No passado recente eram justamente os investigadores quem mais defendiam a sonhada carreira única de nível superior e com possibilidade de progressão para o cargo de delegado de polícia.
O que será que os fez mudar?
Pois bem, em certa medida, a lei geral federal dá os primeiros passos nesse sentido.
Não confere direito a ascensão sem concurso público ou por concurso interno , mas pontua por tempo de serviço e especializações acadêmicas os que se submeterem ao concurso para delegado, desde que , obviamente , sejam possuidores de formação em Direito.
É um privilégio!
Para muitos se trata de um benefício corporativista inconstitucional por afrontar a garantia à isonomia .
Certamente , tal questão é polêmica; dependente de interpretação judicial em eventual ação constitucional.
De qualquer forma , do contexto na nova lei não se vislumbra quaisquer prejuízos para os atuais ocupantes do cargo de Investigador de Polícia, muito pelo contrário.
Nascerá uma super carreira ; aí residindo o temor de parcela de delegados preocupados numa pretensa perda de poder.
Medo paranoico; ninguém perderá nada com uma organização moderna e muito mais fortalecida .
Instituição que não é respeitada justamente por ser dividida internamente.
Além dos nefastos “times” , “panelinhas” e “famílias” , temos a desvalorização interna.
Uma classe desmerecendo a outra!
Enfatizando , sem nenhuma dúvida e vontade de desagradar uma para agradar as outras, que é a carreira dos investigadores , em razão do maior número , aquela que mais “se acha” em relação aos demais.
Nada mais falso!
A polícia civil está no esgoto do serviço público.
O delegado no meio-fio , todas as demais carreiras na sarjeta.
E na sarjeta continuarão se não pensarem , antes de tudo, na Instituição.
Não pensem em si , nas suas chefias e nos seus cargos nas entidades classistas.
E não pensem com o estômago , tampouco deem crédito aos tipos de delegados que gostam de enfeitar o pavão!
Ah, no sentido de mascarar a realidade buscando criar na cabeça alheia um cenário que futuramente resultará desfavorável!
Aliás, o que não falta na polícia é pavão deslumbrado !
A criação do novo cargo de Oficial Investigador ou de Investigação representará uma mudança significativa na estrutura da Polícia Civil, trazendo potenciais impactos positivos em diversos aspectos da organização e do trabalho investigativo.
Embora a Lei Nacional das Polícias Civis não traga determinação específica sobre o aproveitamento dos ocupantes das demais carreiras nesse novo cargo é possível podemos analisar suas prováveis implicações com base no contexto geral das instituições policiais civis no Brasil.
Impactos na Estrutura Organizacional
A introdução do cargo de Oficial Investigador provavelmente alterará a hierarquia e a distribuição de funções dentro da Polícia Civil. Isso pode resultar em:
– Uma nova camada de liderança especializada em investigações
– Maior foco e recursos dedicados ao trabalho investigativo
– Potencial redistribuição de responsabilidades entre os cargos existentes
Aprimoramento da Capacidade Investigativa
A criação deste cargo específico sugere um esforço para melhorar a eficácia das investigações criminais. Isso pode se manifestar através de:
– Desenvolvimento de expertise especializada em técnicas investigativas avançadas
– Melhor coordenação e gestão dos processos de investigação
– Possível implementação de novas tecnologias e métodos de análise de dados
As organizações policiais contemporâneas estão implementando plataformas e processos visando o fluxo da informação por toda a organização, de maneira a torná-la disponível e organizada.
A criação do cargo de Oficial de Investigação pode ser vista como parte desse esforço de modernização.
Formação e Capacitação
A introdução deste novo cargo provavelmente demandará mudanças nos programas de formação e capacitação da Polícia Civil. Isso pode incluir:
– Desenvolvimento de currículos específicos para a formação de Oficiais de Investigação
– Maior ênfase em disciplinas relacionadas à investigação criminal e análise de dados
– Possível revisão das matrizes curriculares existentes para outros cargos
Algumas instituições policiais civis têm passado por mudanças em suas grades curriculares para atender às exigências da sociedade contemporânea e oferecer uma formação mais humanitária aos seus oficiais.
