ADPESP honrando seus antigões: Almoço dos Aposentados 9

 ADPESP celebra mais um inesquecível Almoço dos Aposentados

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Saudade, companheirismo, música ao vivo e muitas emoções. O Almoço dos Aposentados reuniu, mais uma vez, centenas de delegados aposentados trouxeram amigos e familiares para mais uma tradicional confraternização.

A edição deste ano foi sediada pelo Clube Atlético Ypiranga, um dos mais tradicionais espaços da capital, com 110 anos de história. Com salão amplo, logística e sofisticação no atendimento, o CAY recebeu a ADPESP de braços abertos e ciência de que o Almoço dos Aposentados é um dos eventos mais importantes da Associação.

O totem fotográfico, presente nas edições do evento desde 2015, reuniu convidados para mais um ano de fotografias instantâneas e de alta qualidade, caracterizadas especialmente para o evento e impressas na hora para os convidados.

Cardápio preparado com exclusividade

O evento teve seu início oficialmente às 13h. Os delegados foram então servidos de um coquetel, que combinou sabor e escolhas para todos os paladares.

O almoço, por sua vez, foi servido com uma opção para massa e uma para carne, ambas preparadas com o melhor da sofisticação de cardápio e atendimento, seguido pela variedade de sobremesas preparada para os delegados aposentados.

Dias de luta e saudades

Após o almoço, a presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, fez uso da palavra e discursou brevemente aos presentes. Ela destacou a relevância do evento, fez menção honrosa aos préstimos imensuráveis dos delegados aposentados para a Polícia Civil e para a sociedade e, por fim, anunciou a atração preparada para a edição do ano, um show exclusivo do conjunto Os Incríveis.

A banda, que fez seu nome no rock entre os anos 60 e 70, emocionou os presentes com uma seleção musical especialmente preparada para o evento. O baterista Luiz Franco Thomaz, o Netinho, também falou aos delegados aposentados e saudou a energia contagiante do encontro.

Emoção e sorteios

Após o show, encerrado ao pedido de BIS com um inesquecível solo de bateria de Netinho, a presidente da ADPESP voltou a conduzir os trabalhos do evento. Emocionada, ela agradeceu a presença de todos e o trabalho realizado pelos colaboradores da Associação.

Utensílios domésticos, kits diversos de cama, mesa e banho, televisores, entre muitos outros, foram alguns dos destaques que marcaram presença nos sorteios desse ano, tradicionalmente oferecidos pelas empresas parceiras da ADPESP.

Serviço

O Almoço dos Aposentados de 2017 foi planejado e executado após meses de planejamento e integração entre todos os departamentos da ADPESP e da Diretoria. As fotos tiradas pelo fotógrafo da Associação já estão disponíveis na Galeria de Imagens do site. Para acessá-la, basta clicar AQUI.

Mais um exemplo de que oficial PM é mentiroso e alimentador do populismo militar: Postagem do Cel Miller no grupo da FENEME…( Sorte a nossa que são absolutamente ignorantes e intelectualmente desonestos ) 19

Postagem do Cel Miller no grupo da FENEME:
Bom dia caros Oficiais, está evidente q o crime e a corrupção política estão reagindo ao ESCRAVO que tenta sair da senzala.
Não tenham dúvidas q tem a mão política do SSP e seu governo.
Diante desse quadro alguns q não querem ser incomodados dizem: está vendo como não tem jeito…. entrega tudo pra PC e vamos ficar quietos!
Esse pensamento é que nos levou a essa situação de omissão e submissão.
Quem aceitou q todas as escoltas de presos fossem feitas pela PM?
Quem aceitou que a PC fosse nível superior e a PM nível médio?
Quem aceitou 35% de aumento pro Delegado e 7% pra PM?
Senhores, a nossa luta está somente começando e precisamos da união e ações estratégicas de todos, INCLUSIVE COM UM PLANEJAMENTO PARA AS ELEIÇÕES.
Devemos continuar mobilizados e indignados, porém agindo com estratégia política e jurídica.
A guerra começou e não vamos recuar, tomando a cautela pra não fazermos dos nossos vítimas, como foi na ação do TJM. Todos os inquéritos arquivados, inclusive com decisão do TJ.
Nenhuma baixa.
Nesse caso de Campinas não foi uma ação nossa, mas  fomos em socorro e vamos fazer uma ação articulada em defesa da nossa oficialidade.
Alguns no primeiro confronto querem pular do barco, nas essa é a hora de mostrarmos para que nasceu a DEFENDA.
Amanhã terei uma reunião com a DIRETORIA DA FENEME e na quinta com o CNCG. Teremos posições claras.
Juntos somos fortes!

