PCC apavora Zona Leste de SP. Escolas e comércio baixaram as portas. Segurança tucana continua um lixo 41

http://www.pannunzio.com.br/archives/11911

A onda de pânico foi deflagrada pelo Primeiro Comando da Capital, o PCC, em represália às execuções levadas a efeito por bandidos fardados da ROTA na noite da última segunda-feira. Seis pessoas foram mortas supostamente por resistir à abordagem das equipes da PM. A polícia informou que o grupo era formado por 14 integrantes do PCC que estariam discutindo o resgate de um preso de um presídio paulista.

BAIXADA SANTISTA – A ROTA veio fazer varredura para a visita do Governador; por conta do baculejo geral a bandidagem executou policial militar do 21º BPM-I 10

Policial Militar morre após ser baleado em Vicente de Carvalho

De A Tribuna On-line Atualizado às 15h53

Um policial militar morreu  nesta quarta-feira após ser alvejado por tiros, inclusive de fuzil,  em  na Vila Áurea, em Guarujá. Segundo informações da Policia Militar, o oficial Edilson Avelino de Sales, de 37 anos, foi surpreendido por criminosos quando chegava em sua casa, em Vicente de Carvalho. O crime ocorreu às 7h15.

Ainda segundo a policia, os assassinos fugiram sem ser identificados. O policial chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro, mas não resistiu aos ferimentos.  O policial morava na Rua São José dos Campos há cerca de 15 anos. A casa é anexa a uma escola.

No momento do assassinato,, o soldado estava fardado em seu Corsa, preto, e tinha acabado de chegar do trabalho. Lotado na 2ª Cia do 21º BPM/I, a vítima fazia trabalho interno, atuando no Serviço de Dia.

Conforme o apurado, o policial estava sozinho no veículo e não chegou a descer do automóvel. Uma testemunha disse à polícia que dois homens se aproximaram, portando armas longas.

Edilson não teve tempo de reagir e foi alvejado na cabeça, peito e braço direito. Os atiradores  fugiram correndo.  A perícia identificou ma cena do crime cápsulas deflagradas dos calibre 556 (usadas em fuzil), 9 mm e .40.

Socorro

A Polícia Militar foi avisada e a vítima chegou a ser levada até o Pronto Socorro de Vicente de Carvalho, mas não resistiu. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guarujá, para realização de exame necroscópico.

Aparentemente nada foi levado do PM. Ele estava com duas pistolas, sendo uma da corporação, calibre .40, e outra particular, calibre 380.

Segundo a polícia, o soldado não teria informado sobre ameaças. O caso foi registrado no 2º DP de Guarujá. No final da manhã de ontem não havia pistas sobre motivação ou autoria da execução.

A reportagem  foi informada que o policial também trabalhava como zelador no colégio onde morava, a Escola Estadual Professora Lamia Del Cistia. A PM de Guarujá explicou que é permitido exercer essa dupla função na área onde a pessoa reside.

Denúncias que ajudem a esclarecer o assassinato podem ser feitas por meio dos telefones 181 ou 3352-5590 (2º DP). Não é necessário se identificar.

Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

Agenda do governador GeraldoAlckmin para quarta-feira, 30 de maio

Ogovernador Geraldo Alckmin estará em Santos nesta quarta-feira, 30 de maio,onde participa do Acelera São Paulo e da inauguração do navio oceanográficoAlpha Crucis. Na ocasião, o governador autorizará a publicação do edital decompra de 22 trens para o VLT e assinará a contratação do projeto executivopara a construção do túnel Santos-Guarujá. No mesmo evento, o governadoranunciará a liberação de recursos para o Hospital dos Estivadores deSantos.

Ainda em Santos, às 11h30, o governador fará a inauguração do BomPrato, a 35º unidade do restaurante no Estado.

———————————–

Versão oficial de Oficial: NÃO HÁ NENHUMA RELAÇÃO.

Escrivães e investigadores unidos não precisam fazer greve; muito menos de ajuda de outras carreiras…BASTA QUE CUMPRAM ESTRITAMENTE SEUS DEVERES…( Lembrando: a maioria dos Delegados não sabe fazer nada sem o auxílio dos escribas e dos tiras ) 37

Enviado em 30/05/2012 as 15:01 – LUCIDO

COLEGA GREVE SEM AS OUTRAS CARREIRAS NÃO VAI TER FORÇA, SEM CONTAR QUE O GOVERNO VAI ACABAR ACHANDO ALGUM MEIO DE NOS DESMORALIZAR JUNTO A POPULAÇÃO, VAMOS ATACAR ONDE REALMENTE DÓI E FAZ O GOVERNO SE MEXER O BOLSO DELES….ATACAR AS ARRECADAÇÕES, MOBILAR COLEGAS POLICIAIS E SE TIVER AMIGOS NA FEDERAL MELHOR AINDA…ABAIXO AS CADEIRAS..

