PROPINOTREM – PSDB cada vez mais avacalhado; parece ser agremiação de quem bate carteira e grita pega ladrão 40

CÚPULA DO GOVERNO ALCKMIN CAI NO PROPINODUTO

Edição247-Divulgação:

Ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer denuncia formalmente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica um forte esquema de corrupção nos governos do PSDB em São Paulo; segundo ele, Edson Aparecido, braço direito do governador Geraldo Alckmin e hoje secretário da Casa Civil recebeu propinas das multinacionais entre 1998 e 2008; propinoduto na área de transportes, segundo Rheinheimer, visava abastecer o caixa dois do PSDB e do DEM; ele apontou ainda corrupção nos governos de José Serra e Mario Covas; outros nomes citados são dos secretários José Aníbal, de Energia, Jurandir Fernandes, de Transportes, Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, e até do senador Aloysio Nunes e do deputado Arnaldo Jardim; strike completo?

21 DE NOVEMBRO DE 2013 ÀS 06:53

SP 247 – É quase um strike. Um relatório entregue no dia 17 de abril deste ano ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica cita praticamente toda a cúpula do governo de Geraldo Alckmin no chamado “propinoduto tucano”. A denúncia, formal, foi feita por Everton Rheinheimer, ex-diretor da Siemens, que afirmou dispor de “documentos que provam a existência de um forte esquema de corrupção no Estado de São Paulo durante os governos (Mário) Covas, (Geraldo) Alckmin e (José) Serra, e que tinha como objetivo principal o abastecimento do caixa 2 do PSDB e do DEM”.
O furo de reportagem, dos jornalistas Fernando Gallo, Ricardo Chapola e Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo (leia aqui), aponta que o lobista Arthur Teixeira, denunciado por lavagem de dinheiro na Suíça, teria pago propinas ao deputado licenciado Edson Aparecido, atual secretário da Casa Civil e braço direito de Geraldo Alckmin. O documento também cita outros nomes graúdos do tucanato paulista, como os secretários José Aníbal, de Energia, Jurandir Fernandes, dos Transportes, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico. Outros nomes mencionados pelo ex-diretor da Siemens são o do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) – este, também como beneficiário das propinas.
A denúncia do ex-diretor da Siemens tem peso importante porque é o primeiro documento oficial que vem a público com referência a propinas pagas a políticos ligados a governos tucanos. Até então, apenas ex-diretores de estatais como a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vinham sendo citados. Rheinheimer foi diretor da divisão de transportes da Siemens, onde atuou durante 22 anos. Ele disse ainda que o cartel “é um esquema de corrupção de grandes proporções, porque envolve as maiores empresas multinacionais do ramo ferroviário como Alstom, Bombardier, Siemens e Caterpillar e os governos do Estado de São Paulo e do Distrito Federal”.
No Distrito Federal, os desvios teriam ocorrido nos governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda. Em São Paulo, ele cita os governos de Geraldo Alckmin, José Serra e Mario Covas. O fluxo das propinas ocorria por meio da empresa Procint, do lobista Arthur Teixeira, finalmente denunciado na Suíça, após dois anos de engavetamento do caso pela procuradoria-geral da República em São Paulo, por decisão do procurador Rodrigo de Grandis (leia mais aqui).Rheinheimer está colaborando com a Justiça, no regime de delação premiada. Sobre Edson Aparecido e Reynaldo Jardim, ele sustenta que “seus nomes foram mencionados pelo diretor-presidente da Procint, Arthur Teixeira, como sendo os destinatários de parte da comissão paga pelas empresas de sistemas (Alstom, Bombardier, Siemens, CAF, MGE, T’Trans, Temoinsa e Tejofran) à Procint”.

Sobre o senador Aloysio Nunes e os secretários Jurandir Fernandes e Rodrigo Garcia, o ex-diretor da Siemens diz ter tido “a oportunidade de presenciar o estreito relacionamento do diretor-presidente da Procint, Arthur Teixeira, com estes políticos”. Sobre José Aníbal, mencionou um assessor: “Tratava diretamente com seu assessor, vice-prefeito de Mairiporã, Silvio Ranciaro”.

http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/121453/C%C3%BApula-do-governo-Alckmin-cai-no-propinoduto.htm

Resolução SSP-173, de 18-11-2013 – o melhor Secretário de Segurança da história de São Paulo acaba com a inútil e dispendiosa perícia para salvados e sucatas veiculares…Parabéns, Doutor Grella ! 72

Resolução SSP-173, de 18-11-2013

FernandoGrellaVieiraDispõe sobre a localização, em evidente estado de abandono, de veículo produto de crime de furto ou roubo e dá outras providências
O Secretário da Segurança Pública, resolve:

Artigo 1º – Ressalvadas as hipóteses de flagrante, não se considera local de crime para os efeitos da Resolução n. 382, de 01-09-1999, o sítio no qual é encontrado, em evidente estado de abandono, veículo produto de crime de furto ou roubo.

