
Autor: Flit Paralisante
Hoje o Brasil parou… Para fazer tudo o que um povo livre tem direito de fazer 8
Hj o Brasil para. Para irmos ao parque com a família, para almoçarmos em família,para usufruirmos da liberdade de nos divertirmos, para descansarmos, etc, para fazer tudo o que um povo livre tem direito de fazer.

Hoje é dia dos patridiotas do punhal verde amarelo. Time capitaneado pelo descompensado do sul, aquele que falava que a covid era uma gripezinha e era só tomar cloroquina. Quem não quisesse que tomasse tubaína. Gripezinha que levou 700 mil vidas no território brasileiro.
Time ruim hein! Acertaram com o descompensado do norte uma chantagem econômica e o tiro saiu pela culatra.
Possiblidade de queda de 1% no PIB e os magnatas do agro tendo que comer toda a carne que produziram e beber todo o café que colheram. , aqueles que patrocinaram os bloqueios nas estradas, que fazem empréstimos milionários a perder de vista no Banco do Brasil, a juros baixíssimos e ainda dão calote.
Nosso governador deu um perdido, não quer carbonizar o filme.
Lembro-me do saudoso major e senador Olímpio. Tinha caráter, visão, e, por conta disso, quando percebeu que havia embarcado numa canoa furada, abandonou o barco. Não se sujeitou as vaidades dos mimados filhos do descompensado.
Postura que, inclusive, foi objeto de críticas de alguns na própria corporação que sempre honrou e defendeu, infelizmente, foi um, entre os 700 mil, que nos deixaram em razão da gripezinha.
Se hoje, não retrocedemos aos nenhum pouco memoráveis anos de chumbo, devemos isso a coragem e patriotismo do então comandante do Exército Brasileiro e do Presidente do Superior Tribunal Eleitoral, os quais, no último pleito, mantiveram-se no firme propósito de consolidação da vontade do povo brasileiro na escolha de seus dirigentes.
Viva o povo, o fortalecimento das instituições brasileiras e o regime democrático no Brasil.
Autor: amigo do 9º andar !
Da Vocação ao Desencanto: A Vida que o Direito Devorou 18

A toga invisível e sem valor
Naquelas noites compridas de plantão, entre um flagrante e outro, dava tempo de sonhar ao som das máquinas Remington e Olivetti. Um café morno — trazido de casa com o lanchinho feito com carinho — no cantinho da mesa já carcomida pelo tempo, tão escura da tinta de identificação dactiloscópica e riscos de caneta quanto o céu sem estrelas.
Aquele céu sem estrelas seria a rotina de vida. E as manhãs cinzentas, mesmo quando o sol insistia em brilhar.
O delegado recém-ingressado — com ares de justiça e retidão — acreditava piamente que o salário era apenas um detalhe passageiro, que a vocação era fértil, as promoções viriam na velocidade da dedicação, e a carreira só conheceria degraus ascendentes.
Era o final da década de 1980. A Constituição tinha sido promulgada com dores, e o funcionalismo alimentava a esperança de que, enfim, o Estado pariria também um novo pacto civilizatório: justo, legalista, humanista.
Tola ilusão. Nem mesmo os diplomas e históricos escolares dos filhos, custeados com muito juro bancário, conseguiram ser isentos das manchas da frustração funcional, que só cresceriam ao longo dos anos.
Vieram os anos 90.
Depois do confisco o neoliberalismo de um lado, pistolas e privilégios do outro.
O delegado que antes se sonhava jurista passou a se contentar com o papel de digitador de auto de prisão, garçom de mandado judicial e babá de suspeitos presos.
Promoções por merecimento?
Apenas mito quando não se é “valoroso”!
Mérito ali era resistir aos vencimentos desidratados e às promessas eternamente adiadas no cabide do Palácio dos Bandeirantes.
Na virada dos anos 2000, o chicote do confisco previdenciário bateu forte. Servidores viram sua aposentadoria virar esmola disfarçada de benefício. O tempo de trabalho virou tempo de espera; a contribuição rendeu sacrifício sem retorno.
A esposa, dedicada ao lar e companheira de uma jornada sacrificada, passou a dividir angústias que antes a esperança conseguia esconder.
E os filhos? Ah, esses já sabiam que seguir a carreira policial era quase um gesto de inimizade com o próprio futuro.
Trinta e cinco anos se passaram.
O delegado, agora aposentado, não abre mais inquéritos, mas prossegue abrindo contas, boletos e revisando extratos com a precisão de perito contábil. E faz parte de grupos de outros aposentados — alguns até bem felizes com o Tarcísio.
Descobre, com amargura e algum sarcasmo, que passou parte relevante da vida servindo a um Estado que nunca o valorizou. Padrasto com os preferidos de sangue!
O patrimônio? Um apartamento financiado, avaliado em menos de R$ 500 mil, um carro discreto de R$ 50 mil e um saldo minguado de R$ 250 mil das economias mantidas a duras penas, como provas de um processo que jamais chegou a julgamento.
De valor, só lhe resta a aposentadoria; quando morrer, sua viúva mal terá o suficiente com a pensão. Não tem mais seguro de vida… pois já não tem mais dívidas bancárias. Até que enfim!
E, curiosamente, ainda que lhe digam que seus dias hoje são tranquilos, a consciência resta inquieta. A pureza dos primeiros anos, essa nem o confisco poupou.
E quando chegam perguntas – de jovens curiosos, estudantes, filhos de amigos – “Vale a pena ser delegado?”, ele apenas sorri de lado e responde com um eco do passado:
Vale!
Se for por não ter melhor opção.
Esqueça os delegados empresários e fazendeiros.
Para filhinho de papai sempre valerá a pena.
Para o resto, só ilusão.
Quantas vezes, em pesadelos recorrentes, se viu afogado em mar revolto…
Eram as cobranças por todos os lados, das quais não podia se livrar como se fossem apenas um sonho ruim.
Pior era saber-se afogado em seu próprio conflito.
Era tarde demais para recomeçar.
IDOSO APOSENTADO ATROPELA CICLISTA AO SAIR DE UM PUTEIRO COM GAROTA PELADA NO COLO 6