Não se limitem apenas em fazer polícia, FAÇAM HISTÓRIA!…A história da Polícia Militar se confunde com a própria história do Estado de São Paulo e já não é mais possível distinguir e nem separar uma da outra…( Culpa do Aurélio que manda grafar qualquer mentira com H ) 6

estória

Significado de Estória

s.f. Narrativa de ficção; exposição romanceada de fatos puramente imaginários (distinta da história, que se baseia em documentos ou testemunhos); conto, novela, fábula: estórias de quadrinhos. Ant. história.

Definição de Estória

Classe gramatical de estória: Substantivo feminino Separação das sílabas de estória: es-tó-ria Plural de estória: estórias

TRIUNVIRATO DA MENTIRA: Toda a operação da polícia foi legítima, “salvo le grand finale”…Enfim, só os muito trouxas acreditarão nessa “versão oficial” 10

30/05/2012-13h01

Imagem e telefonema foram determinantes para prisão de PMs da Rota

DE SÃO PAULO

As imagens de câmeras de monitoramento e uma ligação telefônica que duraram 12 minutos foram determinantes para a prisão de três policiais da Rota –grupo da Polícia Militar–, suspeitos de torturar e matar um homem detido após um tiroteio da Penha, zona leste de São Paulo.

As imagens foram registradas por câmeras da concessionária que administram a rodovia Ayrton Senna, onde os três policiais estacionaram o carro e permaneceram por 12 minutos. Mesmo horário e minutos que a central da PM recebeu a denúncia de uma testemunha descrevendo o que estava acontecendo no local. Na ligação foi possível ouvir o som dos tiros disparados contra o homem.

O assassinato ocorreu após tiroteio entre suspeitos e policiais na noite de segunda-feira (28) em um lava-rápido e estacionamento da rua Osvaldo Sobreira.

Segundo a polícia, o grupo planejava uma ação para libertar um detento que seria transferido do CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, na capital paulista, para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (611 km de SP).

A ação terminou com seis suspeitos baleados. Todos foram socorridos, mas um dos carros da Rota desviou do caminho para o hospital. Os três policiais pararam o veículo no km 1 da Ayrton Senna, onde começaram a agredir o suspeito ferido, de acordo com relato da testemunha à polícia.

Em entrevista na terça-feira (29), o diretor do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), Jorge Carrasco, o tenente-coronel da Rota, Salvador Madias, e o corregedor da PM, coronel Rui Conegundes, afirmaram que toda a operação da polícia foi legítima, com exceção da postura dos três PMs que teriam matado o suspeito.

Editoria de Arte/Folhapress

TIROTEIO

Uma equipe de 24 policiais da Rota chegou ao lava-jato na Penha a partir de uma denúncia feita para o quartel da companhia. Na entrada, encontraram um homem, que entregou a arma e não resistiu à prisão.

Quando entraram no estabelecimento, o grupo teria começado a atirar nos policiais, que revidaram. Nenhum policial ficou ferido na ação.

Dos seis mortos no tiroteio de ontem, apenas três foram identificados: Claudio Henrique Mendes da Silva, José Carlos Arlindo Júnior, 35, procurado por furto, roubo e homicídio, e Antônio Marcos dos Santos, 35, procurado por tráfico.

Outros três suspeitos foram presos: Fabiana Rufino de Souza, Luci Maria Pereira Ramos, 48, e Ricardo dos Santos Souza, 34 –os dois últimos já eram procurados sob suspeita de roubo, formação de quadrilha, tráfico e porte de arma. Cinco pessoas conseguiram fugir.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policiais da Rota na frente de lava-rápido onde seis criminosos foram mortos em confronto com a polícia
Policiais da Rota na frente de lava-rápido onde seis criminosos foram mortos em confronto com a polícia

Minha Cela, Minha Vida 8

Sistema carcerário

Começa a privatização de prisões no Brasil

A clientela é grande. O Brasil tem a quarta maior população carcerária do planeta e déficit de nada menos do que 200 mil vagas

por Hugo Souza

30 de maio, 2012

A partir do início da década de 1990 o governo brasileiro vendeu mais de 100 empresas estatais e concessionárias de serviços públicos, em um processo de privatizações — ainda em curso, vide aeroportos — que já abarcou a telefonia, a distribuição de energia elétrica, muitas rodovias e gigantes da mineração e da siderurgia. Mas o que foi feito com o telefone, a luz, as estradas e o minério de ferro pode ser feito com as penitenciárias e sua, digamos, clientela?