Integração e Colaboração
A criação do cargo de Oficial Investigador pode impactar a forma como a Polícia Civil interage com outras instituições de segurança pública e do sistema judiciário:
– Potencial para maior colaboração com o Ministério Público em investigações complexas
– Possibilidade de melhor integração com o sistema judiciário
– Oportunidades para parcerias mais efetivas com outras agências de inteligência e investigação; especialmente com a Polícia Federal .
Desafios Potenciais
A implementação deste novo cargo também pode apresentar desafios:
– Necessidade de ajustes na legislação e nos regulamentos internos;
– Possíveis resistências internas à mudança na estrutura organizacional;
– Desafios orçamentários para a criação e manutenção do novo cargo;
– O corporativismo nefasto na organização e o cultural egoísmo de algumas carreiras em detrimento de outras;
– Legalidade do provimento dos atuais ocupantes dos cargos de investigador , escrivão e agentes no novo cargo criado pela lei geral ;
– De se observar que entidades de classe representantes dos investigadores de polícia teimam em acreditar que apenas os atuais investigadores poderão ser automaticamente empossados no NOVO CARGO. Aparentemente não é o que diz a lei geral à luz da Constituição ;
– Acreditamos que o governo deverá criar cargos que serão preenchidos mediante concurso público ; do qual os policiais interessados, desde que preencham o requisito básico de ser portador de qualquer diploma de curso superior, poderão participar com algum incentivo legal ( pontuação ) , tais como cursos oficiais de segurança pública, mestrado e doutorado etc.;
É importante notar que a eficácia dessa mudança dependerá de como ela será implementada e integrada à estrutura existente da Polícia Civil.
A criação do cargo de Oficial de Investigação tem o potencial de fortalecer a capacidade investigativa da instituição, mas seu sucesso dependerá de uma implementação cuidadosa e de um alinhamento – sem interferência dos interesses pessoais de líderes classistas e interesses corporativos de uma ou outra carreira – com os objetivos mais amplos de segurança pública e justiça criminal.
Por fim , acreditamos que o maior desafio seja conscientizar os membros de todas as carreiras da Polícia Civil que nenhuma delas , salvo melhores e abalizados entendimentos , terá direito ao provimento no cargo de Oficial Investigador , conforme o que diz a súmula 43 do STF:
“É inconstitucional toda modalidade de provimento que propicie ao servidor investir-se, sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento, em cargo que não integra a carreira na qual anteriormente investido.”
Trata-se de um cargo novo com atribuições diversas com maiores atribuições e complexidade.
E como falta união sobrando vaidade e egoísmo, melhor irem dando boas-vindas aos futuros policiais do futuro.
As vantagens do duplo critério de antiguidade e merecimento para a promoção dos delegados de polícia
A promoção dos delegados de polícia baseada no duplo critério de antiguidade e merecimento apresenta diversas vantagens para as instituições policiais e para a sociedade em geral. Vamos analisar detalhadamente essas vantagens:
Equilíbrio entre experiência e desempenho
O duplo critério permite um equilíbrio entre a valorização da experiência acumulada ao longo dos anos de serviço (antiguidade) e o reconhecimento do desempenho excepcional e das habilidades individuais (merecimento). Isso cria um sistema de promoção mais justo e abrangente.
Vantagens da antiguidade:
Reconhece a experiência e o conhecimento adquiridos ao longo do tempo
Proporciona estabilidade e previsibilidade na carreira
Valoriza a lealdade e o compromisso de longo prazo com a instituição
Vantagens do merecimento:
Incentiva a busca por excelência e aperfeiçoamento contínuo
Reconhece e recompensa o desempenho excepcional
Promove a inovação e a eficiência nas práticas policiais
Motivação e desenvolvimento profissional
O duplo critério serve como um poderoso motivador para os delegados de polícia, incentivando-os a:
Permanecer na carreira por mais tempo, visando as promoções por antiguidade
Buscar constantemente o aprimoramento profissional e a excelência no trabalho, almejando as promoções por merecimento
Manter um equilíbrio entre a experiência acumulada e a atualização constante de conhecimentos e habilidades
Fortalecimento da hierarquia e da disciplina
A combinação dos critérios contribui para o fortalecimento da hierarquia e da disciplina na instituição policial:
Respeita a senioridade e a experiência dos delegados mais antigos
Valoriza a competência e o desempenho excepcional, independentemente do tempo de serviço
Cria um ambiente de respeito mútuo entre os profissionais mais experientes e os mais destacados em termos de desempenho
Transparência e objetividade no processo de promoção
O duplo critério permite maior transparência e objetividade no processo de promoção:
Critérios claros e mensuráveis para avaliação (tempo de serviço e indicadores de desempenho)
Redução da subjetividade nas decisões de promoção
Maior aceitação das decisões de promoção pelos membros da instituição
Adaptabilidade às necessidades institucionais
O sistema de duplo critério oferece flexibilidade para a instituição policial:
Permite ajustar a proporção entre promoções por antiguidade e merecimento conforme as necessidades organizacionais
Possibilita a valorização de habilidades específicas em momentos estratégicos (por exemplo, expertise em tecnologia ou gestão)
Impede a manutenção do corporativismo mafioso que faz da Polícia Civil uma empresa ( estamento ) de propriedade de um seleto grupo de delegados que oferecem resistência cultural a mudanças do sistema instalado há muito tempo para benefícios de poucos.
