Projeto de Lei 4.471/2012 – fim dos fraudulentos autos de resistência seguida de morte 27

O fim da “fraude de resistência”

29 Dez 2013

Projeto em tramitação na Câmara quer mudar a expressão “auto de resistência” em boletins de ocorrência policial para combater impunidade em casos de morte em operações militares

ALESSANDRA MELLO – CORREIO BRAZILIENSE

Belo Horizonte — W.J., um adolescente negro de 15 anos, foi baleado atrás da orelha por um policial militar em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, em 5 de dezembro. A Polícia Militar (PM) diz que o tiro foi dado porque ele resistiu à prisão após uma perseguição de carro no Bairro Capelinha, periferia do município. Segundo a família do garoto, testemunhas que presenciaram a ação policial negam que W.J. tenha resistido à prisão e afirmam que ele foi alvejado já rendido. Três homens que estavam com o garoto fugiram. Nenhuma arma foi apreendida.

O caso reúne detalhes que costumam compor os chamados “autos de resistência”, expressão comum nos boletins de ocorrência para explicar mortes e lesões ocorridas durante a ação policial com o qual um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados pretende acabar. Mais do que uma simples troca de palavras nos registros, a proposta pretende combater a impunidade de ações criminosas de policiais, determinando uma série de atitudes a serem tomadas pelas autoridades para garantir que esses casos sejam investigados e punidos, pondo fim à “fraude da resistência”. Neste ano, 1.890 pessoas morreram durante ações das polícias civil e militar em situações classificadas como de “confronto”.

Leir Viana da Silva, 47 anos, mãe do adolescente baleado, não sabe se foi aberta investigação para apurar as circunstâncias que envolveram o disparo nem qual foi o destino do PM que atirou em seu filho. O comandante da companhia responsável pelo policiamento no Bairro Capelinha, major Marcelo de Melo, disse que o policial foi levado a um juiz e liberado em seguida. Ele garante que os militares que atuaram na perseguição são exemplares e os envolvidos na ocorrência são bandidos. O major admite que W.J. não tem passagem pela polícia, mas comenta: “Quem anda com porco farelo come”.

As perspectivas do adolescente, que completará 16 anos no dia 5, são sombrias. Se escapar de engrossar as estatísticas de mortes ocorridas durante ações policiais no Brasil — que lidera o ranking internacional, segundo estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública — o rapaz, internado em estado grave, tende a ficar com sequelas. Leir não tem muita esperança de esclarecer o que aconteceu. “Se é difícil apurar crime comum, imagine quando o envolvido é policial”, lamenta a dona de casa que já perdeu um filho, assassinado em uma festa.

Normas

Mortes provocadas por policiais no exercício da profissão são tratadas de maneira diferente sob alegação de que foram decorrentes de legítima defesa, com o objetivo de “vencer a resistência” de suspeitos ou proteger civis. O Projeto de Lei 4.471/2012, pronto para ser votado na Câmara dos Deputados, altera o Código de Processo Penal e estabelece normas para a investigação das mortes e lesões corporais cometidas por policiais. O texto acaba com as classificações genéricas das mortes e lesões ocorridas e impõe regras claras sobre como deve ser a apuração dos fatos, inclusive com recomendações sobre coleta de depoimento de testemunhas, preservação da cena do possível crime e regras para a realização dos exames de corpo delito.

Recomendação

Resolução editada em 21 de dezembro de 2012 pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos já recomenda que policiais deixem de usar em seus registros, boletins de ocorrência, inquéritos e notícias de crimes designações genéricas para as mortes e lesões ocorridas durante ação. A resolução também recomenda, entre outras providências, a abertura de inquéritos para investigação de homicídio ou de lesão corporal, mas nem todos os estados aderiram.

Para saber mais

Legítima defesa

Terminologia usada em boletins de ocorrência para classificar lesões corporais ou mortes provocadas por policiais no exercício da profissão. O termo caracteriza a ausência de ilicitude nas lesões ou homicídios que teriam sido cometidos em legítima defesa, com objetivo de “vencer a resistência” de suspeitos ou garantir a vida de civis.

O que estabelece o Projeto de Lei 4.471/2012

— Os termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte” deverão ser trocados por “lesão corporal decorrente de intervenção policial” e “morte decorrente de intervenção policial”.

— Esses casos serão investigados por meio da instauração de inquérito policial específico.

— A instauração do inquérito deve ser imediatamente comunicada ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao órgão correcional para controle da atividade policial.

— Quando a ação policial resultar em feridos, os agentes deverão chamar uma equipe de resgate do Samu, em vez de tomar a iniciativa de remover as vítimas.

O Brasil acumula cerca de 160 protestos policiais nos últimos dez anos…A pergunta é: por que não permitir que policiais tenham seus direitos trabalhistas reconhecidos? 14

Enviado em 28/12/2013 as 7:12 – CAIPIRAPOL

Pressão sobre policiais cresce, na Argentina e no continente

POR QUE NÃO PERMITIR QUE POLICIAIS TENHAM SEUS DIREITOS TRABALHISTAS RECONHECIDOS?
SABINA FREDERIC

ESPECIAL PARA A FOLHA DE SÃO PAULO
Um rastro de protestos de policiais em 20 entre 23 províncias deixou governantes e cidadãos argentinos em alerta recentemente. Ainda não se dissipara a recordação de três outros aquartelamentos durante este ano e do conflito intenso protagonizado pela gendarmaria em 2012.

