Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de SP
Av. Cásper Líbero, 502 – 10º andar – Luz – Cep. 01033-000 – São Paulo – SP
Tel: (011) 3229-9014
“Sem o Escrivão a Polícia para”
Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de SP
Av. Cásper Líbero, 502 – 10º andar – Luz – Cep. 01033-000 – São Paulo – SP
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“Sem o Escrivão a Polícia para”
Uma operação da Polícia Civil contra o comércio irregular e receptação de aparelhos celulares e tablets apreendeu cerca de 600 unidades na região da Rua Santa Ifigênia, no Centro de São Paulo, nesta sexta-feira (18). Um computador com programa de desbloqueio também foi encontrado. Uma equipe de 25 policiais verifica se os aparelhos são roubados ou contrabandeados.
Segundo o delegado titular da 1ª Seccional da capital, Carlos Eduardo de Carvalho, 13 lojas que vendem os equipamentos e oferecem serviço de conserto foram vistoriadas e não apresentaram notas fiscais dos celulares e tablets. Os proprietários ou responsáveis que não souberam justificar a procedência dos produtos foram levados para a delegacia seccional e ao 3º Distrito, onde passavam por averiguação.
Pelo menos um dos detidos foi autuado em flagrante pelo crime contra telecomunicações porque estava com o programa de desbloqueio. Na loja onde ele estava, pelo menos 30 iPhones sem nota fiscal, segundo a polícia. O suspeito ficará preso, de acordo com o delegado. O restante do grupo será interrogado.
“Nós verificamos que em alguns locais de conserto eles pegavam celulares com defeito, desmontavam e colocavam as peças dos aparelhos roubados, como se fosse um desmanche de celular”, afirma o delegado seccional Carlos Eduardo de Carvalho.
Média de roubo e furto
A cidade de São Paulo registrou, em média, o roubo e o furto de cerca de 460 celulares por dia nos três primeiros meses deste ano, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) aos quais o G1 teve acesso. De acordo com levantamento feito a partir de informações em boletins de ocorrências da Polícia Civil, foram registrados na capital paulista, de 1º de janeiro a 31 de março, roubos de 26.656 celulares. Outros 14.623 telefones foram furtados na cidade.
Somando roubos e furtos, 41.279 celulares foram levados de janeiro a março – 458,6 por dia. Se feita uma relação com o total da população apontada pelo censo 2010, foi registrado um furto ou roubo para cada 273 paulistanos nos três primeiros meses do ano.
“O aparelho celular tem grande liquidez e por isso ele aparece como o item mais roubado e furtado. Tem grande potencial de circulação e negociação. Se torna uma moeda de troca nas mãos dos criminosos”, afirma Fábio Bechara, coordenador do Centro de Inteligência da SSP.
Dr. Guerra,
A SPPREV, está de pose de um parecer da consultoria jurídica deles, que afirma que a lei complementar federal 144/2014, não dá a paridade e a integralidade dos vencimentos, para ninguém, inclusive para a compulsória, aos 65 anos. A lei já está disponível para processar as aposentadorias, no site sigprev, que o setor de pessoal faz o lançamento, para ter o número do protocolo. Não há mais paridade e integralidade, somente se for cumprido o período de transição, o chamado pedágio.
Não é preciso ter bola de cristal para saber que Alckmin será eleito no primeiro turno.Por aqui já se poderia encerrar essa discussão estéril em torno do Ferreira Pinto. Mas, infelizmente passa o tempo, e os Delegados infinitamente sempre escolhem o lado errado. Ficam em cima do muro, e quando finalmente escolhem um lado, pulam do lado do cachorro. E para variar, vão adicionando ainda mais inimigos por todos os lados.
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Verdade, Tira caipira.
Pior ainda é dar crédito ao Kifuro; êta classe de curta visão e pouca memória!
Por – Gilberto Nascimento | 18/07/2014 06:00

Candidato ao governo paulista, o empresário Paulo Skaf (PMDB) teria aceitado o veto dos policias civis ao ex-secretário de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto. A informação foi divulgada por Abrahão José Kfouri Filho, antigo delegado-geral e ex-presidente da Associação dos Delegados do Estado. Segundo ele, o candidato se comprometeu a, caso eleito, não nomear Ferreira Pinto para a secretaria.