Mais outra prova de que oficial PM é covarde: não assina aquilo que escreve e esquece que o policial de trânsito é o ícone da corrupção policial brasileira …Bunda-mole! 16

DO ABUSO DE PODER POR PARTE DA POLÍCIA CIVIL EM INVESTIGAR CRIMES MILITARES

É cediço que o ato da Polícia Civil em “querer” investigar crimes militares não só atinge o Oficial da Polícia Militar, isoladamente, mas toda a Corporação da Polícia Militar, que se vê privada de exercer suas competentes atribuições em face de resoluções administrativas avessas ao mandamento constitucional.

 

Nessa seara é conveniente lembrar Caio Tácito para quem “não é competente quem quer, mas quem pode, segundo a norma de direito. A competência é, sempre, um elemento vinculado, objetivamente fixado pelo legislador”. (TÁCITO, Caio. O Abuso do Poder Administrativo no Brasil (Conceito e Remédios), coedição do Departamento Administrativo do Serviço Público e Instituto Brasileiro de Ciências Administrativas, Rio de Janeiro, 1959, p. 27).

 

Pragmaticamente, a Polícia Civil apresenta resultados pífios em termos de esclarecimentos de crime de autoria desconhecida. Segundo dados coordenados pelo Conselho Nacional de Justiça em conjunto com o Conselho Nacional do Ministério Público e pelo Ministério da Justiça, divulgados pelo relatório nacional da Execução da Meta 2 (intitulado como “A impunidade como alvo e a diagnose da investigação de homicídios em nosso país”) da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (ENASP), “o índice de elucidação dos crimes de homicídio é baixíssimo no Brasil. Estima-se, em pesquisas realizadas, inclusive a realizada pela Associação Brasileira de Criminalística, 2011, que varie entre 5% e 8%. Este percentual é de 65% nos Estados Unidos, no Reino Unido é de 90% e na França é de 80%”. (Disponível: http://www.cnmp.mp.br/portal/images/stories/Enasp/relatorio_enasp_FINAL.pdf. Acesso em: 24 ago.17).

 

No mesmo sentido verificamos a esclarecedora e “assustadora” matéria veiculada no “Estadão”, no sentido de que São Paulo, a Unidade da Federação mais rica, onde os recursos humanos, financeiros e tecnológicos são maiores do que nos demais estados, apresenta dados de ineficiência investigativa, segundo os quais noventa e cinco por cento (95%) dos crimes ficam impunes. Uma pessoa que cometa um crime na capital paulista tem uma chance em vinte de responder na Justiça, ou seja, 5,2%. E mais de 50% dos processos só são abertos porque o autor do crime foi preso em flagrante delito (em mais de 80%, maioria das vezes, pela Polícia Militar). Se isso não ocorrer, a chance de a investigação policial descobrir o criminoso é de apenas 1 em 40, isto é, 2,5%.

(Disponível em:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,em-sp-95-dos-crimes-ficam-impunes,581914. Acesso em: 24 ago. 2017).

 

Nesse contexto, a Polícia Civil, que não consegue fazer “nem seu dever de casa”, ainda querer se enveredar na investigação de crimes militares, invadindo a atribuição Constitucional e legal da Polícia Militar, é algo que demonstra desvio de função, abuso de poder e um desalinho ao princípio constitucional da eficiência. Cabe alertar, que a questão aqui discutida também não se trata de um simples embate entre duas instituições, Polícia Militar e Polícia Civil, mas de violação por parte de órgão do Poder Executivo em matéria reservada a norma constitucional e ao Poder Judiciário.

 

Não podemos deixar de ressaltar que as resoluções administrativas expedidas pelo Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Segurança Pública, denotam evidente preconceito contra a Justiça, em especial a Justiça Militar, vez que supõem, equivocadamente, haver vínculo “corporativo”, esquecendo que a Justiça Castrense não se subordina à Polícia Militar, mas, sim, compõe a estrutura do Poder Judiciário.