Essa recorrência traz à tona um dos paradoxos das democracias na América Latina. A escalada da insegurança fez aumentarem o peso e as dimensões das instituições policiais na região. Além disso, cresceu a pressão pública por mais eficiência e profissionalismo policial, com respeito absoluto pelos direitos humanos dos cidadãos.

Enquanto isso, continuam a ser negados direitos como o da sindicalização, sem que existam mecanismos que garantam condições de bem-estar e remuneração.

O Brasil acumula cerca de 160 protestos policiais nos últimos dez anos. Países como Honduras e Equador sofreram protestos policiais que derivaram em conspirações contra o Estado de Direito.

A situação contrasta nitidamente com a da América do Norte e da União Europeia, cujas polícias têm o direito de sindicalização sem greves e costumam manifestar-se publicamente. Em nossa região, apenas o Uruguai tem sindicato policial reconhecido.

A pergunta é: por que não permitir que policiais tenham seus direitos trabalhistas reconhecidos? Nós, que há muitos anos realizamos trabalho de campo etnográfico entre policiais, sabemos que o argumento contrário à concessão de tais direitos vem da negação da condição de trabalhador aos policiais, justificada por uma essência do “ser policial”, que seria alheia à dignidade do “trabalho”.

Essa visão costuma rejeitar a pergunta de como as lógicas sociais, políticas e jurídicas os atravessam e recusar a questão de como clivagens geracionais, de gênero e de classe são alguns dos princípios que regulam as tarefas que cabem à polícia.

Hoje, temos instituições policiais com alta proporção de jovens socializados numa era de expansão dos direitos dos cidadãos e protestos por sua ampliação. Por que eles deveriam evitar tomar a palavra ou resistir a certas microextorsões que, na ausência de canais paralelos de reivindicação, alimentam a cadeia de comando e o funcionamento crucial das polícias?

Acreditamos que o debate sobre sua condução democrática deva começar com a ampliação do olhar para essas outras realidades, cujo conhecimento é necessário para qualquer reforma viável.

SABINA FREDERIC é professora e pesquisadora da Universidade Nacional de Quilmes e do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas da Argentina.

Verdade, o policial dos anos 1970 e 1980 era vocacionado e apaixonado pela Polícia Civil ! 153

Enviado em 27/12/2013 as 16:54 – C.A.

S.enhores

Com certeza serei criticado por alguns, mas compreendido por outros, relatarei a partir de agora, com os detalhes pertinentes, a trajetória de um Investigador de Policia, que prestou concurso na década de 80. O inicio, a inscrição para o certame, que demorou 2 anos, até a convocação para a Academia de Policia. Depois de mais alguns meses, iniciou-se o curso de formação. A Academia era uma coisa deplorável, quando chovia, alagava tudo, inclusive os alojamentos. A alimentação era em uma Cantina que todos conhecem, mas hoje em dia, podem ter certeza, se é ruim, melhorou bastante, ou então, a pessoa sairia correndo até a Av. Vital Brasil e por lá se alimentasse.
As salas de aulas, nem ventiladores tinham, mas éramos obrigados a trajar paletó e gravata. Após as aulas de atividades físicas ou defesa pessoal, raramente havia água para banho, todos já suados pelos trajes e depois pela atividade, na maioria das vezes, vestiam suas roupas e voltavam para a sala de aula. O retorno para casa, em conduções lotadas e o sujeito fedendo muito.
Finalmente, terminou o curso, fomos mandados para a Delegacia Geral, de lá o signatário, foi designado para a 1ª Regional, consecutivamente para o extinto DEGRAN, onde por anos seguidos trabalhei. Apenas um pequeno detalhe, desde o inicio do curso de formação, aguardamos NOVE MESES, para que o estado iniciasse os pagamentos.
Sem armamento, funcional, pois éramos estagiarios, a primeira coisa que todos ouviram foi o tradicional “DA SEUS PULOS E SE VIRA”. Após um ano, consegui uma carga no Degran, que a mantenho até hoje comigo, um revolver Taurus, 2 polegadas, 6 tiros e cano fino, guarnecido com duas cargas de munição e a recomendação que usasse com moderação.
Pode até parecer hilário para alguns, mas era assim mesmo!
As viaturas, na sua grande maioria, Veraneios, da década de 60 e 70, cambio de 3 velocidades, movidas a gasolina, algumas delegacias, possuiam as de 4 velocidades e movidas a alcool.
A quantidade de favelas, cortiços na Capital e grande S.P., embora duvidem era infinitamente maior ao existente hoje, nosso meio de comunicação era falho, ineficaz, não haviam telefones celulares. Raramente conseguiamos apoio em alguma “AZIA”, Desde aquela época, o Hilkias, já labutava pelo tal NU, que se tivesse sido implementado na ocasião, hoje, todos teriam curso superior. Esta luta, é bem anterior mesmo a da PF, com todas as dificuldades existentes, mas a Policia Civil de São Paulo, era o TOP.
Não mencionarei os “caroços”, porque com certeza, isso virará uma novela mexicana, com direito a choros e lágrimas.
Mas, uma coisa, naquela época tínhamos, UNIÃO, fosse alguém fazer algo de ruim para um Policial Civil, para ver o reboliço que dava. Várias oportunidades, houveram embates com a PM, no 1º D.P., no palácio das Industrias, no Pq. D.Pedro, coisa de precisar intervenção de Secretário de Segurança, Delegado Geral e Comandante Geral.
Mas, isso é passado, habita apenas na memória de quem viveu, o que vejo hoje, é cada um OLHANDO PARA O SEU LADO e todos, todos mesmo, com a conta no banco devedora.
Tudo bem, sei que sou antigo, para alguns até ultrapassado, mas eu tenho história para contar e experiência para compartilhar. Claro, como na minha época, o ingresso era com exigência de 2º gráu, não implica que todos éramos IGNORANTES, as pessoas se fixam em um ou outro, ou mesmo aquele que se faz de BURRO, para fugir da tarefa, coisas corriqueiras no serviço publico, mas isso é opção de cada um. O que eu posso afirmar, é que na época dos 2º gráu, os esclarecimentos eram em maior numero, investigador ia para a rua, para a zona, para a favela, campanas e campanas madrugada à fora. Coisas do passado, que hoje afloram em minha mente. A moda hoje em dia, é investigação VIRTUAL, colega que não entra em “muquifo”, colega que sente medo de arma de fogo, mas em contra-partida é um otimo conhecedor dos recursos de informática. Apesar que há o crime cibernético, mas ainda a grande maioria dos delinquentes, faz uso do “Oitão” e do “mão prá cabeça”, motivo este ao meu ver, que ocasionou o aumento da incidência criminal, associada as nossas Leis.
Não sei, qual será o futuro de nossa Policia Civil, mas do passado eu sei. Se para alguns, os dias de hoje são ruins, que pena, tenho uma triste noticia, já foram bem piores e melhores também.
Talvez, quando conseguirmos a UNIÃO QUE HAVIA ANTIGAMENTE, saiamos desta vala que nos encontramos, mas, tenho a certeza que se ocorrer, não farei mais parte dos quadros, estarei na inatividade, serei apenas mais uma lembrança para as pessoas que me conheceram ou que comigo trabalharam.