Leia mais:
Skaf comandará seu programa sobre segurança pública
Vice na chapa de Skaf, o criminalista José Roberto Batochio (PDT) também teria participado da conversa. Kfouri alega que só aceitou o convite para ser um dos consultores do peemedebista para a elaboração do programa de governo depois de o candidato assumir o compromisso de não entregar a pasta a quem “exerceu cargo de confiança” no atual governo tucano.
Em uma carta publicada em grupos fechados de delegados da polícia paulista, Kfouri fala a colegas “justificadamente temerosos” de que pessoas “prejudiciais” aos interesses dos delegados poderiam ter “voz ativa” em um eventual governo Skaf. Ele relata a preocupação com três integrantes da equipe de campanha do peemedebista, “especialmente uma delas”, possivelmente se referindo a Ferreira Pinto.
Kfouri destaca ainda que Batochio é seu amigo, foi advogado da associação de delegados, defendeu a aprovação da PEC-37 (que tentava dar exclusivamente aos policiais o poder de fazer investigações criminais) e “não morre de amores pela PM e pelo MP”. O delegado aposentado faz críticas às condições de trabalho e à política de segurança pública do governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, e retrata “disputas corporativas constantes” entre as duas polícias.
Negativa oficial
A assessoria do presidente licenciado da Fiesp desconhece a carta escrita por Kfouri e afirma que Skaf não discute, no momento, nomes para um eventual governo. O único convite feito pelo candidato foi para que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles assuma a secretaria da Fazenda em caso de vitória do peemedebista.
Relação difícil
Procurador de Justiça, Ferreira Pinto foi oficial da PM antes de ingressar no Ministério Público. Em sua gestão, ele teria retirado o poder de apuração das organizações criminosas que atuam no Estado da Polícia Civil e passado para a Rota, apesar da falta de atribuição legal dos militares para fazer investigações.
Assessor na Fiesp
Depois que deixou o cargo no primeiro escalão do governo de Alckmin, Ferreira Pinto se tornou assessor estratégico de Paulo Skaf na Presidência da Fiesp para assuntos relativos à segurança pública. Agora, ele é candidato a deputado federal e participa das discussões sobre o programa de governo do peemedebista.
Com a avaliação do governo em ascensão, Alckmin seria reeleito com 54%17/07/2014 19h34 Com a avaliação de seu governo em ascensão, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), lidera isolado a disputa pelo governo do Estado de São Paulo e seria reeleito no primeiro turno se a eleição fosse hoje. Segundo o Datafolha, ele tem 54% das intenções de voto na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes. Em segundo lugar, com menos de um terço das intenções de voto do tucano, aparece o presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), que alcança 16%. O candidato do PT, Alexandre Padilha, tem 4%. Os demais nomes inscritos na disputa somam outros 4%. A pesquisa, realizada na terça (15) e nesta quarta (16) com 1.978 entrevistas em 55 municípios, não é diretamente comparável com o levantamento anterior do Datafolha em São Paulo porque o rol de candidatos mudou. Na investigação do início de junho, antes da oficialização das candidaturas, Alckmin alcançava 47%, Skaf tinha 21%, Padilha ostentava os mesmos 4% no cenário que parecia o mais provável da disputa, sem o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Se não é viável dizer se as intenções de voto nos candidatos cresceram ou recuaram, é possível afirmar, pelo menos, que a situação política de Alckmin melhorou no intervalo de um mês e meio. Isso porque a avaliação positiva de seu governo, esta sim comparável, cresceu com uma diferença acima da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. Em junho, 41% dos paulistas achavam a gestão do tucano boa ou ótima. Agora, sua taxa de aprovação subiu para 46%. No levantamento da taxa de rejeição, Padilha lidera: 26% dos eleitores paulistas dizem que não votariam no ex-ministro da Saúde de jeito nenhum. Skaf vem em segundo com 20%, tecnicamente empatado com os 19% de Alckmin. Esta rodada da pesquisa Datafolha foi feita por encomenda da Folha em parceria com a TV Globo. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número SP-00010/2014. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
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Para que seus leitores entendam como o PCC se transformou no que é graças a um personagem que nós conhecemos bem, Um abraço!