Estímulo à diversidade de perfis na liderança
A combinação de critérios favorece a diversidade de perfis em posições de liderança:
Garante a presença de profissionais experientes em cargos de chefia
Permite a ascensão de talentos jovens com desempenho excepcional
Cria um ambiente propício para a troca de conhecimentos e perspectivas entre gerações
Impacto positivo na qualidade do serviço policial
O duplo critério de promoção tem um impacto direto na qualidade do serviço prestado à sociedade:
Assegura que os cargos de liderança sejam ocupados por profissionais experientes e/ou altamente competentes
Estimula a constante busca por aperfeiçoamento, refletindo na qualidade das investigações e na eficiência do trabalho policial
Contribui para a formação de uma equipe de liderança diversificada e bem preparada para enfrentar os desafios da segurança pública
Em conclusão, o duplo critério de antiguidade e merecimento para a promoção dos delegados de polícia oferece um sistema equilibrado, justo e eficiente. Ele não apenas beneficia os profissionais e a instituição policial, mas também contribui significativamente para a melhoria da segurança pública e do serviço prestado à sociedade.
O interessante é constatar o quanto a classe é tomada por gente estupida ( em todos os sentidos ) .
Quem nunca teve a oportunidade de ser promovido a classe especial, embora tenha merecido ainda que fosse para aposentadoria , idolatra ( santifica ) os gatunos que , além do enriquecimento ilícito por corrupção e peculato , verdadeiramente roubaram o direito dos próprios pares a igualdade de oportunidades.
Sabem o que essa maldita máfia diz para os sem-corrida que se inscrevem aos cursos de especialização para a promoção: ” porra , você quer uma licença de quase um ano, não é ? …
”Sabe que nunca será promovido por merecimento!”
Essa gente rouba até o direito de o colega simplesmente buscar conhecimento!
Absurdamente , a atual diretoria da ADPESP em vez de exigir mudanças nessa ignominiosa regra para promoção anda de mãos dadas com os inimigos do duplo critério , os quais , enquanto ocupantes dos mais elevados cargos da Polícia Civil , vetaram a instituição do duplo critério.
A ADPESP está muito mais interessada em sabotar a reestruturação das carreiras policiais. Não querem a aprovação de nada que não lhes fortaleça.
Outro , egresso da privilegiada carreira de Investigador , um renomado e festejado falso honesto , o verdadeiro “desleal com a instituição” , quando sindicalista ingressou com ação impedindo que para a matrícula ao curso de especialização à classe especial o interessado já estivesse na primeira metade da lista de antiguidade.
O fez em interesse próprio , vislumbrando o seu futuro!
E ganhou com o ridículo fundamento do Poder Judiciário: “se o critério é apenas do merecimento não se pode exigir a antiguidade como requisito prévio ” !
O interessante é que outro proprietário da Polícia Civil espalhava, durante o governo Fleury Filho, panfletos acusando a cúpula de venda das promoções, o que levaria a instituição para o buraco.
Ao chegar ao poder promoveu por merecimento os familiares , os “colaboradores de confiança” e os amigos dos amigos!
Promoveu até um notório peculatário com diversos PADs contra si , depois demitido a bem do serviço público.
Enfim , os medalhões da classe sabem que a maioria é idiota!
