Dr. Pacheco: SOU DELEGADO DE POLÍCIA do estado de São Paulo meu voto foi em Geraldo Alckmin, foi em Aécio e será desse último de novo 131

Trata-se de um rematado e rombudo engano. Fruto, claro, de um reducionismo muito comum e próprio de pessoas atrasadas.
Notem bem: o que rege meu voto não é um qualquer interesse periférico, subalterno e particularista.
O maior prócer do partido do trabalhadores, muito provavelmente o Lula em pessoa, poderia interpelar-me pessoalmente, a dizer: – “Vote no Padilha, companheiro. Vote na Dilma, meu filho. Vote em qualquer dos quadros do PT, e eu lhe prometo que ao cargo de delegado serão atribuídas todas as garantias asseguradas aos juízes de direito bem como estendível os mesmos vencimentos.”
Decerto, muitos não crêem, e me considerem demagogo, porém eu responderia com um sonoro NÃO.
Lógico que minha interdição não se circunscreve ao PT. Rigorosamente, ela alcança todo e qualquer partido de esquerda.
Alguém então, mais versado em política e na salada geral de nossas legendas, poderia redarguir: – ora, o PSDB e o PT têm a mesma pia batismal.
Verdade. Ocorre que o PSDB, de uns tempos a esta parte, malgrado ainda parcialmente, vem abdicando dos anacronismos muito típicos da esquerda.
O candidato Aécio fala abertamente em reduzir o tamanho do estado, algo em que eu acredito de modo pio.
Um estado agigantado, a se imiscuir nos mais diversos segmentos, não serve para nada. Apenas onera o cidadão.
Para mim, o estado tem de ser diminuto, enfeixando incumbências mínimas, e delas de desincumbindo com excelência. Serviços de truz, circunscritos às atribuições prementes.
Esse negócio de estado empresário é uma enormidade.
Juro, eu tenho preguiça de discutir com quem acredita nessas bobagens. Os exemplos são tantos e tão elucidativos. Alguém acredita genuinamente que se a Petrobras fosse privada, ela teria sido pilhada da forma que foi e se transmudado na sinecura dos companheiros. A exemplo dela, todas as demais estatais.
Claro, isso é só um aspecto mais, como dizer?, perfunctório da coisa.
As razões de fundo, penso, tê-las esmiuçado, senão todas, algumas. Mas não me custa e volto à carga.
Um indivíduo de esquerda acredita que somos todos iguais. Nossas capacitações, aptidões, anseios, vocações etc seriam, com efeito, niveláveis. Tem-se, para o empedernido esquerdista, um lógico consectário: faríamos jus a mesma renda, mereceríamos todos a mesma e indistinguível recompensa.
Então, eu já penso de modo absolutamente diverso. Acredito piamente que uns são muito mais capacitados que outros. Que somos essencialmente diferentes. Uns mais belos. Uns mais feios. Uns mais inteligentes. Outros mais burraldos. E assim indefinidamente. Claro, uns têm maior elã. Claro, outros maior pendor para o trabalho, seja intelectivo seja braçal. Uns empreendem.
O meu consectário lógico: a recompensa de alguns, justamente, tem de ser maior que a de outros, às vezes, infinitamente maior.
E, a rigor, não me faz tanta diferença assim. Porque, para mim, a riqueza de outrem é virtuosa. Eu não a invejo, como um bom esquerdista. Ao contrário, eu a admiro. Para mim, a riqueza de outrem se espraia. A do empreendedor, ela cria empregos, numa espiral auspiciosa. Para o esquerdista, trata-se de algo inconcebível. E ele vocifera: – absurdo, absurdo, vamos dividir o que ele conquistou.
Claro, o esquerdista sempre presumem que os ricos são essencialmente maus. Já o pobres, imaculados. Afinal,que esquerdista não bebe em Rousseau.
Digo: não sou teísta. Sem embargo, defendo ardorosamente os valores que conformaram nossa civilização judaico-cristã. Já um esquerdista, não. Para ele, tudo o que nossa civilização concebeu é algo a ser superado. Tudo: nossas tradições, nossa alta cultura, nossas religiões, sumamente tudo. Afinal, é ele um revolucionário. Ele acredita que, destruindo tudo, um novo ser humano exsurgirá puro e aperfeiçoado.
E tem mais, muito mais. Embora na retórica, um bom esquerdista diga que todos devam ser padronizados, no mundo fenomênico, onde as abstrações soçobram, eles são pródigos em estabelecer distinções. Eis que surgem as muitas minorias: negros, gays, mulheres, índios, funcionários públicos etc. Todas a reclamar direitos especiais, todas a reclamar uma justiça reparativa, como se elas fossem, desde sempre, apenas oprimidas pelos malvados homens brancos e heterossexuais.
Como se negros não houvessem seviciado…negros na história. Como se gays fossem só candura com outros…gays, segue-se um infindável etc.
Outra: um bom esquerdista já viceja com um inimigo figadal elegido: a igreja católica, ou num sentido mais lato, o cristianismo.
Isso mesmo. O mesmo cristianismo que concebeu o ser humano intransitivo, outorgando-lhe dignidade cristã desde a concepção. Não, a igreja católica, para um bom esquerdista é um monstro terrível. A inquisição, um período dos mais dantescos da humanidade. Claro que ele prefere ignorar que comparativamente, e num período risivelmente menor, o comunismo ceifou muito, mas muito mesmo, mais vidas. Ele prefere ignorar que, há muito, a igreja católica passou por seu iluminismo, e desde sempre fora um pilar inquebrantável das nossas mais significativas conquistas.
Mas tudo bem, um esquerdista não se dignará mesmo a estudar. Afinal, ele acredita que tudo o mais é uma bosta, apostando suas fichas num futuro redentor que ele moldará de acordo com a “perfeita dogmática esquerdista”.
Ele ainda acredita que o Partido, como o bom e insuperável “imperativo categórico”, deve mesmo ser gigante e de tal sorte capilarizado que a consciência de todo o mundo seja por ele regida.
Eu poderia me estender por longa linhas, a explicar o que distingue um conservador de boa cepa de um esquerdista estupidificado. Mas não o farei.
Quem se interessar pelo assunto, terá uma vasta gama de livros sobre ele versando. Na lista dos escritores contemporâneos, não poderá faltar: Olavo de Carvalho, Reinado Azevedo, João Pereira Coutinho, Pondé, Rodrigo Constantino, Felipe Moura Brasil, Guilherme Fiuza, Lobão, Leandro Narloch e outros.
Gustavo Corção e Nelson Rodrigues são insuperáveis.
Finalizo, então, como comecei: SOU DELEGADO DE POLÍCIA do estado de São Paulo, que historicamente remunera mal a categoria, nada obstante, meu voto foi em Geraldo Alckmin, foi em Aécio e será desse último de novo.

