Ministério Público – instrumentalizado por setores do PSDB – prejudica a carreira política do seu membro mais ilustre: FERNANDO CAPEZ 27

Máfia da merenda foi circo para me tirar da eleição ao Governo de SP, diz Capez

Fonte: Último Segundo 

Candidato a deputado federal, ex-presidente da Alesp denuncia que houve coação a testemunhas do caso e se diz vítima de “fogo amigo” no PSDB – que também atrapalha a candidatura de Geraldo Alckmin, em sua avaliação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

Divulgação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e atual candidato a deputado federal pelo Estado, Fernando Capez (PSDB), classificou como “fraude” e como um caso de “estelionato contra a sociedade” as investigações acerca da chamada ‘máfia da merenda’. O caso chegou a render ação penal que, em junho, foi  encerrada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sob o entendimento de que não havia “justa causa”.

Em entrevista, Fernando Capez  foi enfático ao elencar fatos que rebatem a acusação do procurador-geral do Estado, Gianpaolo Poggio Smanio, que atribuiu a ele supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O candidato também apresentou gravações e documentos que, segundo ele, provam que testemunhas foram coagidas a citarem seu nome em depoimentos tomados no porão de uma delegacia.

“A Operação Alba Branca foi, na verdade, uma fraude”, protestou Capez, acrescentando que a competência para investigar os fatos seria da Polícia Federal, já que os recursos supostamente desviados partiram da União. “Foi um estelionato contra a sociedade. Os delegados e o promotor agiram como impostores e deram direcionamento político à investigação”, continuou o ex-deputado estadual.

Segundo o tucano, há provas de que delegados e um promotor que atuam no município de Bebedouro, onde nasceu a investigação sobre a máfia da merenda , “ameaçaram” manter presos e até mesmo cogitaram perseguir familiares de testemunhas para que elas citassem seu nome. Em troca dessa prática, os servidores teriam recebido promessa de promoção, conforme denunciou Capez.

Em depoimento prestado na Assembleia Legislativa, uma testemunha narrou que ouviu o seguinte ao ser interrogado por um dos responsáveis pelo caso: “[…] a corda vai estourar para o lado mais fraco. Quero que você cite os nomes dos grandões, ou seja, nome de políticos. Você sabe de quem nós estamos falando. […] Você tem filhos. Se quer dormir na sua casa com seus filhos, fale o que a gente quer ouvir”.

O candidato a deputado federal explicou que seu nome surgiu na  Operação Alba Branca porque um ex-assessor que já não trabalhava mais em sua equipe contatou pessoas ligadas à Coaf, cooperativa que forneceu suco de laranja para a merenda escolar. O nome desse ex-assessor “criou um link entre aquilo que estava se investigando e a possibilidade de envolver o meu nome”, explicou o tucano.

Fernando Capez lamenta “fogo amigo” no PSDB

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB
Divulgação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

Capez atribuiu a dita ‘perseguição’ a uma tentativa de impedir que ele viesse a se candidatar ao Governo do Estado de São Paulo neste ano, uma vez que seu nome estava em destaque já que foi o deputado estadual com maior número de votos em 2014 e vinha recebendo elogios por sua atuação na presidência da Alesp . Essa força contrária, segundo conta, nasceu dentro de seu próprio partido.

“Era natural que o meu nome fosse ventilado para o Governo do Estado. E isso foi anunciado prematuramente, no fim de 2015, no dia em que foi lançada a pré-candidatura do João Doria [para a Prefeitura de SP]. Isso aguçou o mundo político e provocou reação, em primeiro lugar, no PSDB. A primeira reação que houve foi de fogo amigo”, lamentou.

O mesmo “fogo amigo” dentro do ninho tucano, segundo avaliou, foi também prejudicial à campanha do presidenciável Geraldo Alckmin – que chega a dois dias das eleições com  apenas 8% das intenções de voto na disputa para o Planalto.

“Falta ao PSDB um projeto coletivo. Existem muitos projetos individuais, o que tem atrapalhado o partido, como atrapalhou nessa eleição para presidente”, disse. “Aos poucos, o PSDB foi se tornando um partido para projetos pessoais de grandes políticos. É preciso acabar com isso e definitivamente sepultar a maldição do fogo amigo que só serve para afastar novos valores e prejudicar o próprio partido.”