O noticiário da manhã trouxe em letras garrafais o drama de uma esquina qualquer.
No cruzamento acanhado, entre a embriaguez e o descuidado consigo e com outrem , um idoso aposentado atropelou uma ciclista ao sair de um estabelecimento de portas discretas e luzes azuis e avermelhadas.
Detalhe : com uma garota nua que inopinadamente – talvez com muitos pinos, ou falta de, na cabeça – resolveu sentar-se no colo do cliente.
Não fosse o destino, seria apenas mais um hilário acidente, perdido entre tantos outros registros secos do cotidiano.
A manchete, cortante, lança o leitor para o julgamento imediato.
O verbo não se detém nos detalhes da dinâmica do acidente ou mesmo na morte da ciclista, mas na periferia do cenário – a idade ( não tão avançada ) – a condição de aposentado, o local que a cidade finge não ver.
Mas muito bem frequentada !
A narrativa já está montada: um inesperado tropeço tardio , talvez de moral, talvez do destino.
Talvez de quem por toda a vida teve conduta ilibada e , agora , aposentado e com certa idade , resolveu se permitir certas libações.
Seu único erro: não ir e vir de táxi!
Fosse esse homem qualquer um de nós, um invisível do bairro, provavelmente pouco se diria além do quase folclórico.
Seria quando muito “mais um caso”; provavelmente apenas um boletim de ocorrência sem prisão como se faz na imensa maioria dos atropelamentos.
Mas, uma vez ou outra, o acaso confere o nome ao anonimato.
Quando o idoso em questão é ex-juiz, o peso se instala de um jeito diferente.
Esquecemos a vítima, o acidente e preferimos narrar a biografia, o contracheque vultoso , resgatar processos arquivados e sentenças passadas.
O que era indivíduo tornou-se instituição, o erro vira símbolo, e a justa medida humanizada se desfaz sob a avalanche do julgamento coletivo.
Mas, ao fim, permaneceu no asfalto as marcas de sangue e o eco de uma dor que não cabe em títulos nem posições morais.
A tragédia, para além das narrativas, é sempre de pessoas: de quem se acidenta, de quem provoca, de quem testemunha, dos familiares e amigos de ambos e de quem lê com empatia.
Numa cidade feita de encontros e desencontros, todo mundo carrega sua história ; e merece muito mais do que a relatada pela vida privada ou pelo ofício.
Por trás da notícia, segue a vida daquele idoso com acertos, tropeços, desejos e medos, como qualquer outro.
A manchete ruge muito mais contra a magistratura e seus invejáveis vencimentos , mas o silêncio do cotidiano logo retorna, cobrando dos que julgam o difícil exercício da empatia.
Porque, antes de profissões ou manchetes, somos todos, necessariamente, humanos sujeitos a cruzar seus próprios limites nos desvios da vida.
Poderia ter acontecido comigo e com tantos outros idosos solitários com sede de alguma diversão que lhes devolvam a alegria da juventude.
Deixo o alerta: vá de Taxi e durma no puteiro até a bebedeira melhorar.
Também alerto alguns juízes e juízas que parecem ter prazer sádico de transbordar do julgamento jurídico para o julgamento moral: amanhã pode ser com você!
“O que você faz quando
Ninguém te vê fazendo ?
Ou o que você queria fazer
Se ninguém pudesse te ver” ?( Capital Inicial )
Como o Flit não pode deixar de ser o Flit; se não fosse pela tragédia apenas diria:
Esse juiz aposentado é dos nossos!
Dinheiro é para torrar e nada como a fantasia de ser Xerife ou Ministro na Zona…
( mas de táxi )
Retratação Necessária: O Verdadeiro Valor dos Peritos Criminais na Polícia Civil 27