Artigo 2º – Na hipótese do artigo 1º o veículo deverá ser imediatamente encaminhado à unidade da Polícia Civil da área para a devida apreensão, eventual restituição ao proprietário ou legítimo possuidor, e realização de exame pericial, se necessária para instrução de inquérito policial.

§ 1º – Identificado o proprietário, o mesmo será cientificado da sua exclusiva responsabilidade na apresentação do veículo em unidade do Instituto de Criminalística para a realização dos exames periciais requisitados.
§ 2º – Os exames periciais somente poderão ser realizados mediante mínimas condições técnicas e de segurança necessárias.

Artigo 3º – Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

Por força da aprovação do NU, vencimentos de escrivães e investigadores classe especial ultrapassarão os vencimentos de delegados 3ª classe 421

Assembleia aprova reajuste para escrivães e investigadores de polícia

Reajuste será de 21% no prazo de dois anos

Da Redação Fotos: José Antonio Teixeira

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No alto, Samuel Moreira, preside sessão de votação do PLC 44/13

Foi aprovado por unanimidade, nesta terça-feira, 19/11, o Projeto de Lei Complementar 44/2013, do Executivo, que reajusta os vencimentos de escrivães e investigadores de polícia. Segundo o secretário da Segurança Pública,na exposição de motivos da proposta, o reajuste real é de 21% em duas etapas, a primeira no primeiro dia do mês subsequente à data de publicação da lei, e a segunda um ano após. Os 21%% de aumento consideram o reajuste geral de 7% dado às polícias no início deste mês. O projeto para se tornar lei necessita da sanção do governador.

Conforme as tabelas em anexo ao PLC 44, os salários base dos escrivães passam a ser, na primeira etapa, entre R$ 1639,10 (escrivães I, 3ª classe) a R$ 2022,35 (escrivães IV, classe especial). Os salários eram respectivamente R$ 1580,04 e R$ 1949,67. Na segunda etapa ficarão para escrivães entre R$ 1786,62(I, 3ª classe) e R$ 2204, 58 (IV, especial). No caso dos investigadores, na primeira e na segunda etapa, os valores salariais serão os mesmos que os dos escrivães.

A bancada petista registrou voto favorável às emendas de autoria de seus deputados, rejeitadas pelo Plenário.

A íntegra do PLC 44/13 e sua tramitação podem ser consultadas em http://www.al.sp.gov.br, no link Projetos

Deputados durante votação do PLC 44/13
Parlamentares da oposição votaram a favor do reajuste salarial de escrivães e investigadores

Dilma e PT desforram na bunda dos policiais: PEC 300 já era! 70

19/11/2013 – 20h40

Dilma fecha acordo para não votar pauta-bomba no Congresso até 2014

TAI NALON
JULIA BORBA
DE BRASÍLIA

Snap 2013-11-19 at 20.55.09A presidente Dilma Rousseff fechou nesta terça-feira (19) acordo para não votar até o segundo semestre de 2014 nenhum projeto na Câmara e no Senado que representem impacto nas contas públicas.

Dilma convocou reunião do conselho político, que reúne líderes e presidentes de partidos, além de sua equipe de ministros responsáveis pela articulação do governo, para tentar barrar “bombas fiscais” como propostas de emendas à Constituição que cria o piso salarial para servidores policiais, a que prorroga os benefícios para a Zona Franca de Manaus, além de um projeto com reajuste para o Judiciário.

Os congressistas presentes assinaram documento com o compromisso de “respaldo à manutenção dos sólidos fundamentos fiscais e monetários do país”.

“Estes fundamentos são imprescindíveis para dar continuidade aos programas governamentais de desenvolvimento sustentável, com distribuição de renda, geração de empregos e inclusão social”, diz a nota.

“É preciso zelar pelo cumprimento das metas fiscais acordadas no Orçamento e na LDO. Por isso, tomamos a decisão de não apoiar matérias que impliquem, neste momento, aumento de gastos ou redução da receita orçamentária”, diz ainda o documento.

Dilma tem sido ainda aconselhada a vocalizar empenho na área fiscal, numa tentativa de recuperar a credibilidade do governo no setor.

Alguns de seus conselheiros, como o ex-ministro Delfim Netto, defendem que ela vá além do discurso e assuma publicamente compromisso de que seu governo atingirá uma meta de superavit primário de 2% do PIB –neste ano, a meta oficial é de 2,3% do PIB.

P-2 – A decretação do fim do MILITARISMO 52

POR QUE O MILITARISMO TEM QUE ACABAR?

São vários os motivos para a derrocada do militarismo nas polícias brasileiras, seja pela forma aturdida, ora autoritária como se portou durante as manifestações recentes. Seja pelo modelo “Cosme – Damião”, onde se prioriza o modelo ostensivo em detrimento da inteligência, investigação e eficácia na antecipação do crime.

Isso a polícia militar, constitucionalmente falando, não deveria fazer.

Mas faz, muita das vezes usurpando a função precípua, que seria da polícia civil.