Ainda sobre a disputa eleitoral de domingo, Capez reconheceu que o cenário para quem for eleito para o Congresso não deve ser favorável. Diante disso, ele propôs lançar um “pacto suprapartidário pela governabilidade”. “Isso para qualquer um que seja o presidente”, garantiu.

O candidato explicou que no âmbito desse pacto devem estar previstos esforços para garantir segurança jurídica, reduzir o tamanho do Estado e modernizar a legislação criminal.

Fernando Capez se diz hoje recuperado de qualquer ‘trauma’ causado pelas acusações sobre a chamada máfia da merenda, mas ainda lamenta suas consequências. “Eu consegui recompor a verdade a tempo de retornar à minha candidatura, mas não a tempo de disputar o Governo do Estado. Houve um enorme prejuízo a mim e à minha família, que sofreu por conta dessa investigação criminosa. Estou disputando muito bem, mas gostaria de estar disputando para governador. Era o meu momento”, lamentou o candidato – que, aos risos, preferiu desconversar ao ser questionado se pretende vir a tentar se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes.

Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-10-05/fernando-capez-mafia-da-merenda.html

Dia 28 , França – contra todas as previsões – derrotará Doria 43

Doria e França se enfrentarão no segundo turno em SP, projeta Datafolha

São Paulo– O segundo turno da eleição para o governo de São Paulo será disputado entre João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB), segundo projeção do Datafolha.

Às 20h47 deste domingo (7), com 98,28% das urnas apuradas, Doria liderava com 31,77%, seguido de França, com 21,48%.

Paulo Skaf (MDB) disputou voto a voto com França e estava com 21,13%, em terceiro lugar.

Com crescimento acentuado nos últimos dias sobre indecisos e fazendo campanha por um voto útil de centro-esquerda contra o segundo turno entre Doria e Paulo Skaf, o governador conseguiu superar o candidato do MDB.

O resultado confirma a aposta que até mesmo tucanos mais próximos de Doria faziam, contra os prognósticos das primeiras pesquisas eleitorais.

França sempre foi visto como um candidato competitivo, com potencial de angariar votos se revertesse o desconhecimento.

Isso porque o pessebista tinha a caneta do governo na mão, com potencial de distribuir cargos e recursos -o que fez neste ano.

Some-se ainda uma ampla coligação com 14 partidos e milhares de candidatos a deputado, que podiam se engajar em sua campanha e espalhar santinhos com o número do PSB.

A constatação do potencial de França baseou uma campanha polarizada a partir dos primeiros ataques de Doria, em abril, apelidando o governador de Márcio Cuba.

Ao longo da campanha, o tucano tentou grudar no governador a imagem de esquerdista -a última tentativa foi um vídeo em que o mostrava obeso, antes de cirurgia bariátrica, ao lado de Lula.

Em 2016, enquanto era vice de Geraldo Alckmin (PSDB), o presidenciável tucano que apadrinhou a candidatura de Doria à Prefeitura, França atuou ativamente na costura das alianças que ajudaram a eleição do atual adversário no primeiro turno.

Essa base, neste ano, ficou dividida entre os dois.

O desafio de França, segundo seus auxiliares, era superar o desconhecimento.

Já a principal tarefa de Doria, na avaliação de sua equipe, era reverter sua alta rejeição, sobretudo por ter abandonado a Prefeitura antes de cumprir o mandato.

Eduardo Anizelli – 16.ago.2018/Folhapress
Os ao governo de São Paulo, candidatos Marcio França e João Doria
Os ao governo de São Paulo, candidatos Marcio França e João Doria

Segundo pesquisa Datafolha de quinta-feira (4), 38% dos paulistas e 49% dos paulistanos diziam não votar de jeito nenhum no tucano.

Para o segundo turno, Doria já antecipou na semana passada que deixaria Geraldo Alckmin pelo caminho e engrossaria o apoio a Jair Bolsonaro (PSL) a partir desta segunda-feira (8).

Ao longo da campanha, ele se bolsonarizou: adotou uma tônica rígida de defesa da segurança e, no sábado (6), publicou foto erguendo a bandeira nacional.

