“Eles (os traficantes) acertaram o tanque de combustível, por isso o helicóptero pegou fogo. Como a munição era traçante, ou seja, quente, o helicóptero pegou fogo. O vento foi jogando o fogo para trás. No momento que pousou, não tinha mais vento. Então, o fogo tomou conta de tudo e incendiou a aeronave. Os soldados e cabos estavam sem o macacão antichamas. Eles usavam apenas farda normal, um procedimento errado para quem voa”.

Um colega do cabo Izo, durante o enterro no cemitério da PM, em Sulacap, na Zona Oeste, criticou o fato de apenas os oficiais terem os macacões antichamas.

O coronel e ex-corregedor da PM Paulo Ricardo Paúl critica o governo estadual pela política de salários e benefícios na corporação.

“Certamente os pilotos do GAM recebem e sei que a gratificação é boa, mas os outros pode ser que não recebam mesmo. O que o governador Sérgio Cabral está fazendo é um absurdo, ele está criando uma série de salários diferenciados na polícia. Se um tenente for piloto de helicóptero e ganhar R$ 7 mil de gratificação, ele ganha mais que um coronel da PM com 30 anos de carreira. Para você ter uma ideia, em alguns batalhões os policiais recebem o Riocard, em outros não. Uma bagunça”, critica o ex-corregedor. 

Pilotos privados e na PM de São Paulo 

Em São Paulo, um piloto de helicóptero da Polícia Militar recebe aproximadamente R$ 7.000, segundo a sala de imprensa da corporação. É preciso ser capitão e ter o curso de pilotagem. A assessoria acrescenta que é provável que alguns profissionais tenham salários maiores do que esse.

 

Segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicópteros (Abraphe), o salário varia de acordo com a aeronave e a experiência. O salário de um piloto particular de helicóptero do mesmo porte do da PM (o AS 350, conhecido como esquilo), é de R$ 12 mil a R$ 16 mil, disse o presidente da entidade, comandante Cleber Mansur.
Outros salários de pilotos privados: pilotos de helicópteros Robison 44 (mais simples, com motor a pistão, inferior ao do AS350, que é turbina): R$ 5.500, em média. Pilotos de helicópteros biturbina (aeronave para voo noturno, dentro de nuvens): de R$ 20.000 a R$ 35.000.

 

* Colaborou Gabriela Gasparin 

JOGO DE CARTA MARCADA: MP PODE INVESTIGAR. DECISÃO FOI DO MP! 24

Imagine se para decidir se o MP pode ou não investigar participassem
três delegados e um advogado. O resultado, obviamente seria: NÃO PODE.
E diriam: não vale, não aceitamos, é antiético, politicamente
incorreto, pois têm interesse no caso, é um absurdo!
Agora, analisando: Em decisão unânime, a 2ª Turma do STF (Supremo
Tribunal Federal) reconheceu que o Ministério Público tem poder para
realizar e presidir investigações criminais. Segundo os ministros
Celso de Mello, Ellen Gracie, Joaquim Barbosa e Eros Grau, a polícia
não detém o monopólio da apuração de crimes e o MP pode até mesmo
dispensar o inquérito policial na hora de apresentar uma denúncia à
Justiça.
Uma ajudazinha:
Celso de Mello, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa, os três, oriundos do
MP.
Eros Grau, advogado.
Qual a seriedade da decisão, se foi tomada por quem, obviamente, tem
TODO O INTERESSE na causa?
Se fossemos um PAÍS sério, declarariam-se IMPEDIDOS, assim como estão
dizendo que o José Antonio Dias Toffoli não pode votar quando da final
decisão sobre a questão, porque já se manifestou sobre o tema, eles
também deviam declarar o impedimento. Ou é preciso algo mais CLARO
para afirmar que os três oriundos do MP votariam como votaram?
AUTORIA: Jorge Luiz – Delegado de Polícia, Presidente Prudente

HÁ VERDADES PARA TODOS OS GOSTOS: DA FOLHA, DE O ESTADO, DA RECORD E DA GLOBO 2

O ESTADO

Bruno Paes Manso e Marcelo Godoy : 

Prescreve um dos crimes de ex-promotor

Venceu a pena que Igor Ferreira da Silva teria de cumprir por ter provocado o aborto do bebê que sua mulher esperava

Um dia depois de sua detenção, os detalhes sobre a prisão do ex-promotor Igor apontam que o misterioso telefonema ao plantão do 31º Distrito Policial, na Vila Carrão (zona leste), teria sido feito pelo procurado. Igor queria se entregar para um policial que não colocasse sua vida em risco. A escolha da delegada Adanzil Limonta se justificava pelo fato de ela ter trabalhado por anos na zona norte de São Paulo, onde a família de Igor mora – o pai, Henrique, é advogado.

A policial recebeu anteontem à tarde um telefonema no 31º DP no qual uma voz masculina dizia que o ex-promotor estava na Rua Dentista Barreto. Ele estava foragido desde 2001, quando foi condenado pela morte da mulher, ocorrida em 4 de junho de 1998 em Atibaia, no interior. A delegada foi ao local. Abordou o homem e perguntou se era Igor. “Ele respondeu que sim e eu o prendi.”