Unindo Forças: Retratação e Homenagem aos Peritos da Polícia Civil
Manifesto aqui, espontaneamente , uma honesta ( dos fatos ) e sincera ( do coração ) retratação dirigida aos peritos criminais que, em sua grande maioria, exercem suas funções com extremo zelo, dedicação e respeito , atuando com espírito público e tratando todos os que colaboram na busca da justiça com a devida urbanidade, sem se deixarem contaminar por visões elitistas ou separatistas de uma minoria.
Nunca foi a nossa intenção, nas postagens do Flit Paralisante, atacar coletivamente menoscabando da qualificação da carreira dos peritos criminais e da sua imprescindibilidade para a completa apuração de crimes e definição de autoria.
Especialmente , macular a imensa maioria dos ocupantes dessa nobre carreira que sempre dignificou a Polícia Civil com trabalho árduo e honesto.
Ao longo de 24 anos de atuação, trabalhei lado a lado , porta a porta , com peritos comprometidos, íntegros, leais à instituição e à missão fundamental da polícia judiciária .
Meu respeito e apreço permanecem irrevogáveis àqueles que honram o cargo público que ocupam.
As críticas veiculadas , por mais ácidas e em certos aspectos devo reconhecer inapropriadas , tiveram como objetivo provocar o debate e demonstrar irresignação , diante de posturas e discursos de algumas lideranças.
Lideranças classistas e hierárquicas que, há décadas, persistem em defender a total separação da perícia criminal da Polícia Civil — movimento que consideramos prejudicial, elitista e sem respaldo nos fatos; e descompromissado com o interesse público.
Certamente, buscar a institucionalização da Polícia Científica como um órgão autônomo é – embora anticientífico – legitimo , mas não nos termos em que foram e estão sendo postos.
A separação não vai garantir um serviço público de excelência, tampouco será garantia de imparcialidade.
Não me conformo, e jamais me conformarei, com visões que preguem a fragmentação institucional sob falsos argumentos de necessidade de total autonomia contra as “pressões” ; muito menos os arroubos de uma suposta superioridade moral e técnica dos peritos em relação às demais atividades.
A história demonstra que a integração é fundamental para o fortalecimento do trabalho policial e para o interesse público .
Registro , assim , que:
Minha crítica jamais se destinou à coletividade dos peritos, e sim a determinadas condutas isoladas, reiteradamente elitistas, segregacionistas e prepotentes, defendidas por uma fração de lideranças sindicais e administrativas.
O verdadeiro inimigo é o crime, o elitismo , a arrogância de poucos , e não a valorosa maioria de peritos que dignifica a Polícia Civil e a sociedade. A busca por mais um órgão policial (a “Polícia Científica” desvinculada da estrutura da Polícia Civil ) não contribui para a modernização e aperfeiçoamento da segurança pública, mas sim para a desagregação, o desperdício de recursos e o enfraquecimento da investigação.
Reitero, publicamente, minha estima pelos peritos que trabalham com ética e senso coletivo ; registro que a unidade entre as carreiras policiais é imprescindível para a defesa do interesse público e da atividade de polícia judiciária , missão de qual os peritos são parte vital.
A retratação que ora apresento não resulta de pressão externa, temor, ou qualquer espécie de renúncia à responsabilidade pelo debate franco, mas sim do reconhecimento necessário de que não pode haver dúvidas quanto ao apreço e respeito à maioria dos peritos criminais: profissionais sérios, retos e parceiros indispensáveis no combate à criminalidade e promoção da justiça.
Retratação que nunca fiz nem para salvar o meu cargo. E não fiz porque não seria sincera!
Que jamais se confunda crítica institucional pontual e legítima com ataque generalizado à categoria: o debate público é essencial, mas deve sempre preservar o mérito e a dignidade daqueles que cumprem seu dever.
Meu compromisso – embora há muito tempo tenha sido demitido – permanece sendo com a busca da verdade, defesa das carreiras sem voz , com a coesão institucional e com a missão constitucional da Polícia Civil, a qual todos pertencemos por laços indeléveis de história e sangue funcional.
Rcguerra
Muito além da perversidade: policiais de SP matam pessoa em situação de rua por reconhecimento e promoção 10

A execução do morador de rua Jeferson de Souza, 37 anos, sob o Viaduto 25 de Março, no centro de São Paulo, em 13 de junho, expõe uma prática sombria dentro da Polícia Militar: agentes que cometem violências não apenas por sadismo, mas para obter reconhecimento interno e ascensão na carreira.
Os responsáveis pelo crime – o tenente Alan Wallace dos Santos Moreira e o soldado Danilo Gehrinh – agiram com por motivo torpe e absoluto desprezo pelo ser humano , segundo a Justiça, mas fontes da corporação sugerem que a lógica por trás de tais assassinatos vai além da crueldade.
As câmeras indiscretas
As câmeras corporais dos próprios PMs destruíram a versão inicial de que Jeferson teria tentado pegar a arma de um dos agentes. Os vídeos mostram a vítima desarmada, imóvel e com as mãos para trás quando foi atingida por três tiros de fuzil (cabeça, tórax e braço), disparados pelo tenente Alan Wallace.
O soldado Gehrinh, em vez de intervir, tentou tampar a lente da câmera para evitar registro.
Mas como um soldado poderia intervir?
A cultura da “bravura” que incentiva violência
A experiência diz que casos como o de Jeferson estão ligados a uma cultura tóxica de valorização da violência em certas unidades da PM.
Há uma pressão por resultados e uma romantização da ‘guerra’, onde policiais que agem com brutalidade são vistos como ‘corajosos’ e ganham status”, explica um delegado do DHPP, sob anonimato.
Recompensa interna
Relatos de PMs indicam que oficiais envolvidos em operações com mortes recebem elogios formais, menções em boletins e até aceleram promoções; especialmente em tropas de elite.
Impunidade
A demora na responsabilização de agentes violentos alimenta a sensação de impunidade.
“Eles sabem que, se a câmera não pegar, vão ser tratados como heróis”, diz uma fonte da Corregedoria.
A reação institucional
A PM e o Ministério Público afirmaram que os envolvidos foram presos preventivamente e que o caso é “uma exceção”.
Mas não é verdade!
É rotina! Mais uma caso em a apuração se deve muito mais ao “depoimento das câmeras corporais”.
Se não fosse essa “certeza visual” não haveria conclusão alguma pelos laudos periciais e prevaleceria a versão dos policiais.
Urgentemente deve-se por fim das premiações por “mortes em serviço”; triagem psicológica rigorosa para tropas de choque e total transparência e rigor técnico-jurídico em investigações relativas a emprego de “força letal” .
Desumanização
Jeferson, que vivia em situação de rua há anos, tornou-se mais uma vítima de um sistema que, para alguns, recompensa a violência e fabrica homicidas .
Seu caso lembra outros episódios da Operação Escudo, onde mortes foram justificadas como “resistência” até que provas mostrassem execuções.
A maioria execuções sumárias praticada por Tenentes e Capitães em busca de autopromoção.
Enquanto a Justiça mantém o sigilo e acaba arquivando os processos, familiares e defensores de direitos humanos só podem dizer : extermínio executado e avalizado por quem tem o dever de assegurar segurança e justiça.
“QUEM PAGOU POR QUÊ? 16