“A nossa bandeira jamais será vermelha, ela é verde e amarela!”, afirmou Doria.

O tucano é o candidato ao governo favorito de eleitores de Alckmin (41%) e dos de Bolsonaro (33%) aponta cruzamento do Datafolha divulgado na quinta (4). Doria também tinha 18% dos eleitores de Fernando Haddad (PT) e 13% dos de Ciro Gomes (PDT).

Márcio França -que declarou voto em Alckmin ao longo da disputa, mas não fez campanha para o antecessor- deve tentar se manter neutro nacionalmente, a despeito de uma eventual decisão do PSB de ficar contra Bolsonaro.

O pessebista é o candidato de 27% dos eleitores de Ciro, de 13% dos de Haddad e 13% dos de Alckmin e de 16% dos bolsonaristas, ainda de acordo com o instituto de pesquisas. (Gabriela Sá Pessoa)

O deputado federal mais votado em São Paulo é carioca…Parabéns aos paulistas pela singular escolha de seus representantes ! 16

SP: Eduardo Bolsonaro é deputado mais votado

SP: Eduardo Bolsonaro é deputado mais votado

Da Redação

Com mais de 98% das urnas apuradas em São Paulo, Eduardo Bolsonaro (PSL) é com folga o candidato a deputado federal mais votado, com mais de 1,7 milhão de votos. Na segunda colocação está outra candidata do PSL, Joyce Hasselmann, com 1,02 milhão de votos. Completam a lista dos mais votados até o momento Celso Russomano (PRB), Kim Kataguiri (DEM) e Tiririca (PR).

Na eleição para deputados estaduais, a líder disparada é Janaína Paschoal (PSL), que ficou conhecida por ser uma das autoras do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Janaína tem até o momento mais de 1,9 milhão de votos.

“Resiliens” – Meu ex-governador e quase presidente, Vossa Excelência me demitiu da Polícia Civil ; eu voltei a advogar…Não tenha vergonha da derrota…Volte a ser médico, mas anestesiologia, nunca mais!…( Foi o suficiente como político! ) 27

Alckmin chega separado de Doria para votar em SP

Janaina Garcia

Do UOL, em São Paulo

 

Candidato do PSDB, Geraldo Alckmin chega para votar em um colégio na região do Morumbi, zona sul de São Paulo Imagem: Janaina Garcia/UOL

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, votou na manhã deste domingo (7) em um colégio do Morumbi, zona sul de São Paulo. Ele chegou separado de João Doria, que também estava em São Paulo e foi ao local em outro veículo.

Um grupo de aproximadamente 30 militantes, a maioria, assessores de candidatos tucanos, recebeu com aplausos o presidenciável do PSDB. Alckmin chegou em um carro com a esposa, Lu Alckmin, e o candidato a deputado federal Floriano Pesaro.

  • Familiares de Alckmin também acompanharam o candidato: filha e marido, filho e esposa, além dos netos gêmeos estiveram no colégio apoiando Alckmin, que chegou ao local meia hora depois do horário previsto.
  • -governador de quatro mandatos –dois deles, nos últimos oito anos–, Alckmin não decolou nas pesquisas de intenção de voto durante a campanha. Atingiu uma única vez os 10% de intenção de votos, mas, na maioria dos cenários, ficou abaixo desse patamar. Em mais de uma ocasião, alegou que esta seria uma campanha de resultados apenas na reta final e ironizou: “O que é decolar

Nas pesquisas Ibope e Datafolha do último sábado (6), por exemplo, o tucano apareceu, em cada uma, com 8% das intenções de votos válidos –ou seja, aqueles que não consideram nem brancos, nem nulos.

Com formação em medicina, Alckmin começou a carreira em Pindamonhangaba (interior de São Paulo), sua terra natal, como vereador. Posteriormente foi prefeito e deputado federal. Assumiu o governo do Estado de São Paulo em 2001, depois da morte de Mario Covas. Em seguida, Alckmin governou o estado por três mandatos (2003 – 2006, 2010 – 2014 e 2014 – 2018).