Na hora de se registrar o caso no 31º DP, começou uma polêmica. Enquanto a delegada tentava comprovar a identidade do acusado, um outro policial, que desconhecia os detalhes do caso, fez o boletim de ocorrência sobre a prisão. Ele escreveu que o acusado se apresentara. Em seguida, a polícia fez outro boletim narrando a prisão após o telefonema anônimo.

Ao deixar a 5ª Delegacia Seccional e ser levado ao 40º DP, onde passou a noite de anteontem, o ex-promotor disse que se apresentou à polícia. “Eu me entreguei.” Igor não deu detalhes de sua fuga à polícia. Disse apenas que esteve em uma fazenda no interior e que ultimamente morava na capital. Estava sem dinheiro, abatido e cansado da perseguição da polícia. Há um mês e meio, policiais invadiram o apartamento de sua mãe em São Paulo. Em 2008, a chácara do pai de Igor foi revistada. O filho tinha o plano de se entregar há mais de um mês. A ideia contava com o apoio do pai…

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INSUPERÁVEL A VERSÃO PUBLICADA PELO ESTADÃO…MELHOR SÓ  EM CERTOS  RELATÓRIOS  POLICIAIS…

VERDADEIRA VERDADE!

FOLHA COMETEU MALDADE CONTRA O MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA E MEU SECRETÁRIO FERREIRA PINTO…ESSES DELEGADOS SÃO ALCKMISTAS FORMADOS NO DHPP… Resposta

O secretário da Segurança Pública da gestão de José Serra (PSDB), Antonio Ferreira Pinto, foi procurado ontem, mas não se manifestou sobre o caso. A Folha também pediu para entrevistar a delegada Adanzil, mas não obteve resposta.

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Com efeito, se há falsidade documental em relação às circunstâncias do cumprimento do mandado de prisão, a única manfiestação possível: afastar toda a cadeia de comando policial  e instaurar o devido processo legal para apuração das faltas.

Afinal, com mais essa alckmia,  comprometeram a credibilidade das políticas implementadas pelo Governo. 

Sem falarmos naquelas alckmias tipo:

Transformar homicídio em requisição de necropsia…

Especialidade daquele quase cardeal ;  analista criminal erga omnes da corte de Dom Domingos I. 

Também, colocar camisa do PT em sequestrador;

Transformar homicídio qualificado por motivos de ordem política em sequestro qualificado pela morte da vítima…

Até o perdido em mala de governador … 

Kisato…Deixa prá lá!

PERA LÁ! NA POLÍCIA CIVIL BANDEIRANTE NÃO HÁ DELEGADO MENTIROSO…SÓ DESMEMORIADOS E EQUIVOCADOS 5

c2110200901Polícia inventou versões sobre prisão de Igor

Em um 1º boletim de ocorrência, ex-promotor se entregou; no 2º, foi preso na casa da família; já para secretaria, foi detido na rua após denúncia

Delegado disse que os BOs estão errados e que ele foi preso após ligação anônima; família garante que ex-promotor se entregou

João Clara/”Diário de S. Paulo”  

Igor Ferreira da Silva, que ficou 8 anos foragido, ao deixar o 40º DP rumo ao presídio de Tremembé

ANDRÉ CARAMANTE
ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

A Polícia Civil de São Paulo produziu três versões totalmente distintas para tentar explicar como o ex-promotor Igor Ferreira da Silva, 42, foi encontrado na tarde de anteontem após mais de oito anos foragido.
Na primeira delas, Igor “se apresentou espontaneamente” no 31º Distrito Policial, na Vila Carrão (zona leste de SP), conforme o boletim de ocorrência nº 3449. Na segunda, ele foi “preso na casa de familiares”, segundo o boletim nº 3451, registrado na mesma delegacia.
A terceira versão para o encontro do ex-promotor, condenado a 16 anos pela morte da mulher Patrícia Longo, grávida de oito meses, foi apresentada em uma nota da assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública e também durante uma coletiva à imprensa.
Por essa versão, a delegada Adanzil Limonta recebeu denúncia anônima e foi à rua Dentista Barreto, perto do 31º DP, e lá encontrou Igor parado. Em nenhum dos dois BOs consta o nome dessa rua. A ligação, segundo apurou a Folha, foi para o celular da policial.
O informe da Segurança Pública também afirmou que a “investigação imediata” só aconteceu por causa do novo sistema de atendimento em parte das delegacias da capital. Por esse sistema, que tem recebido críticas, várias delegacias restringiram o atendimento ao público em situações consideradas mais graves.
A família do ex-promotor afirma que ele se entregou à polícia, depois de ter combinado sua apresentação com a delegada Adanzil, amiga de parentes de Igor. O próprio ex-promotor, anteontem, disse a jornalistas que tinha se apresentado espontaneamente.
Questionado pela Folha, o delegado Nelson Silveira Guimarães, chefe da Polícia Civil em parte da zona leste, disse que os dois BOs estão errados.
Segundo ele, a versão correta é a divulgada pela nota da Secretaria da Segurança, de que ele foi preso após uma denúncia anônima. E afirma: o ex-promotor não se entregou.
A prisão do ex-promotor era considerada o mais cobiçado “troféu” das autoridades da Segurança Pública.
Os dois boletins de ocorrência constam como escritos pela delegada Adanzil e pelo escrivão Joarez Dias Lima.
Segundo o delegado Guimarães, a delegacia Adanzil só redigiu o primeiro boletim -ele disse não saber por que ela cometeu o erro. Já o segundo, diz Guimarães, foi ditado por uma outra pessoa que ele “não pode identificar publicamente”.
Segundo o pai de Igor, o advogado Henrique Ferreira da Silva Filho, o promotor foi levado em um carro da família até a rua Dentista Barreto e ligou para o celular da delegada pedindo que ela fosse ao seu encontro em um carro particular -o que foi atendido por ela.
A decisão de Igor de se entregar à polícia, ainda segundo seu pai, foi tomada por ele há cerca de um mês, quando pessoas que se disseram policiais invadiram a casa da família à procura dele. Nessa invasão, móveis foram quebrados. Por isso, ele decidiu procurar a delegada.
O secretário da Segurança Pública da gestão de José Serra (PSDB), Antonio Ferreira Pinto, foi procurado ontem, mas não se manifestou sobre o caso. A Folha também pediu para entrevistar a delegada Adanzil, mas não obteve resposta.