Na verdade, a largada já foi dada no processo de privatização do altamente degradado e falido sistema prisional brasileiro, alvo de críticas severas das principais organizações internacionais de defesa dos direitos humanos.

Será inaugurado em agosto deste ano, na cidade de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, o primeiro presídio privado do Brasil, construído por meio de Parceria Público-Privada (PPP), e que será gerido pela concessionária GPA, sigla do grupo mineiro Gestores Prisionais Associados (GPA).

Outros grupos de olho no filão

Serão 3.040 vagas divididas em cinco unidades com capacidade para 608 presos cada uma. Como em todo processo de privatização, as promessas de maravilhas são muitas:

Atendimento médico com intervalo máximo de 45 dias, tecnologias de ponta para monitoramento de presos e metas para impedimento de fugas e outros eventos graves, o que será tentado mediante a utilização de sistemas de sensoriamento de presença, controle de acesso de um ambiente para o outro, comando de voz e Circuito Fechado de Televisão (CFTV) em todo o complexo.

“Com oferta de trabalho, estudo, saúde e controle da segurança, a possibilidade de obter sucesso é muito maior”, disse à imprensa o coordenador da unidade setorial de PPP da Secretaria de Defesa Social (Seds) de Minas, Marcelo Costa.

Além do grupo GPA, que arrematou os direitos de exploração do primeiro presídio privado do Brasil, tem mais gente de olho neste filão, como o consórcio JVS (formado pela Gocil, Heleno & Fonseca e JVS Consultoria), que chega com soluções financeiras para presídios consideradas inovadoras debaixo do braço, e a construtora Queiroz Galvão, que firmou parceria com empresas espanholas que têm experiência na ressocialização de detentos.

Meio milhão de presos espremidos

A clientela é grande. O Brasil tem a quarta maior população carcerária do planeta (depois apenas de EUA, China e Rússia), com cerca de meio milhão de pessoas vivendo espremidas atrás das grades — a despeito do senso comum de que somos o país da impunidade — em um sistema carcerário para lá de superlotado. Especialistas dizem que existe um déficit de nada menos do que 200 mil vagas.

E o mercado, por assim dizer, tende a crescer, uma vez que os legisladores cedem cada vez mais à tentação da solução penal, ou seja, da criminalização, de tudo e todos quanto seja possível, na esteira das políticas criminais norte-americanas de tolerância zero e efeitos pífios sobre os índices de criminalidade, e na contramão da modernidade jurídica, a do Direito Penal mínimo.

“Minha Casa, Minha Vida” que nada. Por aqui, caminhamos para o cenário descrito pelo sociólogo francês da Universidade da Califórnia Loïc Wacquant, para quem em países como os EUA a penitenciária se transformou na verdadeira política habitacional dos tempos que correm.

AVISO AOS ( r ) OTARIANOS : “É importante dizer que eles (os PRAÇAS da Rota) foram presos por iniciativa da própria PM”… ( Três otários que acabarão expulsos e condenados por tortura e homicídio qualificado…QUEM DA ROTA AJUDARÁ AS FAMÍLIAS DOS TRÊS HERÓIS ? ) 48

Secretário confirma prisão de policiais da Rota em SP

Por Marcelo Godoy

São Paulo – Policiais de uma equipe da Rota foram presos em flagrante pela Corregedoria da Polícia Militar (PM) e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sob a acusação de terem executado um dos seis homens que teriam sido mortos em um tiroteio na noite de segunda-feira no interior de um estacionamento, na Rua Osvaldo Sobreira, 38A, ao lado de um bar e proximo à Favela Tiquatira, região da Penha, na zona leste da capital paulista.

Uma testemunha telefonou para o Centro de Operações da PM (Copom) e disse que havia visto os policiais executando a vítima no Parque Ecológico do Tietê, na zona leste. A Corregedoria da PM e o DHPP foram acionados e constataram que a denúncia era verdadeira. A testemunha confirmou a acusação.

A vítima dos policiais estava no estacionamento e teria sido presa viva em companhia de um outro homem e de duas mulheres que sobreviveram ao suposto tiroteio entre policiais da Rota e acusados de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC). Os bandidos teriam se reunido no estacionamento para combinar o resgate de um preso ligado à facção.