Alguns militares do serviço de inteligência, na verdade, quando não estão cometendo o crime de usurpação, se dão ao luxo de se prestarem como uma espécie de luxo de fuxiqueiros, a serviço sabe-se lá de quem ou do que.

Já viram algum policial militar ser preso pelo serviço chamado P-2? Agora reflita se é militar, quantos já foram prejudicados pelos fuxiqueiros anonimamente?

Outro argumento forte que por si, já seria suficiente o bastante para decretar o fim do militarismo, é quando alguma denúncia é feita, algo de podre é revelado, e sempre aparece um idiota conservador, e grita ao quatro ventos: – “num tá satisfeito, pede baixa”! – Isso é tão burro, quanto o curso de formação que esse infeliz fez.

Se fomos doutrinados a tratar com camaradagem os irmãos de farda; inclusive fizemos o juramento falando isso em alto e bom tom; se ainda fomos educados na cultura militar a respeitar os Direitos Fundamentais e Humanos, ter zelo e inteligência interpessoal seja com o andarilho, seja com o presidente da república…Então porque deveríamos aceitar os abusos cometidos dentro da caserna?

Para suportar e se colocar como mártir?

Como super homem?

Como “exemplo” de disciplina e submissão?

Se tem alguns retardados que aceitam lamber aqueles que os humilham isso é problema de quem aceita.

Só não podem é querer que todos tenham que aceitar.

Se assim o fosse, todos poderíamos fazer qualquer merda quando estivéssemos nas ruas, no tratamento com outro cidadão.

E por não podermos fazer isso, é que existem órgãos como o Ministério Público, para que façamos as denúncias.

Infelizmente muitos colegas têm tido condutas nas ruas, que refletem a forma como são tratados dentro dos quartéis.

Por isso muitos estão sendo afastados com distúrbios psicológicos, psiquiátricos, vícios no álcool, crack, cocaína; outros chegam ao suicídio inclusive.

Será que é esse o modelo ideal?

Alguns militares se sujeitam a isso, pela necessidade da profissão, mas, será que os civis, a população se submeteria a isso, em pleno século vinte um?!

É por essas e outras que o militarismo nas polícias brasileiras têm que acabar, pelo modelo paradoxal na relação Direitos Humanos versus Direitos Humanos.

FONTE – BLOG DO ANASTÁCIO

PLC 23 que trata da promoção aos policiais civis que se aposentam está pronto para ser votado…Deputado Mauro Bragatto, Vossa Excelência vai ou não vai requerer seja votado ? 103

Sergio olimpio gomes disse:

Quanto ao plc 23 que é de autoria do dep Mauro Bragatto , que trata da promoção aos policiais civis que se aposentam, o projeto esta pronto para ser votado, entretatanto , cabe ao autor pedir a sua votação.

Sou favorável a ele, alias, sempre que me pronuncio falo da importância de reparar este tratamento injusto. Não mandei ninguém procurar outro candidato, até porque sei que não sou o candidato da maioria que participa do Flit, o que não diminui minha obrigação de lutar pela dignidade da instituição e dos policiais civis.

Qualquer duvida sobre qualquer projeto estou no cel 11999813646.

olimpio

Mudança completa do sistema policial obtém consenso em audiência pública no Senado 51