Em 8 de julho , atendendo a um pedido de um amigo de escritos – que, por cautela, sugeriu evitar dissabores a uma autoridade policial de reconhecida lisura – retiramos uma postagem sobre o jogo ilegal na Baixada Santista – Baixada Santista: O Tabuleiro do Jogo Entre Facções e Polícia .
Erro nosso!
Acreditamos, que a discrição preservaria a tranquilidade de pessoas ilibadas , a saúde de alguém que estaria enfermo e não alimentaria fofocas palacianas e de botequim.
Engano!
O que se seguiu , conforme soube nos últimos dias , foi uma suposta caça às bruxas ridícula, liderada por alguém que , além de retaliar inocentes e fazer teorias conspiratórias sobre os nossos “caguetas “, ainda ousa espalhar que “nos pagou pela retirada da postagem”.
Pausa para o espanto.
Qual a finalidade de se propalar ter pagado pela retirada de uma postagem no Blog?
Eu nada pedi e nada recebi; tanto que irei reescrevê-lo , devo ter os rascunhos.
Não sou extorsionário !
Deixemos claro: se algo do Flit “sai do ar”, é por cortesia, autocritica, auto reavaliação , não por covardia e muito menos por “dinheiro de policial” .
E, peremptoriamente, não mantenho contato pessoal com policiais em atividade ou aposentados.
Não troco mensagens ou informações sobre tais assuntos.
Quanto à pessoa injustamente acusada, por conta de antiga relação funcional e simpatia: não a vejo há mais de cinco anos.
E não é a primeira vez que, por hábito, procuram interpelar quem nunca nos informou sobre o submundo policial : ainda mais por dinheiro ou interesses pessoais.
Se alguém disse que pagou para retirar a postagem, mente.
Ou então está sendo enganado, e agora querem envolvê-lo em uma falsa polêmica.
A verdade: a saúde de uma pessoa e a confiança de uma autoridade ilibada foram as únicas preocupações para retirar o texto.
Não crie um clima atribuindo-nos práticas de chantagem, pois é isso que a autoridade acabará pensando de nós.
E que tem problemas administrativos muito sérios e urgentes para resolver.
Dizer que pagou pela retirada, além de falso, é uma tolice que só serve para criar intrigas, complicar a própria situação e alimentar fofocas inúteis.
E quem solicitou a retirada não é intermediário e, como eu, também nada recebeu.
Na praia o sol brilha para todos, mas quem quer toda a luz para si – em vez de bronzeado ou dourado – sobe a serra bem queimado!
Vira-lata’ que detecta sangue humano se torna o 2° cão perito da Polícia Científica de SP 1
Encontrada na rua, Savana passou por treinamento para trabalhar em investigações de crimes contra a vida
por Ricardo M. S. Gonçalves24 de julho de 2025, 16:15

Os quatro anos que já passaram juntos tornaram Savana e Machado uma dupla inseparável
A cachorra Savana ainda era filhote quando foi encontrada abandonada próximo à casa de João Henrique Machado, em São José dos Campos. O perito criminal resgatou a vira-lata em grave estado de desnutrição. Durante o tratamento para que ela pudesse ser entregue a um programa de adoção, o policial descobriu que Savana tinha algo especial, que fez com que os dois se tornassem parceiros de vida.
Com muita disposição em aprender, sociabilidade e um faro refinado, Savana se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo. Ela consegue detectar manchas de sangue humano que não são visíveis a olho nu ou quando há a tentativa de remoção do vestígio, podendo ajudar na elucidação de casos de crimes contra a vida.
A vira-lata acabou desenvolvendo essa habilidade “imitando” o Mani, o primeiro cachorro que integra a equipe de peritos da Polícia Científica.

Os dois ficam à disposição do Instituto de Criminalística de São José dos Campos, onde Machado trabalha há cinco anos na perícia de crimes fazendo a biodetecção de vestígios biológicos com o uso de cães. “Para eles, o trabalho é uma grande brincadeira. Os dois se divertem juntos e competem para ver quem acha o vestígio primeiro”, contou o perito.
Savana foi preparada para atuar em casos importantes de maneira independente. Com dois anos de treinamento e passando nos testes internos, Machado aperfeiçoou o animal para contribuir com máxima eficiência nos laudos da perícia. Para isso, são realizados testes frequentes e em horários variados para não criar uma rotina, já que o acionamento pode ser feito a qualquer momento.