“É importante dizer que eles (os policiais da Rota) foram presos por iniciativa da própria PM”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Durante a operação, os policiais da Rota apreenderam drogas, um fuzil, submetralhadora, pistolas e revólveres com os acusados. Outros cinco acusados conseguiram fugir em um carro.

Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado – Copyright © 2012 – Todos os direitos reservados.

———————-

Denúncia de execução

OFICIALATO LIMPA A BUNDA COM A DESGRAÇA DOS COMANDADOS

Comandante da Rota: ‘Desvio de conduta não é aceito’

Três PMs foram autuados em flagrante por homicídio doloso após denúncia de execução de suspeito durante ação policial na Zona Leste de São Paulo

Marina Pinhoni

Três policiais das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) serão investigados pela Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar pela morte de um suspeito durante ação policial ocorrida na noite desta segunda-feira próximo à favela Tiquatira, região da Penha, na Zona Leste da capital paulista. Segundo uma denúncia anônima, o suspeito foi executado pelos policiais, que estão presos. Seis suspeitos foram mortos, três acabaram presos e outros cinco conseguiram fugir.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, o comandante da Rota, tenente-coronel Salvador Madia, defendeu que a ação da polícia na noite de segunda-feira foi legítima, porém ressaltou que a atitude dos polícias suspeitos da execução não será aceito na corporação.

“Não podemos condenar a ação da Rota. A ação foi legítima, mas o desvio de conduta (dos policiais) não é aceito. Esse fato não macula a ação da Rota como um todo”, afirmou.

Os policiais presos são um sargento e dois soldados que formavam parte do grupo de 24 PMs que participaram da ação. A polícia disse que não divulgará os nomes dos policiais porque o caso ainda está sendo investigado. Até o fim da tarde desta terça, os policiais estavam prestando depoimento.

Testemunha – “Há indícios fortes, além do depoimento da testemunha, de que houve um crime doloso contra essa vítima, ou seja, um homicídio. Por isso os policiais foram autuados em flagrante”, afirmou o diretor do DHPP, delegado Jorge Carrasco. Segundo ele, aproximadamente meia hora após a polícia abordar os suspeitos na operação, uma testemunha ligou para o 190 dizendo que uma pessoa estava sendo agredida por policiais perto de sua casa e que havia escutado disparos. O crime teria acontecido a cerca de seis quilômetros do local onde o grupo criminoso estava reunido. A testemunha está sob proteção policial.

Três dos seis mortos na ação já foram identificados e dois deles tinham passagem pela polícia por homicídio, roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Segundo o comandante da Rota, um dos detidos durante a operação confirmou que o grupo estava reunido com o objetivo de traçar um plano de resgate de um preso que seria transferido do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém, zona leste da cidade, para a Penitenciária II de Presidente Venceslau, no extremo oeste paulista

Cuidado que a Rota te pega – A Rota não aprenderá a trabalhar , pois roubar dá mais lucro… Tanto que ninguém pedirá desligamento do batalhão em solidariedade aos “companheiros” presos 28

Enviado em 29/05/2012 as 20:44 – cuidado que a Rota te pega

Adoro quando ladrão morre, no entanto a ROTA virou instrumento de propaganda para o GOEBELS paulista Ferreira Pinto ,só fazem cagada e ocorrência QUADRADA , ai se plantam no palacio da PC (contei hoje 29/05 mais de quarenta viaturas ) para fazer pressão , vão  aprender a trabalha!!! , não vejo nenhuma diferença entre a SS de outrora e a ROTA de agora  , HI HITLER!!!!!

ROTA : UMA GRANDE FRAUDE…( Na ROTA todos são iguais; todos seguem idêntica doutrina e “filosofia” : TORTURAR, MATAR E SURRUPIAR ) 51

29/05/2012-18h22

Testemunha diz que PMs da Rota torturaram suspeito após tiroteio

AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

Um sargento e dois soldados da Rota –grupo da Polícia Militar– foram presos nesta terça-feira sob suspeita de terem torturado e matado um homem após um tiroteio na noite de ontem na Penha, zona leste de São Paulo. Durante a ação, outras cinco pessoas morreram em um lava-jato e estacionamento da rua Osvaldo Sobreira.

Segundo a polícia, o grupo planejava uma ação para libertar um detento que seria transferido do CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, na capital paulista, para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (611 km de SP).