Enviado em 18/11/2013 as 0:04 – Bel. Investigador

A reunião da última quarta-feira (13) da Comissão Especial de Segurança Pública do Senado terminou com uma frase que resume a avaliação dos participantes de mais uma audiência pública em busca de medidas que levem tranquilidade à população:
– O sistema de segurança pública no Brasil está absolutamente falido – disse o relator do colegiado, senador Pedro Taques, tendo a seu lado autoridades no assunto, como o ex-secretário da Secretaria de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Luiz Eduardo Soares, e o diretor do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
De acordo com Taques, o aparato de segurança precisa de mudanças estruturais, “não em homenagem a uma ou a outra categoria, mas em homenagem ao próprio cidadão”.
O quadro de insegurança compõe-se de imagens “dramáticas” colhidas pelos especialistas em levantamentos e pesquisas: um polícia que morre muito e que mata muito; resolução de crimes em percentual pequeno; falta de confiança da população no sistema de segurança; aumento do número de homicídios e de estupros; penitenciárias superlotadas; tempo médio de 1,6 mil dias para os julgamentos de homicídios.
Os números do último Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apresentados por Renato Sérgio de Lima mostram um Brasil com mais vítimas fatais resultantes de crimes. No ano passado, foram 47.136 homicídios dolosos. Um aumento de 7,8% em relação a 2011. Cresceram também as ocorrências de estupros – 50.617 casos em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes.
Se as ruas estão mais violentas, a situação não é diferente nas penitenciárias. Segundo o anuário, cerca de 38% dos presos estão em situação provisória, “abrindo margem para uma série de problemas, que vão desde a superpopulação carcerária, até a questão de as facções criminosas ocuparem o papel do Estado”. De acordo com Lima, um levantamento mais antigo feito em São Paulo mostrou que o tempo médio para o julgamento de homicídios no Brasil era de mil e seiscentos dias.
Mata e morre
O anuário revela um Brasil no qual os policiais civis e militares matam muito, mas igualmente morrem muito.
– O policial sai para trabalhar sem saber se vai voltar e na dúvida puxa o gatilho. E isso não é falar contra as polícias brasileiras. É assumir que o padrão operacional está falido. As polícias brasileiras matam mais e morrem mais do que em qualquer outro país – assinalou Lima.
Enquanto a polícia de Nova York matou nove pessoas em 2011, a de São Paulo assassinou cerca de 250 pessoas. No Rio de Janeiro foram quase trezentas mortes. Por outro lado, para cada cem mil policiais brasileiros, 17,8 são mortos em serviço. Fora de serviço são 58,7 mortes para o mesmo grupo de cem mil.
O resultado desta situação, como acredita o estudioso é um crescente distanciamento entre polícia e a sociedade. Isso é demonstrado por pesquisa na qual 70,1% dos entrevistados afirmam não confiar na polícia. Nos Estados Unidos, essa relação se inverte: 88% da população confiam nos órgãos encarregados do policiamento e investigação. Na Inglaterra, a confiança chega a 82% dos habitantes.
Desmilitarização
Na opinião Luiz Eduardo Soares, que também foi secretário de Segurança Pública do Estado do Rio, a segurança pública brasileira permanece como um retrato do passado, com práticas autoritárias herdadas do regime de ditadura militar:
– Chegou a hora de alguma coragem e alguma ambição para passarmos a limpo a segurança pública. Para isso precisamos mexer na Constituição, especialmente no Artigo 144, que trata do tema, sugeriu. Soares observou que a insatisfação é generalizada. Nem os policiais, nem a sociedade gostam do que veem.
No entender do ex-secretário, os policiais militares não-oficiais são submetidos a regimes disciplinares muitas vezes inconstitucionais.
– Esses regimes são draconianos. Desrespeitam os PMs como cidadãos, como trabalhadores e como profissionais – disse, referindo-se ao Código Penal Militar. Ao defender a desmilitarização da PM, Soares explicou que não há como comparar as funções do Exército com as da Polícia Militar, por isso o tratamento deve ser distinto.
Soares disse ainda que, ao contrário do imaginário popular, o Brasil não é o país da impunidade. São 550 mil presos. A quarta maior população carcerária do mundo. Formada, em sua maioria, por pobres, pretos e condenados por crimes de menor gravidade, como ressaltou o senador Pedro Taques
– Não é possível que tenhamos mais de meio milhão de presos e destes, quase dois terços em razão de tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio, enquanto os homicídios não são investigados. Os condenados por homicídio doloso são cerca de 60 mil – exemplificou o relator.
Rivalidade
O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Cláudio Beato Filho, trouxe à Comissão Especial de Segurança Pública mais uma dificuldade encontrada no combate à violência no país. Segundo ele, existe uma rivalidade histórica e crescente, não apenas entre as polícias e dentro de cada corporação, mas entre policiais e o Ministério Público. Além disso, a polícia não é efetiva nem na solução dos casos e nem no policiamento das ruas. O resultado é uma percepção de insegurança
– Mais de 50% da população brasileira acredita que vai ser vítima de homicídio nos próximos doze meses – alertou o acadêmico.
Beato apresentou alguns exemplos bem sucedidos de segurança pública que poderiam ser replicados no Brasil. Um deles foi o do Uruguai, onde há uma única polícia.
– A polícia de Nova York teve um problema gravíssimo de corrupção e foi capaz de se reinventar. Como eles fizeram isso? Basicamente com a depuração de suas polícias e com a profissionalização das organizações policiais – contou o especialista. A Colômbia também teria superado o problema da corrupção.
O professor sugeriu medidas para melhorar a eficiência da polícia brasileira. Uma delas são cursos de Direitos Humanos para esses profissionais. Também aconselhou a implantação de sistemas integrados de informação e o reforço no policiamento comunitário.
– Tem pelo menos vinte anos que ouço falar sobre esse tema e se avançou muito pouco – recordou.
Baixa eficiência
O número de ocorrências policiais no Brasil é incompatível com a capacidade de investigação. O alerta é do professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo.
– Diante de uma situação como essa, o que faz o delegado? Ele escolhe. Ele seleciona e essa seletividade não é controlada. Segue o arbítrio do delegado de polícia. Essa é, de acordo com o professor, uma das causas da ineficácia policial na elucidação de crimes – avaliou Azevedo.
Outra causa é a descontinuidade das investigações. A Polícia Militar, que tem o contato com a ocorrência, não tem responsabilidade nenhuma com a produção de dados que vão formar o processo penal.
– Isso é extremamente grave e exclusivamente brasileiro. Não há no mundo nenhuma situação como essa, de uma polícia que não faz o ciclo completo de policiamento – protestou.
O estudioso chamou a atenção para o fato de a polícia civil estar mais preocupada com a produção de um inquérito policial, “do que com uma investigação criminal, que seria a sua tarefa”.
Perguntas e respostas
Taques, que tem um prazo até 3 de fevereiro de 2014 para entregar seu relatório à Comissão Especial de Segurança Pública, acha que a audiência pública desta quarta-feira trouxe uma série de questionamentos a serem respondidos pelos senadores:
– Nós temos muitas polícias. Isso é bom? Nós gastamos muito? Gasta-se bem? Prende-se muito no Brasil? As pessoas que estão presas, merecem estar lá? E aquelas que estão soltas e mereceriam estar presas? A polícia é violenta? É corrupta? É só a polícia? Não é só a polícia?.
Pedro Taques concluiu ser preciso tratar do sistema de segurança pública como um todo, a fim de responder às cobranças da população.
Agência Senado