Há atividades de obediência, recreação e detecção, que são realizadas em ambientes abertos e fechados na tentativa de reproduzir os locais que comumente são encontrados na perícia criminal — veículos, áreas com grandes extensões como sítios e peças de roupas, por exemplo.
Com toda a experiência adquirida nos testes até aqui, o tutor dos animais comentou que já foi possível encontrar material biológico de até um ano do crime: “O Mani já descobriu manchas de sangue latente em um veículo de seis meses e em uma camiseta após um ano. Mas isso depende de vários fatores, de como aquele material se preservou em meio ao processo de degradação”, explicou o policial.
Menos custo e mais precisão
A utilização de cães como uma ferramenta de perícia é um projeto pioneiro no Brasil. Além de ter um custo mais barato para a polícia, tem demonstrado ser uma técnica mais precisa na descoberta de sangue humano no cenário do crime.
Geralmente, para descobrir algum vestígio de sangue latente, os peritos criminais utilizam o luminol, um produto químico que reage com o ferro do sangue e emite uma luz fluorescente. Porém, em amostras diluídas ou em áreas muito iluminadas e extensas, o reagente não produz o efeito desejado — além de ser um produto de alto custo.
“Nas grandes áreas, gasta-se muito luminol para encontrar um vestígio de sangue, que pode não ser de humano já que o produto não faz essa separação. Já o cão é treinado para detectar apenas esse tipo de sangue. Então quando ele aponta um local, dá a certeza ao perito de que aquela área deve ser melhor trabalhada”, disse o policial.
Para ele, a olfação dos cachorros melhora a sensibilidade e a qualidade dos exames periciais, uma vez que diminui o índice de perdas de amostras que podem ser fundamentais na resolução de um caso. O indício apontado pelos cães com o uso de produtos químicos ajuda o perito a concluir se a amostra deve ser levada ao laboratório para exames complementares.
E é assim, indo para um lado e para o outro, que Savana sai à caça dos vestígios para ganhar a sua bola de borracha de recompensa. Quando encontra, a cachorra senta ou deita em frente à amostra, indicando o material a ser analisado.
“O grande diferencial é o trabalho em cima das amostras que a gente usa. Então tem todo o detalhe para que o cão não vicie no mesmo tipo sanguíneo e mesmo material, já que o sangue de hoje não é o mesmo daqui 30 dias. Os cachorros são treinados para lidar com essas nuances”, observou Machado.

Parceria de vida
Os quatro anos que já passaram juntos tornaram Savana e Machado uma dupla inseparável. O perito comentou que desenvolveu uma relação quase que de dependência com o animal. “Sinto muitas saudades quando não vejo ela. A gente fala que os cães ficam ansiosos quando se separam, mas eu que fico com ansiedade quando estou longe dela”, brincou.
Para o futuro, a ideia do perito é que cada núcleo da Polícia Científica de São Paulo tenha o seu próprio cão para apoiar as equipes locais de campo. Mas não é qualquer animal que pode ser incorporado na profissão.
Machado observa as habilidades extras dos caninos como foco, determinação, socialização, alto nível de energia e vontade de fazer as mesmas coisas que um cão perito faz. Cães muito agressivos ou muito grandes são evitados. As buscas geralmente são feitas nos canis dos municípios.

O policial é formado em medicina veterinária e atualmente desenvolve um projeto de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de São José dos Campos para elaborar o protocolo de treinamento e utilização de cães pela Polícia Científica.
“A visão do humano, mais a olfação do cão, com a ajuda da ciência, cria um superdepartamento de perícia. Essa mistura de habilidades tem o objetivo de aumentar cada vez mais o índice de resolução criminal do estado de São Paulo”, finalizou o tutor.https://www.guiacampos.com/vira-lata-que-detecta-sangue-humano-se-torna-o-2-cao-perito-da-policia-cientifica-de-sp/
Promotor Destaca Trabalho Integrado de Peritos e Investigadores – Polícia Civil : una e indivisível em seu compromisso com o interesse público 7