Ainda de acordo com a polícia, os seis suspeitos baleados foram socorridos, mas um dos carros da Rota teria desviado do caminho para o hospital. Os três policiais teriam parado o veículo a 6 km da ocorrência, onde começaram a agredir o suspeito ferido.

Na ocasião, uma testemunha ligou para a polícia para denunciar a violência, e o suspeito foi morto.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policiais da Rota na frente de lava-rápido onde seis criminosos foram mortos em confronto com a polícia
Policiais da Rota na frente de lava-rápido onde seis criminosos foram mortos em confronto com a polícia

Em entrevista nesta terça-feira, o diretor do DHPP, Jorge Carrasco, o tenente-coronel da Rota, Salvador Madias, e o corregedor da PM, coronel Rui Conegundes, afirmaram que toda a operação da polícia foi legítima, com exceção da postura dos três PMs que teriam matado o suspeito.

TIROTEIO

Uma equipe de 24 policiais da Rota chegou ao lava-jato a partir de uma denúncia feita para o quartel da companhia. Na entrada, encontraram um homem, que entregou a arma e não resistiu à prisão.

Quando entraram no estabelecimento, o grupo teria começado a atirar nos policiais, que revidaram.

Dos seis mortos no tiroteio de ontem, apenas três foram identificados: Claudio Henrique Mendes da Silva, José Carlos Arlindo Júnior, 35, procurado por furto, roubo e homicídio, e Antônio Marcos dos Santos, 35, procurado por tráfico.

Outros três suspeitos foram presos: Fabiana Rufino de Souza, Luci Maria Pereira Ramos, 48, e Ricardo dos Santos Souza, 34 –os dois último já eram procurados sob suspeita de roubo, formação de quadrilha, tráfico e porte de arma. Cinco pessoas conseguiram fugir.

AVISO DE PAUTA – 30/05/2012 – Agenda do governador Geraldo Alckmin 6

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensaimprensa@comunicacao.sp.gov.br
Data: 29 de maio de 2012 19:29
 Assunto: AVISO DE PAUTA – 30/05/2012 – Agenda do governador Geraldo Alckmin
Para: dipol@flitparalisante.com
 
Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Agenda do governador Geraldo Alckmin para quarta-feira, 30 de maio

O governador Geraldo Alckmin estará em Santos nesta quarta-feira, 30 de maio, onde participa do Acelera São Paulo e da inauguração do navio oceanográfico Alpha Crucis. Na ocasião, o governador autorizará a publicação do edital de compra de 22 trens para o VLT e assinará a contratação do projeto executivo para a construção do túnel Santos-Guarujá. No mesmo evento, o governador anunciará a liberação de recursos para o Hospital dos Estivadores de Santos.

Ainda em Santos, às 11h30, o governador fará a inauguração do Bom Prato, a 35º unidade do restaurante no Estado.

Em São Paulo, às 16h45, no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin fará o encerramento do Seminário de Cooperação São Paulo – Comunidad de Madri –Infraestrutura Urbana.

Em sua última agenda do dia, o governador participa das comemorações dos 50 anos da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Evento: Acelera São Paulo
Data: Quarta-feira, 30 de maio de 2012
Horário: 9h
Local: Av. Cândido Gaffreé, s/nº – Salão Amarelo – Armazém 25 Interno – Porto de Santos – Santos/SP
Evento: Inauguração do Bom Prato
Data: Quarta-feira, 30 de maio de 2012
Horário: 11h30
Local: Av. Nossa Senhora de Fátima, 517 – Santos/SP
Evento: Seminário de Cooperação São Paulo – Comunidad de Madri – Infraestrutura Urbana
Data: Quarta-feira, 30 de maio de 2012
Horário: 16h45
Local: Palácio dos Bandeirantes – Av. Morumbi, 4.500 – São Paulo/SP
Evento: Cerimônia comemorativa aos 50 anos da Fapesp
Data: Quarta-feira, 30 de maio de 2012
Horário: 19h30
Local: Sala São Paulo – Complexo Cultural Júlio Prestes – São Paulo/SP
Assessoria de Imprensa

(11) 2193-8520

www.saopaulo.sp.gov.br

Governo do Estado de São Paulo

João Alkimin: Mais uma vez…( A ROTA demonstra ser mero bando de assassinos fardados sob proteção de carrascos ) 57