Aprovado adicional de direção para delegados de polícia 200

13/11/2013 20:48

Aprovado adicional de direção para delegados de polícia

Cálculo levará em conta adicional de tempo de serviço

Da Redação

DownloadPlenário JK na noite desta quarta-feira, 13/11

Foi aprovado por unanimidade, nesta quarta-feira, 13/11, oProjeto de Lei Complementar 43/2013, do Executivo, que institui para a carreira de delegado de polícia o adicional por direção da Atividade de Polícia Judiciária (ADPJ). A medida, que beneficia delegados da ativa, para se tornar lei precisa ainda ser sancionada pelo governador.
A bancada do PT registrou voto favorável ao Substitutivo 1 e à Emenda 4, rejeitados pela votação final.
Segundo o texto do PLC 43, O ADPJ será calculado mediante a aplicação de coeficientes sobre o valor do respectivo padrão de vencimento do delegado de polícia, acrescido do Regime Especial de Trabalho Policial (RETP) e do adicional por tempo de serviço e da sexta-parte dos vencimentos, quando for o caso, na seguinte conformidade: I – 0,098 a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da data da publicação desta lei complementar; II – 0,265 decorrido um ano após a data prevista no inciso I do artigo 2º da citada lei.
O objetivo da iniciativa, segundo exposição de motivos encaminhada pelo secretário da Seguranç Pública, Fernando Grella Vieira, é reconhecer o status de direção exercido pelos delegados.
A íntegra do PLC 43/13 pode ser consultada em www.al.sp.gov.br, no link Projetos
Mauricio Blazeck e autoridades
Samuel Moreira
Olimpio Gomes na tribuna

Prêmio Disque Denúncia homenageia policiais que se destacaram 30

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa
<imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 13 de novembro de 2013 17:27
Assunto: Prêmio Disque Denúncia homenageia policiais que se destacaram
Para: dipol@flitparalisante.com

 
Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Prêmio Disque Denúncia homenageia policiais que se destacaram

Governador destacou a solução de crimes durante a nona edição da premiação

O governador Geraldo Alckmin destacou nesta quarta-feira, 13, os resultados gerados após 13 anos de Disque Denúncia, que contribuíram para a redução dos índices de criminalidade e violência em São Paulo. “Disque Denúncia, esses três algarismos, 181, que mais de 1 milhão de pessoas discaram e nos ajudaram a elucidar crimes, salvar vidas, resolver sequestros, aprisionar armas, tráfico de drogas, pegar fugitivos e prender criminosos”, ressaltou o governador.

Um dos exemplos contemplados na 9ª edição do Prêmio Disque Denúncia foi uma denúncia anônima, recebida pelo telefone 181, que levou policiais ao local onde se escondiam três suspeitos de matar e atear fogo em uma dentista, em abril deste ano. O trio foi preso e o crime, que ganhou repercussão nacional pela brutalidade, foi solucionado em dois dias com a ajuda do serviço.

O prêmio destacou ainda a solução de um latrocínio na zona sul da capital, a descoberta de um bingo clandestino na zona leste e o resgate de uma adolescente mantida em cárcere privado em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A premiação reconheceu publicamente o trabalho dos Policiais Civis e Militares que mais se destacaram no cumprimento do dever, solucionando crimes com base em informações passadas ao Disque Denúncia (181).

As unidades policiais premiadas anualmente são escolhidas de acordo com a quantidade e importância dos casos resolvidos no período de 12 meses.

Foram premiados 6 batalhões da Polícia Militar e 6 delegacias da Polícia Civil, além de duas equipes de cada polícia na categoria Destaque, pela solução de crimes que representaram grande desafio para as autoridades.

Houve ainda a entrega de prêmio de menção honrosa para integrantes do Disque Denúncia a Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) e para unidades do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML), indicadas pela Superintendência da Polícia Técnico-Científica.

Disque Denúncia

O serviço do Disque Denúncia (181) é uma parceria da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo com o Instituto São Paulo Contra a Violência. Conta com o trabalho de profissionais civis, contratados pelo instituto, e policiais civis e militares destacados para analisar as informações recebidas.

Os atendentes são treinados para receber denúncias que podem ser objeto de investigação, como tráfico de entorpecentes, jogos de azar, violência doméstica e sexual. O anonimato de quem denuncia e o sigilo absoluto das informações recebidas são garantidos.