Mais idiota ainda é operacional que acredita que a classe majoritariamente composta por egressos da carreira de investigador de polícia favorecerá de qualquer forma “os outros” em detrimento dos “privilégios” dos atuais investigadores.
Afinal, que faz a recolha “oficial” desse tipo de delegado dono da empresa?
O projeto de lei que propunha eliminar a prova oral dos concursos da Polícia Civil de São Paulo (PC SP) foi vetado pelo governador Tarcísio de Freitas[1][3]. Aqui estão os principais pontos sobre essa situação:
Detalhes do Projeto Vetado
O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 7/2024, de autoria dos deputados Agente Federal Danilo Balas (PL) e Altair Moraes (Republicanos), propunha:
Eliminar a prova oral para todos os cargos de nível superior da PC SP, exceto para o cargo de delegado[2]
Simplificar o processo de ingresso na polícia
Acelerar a convocação dos candidatos aprovados[2]
Justificativas para o Veto
O governador justificou o veto com base nos seguintes argumentos:
A prova oral é considerada um “importante instrumento de avaliação dos candidatos”[1]
Proporciona um alto grau de seleção dos candidatos[1]
A Academia de Polícia argumentou que a agilidade não deve comprometer a seleção dos candidatos mais capacitados[1]
O projeto continha erro de iniciativa, pois deveria ser proposto pelo Poder Executivo[1]
Situação Atual dos Concursos
A Lei Complementar nº 1.151/2011 continua em vigor, mantendo a prova oral obrigatória para todas as carreiras de nível superior na PC SP[2]
Há um concurso em andamento com 3.500 vagas para diversos cargos, incluindo escrivão, investigador, perito criminal, médico legista e delegado[2]
As remunerações variam de R$5.879,68 a R$15.037,99[2]
O governador anunciou que todos os aprovados serão convocados ainda este ano[2]
Perspectivas Futuras
O delegado-geral da instituição, Artur Dian, anunciou que um novo concurso para o nível médio de escolaridade está em estudos[1]
Existe uma demanda por mais policiais, com 17 mil vagas em aberto na corporação[2]
Discussões sobre a eliminação da prova oral continuam internamente na Polícia Civil de São Paulo e no Governo do Estado[2]
Apesar do veto, o debate sobre a eficiência do processo seletivo e a necessidade de preencher as vagas na Polícia Civil de São Paulo deve continuar, buscando um equilíbrio entre a agilidade na contratação e a qualidade na seleção dos candidatos.
A prova oral , em qualquer concurso , é muito mais o instrumento pelo qual a banca elimina indesejáveis bem dotados intelectualmente em benefício de apadrinhados medíocres .
Naqueles mais desonestos é o instrumento para compra e venda de vagas!
Seja como for, antes da prova oral as cadernetas já estão assinaladas com “bolinhas” em lápis verde e vermelho !
Vale dizer que os indesejáveis só estão participando de um teatro , os apadrinhados apenas marcando presença e os “sem parentes importantes e sem dinheiro no banco” concorrendo por menos vagas do que as enumeradas no edital.
Na PC , indesejáveis , de regra, são bons policiais das demais carreiras da PC , nem sempre simpáticos ou vítimas do “não se descobre um santo para cobrir outro”.
Os apadrinhados , de regra, familiares e protegidos ( sexualmente, inclusive ) de membros da cúpula policial.
De acordo com as informações disponíveis, a Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima no âmbito das investigações da Operação Integration, que apura um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais[1][9].
Principais pontos:
A decisão foi tomada pela juíza Andrea Calado da Cruz, do Tribunal de Justiça de Pernambuco[6].
A investigação está relacionada a um suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de plataformas digitais de apostas (bets)[9].
Anteriormente, a Justiça já havia determinado o bloqueio de R$ 20 milhões da empresa Balada Eventos, pertencente ao cantor[2][4].
Um avião registrado em nome da empresa de Gusttavo Lima foi apreendido durante a operação[2][7].
O cantor nega envolvimento no esquema criminoso e afirma que a inclusão de sua empresa na investigação é “loucura”[4][8].
A operação também resultou na prisão da influenciadora Deolane Bezerra e outras pessoas[9].
Há suspeitas de que a empresa do cantor esteja envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro com empresas de José André da Rocha Neto, que está foragido[2].