 

Esse claro preconceito emerge também contra a Polícia Militar na medida em que, por meio de normas administrativas inconstitucionais, tenta impedi-la de exercer suas atribuições previstas em lei.

 

Para aqueles que falam da necessidade de um “sistema de freios e contrapesos”, salienta-se que não sofre com isso, por exemplo, a Polícia Civil, cujos delegados não são impedidos de apurar os crimes dolosos contra a vida praticado por seus integrantes!

 

POR FIM DEIXAMOS A SUGESTÃO: QUE TAL A POLÍCIA MILITAR APURAR OS CRIMES PRATICADOS PELOS POLICIAIS CIVIS QUE TANTO ACHARCAM O CIDADÃO!?

 

__http://defendapm.org.br/noticias/do-abuso-de-poder-por-parte-da-policia-civil-em-investigar-crimes-militares/#comment-101___________________________________

Meu caro PM,  policialmente falando, quem achaca o cidadão são alguns  PMs …Para não generalizar, viu ? 

O histórico exemplo do guarda de trânsito  brasileiro  achacador do cidadão ainda demostra o passado  sujo e corrupto das corporações militares.

Quem nunca foi obrigado a dar uma notinha para um  PM de trânsito ou para um Rodoviário  ? 

Por outra via, qual o comerciante em São Paulo  que nunca se viu obrigado a pagar para PMs pela segurança de seu estabelecimento ? 

Mentiras, né?  

Agora se você ainda falasse que policiais civis “acharcam”  ( como você escreve erroneamente  )  vagabundos, traficantes, contraventores, etc…

Até concordaria, mas há uma grande diferença entre as duas corporações , não ?

A nossa sugestão: que tal a PM voltar a ser honesta em vez de apenas querer parecer honesta? 

Por fim, assine aquilo que escreve seu oficial PM  BUNDA-MOLE! 

Deixe de ser  valente apenas em bando e no escurinho da quebrada? 

Roberto Conde  Guerra

Decisão judicial em pedido de mandado de busca feito pela PM 4

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Essa semana foi produtiva para a PM, fizeram todas as PEEMISSES possíveis 25

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1. Fraude em licitação. A empresa turca que ganhou a licitação é uma subsidiária da Beretta e não entregou os protótipos depois de ganhar a licitação que desde o início foi direcionada para a Beretta. Chegaram ao cúmulo de colocar como critério de escolha que a arma deveria ter todo o corpo do carregador em metal para impedir a Glock de concorrer, pois, todos sabem que os carregadores da Glock são de polímero;
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2. O comandante da rota diz claramente que a polícia age de forma diferente na periferia e nos Jardins, isso é óbvio, mas ele deveria ter dito que se age diferente de acordo com a ameaça e não de acordo com o lugar. Ainda vem com aquele discurso de “território”, típico de militar (das forças armadas). Por isso que todos devem ter cautela em conceder entrevistas. O coronel foi “snucado” e nem percebeu;
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3. O TJM tenta legislar sobre processo penal, tentando reinventar a roda, para que PMs alterassem locais de crime, quando a regra está lá na CF, no CP, no CPP e na Lei 12.830/13. Tomou uma aula de direito, com a resolução caindo por LIMINAR. Um presidente de tribunal ter uma resolução sua cassada por liminar é vergonhoso, equivale a dizer: ele fez uma grande m…, então, antes da M… feder suspende esse papel de bala;
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4. O tenente é preso porque acha que na hierarquia das normas primeiro vem a portaria do comandante geral, depois a decisão judicial. Uma ordem verbal de um juiz no exercício de sua jurisdição é ordem judicial, mas eu aposto que o PM pensou: “Onde é que está escrito que o juiz manda na PM”;
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5. O capitão foi preso porque foi ele quem ensinou ao tenente e quis e lá mostrar como é que se faz;
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6. Os dois semideuses foram apresentados para ser autuados por aquele que “não é autoridade policial”, na visão deles, “o paisano, o bel de plantão”;
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7. Os oficiais tomaram uma enrabada do juiz e fazem uma nota de repúdio criticando a polícia civil e nada falam sobre o juiz que lhes deu voz de prisão.
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O tenente e o capitão vão ser promovidos por “brabeza” (bravura).
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Abraço

Autor desconhecido

Crime de um é crime de todos – MP acusa delegado da Baixada Santista de reiteradas prevaricações e envolvimento com condenado…( Se verdade for: além de canalha é imbecil ! ) 23

Delegado é afastado após deixar de prender procurado da Justiça para marcar churrasco com ele em SP

Autoridade policial é investigada pelo Ministério Público, que identificou ao menos 23 atos de improbidade administrativa contra ele.