Mais uma vez

O caso castelinho, o caso do supermercado, a famosa rota 66 e agora um novo “embate” entre a Rota e marginais.
Volto a repetir que não defendo bandidos, mas defendo os direitos dos humanos. E não concordo com execuções puras e simples.
Nessa madrugada informou-se que a Rota deparou-se com marginais fortemente armados que reagindo a prisão, foram mortos pelos milicianos. Agora, a real história …
Segundo informações, um dos seis mortos foi executado em local diverso da ocorrência e posteriormente conduzido para onde foram mortos os cinco remanescentes. Até quando isso irá continuar? Até quando o Secretário de Segurança Pública permitirá o massacre sistemático? Alguns dirão “marginais devem morrer”, eu digo, marginais devem ser presos, apresentados a Policia Civil, julgados e se condenados, cumprirem pena.
Hoje mataram marginais, amanhã por engano,um filho, amigo ou parente nosso.
Porquê motivo, a Policia Civil não mata o mesmo número de pessoas que a Policia Militar? Incompetência? Medo? Por estarem acomodados? E também respondo, provavelmente por agirem com mais profissionalismo.
Em minha idade e, posso dizer que sou bastante antigo para não dizer velho, conheço pelo menos um pouco da rotina policial mas, gostaria de ouvir Policiais experientes, pois não sou especialista em Segurança Pública, se alguma vez se depararam com marginais preparados para resgate de presos, portando grande quantidade de entorpecentes, pois para mim, não faz sentido.
Embora tenha sido crítico do GARRA, pois entendo que patrulhamento não é função da Policia Civil, que é uma Policia eminentemente investigativa, desconheço qualquer ocorrência parecida com essa, com a morte de tantas pessoas, patrocinadas por aquela unidade. E volto a repetir, não sou e não fui admirador dessa unidade, porque entendo que contraria a Constituição Federal.
O Secretário Ferreira Pinto, com sua política de apoiar incondicionalmente a Policia Militar, é o grande responsável, se não o único, pelo morticínio e pela barbárie que está se instalando em nosso Estado.
Qual a vantagem de marginais mortos? Nenhuma. Por outro lado, se presos com vida e encaminhados a presença da Autoridade Policial, teriam muito mais coisas a revelar, se bem interrogados.
Hoje para o Secretário, a Rota é a panaceia para todos os males. E não é. Em São José dos Campos, há algum tempo atrás, a Rota cá esteve e resultou na morte de um inocente, com um tiro na boca, ficando provado que o Policial Militar havia introduzido a arma na boca da vítima. Isso é trabalho Policial?
Alguns dirão “a Policia deve reagir a agressão dos marginais”, concordo plenamente. Mas por outro lado, quem morre com tiro na nuca ou não reagiu, ou já estava rendido. De qualquer maneira é um ato criminoso, matar-se aquele que já está rendido e, isso em nada dignifica aqueles que tem a prerrogativa, o dever de defender a sociedade.
Acontecerá alguma coisa administrativamente? Possivelmente sim, mas se fosse um Delegado de Policia ou qualquer integrante da Policia Civil, com certeza já teria tido sua prisão preventiva decretada. Pois, se o Delegado Conde Guerra foi demitido por repercutir noticia da Rede Globo, calcule qualquer policial civil que se envolva em tiroteio, ou que haja qualquer duvida quanto a legitimidade da operação. Com certeza aguardará o julgamento preso.
Sugiro aos leitores que assistam hoje ao Jornal da Record, que irá detalhar a realidade dos fatos. Quero deixar claro que em um entrevero entre marginais e policiais estarei sempre ao lado da Policia. Mas, execução não. Não é porque o marginal executa suas vitimas a sangue frio que a Policia deve se nivelar a esses indivíduos. E é por isso, que respeito a Policia Civil, não só do Estado de São Paulo, mas do Brasil.
Por tal motivo, talvez por medo, recomendo a meus filhos e amigos deles, que se forem abordados pela Policia Militar, não discutam e exijam, como é seu direito constitucional, serem conduzidos a uma Delegacia de Policia.
João Alkimin

Reengenharia, variáveis, planejamento estratégico…Quanta empulhação para esconder a meta governamental de condicionar a Polícia Civil a 1/ 4 do efetivo da PM 35

Falta de policial faz Promotoria ir à Justiça

Ação civil pública em São Carlos cobra que o Estado preencha 26 cargos vagos na Polícia Civil em até dois anos

Em torno de 9% dos boletins de ocorrência registrados se tornam inquérito, índice que é criticado por promotor

Edson Silva-18.mai.2012/Folhapress
Fachada do 3º e 5º DP de São Carlos; ação civil pública cobra mais policiais no município
Fachada do 3º e 5º DP de São Carlos; ação civil pública cobra mais policiais no município

JULIANA COISSI DE RIBEIRÃO PRETO

Uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual de São Carlos, com pedido de liminar (urgência), cobra que o Estado contrate pelo menos 26 policiais civis em um prazo máximo de dois anos.