É importante ressaltar que o cantor nega as acusações e que o processo ainda está em andamento. As investigações continuam para apurar os fatos e determinar o grau de envolvimento dos suspeitos.
O cantor Gusttavo Lima já foi alvo de polêmicas relacionadas a superfaturamento em shows, como:
Em 2020, o cantor foi acusado de superfaturamento em uma contratação feita por uma administração pública. A ação foi julgada parcialmente procedente, e as autoridades responsáveis pela contratação foram obrigadas a devolver R$ 288 mil aos cofres públicos.
Em 2022, o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) abriu uma Notícia de Fato para apurar o show de Gusttavo Lima na 30ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, em Conceição do Mato Dentro. O cantor foi contratado por R$ 1,2 milhão para o evento.
Em 2022, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Magé, na Baixada Fluminense, abriu um inquérito civil para apurar os gastos com a festa de aniversário da cidade. O cachê contratado para a apresentação de Gusttavo Lima foi de R$ 1,004 milhão.
O Ministério Público e adversários políticos denunciaram o alto gasto de prefeituras com cachês de artistas para shows.
Uma investigação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) revelou que um grupo de policiais militares, com salários inferiores a R$ 10 mil, movimentou mais de R$ 10 milhões em suas contas bancárias entre 2019 e 2023[1]. Essa discrepância entre os rendimentos oficiais e as movimentações financeiras levantou suspeitas de atividades ilícitas.
Detalhes da Investigação
A investigação, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), focou em 12 policiais militares suspeitos de integrarem uma organização criminosa[1]. As principais acusações contra esses policiais incluem:
Extorsão
Corrupção passiva
Peculato
Lavagem de dinheiro
Movimentações Financeiras Suspeitas
Os investigadores identificaram movimentações financeiras incompatíveis com os salários dos policiais:
Um sargento com salário de R$ 7.500 movimentou R$ 1,8 milhão
Um cabo ganhando R$ 6.000 movimentou R$ 885 mil
Outro cabo com salário de R$ 5.700 movimentou R$ 7,4 milhões[1]
Ações Judiciais
Com base nas evidências coletadas, o Ministério Público:
Solicitou o bloqueio de bens dos investigados
Pediu a prisão preventiva dos suspeitos
Requereu busca e apreensão em endereços ligados aos policiais[1]
A Justiça autorizou todas as medidas solicitadas pelo MP-SP, demonstrando a gravidade das acusações e a solidez das evidências apresentadas.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo vai na contramão da Lei Orgânica Nacional da Polícia civil.
Da forma que foi previamente apresentada a nova Lei Orgânica da Polícia Civil Paulista não ocorrerá a esperada valorização, fatalmente irá pro final da fila em comparação com as Polícias Civis dos demais Estados da Federação.
Enquanto os Delegados não tomarem as rédeas da instituição, deixar de ser refém dos Investigadores em detrimento das demais carreiras não alcançará o fortalecimento e valorização das carreiras, inclusive a de Delegado.
Todos os Delegados acompanham no dia a dia e sabem que os Agentes Policiais executam as mesmas funções dos investigadores, porém recebem metade do salário, se omitem frente ao injusto.
A Lei Orgânica Nacional tem como um de seus objetivos corrigir e sanar esse injusto, valorizando a instituição como um todo, ela não diz que o “novo cargo” operacional denominado Oficial investigador é nomenclatura exclusiva dos investigadores, mesmo que façam questão da exclusividade e assim a instituição entender, se faz necessário que os Agentes Policiais também estejam reconhecidos, merecem receber o mesmo piso salarial uma vez que todos os cargos, segundo diretriz geral deverão ser de nível superior, não havendo motivos para discriminações entre essas carreiras simplesmente por imposição de força de quem têm maior representatividade.
Deixar a vaidade de lado e por em pratica a expressão usada na atualidade – Ninguém fica pra trás – a Polícia Civil vencerá e será valorizada.
Há muita gente que advoga a obrigatoriedade de o policial portar arma de fogo até no banheiro doméstico , o que implica dizer que até mesmo nos momentos de deleite sexual a arma deve estar sob o travesseiro ou sobre o criado-mudo !