É a segunda vez que ele se candidata à Presidência da República. Na primeira, em 2006, foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma disputa de segundo turno na qual, pela primeira vez, um candidato obteria menos votos que no primeiro turno.

Recentemente, em entrevista de campanha, Alckmin sugeriu que poderia voltar a exercer a medicina caso não se elegesse — o que ocorrera em 2008.

Caça Aos Nossos Bruxos – A Vitória…( “Está tudo como dantes no quartel d’Abrantes” ) Resposta

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Caro colega e amigo,  para o seu conhecimento e providências.

O maquineiro  mór  de Praia Grande saiu da cadeia e voltou mais voraz do que d“antes ( ele é português…hahshahas ).
Como continua com “bons companheiros” na prefeitura de PG e com associados na mídia , depois de ficar caguetando os desafetos e concorrentes,  voltou aos negócios prometendo o que não quer cumprir.
Mas por medo , os delegados da cúpula , sempre muito bunda moles e conformados , não fazem nada…Todos com medo dos políticos da região e do que pode acontecer depois do dia 1º de janeiro.
Quem vai, quem fica ou benfica!
Ora, pois pois, nessa o portuga voltou a arrecadar R$ 300,00 reais por cada uma dos cerca de 2000 caca-niqueis nas seguintes regiões da Baixada Santista.
A saber:
Em Santos, todas as casinhas e bares periféricos do Saboó , passando pelo Centro e até a Ponta da Praia.
As casas pequenas e bares ele tomou da sua ex-advogada; entregando para a atual advogada.
Este é o Brasil!
A gente desce do navio e acha dinheiro em cada esquina…
E mais a Zona Noroeste, Jardim São Manoel ( olha o portuga aí de novo ) e todos os morros controlados pelo PCC
É só dar R$ 100,00 para cada dono de boca.
Em Praia Grande: monopolizou a arrecadação . É tudo dele de novo!
O sistema agora é assim, o ex-maquineiro que virou arrecadador geral  hoje apenas explora os donos de maquininhas. Cada dono de máquina lhe paga R$ 300,00 por quinzena por uma proteção inexistente. Ele repassa uma pequena parte para policiais ( civis e militares ) corruptos, uma boa parcela para alguns vereadores e a maior parte manda pra Portugal.
E nóis é que  ficamos a ver navios.
Por ter voltado a comandar as  duas cidades o ex-proprietário de Ferrari e do Bingo Mônaco   tem várias regalias, tais como  tratar direto com a diretoria e não precisar conversar com  mais ninguém.
É mentira?
É mole ou quer mais?

Mortes em série fazem de Baixada Santista zona de alto risco para policiais 9

Total de assassinatos de agentes na região se iguala à soma de 4 áreas de SP

Rogério Pagnan – FOLHA DE SÃO PAULO 
Santos (SP) e Guarujá

“Seja forte, Deus está contigo!” Quando recebeu essa mensagem no celular em uma manhã de setembro, Claudenice Barreto dos Santos, 47, não precisou pedir explicações a quem enviou o recado. Ela tinha certeza de que havia chegado o dia que sempre temeu.

O marido dela, o cabo José Aldo dos Santos, 49, acabava de sofrer um ataque e ingressava para a triste lista de policiais militares assassinados na Baixada Santista — região do estado de São Paulo que se consolidou nos últimos anos como de alto risco para PMs.

“Sempre me coloquei na situação das outras mulheres de policiais mortos e, agora, sou uma delas”, disse. Desde 2001, segundo dados da Polícia Militar, ao menos 88 policiais foram assassinados em Santos e cidades da região, como Guarujá, Cubatão, São Vicente, Praia Grande e Itanhaém.

Mortes que equivalem à soma das regiões de Campinas (60), Ribeirão Preto (23), Presidente Prudente (4) e Araçatuba (1) nesse mesmo período.

Além da quantidade, os ataques a PMs nesse território também se distinguem pelo grau de violência empregado pelos criminosos.

José Aldo foi morto em uma emboscada em Guarujá por um grupo de homens armados com fuzis que, estima-se, dispararam 50 vezes. “Era um policial bem treinado, experiente, dedicado, com força física, mas poderia ser o Rambo, o Superman, que não teria chance”, disse o comandante da PM na região, coronel Rogério Silva Pedro, 48.

