Ainda que mal pergunte, nessa DISE não tinha cavalete, retalho de cobertor e maquineta 110 / 220 V ?…Aquelas coisas simples – como plantão de 5 equipes – próprias para fazer confessar e não para arrebentar … Desculpe a brincadeira com a desgraça alheia, mas vocês são uns burrão … Vejam o que ganharam com a vibração! 32

Enviado em 03/04/2013 as 21:59 –Para Delegado a Corregedoria sempre dá um jeitinho

03/04/2013 16h02 – Atualizado em 03/04/2013 16h02

Policiais são demitidos acusados de torturar e matar preso em delegacia

Delegado e investigadores foram desligados da Polícia Civil de São Paulo.

Defesa nega acusações e alega que detento teve ‘mal súbito’ em 2003.

Kleber Tomaz Do G1 São Paulo

Um delegado, dois investigadores e um papiloscopista foram demitidos da Polícia Civil de São Paulo pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Os policiais civis foram acusados pela Corregedoria da Polícia Civil de envolvimento na tortura e morte de um preso dentro de uma delegacia em São Bernardo do Campo, no ABC, há dez anos.

A demissão do delegado Paul Henry Bozon Verduraz, dos investigadores Ricardo Milanez e Sergio Ferreira Barros Filho e do papiloscopista Samir Gushiken foi publicada nesta quarta-feira (3) o Diário Oficial do Estado de São Paulo.

Procurado pelo G1, o advogado Luciano Anderson de Souza, que defende os policiais punidos, e o próprio delegado afirmaram que eles são inocentes das acusações e que irão recorrer da decisão.

A defesa alega que o motoboy Alex Sandro Neto de Almeida morreu no dia 14 de fevereiro de 2003 na Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) por causa de um “mal súbito”. “Os policiais não agrediram o preso”, rebateu o defensor. “Vou pedir para o governador reconsiderar”, disse o advogado.

Naquela época, Alex tinha 24 anos de idade e estava preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Santo André porque era investigado pela participação do sequestro de seu patrão, dono de um restaurante em São Bernardo. O suspeito foi levado para prestar informações sobre o caso na delegacia especializada, mas acabou morrendo no local.

Laudo do Instituto Médico-Legal (IML) em Diadema mostrou que o corpo de Alex tinha politraumatismos, fratura de uma costela e perfuração do pulmão esquerdo. O legista constatou ainda “hematoma atrás do baço”, “edema cerebral” e “equimoses” nos tornozelos, punhos, face, coxa esquerda e dorso do pé direito.

A Corregedoria instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta dos quatro policiais que trabalhavam na Dise a respeito da morte de Alex. A apuração foi encerrada em 18 de novembro de 2010, com as seguintes conclusões e sugestões:  suspensão de 90 dias para o delegado por omissão diante da tortura; e demissão dos investigadores e papiloscopista pela tortura.

Esse relatório da Corregedoria seguiu para o conselho da Polícia Civil se manifestar. Posteriormente, a decisão dos conselheiros foi para apreciação da Delegacia-Geral e da Secretaria da Segurança Pública na época se posicionarem. Só depois é que o assunto chegou ao conhecimento do governo.

O que dizem os policiais Quando foram ouvidos pela corregedoria para darem suas versões sobre a morte de Alex na Dise, os policiais que trabalhavam na delegacia disseram que o preso foi vítima de “mal súbito” em decorrência das agressões que havia sofrido na prisão.

O preso estaria apanhando dos demais detentos e sofrendo ameaças de morte por parte deles porque confessou o sequestro do comerciante e delatou seus comparsas pelo crime. Os criminosos pertenceriam a uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios paulistas.

“Vou recorrer sim dessa decisão. Ela é absurda, equivocada e apressada, inclusive, o processo criminal não terminou”, alegou o advogado Luciano de Souza, que além de ter defendido os policiais na esfera administrativa também os defende no âmbito criminal.

Os policiais também respondem a processo de tortura seguida de morte na 5ª Vara Criminal de São Bernardo. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ricardo, Sérgio Samir e Marcelo Lazzuri (estava na Dise na época, mas deixou de ser investigador e por esse motivo não aparece na lista de policiais demitidos), aguardam a sentença do juiz do caso: se serão condenados ou absolvidos. A pena para esse crime pode chegar a 12 anos de prisão.