ETA! AS VÁRIAS VERSÕES DA VERDADE: A VERSÃO DO DIRETOR…A VERSÃO DO SECCIONAL…A VERSÃO DO TITULAR…CADÊ A REAL? 5

Polícia dá três versões diferentes para prisão de ex-promotor
21 de outubro de 2009 05h39 atualizado às 05h40

Três versões diferentes para a prisão do ex-promotor Igor Ferreira da Silva, acusado de ter matado a mulher grávida, há oito anos, foram produzidas pela Polícia Civil, segundo afirma o jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira.

A mulher do ex-promotor, Patrícia, grávida de sete meses, foi encontrada morta com dois tiros na cabeça, em 2001. Em sua defesa, Silva afirmou que a mulher foi assassinada por assaltantes que nunca foram localizados. Na época do julgamento, um teste de DNA mostrou que o bebê que a vítima esperava não era do ex-promotor, que sempre negou o crime. Ele foi localizado ontem após passar mais de oito anos foragido.

De acordo com a publicação, na primeira versão apresentada pela polícia, Silva teria se apresentado espontaneamente no 31º DP, localizado na zona leste de São Paulo, segundo atestaria um boletim de ocorrência. No entanto, em outro boletim de ocorrência, registrado na mesma delegacia, conta que Silva foi preso na casa de parentes.

Na terceira versão, apresentada pela assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, a delegada Adanzil Limonta teria recebido uma denúncia anônima, em seu telefone celular, de que o promotor estaria na rua Dentista Barreto, onde ele teria sido encontrado. O nome da rua não consta nos boletins de ocorrência.

Já a família do promotor disse que ele negociou se entregar à polícia após conversar com a delegada, que seria amiga de parentes de Silva. O chefe da Polícia Civil na zona leste paulista, delegado Nelson Silveira Guimarães, disse ao jornal que os dois boletins de ocorrência estão errados.

MEU SECRETÁRIO, QUAL O FUNDAMENTO PARA A DEMISSÃO DE ACUSADO DE FALTA DISCIPLINAR MENOS GRAVE, QUANDO AUTORES DE MAIS GRAVES – EVENTUAIS CRIMES – FORAM APENAS SUSPENSOS 16

GABINETE DO SECRETÁRIO
Resoluções
De 19-10-2009
Aplicando:
à vista do apurado nos autos de Processo Administrativo
Disciplinar GS/260/09 – DGP/7.396/08 – Vols. I e II, e nos termos
dos artigos 67, inciso IV, 69 e 70, inciso II, da Lei Complementar
n.º 207, de 05 de janeiro de 1.979, alterada pela Lei Complementar
n.º 922, de 02 de julho de 2.002, a pena disciplinar mitigada
de Suspensão por 90 dias, a RODRIGO SALES MANZIERI, RG
26.828.949, Investigador de Polícia de 3ª Classe, efetivo, do
QSSP, lotado na DGP e classificado no Demacro, com sede de
exercício na Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos – DISE,
por infração ao disposto nos artigos 62, incisos II, III, IV e IX, 63,
inciso XXX e 74, inciso II, todos do mesmo diploma legal. Dra.
Clara Maria Paula de Andrade Minto – OAB/SP 25.096.