Desde 2011, foram ao menos outros cinco ataques a PMs com uso de fuzis —algo absolutamente incomum em outras regiões do estado, segundo a Corregedoria da Polícia Militar paulista.

Entre os casos mais emblemáticos está o assassinato do sargento Marcelo Fukuhara, 45, em outubro de 2012. Ele foi fuzilado quando passeava à noite com o cachorro, em frente ao restaurante da família, em Santos.

Outro caso caso de forte comoção na tropa se deu seis meses depois, em Guarujá, quando o sargento Manoel Fernando Azevedo, 53, foi morto com 15 tiros de fuzil em um bar onde jogava sinuca.

A morte de Azevedo se tornou ainda mais simbólica pela tentativa de invasão ao cemitério onde o PM foi enterrado.

“As pessoas da favela queriam ir lá, abrir a gaveta, retirar o corpo para poder colocar fogo. Aí, teve escolta da PM no cemitério para que isso não acontecesse”, diz a viúva Vivian Paula Domingos, 40.

Tempos depois, porém, os criminosos foram até lá e destruíram parcialmente o túmulo, principalmente a placa em homenagem ao PM com a foto dele. “Foi uma coisa cruel, falta de respeito muito grande.”

PMs ouvidos pela Folha dizem que o corpo do policial chegou a ser jogado no meio de cemitério e recebeu alguns disparos dos bandidos.

Uma semelhança entre os policiais atacados é que todos eram considerados “linha de frente”, ou seja, atuavam fortemente no combate à criminalidade local, dominada pela facção criminosa PCC.

Algo também comum na morte de policiais com esse perfil é a comemoração dos criminosos, com queima de fogos de artifício, como ocorreu com Azevedo e José Aldo.

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“Dez minutos após a morte do Aldo, teve o foguetório aí [na favela]. Nos bares, estavam dizendo que teria festa na comunidade. Só não teve porque a PM agiu rápido e ocupou a favela”, diz José Paulo dos Santos, 55, PM aposentado e irmão do cabo morto.

Além de ataques planejados com uso de fuzis, há também casos de crueldade praticada contra policiais acidentalmente identificados por bandidos.

Há registros de ao menos três PMs sequestrados, torturados e mortos, a exemplo do que às vezes ocorre em favelas do Rio dominadas pela facção Comando Vermelho.

Um desses crimes se deu em 2013 em São Vicente. O soldado Leandro do Nascimento Carvalho, 28, foi torturado e morto a tiros após ser identificado em um baile funk. Após os disparos, foi esquartejado pelos criminosos, que atearam fogo ao corpo.

“A Baixada não vira e não vai virar um Rio de Janeiro em razão da postura dos órgãos policiais aqui”, diz o PM Rogério. “Você tem cidades com 41% da população vivendo em aglomerados. Há acúmulo de infratores muito grande nesses locais. Existe uma fábrica de infratores ali, e isso que acaba gerando um risco maior.”

De acordo com o Ministério Público, a Baixada Santista é dos principais redutos do PCC no estado de São Paulo.

De lá saíram os criminosos suspeitos de participação direta nas mortes de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, chefões da facção. Eles foram assassinados no início deste ano.

O tenente-coronel Flávio César Montebello Fabri, coordenador do grupo que investiga crimes contra PMs (o PM Vítima), diz que as questões geográficas da Baixada, muitas vezes semelhantes às do Rio, complicam o trabalho de apuração dos crimes.

Ainda segundo ele, há na região uma grande quantidade de pessoas ainda muito jovens envolvidas no crime.

“Com comportamento muito mais audacioso e violento do que se comparado a outros locais”, disse o oficial Fabri.

Para o advogado Arles Gonçalves, da Comissão de Segurança da OAB, a lei que agravou a pena para homicídios contra agentes da lei, sancionada há três anos, ainda não surtiu efeito.

“Em países de Primeiro Mundo, quando você ataca um policial, você ataca o Estado. O Estado reage. Aqui, não. O bandido ataca o policial e fica por isso mesmo”, disse ele.