Por G1 Santos

29/08/2017 05h17  Atualizado há 4 horas

Delegado Douglas Borguez foi afastado em ação de improbidade (Foto: Mariane Rossi/G1)Delegado Douglas Borguez foi afastado em ação de improbidade (Foto: Mariane Rossi/G1)

Delegado Douglas Borguez foi afastado em ação de improbidade (Foto: Mariane Rossi/G1)

A Justiça de São Paulo afastou o delegado da Polícia Civil Douglas Borguez, então titular da Delegacia Sede de Peruíbe, no litoral paulista, por improbidade administrativa. Segundo denúncia do Ministério Público, ele beneficiava conhecidos e deixou de prender um homem procurado pela Justiça para participar de um churrasco com ele.

A investigação foi iniciada em agosto de 2016 e concluída em fevereiro deste ano. Escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça, permitiram que os promotores pudessem identificar e registrar ao menos 23 atos que configuram ações ilícitas na função de delegado de polícia. O celular do investigado foi apreendido.

Segundo o promotor Thiago Alcocer Marin, o delegado Douglas agilizava investigações para conhecidos e, também, deixava de apurar situações a pedido de pessoas que conviviam com ele. “Constatamos que ele deixava de dar andamento a alguns casos, justamente por solicitação de amigos”, afirmou.

Em um dos atos de improbidade investigados, o delegado chegou a informar falsamente à Justiça que não conseguiu localizar um procurado, sobre quem recaía uma ordem de prisão. “Em conversas com uma mulher conhecida desse homem que seria preso, eles combinam a participação em um churrasco, os três juntos. Ou seja, ele sabia onde estava”.

Na declaração que remeteu à Justiça, ainda segundo informações da Promotoria, o delegado afirmou que não encontrou o procurado e que não sabia do paradeiro dele. “Ele chegou a afirmar que a equipe o procurou em diversos endereços. Sabemos, porém, que a pessoa nunca chegou a ser procurada”, disse. A real motivação ainda é apurada pelo MP.

Delegacia Sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)Delegacia Sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)

Delegacia Sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)

Nota da Associação da PM debocha da dramática situação da Polícia Civil…E ainda tem otário que a trata de co-irmã ! 40

PMs repudiam prisão de colega e ironizam Polícia Civil

Nota de repúdio contra prisão de tenente diz que PM não pode solucionar sozinha os problemas da segurança pública

  • 28/8/2017 15:39
    • ACidade ON

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Caso foi registrado no 4º DP

Nota de repúdio assinada pela Associação dos Policiais Militares do Estado de São Paulo defende a postura do tenente Toni Francis Silvério, do 8º Batalhão da PM em Campinas, que foi preso por desacato durante uma audiência de custódia na Cidade Judiciária, neste domingo (27).

Leia mais: Tenente da PM é preso por desacato na Cidade Judiciária

A nota diz que havia 18 presos para serem apresentados nas audiências, e somente um policial civil estava escalado para atender à demanda de tramitação interna dos presos.

Silvério estava no local como comandante dos policiais militares. O texto diz que ele, “cumprindo o que determina a Constituição Federal e as demais normas em vigor, após verificar que havia somente um policial civil escalado no Fórum, determinou que os policiais militares mantivessem apenas uma escolta por vez, acompanhando o policial civil, de forma a não prejudicar o policiamento ostensivo.”

O juiz Bruno Luiz Cassiolato afirmou ao tenente que a determinação, por ser uma ordem judicial, deveria ser cumprida. Como o oficial manteve sua postura, o magistrado determinou a sua apresentação ao delegado para registro do fato e apuração do delito de desobediência.

Tenente Silvério foi conduzido até o 4º DP, onde foi registrado Termo Circunstanciado. Ele foi liberado.

CUTUCÕES

Segundo a nota de repúdio, resolução da Secretaria de Segurança Pública (SSP) que determina as funções das polícias Militar e Civil durante audiências de custódia diz que a PM deve prestar apoio à Polícia Civil, “diante de sua falta de capacidade de atender suas próprias responsabilidades”.