Votuporanga: Promotor Destaca Trabalho Integrado de Peritos e Investigadores e Encaminha Elogio ao Secretário de Segurança
O promotor de Justiça José Vieira da Costa Neto, de Votuporanga, encaminhou um elogio formal ao secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite, destacando a atuação integrada entre peritos criminais e policiais civis na elucidação de um caso de homicídio em Valentim Gentil.
O membro do Ministério Público foi preciso ao destacar tanto o trabalho dos peritos Maria Amélia Spolon Fernandes, João Carlos Macedo e Marcelo Hajime Ikeda, quanto a investigação dos policiais civis Marlon Vieira Magalhães e Thiago Henrique Ramos Leal . Este conjunto de reconhecimento demonstra que a eficácia da investigação depende da sinergia entre diferentes profissionais, cada um cumprindo seu papel específico dentro da cadeia investigativa.
Segundo o promotor, o trabalho conjunto – desde a recolha de provas pela equipe pericial até a investigação realizada pelos polícias civis do local do crime aos depoimentos dos investigadores prestados em tribunal- foi decisivo para o sucesso do processo e a notificação do réu.
O reconhecimento ressalta a importância da colaboração entre as diferentes especialidades da polícia judiciária para garantir resultados eficazes e justiça à sociedade.
Quando peritos e investigadores, todos policiais civis , atuam em sincronia, desde a preservação do local do crime até a apresentação das provas em juízo, os resultados são invariavelmente superiores.
A cena do crime não é território exclusivo de nenhuma categoria profissional, mas espaço de colaboração onde cada especialista contribui com suas competências específicas: o policial com seu conhecimento investigativo e contextual, o perito com sua expertise técnica e metodológica.
Essa simbiose profissional, longe de enfraquecer as instituições, fortalece a capacidade estatal de produzir investigações robustas e judicialmente válidas.
Lamentavelmente, certos discursos corporativistas insistem em promover um separatismo improdutivo, como se a excelência técnica só pudesse ser alcançada através do isolamento profissional.
Essa visão míope ignora que tanto peritos quanto investigadores são servidores públicos com um mesmo objetivo final: a elucidação dos crimes e a entrega da justiça à sociedade.
A verdadeira elite técnica não é aquela que ergue muros em torno de suas atribuições, mas sim a que constrói pontes de cooperação com outros especialistas.
O modelo paulista, com sua clara distribuição de funções dentro de uma mesma estrutura organizacional, demonstra que autonomia administrativa e técnica não precisa significar separatismo operacional.
O exemplo bem-sucedido de Votuporanga deveria servir como paradigma para todo o sistema de segurança pública.
Nele, vê-se que quando o Ministério Público elogia o trabalho pericial, está implicitamente reconhecendo também a qualidade da investigação policial que orientou a coleta de provas.
Quando a Justiça valida uma prova técnica, está validando igualmente o trabalho dos policiais que preservaram adequadamente o local do crime.
Essa cadeia de valor investigativo só funciona quando todos os elos estão alinhados ; é precisamente esse alinhamento que algumas vozes, por interesses sectários, insistem em romper.
A sociedade paulista não precisa de disputas por espaços de poder entre categorias profissionais que deveriam cooperar.
Precisa, sim, de instituições fortalecidas pela complementaridade de saberes, onde cada profissional – seja perito, oficial investigador ou delegado – compreenda que sua excelência individual só se realiza plenamente quando integrada ao esforço coletivo de produzir justiça.
Esse é o verdadeiro espírito da Polícia Civil : una em sua finalidade, diversa em suas especializações, e indivisível em seu compromisso com o interesse público.
Delegado recebeu dinheiro para não fazer o flagrante da ROTA 9
O duplo discurso de policiais militares
Quando a decisão do delegado os contraria dizem: levou uma nota pra não fazer o flagrante ; ou na melhor das críticas: delegado vagabundo nem se mexeu pra mandar o Escrivão fazer o flagrante.
Quando a decisão é oportuna e conveniente, como no caso do sargento Marcus , a coisa muda: “vocês acreditam que o delegado teria liberado se fosse crime” ? …Foi uma tragédia…uma triste tragédia que o “maligno” tá usando pra jogar uma polícia contra a outra”! …Tá certo!
PM quando faz merda não bate prancheta nem porta de viatura , vai logo chamando o majura de Excelência…Boa noite , Doutor…Dá licença um estantinho… ( risos )
Confrontação ponto a ponto entre as declarações do sargento Marcus e a dinâmica real extraída do vídeo bruto com timeline : 5

Segue análise minuciosa, focada na confrontação ponto a ponto entre as declarações do sargento MARCUS AUGUSTO COSTA MENDES e a dinâmica real extraída do vídeo com timeline :
1. Obtenção e Uso da Chave