Dr. Pacheco

PARAÍSO DOS PSICOPATAS – PMs “valentões” negam ter matado “parsa” de copo em Mauá 43

PMs são presos e indiciados por morte de jovem no ABC


14/10/201412h24

Um cabo e dois soldados da Polícia Militar foram presos e indiciados por homicídio qualificado do jovem Rafael Mendes Caetano, 23. O crime aconteceu em uma casa noturna de Mauá, no ABC paulista, na madrugada da sexta-feira (10). Os policiais foram levados ao Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.

Além do homicídio, os policiais deverão responder por omissão de socorro e prevaricação, de acordo com o que foi informado em nota pela SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo). Um civil de 28 anos também foi preso por suposto envolvimento no crime e está na Cadeia Pública de Santo André.

A Polícia Civil apura ainda a participação de outros cinco policiais militares que estavam no local no momento da ocorrência e que foram recolhidos administrativamente na Corregedoria da PM.

O delegado responsável pela investigação do caso, José Mesquita Alves, titular do 1º Distrito Policial de Mauá, solicitou a prisão temporária dos três PMs e do civil à Justiça. O período mínimo da reclusão é de 30 dias.

Dois policiais foram presos ainda na noite desta segunda-feira (13), e outro se apresentou na manhã desta terça-feira (14).

 

O caso teve início na madrugada da sexta-feira passada, quando Rafael Mendes Caetano se feriu gravemente após cair de um mezanino no interior de um bar em Mauá. A queda na altura aproximada de cinco metros causou morte cerebral no jovem, que foi socorrido para um hospital da região. Isso aconteceu após uma discussão iniciada com policiais militares de folga que também estavam no bar.

Segundo o delegado Alves, os homens assumem terem participado da confusão com Caetano, mas negam terem jogado o rapaz do mezanino. O cabo atua no Comando da Área 6 (CPAM-6), na região do ABC, e os dois soldados são do 30º Batalhão da PM, em Mauá.

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O rapaz parece ter chamado um dos PMs de “parsa” referindo a parceiro ( de copo ); o brioso deve ter entendido como  comparsa ( de crime ).

Foi o bastante…

Nove contra um!

Prá arrematar o arremesso do infeliz mezanino abaixo .

Após a façanha não ficou um valente para contar o feito.

É por isso que eu sempre digo e volto a repetir: TEM PM  QUE É MUITO CORAJOSO EM BANDO!

Desculpem-me a maioria.

Entrevista com Antônio Ferreira Pinto – “Verdadeiro lixo” ( a preferência pela Polícia Civil é nítida ) 46

“Verdadeiro lixo”

Por Morris Kachani

14/10/14 15:49

antonio f pinto“Para os bandidos do crime organizado o momento atual é de céu de brigadeiro, pois este governo está segurando a polícia, que perdeu sua autonomia. Hoje o PCC, que lucra o dobro do que lucrava, não é molestado”.

“Minha visão sobre o governador Alckmin é de um homem que só decide por decurso de prazo. Seu governo fez da secretaria de segurança pública um sistema de capitanias hereditárias”.

Ao deparar com seu sucessor, Fernando Grella, em evento de troca de comando na Rota, no final de setembro, Antônio Ferreira Pinto, ex-Secretário de Segurança Pública (2009-2012), baixou o olhar, pigarreou e pronunciou “lixo”, sem estender a mão (veja o vídeo em https://www.youtube.com/watch?v=u0LCNm2KlxM).

Recentemente, o nome do ex-secretário apareceu em investigação envolvendo suposta relação entre Frank Aguiar, vice-prefeito de São Bernardo, e traficantes. Uma rede de proteção, da qual faria parte Ferreira Pinto, teria tentado livrar Aguiar da investigação.

“Isso foi montado por um delegado do Deic, o Alberto Matheus. Ele foi afastado na minha gestão por suspeita de envolvimento com o PCC, voltou agora e está se vingando. E o Fernando Grella está a par de tudo isso”, diz Ferreira Pinto.

Ele concorreu a deputado federal pelo PMDB, mas não conseguiu se eleger. Em compensação, dois de seus principais interlocutores, o coronel Telhada e o Major Olimpio, elegeram-se deputado estadual e federal, respectivamente. Em comum com eles, diz Ferreira Pinto, está a defesa dos interesses da Polícia Militar.

Sua atuação à frente da pasta nunca foi um consenso. O afastamento de diversos oficiais da Polícia Civil dos cargos de chefia, por suspeita de corrupção, a truculência e letalidade da Polícia Militar e a questionada extensão de um sistema de escutas nas investigações do crime organizado fazem parte do repertório.

Ex-tenente e capitão da Polícia Militar,promotor de Justiça, Ferreira Pinto transformou-se em feroz crítico não só de seu sucessor, a quem acusa de descontinuar políticas acertadas de sua gestão, mas também do governador Alckmin.

De acordo com ele, o tráfico de drogas cresceu “em progressão geométrica”, nos últimos anos.

Ferreira Pinto também critica o tratamento dispensado pelo governo à Polícia Militar: “A Rota é uma tropa especializada que só atua em momentos agudos. Não atende briga de marido e mulher, não atira para cima – só aparece quando o confronto é iminente. E a Rota foi tirada das ruas”.

O número de roubos ao patrimônio na capital e no Estado, que registraram alta pelo décimo quinto mês consecutivo, também é alvo das críticas do ex-secretário, que concluiu a entrevista dizendo: “verdadeiro lixo”.

*

Por que “lixo”?

Fui na solenidade da Rota e pela primeira vez, tive contato físico com o atual secretário. Tenho uma indignação muito grande pela forma como a secretaria está sendo conduzida, pelo desmando, pela falta de uma política de Estado, pelos retrocessos após minha saída.