Para nós esse suposto dever é tão falacioso quanto ser policial 24 horas por dia , posto receber-se o RETP …
Mas a nossa opinião não importa, jamais importou e nunca terá importância ; o que vale é a posição da maioria!
Assim , a título de debate, a muito rigorosa ex-delegada- geral adjunta , se for julgada conforme a mesma balança com que julga o semelhante , especialmente aqueles “semelhantes” menos afortunados pela sorte de “heranças funcionais “, diga-se, com certa “frustração e recalque” : herança transmitida para filhos e até colaterais…
Sendo bem explicito: filho de delegado emérito sai na frente , chega na frente e permanece sempre na frente; a mesma regra vale para sobrinhos , genros , noras , etc.
Valendo também entre conjugues, afinal família que é promovida unida permanece unida…
Pelo menos até que a morte os separe; sem querer tripudiar da tragédia alheia !
Mas sem perder a linha da proposição , se for um dever a delegada cometeu uma transgressão disciplinar , pois, assim como o marido , também deveria estar dissimuladamente armada …
E assim , em vez de uma observadora a certa distância , poderia ter evitado a morte do consorte …
Ou será que o nosso rancor nos faz exigir demais ?
Ah, mas ela é só uma franzina mulher que apenas sabe manejar os livros …( embora nem sempre com justiça ) !
Não!
Não se trata der uma mulher franzina, se trata de ocupante da classe mais elevada das carreiras da Polícia Civil, ou seja, Delegada de Polícia de classe especial, presumidamente galgada por merecimento , vale dizer: por suas qualidades muito acima da média da grande maioria dos pares que jamais poderão ultrapassar a 1ª classe !
E não deve haver diferenças de gênero , ou seja, entre homens e mulheres policiais ; até pelo fato de haver igualdade salarial .
Mesmos direitos , mesmo deveres !
Se o delegado é obrigado a portar arma mesmo em momento de lazer , a sua esposa , também delegada , deveria portar arma de fogo…
E se estivesse…Se…se…se…( a partícula de que é feito o inferno )
Talvez o resultado teria sido outro , não é?
Por fim , este cruel objurgatório é feito conforme a balança da maioria dos delegados pertencentes à elite policial quando julgam o “inferior” …
Disparos acidentais: Podem ocorrer devido a manuseio inadequado ou falhas mecânicas.
Ferimentos não intencionais: Especialmente perigosos em residências com crianças.
Aumento da Letalidade em Conflitos
Discussões cotidianas podem escalar rapidamente para situações fatais.
Brigas de trânsito ou desentendimentos menores têm maior potencial de se tornarem letais.
Roubo e Uso Indevido
Armas roubadas podem cair em mãos criminosas.
Aumento do risco de suicídio, especialmente em momentos de crise emocional.
Riscos Legais e Jurídicos
Responsabilidade Criminal
Uso inadequado pode resultar em acusações criminais, mesmo em casos de legítima defesa.
Porte ilegal ou em locais proibidos pode levar a penalidades severas.
Responsabilidade Civil
Possíveis processos por danos causados, mesmo em casos acidentais.
Custos legais e indenizações potencialmente altos.
Riscos Psicológicos e Sociais
Impacto Psicológico
Aumento do estresse e ansiedade relacionados à responsabilidade de portar uma arma.
Possível desenvolvimento de paranoia ou hipervigilância.
Percepção Social
Potencial estigmatização social.
Impacto nas relações interpessoais e profissionais.
Riscos à Saúde Pública
Aumento da Mortalidade
Estudos indicam correlação entre maior disponibilidade de armas e taxas de homicídio e suicídio.
Impacto no Sistema de Saúde
Aumento potencial de ferimentos por arma de fogo, sobrecarregando serviços de emergência.
Riscos Econômicos
Custos Individuais
Gastos com aquisição, manutenção, treinamento e seguros.
Possíveis aumentos em prêmios de seguros de vida e saúde.
Custos Sociais
Aumento dos gastos públicos com segurança e saúde.
Impacto econômico de mortes e ferimentos por armas de fogo.
É importante notar que a gravidade desses riscos pode variar dependendo de fatores como legislação local, treinamento individual, contexto social e cultural.
Assim a decisão de portar uma arma de fogo deve ser cuidadosamente considerada, levando em conta todos esses aspectos e as responsabilidades associadas.