Declaração:
O sargento alega ter “achado uma chave jogada no chão” ao passar pelo escadão, deduzindo que ela abriria o portão, o que de fato teria ocorrido. Diz que a ação foi condicionada ao acaso, não a conhecimento prévio.
Vídeo/Timeline:
A gravação mostra deslocamento direcionado e utilização objetiva da chave, sem hesitação ou teste em várias possibilidades, de maneira rápida e segura dos artefatos. Não é visualizada a parada ou surpresa esperada de um “achado” ocasional.
Incongruência: O vídeo sugere que o sargento já sabia exatamente qual era o portão e qual a chave adequada—sinal de ação pré-planejada ou informação prévia, e não de achado fortuito.
2. Visualização do “Vulto” e Justificativa do Avanço Rápido
Declaração:
Afirma ter visto um “vulto” no fundo da vista assim que abriu o portão, motivo pelo qual teria iniciado a corrida pelo beco, arma em punho, em perseguição a um suspeito desconhecido.
Vídeo/Timeline:
Frame a frame, não há qualquer indivíduo claramente protegido, muito menos fuga ou suspeitas na viela no momento da abertura do portão. O avanço ocorre em linha reta, acelerada e sem pausa.
Incongruência: O vídeo não confirma a presença de suspeito em fuga nem evidencia uma perseguição visualizada de “vulto”; a ação é de incursão direta, padrão de abordagem correta, sem ocorrência aparente de ação criminosa.
3. Progressão Pelas Vielas (“diversos becos”)
Declaração:
Narra que percorreu “diversos becos” correndo atrás do suposto suspeito, em progressão tática.
Vídeo/Timeline:
A trajetória após o portão, conforme análise quadro a quadro, mostra uma visão principal, com pequenas ramificações, mas a progressão é praticamente linear — do portão ao local dos disparos. O tempo de deslocamento sugere percurso curto (35-43 metros após o portão), sem ramificações ou desvios relevantes, e não “diversos becos”.
Incongruência: O vídeo factual contradiz a narrativa de progressão longa com muitos aspectos e reforça as hipóteses de ação planejada e executoriedade rápida.
4. Encontro com Rafael Moura e Momento dos Disparos
Declaração:
Alega que “virou à direita em uma esquina” e então viu, a poucos metros, “indivíduo de vestes escuras e com uma arma de fogo preta em uma das mãos”, alegando situação de ameaça iminente e disparando enquanto buscava abrigo.
Vídeo/Timeline:
As imagens mostram que o encontro se dá quase em linha reta, sem curva pronunciada, e que Rafael está parado, imóvel, sem demonstrar comportamento agressivo; não há ação de levantar arma contra o PM—o disparo é imediatamente realizado ao surgir a vítima no campo de visão, sem verbalização prévia e a curta distância.
Incongruência: Não há ameaça direta nem postura hostil da vítima, e o próprio sargento MARCUS AUGUSTO COSTA MENDES reconhece não ter dado voz de parada.
5. Verbalização e Procedimentos
Declaração:
MARCUS AUGUSTO COSTA MENDES confessa não ter verbalizado ordem ou realizado abordagem, alegando que “tudo aconteceu muito rápido” e que apenas acordos gritos de “polícia” já após os disparos, identificando posteriormente os distintivos ao prestar socorro.
Vídeo/Timeline:
O silêncio no áudio é absoluto até o disparo; a identificação mútua (“eu sou polícia!”) surge já após a vítima estar no chão.
Convergência: Aqui, apesar do erro, há coerência entre a declaração e o registro da câmera: não houve abordagem nem comando de voz.
6. Procedimento e Ordem de Serviço
Declaração:
Afirma que não possuía ordem de serviço, estava em patrulhamento padrão, e que seu deslocamento tático tático deveriau-se à suposta presença de suspeito.
Vídeo/Timeline:
O deslocamento não guarda relação clara com perseguição a indivíduo visível à frente ou consequência de conduta suspeita identificável em vídeo. O uso da chave, o grupo progredindo em linha, sem hesitação, sugere ação consciente e não improvisada.
Incongruência: O vídeo fragiliza a justificativa de atitude reativa ao “vulto” e coloca em dúvida a ausência de planejamento.
Síntese Técnica para Fixação ao Laudo
- Diversos pontos da declaração do sargento Marcus destoam dos eventos objetivos registrados na body cam, especialmente quanto ao achado da chave, ao avistamento do “vulto” e ao trajeto alegadamente prolongado.
- O vídeo demonstra ação direcionada, sem improviso e sem a presença/persuasão de suspeitos à frente , revelando mais planejamento do que aconteceu a flagrante.
- A ausência de verbalização é admitida pelo sargento e ratificada na gravação.
- O encontro com Rafael Moura ocorre de modo frontal, a curta distância, sem postura hostil visível pela vítima, e sem que se verifique observação ou combate, como alegado.
- A explicação de “excesso de rapidez pela urgência” não se justifica pela realidade dos quadros do vídeo, que apontam para atropelo de protocolos de abordagem e uso precipitado da força letal.
Conclusão técnica:
O confronto entre as declarações do sargento Marcus e a linha do tempo objetiva do vídeo reforça inconsistências de ordem fática e operacional, com relatos subjetivos muitas vezes não amparados no material probatório audiovisual. O laudo pericial deve registrar essas divergências, destacando que a cadeia do evento, a porta aos disparos, denota ação planejada, omissão de identificação e ausência de ameaça concreta imediata por parte da vítima.
AVISO LEGAL
O conteúdo acima não possui valor acusatório/probatório. Trata-se de trabalho diletante, de caráter exclusivamente informativo e opinativo, desprovido dos conhecimentos técnicos e dos instrumentos de investigação próprios da polícia judiciária. Apesar do esforço constante na busca da exatidão e do compromisso com a verdade dos fatos, este material está sujeito a equívocos inerentes à limitação de meios, dados públicos e interpretação de provas visuais disponíveis.
Não há, em nenhuma hipótese, intenção de alimentar ódio específico ou institucional. Busca-se apenas contribuir para o debate público e a necessidade de defesa da honra da vítima, de seus familiares, da sociedade civil e da Polícia Civil, historicamente confrontada com versões injustificadas para execuções sumárias. Incentiva-se a análise crítica, o respeito a todas as instituições do Estado de Direito e o acolhimento de eventual retificação fundada em dados oficiais e laudos periciais.
Recomenda-se, especialmente, a consulta a fontes e oficiais para informação definitiva sobre os fatos.
Sargento da ROTA Marcus Augusto Costa Mendes tentou ajustar a sua versão do fato ao Direito – Imaginou ter visto um vulto com arma preta na mão sem distintivo 5