“Entrarei com um recurso administrativo pedindo a reconsideração do governador sob o argumento de que o processo criminal não terminou”, rebateu Luciano de Souza.

O advogado contesta também o laudo do IML. Segundo ele, o documento não informa a causa da morte de Alex. “Houve problema no primeiro laudo que descrevia as lesões. Por esse motivo, foi determinada uma exumação do corpo e esse laudo complementar e o parecer técnico de um perito particular mostraram as lesões ocorreram anteriores a data da morte do preso. Tudo leva a crer que ele apanhou no CDP e morreu na delegacia em decorrência dessas lesões. Temos prova no processo administrativo e criminal da própria esposa do preso que morreu. Ela foi ouvida e disse que na véspera da morte dele, que o marido ligou da cadeia para se despedir dela e dizer para ela ser feliz porque ele estava jurado de morte”.

De acordo com a defesa dos policiais, o IML não constatou as lesões em Alex durante sua transferência autorizada pela Justiça do CDP para a Dise porque a avaliação médica foi mal feita.

Delegado Paul Verduraz chegou a responder criminalmente pela omissão diante da tortura na 5ª Vara, mas, segundo o advogado, esse processo contra o delegado foi suspenso e arquivado. O agente punido participou de operações de combate ao crime organizado, principalmente durante os atentados às forças de segurança do estado no início dos anos 2000.

Com mais de 20 anos de profissão, ele esteve presente na ação de junho de 2006 que desarticulou uma quadrilha que planejava atacar agentes penitenciários em São Bernardo. Treze suspeitos foram mortos por policiais e cinco acabaram presos.

Na capital, esteve entre outras delegacias, no comando do 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi, e por último o 34º DP, Vila Sônia. Procurado pela equipe de reportagem para comentar a sua demissão, o delegado refutou as acusações de omissão diante de tortura e criticou a decisão que o desligou da Polícia Civil.

“É uma punição injusta e arbitrária. A própria Corregedoria havia sugerido uma suspensão e não que eu fosse demitido. Não fui condenado nem no processo criminal. Vou pedir a reconsideração dessa medida”, afirmou Paul Verduraz.

“Não houve tortura seguida de morte de sequestrador. Ele foi preso por um sequestro e nós pedimos para retirar ele da cadeia para descobrir o cativeiro. E sabíamos que vítima estava em risco. Ele ficou uma semana preso e foi espancado na cadeia. Ele saiu debilitado, passou e mal e veio a falecer na Dise. A perícia não comprovou a causa exata da morte dele. Portanto não há o que se acusar. Na dúvida não se pode incriminar”, rebateu Verduraz, que também entende que o processo administrativo com ele deveria ter sido prescrito após dez anos.

Em 2003, Alex era motoboy no restaurante de seu patrão em São Bernardo. Quando foi trabalhar lá, ele já havia cumprido pena por estelionato e porte ilegal de arma. Segundo a investigação da Dise, ele havia dado informações para uma quadrilha do que deveriam fazer para seqüestrar seu empregador. O negócio lhe daria metade do valor do resgate.

O comerciante havia sido sequestrado em 27 de janeiro daquele ano. Ficou mais de 20 dias no cativeiro até ser libertado mediante o pagamento de mais de R$ 70 mil. Alex foi preso após uma denúncia anônima.

Equiparação dos salários dos Investigadores e Escrivães aos salários dos Operadores de Telecomunicações, Papiloscopista, Fotógrafo Pericial 130

Enviado em 03/04/2013 as 21:49 – Triste, mas muito triste pelo meu filho….

Em 03 de abril de 2013 – Da Presidẽncia.

Bom dia a todos. O Deputado Major Olímpio e o Presidente da FEIPOL, ao qual o SIPOL é integrado, na tarde do dia 1 de abril entraram em contato com o Presidente do SIPOL informando que o Governo acenou com a possibilidade de igualar o salário base do Investigador de Polícia e do Escrivão de Polícia, ao salário base dos Operadores de Telecomunicações, Fotógrafo Pericial, Papiloscopista e Auxiliar de Necrópsias.