Em 13 anos de atividade, o Disque Denúncia (181) já recebeu mais de 1,5 milhão de denúncias, apresentando resultados que contribuíram para a redução dos índices de criminalidade e violência em São Paulo. Entre os números registrados no período estão 221 casos de sequestros solucionados, 28.614 prisões e 1.298 casos de maus tratos de crianças e idosos.

Os números detalhados podem ser obtidos no site do instituto: www.ispcv.org.br.

Secretaria da Segurança Pública

(11) 3291-6685

http://www.saopaulo.sp.gov.br

http://www.facebook.com/governodesaopaulo

http://www.twitter.com/governosp

Governo do Estado de São Paulo

Alckmin anuncia ferramenta que vai permitir denúncias pela internet 48

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 13 de novembro de 2013 17:46
Assunto: Alckmin anuncia ferramenta que vai permitir denúncias pela internet
Para: dipol@flitparalisante.com

 
Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Alckmin anuncia ferramenta que vai permitir denúncias pela internet

Serviço vai complementar atendimento do 181 e garantirá anonimato de quem denuncia

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta quarta-feira, 13, a ampliação do Disque Denúncia (181) para a plataforma digital. Nos próximos dias, a possibilidade de fazer denúncias contra criminosos será estendida à internet, no serviço Web Denúncia. A novidade tem como objetivo tornar o serviço ainda mais prático e ágil para o denunciante.

“Nas próximas semanas vamos dar um grande passo, que é a Web Denúncia. O cidadão, por celular, tablet e computador, vai poder encaminhar foto, documento, relatório e poder descrever pessoas. Tudo com absoluto anonimato, igual ao Disque Denúncia”, ressaltou Alckmin.

O Web Denúncia é uma parceria entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e o Instituto São Paulo Contra a Violência (ISPCV), que há 13 anos mantem o atendimento telefônico via 181.

O anonimato de quem denuncia, marca do serviço pelo telefone, será mantido nos registros via web. A ferramenta contará com mecanismos de segurança que permitirão ao usuário ter o seu sigilo garantido.

A nova ferramenta vai funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana, e possibilitará enviar arquivos como fotos, vídeos e cópias de documentos. Cada registro será analisado pelos policiais que trabalham no Disque Denúncia (181).

Entre os crimes que poderão ser denunciados pelo novo serviço está o tráfico de drogas, homicídio, latrocínio, roubo e furto de veículo, outros tipos de roubos, sequestro e informações sobre procurados pela Justiça. Um total, portanto, de oito modalidades.

Para registrar uma denúncia, bastará escolher o tipo de denúncia dentre as opções e seguir a sequência de formulários de perguntas. Ao final da denúncia, uma senha será fornecida pelo sistema para que o denunciante possa acompanhar posteriormente a apuração pela polícia.

Secretaria da Segurança Pública

(11) 3291-6685

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Governo do Estado de São Paulo

Delegado-geral faz balanço de sua gestão à frente da Polícia Civil, que completa um ano 54