à vista do apurado nos autos de Processo Administrativo
Disciplinar GS/473/09 – DGP/10.558/08 – Vols. I e II, e nos termos
dos artigos 67, inciso V, 69, 70, inciso II, da Lei Complementar n.º
207, de 05 de janeiro de 1.979, alterada pela Lei Complementar
n.º 922, de 02 de julho de 2.002, a pena disciplinar de Demissão
a CARLOS EDUARDO MORENO, RG 16.636.266, Agente Policial
de 1ª Classe, efetivo, do QSSP, lotado na DGP e classificado no
Deinter 2 – Campinas, por infração aos artigos 62, incisos II, III
e IX e 74, inciso II, do mesmo diploma legal. Dr. Pedro Alves
Cabral – OAB/SP 131.873.
à vista do apurado nos autos de Processo Administrativo
Disciplinar GS/75/09 – DGP/5.537/08 – Vols. I a III, e nos termos
dos artigos 67, inciso IV; 69; 70, inciso II, da Lei Complementar
n.º 207, de 05 de janeiro de 1.979, alterada pela Lei Complementar
n.º 922, de 02 de julho de 2.002, a pena disciplinar mitigada
de SUSPENSÃO por 90 dias a WASHINGTON APARECIDO
BUENO, RG 16.777.876, Investigador de Polícia de 1ª Classe,
efetivo, do QSSP, lotado na DGP e classificado no Demacro, com
sede de exercício na Delegacia Seccional de Polícia de Franco da
Rocha, por infração ao disposto nos artigos 63, inciso XIV e 74,
inciso II, do mesmo diploma legal. Dr. Jorge Henrique Monteiro
Martins – OAB/SP 105.227.

CURIOSOS ERAM OS OUTROS…DEVASSADORES DO LOCAL ERAM OS OUTROS…OS DESTROÇOS PROPRIEDADES DO ESTADO, MEMÓRIA DE UMA NAÇÃO…AH, MAS O ÓCULOS REDONDOS DO DR. CERCIARI…TU DEVOLVEU , INTRUSO POLICIAL? 4

Uma “Columbia” paulista…
 
É triste mesmo a falta de respeito que alguns indivíduos demonstram pelas coisas alheias. Aquilo que meus pais me ensinaram, de não pegar o que não me pertence, parece que é esquecido pela maioria das pessoas. O pior, no caso da Columbia, é que aqueles destroços representam parte da lembrança de um acontecimento terrível, de comoção mundial. Claro que nada irá trazer de volta aqueles astronautas; aqueles destroços são apenas peças de um quebra cabeça. Porém, o respeito à memória de heróis deve prevalecer. Um país que faz questão de mostrar que esse sentimento é importante é, justamente, os EUA. Se tudo o que tem passado na televisão é verdade, não sei. O que não se pode ignorar é que o orgulho de ser americano é bem maior que a vaidade pessoal. Isso qualquer americano demonstra dentro e fora do país. Às vezes com extremado exagero, é claro. Mas é inevitável que eu trace um paralelo com um fato menos recente.
 
Creio que os senhores se recordam de um acidente envolvendo um helicóptero da PCSP em julho de 2001. Precisamente no dia 14/07. Dois delegados, um investigador de polícia e um agetepol eram os tripulantes. Atendendo à uma ocorrência de perseguição à auto roubado. Localizaram os acusados em uma área industrial à beira de uma rodovia e iniciaram os procedimentos de abordagem. Enquanto isso, várias viaturas da PC e PM já estavam próximas. Ao fazerem a aproximação para pouso, foram recebidos à tiros. A aeronave manobrou para se afastar, porém seu rotor de cauda tocou em uma rede de alta-tensão, sendo seriamente danificado. Um helicóptero de uma empresa de vigilância aérea estava próximo percebeu algo de estranho e, no relato do piloto, só pode ver que o “Pelicano” caía, com forte inclinação, diretamente contra o solo. No CEPOL, todos estremeceram com a informação enviada via rádio por um desesperado policial: “CEPOL! O Pelicano caiu!”. O operador da cabine pediu confirmação e a resposta foi a angustiante repetição da frase anterior. À essa altura, a figura bonachona do cheda equipe estava transformada. Já sentado defronte ao console, aquele chefe, pai do agetepol Marco Toledo, somente ouvia as transmissões entre as viaturas e os pedidos para equipes de emergência irem para o local. Em instantes, equipes de resgate do Corpo de Bombeiros estavam chegando, juntamente com outro helicóptero “Águia” da PMSP.
 
A cena era trágica. Peças do aparelho se espalhavam por um raio de trezentos metros, misturadas com estojos de pistolas e de fuzil. Pude ver mais tarde pela TV, que policiais que estavam alí choravam copiosamente. Próximos aos destroços, três corpos, seriamente traumatizados: dos delegados, dr. José Maurício de Aguiar Cerciari, dr. Otávio Marcos Corrêa Viola Trovillo e o investigador José Osório Arruda Campos Rodrigues (“Zezo”). Milagrosamente resgatado com vida, embora bastante ferido, o agetepol Marco Aurélio de Toledo, meu sobrinho. 
 