é o que penso

C.A.

PEC 51 acirra conflito interno entre autoridades e operacionais 105

Proposta de desmilitarização acirra conflito entre agentes e delegados da PF.

Lucas Dantas/Futura Press

Proposta acirrou ânimos entre agentes e delegados da PF

Agentes veem item sobre reestruturação da carreira como ascensão, enquanto delegados apontam ‘trem da alegria’

A proposta de emenda constitucional que trata da desmilitarização da Polícia Militar e de mudanças na organização da Polícia Civil e Polícia Federal (PEC-51) acirrou os ânimos entre os agentes e delegados da PF.

De um lado, os agentes que enxergam na proposta uma possibilidade de ascensão na carreira por mérito. Eles defendem a aprovação da proposta e dizem que os delegados temem perder poder com as mudanças.

Do outro lado, os delegados, contrários à aprovação, classificam a proposta de “trem da alegria”. Segundo eles, o texto prevê o reenquadramento de servidores públicos sem a necessidade de concurso.

Os delegados, organizados por meio da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), alegam que a proposta é inconstitucional por não ser de iniciativa do Executivo. A argumentação é de que a aprovação da proposta pode gerar um acréscimo de 10% no custo da folha de pagamento da PF. Diante disso, não caberia uma ao Legislativo propor a mudança.

A estimativa é de que, com a aprovação da PEC, a folha de pagamento da PF seja elevada em R$ 20 milhões ao mês. Hoje, a PF gasta aproximadamente R$ 200 milhões por mês com pagamento de pessoal.

Esse percentual de aumento de despesas é indicado em uma nota técnica emitida pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Apesar de reconhecer o impacto, a ANPR está do lado dos agentes, no apoio à proposta, que tramita no Senado. A relatoria está a cargo do senador Humberto Costa (PT-PE).

No âmbito da Polícia Federal, a PEC pode provocar a criação da chamada “carreira de cargo único”. Na prática, transformaria o cargo de delegado de polícia em uma função obtida por mérito. Isso permitiria, por exemplo, a quem entrou para a Polícia Federal como agente, chegar à condição de delegado. Os delegados reclamam que não existem critérios claros no texto da proposta de como ocorreriam essas progressões dentro da carreira policial.

Atualmente, o delegado de polícia começa a carreira após passar em um concurso público específico para essa função. O agente somente consegue chegar à condição de delegado, caso passe neste concurso. Além de promover essas mudanças na carreira da Polícia Federal o texto da PEC também atinge a carreira da Polícia Civil em todo o Brasil. O texto propõe os cargos na carreira policial às funções de delegados e não delegados e prevê o controle externo das atividades policiais.

Entre os delegados, há o receio dos delegados de que, pela falta de um concurso público específico para delegado de polícia, possam ocorrer situações classificadas por eles como absurdas. Um exemplo alegado é a existência de delegados sem ensino superior, mas promovido por tempo de serviço, comandar uma equipe de agentes com ensino superior.