Mais adiante, a nota diz que “cobra-se exclusivamente da Polícia Militar e de seus oficiais a solução de todos os problemas de segurança, ao passo que os verdadeiros responsáveis pela polícia judiciária se omitem, e alegam que lhes faltam meios para exercerem suas atividades”.

A nota destaca ainda que “causa estranheza” que uma equipe do Garra (da Polícia Civil) tenha ido ao 4º DP na apresentação do tenente, sendo que “para realizar sua atividade própria, que é a escolta de presos, não havia efetivo…”.

“Lamentamos a atitude deste Juiz de Direito e da Polícia Civil da região, que preferiram, neste caso, jogar nas costas da Polícia Militar toda a responsabilidade pela segurança pública”, finaliza a nota.

A assessoria de imprensa do CPI-2, que responde pela PM em Campinas, disse que a nota não representa a posição da corporação.

Mais um oficial PM é preso por desobediência na Cidade Judiciária de Campinas 12

Mais um PM é preso por desacato na Cidade Judiciária

Capitão também se recusou a escoltar presos para audiência de custódia

  • 28/8/2017 17:23

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PM teria se recusado a escoltar presos de carceragem da Cidade Judiciária até sala de audiência

Está virando rotina. Um dia após a prisão de um tenente da PM por desacato, um outro oficial, capitão do 8º Batalhão da PM de Campinas, foi detido pelo mesmo motivo na manhã desta segunda-feira (28) na Cidade Judiciária.

O juiz que determinou a prisão foi Bruno Luiz Cassiolato, o mesmo que deu voz de prisão ao tenente neste domingo. O magistrado teria solicitado o encaminhamento de nove presos das celas da Cidade Judiciária até a sala de audiência de custódia.

O capitão Hercílio de Almeida Costa teria dito que não faria essa escolta, pois existia um policial civil no local, e que essa função seria dele, conforme resolução da Secretaria de Segurança Pública editada em outubro do ano passado.

O texto afirma que a escolta de presos deve ser feita por policiais civis, e que os militares devem apenas acompanhar a movimentação dentro do Fórum.

Porém, o juiz afirmou que essa transferência pode sim ser realizada por um policial militar, desde que exista um pedido judicial para tanto.

Cassiolato entendeu que o PM não obedeceu sua ordem e mandou prendê-lo. O capitão foi encaminhado para o 4º Distrito Policial, onde o caso foi apresentado. Ele assinou um termo circunstanciado e foi liberado.

A reportagem procurou o comando da PM, a SSP e o Tribunal de Justiça para comentarem o caso, mas até a publicação deste texto não houve retorno das instituições envolvidas.

ADPESP EM AÇÃO : “compete à Polícia Civil, dirigidas por delegados de polícia de carreira, a investigação dos crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis 14

Justiça de SP suspende decisão que permite à PM mexer em cena de crime

DE SÃO PAULO

28/08/2017 18h15

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu decisão liminar (provisória) para suspender a resolução do Tribunal de Justiça Militar de SP que permitia que policiais militares pudessem mexer na cena de crimes praticados por PMs contra civis. A decisão fica suspensa até o julgamento do mandado de segurança.

No texto do despacho, o relator do processo, Silveira Paulilo, escreve que “compete à Polícia Civil, dirigidas por delegados de polícia de carreira, a investigação dos crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis, em época de paz, dado que são de competência do Tribunal do Júri”. O pedido partiu da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo).

Rodrigo Capote/Folhapress
Policiais militares cercam local onde carroceiro foi baleado na região de Pinheiros, zona oeste de SP
Policiais militares cercam local onde carroceiro foi baleado na região de Pinheiros, zona oeste de SP

Outra entidade de classe policial também já tinha se manifestado contra a resolução do tribunal militar. “Por lei só quem pode apreender objetos de crime é o delegado de polícia. A resolução é temerosa para a sociedade”, disse a presidente do Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de SP), Raquel Kobashi Gallinati, após a publicação da resolução.

O Ministério Público também já tinha dito que iria recorrer da decisão.

Em julho, um carroceiro foi morto com dois tiros por um policial militar em Pinheiros. Além da violência policial, o caso chamou atenção porque os policiais alteraram a cena do crime, removendo o corpo no porta-malas do carro da PM –a cena deve ser preservada até a chegada da perícia.