Todos sabem que essas últimas quatro carreiras têm o base cerca de 60 Reais a mais que Investigador e Escrivão em início de carreira. O que era uma afronte ao Nível Universitário então conquistado.

Através do Deputado Major Olímpio o Governo solicitou fossem consultados os Presidentes integrantes da FEIPOL sobre sua aceitação. Pela FEIPOL pelos Presidentes integrantes foi decidido que esse plus no salário base é bem vindo por óbvio, porém, não significa EM ABSOLUTO reconhecimento do Nível Universitário, questão ainda em branco na esfera Governamental.

Essa equiparação do salário base ainda deixa Investigadores e Escrivães ganhando o mesmo (agora), ou seja, embora o Governo não pague menos, agora estará pagando a carreiras de Nível Universitário O MESMO SALÁRIO de carreiras de segundo grau.

O pensamento do SIPOL não é o de Escrivães e Investigadores ganhar mais que as outras carreiras. A nossa luta é pelo reconhecimento do Nível Universitário de TODOS OS POLICIAIS CIVIS e consequente reenquadramento salarial.

Amanhã ou depois se o Governo erigir uma ou outra carreira a Nível Universitário lutaremos também para o correto enquadramento salarial, mas jamais em detrimento de qualquer outra carreira, pois isso seria discriminatório.

Entendemos que o melhor momento para erigir todos os cargos ao Nível Universitário seria a reestruturação da Polícia Civil que, de acordo com o Senhor Secretário de Segurança Pública está em estudo pelo Delegado Geral de Polícia.

Um deputado governista apontou que com a equiparação salarial das carreiras de Escrivão e Investigador à das de Operadores de Telecomunicações, Fotógrafo Pericial, Papiloscopista e Auxiliar de Necrópsias já representa uma diferenciação e coloca os Investigadores e Escrivães em posição privilegiada, visto que suas diárias são pagas como Nível Universitário, (Delegado, Médico Legista e Perito) e o das demais carreiras não.

O SIPOL entende que ninguém vive mensalmente de DIÁRIAS, e sim de SALÁRIO, não concordando, portanto, com tal afirmação.

Pois bem, o Deputado Major Olímpio ligou ontem para o Presidente do SIPOL e disse que o Governo já mandou inclusive editar a alteração no salário base dos Investigadores e Escrivães, e que a diferença deve ser paga em folha suplementar, sem data.

Tá explicado o motivo de Nagashi Furukawa viver perdendo suas ações ( não solta o maço ) … A partir de agora pobre da clientela do “cagueta” 26

TJ-SP afasta desembargador sob suspeita de corrupção

Arthur Del Guércio Filho é acusado de pedir R$ 35 mil para julgar favoravelmente recurso de agravo de instrumento

Quarta, 03 de Abril de 2013, 17h52

Fausto Macedo

SÃO PAULO – O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo decretou nesta quarta feira, 3, o afastamento cautelar do desembargador Arthur Del Guércio Filho, da 15.ª Câmara de Direito Público do TJ. Del Guércio é acusado de pedir R$ 35 mil para julgar favoravelmente recurso de agravo de instrumento.
A denúncia chegou ao desembargador Samuel Alves de Mello Junior, no dia 18 de março. Ele foi procurador pelo juiz de direito aposentado, hoje advogado, Nagashi Furukawa, que relatou o caso.
“O cenário que chegou ao conhecimento da Presidência do Tribunal de Justiça possui contornos sensivelmente graves”, assinala o presidente do TJ, desembargador Ivan Sartori.
O pedido dinheiro teria ocorrido no dia 19 de fevereiro, quando o próprio desembargador Guércio Filho teria telefonado para o escritório de Furukawa.
Em seu próprio gabinete, no prédio do TJ da Avenida Ipiranga, Centro, o desembargador Guércio teria dito à advogada Fabiane Furukawa que estava em situação financeira muito complicada e que “uma credora” exigia o pagamento até o dia seguinte.
“Não estou vinculando à decisão do processo, mas ficaria muito grato se puder me ajudar”, teria dito o desembargador.
No dia seguinte, o desembargador ligou para Nagashi Furukawa que disse que seu cliente não tinha aquele dinheiro. Guércio Filho, então, teria pedido a Furukawa que arrumasse o dinheiro de “seus próprios recursos pessoais”.
“Há prova documental bastante sugestiva dos contatos telefônicos”, observa o presidente do TJ em seu voto pelo afastamento do desembargador sob suspeita de corrupção.
Ao citar outros episódios envolvendo Guércio Filho, o presidente do TJ afirma. “Tudo a sugerir um verdadeiro padrão de comportamento desbordante da mais comezinha postura expectável de um magistrado.”
Reunidos na tarde desta quarta feira, os desembargadores do Órgão Especial do TJ decidiram, por unanimidade, pelo afastamento cautelar de Guércio Filho, abrindo prazo para defesa prévia do colega