Caso contrário, a ação civil pede aplicação de multa diária de R$ 10 mil.

A Promotoria argumenta que é baixo o número de policiais civis na cidade diante do volume de ocorrências.

Com base em dados da polícia, a Promotoria contabilizou que, entre 2009 e 2011, de 36.177 boletins registrados nas delegacias, 3.588 se tornaram inquéritos para investigação -9,1% dos BOs.

Mais: de todos os inquéritos, em 12,73% dos casos o crime foi desvendado.

“A situação da polícia é crítica, o índice de apuração é baixíssimo e contribui para a pouca elucidação de crimes”, disse o promotor Marcelo Buffulin Mizuno -ele move a ação com o promotor Osvaldo Bianchini Veronez Filho.

Os 26 cargos projetados baseiam-se no total de delegados, escrivães e investigadores que se aposentaram ou foram exonerados, mas cujas vagas não foram repostas.

Apesar do cálculo, diz Mizuno, dados da própria Delegacia Seccional dizem que o ideal seriam mais 50 policiais.

DEMANDA

Hoje, atuam na cidade 46 policiais civis, além da seccional. O delegado seccional, Luís Antônio Rodrigues, admite que faltam reposição.

A maior necessidade hoje, diz, é a de mais delegados para que se crie um plantão noturno permanente.

“Há delegados que saem de cidades vizinhas para vir ao plantão. Depois ele fica afastado durante o dia porque precisa descansar do plantão”, disse.

Há delegados em São Carlos que acumulam a responsabilidade por dois distritos policiais, caso dos 3º e 5º DPs.

Apesar disso, de acordo com o seccional, a demanda é atendida normalmente, porque são bairros próximos.

Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública informou que a região recebeu recentemente policiais e que passa por processo de “reengenharia policial”.

Na reengenharia, São Carlos é uma das cidades no Estado com fechamento de DPs -foram dois distritos.

Outro lado

Polícia passa por reengenharia, afirma Estado

DE RIBEIRÃO PRETO

A Secretaria de Estado da Segurança Pública informou, em nota, que a região de São Carlos está passando pelo processo de reengenharia policial realizado no Estado.

A regional, diz a nota, “recebeu recentemente quatro policiais civis”. Sobre a exigência de se preencher 26 cargos vagos, a secretaria diz que eles serão completados “de acordo com a abertura de concursos públicos”.

Segundo a nota, não há um quadro fixado de funcionários, porque é avaliada a necessidade de cada região, seguindo índices criminais.

É partir desse perfil, diz a pasta, que “é feito um planejamento estratégico e a distribuição de policiais”.

A secretaria relativiza o fato apontado pela Promotoria de que há ocorrências que não se tornam inquéritos.

“Nem todos os boletins de ocorrência são de natureza criminal, portanto, há casos em que não são instaurados inquéritos policiais. Cada investigação é própria, trabalhada de acordo com as variáveis.”

Sempre levarei meu pai em coração e pensamento – por Daniel Bialski

Família Bialski 

Por Daniel Bialski

Recentemente, minha filha completou 12 anos e recebeu um presente de um fraterno amigo o livro Aprendi com meu pai. O título sedutor instigou-me a lê-lo, razão pela qual o levei na bagagem de viagem que fiz, acompanhando meu filho em competição de futebol na Argentina, no último dia 27 de abril. E ainda lá comentei com amigos que algumas das histórias do livro remetiam-me a lembranças do meu pai, porque retratavam lições de vida.

Porém, infelizmente, quis o destino que eu perdesse meu pai no último dia 30 de abril. Chorei a partir do momento que fui comunicado da sua morte e chorarei pelo resto dos meus dias, pela enorme saudade que sinto e porque sequer tive a oportunidade de me despedir e agradecer por tudo que ele me fez e me ensinou.

A história de meu saudoso pai é marcada por muita luta, garra e determinação. Meus avós paternos vieram da Polônia, fugindo do Nazismo, e nunca tiveram situação econômica privilegiada, o que obrigou meu pai a, desde cedo, trabalhar para ajudar no orçamento doméstico e para pagar seus estudos na Faculdade de Direito do Mackenzie, que concluiu com enorme louvor.