Delegado alternativo faz vídeos de ação buscando valorizar a carreira…Parabéns pelo trabalho , mas essa barba é ridícula para uma autoridade policial ! 48

Delegado hipster faz vídeos de ação e quer valorizar carreira de policial

Segunda, 28 Agosto 2017 10:02 Publicado em Notícias

Paulo Bilynskyj, 30, para quem a barba ‘bota uma moral’

Do banco da frente do carro com a sirene ligada, salta o policial responsável por solucionar o quinto homicídio registrado na cidade naquele dia. Era a terceira tentativa de prender o homem acusado de matar a mulher com 17 facadas algumas horas mais cedo.

A cena aconteceu no centro de São Paulo, mas, a depender do estilo do delegado, poderia ter saído de uma série policial norte-americana.

Nem os óculos estilo aviador e a roupa camuflada chamam tanta atenção quanto a barba cheia e comprida, quase no meio do peito. Sentado em frente ao computador no plantão do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Paulo Bilynskyj, 30, começa a digitar o boletim de ocorrência do caso.

Plantonista do DHPP, o delegado é quase novato na profissão, exercida há cerca de cinco anos. Também é nova a forma como trabalha.

Enquanto não está de plantão, Bylinskyj recorre à estética hollywoodiana para gravar vídeos publicados em seu canal no YouTube, que tem mais de 10 mil seguidores. Um dos mais vistos é o que começa com ele saindo de uma cortina de fumaça antes de pular estruturas de concreto e atirar contra alvos de papel para mostrar como é um treino tático antiemboscada, com direito a balas voando em câmera lenta.

Tudo isso, diz ele, é para incentivar seus seguidores, a quem chama de “guerreiros”, a seguir a carreira policial. “Quero que as pessoas tenham o canal como referência do trabalho da Polícia Civil, não existe nada parecido por aqui”, afirma.

O caso de maior destaque que resolveu até hoje foi o da menina Sophia, morta aos 4 anos de idade pelo pai em 2015. Para desconstruir a tese do acusado, de que a criança tinha se asfixiado com um saco plástico, o delegado encomendou um boneco em tamanho real da vítima feito em uma impressora 3D.

“O saco passou até o ombro, então, ela não podia ter sido sufocada. Neste dia, trabalhei 36 horas seguidas. Dormi no IML esperando a necropsia e no fórum, enquanto esperava a prisão do pai sair.”

O orgulho do distintivo também o inspirou a criar uma página no Instagram que divide com a mulher, Daniela Bilynskyj, 36, delegada em São Bernardo (ABC). A página batizada de Delta SP, em alusão à letra “d”, de delegado, no alfabeto fonético, reúne fotos da rotina policial do casal. Há registros deles saindo de casa, no elevador, para mais um plantão na delegacia e exibindo suas armas de mãos dadas.

Entre as sequências mais curtidas, está o ensaio temático policial que fizeram dias depois do casamento.

“A imagem que os brasileiros têm do delegado é a de um senhor velho, barrigudo, com o camisão aberto, correntona de ouro e relojão, fumando. Delegado de polícia nunca foi um herói, uma pessoa admirável. A gente tem uma predileção pelo bandido”, diz.

O estilo pouco usual entre delegados começou a ser construído logo após assumir a primeira delegacia, quando percebeu que deveria fazer algo para impor autoridade apesar da pouca idade. Aos 25 anos, ele assumiu o posto em Juquiá (a 200 km de SP), conhecida pelos altos índices de criminalidade.

Logo que chegou, ele conta que foi apresentado pelo prefeito em palco montado para uma festa na cidade, quando ele foi pego, literalmente, de calça curta.

“Estava de bermuda e camiseta. Ele me puxou para o palco e disse: ‘Esse é o novo delegado da cidade. Olha só, ele é magrinho, mas é delegado'”, lembra. “Acho que a barba bota uma moral.”

‘HIPSTERIZAÇÃO’

Demorou mais de um ano para Bylinskyj passar de um ex-aluno de colégio militar, em Curitiba (PR), com a barba e o cabelo sempre aparados, para o visual hipster.

“Comecei a deixar a barba crescer e passei a me sentir melhor, mais eu. Quanto mais comprida melhor. Pensei em deixar o cabelo crescer, mas aí seria muita coisa.”