“Para os delegados de Polícia Federal, ela é uma PEC que não tem razão de ser. A PF já é uma instituição que tem grande credibilidade perante a sociedade, sempre com índices de aprovação acima de 50%. É uma instituição que tem o reconhecimento da população e tentar uma modificação da estrutura da Polícia Federal não é nada salutar. Os delegados não aceitam uma carreira de cargo único. Qual o cargo que vai ser extinto? O de delegado?”, questionou o presidente da ADPF, Marcos Leôncio Ribeiro. “Causa estranheza que a ANPR, que representa uma categoria cuja uma das finalidades é ser fiscais da lei concorde com uma proposta inconstitucional”, complementou.

Além da ANPR, a PEC 51 tem o apoio da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). “Desde a Constituição já era para se ter regulamentado uma carreira única e isso nunca aconteceu. Toda a população acredita que o agente, com tempo de trabalho, vira delegado. E não vira. Por mais que você cresça na profissão, você não tem acesso à gestão nem ao comando dos processos de investigação. A PEC 51 corrige isso”, alega o vice-presidente da Fenapef, Luís Antônio Bouden.

Além das mudanças na carreira, a PEC 51 propõe um projeto de força de segurança unificada, acabando com o termo “Polícia Militar”. Cada estado teria autonomia para administrar as polícias e promover as funções de policiamento e investigação. Outra alteração proposta é a união dos procedimentos policiais. Atualmente, estas funções são especificadas para cada polícia. A Polícia Militar, por exemplo, cuida do policiamento ostensivo. Já as polícias Civil e Federal cuidam da investigação criminal.

Quando ocorre um assassinato, o primeiro atendimento é feito por policiais militares que depois encaminham o processo à polícia civil. A proposta pode criar situações, por exemplo, em que o mesmo policial que cuida de uma ronda e testemunha um assassinato se responsabilize pela abertura de um procedimento investigatório.

PAGA A CONTA QUE O FILHO É TEU: Tribunal de Justiça de São Paulo condena pais de ADOLESCENTE BANDIDO 28

25/12/2013 – 09h47

TJ condena pais de adolescente que criou comunidade ofensiva no Orkut

DE SÃO PAULO

Os pais de um adolescente que criou uma comunidade no Orkut foram condenados a pagar indenização de R$ 55 mil a uma jovem vítima de ofensas na rede social.

A decisão é do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que considerou que os pais são responsáveis por supervisionar o que os filhos fazem na internet.

Segundo o TJ, o jovem criou uma comunidade que levava o nome de uma colega de faculdade. Na página, ele relatava fazer sexo com ela e publicava material pornográfico.

O conteúdo ficou disponível no Orkut por 13 meses, até que a Justiça determinou a retirada da página do ar.

Na primeira instância, os pais foram absolvidos, porque o juiz entendeu que “caberia à autora comprovar a culpa dos genitores do menor pelo ilícito praticado”.

Ela recorreu e reverteu a sentença, por unanimidade, na 5ª Câmara de Direito Privado do TJ. Para os desembargadores, não é necessário sequer provar que os pais tinham conhecimento ou aprovavam a conduta do filho.

“O avanço tecnológico e a intensa divulgação na mídia impressa e televisiva a respeito das diversas fraudes e crimes praticados na internet exigem dos pais especial cautela e dever de vigilância dos filhos, na utilização das ferramentas disponíveis no mundo virtual”, disse em seu voto o desembargador Fábio Henrique Podestá, relator do caso.

Como os dois eram menores de idade na época, seus nomes não foram divulgados pelo TJ-SP, onde o processo corre sob sigilo.

Blindagem tucana a Alckmin e Serra não resiste a um sopro da PF 73

Correio do Brasil 

23/12/2013 13:15
Por Redação – de São Paulo

São Paulo

Governador do Estado de São Paulo, Alckmintenta evitar uma CPI sobre o propinoduto tucano

A base aliada do governador de São Paulo, GeraldoAlckmin (PSDB), na Assembleia Legislativa de São Paulo, conseguiu uma ‘vitória de Pirro’, quando o custo político de uma vitória é maior do que o de uma derrota, ao barrar o escândalo da formação de cartel em contratos de trem e metrô em governos tucanos desde Mario Covas (1998) na Assembleia Legislativa paulista. Para as cameras, Alckmin pediu “rapidez” e “seriedade” nas investigações sobre o esquema de cartel mas seu gabinete determinou que o assunto fosse enterrado na Alesp.

Se a abertura da CPI do caso não obteve adesão suficiente de deputados, na Polícia Federal (PF) a investigação segue seu trâmite inabalável. Desde 2008, esta é a quarta tentativa do PT para instalar uma CPI sobre o propinoduto estabelecido entre empresas nos contratos do Metrô paulista e beneficiários ligados às altas esferas políticas dos governos tucanos. As propostas anteriores não passaram pelo mesmo motivo: bloqueio da maioria governista. Para existir, a comissão precisa de 32 assinaturas. Até a manhã desta segunda-feira, a atual proposta contava com 26 adesões.

Além disso, dos 28 requerimentos da oposição para convocar autoridades e envolvidos no esquema, apenas três foram ouvidos pelos deputados. São eles: o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e os atuais presidentes do Metrô, Luiz Antonio Pacheco, e da CPTM, Mário Manuel Bandeira. Integrantes de proa da administração tucana, como os presidentes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinicius Carvalho, da Siemens, Paulo Stark, e o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) não responderam à convocação.