Com base nas informações fornecidas, os principais riscos associados ao porte de arma de fogo por policiais durante a folga são:
Maior risco de vitimização do policial:
Dados mostram que a maioria dos policiais assassinados no Brasil morre durante a folga. Em um ano, 80% dos policiais mortos estavam de folga[7].
No Rio de Janeiro, de 506 policiais mortos de forma violenta, 358 estavam de folga, contra 148 em serviço[8].
Uso inadequado da arma em situações de lazer:
Há casos de policiais que usaram a arma de forma imprópria durante momentos de diversão, como em festas ou ambientes com consumo de álcool[1][2].
Risco de acidentes:
O porte da arma em ambientes com aglomeração e consumo de álcool aumenta o risco de acidentes[2].
Possibilidade de excessos:
Mesmo de folga, o policial pode se envolver em ocorrências e responder por eventuais excessos no uso da força[1].
Exposição contínua a riscos:
Policiais ficam vulneráveis mesmo fora de serviço, pois podem ser reconhecidos como agentes de segurança[4].
Estresse e falta de descanso:
O porte constante da arma, mesmo na folga, contribui para que “seus corpos estejam permanentemente expostos e seus espíritos não descansem”[4].
Risco aumentado em determinadas situações:
Morar em áreas violentas ou realizar “bicos” na segurança privada aumenta significativamente os riscos para o policial[4].
Para mitigar esses riscos, especialistas recomendam discrição no porte da arma, evitar ostentação, e idealmente não portar armas em ambientes de lazer com grande público e consumo de álcool[1][2]. No entanto, a decisão final sobre o porte durante a folga cabe ao policial, considerando sua avaliação pessoal de risco[5].
Rosana de Oliveira Valle é uma política, jornalista e escritora brasileira. Atualmente, ela exerce o cargo de deputada federal por São Paulo, representando o Partido Liberal (PL)[1][2].
Biografia
Rosana Valle nasceu em 8 de maio de 1969 em Santos, São Paulo[2][3]. Ela é formada em jornalismo pela Universidade Católica de Santos (Unisantos) e iniciou sua carreira na antiga TV Mar, afiliada da extinta Rede Manchete de Televisão[1].
Carreira Jornalística
Antes de entrar para a política, Rosana teve uma longa carreira no jornalismo:
Foi repórter especial da TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, entre 1993 e 2018[2].
Atuou como editora-chefe e apresentadora do programa “Rota do Sol”[2].
Trabalhou como colunista da AT Revista, encartada no Jornal A Tribuna[2].
Carreira Política
Rosana Valle ingressou na política em 2018, quando se candidatou ao cargo de deputada federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB)[1]. Sua trajetória política inclui:
Eleita deputada federal em 2018 com 106.100 votos[1].
Reeleita em 2022 com 216.437 votos, mais que dobrando seu apoio eleitoral[1][4].
Atualmente filiada ao Partido Liberal (PL)[2][3].
Exerce seu segundo mandato como deputada federal (2023-2027)[3].
Atuação Parlamentar
Como deputada, Rosana Valle tem se dedicado a diversas pautas:
Defesa do Porto de Santos[1].
Participação em importantes comissões do Congresso Nacional[1].
Projetos relacionados às causas das mulheres, meio ambiente e questões sociais[1].
Idealizadora do movimento ‘Mais por Elas’, de apoio e incentivo às mulheres[4].
Presidente estadual do PL Mulher[4].
Em 2023, Rosana Valle recebeu o Prêmio Excelência Parlamentar pelo Ranking dos Políticos, com uma nota de 7,4 pontos, sendo a 11ª melhor parlamentar de São Paulo e a 67ª na colocação geral[1].
Candidatura à Prefeitura de Santos
Em 2024, Rosana Valle foi oficializada pelo PL como candidata à Prefeitura de Santos[4]. Sua pré-candidatura foi lançada com o apoio de lideranças estaduais e nacionais do partido, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro[6].
Verdadeiramente , até naquilo que deveria ser dividido irmãnamente o Escrivão é lesado.
Nas regiões onde não há propina estruturada nem sequer tem direito a gasolina.
Nas circunscrições em que há o famigerado 1530 , a cada 10 , 5 fica com o tira -chefe, 2,5 com o Delegado , 1,0 para o Escrivão , 1,5 para dividir pela chefia ( tiragem) .