De Juquiá, o delegado foi transferido para Guararapes (a 558 km de SP), onde acabou acusado de ter forjado um flagrante de prisão por tráfico de drogas e roubo.

Absolvido pela Justiça, Bylinskyj explica que a acusação ocorreu após a testemunha do crime ter mudado seu depoimento, sob orientação do advogado do criminoso. “Esse processo me tirou o sono por três anos.”

Ele lembra que chegou a trocar tiros com esse criminoso durante uma perseguição, mas nunca foi baleado.

Para continuar ileso, o delegado dedica férias e folgas a treinamentos táticos.

“É para aumentar a minha taxa de sobrevivência em conflitos.” Recentemente, ele participou de treinamento sobre como estourar cativeiros.

No dia 17 deste mês, Bylinskyj embarcou para a Eslovênia, onde fez curso para aprender a manejar um fuzil AK-47. “Lá eles operam esse equipamento desde a Guerra Fria. Recebemos duas AK-47 apreendidas pelo Judiciário que foram direcionadas para a polícia. Quem sabe operar aquilo?”

O armamento pesado faz parte de seu dia a dia. O delegado não tira a arma que carrega na cintura nem quando está em casa, assim como os três carregadores com 52 munições de calibre.45.

Em operação, ele carrega mais uma arma e 104 balas no total. “A arma de fogo é um símbolo de liberdade, de respeito à vida, de autodefesa. Essa valorização desmistifica o valor negativo, a arma na mão do bandido é muito negativa, mas na mão do policial, é muito positiva”, diz ele, que defende o direito ao porte de arma a todos.

A aproximação com a linguagem cinematográfica, usada em seus vídeos, veio após ter sido chamado para fazer instrução de tiros no set de filmagem de uma série policial nacional.

Tomou gosto e até cogita participar de um reality show de sobrevivência. “Se ainda existisse o ‘No Limite’ ia me inscrever e tenho certeza de que ganharia.”

Folha

Enquanto alguns cacarejam a ADPESP trabalha: Tribunal de Justiça atendendo a ação promovida pela Associação dos Delegados suspende resolução da comarquinha militar que afastava Delegados da apuração de homicídios praticados por PMs; 6

TJ suspende resolução militar que afastava civis da apuração de letalidade policial

Desembargador do órgão especial disse que compete à Polícia Civil a investigação desses crimes; resolução de Corte Militar permitia que PMs recolhessem objetos da cena do crime

Marcelo Godoy e Marco Antônio Carvalho, O Estado de S.Paulo

28 Agosto 2017 | 17h04

SÃO PAULO – O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liminar para suspender os efeitos da resolução 54/2017 do Tribunal de Justiça Militar (TJM), que tentava afastar civis da apuração de letalidade policial ao permitir que os próprios policiais militares pudessem recolher objetos da cena do crime. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 28, pelo desembargador Antonio José Silveira Paulilo, do órgão especial, atendendo a pedido do Associação dos Delegados do Estado de São Paulo.

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Medida é tomada em meio a ano recorde de letalidade policial. Na imagem, protesto na Rua Mourato Coelho após morte de carroceiro por PM neste ano Foto: WERTHER SANTANA/ESTADAO

Os efeitos da resolução ficam suspensos até julgamento final do mandado de segurança pela Corte. O desembargador disse na decisão ter vislumbrado “existência de fundamento relevante”. Paulilo disse ainda que “compete à Polícia Civil a investigação dos crimes dolosos contra a vida praticado por policiais militares contra civis, em época de paz”.

“Por outro lado, o cumprimento da Resolução agora hostilizada poderá prejudicar a investigação criminal no que concerne à sua condução e à apreensão de instrumentos ou objetos dos crimes praticados por policiais militares contra civis”, escreveu. O magistrado determinou que o procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio, seja consultado e apresente posição sobre o assunto em dez dias.

Na sexta-feira passada, Smanio já havia se posicionado pela inconstitucionalidade da resolução e informou que ingressaria com ação na Justiça, o que ocorreu nesta segunda. Em nota, o MP disse que os crimes dolosos contra a vida mesmo que praticados por militares estão submetidos à Justiça Civil, de acordo com previsão da Constituição Federal. “Smanio argumenta ainda que a resolução invade competência da União para legislar em processo penal e contraria competência constitucional da Polícia Civil”, complementa o comunicado.