A comissão ainda não acatou o pedido para ouvir um dos delatores do esquema, Everton Rheinheimer. Ele acusa três secretários de Alckmin – Edson Aparecido, Rodrigo Garcia e José Anibal – de receber propina do esquema. Além disso, envolveu o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e o estadual Campos Machado (PTB). Outro nome vetado foi o de João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM que recebeu US$ 836 mil numa conta na Suíça.

Investigação na PF

Enquanto a apuração quanto ao propinoduto tucano se arrasta no Legislativo paulista, a Polícia Federal está cada vez mais perto de desvendar o esquema de desvio de recursos do metrô de São Paulo, usado para abastecer o caixa de campanhas políticas do PSDB em São Paulo.

De acordo com a PF, Alstom, Siemens, Bombardier e Tejofran teriam repassado esses valores para empresas ligadas aos irmãos Fagali, arrecadadores de campanha do PSDB, a Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil de Mário Covas, e Romeu Pinto Jr., outro empresário ligado aos tucanos. Um dos alvos principais da investigação é a consultoria MCA, de Pinto Jr., que recebeu R$ 45,7 milhões da Alstom, em recursos depositados no Brasil e na Suíça. Depois disso, o dinheiro ou foi sacado em espécie ou movimentado por doleiros, sem que se possa determinar o destino. Outras consultorias investigadas são a ENV e a Acqua-Lux.

Outra empresa citada no cartel, a Tejofran, que despontou durante o governo Mario Covas, pagou R$ 1,5 milhão à consultoria BJG, que era controlada pelo ex-secretário estadual de transportes, José Fagali Neto. Próximo a José Serra, ele é investigado desde 2008, quando foram descobertos pagamentos de US$ 6,5 milhões na Suíça – os recursos estão bloqueados por determinação judicial.

O advogado Belisário dos Santos Jr., que defende Fagali Neto, argumenta que ele poderá comprovar que prestou serviços de consultoria

Fazenda Pública foi condenada ao pagamento do GAT a delegado da Central de Flagrante da 2ª Seccional da Capital, cujo titular é inimigo dos subordinados 34

  • O nosso 2º seccional aqui da capital, dr. Francisco de Campos, havia cortado o GAT que recebíamos por labutamos nas agora denominadas Centrais de Flagrante. Segundo ele, somos meros “acumuladores de circunscrição, não respondemos nem por titularidade, nem por equipe de plantão das quatro delegacias que somos obrigados a acumular.
    Entrei com um mandado de segurança para ver o GAT restabelecido, ao mesmo tempo ingressei nos pequenas causas da fazenda pública pleiteando o GAT desde janeiro deste ano, data que o Dr. Francisco mandou cortar o pagamento.
    O mandado de segurança ainda anda a passos de tartaruga, mas a cobrança do GAT foi julgada ao meu favor em primeira instância e agora o tribunal confirmou a decisão, mandando pagar o GAT.
    Dê uma lida na sentença, onde a juíza diz que o decreto não pode ser interpretado para restringir direitos, como fez o nosso seccional.
    Se puder publicar a sentença no flit seria um interessante para ajudar os colegas que como eu tiveram o GAT cortado por essa interpretação esdrúxula dos nossos próprios pares.

    A.N.

    Julgada Procedente a Ação – Sentença Completa
    Vistos. Relatório dispensado, nos termos do artigo 38 da Lei nº 9.099/95. A pretensão comporta acolhimento. Dispõe a LC n° 1.020/07: Artigo 1° – Fica instituída Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT para os integrantes da carreira de Delegado de Policia designados, excepcionalmente, para responderem cumulativamente pelo comando de unidades e equipes operacionais e de plantão dos órgãos de execução da Polícia Civil, por período igual ou superior a 15 (quinze) dias, vedada mais de uma designação para o mesmo período. Parágrafo único – As designações de que trata o “caput” deste artigo poderão ser efetuadas nos casos de ausência impedimentos legais e regulamentares do titular. Artigo 2° – A Gratificação por Acúmulo de Titularidade -GAT será calculada na base de 1/30 (um trinta avós) sobre o valor do respectivo padrão de vencimento do Delegado de Polícia designado e paga por dia de efetiva cumulação. Parágrafo único – Fica vedado o percebimento da gratificação de que trata este artigo em quaisquer hipóteses de ausências, afastamentos e licenças do Delegado de Polícia designado. Artigo 3° – A Gratificação por Acúmulo de Titularidade -GAT não será incorporada e nem computada para quaisquer efeitos legais, e sobre ela não incidirão vantagens de qualquer natureza e nem os descontos relativos à assistência médica e contribuição previdenciária. Artigo 4° – Para fins do disposto no artigo Io desta lei complementar, será efetivada, por decreto, a prévia identificação das unidades e equipes operacionais e de plantão dos órgãos de execução da Polícia Civil, bem como a fixação das demais diretrizes que se fizerem necessárias. A lei em vigor exige a presença de três requisitos para a percepção do beneficio: a) que o delegado de polícia sej designado, em caráter excepcional, para responder cumulativamente pelo comando de unidades e equipes operacionais e de plantão dos órgãos de execução da Polícia Civil; b) que o período da cumulação seja igual ou superior a 15 (quinze) dias; c) que o acúmulo seja para apenas duas unidades, de forma a vedar mais de uma designação extraordinária para o mesmo período. O autor preencheu tais pressupostos, consoante demonstram os documentos acostados com a inicial, valendo destacar que o artigo 1º, da Lei Complementar nº 1.020/07, não exige que o período igual ou superior de 15 dias seja corrido. O fato de o Decreto nº 53.317 de 11.08.2008 não prever expressamente as unidades/equipes operacionais em que o autor trabalhou não impede o pagamento da gratificação, pois decretos e normas de hierarquia inferior não são instrumentos adequados para restringir direitos previstos em lei. O discrimen não tem pertinência lógica à incidência do benefício, que se restringe ao exercício do cargo em condições anômalas por determinado período de tempo, logo, há lesão à isonomia prevista na Constituição da República. A gratificação visa a remunerar a condição excepcional do acúmulo de cargos em determinado período. A vantagem é de caráter especifico e transitório, assim, se o delegado de polícia cumpriu os requisitos legais, deve receber a gratificação. O artigo 4º da Lei Complementar nº 1.020/07, em nenhum momento, criou tal restrição, de forma expressa, quanto ao benefício às unidades previstas em anexo de decreto. Foi apenas no sentido de que a efetivação se daria por decreto; decreto este que, porém, não pode criar restrição não prevista na lei. No mais, o autor apresentou cálculo pormenorizado do direito patrimonial reclamado, ou seja, formulou pedido certo e determinado. Diante do exposto, julgo procedente a pretensão para condenar a ré a pagar ao autor a importância de R$ 30.812,67 a título de gratificação por acúmulo de titularidade pelo período apontado na inicial, com correção monetária desde o ajuizamento, e juros de mora contados da citação, nos termos da Lei nº 11.960/09. Reconheço o caráter alimentar do crédito. Não há custas ou despesas nesta fase processual. Também não se há de falar em condenação de verba honorária. P.R.I. São Paulo, 22 de agosto de 2013.