Observaçãoes: delegado não sabe de tudo nem do todo e a divisão acima é bastante generosa.
Escrivaes da seccional entregaram cargos de chefia
Na sexta-feira, 13 de setembro de 2024, os escrivães-chefes de todas as delegacias da Polícia Civil de São José dos Campos entregaram seus cargos de chefia[1][4]. Essa ação afetou 12 escrivães responsáveis por departamentos importantes, incluindo a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), a Delegacia da Infância e Juventude (DIJU) e a Central de Polícia Judiciária (CPJ)[1].
## Motivos da entrega dos cargos
Os escrivães-chefes alegaram os seguintes motivos para sua decisão:
1. Sobrecarga de trabalho 2. Más condições para desempenhar suas funções 3. Número reduzido de funcionários 4. Recentes mudanças no quadro de servidores
Eles argumentaram que essas condições comprometem o trabalho da Polícia Judiciária[1].
## Resposta da Secretaria de Segurança Pública (SSP)
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) negou que o documento entregue pelos escrivães-chefes represente uma renúncia coletiva dos cargos[1]. A SSP caracterizou a ação como um pleito da categoria e informou que o assunto será debatido em uma reunião na próxima semana[1][5].
## Medidas em andamento
A SSP afirmou que está tomando medidas para valorizar os policiais civis e atenuar o déficit de efetivo:
1. 3.300 novos policiais civis estão concluindo o curso de formação e serão distribuídos pelo estado 2. Três concursos públicos estão em andamento para preencher 3.135 vagas de delegados, escrivães e investigadores 3. Em maio de 2024, ocorreu a maior nomeação da história da Polícia Civil, com a convocação de 4.000 candidatos[1]
## Contexto mais amplo
É importante notar que essa situação não é exclusiva de São José dos Campos. Em Minas Gerais, por exemplo, uma média de 15 delegados por ano pede exoneração devido a problemas semelhantes, como excessiva carga de trabalho, baixos salários e precárias condições para o exercício da profissão[3].
A situação em São José dos Campos e Caçapava teve grande repercussão nos meios policiais[5], indicando que pode ser parte de um problema mais amplo no sistema de segurança pública.
Nunes usa delegada em vídeo com inserção contra Pablo Marçal
A campanha do prefeito Ricardo Nunes (MDB) à reeleição em São Paulo gerou polêmica ao usar uma delegada da Polícia Civil em uma inserção de TV contra o candidato Pablo Marçal (PRTB)[5][6].
## Detalhes da inserção
Na propaganda eleitoral, a delegada Vanessa Guimarães comenta sobre um processo criminal de 2005 envolvendo Pablo Marçal[2]. Ela afirma que analisou o caso e declara:
“Ele participou de um grupo criminoso que fazia a prática de phishing, ou pescaria, que é o envio de e-mails para um grupo de pessoas como, por exemplo, um grupo de evangélicos. Eles enviam orações através de e-mails e, a partir daí, a quadrilha tem acesso aos seus dados bancários, permitindo a prática de crimes financeiros. Sim, de acordo com o processo criminal, o Pablo Marçal foi preso, julgado e, posteriormente, condenado por quatro anos e cinco meses de prisão.”[2]
## Repercussão e investigação
O uso de uma servidora pública na campanha eleitoral gerou questionamentos. Em resposta, a Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo anunciou que vai investigar a participação da delegada no vídeo[7].
A campanha de Nunes defendeu que a servidora pode se manifestar como cidadã[7]. No entanto, a polêmica levanta questões sobre os limites da participação de funcionários públicos em campanhas eleitorais.
## Contexto da disputa
Esta ação ocorre em um cenário de acirrada disputa eleitoral em São Paulo. Nunes e Marçal competem pelo eleitorado evangélico, com pesquisas mostrando empate técnico entre eles nesse segmento[2]. O ataque de Nunes a Marçal através da inserção de TV parece ser uma estratégia para minar o apoio ao adversário entre os eleitores conservadores e religiosos.
A polêmica em torno do vídeo adiciona mais um elemento de tensão à já conturbada campanha para a prefeitura de São Paulo, evidenciando as táticas agressivas sendo empregadas pelos candidatos na busca pelo voto dos paulistanos.