O nível de corrupção nas polícias piorou?

Existe uma falta de combate mais efetivo da corrupção. Eu trouxe para meu gabinete a corregedoria da Polícia Civil, mas hoje isso é letra morta. Hoje a corregedoria não tem vinculação com o gabinete.

Enfim, fica difícil evidenciar se a corrupção piorou, mas a sensação de insegurança entre a população, sem dúvida aumentou.

No entanto o índice de homicídios caiu e se manteve baixo.

Isso é balela. O índice de homicídios vem caindo graças a um serviço implantado pelo DHPP, que descentralizou esta gestão, trazendo policiais vocacionados de todas as áreas. Um serviço muito bem feito pela Polícia Civil que trouxe o decréscimo nos homicídios desde 2006. Quando Alckmin voltou a assumir em 2011, o índice já era o mesmo de hoje.

E os roubos?

Dizer que os crimes de roubo aumentaram por conta da delegacia eletrônica é outra balela, que vem sendo propagada pelo atual secretário. Aumentou porque não existe combate efetivo aos crimes patrimoniais. O governo lançou com toda pompa no ano passado o programa “São Paulo contra o crime” mas a verdade é que o crime venceu.

Na hora em que você baixa uma resolução dizendo que a PM não pode atender ocorrência em que houve tiroteio, você está prejulgando toda uma instituição centenária, acusando-a de tendência homicida.

Quando o governador tira a Rota da rua, fica demonstrado que ele não tem interesse nenhum em combater com energia o crime.

A Rota foi tirada da rua?

Por vários meses a Rota só faz serviços internos e esporadicamente sai à rua. Existe uma preocupação por parte do governo de não passar a imagem de uma polícia repressora. Só que não podemos abrir mão da autoridade do Estado, isso não pode ser esgarçado. Por isso que põe-se fogo no dentista… nisso tudo o pano de fundo é o tráfico de drogas, que cresceu em progressão geométrica. O governo se vangloria de ter apreendido 60 toneladas de cocaína ano passado, mas nunca apresentou um traficante de médio porte.

O crime organizado cresceu?

O crime organizado aumentou.  A Rota é uma tropa especializada que só atua em momentos agudos. Não atende briga de marido e mulher, não atira para cima – só aparece quando o confronto é iminente. E a Rota saiu das ruas.

Quando você se desligou da pasta, muitos policiais estavam sendo executados.

Havia um combate efetivo ao tráfico de drogas e houve essa reação covarde por parte do crime organizado. E assim fui desligado. Uma decisão tomada com base no oportunismo.

No entanto a letalidade da polícia abaixou desde sua saída da secretaria.

O governador não entende o que é letalidade, o que é até compreensível, pois ele é médico anestesista. Letalidade é diferente de execução, isso sim algo execrável. Fizemos levantamento mostrando que em 55% dos confrontos ou o preso saía vivo ou fugia, em minha gestão.

Para os bandidos do crime organizado o momento atual é de céu de brigadeiro pois este governo está segurando a polícia, que perdeu sua autonomia. O crime organizado das prisões recebe a mensagem: ‘não me importune que não importuno’. Hoje o PCC não é molestado. Hoje o crime organizado aufere um lucro de R$ 8 milhões ao mês. Temos gravações mostrando isso. Antigamente, o lucro era de R$ 4 milhões.

Qual sua visão sobre o governador Alckmin?

Minha visão dele é de um homem que só decide por decurso de prazo. Alckmin não tem uma relação mais incisiva com a secretaria de segurança, que se ressente dessa autonomia. As manifestações de junho de 2013 são um exemplo claro. Ora a polícia era omissa, ora se excedia. O governador não sabe o que quer, está muito mais preocupado com as jogadas de marketing.

Como era sua relação pessoal com o governador?

Nunca fui da escolha pessoal dele. Só me nomeou secretário porque não teve outra alternativa. Nunca fui do agrado dele, nossa relação era absolutamente formal.

Qual o grau de violência de nossa polícia, em sua opinião?

Continua grande. Mas não existe polícia no mundo que não tenha um grau de violência. Não mataram um brasileiro em Londres? E o que dizer da polícia americana? O governo tem que ter a humildade de saber que desafio é grande e é preciso uma resposta adequada.

Violência tem que ser combatida com violência?

A violência está na sociedade, e para combatê-la, a autoridade do Estado é necessária. Mas o Alckmin quer passar uma imagem de bonzinho, se desfazer da imagem de uma polícia repressora. Ora, tem que se combater. Mas não faço uma apologia da violência. O confronto é uma opção do bandido.

Como está o ânimo dos policiais?

Os policiais estão indignados. Porque na hora que o governo baixa uma norma dizendo que o policial militar não pode socorrer, criando uma atmosfera de desconfiança, na hora que o governo coloca uma focinheira na PM, na hora em que o governo dá nitidamente preferência por uma organização policial em detrimento da outra, o ânimo cai.

Preferência?

Sim, a preferência pela Polícia Civil é nítida e sabemos que existe uma rivalidade entre as corporações. Existe uma deferência pela Polícia Civil. Ao menos o governo deveria pagá-los bem, e não na base dos adicionais e gratificações, o que afinal é um reconhecimento de que não está pagando direito.

Que tipo de retrocessos houve, desde sua saída?

Eles abriram mão do novo plano de gestão da polícia civil que havíamos elaborado. Voltou-se a um modelo de 40 anos atrás, antigo, arcaico, em que a polícia deixa de investigar os crimes e simplesmente os registra, sem dar prosseguimento. Voltou-se ao mero balcão de atendimento.

A polícia só elucida 2% dos crimes, segundo levantamento da FGV. Durante três meses fizemos um estudo sobre como melhorar o atendimento nos 93 distritos da capital. Levava-se de 10 a 12 horas para se fazer o registro de uma ocorrência, por exemplo. Em caso de entorpecente, para se fazer um flagrante, era preciso enviar a substância à Polícia Científica, no Butantã, para que se realizasse um auto de constatação. Imagine se você estivesse em Ermelino Matarazzo… nós instituímos um kit para fazer essa constatação.

Agilizamos os flagrantes, instituímos um atendimento diferenciado e mudamos os horários de trabalho, privilegiando os momentos de pico. Isso tudo foi abandonado quando saí, os kits foram abolidos.