Eu trabalhava em uma empresa de informática nessa época, e estava voltando para a polícia, aguardando apenas o chamado para a Academia. Em minha sala, no setor de suporte, nesse sábado quente e sufocante, apenas eu e outro analista estávamos atendendo clientes esporádicos. Fiquei surpreso ao ver minha esposa aparecendo no corredor, junto com meu amigo, gerente da empresa. Seus olhares me perturbaram. Sabia que algo estava acontecendo. Uma sensação esquisita. Bastou apenas uma frase: “Houve um acidente com o Pelicano”!  – e desabei. Corremos para o carro de meu amigo e ele praticamente voou para a casa de meu cunhado. No caminho os repórteres anunciaram que familiares dos policiais estava no hospital. Fomos direto para lá e mergulhamos em toda aquela movimentação. Minha irmã, mãe do Marco, e minha sobrinha, também agetepol, estavam em choque. Meu cunhado, completamente “passado”. Com ele estava o dr. Desgualdo, delegado geral, visivelmente emocionado também. Ao redor, alguns passos dalí, delegados diretores de departamento e muitos outros policiais. É algo tocante, ver aqueles homens, forjados à fogo dentro da realidade da violência de São Paulo, deixar aflorar um lado tão humano e tão básico quanto a tristeza, a dor, a saudade. Abraçamo-nos com nossos familiares, orando à Deus a sua misericórdia pela vida do Marco e pela consolação para os familiares dos companheiros mortos. Ví quando levavam o Marco para a sala de tomografia computadorizada. Tive que segurar minha sua mãe para que ela não invadisse a área restrita, mas não poderia nunca evitar que ela o fitasse, mesmo que por alguns segundos. Propositadamente, deixei que ela me empurrasse para o limite próximo à numerosa equipe que acompanhava a maca. Uma médica se aproximou e explicou que não poderíamos estar alí, mas entendeu minha manobra e assentiu. Logo entraram no elevador e desapareceram. Cenas de guerra. Viaturas saiam e chegavam. Aquela noite seria bem longa para todos. E as que se seguiram também.
 
No dia seguinte, fui com um investigador e uma escrivã, amigos de meu sobrinho, até o local da queda. Haviam alguns curiosos ainda, ao longo do trecho da rodovia. Carros paravam e saíam, curiosos e mais curiosos. Descemos da viatura, atravessamos o terreno baldio sob as torres de alta tensão, e nos aproximamos do perímetro. Duas viaturas da PC estavam preservando os destroços. Logo um dos investigadores se aproximou e perguntou alguma coisa. Os policiais que estavam comigo se identificaram e me apresentaram. O rapaz, com um fuzil na mão, permitiu que passássemos. Olhei em volta tentando entender o que ocorreu. A aeronave parecia ter sido aingida por um míssil, pois a cabine foi reduzida a pedaços do tamanho de uma caixa de bebidas. Sua cauda, tombada, com a inscrição Polícia Civil e o número 2 no direcional sobre o rotor, alí, em meio a pedras e um brejo raso, de capim muito alto e com cheiro de combustível. Me sentí anestesiado. Tentei imaginar os últimos segundos daqueles homens. Pensei no “jeitão” deles, se preparando para a decolagem, que acompanhei algumas vezes. Meu sobrinho e o sinal de positivo dele. A figura peculiar do dr. Cerciari, e seus óculos redondos. O contato dos pilotos com a torre e seus códigos. O olhar da equipe de terra vendo-os desaparecer além dos prédios em mais uma missão. Achamos os óculos do dr. Cerciari, caídos em meio aos destroços. Sem lentes. Com sangue coagulado. Peguei-os, dei um jeito de limpá-lo e guardei. Mais tarde, seriam entregues para os familiares. Não pensei em nada além de levar uma lembrança para a família. Achei que, ao tirar aquelas manchas de sangue, eles sofreriam menos. Ainda estava meio alheio ao mundo quando ví dois dos policiais responsáveis pela guarda, pegando algo nos destroços. Conversavam baixinho com um sorriso discreto no rosto. Um pegou parte de um cinto de segurança. Outro veio até nós com calendários que ele pegou sob os restos de um banco de piloto. Eram ums “mimos” que a equipe transportava, tal qual um cartão de visitas. O policial me ofereceu uma daquelas dobraduras: “Leve como lembrança dos ‘companheiros’!”. Não sei se o que sentí foi raiva ou pena. Talvez a mistura única entre os dois. “Amigo, estou com meu sobrinho na cama do hospital, lutando para sobreviver a isso tudo. É a única lembrança que quero desse lugar” – respondi. Aquele homem, meio sem jeito, voltou os olhos para o local da queda, olhou para seu companheiro, que guardava o cinto. Devolveu os calendários ao local de onde foram pegos. Foi até a viatura, conversou alguma coisa com o outro e ficaram alí. O que foi feito do cinto eu não sei. Mas que os policiais que estavam comigo quiseram “arrumar para a cabeça” daqueles dois, quiseram. Eu assumo que não deixei. Achei que não ajudaria em nada criar outro problema. Quem sabe tenham aprendido a lição. Se não, não era problema meu, só não pude deixar de falar. Em outra situação talvez minha atitude fosse diferente, mas haviam coisas moralmente mais importantes a ser feitas no momento. Voltei para o hospital. Fiquei quatro dias sem dormir, junto com minha família. O Marco ficou quarenta dias na UTI, desafiando os médicos. Ele sempre foi assim. Aquele jovem ainda luta, em sua casa, cuidado pelos seus pais. Não fala ainda, não sabemos até que ponto sua memória foi afetada. Mas está começando a demonstrar emoções. Ele sorrí, emite sons. Está se reprogramando, ressurgindo da escuridão que o cerca. A cada progresso, festejamos.
 