Da convivência com ele nasceu uma admiração que transcendeu a natural relação parental. Muito mais do que amá-lo, eu o admirava e o tinha na conta de ídolo, modelo e paradigma. Tínhamos um vínculo de cumplicidade e companheirismo, pois havia uma sintonia perfeita entre nós, desde minha infância, no passado como pai e filho e há anos também como sócios, parceiros e grandes amigos.

É a ele que devo o fato de ter-me tornado advogado. Desde pequeno, o via manuseando autos de processos imensos e o admirava por entender todo aquele intrincado conjunto de papéis, dele facilmente sempre absorver o melhor para a defesa de seus clientes.

Por vezes, ainda pequeno, o acompanhava ao escritório e o admirava datilografando nas hoje ultrapassadas máquinas de escrever, usando papel carbono e atento a cada detalhe do processo, sem deixar passar nada em branco. Meu pai era dotado de uma inteligência rara e de uma perspicácia incomum, rápido no raciocínio e nas respostas. Conhecia muito do Direito, mas era, também, um grande psicólogo da vida, um filósofo da existência e, principalmente, uma alma de magnitude sem paralelo.

E foi dentro desta longa trajetória que algumas histórias me marcaram. A primeira delas não é ligada ao Direito, mas sim ao senso incomum que meu pai tinha de generosidade e que tenho como espelho. Numa destas minhas visitas ao seu escritório que se localizava no centro velho, Rua Quintino Bocaiuva, íamos almoçar e, enquanto caminhávamos, ele foi abordado por um menino de rua que lhe pediu dinheiro para poder comer alguma coisa. Meu pai imediatamente disse àquele menino que se ele estava com fome mesmo que viesse conosco e ele o fez, quando, então, nós três almoçamos num restaurante que ficava na Rua Barão de Paranapiacaba. Essa foi uma grande lição de vida que sigo e tento retransmitir aos meus filhos, a tratar todos de maneira igual e ajudar quem precisa.

Talvez por causa de exemplos como este e desta proximidade enorme com meu pai, sempre dizia que, quando crescesse, queria ser igual a ele. Por isso que exatamente optei por estudar Direito e graduei- me na Pontifícia Universidade Católica, onde me tornei mestre, inclusive. Lembro como se fosse hoje que no primeiro dia de aula na faculdade, já imaginando estar livre da pesada carga do colegial e do cursinho, recebi um aviso dele: “no final do dia vamos comprar seus ternos, porque você começa no escritório amanhã”; Confesso que algumas vezes, esbocei reclamação por já estar trabalhando, mas hoje vejo isso como um prêmio: não é todo filho que pode passar quase 24 anos trabalhando junto com o pai e dizer, com orgulho e agradecimento que teve o privilegio de receber diretamente dele a devida preparação profissional.

Acompanhei-o em delegacias, fóruns e tribunais, julgamentos, júris, audiências e sempre auferia algum ensinamento. Ele sempre se preocupava em me indicar o caminho ou um atalho, apontava para o problema e oferecia a solução. Era um homem apaixonado pela advocacia e isso se mostrava evidente em quem com ele conversava, ainda que por rápidos momentos. Quando aceitava o patrocínio da causa de seus clientes, mergulhava de corpo e alma, jamais se curvando às arbitrariedades, aos abusos de poder e à intolerância. Alertava-me repetidamente de que o advogado, sendo parte necessária à tríade da Justiça, não deve se envergar jamais. Deve agir com independência, fidelidade e lealdade, porque ele é a última esperança daquele que clama por justiça, daquele que tem sua liberdade ameaçada ou sua dignidade atingida.

Não posso omitir igualmente que no âmbito pessoal ensinou-me a ser não só um profissional, mas, acima de tudo, um homem não apenas no aspecto biológico e, sim, um homem de caráter e praticante de boas ações.

E jamais poderia deixar de mencionar, dentre os inúmeros legados que ele me deixou, a paixão incontestável pelo Corinthians que nos unia e nos fazia passar, a mim, meu filho e alguns de meus amigos, momentos inesquecíveis.

Eu poderia escrever um livro sobre nosso relacionamento e ainda o farei, mas neste momento, pontificando sua insubstituível presença na minha vida, queria registrar que estas e tantas outras coisas eu “aprendi com meu pai”, um homem guerreiro, sábio e um exemplo para mim.

Apesar da distância física, sempre o levarei em meu coração e em pensamento, porque ele sempre foi, é e continuará sendo meu grande ídolo e incentivador.

Daniel Bialski é advogado.

Revista Consultor Jurídico, 23 de maio de 2012