http://www.youtube.com/watch?v=-qltBF0VvFU
http://www.youtube.com/watch?v=-qltBF0VvFU
http://www.youtube.com/watch?v=O0BXp-e0ajg
http://www.youtube.com/watch?v=ibW_IyiocZU
http://www.youtube.com/watch?v=Dzqhx3Se7V8
http://www.youtube.com/watch?v=rGK4ZInKZgA&list=UU_CMzIBQI9Ll6tDRcPl0zYg
http://www.youtube.com/watch?v=Lo2K3pIpZwc&index=91&list=UU_CMzIBQI9Ll6tDRcPl0zYg
Publicado num dos grupos de delegados de polícia:
Abrahão José Kfouri Filho SP., 15.7.14.
Caros colegas Delegado(a)s de Polícia.
Não pretendia abordar esse assunto agora, pois, amanhã bem cedo, viajarei para o exterior, de onde retornarei dia 29. Não achava producente deixar esse hiato, após abordar o assunto. Vejo, entretanto, que ele já veio à baila e não devo me afastar por 15 dias sem manifestar-me. Segue o real histórico dos fatos. Há questão de 30/40 dias, colegas, justificadamente temerosos, postaram mensagens antevendo que, eventualmente eleito Skaf, teriam voz ativa em seu governo, especialmente na área da segurança pública, três pessoas – especialmente uma delas – que, pelos antecedentes pessoais, funcionais e corporativos, poderiam nos ser prejudiciais. Dias após, sabedor de que o Dr. José Roberto Batochio compusera oficialmente a chapa do Skaf, como candidato a vice-governador, dirigi-me aos colegas dizendo que seria interessante aproximarmo-nos dele para, com ele, estabelecer um contraponto na eventualidade de vencerem a eleição, sem que isso valesse intenção de voto. E por que Batochio? Na minha gestão como Presidente da ADPESP ele foi nosso advogado, competente, amigo e dedicado. Como representante da OAB participou de bancas de concurso para Delegado de Polícia. Foi Presidente da OAB/SP e OAB/BRASIL, sempre nos prestigiando. Foi Deputado Federal (votei nele). Trabalhou pela aprovação da PEC 37. “Não morre de amores” pela PM e pelo MP. Ou seja, será certamente nosso aliado, acaso eleito. Afianço isso! Entendo que a todo colega, como cidadão diferenciado, deva ser respeitado o direito à livre escolha eleitoral. Eu mesmo afirmei que não sabia em quem votar. Ou melhor, SABIA EM QUEM NÃO VOTAR: Geraldo Alckmin, por todo o menoscabo com que nos tratou e por todo prejuízo que causou e ainda causa à Policia Civil e aos Delegados de Policia em particular, apesar do suspeito incensamento que lhe fazem alguns poucos … Aguardava eu um posicionamento dos colegas quando, na segunda-feira passada, dia 7, estava na Associação onde recebi um telefonema do Dr. Batochio, que já estava sabendo da reserva que se fazia ao nome do Skaf, justamente pela presença das três “personalidades”, uma em especial. Conversámos por uns 15 minutos, relembramos saudosos momentos e, ao final, coloquei-lhe tudo o que ocorria na classe sobre esse assunto. Disse-me que aguardasse novo contato. Já na manhã do dia seguinte, ligou-me e pediu-me que participasse de uma reunião com o Skaf, às 10,30. Compareci e conversámos, franca e abertamente, por cerca de uma hora. Procurei falar e expor tudo quanto lembrei e sobre tudo que vem sendo perpetrado, nas seguidas gestões tucanas, em desfavor da Polícia Civil e dos Delegados de Polícia, em particular. Abordei detalhes sobre disputas corporativas das quais temos sido constantes alvos. Falei dos vencimentos irrisórios, da falta de recursos e de estímulos, etc. Acho que pouca coisa deixou de ser explicitado. Perguntei-lhe, após, direta e claramente, sobre seu posicionamento acerca do temor que a classe estava sentindo diante de alguns que o rodeiam e apoiam. Ele foi absolutamente direto, claro e firme ao assegurar, ao Dr. Batochio e a mim, que, acaso eleito, não haverá qualquer sentido ou possibilidade que a segurança pública seja confiada a quem, no atual governo tucano, exerceu cargo de confiança, somando-se a isso a nossa rejeição. Ao final, convidou-me para participar do grupo que elaborará seu plano de governo com vistas à segurança pública. Não teria sentido não aceitar. Aceitei e fiquei de indicar mais um ou dois colegas para compô-lo. As primeiras reuniões deverão ocorrer quando eu voltar da viagem, ou seja, início de agosto. Nas postagens feitas hoje, os colegas pediram que eu me manifestasse. Não podia deixar de fazê-lo. É o que faço aqui, embora alongadamente. Saúde, luz e paz. Kfouri.