Manifestação do agente policial MARCO COBRA – 14555 75

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Peço desculpa aos colegas não responder anteriormente. Estava em campanha no interior, em visita a delegacias, que inclusive não posso deixar de comentar, estão em péssimas condições de trabalho. Falta pessoal, falta estrutura, falta viaturas. Por exemplo Ribeirão Preto eram oito delegacias de polícia, agora são apenas três. Em Matão o chefe manda ele mesmo fazer as diligências. Sim é desesperador. Na capital está ruim, nosso maior problema é a falta de pessoal. No interior vocês não tem ideia das condições. Isto porque não fui muito longe, não dá tempo, não tem verba. Gostaria de ir em cada uma das delegacias, aliás fui o único a visitar delegacias, fui aplaudido por isto.

Falar de reestruturação das carreiras? É fácil falar. Mas vão aceitar as mudanças? Eu defendo a ideia que a Polícia Civil tem que ter as seguintes carreiras: DELEGADO DE POLÍCIA, ESCRIVÃO DE POLÍCIA e o AGENTE DE POLICIA. Este AGENTE DE POLÍCIA tem que ser de curso superior e fazer tudo que já acontece nas outras carreiras. Hoje está tudo misturado, Agente investiga, Investigador está encostado, Papiloscopista que é operacional. Mas quando você está no plantão sozinho, não importa a carreira, chegou o ladrão você tem que tirar foto, você tem que “tocar o piano”, enfim, fazer tudo de um pouco de cada carreira existente. Você como AGENTE DE POLÍCIA tem que saber fazer tudo.

Agora, como faremos com as carreiras existentes hoje? Passam todos a a AGENTE DE POLÍCIA?

Portanto, falar de reestruturação é complexo. Temos que estar lá na Assembléia, convocar representantes de todas as carreiras que existem hoje, sentar e se acertar. Uma reestruturação bem feita vai agradar uns e desagradar outros. Mas por hora, é interessante para o Estado haver estas divergências, porque aí não muda nada e continuamos na mesma merda de sempre.

O que vou falar da Polícia Científica? Na visão do Estado ela já é uma terceira Polícia, mas na prática ela continua atrelada a Polícia Civil. Brigas de poder que são vão diminuindo as estruturas. Na minha visão o DELEGADO DE POLÍCIA tem que ser realmente a Autoridade Policial, manda em todos, tem que saber de tudo, tem que fazer cursos na Academia de Polícia para ser realmente competente, não apenas o curso de Direito. Para mandar em um perito o Delegado de Polícia tem que saber o que está fazendo, caso contrário, sempre tem alguém querendo tripudiar ou questionar a Autoridade, coisa que não pode acontecer.

Quando digo que DELEGADO DE POLÍCIA tem que mandar em todos, entendam, é no sentido prático da palavra, ninguém é maior que ninguém. O bom DELEGADO DE POLÍCIA não vai “mandar” ninguém fazer nada de errado e sabe respeitar todos os seus subordinados. Para a Polícia Civil voltar a ser respeitada a figura do DELEGADO DE POLÍCIA tem que ser soberana, tem que ter realmente a força, e todas as carreiras tem que trabalhar em conjunto, sem estrelismos, sem frescuras, muitas das quais nós encontramos em algumas Delegacias. O que mais vemos são pessoas dizendo: Eu não faço isso, eu não faço aquilo. Isso não ajuda em nada. Encontramos também muitas desigualdades, como por exemplo DELEGADOS DE POLÍCIA recebendo extras por responder por outras Delegacias, mas ele está sempre acompanhado por policiais de outras carreiras que não recebem esses extras. Mas por que isso acontece? Porque enquanto estiver bom “para mim” os outros que se “lasquem”. Esses são os pensamentos que encontramos na Polícia.

O Estado entende que quanto mais desorganizado melhor. Mais fácil de controlar. Temos que por orgulhos no bolso e realmente nos unir e fazer com que a Polícia seja realmente forte.

Se o Bolsonaro possuir caráter – o que eu duvido – rejeitará o apoio de DORIA e SKAF…Vamos ver se Bolsonaro é verdadeiramente honesto ou mais um oportunista 42

Doria deve anunciar campanha para Bolsonaro na segunda

O candidato ao governo pelo PSDB, João Doria, afirmou nesta sexta-feira (5) que fará “campanha” e votará contra Fernando Haddad (PT) após o primeiro turno.