Seus pais são heróis, tal como o filho, que foi condecorado pelo governador Geraldo Alckmin em uma emocionante cerimônia pública, a qual compareceram também os representantes das famílias dos demais policiais, mortos no acidente. Sei que me extendi. Se eu tivesse apenas recortado e colado a notícia de algum jornal, não seria a mesma coisa para quem lê. É por isso tudo que fica difícil para mim entender algumas situações sem me colocar como uma das pessoas envolvidas. Se praticarmos essa atitude, ficará mais fácil entendermos uns aos outros.
 
O respeito mútuo está desaparecendo. Desvia-se dinheiro da previdência, arquivam-se processos contra políticos corruptos, furta-se destroços de naves espaciais, despreza-se o próximo simplesmente porque desconhecemos seus sentimentos. Não dá para ser assim com todos, mas precisamos começar a enfrentar situações com isso em mente. Se não for o caso de aplicar essa política, não se pode pecar pela omissão. Aquelas peças da Columbia ou do Pelicano não nos pertencem, são propriedade do Estado. São a memória de uma nação. Finais de história de vidas que lutavam por nós ou representavam nossos sonhos. Mas viveram nossos pesadelos.
 
Márcio Almeida   
Agetepol – CEPOL – SP

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Moral da estória?

Cada um que descubra a moral do caso. 

Grifos do blog.

FONTE: PHA http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=20572

Cardoso em 20/outubro/2009 as 1:05

A queda do helicóptero da Polícia de São Paulo
As primeiras matérias jornalísticas sobre a queda deste helicóptero Pelicano da Polícia de SP em 14/07/2001, constavam que o motivo da queda foi o choque da aeronave policial com a fiação elétrica de uma rodovia durante perseguição a bandidos, onde morreram 3 policiais (2 delegados e 1 investigador). Porém em 10/09/2001 no site da Folha há uma matéria dizendo que haviam prendido um menor infrator que estava no grupo que os policiais da aeronave perseguiam naquela oportunidade. Ali diz que “O helicóptero foi derrubado.”
O link é este: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u36809.shtml

Aqui um relato mais preciso de um policial, tio do único sobrevivente daquele Pelicano:
http://www.mail-archive.com/policia-br@grupos.com.br/msg10642.html

Em 16/12/08 um outro helicóptero em São Paulo foi atingido e quase caiu:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pcc-usou-arma-de-pm-em-assalto-em-sao-paulo,294565,0.htm

O ESCLARECIMENTO DO CRIME DEVE SER ATRIBUÍDO AOS DILIGENTES DELEGADOS DE ATIBAIA Resposta

O Portal de Notícias da Globo

20/10/09 – 18h07 – Atualizado em 20/10/09 – 18h07

Confira a cronologia de caso do ex-promotor Igor Ferreira da Silva

Ele foi preso nesta segunda-feira (19) na Zona Leste de São Paulo.
Condenado pela morte da mulher, Igor estava foragido desde 2001.

 Do G1, em São Paulo*

 

Ex-promotor Igor Ferreira da Silva é transferido para penitenciária em Tremembé (Foto: Paulo Liebert/AE)

4 de junho de 1998 – Advogada Patrícia Aggio Longo, grávida de sete meses, é encontrada ferida com dois tiros na cabeça dentro de uma caminhonete na estrada de um condomínio em Atibaia, a 64 km da capital paulista. Ela foi levada para um hospital, onde morreu. O marido dela, o então promotor Igor Ferreira da Silva, contou que criminosos armados pararam o veículo e o obrigaram a descer, levando a mulher dele.

7 de junho de 1998 – Vigia do condomínio em serviço na noite do crime reconhece Igor como o homem que viu caminhando perto do local. Segundo a testemunha, o promotor não pediu ajuda a ele. Igor teria caminhado cerca de 3 km até um posto da polícia rodoviária, onde solicitou socorro.

9 de junho de 1998 – Indivíduo conhecido como “Romário” é considerado suspeito pela morte de Patrícia, de acordo com descrição fornecida pelo promotor à polícia.

18 de junho de 1998 – “Romário” não é reconhecido por Igor, e acaba liberado.

Junho de 1998 – Polícia recolhe cápsulas de pistola 380 na casa do promotor. A perícia conclui que elas saíram da mesma arma usada no assassinato de Patrícia. O promotor admite que possuía uma pistola 380, mas afirma que a vendeu.