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial.
De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.
O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.
Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.
O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Esse consórcio poderá ficar encarregado também da capacitação dos integrantes da guarda municipal compartilhada. Todos os guardas deverão passar por esse tipo de capacitação e currículo compatível com a atividade.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), parabenizou guardas municipais que desde cedo aguardavam a votação em Plenário. O projeto tramitou mais de dez anos no Congresso. Ela ressaltou que a aprovação do estatuto colabora para melhorar a segurança da população.
Gleisi explicou que aceitou emenda de redação do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para definir as competências das guardas municipais e das outras forças policiais.
A aprovação também foi saudada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Para ele, o estatuto colabora para a manutenção da ordem e da segurança em várias regiões do país.
Antes de concluir a votação do projeto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que sua aprovação representa um avanço e defendeu a alocação de mais recursos para a área de segurança pública.
Durante a discussão da matéria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concordou com a retirada de requerimento de sua autoria que solicitava o exame do projeto pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Também saudaram a aprovação do projeto os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Mário Couto (PSDB-PA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Humberto Costa (PT-PE), Eduardo Braga (PMDB-AM), Paulo Paim (PT-RS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES), Sérgio Petecão (PSD-AC), Eduardo Suplicy (PT-SP), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR) e as senadoras Ana Amélia (PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Agência Senado
Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado
Fonte: LUIS NASSIF

Jornal GGN – É destaque no Painel da Folha de S. Paulo desta segunda-feira (14) que o empresário Paulo Skaf, candidato do PMDB à sucessão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, apostará “no discurso de lei e ordem” para vencer a disputa eleitoral deste ano.
Segundo colocado nas pesquisas de intenções de voto, Skaf foi chamado de “linha dura” após ter criticado a gestão de Alckmin e afirmado que o tucano é um mandatário “bonzinho” demais diante dos problemas do Estado.
De acordo com a coluna, Skaf declarou que, no lugar de Alckmin, já teria proibido o uso de máscaras em protestos e não esperaria mais de “uma hora” após a depredação que ocorreu nas dependências do Metrô, durante a greve dos metroviários, para demitir os funcionários envolvidos. “Muitos petistas veem o peemedebista à direita de Alckmin. Mesmo assim, prometem apoiá-lo num possível segundo turno”, pontua o periódico.
De fato, o programa de governo que Skaf entregou ao Tribunal Superior Eleitoral no início de julho não contém uma linha sobre como será o diálogo com movimentos setoriais, caso o peemedebista seja eleito. Mas a partir da página 7 da peça, a equipe de Skaf dedica bom espaço às propostas endereçadas à área da segurança pública e administração penitenciária.
Segundo a Folha, elas foram elaboradas com ajuda de Antonio Ferreira Pinto (foto), ex-secretário de Segurança Pública do Estado. O ex-oficial da PM foi exonerado do cargo em novembro de 2012, após São Paulo passar por uma onda de violência que ganhou todos os notíciários. Ele foi substituído pelo ex-procurador-geral de Justiça Fernando Grella, que segue no posto.
Embora tenham surgidos algumas fissuras na relação com o governo Alckmin após sua saída da Secretaria, Ferreira Pinto leva no histórico a atuação de anos nos primeiros escalões do governo paulista que, há duas décadas, é do PSDB.