A política de Estado virou uma política oportunista, casuística, feita para atender interesses partidários de parlamentares que mandam e têm ingerência muito grande na secretaria. Este governo fez da secretaria de segurança novamente um sistema de capitanias hereditárias. Há uma absoluta ausência de política de segurança pública em São Paulo. A secretaria de segurança se transformou em curral eleitoral.

Poderia nomear quem são esses parlamentares?

Posso dar exemplos. Piracicaba tem nove delegacias e todas elas fechavam à noite. Pretendíamos implantar o turno noturno em todo interior mas só conseguimos isso em Bauru, Presidente Prudente e Piracicaba. Esta política foi descontinuada. Retomou-se a política de se criar novas delegacias.

E qual o problema em se criar novas delegacias?

O governador criou por exemplo a delegacia de defesa do direito do deficiente. No décimo andar da secretaria de segurança, com acessibilidade apenas pela garagem, funcionando de segunda a sexta das 9 hs às 18 hs. Para que? Eu acho que o portador de deficiência tinha que ser bem atendido nos 93 distritos.

Essa foi uma medida eleitoreira que veio na esteira de uma decisão do governo Montoro, que com muito sucesso inaugurou a primeira delegacia da mulher no país inteiro. Entendo que no caso da mulher exista uma necessidade de delegacia própria, pois estamos lidando com peculiaridades que envolvem o maltrato no qual a vítima pode se sentir inibida em levar seu drama familiar para pessoas do sexo oposto. É a única delegacia especializada que se justifica.

Outra delegacia sem sentido que este governo criou, é a de crimes em eventos esportivos. Trata-se de pirotecnia de um governo que não enfrenta os problemas com seriedade.

E o Detecta?

Não adianta só comprar equipamento de última geração se não sabe operar. O governo gasta fortunas de TI sem retorno.

O Detecta é uma farsa. É um software para detectar explosivos, adquirido pela polícia de Nova York para ações antiterroristas. Custou R$ 9 mi aos cofres públicos, R$ 4 milhões só para implantar. Só que é um aplicativo incompatível com a realidade de São Paulo e ainda nem conseguiram traduzir o inglês. É mais um engodo

http://blogdomorris.blogfolha.uol.com.br/2014/10/14/verdadeiro-lixo/

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Cyberfaturamentos no DIPOL – A Polícia Civil deveria perseguir a prisão temporária dos empresários envolvidos e propor a delação premiada 53

Roubalheira Geral

Não é de hoje que várias denúncias foram feitas sobre as escabrosas falcatruas que se transformaram os procedimentos licitatórios e contratos na área de tecnologia da informação no Departamento de Inteligência da Polícia Civil durante os anos de presidência do vigarista criminal na comissão de licitação do citado departamento.

Essa postagem de hoje, é apenas mais uma entre outras tantas que envolvem os mesmos protagonistas. O que nos deixa perplexo é o empenho de certa autoridade departamental em blindar o vigarista criminal desde os remotos tempos de seccional de santo amaro onde a dupla se formou. Sempre de mãos dadas orbitando em rumorosos casos de fraudes em licitações e desvios de milhões de cruzeiros em compras de sistemas e equipamentos que jamais foram vistos ou funcionaram.

Não é compreensível também, ter o Estado de São Paulo um dos mais atuantes Ministérios Públicos no combate à corrupção e a improbidade administrativa, com bem sucedidas investigações feitas pelo GAECO sobre enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, se mostrar inerte diante de recorrentes denúncias na área. Por que será? Não acredito que seja por motivo político partidário, pois a bandeira da agremiação política que governa São Paulo é a do combate a corrupção. Não acredito que seja em razão de relações de parentesco entre integrantes de ambas as instituições, só sei que não vemos o mesmo empenho e brilhantismo vistos em outras intervenções ministeriais.

Licitações e Contratos na área de Tecnologia da Informação da Polícia Civil são na atualidade o que foram no passado as licitações e contratos para construção de distritos policiais em São Paulo. Por conta disso, temos até o distrito de nº 103, mas na verdade faltam dez. Entende?

Sr. Governador, Sr. Secretário, Ministério Público

Não é bravata, falácia, mentira, calúnia, etc. É fácil de ser provado. Quer ver?

Acessa o INFOCRIM. No menú principal aparece a sigla “SMS”. Sabe o que significa? Sistema de Mapeamento de Suspeito. Seria um sistema que navegaria nas bases de dados do arquivo criminal do IIRGD, do disque-denúncia, do próprio INFOCRIM e do FOTOCRIM. Sabe para que serviria? Serviria para verificar se nas proximidades de um local de crime, residia alguém, com as mesmas características físicas do autor do crime, que tivesse passagem pela polícia e/ou justiça por prática de crime da mesma natureza. Isso poderia ajudar na investigação. Esse sistema foi pago para a EBIZ SOLUTION, só que nunca foi entregue e basta clicar em cima da sigla SMS para constatar que nunca funcionou.

No mesmo menú, “clica” em cima da palavra ‘AUDITORIA” é outro sistema pago para a mesma empresa que nunca funcionou.

Sistemas por vezes pagos com verba da SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA, por isso deveriam entrar nas investigações a Polícia Federal e o MP Federal.

Chega de ladrão de terno Armani se dizendo classista e que faz tudo pela polícia.

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Relembre apenas um dos casos, pois as falcatruas , conforme denunciamos aqui desde 2008 , são recorrentes desde a gestão do Massilon Bernandes .

São Paulo

MP paulista apura fraude de policiais em licitações

Relatório da Controladoria-Geral de Administração encontrou indícios de conluio na licitação de unidades de delegacias móveis que nunca chegaram a circular. Empresa de software é suspeita de favorecimento

Delegacia de Botafogo, na zona sul, adere à greve

Corregedoria investiga envolvimento de onze policiais – nove são delegados (Cecília Ritto/VEJA)

O Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo investiga fraudes em licitações e crimes cometidos por policiais no Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) na compra de 25 delegacias móveis, que ainda não entraram em funcionamento porque o programa de computador adquirido é incompatível. O governo estadual, por meio da Corregedoria-Geral de Administração (CGA), também apura irregularidades praticadas por onze policiais – nove são delegados.