Junho de 1998 – Promotor entrega um paletó preto à polícia. O exame residuográfico dá negativo, ou seja, não detecta presença de pólvora na roupa. Laudo do Instituto de Criminalística conclui, um mês depois, que Igor usava um paletó azul marinho no dia do crime – peritos compararam a roupa preta com fotos feitas na noite da morte.

 

20 de junho de 1998 – Polícia prende Igor Ferreira e seu irmão Eger Ferreira porque os dois possuíam em casa armas de uso exclusivo das Forças Armadas.
25 de junho de 1998 – Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decide soltar Igor e o irmão, sob alegação de que ambos tinham bons antecedentes.
7 de agosto de 1998 – Procuradoria Geral de Justiça denuncia Igor Ferreira pelo homicídio de Patrícia Longo. A denúncia é fundamentada na declaração de testemunhas e em exames do Instituto de Criminalística.
8 de outubro de 1998 – Justiça aceita, por unanimidade, denúncia contra o promotor pela morte da mulher. Desembargadores mantêm prisão preventiva, que já havia sido decretada. Ele é preso na capital paulista.
Outubro de 1998 – Mulher do preso José Genivaldo Ramos acusa irmãos do promotor de ter contratado o detento para assumir o assassinato da advogada.
18 de novembro de 1998 – Promotor é libertado após ficar por mais de 40 dias preso. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) revogou a prisão preventiva dele.
22 de fevereiro de 1999 – O corpo da advogada Patrícia Longo é exumado, a pedido da defesa, para realização de exame de DNA.
14 de junho de 1999 – Resultado de exame de paternidade feito a pedido da defesa de Igor é divulgado. Laudo da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) conclui que o promotor não era pai do filho que Patrícia esperava.
18 de abril de 2001 – Igor Ferreira da Silva é condenado a 16 anos e 4 meses de prisão e à perda do cargo público pela morte da mulher e por aborto do filho que ela esperava. A decisão foi dos desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo que, pela primeira vez, julgaram um promotor por homicídio.

Ano de 2003 Igor, ainda promotor, mas afastado do cargo, é julgado também pelo crime de porte ilegal de arma e tem a pena aumentada em 2 anos.

4 de janeiro de 2006 – Igor Ferreira é exonerado do cargo de promotor público estadual.

19 de outubro de 2009 – Ex-promotor é preso na Zona Leste de São Paulo.

TEM “TRUQUE” NA PRISÃO DO EX-DELEGADO E EX-PROMOTOR IGOR…QUE PENA! 15

20/10/09 – 08h54 – Atualizado em 20/10/09 – 10h33

‘Eu me apresentei’, diz ex-promotor preso em SP após 8 anos foragido

Igor da Silva contesta versão da polícia de que foi preso após denúncia.
Acusado de matar mulher disse ter procurado delegacia para se entregar.

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo

“Oportunamente, eu vou falar. Houve violação dos Direitos Humanos. Eu me apresentei. Depois eu vou falar com calma”, disse na segunda-feira (19) à noite o ex-promotor Igor Ferreira da Silva, condenado a mais de 16 anos de prisão sob a acusação de ter matado a tiros a mulher, Patrícia Aggio Longo, em 1998. Igor contesta a versão oficial apresentada pela Polícia Civil de São Paulo, que informou à imprensa que a prisão do ex-promotor, após ter ficado oito anos foragido, foi feita pela equipe de capturas após denúncia anônima.

A frase de Igor foi dita aos jornalistas na sede da 5ª Delegacia Seccional, anexa ao 81º Distrito Policial, no Belém, Zona Leste da capital. Na ocasião, o ex-promotor ia passar por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). A polícia não permitiu que a imprensa conversasse com o preso.

Invenção

Procurado para comentar o assunto, o delegado seccional Nelson Guimarães afirmou ainda na segunda-feira que a história de que Igor se entregou foi inventada e que ele, na verdade, havia sido preso.

“A delegada colocou inicialmente ‘apresentação espontânea’, mas depois corrigiu [e pôs que Igor foi preso]”, disse o seccional. “O delegado titular fez um adendo [colocando que o ex-promotor foi preso e não apresentado] ao primeiro boletim de ocorrência.”

De acordo com Guimarães, essa mudança e adendo no boletim foi que gerou toda a confusão.

Sobre a denúncia que Igor fez sobre ter havido “violação dos Direitos Humanos”, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo foi procurada pelo G1 para comentar o assunto, mas não se manifestou.

Grávida

O ex-promotor está preso no 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, na Zona Norte de São Paulo. Há a possibilidade dele ser transferido para a Penitenciária de Tremenbé no interior de São Paulo, ainda nesta terça.

Igor era foragido da polícia e foi condenado a 16 anos e quatro meses de prisão, em 2001, pela morte de Patrícia, que estava grávida de sete meses. O crime aconteceu em Atibaia, a 60 km de São Paulo.