Extraoficialmente, aliados do tucano afirmam que ele deve chamar a imprensa na segunda para anunciar a campanha contra o PT e, consequentemente, o apoio a Jair Bolsonaro (PSL).

A ação deverá ser rápida para neutralizar efeitos do apoio de Paulo Skaf (MDB) a Bolsonaro. Nesta manhã, Doria classificou Skaf como um “oportunista”.

Nesta manhã, Doria faltou a agenda em comum com o presidenciável de seu partido, Geraldo Alckmin no Theatro Municipal.

Segundo a assessoria do candidato, ele ficou preso em Sorocaba, no interior, devido às más condições para voar. Em vez de vir à capital, a equipe de Doria pretendia a ir de carro a outra agenda marcada para a tarde em Campinas.

A ausência foi motivo de burburinho no tucanato e acontece em meio a especulações de que Doria estivesse apoiando Bolsonaro secretamente. Ele tem adotado um discurso mais duro, parecido com o do militar. (Artur Rodrigues)

https://aovivo.folha.uol.com.br/2018/10/05/5538-aovivo.shtml#post382434

Acima de Deus e acima da Pátria estão os médicos e os policiais…Os médicos são os únicos que podem nos curar das doenças e acidentes que Deus nos deu…Os policiais são os únicos que podem impedir as nossas imprudências e nos salvar do ataque dos malfeitores…A nossa verdadeira e única pátria é o planeta Terra…E acima de todos estão os professores, graças a eles não acredito em políticos que usam o nome de Deus e o nome das Polícias 32

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Campanha política se tornou a arte de  manipular o medo e a crendice de um povo debilitado, graças à ignorância  geral fruto da pobreza  e de uma educação formal fundada em mentiras históricas  que transformam os seres humanos em meros animais irracionais…

Pior: as diversas seitas cristãs  são instrumentalizadas para quem quer roubar o voto do crente pobre e governar para o descrente muito rico…

Aqueles ( os descrentes )  que na aflição e na doença pagam o  Albert Einstein ou Sírio-Libanês.

Prá eles: Brasil…O caralho!

Prá eles: Deus…O caralho!

Prá eles: Povo…O caralho!

Rcguerra

Que tipo de louco bate punheta no Metrô usando camisinha? …( Se liga, mina! ) 11

“Tive que ouvir do delegado: ‘A camisinha pode ter caído na sua bolsa'”

Reprodução/Instagram

 

A jornalista Clara Novais prestou queixa sobre caso de importunação sexual ocorrido no transporte público, em São Paulo Imagem: Reprodução/Instagram

Camila Brandalise

Da Universa

04/10/2018 15h34

Ao registrar um boletim de ocorrência na delegacia, depois de encontrar uma camisinha usada, colocada dentro de sua bolsa, a jornalista Clara Novais, 27 anos, se deparou com um questionamento inesperado: “O delegado que me atendeu disse que o preservativo, com o líquido dentro, poderia ter caído sem querer na minha bolsa”, diz.

O fato ocorreu na terça-feira (2), quando Clara estava indo para o trabalho, nas imediações da CPTM, companhia de transporte público de São Paulo. No mesmo dia, à noite, ela registrou a ocorrência na 6ª Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano).

Reprodução/Instagram
Clara fez a foto da camisinha colocada em sua bolsa e postou em seu Instagram Stories Imagem: Reprodução/Instagram

Clara afirma que pediu para registrar a ocorrência como importunação sexual, mas a atendente da delegacia assegurou que só seria enquadrado como o crime caso alguém tivesse encostado nela. “Insisti, pois me informei e soube que não há necessidade de que o agressor tenha me tocado para ser considerado importunação sexual, mas o delegado refutou e perguntou se eu era jurista. O B.O. acabou sendo registrado como ‘outros – não criminal’”, lembra a jornalista.

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Por outro lado, camisinha não cai sem querer dentro de bolsa feminina, né?

É mais fácil ganhar na loteria! 