Governador do Estado de São Paulo por meio da PGE tentando impedir a reintegração do delegado Marcelo Luis Alves de Freitas, defendido pela advogada Dra. Tania Lis Tizzoni Nogueira, tem pedido rejeitado por votação unânime com implícita advertência de que os argumentos da Procuradoria objetivam “inegável espírito de retardamento” 23

Marcelo acordao embargos

Em mandado de segurança impetrado em face de decreto do governador Geraldo Alckmin, a advogada Dra. Tania Lis Tizzoni Nogueira, sustentando oralmente as razões do remédio constitucional perante o Órgão Especial do Tribunal de Justiça, obteve – por votação unânime – A REINTEGRAÇÃO do delegado  de polícia Marcelo Luis Alves de Freitas.

As comarquinhas mais caras do mundo – CNJ vai estudar extinção da Justiça Militar…( VERDADEIRA ROUBALHEIRA AO ERÁRIO CIVIL ) 11

CNJ vai estudar extinção da Justiça Militar

02/04/13 – 17:54 POR Frederico Vasconcelos – Folha de S. Paulo

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai criar um grupo de trabalho para estudar a possibilidade de propor ao Poder Legislativo a extinção dos tribunais militares dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, e também do Superior Tribunal Militar (STM).

A proposta foi apresentada pelo conselheiro Bruno Dantas e complementada pelo conselheiro Wellington Saraiva.

Segundo informa a assessoria de imprensa do CNJ, a medida foi aprovada por unanimidade durante a Sessão Ordinária desta terça-feira (2/4), quando o plenário julgou um processo administrativo contra dois juízes do Tribunal Militar de Minas Gerais [leia o post ].

O tribunal mineiro é composto por sete desembargadores e seis juízes, consome R$ 30 milhões por ano de recursos públicos, para julgar pouco mais de 300 processos.

De acordo com Bruno Dantas, “a situação escandalosa” se repete no tribunal militar de São Paulo, que consome R$ 40 milhões, e do Rio Grande do Sul, que gasta em torno de R$ 30 milhões, para julgar poucos processos.

Já o Superior Tribunal Militar (STM) consome R$ 322 milhões de recursos públicos com 15 ministros, 962 servidores e julga em torno de 600 processos por ano.

Bruno Dantas ressaltou que o gasto do STM corresponde a um terço do orçamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) , responsável pelo julgamento de grande quantidade de processos.

O diagnóstico da Justiça Militar, incluindo a federal, deve estar pronto em 90 dias. Para o conselheiro Jorge Hélio, esse segmento da justiça exige uma providência.

Durante o debate, os conselheiros também criticaram o Código Penal Militar e as regras de prescrição de crimes.

https://flitparalisante.wordpress.com/2012/11/27/o-tribunal-de-justica-militar-de-sao-paulo-e-a-comarquinha-mais-cara-do-mundo-consome-r-455-milhoes-para-julgar-3-700-acoes-r-1227768-por-acao-contra-r-1-01414-na-justica-comum/

Governador lança projeto para a modernização das delegacias – POLITICAGEM COM O DECAP ? 37

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 3 de abril de 2013 01:26
Assunto: Governador lança projeto para a modernização das delegacias
Para: dipol@flitparalisante.com

 
Quarta-feira, 03 de Abril de 2013

Governador lança projeto para a modernização das delegacias

Medidas reforçam a segurança da população

O governador Geraldo Alckmin lançou nesta terça-feira, 2, o novo plano de gestão do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). O objetivo do projeto é fortalecer a capacidade de investigação e melhorar o atendimento ao público nos distritos policiais.