O ex-promotor culpa um ladrão que, segundo ele, abordou sua mulher na rua. Segundo ele, Patrícia Aggio Longo foi então sequestrada e morta. Ela levou dois tiros na cabeça. A Procuradoria, no entanto, acusou o promotor de ter matado a mulher. Um teste de DNA realizado mostrou que o bebê não era filho de Igor.

Em 2006, o Órgão Especial do TJ decretou a perda do cargo de promotor. O mandado de prisão do ex-promotor tinha validade até 17 de abril de 2021.

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Palhaçada! Palhaçada!

Se a apresentação espontânea for confirmada –  tudo indicando que foi – mais um “truque” que apenas servirá para aumentar o descrédito da carreira dos Delegados de Polícia.

A LEI LIMITA A POLÍCIA, NÃO O MARGINAL 3

ARTIGO

A lei limita a polícia, não o marginal

Nevoeiro Júnior

Quem de nós já não ouviu dizer “a polícia prende, a Justiça solta”?. Creio que todos já ouvimos, senão igual expressão ou algo bastante parecido.
Quem de nós não se sente inseguro com a violência que campeia em todos os quadrantes de nosso país? Penso que todos já falamos ou ouvimos este bordão em nosso dia a dia.
Quem de nós já não ouviu dizer que “a bandidagem já não mais tem medo da polícia”?, pois sabe de suas “garantias constitucionais”.
Quem de nós já não tomou conhecimento ou viveu uma cena de violência contra si ou pessoas próximas? Eu já vivi e confesso o desconforto que isso representa.
Ocorre, porém, que nós não discutimos o porquê desta realidade. Quais seriam os motivos de tal insegurança avançar a cada dia e celeremente em nossa cidade, nosso estado e nosso país?
É mais fácil, mais cômodo jogar a culpa sempre na polícia. Afinal, trata-se do elo mais fraco da corrente, se comparado com o apanágio de garantias dadas ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. Ela é sempre a “Geni” de plantão.
Foi a Constituição de 1988 que apequenou, algemou a ação policial. Foi ela quem colocou a sua centenária história de serviços prestados à nossa Pátria à mercê de uma nefasta burocracia, onde seus membros quase nada podem fazer. São quase sempre obrigados a submeter-se a essa burocracia de horas perdidas para conseguir, quando conseguem, um simples mandado de busca ou uma prisão cautelar, apenas para exemplificar.
Por outro lado, o quadro de policiais é praticamente o mesmo há mais de uma década e sua proporção por habitante vem sendo diminuída ao longo dos anos e de forma assustadora.
É claro que estes não são os únicos fatores desencadeadores da violência. Outros também existem e não são objeto deste artigo.
São os policiais, quase sempre, ameaçados de, disciplinarmente, se verem processados pelas Corregedorias, pela Justiça, levando-os a apresentarem-se de forma intimidada, sendo uma polícia de papel, que pouco pode fazer, mercê à constituição “cidadã” que garantiu à bandidagem o direito de agir como querem, pois conhece os escaninhos das polícias em toda nossa Pátria e, mais grave ainda, servindo-se de sua fragilidade para garantir uma quase impunidade.
Ah, se um policial dirige-se em tom mais elevado de voz a um marginal ou, num momento de nervosismo, comete o desatino de praticar qualquer ato violento, mesmo que numa reação a ato perpetrado pelo bandido… Corre o risco de ser afastado de suas funções. Dependendo do fígado da autoridade a quem se submete, no processo muitas vezes humilhante, acabam em certas situações por perder o cargo, sendo demitido “a bem do serviço público”.
Em sã consciência, qual a motivação que tem a polícia em agir com rigor, ante tantas ameaças como aquelas aqui sucintamente apresentadas? Claro que praticamente nenhuma vontade em atuar. Enquanto isso acontece, vamos nos adaptando à violência.
Enquanto não prestigiarmos as polícias, enquanto não dermos condições legais de operacionalização a elas, ficaremos cada vez mais prisioneiros em nossas casas, perdendo nosso direito de ir e vir, enquanto a bandidagem segue ganhando a cada dia, face a essa nefasta Constituição, ao menos em relação ao aqui tratado, espaços cada vez maiores.
Este não o Brasil que sonhei para mim e nem para meus descendentes. Creio que também não seja o seu sonho.

(O autor é sociólogo e ex-prefeito de Rio Claro. http://www.twitter/nevoeirojunior)

REESTRUTURAÇÃO, MAS QUE REESTRUTURAÇÃO? 29

Enviado por JOW em 20/10/2009 às 12:49

Fala Guerra

Aquele projeto de lei denominado reestruturação foi esquecido heim. E ainda tem operacional dizendo que vai ganhar igual o perito do IC. Ahh! Falaram que consta naquele anexo I do projeto que a remuneração do Delegado vai ser a mesma do Desembargador do TJ-SP.
J o W !!

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Jow, o projeto foi encaminhado pelo Secretário,  para análise e propostas , ao DETRAN, Polícia Científica, IIRGD, CORREGEDORIA, PM…etc…etc.

Entende?