O que se pode até pensar: alguém no local de trabalho ou o próprio parceiro está planejando algo nada sadio…

Certa vez eu encontrei uma calcinha no meu carro…

Certamente não caiu do céu , né?

GRUPO DE EXTERMÍNIO – O PSL de Jair Bolsonaro parece uma organização de criminosos…Terei muita pena pelos mais fracos – especialmente nordestinos, negros e GLBTs – se Bolsonaro for eleito 47

Placa de Marielle foi quebrada para restaurar a ordem, diz Flávio Bolsonaro

Gustavo Maia

Do UOL, no Rio

  • Reprodução/Rede Social

    Silveira (à esq.) e Amorim aparecem, sorridentes, segurando a placa com o nome de Marielle quebrada

    Silveira (à esq.) e Amorim aparecem, sorridentes, segurando a placa com o nome de Marielle quebrada

Filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, nesta quinta-feira (4), que os dois candidatos do PSL que retiraram e quebraram uma placa em memória da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março, estavam restaurando a ordem.

A ação envolveu os candidatos a deputado estadual no Rio Rodrigo Amorim (PSL) e a deputado federal Daniel Silveira (PSL).

Considerada depredação ao patrimônio público pela dupla e por Flávio, que é candidato ao Senado no Rio, a homenagem estava colocada sobre a placa oficial indicando a praça Floriano, nome oficial da região da Cinelândia.

A ação foi divulgada por Amorim em vídeo publicado em sua página no Facebook no domingo (30).

Na segunda (1º), Amorim, que foi candidato a vice de Flávio na campanha à Prefeitura do Rio em 2016, publicou uma foto sua ao lado de Silveira em que ambos, sorridentes, seguram a placa com o nome de Marielle quebrada –a imagem circulou pelas redes sociais nesta quarta.

No post que acompanha a foto, ele diz: “Nos acusam de intolerantes, nos acusam de fascistas. No entanto, tive meu comitê atacado várias vezes. Isso mostra que estamos no caminho certo. A missão é combater com força o PSOL e suas pautas repugnantes.”

Ele também publicou junto uma foto de um banner seu depredado e com adesivos do movimento “Ele não”, contrário a Bolsonaro.

Depois de sair da casa do pai, na manhã desta quinta, Flávio disse que o ato foi “um posicionamento ideológico”.

“Na verdade, eles nada mais fizeram do que restaurar a ordem. Havia uma placa de [praça] Marechal Floriano. O PSOL acha que está acima da lei e pode mudar nome de rua na marra. Eles só tiraram a placa que estava lá ilegalmente”, declarou.

“Se o PSOL quer fazer uma homenagem para a Marielle, apresenta um projeto de lei, pede à prefeitura para, ao construir uma rua, uma praça, botar o nome, dar homenagem a ela. Agora não pode cometer um ato ilegal como esse”, afirmou Flávio.

“O pessoal tem que entender que eu não estou entrando no mérito de se homenagem é justa ou se não é justa”, acrescentou.

Questionado sobre se o assassinato de Marielle foi um atentado político, o candidato a senador declarou que “a dor da família dela é a mesma dor de todo mundo que tem um ente que morre”.

“E eu, por pouco, não passei por uma dor como essa ao perder meu pai, vítima de um atentado”, concluiu, em referência à facada que seu pai levou durante ato de campanha no dia 6 do mês passado, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

O deputado estadual Marcelo Freixo, candidato a deputado federal pelo PSOL, afirmou já ter levado o caso à polícia. “Já pedi ao delegado Fábio Cardoso [da Delegacia de Homicídios, que investiga a morte de Marielle] que tome o depoimento desse rapaz. É preciso saber por que ele tem tanto ódio da Marielle”, disse Freixo. (Com Estadão Conteúdo).

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Já que a placa era homenagem informal,  caberia ao PSL requerer ao prefeito da cidade, o pastor Crivella, as necessárias providências objetivando a retirada.

Mas para animais ( marginais )  o que importa é demonstrar força!

Parabéns ao Brasil pelo sombrio futuro que lhe espera!

A morte de Marielle foi um atentado político praticado por policiais e milicianos. 

A tentativa contra Bolsonaro foi apenas um ato cometido por um insano provavelmente insuflado pelas palavras de ordem da própria vítima.