O projeto do Dipol foi feito após um convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, em 2008, por meio de três contratos. Em junho deste ano, o promotor do Patrimônio Público Valter Santin começou a investigar a licitação de 167.000 reais pelo software, 7,5 milhões de reais pelas unidades e 1,2 milhão de reais por equipamentos.

Um relatório da CGA concluiu que existem indícios de conluio na licitação e negligência no acompanhamento da execução dos contratos. Com isso, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, também pretende ouvir os policiais citados para apurar supostos crimes como fraude à licitação.

Segundo a sindicância da CGA, a empresa fornecedora de software, Black Bee, foi contratada sem negociação de preço nem disputa pelo menor valor de mercado “como é praxe nas licitações” depois que outra concorrente foi desclassificada. Além disso, um dos delegados que era gestor do contrato também assinou o atestado de que a empresa poderia executar os serviços. Os documentos apontam ainda ligação entre concorrentes.

Precariedade – Policiais civis disseram em depoimento na CGA que participaram de cursos de treinamento para operar os veículos apenas com foto, uma vez que as unidades ainda não podiam ser usadas. Em um dos veículos foram encontradas infiltrações e o sistema de internet não funciona em nenhuma das unidades.

O contrato com a Black Blee foi homologado em 2010 pelo ex-delegado-geral Domingos Paulo Neto, atual diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). A Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a CGA explicaram que ele não é ainda alvo de processo administrativo por não ter participação direta nas licitações.

Em nota, a SSP afirmou que “não tolera desvios de conduta por agentes de Estado”. Segundo o órgão, o processo na CGA foi aberto a pedido da própria pasta, que também faz investigação interna. Nenhum representante da Black Bee foi encontrado para comentar o caso. A Senasp informou que fará ” fiscalização in loco” para verificar irregularidades.

(Com Estadão Conteúdo)

ABELHAS VENENOSAS NO DIPOL- Cardeal da Polícia Civil é processado por contratos milionários junto a desenvolvedor de software xing ling com parque industrial fantasma em São Vicente 64

 

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Segundo inquérito da Corregedoria Geral , a Black Bee foi contratada sem negociação de valores mais baixos depois da desclassificação de outras concorrentes.

Qual o problema ?

Não é praxe ?

Nenhum, desde que em São Vicente existisse algum parque industrial.

Aqui – minha terra natal – tem fábrica de prancha de surf , calçados do estilista Fernando Pires , defensivos agrícolas e uma ou outra pequena indústria. Nada mais!

A Black Bee Desenvolvimento de Sistemas Ltda é um piada!

O seu suposto parque industrial jamais será encontrado, nem seus donos.

Acabam de sofrer despejo por falta de pagamento do endereço comercial situado na Vila Mariana, Capital.

( Os interessados poderão consultar o site do Tribunal de Justiça de São Paulo. )

Mas e daí?

Por que o Diretor do DIPOL deveria saber que em São Vicente nunca existiu parque industrial; especialmente  de empresas desenvolvedoras de sistemas?

Primeiro, ele deveria visitar as instalações.

Segundo, porque ele morou e trabalhou em São Vicente e região.

Terceiro, foi Titular de Garra, DISE, DIG, Divisionário do DEIC, Diretor da Corregepol, Diretor do DIPOL, Diretor do DEIC, novamente Diretor do DIPOL.

Assim, não pode ser ingênuo.

Autoridade que firmou a compra: Gaetano Vergine (Delegado de Polícia Diretor).

Produto: Fornecimento de software de gestão de procedimentos disciplinares ( Qual objetivo ? ).

Contrato celebrado em 22-10-08 no valor de R$1.207.000,00.

Ah, tem muito mais!

Tanto que a Corregedoria e o Ministério Público  fazem um verdadeiro pente fino em todos os contratos e serviços prestados para o DIPOL pela Black Bee, E-bis Solution , etc.

É certo que nos autos do PAD 127/13 – DGP 6255/13 – os advogados dos réus ( nove delegados, Gaetano Vergine, Sérgio Luiz Zarelli , André Dahmer, inclusive!  ) procrastinam o andamento dos atos processuais o quanto podem.

Todo mundo se diz vítima, mas ninguém aponta os culpados.

Mais dois diretores de departamentos que também subscreveram os contratos serão formalmente indiciados e deverão ser afastados em breve.

Um dos advogados criou um novo sucedâneo processual objetivando a absolvição sumária do eminente cliente classe especial: pedido de reconsideração ao SSP em face da ilegitimidade passiva do réu, pois não lhe cumpria o dever de fiscalizar os atos dos membros da comissão de licitação instalada anteriormente. Uma espécie de defesa peremptória  pela qual , logo na prévia o réu quer demonstrar: assumi no dia 12, estava tudo preparado para ser formalizado pelo meu antecessor dias antes. Não existia razão para não assinar. Coisa assim.

O chamado princípio da confiança!

Verdadeiramente, coloco a minha mão no fogo afirmando que GAETANO VERGINE NÃO MALVERSOU O ERÁRIO POR MEIO DE LICITAÇÕES FRAUDULENTAS!

Mas tenho a certeza de que milhões de reais foram para os bolsos de outrem.

Foi entrutado pelos seus pares!

E enquanto “tempus fugit” os “laranjas” da Black Bee já ganharam o mundo; só deixando dívidas e muitas dúvidas.

De qualquer forma, a Fazenda Pública não perdoa; a dívida não prescreve!

E quem apanha jamais esquece!

Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem em cima da ex-presidenta 141

Segundo turno

Istoé/Sensus mostra Aécio com 17 pontos à frente de Dilma

De A Tribuna On-line
N/A

No total de votos, Dilma tem 36,7% e Aécio, 52,4%

A primeira pesquisa ISTOÉ\Sensus sobre o segundo turno das eleições presidencias, divulgada neste sábado (11), mostra que o candidato Aécio Neves (PSDB) disparou na preferência do eleitor, com 58,8% dos votos válidos. A petista Dilma Rousseff ficou com 41,2%, uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

No total de votos, Aécio tem 52,4% dos votos, enquanto Dilma registra 36,7%. Brancos e nulos somam 11% e a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, com um índice de confiança de 95%.

Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentado aos eleitores, Aécio aparece com 52,1% da preferência dos pesquisas, já Dilma fica com 35,4%. O percentual de indecisos chega a 12,6%.

A pesquisa Sensus entrevistou 2 mil pessoas em 24 estados de 136 municípios nas cinco regiões do país, entre os dias 7 e 10 de outubro. O registro na Justiça Eleitoral é o BR-01076/2014.

Além do resultado positivo, a candidatura tucana pode comemorar também o aumento da rejeição da presidente Dilma. Conforme o Instituto Sensus, 46,3% dos entrevistados dizem que não votam na petista em hipótese alguma. Enquanto isso, a rejeição ao nome de Aécio Neves está em 29,2%.

Outra novidade nesta pesquisa é o fato de ser a primeira após o postulante à Presidência pelo PSDB captar o apoio de outras legendas, como o PSB, PV, PPS e o PSC.

Os resultados apresentados pela pesquisa podem representar parte dos efeitos provocados pelas declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.

Teatralização armada por delegados e jornalistas no DEIC já tem bode expiatório: um Tira! 60

Policial é suspeito de vazar dados de inquérito sobre o caso Frank Aguiar

ROGÉRIO PAGNAN
REYNALDO TUROLLO JR.
GUSTAVO URIBE
DE SÃO PAULO

A Polícia Civil de São Paulo investiga a suspeita de que um policial do Deic (departamento de investigações criminais) tenha atuado para obter e vazar informações de uma investigação que liga o vice-prefeito de São Bernardo do Campo e cantor Frank Aguiar (PMDB) a um acusado de tráfico internacional de drogas.

A atuação deste policial, também investigado pela Corregedoria, teria provocado a paralisação do inquérito contra Jaílson de Souza, suspeito de traficar 230kg de cocaína apreendida em 2011.

O inquérito do caso ficou parado de abril de 2012 a fevereiro de 2014.

Luivo José de Souza Barros passou a ser investigado, segundo a polícia, após uma série de investidas dele em busca de informações de um inquérito sigiloso contra Souza e Frank Aguiar.

Barros, segundo documentos obtidos pela Folha, é ex-agente do Denarc (narcóticos) e “supostamente amigo íntimo” de Souza, o suspeito de tráfico. Hoje, trabalha no Deic, órgão que conduz a investigação contra a dupla, mas em outro setor.

Reprodução
Policial é suspeito de vazar dados de inquérito do caso Frank Aguiar
Policial é suspeito de vazar dados de inquérito do caso Frank Aguiar

“Referido policial, que nem se encontra lotado nesta delegacia especializada, costumeiramente vinha ao cartório solicitar informações do feito”, afirma documento entregue à Justiça.

O investigador passou a ser formalmente investigado no dia 9 de setembro após nova tentativa de obter informações do inquérito. Ele nega as acusações.

Nesse dia, a reportagem da Folha estava no Deic onde presenciou um corre-corre entre os policiais na tentativa de conter o delegado Alberto Pereira Matheus Jr. que, segundo seus colegas, “queria matar o investigador”.

Matheus Jr. é o responsável pela investigação.

A reportagem foi fechada em uma sala e, de lá, pôde escutar gritos do delegado ao investigador Barros. “Você está ajudando traficante.”

Desde então, a Folha tenta, sem sucesso, entrevistar o delegado Matheus Jr. e o superior dele, Ruy Ferraz Fontes. Eles afirmam que o caso está sob sigilo.

Na tarde de terça-feira (7), Aguiar esteve na sede da Polícia Federal para, segundo ele, colocar-se à disposição da polícia para qualquer explicação sobre o caso. A PF, porém, não participa dessa investigação do Deic.

Aguiar passou a ser investigado após ter conversas com Souza interceptadas.

Segundo a investigação, o vice-prefeito mora em um casa em nome do suspeito de tráfico e de quem também recebia depósitos de dinheiro.

A paralisação do inquérito, segundo a polícia, teve a participação do ex-secretário da Segurança Antonio Ferreira Pinto, que teria afastado policiais à frente da apuração. Ele nega envolvimento.

Isso é irreal, não tenho ligação com suspeito’, diz policial investigado

DE SÃO PAULO

O investigador suspeito de atuar em benefício de suposto envolvido em tráfico de drogas diz que sua inclusão no inquérito é um “absurdo” e trata-se de uma “ficção”.

O policial Luivo José de Souza Barros é suspeito de vazar informações de uma investigação que liga o vice-prefeito de São Bernardo do Campo e cantor Frank Aguiar (PMDB) a um acusado de tráfico internacional de drogas.

Barros, porém, disse que nunca conheceu ou teve qualquer relação com Jailson Lopes de Souza. Ele nega, ainda, ter buscado informações sobre o caso ou ter repassado qualquer dado ao suspeito.

“Isso é irreal. Eu sou investigador de classe especial. Eu não o conheço e não tenho relação nenhuma com ele. Eu nunca fui ao cartório buscar informações sobre isso e nunca soube que eu estava sendo investigado por isso”, disse Barros.

O policial atribuiu a inclusão de seu nome no inquérito enviado à Justiça a uma tentativa de vingança do delegado Alberto Pereira Matheus Jr., responsável pela investigação, e a um esforço de prejudicar o ex-secretario da Segurança Pública de São Paulo Antonio Ferreira Pinto.

No final do mês passado, ao ser procurado pela Folha, o ex-secretário disse que não sabia da apuração sobre o cantor Frank Aguiar. Segundo ele, a suspeita envolvendo seu nome “não faz nenhum sentido”.

“A minha biografia não permite insinuação em relação a isso”, afirmou. “Há motivação eleitoral nisso”, disse.

Na época, Ferreira Pinto concorria pelo PMDB a cargo na Câmara dos Deputados –ele não foi eleito.

Frank Aguiar, que também era candidato a deputado federal e não foi eleito, disse haver razão eleitoral no caso. Ele admitiu ter amizade com Souza, mas negou que soubesse da suspeita de ligação dele com o tráfico de drogas.

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

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Por que esse Dr. Matheus Jr. em vez de fazer escândalo pra jornalista ouvir não acionou a Corregedoria Geral?