Ele foi responsável por criar, em 1993, a Secretaria de Administração Penitenciária, e foi alocado como adjunto na Pasta. Cinco anos depois, formou-se procurador de Justiça. Em 2006, foi alçado à titularidade da Administração Penitenciária e, em 2009, virou secretário de Segurança Pública. Um ano depois, repartições da Polícia Civil no Estado ameaçaram entrar em greve, alegando baixos salários e sucateamento da corporação, na contramão de um suposto favorecimento da Polícia Militar. A dificuldade de integrar as duas unidades passa por essa divisão.
No programa de governo, o PMDB de Paulo Skaf, apoiado em alianças com o PSD de Gilberto Kassab e o PP de Paulo Maluf, promete, entre outros pontos:
– Distribuir adequadamente o policiamento ostensivo e preventivo;
– Coibir os pequenos crimes e os comportamentos desordeiros;
– Expandir e aprimorar o uso de tecnologias modernas, sistemas de monitoramento, via câmeras com gestão analítica de vídeos, drones, balões, satélites, gerando capacidade para monitorar todo o Estado;
– Resgatar a cultura da investigação;
– Revisar a distribuição de tarefas dos policiais;
– Apoiar a Operação Delegada [oficializar o famoso “bico” dos policiais], em conjunto com os municípios;
– Implantar programas para combate ao crime organizado;
– Expandir a repressão ao tráfico de drogas;
– Implantar sistema de câmeras para vigilância de áreas estratégicas das divisas do Estado, vinculado ao sistema de inteligência e integrado às câmeras já existentes privadas e públicas;
– Implantar novas Delegacias de Defesa da Mulher, com emprego efetivo de policiais do corpo feminino;
– Implantar o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC);
– Investir no aprimoramento técnico-profissional dos policiais civis, militares e técnico-científicos.
– Política de valorização das Instituições Policiais e do profissional da Segurança Pública;
– Concluir o plano de expansão de presídios;
– Estabelecer política de construção de presídios específicos para cumprimento de penas no regime semiaberto, como previsto na Lei de Execução Penal;
– Programa de formação de mão de obra para que, em parceria com a iniciativa privada, os detentos possam trabalhar;
– Parcerias Público-Privadas (PPPs) para construção e gestão de presídios.
O continuísmo de Geraldo Alckmin

Já o atual chefe do Executivo paulista elenca, a partir da página 30 do programa de governo entregue ao TSE para um possível segundo mandato, as seguintes propostas para a segurança pública:
– Aprimorar a política de meritocracia (metas e bonificação) como forma de valorizar o policial e aumentar a eficiência;
– Acelerar a integração entre as polícias;
– Aperfeiçoar os mecanismos de controle interno com foco no combate à corrupção e uso racional dos recursos;
– Aprimorar os mecanismos de transparência, inclusive dos indicadores criminais e operacionais;
– Aprimorar a capacidade de investigação;
– Aperfeiçoar o combate às novas formas de criminalidade, em especial a organizada;
– Incrementar o investimento em tecnologia, dotando as policias de novas ferramentas de gestão e de atuação;
– Dar continuidade ao processo de valorização das carreiras policiais;
– Dar continuidade ao processo de profissionalização da gestão de segurança pública;
– Dar continuidade ao programa de videomonitoramento por câmeras instaladas em pontos estratégicos;
– Ampliar o combate aos crimes contra a vida e patrimônio e ao tráfico de entorpecente;
– Aperfeiçoar os mecanismos de participação da sociedade civil na construção e implantação da política de segurança pública;
– Dar continuidade ao processo de fidelização do policial nas ações do Estado, a exemplo da atividade delegada e da diária extraordinária.
E, no que tange as políticas de administração penitenciária:
– Ampliar o programa de escolta de presos por Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária;
– Ampliar o sistema de automatização de portas de celas;
– Capacitar servidores em cursos de idiomas e implementar o programa Diálogo Virtual para presos estrangeiros;
– Implantar sistema de vigilância interna e externa dos presídios com utilização de drones;
– Ampliar o programa de Reintegração Social e Cidadania;
– Continuar o programa de expansão e modernização do sistema prisional;
– Ampliar o programa estadual de videoconferência.
Os diferenciais de Alexandre Padilha

O programa de governo do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), terceiro colocado nas pesquisas de intenções de voto, dedica mais espaço ao combate à corrupção no Estado. O petista promete “investir na criação e no aperfeiçoamento de órgãos de controle e de investigação, abrindo as portas das informações do Poder Executivo”.