    http://esaj.tjsp.jus.br/cpo/pg/show.do?processo.codigo=1H0005JFR0000&processo.foro=53

Comércio de peças de veículos na mira do secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira 52

21/12/2013- 04h00

Assembleia aprova lei que acaba com ferros-velhos em SP

ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO

A Assembleia de São Paulo aprovou anteontem um projeto de lei que visa acabar com o comércio irregular de peças de veículos no Estado –os famosos ferros-velhos.

Seis meses após a publicação da regulamentação da lei, todas as empresas que quiserem comercializar peças usadas terão de se cadastrar no Detran e na Secretaria da Fazenda e se enquadrar a uma série de exigências. Isso vale para compras de particulares e de leilões.

O estabelecimento interessado em revender peças terá, por exemplo, de ter um controle de cada item de seu estoque, inclusive com um sistema de rastreabilidade com todas as informações de qual veículo pertencia.

Não poderá haver no local nenhuma peça sem origem identificada. O que não acontece hoje, segundo a polícia.

Além disso, o piso do estabelecimento terá de ser totalmente impermeabilizado para evitar contaminação do solo, como com óleo de motores ou de câmbios.

“Não haverá milhares de pequenos estabelecimentos, mas empresas do ramo, regularmente constituídas, que serão credenciadas e habilitadas a comprar peças, desmontar e vender ao consumidor final”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.

LATROCÍNIOS

A secretaria era uma das mais interessadas na aprovação do projeto porque o governo acredita que possa haver redução da criminalidade com maior controle do setor. “Aproximadamente 50% dos latrocínios estão vinculados a roubos e tentativas de roubo de veículos, de duas e quatro rodas”, disse Grella.

De acordo com dados da violência divulgados pelo governo paulista, o número de carros roubados cresceu em 2013 mais de 10% em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro a outubro, foram 80.050. Em 2012, nesse mesmo intervalo, foram 72.712.

“Nós temos que fazer aqui e esperar que a medida seja adotada por outros Estados e até em nível nacional”, completou o secretário.

PERUGATE – Rota tentou intrujar lista de propina e R$ 2,1 milhões na conta da Polícia Civil…SIFU, os corruptos vestem FARDA ! 140

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Rota apreende R$ 2,1 mi e lista com nomes de policiais

Suspeita é que dinheiro seria usado por facção para pagar propina a PMs

Também foi encontrada em escritório no Bom Retiro a contabilidade do tráfico na zona norte e na cracolândia

ANDRÉ CARAMANTE

FOLHA DE SÃO PAULO

Policiais da Rota, tropa de elite da Polícia Militar paulista, apreenderam na noite de anteontem R$ 2,1 milhões, em espécie, em um escritório no Bom Retiro, na região central de São Paulo.

O dinheiro, investigado como lucro proveniente do tráfico de drogas na zona norte e na cracolândia (centro), estava acompanhado de uma lista com dezenas de nomes e apelidos de policiais.

A polícia investiga se o montante se destinava ao pagamento de propina a policiais corruptos, por causa das festas de fim de ano.

A localização do escritório ocorreu depois de o serviço de inteligência da Rota conseguir informações sobre três carros que circulavam na quinta-feira pelo Bom Retiro.

Os PMs encontraram os veículos e detiveram seus quatro ocupantes. Ao interrogá-los, um deles revelou onde ficava o escritório, em cima de uma loja de roupas.

Os policiais foram ao local com os suspeitos e, durante revista, acharam os R$ 2,1 milhões, uma pequena quantidade de drogas e a relação com os nomes de policiais.