“Todo dia temos que melhorar a gestão, avançar naquilo que dá certo, aperfeiçoar o que precisa ser aperfeiçoado. O objetivo desta reforma é melhorar a investigação, esclarecimento dos casos e atendimento a quem precisa do serviço de segurança pública”, afirmou Alckmin.

O novo plano foi desenvolvido com a participação dos Consegs e de associações de bairro, levando em consideração as necessidades das populações locais para a análise da situação atual e o desenvolvimento das novas ideias de melhoria.

Com o projeto, os 93 distritos policiais da cidade passarão a registrar todos os tipos de ocorrência durante o dia. À noite, e por 24 horas nos finais de semana e feriados, 27 Centrais de Flagrante e de Polícia Judiciária terão essa atribuição. As mudanças entram em vigor nesta quarta-feira, 3.

O objetivo da proposta – que foi embasada em estudos – é melhorar o atendimento ao público nos distritos policiais e fortalecer a capacidade de investigação. Isso sem descuidar das condições de trabalho e da qualidade de vida dos policiais.

O projeto

Até hoje, 11 Centrais de Flagrante (CF) funcionavam de segunda a sábado, no horário das 7 às 22 horas somente para a elaboração dos flagrantes e termos circunstanciados, apreensão de menores e captura de procurados.

Agora, durante o dia, todas as delegacias poderão registrar os flagrantes e também as outras ocorrências. Além disso, os distritos funcionarão a partir das 8 – e não mais das 7 – até as 20 horas.

A cidade de São Paulo terá 27 Centrais de Flagrantes e de Polícia Judiciária, que atuarão todos os dias da semana apenas à noite: de segunda a sexta-feira, das 20 às 8 horas. Nos fins de semana e feriados, funcionarão durante 24 horas. As atribuições serão: a elaboração de flagrantes, boletins de ocorrência de todas as naturezas criminais e termos circunstanciados, além de apreensões e capturas.

A proposta também pretende um aumento nas equipes que atuam nas Centrais. Atualmente, cada uma tem de três a quatro equipes, formadas por um delegado, dois escrivães e três investigadores. Em abril, as 27 unidades terão cinco equipes por plantão, com um escrivão e um investigador a mais.

Consta do projeto que a proposta visa “superar com vantagem os índices de polícia judiciária atuais (como esclarecimento de casos) e os índices anteriores, sem prejuízo do bom atendimento à população.

Confira a seguir a distribuição das Centrais e as unidades atendidas por elas

1ª Delegacia Seccional:

2ºDP – receberá também casos do 3º e 77º

8ºDP – receberá também casos do 1º, 6º e 12º

78ºDP – receberá também casos do 4º e 5º

2ª Delegacia Seccional:

16ºDP – receberá também casos do 17º e 35º

26ºDP – receberá também casos do 83º, 95º e 97º

27ºDP – receberá também casos do 36º e 96º

3ª Delegacia Seccional:

14ºDP – receberá também casos do 15º e 51º

33ºDP – receberá também casos do 46º e 87º

89ºDP – receberá também casos do 34º, 37º e 75º

91ºDP – receberá também casos do 7º, 23º e 93º

4ª Delegacia Seccional:

13ºDP – receberá também casos do 28º e 40º

20ºDP – receberá também casos do 9º e 19º

72ºDP – receberá também casos do 38º, 45º e 74º

73ºDP – receberá também casos do 39º, 73º e 90º

5ª Delegacia Seccional:

10ºDP – receberá também casos do 21º e 52º

31ºDP – receberá também casos do 30º, 58º e 81º

56ºDP – receberá também casos do 18º, 29º, 42º e 57º

6ª Delegacia Seccional:

11ºDP – receberá também casos do 99º e 102º

47ºDP – receberá também casos do 92º e 100º

98ºDP – receberá também casos do 43º e 80º

101ºDP – receberá também casos do 25º, 48º e 85º

7ª Delegacia Seccional:

24ºDP – receberá também casos do 62º, 64º e 65º

50ºDP – receberá também casos do 59º, 67º e 68º

63ºDP – receberá também casos do 22º, 32º e 103º

8ª Delegacia Seccional:

49ºDP – receberá também casos do 54º e 55º

53ºDP – receberá também casos do 43º e 66º

69ºDP – receberá também casos do 41º e 70º

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Secretaria da Segurança Pública

(11) 3291-6685

www.saopaulo.sp.gov.br

Governo do Estado de São Paulo

Salário da PM diminuiu 45

Boa noite

Hoje (02 de Abril de 2013) ao ver o meu holerite fiquei assustado, simplesmente o meu salário DIMINUIU R$ 80,00, fizeram a palhaçada de incorporar 50% do ALE no PADRÃO e os outros 50% no RETP, não entendi nada, ou melhor entendi tudo.