O maior legado do Partido dos Trabalhadores foi a especulação e inflação imobiliárias 44

A especulação imobiliária em todo o Brasil, especialmente nas grandes metrópoles do país foi violenta nos últimos anos. Isso foi resultado dos incentivos para o setor imobiliário e da construção, associados à facilitação do crédito para o consumo; também da venda de ilusões como o milagre do pré-sal e do brasileiro mais rico do mundo. O Ex-“X”.   A demanda aumentou e com isso os preços. O mercado passou a colonizar regiões que antes eram apenas periféricas. Com isso houve uma expulsão de moradores que dependem do aluguel para regiões mais distantes, a periferia da periferia.

Uma casa própria digna é um sonho cada vez mais distante para o brasileiro comum.

FINANCIAMENTO
– 20% é a entrada mínima para o crédito bancário. Na compra de um bem de R$ 250 mil, são necessários R$ 50 mil de início.

– R$ 7.000 é a renda necessária para o crédito de R$ 200 mil. Os bancos costumam exigir um comprometimento máximo de 30% da renda bruta

Fontes: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Creci-SP, Fernanda Sakhuri, especialista em direito imobiliário da FAPPES, Ibape-SP, imobiliárias, Portal ZN Imóvel, Santander e Secovi-SP.

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Delegacias de Campinas têm média de 500 inquéritos por escrivão 87

Segundo o Sindicato da Polícia Civil, o ideal seriam 200 por profissional.
Cidade tem 105 trabalhando, mas seriam necessários o dobro.

Do G1 Campinas e Região

As delegacias de Campinas (SP) têm média de 500 inquéritos abertos por escrivão, segundo dados do Sindicato da Polícia Civil da região. O ideal seriam, no máximo, 200 processos por profissional.

Com 105 servidores nos distritos, a cidade precisaria dobrar o número de policiais para equilibrar o sistema de investigação, segundo os sindicalistas.

O escrivão é o profissional  responsável por tomar depoimentos, solicitar perícias, intimações e o acompanhamento do processo.

Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, Aparecido Lima de Carvalho, o déficit de profissionais atrasa e até impede que crimes com menor potencial ofensivo sejam investigados.

“O Código Penal diz que todos os inquéritos devem ser abertos, mas infelizmente não é isso que acontece por falta de estrutura”, critica o sindicalista.

O químico José Claudio Moraes foi vítima de dois roubos na residência onde mora, mas ele disse que não obteve resultados em nenhum dos casos. “Nenhum retorno. Virei estatística. O boletim de ocorrência serve para atender as necessidades da seguradora”, lamenta.

O especialista em segurança Osvaldo Roberto Missio Júnior disse acreditar que mesmo com concursos abertos, não há nenhuma garantia que o aprovado vá trabalhar Campinas.

“Com a sobrecarga de trabalho, os casos de maior vulto têm prioridade. Os casos menos graves entram na fila e isso gera uma descrença na investigação”, opina. Procurada pela EPTV, afiliada da Rede Globo, a Secretaria de Segurança Pública ainda não se pronunciou sobre o déficit de escrivães.

O Primeiro Distrito Policial de Campinas, no Centro da cidade (Foto: Reprodução EPTV)O Primeiro Distrito Policial de Campinas, no Centro da cidade (Foto: Reprodução EPTV)

Delegados federais anunciam ato nacional para a próxima terça 19

FAUSTO MACEDO Repórter
10.10.2014 | 13:30 POLÍCIA FEDERALMobilização organizada pela Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (Adpf) reivindica maior autonomia à PF

Mateus Coutinho e Fausto Macedo

Delegados Federais de todo o Brasil prometem realizar uma mobilização nacional em todos os Estados na próxima terça-feira, 14, em defesa de maior autonomia da Polícia Federal. Segundo nota da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (Adpf) divulgada nessa sexta, a mobilização servirá para discutir como o diretor-geral da PF vem administrando a instituição e “o tratamento dispensado pelo governo à classe e à autonomia reivindicada em lei para realizar investigações”, diz a nota.

Ainda de acordo com o informe, a manifestação, que será realizada por meio de assembleias dos delegados federais em seus respectivos Estados, não vai prejudicar os serviços da PF.

A iniciativa faz parte da campanha nacional em prol de uma Polícia Federal mais autônoma, realizada pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que defende os seguintes pontos: aprovação da lei orgânica da Polícia Federal; a eleição para o Diretor-Geral da instituição; maior autonomia administrativa e orçamentária; criação de um gatilho de concursos públicos e a criação de unidades especializadas no combate à corrupção.

Os resultados das assembleias serão divulgados em um documento público com o posicionamento  dos delegados federais sobre a situação atual da PF.

Confira a explicação detalhada de cada um dos pontos conforme divulgado pela Adpf:

“Lei Orgânica da Polícia Federal: Um projeto de lei que discipline a organização e funcionamento da PF, ainda espera aprovação no Congresso Nacional. O Executivo deve estabelecer as atribuições dos cargos das carreiras e as atividades das unidades da Polícia Federal e assegurar a sua autonomia investigativa. Por outro lado, criar órgãos de controle da atuação dos policiais federais, por meio de conselhos que devem observar e orientar seus procedimentos. Sua aprovação é fundamental para que se tenha estabelecido a real autonomia da PF.

 Eleições para  Diretor-Geral PF: A escolha do Diretor-Geral passaria a ser feita por votação direta e secreta, mediante processo eleitoral conduzido por uma comissão eleitoral composta pelos representantes da ADPF e Fenadepol, cuja lista tríplice será encaminhada ao Ministro da Justiça e dele para a Presidência da República para indicação. O prazo do mandato do Diretor-Geral, o processo oficial de escolha e a forma de destituição serão previstos em lei. A primeira fase da votação para formação da lista tríplice já se iniciou na data de 29/9 com conclusão prevista para 05/11. Esse processo permite uma escolha técnica de servidor de carreira para oferecer mais estabilidade institucional.

 Autonomia Administrativa e Financeira: A Polícia Federal deve ter status de Secretaria Especial ou órgão autônomo, assegurada sua autonomia administrativa e a iniciativa para contribuir na sua proposta orçamentária, nos mesmos moldes da Defensoria Pública da União.