13/11/2013 20:24

Blazeck assumiu o cargo em momento de crise, com pico nos índices de homicídios

Da Redação: Gabriel Cabral. Fotos: Marco Antonio Cardelino

DownloadLuis Maurício Souza Blazeck, delegado-geral de políciaCompareceu à reunião da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários, sob a presidência de Adilson Rossi (PSB), o delegado-geral de polícia, Luis Maurício Souza Blazeck, que contou sobre as mudanças que ocorreram na Polícia Civil durante seu comando, que completa um ano. Ele também manifestou apoio aoProjeto de Lei Complementar 43/2013, que cria o Adicional por Direção da Atividade de Polícia Judiciária, destinado aos delegados de polícia: “Bons profissionais procuram bons salários”, disse Blazeck.
“Aceitei o desafio em nome da minha corporação”, disse o delegado-geral, explicando que o momento em que ele assumiu o cargo era delicado, tanto por pressão da mídia como popular. Falou do Sistema Integrado de Segurança (SIS), dos Conselhos de Segurança (Consegs) e do trabalho que é realizado na capital e no interior do Estado.
Blazeck, que trabalha na Polícia Civil há 28 anos, afirmou que nos últimos oito anos especializou-se em gestão pública, e que o planejamento da administração da polícia é de suma importância. “Segurança pública não é uma atividade doméstica em que você faz como quer.”
O delegado afirmou que o índice de homicídios havia aumentado em novembro de 2012, “uma situação desagradável e preocupante, principalmente por se tratar de vidas”, salientou.
Redimensionando os setores
As mudanças na estrutura da Polícia Civil, tanto no interior como na capital, foram explanadas pelo delegado. “O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) é um departamento de excelência, mas estava saturado”, exemplificou. Também disse que não fazia sentido a manutenção de uma delegacia de polícia destinada exclusivamente a investigações sobre furto e roubo de jóias, por isso a transformou em uma unidade de atuação mais ampla, abrangendo crimes como roubos a condomínios e ações de Black Blocs.
Sobre o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), o delegado-geral afirmou que irá aumentar o número de unidades para 54 centrais. Com relação ao interior, disse que “pela primeira vez a divisão de recursos materiais e humanos foi equitativa.
“Quando assumimos, tínhamos zero de investimento em inteligência”, disse Blazeck, que citou o apoio do secretário de Segurança na liberação de verba para investimentos em diversas áreas internas. Já com relação à ampliação do número de unidades policiais, o delegado-geral lamentou a falta de recursos para investimento em estruturas de prédios, rubrica que contou com apenas R$ 3 milhões neste ano. “Não consigo construir, uma única delegacia com isso”.
Projeto dos desmanches
O delegado pediu aos parlamentares que apoiem o Projeto de Lei 380/2013, que tornar mais efetivo o combate à receptação de autopeças, com objetivo final de inibir o roubo e furto de automóveis. “Vocês estarão prestando um auxílio ímpar na redução dos índices de crimes contra o patrimônio.”
Com relação à valorização profissional, afirmou que São Paulo é o único Estado da federação que não dá aposentadoria especial para os policiais. Ele pediu apoio aos bons policiais, que merecem melhores salários e condições de trabalho. Agradeceu ainda aos deputados pelas propostas aprovadas, que tratam da exigência de nível superior para agentes e escrivães e do reconhecimento da carreira de delegado como jurídica.
Deputados
Hamilton Pereira (PT) elogiou os aprimoramentos da Polícia Civil e falou de seu projeto sobre a criação da Coordenadoria de Busca por Desaparecidos, que foi aprovado na Assembleia, mas vetado pelo governador. Pediu atenção e dedicação ao assunto. Blazeck convidou o Hamilton Pereira para visitar a equipe da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, vinculada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Também falou sobre outros projetos visando aprimorar as buscas, como o uso de um software que, com base em fotografias, simula o envelhecimento das faces para facilitar o reconhecimento após anos de desaparecimento.
Pedro Tobias (PSDB) questionou se há projetos que visem atender mais rapidamente o cidadão nas delegacias, principalmente para esclarecimento de queixas e boletins de ocorrências. Blazeck falou que faz parte de uma das instituições mais fiscalizadas, e que conta também com o aperfeiçoamento dos totens para auto-atendimento e delegacias webs, onde se pode realizar o início do procedimento de BO, dependendo da gravidade da situação.
Major Olímpio (PDT) também elogiou o delegado-geral e pediu esforços dos deputados no sentido de destinar mais recursos à Secretaria da Segurança Pública no Orçamento 2014.
Dilador Borges (PSDB) falou dos benefícios que Araçatuba recebeu, mas lamentou que a região esteja localizada na divisa do Estado, em rota do tráfico internacional de drogas. Marco Aurélio de Souza (PT) perguntou sobre o fechamento de delegacias em cidades pequenas, que acabam obrigando os cidadãos a realizarem as queixas em cidades vizinhas.
Fernando Capez (PSDB) salientou que o crime que mais aumenta no Estado é aquele em que falsos chaveiros, passando-se prestadores de serviço, fazem cópias das chaves das residências para posterior invasão. Defendeu seu projeto de lei que cria cadastro voluntário de chaveiros disponível à consulta popular.
Osvaldo Vergínio (PSD), que atuou por 25 anos na polícia, ressaltou que os delegados iniciam suas carreiras com salários muito baixos. Parabenizou o delegado que preside o inquérito sobre o caso do garoto Joaquim, de Ribeirão Preto.
Itamar Borges (PMDB) parabenizou os trabalhos do delegado-geral e destacou a excelência referente a modernização da capital e do interior. Antonio Mentor (PT) ressaltou o apoio do Partidos dos Trabalhadores às causas policiais.
Também estiveram presentes os parlamentares Ramalho da Construção, Maria Lucia Amary (ambos do PSDB), Padre Lobato (PV) e Antonio Salim Curiati (PP).

Luis Maurício Souza Blazeck e Adilson Rossi
Reunião desta quarta-feira, 13/11, da reunião da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia
Secretário Luis Maurício Souza Blazeck faz balanço de sua gestão à frente da Polícia Civil
Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia

ALERTA AOS POLICIAIS CIVIS QUE PRETENDEM SE APOSENTAR PELA LEI 51/85 76

PRIMEIRAMENTE, SOLICITO OS VALIOSOS PRÉSTIMOS DA DIREÇÃO DESSE IMPORTANTE E CONCEITUADO CANAL INFORMATIVO, NO SENTIDO DE SER DIVULGADA A INFORMAÇÃO QUE APRESENTO ABAIXO, MESMO PORQUE, PENSO SER DE INTERESSE DE TODA A CLASSE POLICIAL CIVIL, HAJA VISTA TRATAR-SE DE ASSUNTO QUE SE RELACIONA COM O SONHO DE TODOS, QUE É A APOSENTADORIA…