Vendo essa situação só posso dizer a todos que, INFELIZMENTE SOU SOLDADO DA POLICIA MILITAR.

SEM RESPEITO, SEM DIGNIDADE = COBRANÇAS

att
SD PM (SP)

Ser Delegado de Polícia em São Paulo só é bom negócio para filho de papai, filho de político , filho de delegado e filho da puta… O resto pasta! 24

Enviado em 01/04/2013 as 20:36 – MÁRIO

Notícias 01/04/2013 – Bauru perderá delegados por causa de salário

Carolina Bataier/Agência BOM DIA
carolina.bataier@bomdiabauru.com.br

A briga é antiga e constante: delegados e demais policiais civis do Estado de São Paulo em conflito com o governo estadual por causa dos baixos salários oferecidos por aqui. As informações são do jornal Diário de S. Paulo.

O salário de um delegado da Polícia Civil em nosso estado está entre os piores do Brasil: ficamos em 25º lugar dentre todos os estados da Federação, perdendo apenas para Minas Gerais e Pará.

Como forma de demonstrar a insatisfação da categoria com a falta de valorização dos profissionais, a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) está incentivando os candidatos que desejam fazer a prova para o concurso de delegado no Paraná.

A Associação lançou uma campanha através da qual se compromete a pagar a taxa de inscrição para os profissionais da classe que participarem do concurso público para o cargo no estado vizinho.

Basta o candidato fazer a inscrição e entrar em contato com a Associação para receber o reembolso referente à taxa de inscrição, que é R$ 100. Para os associados, além da inscrição, a Adpesp arcará com as despesas com a viagem e hospedagem até Curitiba, onde serão realizadas as provas. Para não sócios, a entidade patrocinará somente a inscrição.

“A Associação tomou essa decisão à vista da falta de perspectivas de melhoria. Atualmente não existe expectativa de melhorias futuras e falta um plano de carreira. Então não tem jeito, trabalhamos para nossos associados e hoje o melhor é sair de São Paulo”, explica a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro.

Marilda esclarece que desde 2011 a categoria não consegue avançar em mais nenhuma negociação por melhorias.

Neste contexto, a intenção da campanha da Adpesp é mostrar o descontentamento com a situação por aqui. O incentivo é justificável: no Paraná, o salário inicial é de R$ 13.831,10, de acordo com o edital do concurso. Em São Paulo, um delegado de polícia no começo da carreira recebe R$ 5.495,30, de acordo com o edital do último concurso realizado no estado, em 2011. A diferença entres o salário paulista e o paranaense chega a R$ 8.335,80.

Em São Paulo, o salário de muitos delegados com anos de carreira não chega ao que é oferecido aos profissionais paranaenses que estão começando na profissão. “Em mais de 20 anos de carreira, me sinto desmotivado. A gente vai perdendo o brilho”, lamenta um delegado de polícia de Bauru que preferiu não se identificar. Os profissionais atuantes que aceitam falar sobre o assunto temem represálias por parte da Corregedoria do Estado.

“Tenho vinte anos de serviço e não recebo líquido nem a metade do salário inicial de lá”, afirmou outro delegado ouvido pela reportagem.

O bancário Bruno Costa Vicente, formado em Direito em 2008, é um dos candidatos a uma vaga no Paraná. Ele mora em Marília (a 106 km de Bauru) já fez a prova em São Paulo e fica confuso quando pensa nas possibilidades. Levando em consideração a proximidade com a família, ele investiria em uma carreira em São Paulo.

No entanto, quando pensa no salário e na qualidade de vida, não tem dúvidas: a saída é ir para o Paraná. “Vou fazer a prova mesmo pela profissão, apesar da remuneração por lá ser bem atraente”, avalia.