Tudo foi apreendido, assim como computadores e pendrives, nos quais foram achados registros contábeis da movimentação do tráfico na cracolândia e na zona norte.

A polícia suspeita que escritório e dinheiro pertençam ao grupo criminoso PCC (Primeiro Comando da Capital).

CORREGEDORIA

Por causa da lista com nomes de policiais, a cúpula da Secretaria da Segurança Pública foi avisada sobre a operação policial antes mesmo de ela ter sido encerrada.

A determinação do secretário Fernando Grella Vieira e do comandante-geral da PM, Benedito Roberto Meira, foi que o caso fosse encaminhado à Corregedoria Geral da Polícia Civil –inicialmente, a suspeita era que os nomes eram de policiais civis.

Ontem, ao investigarem os a lista, policiais do órgão concluíram que os nomes não são de membros da Polícia Civil, mas de integrantes da própria PM. A relação foi encaminhada então à Corregedoria da Polícia Militar.

‘PERUGATE’

No órgão fiscalizador da Polícia Civli, a lista com os nomes dos policiais que supostamente iriam receber propina de traficantes passou a ser chamada de “Perugate”.

Os delegados e os investigadores da Corregedoria da Polícia Civil suspeitam que os R$ 2,1 milhões seriam usados para o que chamam de “taxa do peru”, alusão ao pagamento de propina para engordar as festas de fim de ano de policiais corruptos.

ATENÇÃO DELEGADOS – Vamos prestigiar PAULO SKAF que tem tudo para ser o próximo governador de SP! 148

Enviado em 21/12/2013 as 4:12 – por ROUBAIX

Sou Dilmista mas acredito que Ferreira Pinto is returning!

SKAF ganha pontos com os paulistas ao abater HADDAD na guerra judicial contra aumento do IPTU em São Paulo.

PauloSkaf3Ferreira Pinto pode ter muitos defeitos, mas inegavelmente é um homem de visão. Ao desembarcar do Governo Alckmin no Estado de São Paulo e filiar-se ao PMDB de Paulo Skaf enxergou longe, conseguiu ver que o Governo Alckmin não teria fôlego para vencer mais uma eleição, os paulistas estão cansados do PSDB em São Paulo!

O escândalo do metrô é apenas um ‘aditivo’ no desgosto dos paulistas com a gestão tucana que já não suporta mais tantos anos sob a mesma batuta de governo.

KASSAB seria uma opção, contudo foi alvejado mortalmente por Haddad com a MÁFIA DO ISS e agora agoniza politicamente.

Mas cabe ressaltar que o excesso de confiança do jovem prefeito o encaminha ao cadafalso político, com medidas totalmente impopulares com os paulistanos e justamente em dois pontos que incomodam mais: MORADIA e TRANSPORTE.

IPTU
HADDAD falhou ao tentar impor um aumento populista, com viés de justiça tributária, alegando que os imóveis em áreas nobres pagariam mais e o de áreas mais carentes pagariam menos mas no desbaratino, entubaria até o talo no rabo dos comerciantes que locam os imóveis comerciais e que chegariam à um reajuste de até 40%, resumo, antes que a medida estourasse no colo do trabalhador do comércio, que pagaria o tributo de Haddad com o próprio emprego o projeto foi fulminado em todas entrâncias.

FAIXA DE ÔNIBUS X CARROS
Na esfera Federal, o governo incentivou nos últimos anos a indústria de automóveis e a aquisição facilitada de veículos zero km, resultado, avenidas cheias de carros seguindo a cartilha do governo federal e o que Haddad faz ao assumir a Prefeitura? Arrebenta com o trânsito de São Paulo com a criação insana de faixas de ônibus permanentes em vários locais da cidade e inclusive mais uma vez lascando com os comerciantes de várias avenidas que viram a vaga de fronte seu comércio, terem a proibição de estacionamento durante o dia inteiro, oras, o que esse despreparado queria? Que o comércio da cidade inteira se tornasse uma Avenida Celso Garcia e seus mausoléus abandonados? Que se faça a FAIXA DE ÔNIBUS sim porém de forma inteligente das 05:00hs as 09:00hs e das 17:00hs as 21:00hs, pronto assim seria justo para toda a população e não da forma atabalhoada como foi feita ferrando todo mundo para que as faixas fiquem vazias grande parte do dia.

PREVENÇÃO DE ENCHENTES E ALAGAMENTOS
Não vimos nenhuma ação preventiva por parte do atual prefeito e aguardemos as chuvas de verão para ver como ficará.

Analisando essas atuações atrapalhadas de HADDAD muitos paulistas ficarão temerosos com PADILHA e migrarão seus votos para SKAF que poderá aglutinar forças contra o PSDB num eventual 2º turno, uma vez que o próprio PT é parceiro no governo federal, Russomano e Kassab poderão apoiá-lo.

SKAF sai fortalecido após vitória esmagadora contra o AUMENTO DO IPTU, é o PT DE HADDAD matando o PT DE PADILHA, portanto atenção DELEGADOS:

Vamos prestigiar PAULO SKAF pois ao que tudo indica tem tudo para ser o próximo governador de SP!