Nessa área, Padilha tem como modelo o prefeito Fernando Haddad (PT), que, ao assumir o Paço de São Paulo, criou a Controladoria Geral do Município (CGM). Em poucos meses, o órgão veio à tona com a Máfia do ISS.
“Manter uma relação republicana e independente com o Poder Judiciário, Ministério Público e demais instituições de justiça e fortalecer os órgãos de controle interno e externo, responsáveis pela fiscalização financeira e orçamentária do governo estadual”, também é meta do ex-ministro.
Além disso, o programa de Padilha também destoa dos demais ao destacar que “a atuação das polícias respeitará o direito a livre manifestação e tratará igualmente cidadãos e cidadãs, independentemente de classe social, renda, cor escolaridade e local de moradia”.
Na área da segurança pública, o candidato do PT elenca como diretrizes gerais:
– Reverter a violência nas regiões mais vulneráveis;
– Ser implacável com o crime organizado e com qualquer mal feito dentro dos órgãos de segurança;
– Cooperar com o governo federal, com os governos estaduais, sobretudo com os quais compartilhamos divisas territoriais, com os governos municipais, com o Judiciário e com os parceiros privados que ampliaram suas ferramentas de segurança e monitoramento;
– Ampliar o espaço do Estado, por meio da Defensoria Pública e do Ministério Público, nas unidades prisionais;
– Desenvolver ações de integração operacional entre as policiais estaduais e de promoção de um salto tecnológico e dos serviços de inteligência policiais;
– Dar atenção especial na proteção às divisas interestaduais, às rotas rurais e urbanas do crime e com as unidades prisionais.
BOM DIA SRs ,
estou preparando dois ou três documentos para publicar aqui , CASO O DR GUERRA NÃO SE OPONHA ,
em se fazer campanha neste espaço , virei com muito prazer faze-lo.
Podemos mostrar primeiro quem sou , e aos poucos ir postando ideias e debatendo , com os colegas na medida em que surgirem duvidas , a principio ,para os que não me conhecem.
Sou investigador de policia , trabalhei na zona sul de são paulo , posteriormente com a mudança de divisão tornou-se segunda seccional , uma rápida passagem pela centro e atualmente estou na região do abc , mais precisamente no plantão policial de são caetano do sul .
Sou investigador de policia , com 26 anos de efetivo exercício policial , primeira classe , cinco quinquênios , sexta parte e já recebo o abono permanência ha três meses . tenho 51 anos , gestor de segurança publica , bacharel em direito e pôs graduado em gestão publica com enfase em segurança municipal..
ESTOU NO MOVIMENTO SINDICAL DESDE 2007 ,POREM NUNCA FIZ PARTE DE DIRETORIA DE NENHUMA ENTIDADE,
fui delegado sindical durante o período da greve pelo SIPESP para poder gozar de alguma imunidade durante aquele movimento que acabou por culminar naquela agressão descabida por parte do governador em 16 de outubro de 2008 , período no qual estive a frente junto com as demais lideranças do movimento , talvez o mais lindo , da Policia Civil de São Paulo .
Logo apos este grande movimento de 2008 me mantive a frente de varias manifestações de forma independente , vezes aglomerando quinhentas pessoas , e por outras tendo cinco ou seis , mas sempre num movimento critico às politicas publicas descabidas deste governo , que menospreza a policia e deseja em seu intimo nossa extinção ou que nos subjuguemos a um segundo plano inertes , pois policia quando trabalha incomoda governos inoperantes , nas áreas básicas , como e nosso caso.
De outro modo como explicar servidores públicos tão desmotivados e tão desgastados pelo excesso de trabalhos avulsos . Todo servidor tem necessidades minimas atinentes a sua função e para tanto deveriam ganhar , de forma a supri-las , temos muitas lutas pela frente , sendo uma delas a exigência dos itens chamados constitucionais , TAIS COMO , vencimentos pagos na forma de subsídios , aposentadoria especial paritária e integral , e data base .
Paralelamente temos a necessidade de lutar também pela renovação e ampliação do quadro de servidores , que esta bastante defasado com a realidade e com nossas necessidades .