Em nota, a presidente da Associação de Delegados, Marilda Pansonato Pinheiro, disse ter recebido a notícia “com êxito”, mas ponderou sobre a gravidade da situação. “Estávamos diante de uma inconstitucionalidade, um verdadeiro atentado contra nossas prerrogativas como policiais civis e, por consequência, contra os direitos mais básicos do cidadão”, disse.

Militar. A resolução 54/2017 foi baixada no dia 18 de agosto pelo presidente do TJM, Silvio Hiroshi Oyama. Em seu artigo 1º, diz que “a autoridade policial militar (…) deverá apreender os instrumentos e todos os objetos que tenham relação com a apuração dos crimes militares definidos em lei, quando dolosos contra a vida de civil”. A atividade no local do crime é hoje realizada pelo DHPP, que em 2017 atendeu a mais cenas de letalidade policial (189) do que de homicídios entre civis (147). O número de atendimentos do DHPP a locais de letalidade já havia sido alto em 2016 (322) ante os assassinatos comuns (326).

Despropósito. Em nota emitida na sexta passada, o TJM havia defendido a legalidade da sua resolução. Diz o documento que a Lei 9.299/96 “apenas deslocou o julgamento desse tipo de delito para a Justiça comum, mas confirmou a atribuição da polícia judiciária militar para a sua investigação”. “Assim, diante da clareza solar da aludida resolução, nos parece despropositado qualquer outro entendimento como vem ocorrendo”, acrescentou.

A Corte informou que a resolução tem “exatamente” os mesmo termos do provimento 4/2007 da Corregedoria-geral do Tribunal, “que esteve em vigor sem qualquer questionamento ou dúvida”. “O trabalho da polícia judiciária militar deverá ocorrer conforme preceitua a lei, ou seja, preservando os locais de crime e encaminhando objetos e materiais relacionados com o delito para perícia junto à Polícia Técnico-Científica.”

Tenente da PM é preso por desacato a juiz na Cidade Judiciária…Por que não cercaram o Fórum para bater no juiz ?…Ah, são valentes apenas nas Delegacias, não é ? ) 16

Tenente da PM é preso por desacato a juiz na Cidade Judiciária
Oficial do 8º Batalhão teria se recusado a conduzir preso temporário para audiência de custódia

27/8/2017 16:33
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Mesmo aos fins de semana, audiências são realizadas na Cidade Judiciária
Um tenente do 8º Batalhão da Polícia Militar de Campinas foi preso na tarde deste domingo (27) por desacato a autoridade depois de se recusar a conduzir um preso para uma audiência de custódia no Fórum da Cidade Judiciária.

Após a recusa, o tenente recebeu voz de prisão pelo juiz Bruno Cassiolato e foi encaminhado para o 35º Batalhão, onde a ocorrência na esfera militar foi registrada.

Ele saiu em uma viatura, no banco do passageiro, sem algemas e desarmado, para o plantão do 4º Distrito Policial, onde o caso foi apresentado. De lá, ele deveria ser levado para o Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.

As audiências de custódia determinam que um preso tem de ser levado ao fórum dentro de 24 horas para que um juiz decida se ele continuará detido ou responderá em liberdade.

POLÊMICA

Em outubro do ano passado, uma resolução da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) determinou que o transporte de presos provisórios até o Fórum deveria ser feito pela Polícia Civil, e que “ao menos um policial civil deverá permanecer no Fórum até o término das audiências para adoção das providências de polícia judiciária”.

O texto afirma que caberá à Polícia Militar garantir a segurança para a movimentação dos presos na unidade judicial. Essa movimentação exclui escolta ou revista dos suspeitos.

A resolução diz também que “sendo mantida a prisão do custodiado, e não sendo a localidade provida de escolta da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a escolta deverá ser realizada pela Polícia Militar à unidade prisional”.

Na época, a publicação da resolução gerou revolta entre policiais civis e militares. Antes, outra resolução, de 2015, determinava que agentes penitenciários seriam responsáveis pela escolta dos presos.

OUTRO LADO

O comando da Polícia Militar em Campinas disse que emitirá uma nota sobre o caso. A SSP também foi procurada para comentar o assunto, mas ainda não se posicionou. Assim que os órgãos se manifestarem, este texto será atualizado.