Pequena lista de tudo que foi perdido pela Polícia Civil nos últimos anos 47

Enviado em 20/12/2013 as 3:35 – ROUBAIX

PERÍCIA – Foi embora e se tornou Polícia Científica.
DETRAN – Foi levado embora para outra pasta e agora dá lucro.
CORREGEDORIA – Foi embora para o SSP.
CADEIAS – Levado pela SAP juntamente com escutas ambientais, de celular, cadastro, visita e fotos dos ‘reeducandos’.
INVESTIGAÇÃO – PM e MP investigando à vontade.
PORTE DE ARMA – Polícia Federal
RG – Com o Registro Geral Único prestes a ser implementado IIRGD se tornará obsoleto.
VIATURAS FRIAS – Existem aos montes para todas as demais secretarias todo mundo sabe quais são.
DEIC – Parado, já não dá canas de repercussão como na época do Bittencourt.
DENARC – Acuado.
DHPP – Saudades do Caso Von Richtoffen.
GER – Desmantelado
GARRA – Saudosimo
DOSAT – Foi-se

Apenas uma pequena lista de tudo que foi perdido pela Polícia Civil nos últimos anos.

 

 

Carcereiros, uni-vos contra essa ingrata Administração…Tantos carcereiros colocaram a vida em risco para quê ? 110

Enviado em 20/12/2013 as 3:23 – ROUBAIX

Após o alckmin EXORCIZAR o cargo de carcereiro o que restou é tentar EXORTAR os colegas.

Cargo que conta com excelentes profissionais, homens de bem, trabalhadores valorosos e corajosos, contudo, sendo realista, o cargo de Carcereiro é um CARGO AMALDIÇOADO desde o ventre!

Se todo cargo policial transforma o cidadão nele investido, o de Carcereiro destrói o ser humano que ingressa aos seus quadros, à começar pela desvalorização imbecil de alguns da mesma instituição e por fim o cumprimento da jornada laboral ombro a ombro com a escória humana lhe falando doce no ouvido no interregno de suas tarefas.

Quantos deles foram para rua, mesmo estando certos, errados então perdi a conta!

Muitos se entregaram ao vício da jogatina, cigarro, bebidas, e durante a vida trocaram muitas noites de sono no lar cuidando dos seus, pela assunção do controle da carceragem e eu me pergunto e agora?

Valeu a pena zelar pela sociedade evitando fugas, descobrindo tatus, facas artesanais na jega, maria-louca escondida observando atento a ‘perereca’ funcionando esquentando a agua do ladrão e evitar um incêndio que poderia torrá-los lá dentro? Quantos levaram um gogó no entre grades e se tornaram moeda de troca e colocaram a vida em risco para que?

Para serem descartados pelo governo como lixo do dia para a noite?

Presente natalino…( Mais uma demissão para arrefecer a esperança e encerrar 2013 contristado ) 69

DESPACHOS DO GOVERNADOR
DESPACHOS DO GOVERNADOR, DE 19-12-
2013

No processo administrativo DGP-9010-2009-SSP, vols. I
ao IV (CC-31556-2013), em que é interessado Roberto Conde
Guerra: “À vista dos elementos de instrução constantes dos
autos, destacando-se a representação do Secretário da Segurança
Pública e o parecer 1149-2013, da AJG, julgo procedente
a acusação irrogada a Roberto Conde Guerra, RG 5.862.836,
ex-Delegado de Polícia, do Quadro da Pasta citada, aplicandolhe,
em decorrência, a pena de demissão, com fundamento no
art. 74, II, da LC 207-79. Considerando, entretanto, a precedente
demissão do acusado por ato publicado em 3-5-2011, fica a
execução da pena suspensa, devendo-se proceder às anotações
de estilo no respectivo assentamento individual, para resguardar
eventuais interesses da Administração.” Defensor: Eronides
Aguirre Lopes – OAB/SP – 112.748.

Exortação aos Carcereiros da Polícia Civil: PAREM DE TRABALHAR E MANDEM O GOVERNO E A DELEGACIA GERAL PARA A PUTA QUE OS PARIU! 172

MENSAGEM DO EXMO. DELEGADO GERAL

Da Delegacia Geral de Polícia.
Enviada: quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 14:53:37
Para:

Prezado Senhor

A extinção do cargo de carcereiro decorreu de decisão governamental pautada na política de transferência de presos da Secretaria da Segurança Pública para a Secretaria de Administração Penitenciária.
O artigo 7º do Decreto nº 59.957, de 13 de dezembro de 2013, previu a extinção dos cargos vagos e dos ocupados na vacância, o que significa dizer que não serão mais abertos concursos para carcereiro.
Não haverá prejuízo para os atuais servidores, já que, conforme texto expresso do aludido decreto, os cargos serão extintos na vacância, ou seja, com as respectivas aposentadorias, nos termos da atual legislação de regência e sem prejuízo dos demais benefícios, tais como promoções e contagem de tempo de serviço.
Atenciosamente,
Dr. LUIZ MARICIO SOUZA BLAZECK
Delegado Geral de Polícia.
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Não haverá prejuízos?

O governo acaba com a sua honra, com os seus sonhos , com a sua profissão e diz: NÃO HAVERÁ PREJUÍZOS!

E vocês aceitarão passivamente, esperando que sejam aproveitados em novo cargo?

Tolos, esqueçam qualquer reconhecimento do governo pela carreira dos Carcereiros…

Já demonstraram o que desejam para vocês: A MORTE!

Se vocês não lutarem , futuramente,  passarão fome!