Obvio ninguém é magico e nem leviano para dizer que resolvera tudo sozinho , as forças do estado vão se definindo , baseadas na votação , na influencia na assembleia , na capacidade de lidar com os problemas e no apoio recebido da instituição da qual faz parte , mas colocar o nome da segurança publica em evidencia , lutar por melhorias e contra injustiças , este e um dos nossos objetivos
Eleição passada sem condição alguma fizemos três mil votos , nesta temos mais estrutura de base , contamos com muitos sindicatos do interior nos apoiando , os parceiros se multiplicaram ao longo destes quatro anos , o partido onde estou e neutro e necessita de poucos votos , em relação aos demais , para que conquistemos a vaga na assembleia , e teremos ainda um apoio de outras categorias , obviamente em menor escala , mas complementarão a nossa votação .
Vou postando caso o dr guerra não se incomode , algumas ideias e vamos tirando as duvidas que forem surgindo .
Obrigado aos que nos dão seu apoio , pelo voto de confiança , e por abrir mais este espaço de discussão , a cada um , principalmente à aqueles que nem conheço , muito obrigado , e com certeza , não seremos mais um , e não deixaremos de estar a disposição de todos , sem magicas ilusões ,promessas ou mentiras , pois não precisamos disso , só precisamos ter força dentro do Estado para pleitear e por vezes desmentir fatos criados pelo governo para colocar a opinião publica contra nos , e ai sim num projeto politico futuro , onde procuraremos cada vez mais inserir policiais civis na administração publica , teremos força para peitar o governo de forma ordeira ,
GEORGES HABIB.’, 28 007 PRTB
UNIÃO PELA DIGNIDADE
Bem que este Habib poderia postar aqui no flit, e expor suas ideias e propostas caso seja eleito.
Vai aí uma sugestão!
14/07/2014 18h31
Uma operação coordenada pela Secretaria da Segurança Pública interditou nove estabelecimentos que vendiam peças de veículos provenientes de desmanches nas zonas sul e leste de São Paulo, nesta segunda-feira (14).
Ao todo, foram fiscalizados 11 locais —dois estavam regulares. Um homem foi preso em flagrante durante a operação por adulterar a numeração de um câmbio automotivo.
Participaram da ação policiais militares e civis e agentes do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), da Secretaria da Fazenda de São Paulo e da prefeitura.
Segundo o secretário da Segurança, Fernando Grella Vieira, essa foi a primeira operação contra venda ilegal de peças depois que entrou em vigor a Lei dos Desmanches, no último dia 2. Outras operações estão previstas para os próximos dias.
Pela nova lei, proposta pela governo Geraldo Alckmin (PSDB) e aprovada na Assembleia, apenas estabelecimentos previamente cadastrados no Detran podem vender peças usadas. As peças precisam conter mecanismos que permitam rastrear sua origem, entre outras exigências.
As sanções para quem descumprir a lei são: interdição do estabelecimento, cassação da inscrição no ICMS —tributo estadual arrecadado pela Secretaria da Fazenda— e multa de R$ 30 mil.
“Não somos contra desmonte e venda de peças, desde que atenda aos requisitos legais. Esse modelo [nova lei] é semelhante ao existente na Argentina, que diminuiu em 50% os furtos e roubos de veículos”, afirmou Grella.
O secretário disse ainda que, ao diminuir os roubos de veículos, o governo espera que haja queda no número de latrocínios (roubos seguidos de morte), pois em cerca de metade dos crimes desse tipo os ladrões têm como alvo motoristas de veículos.
Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, os roubos a veículos tiveram um aumento de 3,6% em maio deste ano em comparação com o mesmo mês do ano passado —de 4.012 casos para 4.159. Os furtos a carros cresceram também 3,6% nos dois períodos.
DETRAN
Segundo o diretor de Veículos do Detran-SP, Israel Alexandre de Souza, até o momento 391 estabelecimentos no Estado pediram cadastramento no órgão para comercializar peças usadas, dos cerca de 3.000 que existem.
Na capital, 103 estabelecimentos já procuraram o Detran.
Os nove locais interditados nesta segunda foram emparedados pela prefeitura. Nenhum deles havia se cadastrado no órgão estadual. Em apenas um a polícia encontrou uma peça adulterada.