Gatilho de Concursos Públicos: A Polícia Federal defende o ingresso em todos os cargos das carreiras da Polícia Federal somente via concurso público. Também luta para tornar obrigatória a realização de concursos públicos sempre que vagarem 5% dos cargos já existentes com o objetivo de compatibilizar o efetivo policial com o rol de funções da instituição.

Combate à Corrupção: No campo do combate ao crime organizado serão priorizadas as investigações sobre desvio de recurso público e a corrupção, com a criação de uma Coordenação-Geral específica, além da garantia especial de recursos via Programa Orçamentário próprio, implantação das Delegacias especializadas em todas as unidades da Polícia Federal e alocação de recursos humanos e materiais necessários, atendido patamar mínimo definido anualmente pela Polícia Federal.”

Fundada em 1976, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Adpf), é uma entidade classe de âmbito nacional. Presidida pelo Delegado Federal Marcos Leôncio Ribeiro, a Adpf reúne mais de dois mil associados e é representada nas 27 Unidades da Federação por meio das Diretorias Regionais. A associação tem como missão aprimorar a instituição policial, sua doutrina, normas e princípios de atuação funcional.

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/delegados-federais-anunciam-ato-nacional-para-a-proxima-terca/

A CARA DA MENTIRA – Prefeitura do PT maquia cidade antes de comício de Dilma 14

Leandro Prazeres
Do UOL, em Canoas (RS)

10/10/201419h59

  • Leandro Prazeres/UOL

    Prefeitura de Canoas (RS) pintou sarjetas, limpou paradas de ônibus, recuperou o pórtico do conjunto habitacional Guajuviras um dia antes da visita de Dilma Rousseff ao localPrefeitura de Canoas (RS) pintou sarjetas, limpou paradas de ônibus, recuperou o pórtico do conjunto habitacional Guajuviras um dia antes da visita de Dilma Rousseff ao local

A Prefeitura de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, “maquiou” a área próxima à caminhada realizada pela presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), na cidade nesta sexta-feira (10). A “maquiagem” foi feita um dia antes da ida da comitiva da presidente ao local e envolveu a pintura de sarjetas, reforma de um pórtico e a manutenção de um jardim na entrada do conjunto habitacional Guajuviras, onde o evento foi realizado.

O conjunto habitacional Guajuviras é um dos redutos do PT da cidade gaúcha, comandada pelo prefeito petista Jairo Jorge. A área é conhecida pelos altos índices de violência.

Um dia antes da chegada de Dilma ao local, equipes das secretarias municipais de Limpeza e Transportes pintaram as sarjetas, faixas de pedestres que estavam apagadas e fizeram a manutenção de um jardim localizado em uma rotatória que dá acesso ao conjunto habitacional.

A operação de limpeza a manutenção surpreendeu o comerciante Marcelo Cardoso, 36. “A última vez que eles tinham lavado as paradas de ônibus aqui tinha sido no Natal do ano passado. De um dia para o outro, eles limparam tudo, pintaram as sarjetas. Foi aí que a gente ouviu dizer que era por causa da presidente”, disse.

Leandro Prazeres/UOL

Prefeitura de Canoas pintou sarjetas e rotatória

O secretário municipal de Transportes, Oswaldo Steffen, confirmou a operação de limpeza e manutenção na região por onde Dilma passou, mas disse que tudo não passou de “coincidência”.

“Nós tínhamos uma programação de manutenção para a região. Foi uma coincidência que aconteceu na véspera de ela vir”, disse Oswaldo.

A caminhada de Dilma no conjunto habitacional Guajuviras foi realizada na tarde desta sexta-feira (10). Dilma estava acompanhada pelo candidato à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT) e o ex-governador do Estado e candidato derrotado ao Senado, Olívio Dutra (PT).

Na cidade, Dilma criticou a divulgação dos aúdios dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. “Agora, na véspera eleitoral. Eles sempre querem dar um golpe. E estão dando um golpe”, disse Dilma ao final de uma caminhada em Canoas.

Leandro Prazeres/UOL

Letreiro do conjunto habitacional também foi pintado

PENITÊNCIA 25 ANOS DEPOIS !…Idem, na sede de Diadema brigava pelo maldito Lula criador da Bolsa Rose 17

Desde 1989 era eleitor do pt, briguei pela candidatura lula, certa vez estava num barzinho denominado Zanzibar em Santana, com vários colegas policiais, de repente começou uma cantoria olé , olê, olê, olá, lula pt, e confesso que iniciei o coro, um outro grupo gritava slogan do Fernando Collor. Poís bem, houve um inicio de fuzuê com os seguranças, discuti pacas, mandei muita gente tomar no c…., tinha até um policia grandão, forte para caralho, lutador marcial, que já havia quebrado um barraco alí, anos antes, quando não era policia, aí os seguranças chamaram a pm, surpresa, empatou, continuamos bebendo e arranjamos os pingentinhos do pt, e aí a noite foi e o dia chegou, tempo bom ! Hoje, diante de tanta nojeira, mar de lama, ninguém sabe de nada, filho de ex´presidente que fica milionário, PUTARIA total.! Abdico do pt, e me arrependo, amargamente, por ter, um dia, defendido e brigado por essa corja, que aplaude traficantes, criminosos, terroristas, ditadores cubanos. Mas, sei que agi inocentemente, pensando numa instituição melhor, num País melhor, mas o que vejo hoje, é o pior dos bandidos, porco, assim como todo o pt. , luiz inacio lula da silva, desejo tudo de mal para vc. e à sua corja de malditos, poís, carregam nas mãos milhares de morte de brasileiros, inclusive criancinhas. E se pudesse retornar ao passado, pediria desculpas aos seguranças, pagaria a conta e iria com meus colegas beber em outra casa. Segurança do Zanzibar, PERDÃO !

bolsarose

Somente Aécio Neves garantirá o Bolsa Família e programas de distribuição de renda a 27 milhões de famílias; se Dilma for reeleita o Brasil afundará na inflação e corrupção 35

Milhões de famílias que recebem ajuda estatal com programas como o Bolsa Família correm perigo se o PT mantiver o poder e não, como diz Dilma, se a oposição vencer. Alguns novos dados são reveladores da catástrofe do governo PT: o FMI cortou sua previsão de crescimento para 2014 em um ponto percentual, para 0,3%, e a inflação nos últimos 12 meses foi de mais de 6,7%, a pior em três anos.

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