Bons profissionais Em contrapartida aos maus salários pagos por aqui, a presidente da Adpesp garante: São Paulo forma os melhores profissionais da Polícia Civil do país. “Especialmente pelas condições de trabalho que nos são oferecidas, fazemos milagre. Se nós estamos no estado que mais arrecada no país, por que essa desvalorização?”, questiona Marilda.

O BOM DIA solicitou posicionamento do secretário de segurança de Estado a respeito da iniciativa da Adpesp. No entanto, até o fechamento desta edição, não obteve resposta.

A cada 10 dias um delegado de polícia deixa o cargo em SP Não são apenas os profissionais que pretendem se lançar na carreira de delegado que vão fazer a prova do concurso. Há policiais que já estão na profissão e também estão dispostos a disputar uma vaga no Paraná.

De acordo com um levantamento feito pela Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), a cada dez dias, em média, um delegado deixa o cargo. Esses profissionais migram para outros estados ou outras carreiras. Com a defasagem, os profissionais que permanecem no cargo acabam sofrendo com excesso de trabalho.

“O cargo é referente a 40 horas semanais de trabalho, a rigor. Mas pela falta de delegados, estes profissionais acabam ficando à disposição do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirma a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro.

A possibilidade de emprego com salário maior acaba, assim, sendo uma alternativa bastante atraente. “A adesão está muito boa, ainda não temos o número fechado porque as inscrições ainda estão abertas. Está sendo uma grande procura e isso demonstra a insatisfação da classe”, avalia a presidente da Associação.

As inscrições para o concurso de delegado de polícia do Paraná vão até as 23h do dia 8 de abril. São pré-requisitos: o candidato ter bacharelado em Direito; ser brasileiro nato ou naturalizado; ter no mínimo 21 anos e não registrar antecedentes criminais. Mais detalhes podem ser conferidos no edital e a inscrição deve ser feita no site da UEL (Universidade Estadual de Londrina). No total, 26 vagas são oferecidas pelo governo do Estado.

No ato da inscrição é necessário que o candidato escolha a cidade de Curitiba como opção para fazer a prova. O contato com a Associação pode ser feito pelos e-mails cadastro01@adpesp.com.br ou cadastro02@adpesp.com.br. Mais informações também pelos telefones (11) 3367-3727 ou (11) 3367-3746.

Por aqui, vai mal Profissionais desistem dos cargos De acordo com a presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro, no último concurso para delegado da Polícia Civil em São Paulo, realizado em 2011, foram chamados 135 delegados. Destes, 28 já desistiram.

13.831 reais é o salário inicial de um delegado de polícia no Estado do Paraná

Já está ruim e ainda pode piorar A atual posição do Estado de São Paulo no ranking dos salários de delegados de polícia é 25º. De acordo com Marilda, a situação pode piorar, já que os estados que estão em situação pior que São Paulo têm plano de carreira para seus profissionais e logo podem apresentar melhores condições de trabalho e salários mais atraentes.

Convite – Diretor do Decap lança plano de nova gestão nesta terça-feira 14

A diretoria do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) lança, às 15 horas desta terça-feira (2), o novo plano de gestão do Departamento. O projeto será apresentado pelo diretor Domingos Paulo Neto, no auditório da Universidade Paulista (Unip) do Jaguaré, na Avenida Torres de Oliveira, 330, zona oeste da Capital. O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, estará presente.

Estão previstas as participações de delegados dos distritos policiais e seccionais do Decap, além de titulares das delegacias de Defesa da Mulher (DDM) e do Idoso. Membros de Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) e de associações também estarão presentes.

Com o projeto, os 93 distritos policiais da cidade passarão a registrar todos os tipos de ocorrência durante o dia. À noite, e por 24 horas nos finais de semana e feriados, 27 Centrais de Flagrante e de Polícia Judiciária terão essa atribuição. As mudanças entram em vigor na quarta-feira (3).

Serviço

Lançamento do novo plano de gestão do Decap

Data e hora: Terça-feira (2), às 15 horas

Local: Universidade Paulista (Unip) do Jaguaré: Avenida Torres de Oliveira, 330, zona oeste da Capital