NESSE SENTIDO, INICIALMENTE, CUMPRE-ME IDENTIFICAR: MEU NOME É ELIO ANDRADE DE SOUZA, FUI ESCRIVÃO DE POLICIA POR MAIS DE TRINTA ANOS E APÓS 38 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO ME APOSENTEI EM 23 DE JULHO DE 2013, COM EMBASAMENTO NA LEI 51/85 E  POR  FORÇA DE MANDADO COLETIVO IMPETRADO PELA ASSOCIAÇÃO  DOS ESCRIVÃES DE POLICIA DE SÃO PAULO, QUE FORA DECIDIDO FAVORAVELMENTE  PELA NOSSA SUPREMA CORTE JUDICIAL. COM A PUBLICAÇÃO DE MINHA ALMEJADA  APOSENTADORIA TEVE INÍCIO ENTÃO O MEU DILEMA E EXPLICO PORQUE: NOSSO GOVERNO, CONSUBSTANCIADO EM SUBSERVIENTE ENTENDIMENTO DE NOSSO ÓRGÃO PREVIDENCIÁRIO – SPPREV, NÃO RECONHECEU EM MEUS PROVENTOS  A INTEGRALIDADE DE MEUS VENCIMENTOS, TAMPOUCO AS REGRAS DA PARIDADE, CONTRARIANDO ASSIM AS DECISÕES JUDICIAIS NESSE SENTIDO. O ALUDIDO ÓRGÃO PÚBLICO ME IDENTIFICOU NO HOLERITE COMO “BENEFICIÁRIO PREVIDENCIÁRIO” E ME SURRIPIOU QUASE UM TERÇO DO VALOR DOS VENCIMENTOS QUE FAZIA JUS ANTES DE ME APOSENTAR… O PIOR AINDA ESTÁ POR VIR E TENHO CONSCIÊNCIA DISSO, COM O PASSAR DO TEMPO, SEM AS REGRAS DA PARIDADE, A TENDÊNCIA É MEUS PROVENTOS CAIR AINDA MAIS E A DEFASAGEM É COISA CERTA, POIS NÃO SEREI CONTEMPLADO COM OS EVENTUAIS AUMENTOS E RESTRUTURAÇÕES A SEREM CONCEDIDOS PARA AQUELES QUE SE ENCONTRAM NA ATIVA. AINDA SOBRE TUDO ISSO, DEVO ACRESCENTAR, QUE FACE A MOROSIDADE DO SPPREV EM PUBLICAR MINHA APOSENTADORIA, QUE  DEMOROU QUASE UM ANO PARA QUE ISSO ACONTECESSE, TAMBÉM EM JANEIRO DESTE ANOS PASSEI A FAZER JUS A APOSENTADORIA NOS TERMOS DO ARTIGO TERCEIRO, INCISOS I, II, III, PARÁGRAFO ÚNICO, DA EC. 47/2005, EM QUE SÃO PATENTES OS DIREITOS À INTEGRALIDADE E PARIDADE,  O QUE ME LEVOU APÓS A SURPRESA DO INJUSTO ENTENDIMENTO DO SPPREV RELATIVO À LEI 51/85, A APRESENTAR NAQUELE ORGÃO PREVIDENCIÁRIO UM REQUERIMENTO VISANDO A CONVERSÃO DE MINHA APOSENTADORIA PARA A MODALIDADE PREVISTA NA MENCIONADA EMENDA CONSTITUCIONAL,  SENDO IGNORADO NESSA PRETENSÃO.
PENSO QUE O ACIMA EXPOSTO POSSA SERVIR DE ALERTA PARA TODOS AQUELES QUE ASPIRAM ESSA MODALIDADE DE APOSENTADORIA, OU SEJA, PELA LEI 51/85, 0U ENTÃO PARA  AQUELES QUE ESTÃO REIVINDICANDO NA ESFERA JUDICIAL, TALVEZ POR FORÇA DE ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES DE SINDICATOS  E ASSOCIAÇÕES, A CONVERSÃO DE SUAS APOSENTADORIAS OBTIDAS PELA LEI LEI 1062/2008, PARA A LEI 51/85, HAJA VISTA ISSO NÃO FAZER DIFERENCIAÇÃO ALGUMA PARA  O DENOMINADO ÓRGÃO PÚBLICO.
PENSO TAMBÉM QUE SENTENÇAS JUDICIAIS  APENAS   GENÉRICAS A RESPEITO DA RECEPÇÃO DESSA LEI PELA CARTA MAGNA, SEM TECER  OBRIGAÇÕES AO RECONHECIMENTO  DA INTEGRALIDADE R PARIDADE NOS PROVENTOS   É PRATO CHEIO PARA O SUBSERVIENTE SPPREV, QUE ACABA FAZENDO OS CÁLCULOS DE CONFORMIDADE COM OS OITENTA ÚLTIMOS VENCIMENTOS, AGRADANDO ASSIM,  EM CHEIO O GOVERNO.  ELIO ANDRADE DE SOUZA – FONE (18) 98126-6900