Sua solicitação é de uma análise da espontaneidade das declarações do sargento Marcus Augusto Costa Mendes, cotejando-as com as imagens disponíveis (bodycam, reportagens com linha do tempo, registros jornalísticos) e demais depoimentos (especialmente do parceiro e dos policiais civis) .
Segue a análise detalhada, ponto a ponto:
1. Sobre a Chave
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Acharam uma chave no escadão e deduziram ser do portão de ferro, experimentaram e conseguiram abrir.”
IMAGENS E OUTROS DEPOIMENTOS:
- Imagens de bodycam e vídeo cronológico mostram o sargento indo diretamente e sem hesitação ao portão de aço e abrindo-o de imediato, sem qualquer experimentação visível ou busca de tentativa e erro. Não há filmagem de manipulação de chaves, demora, verificação ou dúvidas.
- O parceiro, Barreto, em depoimento não confirma ter encontrado a chave. Dados dos autos sugerem que nada sabia do objeto e foi simplesmente orientado (“vem comigo”), reforçando o comandoi e domínio exclusivo da chave pelo sargento.
- Incoerência: espontaneidade fragilizada. A narrativa de “achado fortuito” foi potencialmente construída para explicação do acesso planejado já com a chave em sua posse, hipóteses reforçadas por vídeos e ausência de relato da testemunha (Barreto).
2. Sobre o Suposto “Vulto”
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Logo que abriu o portão, viu um vulto no final do beco e por isso correu.”
IMAGENS E DEMAIS DEPOIMENTOS:
- Bodycam mostra : Após abrir o portão, o campo visual se dirige imediatamente ao corredor estreito. A gravação não indica fuga, corrida ou presença clara de suspeitos à frente — mas pessoas paradas, par a par. O deslocamento é decidido, não reativo.
- Não há, nas imagens, ocorrência brusca ao que seria “vulto”; a dinâmica é de incursão prévia e programada.
- O próprio sargento admite, depois, que não conseguiu identificar características do vulto , tornando a alegação subjetiva e aberta à construção parcial.
- Inconsistência/credibilidade abalada: A justificativa da perseguição baseada num “vulto” não encontra confirmação nas imagens, pois não há comportamento típico de perseguição nem visualização instantânea do suposto suspeito.
3. Sobre a Abordagem e o Encontro com Rafael Moura
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Virou à direita, deparou-se com indivíduo de vestes escuras e arma preta nas mãos, apontada para ele, a poucos metros, e disparos efetuosos enquanto se abrigava.”
IMAGENS E OUTROS DEPOIMENTOS:
- Bodycam e vídeos objetivos: Mostram Rafael parado, sem gesto hostil, de moletom e boné. Os braços não empunham armas em posições agressivas. Os tiros são disparados logo ao virar a esquina, a curta distância (3,5–4 metros), sem qualquer verbalização prévia.
- Rafael está imóvel, não há saque de arma detectável, nem apontamento.
- Colegas civis, em depoimentos, reforçam que estavam parados, sem arma em punho apontado para ninguém.
- Fragilidade da versão: As imagens contradizem frontalmente a narrativa de acontecimento a uma ameaça imediata e confirmam acontecimentos/extrema imprudência.
4. Sobre Protocolo de Incursão
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Em situações de patrulhamento normal não faz esse tipo de incursão correndo e de arma em punho, mas em caso de suspeito, pode acontecer.”
IMAGENS E DOUTRINA:
- Não há ordem de parada ou identificação — conduta em desacordo com qualquer protocolo de abordagem segura, mesmo diante do suspeito.
- O próprio sargento suporta não verbalizar, o que registra desconhecimento ou afronta direto ao método Giraldi (“tiro defensivo na preservação da vida”).
- Conclusão: A confissão de agir fora dos padrões/cautelas obrigatórias atesta imprudência e não justifica — apenas ilustra o descumprimento protocolar.
5. Sobre a Presença de Distintivo ou Características Funcionais (Rafael)
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Não é distintivo, nem tinha como saber. Entendia ser apenas um vulto, sem características.”
IMAGENS E SOCORRO:
- Várias imagens bodycam, fotos do socorro e reportagens jornalísticas (SBT News) mostram Rafael, instantes antes do confronto, com distintivo funcional METÁLICO suspenso no peito e, durante o atendimento pós-disparos, o distintivo é removido diretamente do corpo da vítima.
- A análise das imagens brutas, extraídas da bodycam com linha do tempo contínuo e sem artifícios gráficos, permite identificar que:Em certos quadros imediatamente anteriores ao confronto, há sim um ponto de brilho ou reflexo metálico na região do peito de Rafael Moura.
- Esse brilho se destaca em meio ao moletom escuro, aparecendo como uma área mais clara ou prateada, exatamente na altura convencionalmente utilizada por policiais civis para portar o distintivo funcional.
- Conclusão objetiva: Era, sim, possível visualizar – especialmente a curta distância – o distintivo, ainda que pudesse estar parcialmente coberto pela roupa; o mínimo protocolo impede cautela, o que não existe.
- Socorro registrado nas imagens finais:Durante o socorro no pós-disparos, há uma passagem explícita na qual o distintivo aparece sendo retirado do corpo de Rafael no momento em que ele recebeu atendimento
6. Sobre o Atendimento, Resgate e Momento Pós-Fato
DECLARAÇÃO DO SARGENTO:
“Após efetuar os disparos e escutar ‘polícia’, prestou socorro e avisou a equipe.”
IMAGENS:
- Tal conduta foi documentalmente confirmada, mas somente após a tragédia consumada, não antes . O erro fundamental reside no momento da aproximação e disparos — não depois.
Conclusão Geral:
Espontaneidade:
- O depoimento do sargento aparenta construção defensiva progressiva e racionalização posterior dos atos, não uma narrativa espontânea e autêntica.
- O discurso se adapta à rotina policial e à pressão institucional — justifica a ação como fruto de erro da vítima diante de imaginárias violência/ameaça inexistentes à luz do vídeo.
Credibilidade e Confronto com a Prova:
- As imagens cronológicas e os relatos exteriores não corroboram pontos-chave da declaração.
- A narrativa de achado de chave apresentada, vulto intangível, evidência defensiva a arma não empunhada, protocolo ignorado e inexistência de identificação funcional, tudo, ponto a ponto, é desmentido de modo objetivo e visual pelas imagens e por testemunhos dos civis e do próprio parceiro .
- A conclusão extraída da cronologia visual e testemunhal demonstra que em suas declarações tentou ajustar a versão à recorrente tese de legitima defesa putativa de casos semelhantes envolvendo policiais militares.
Resumo:
A narrativa do sargento Marcus carece de espontaneidade real e apresenta componentes comprometidos ao ser comparada com o conjunto visual e testemunhal dos autos. A versão dos fatos carece de amparo fático e científico nos elementos disponíveis e, do ponto de vista técnico-juridico, fragiliza sobremaneira qualquer defesa resultante de erro , surpresa , medo ou ameaça real.
AVISO LEGAL
O conteúdo acima não possui valor acusatório/probatório. Trata-se de trabalho diletante, de caráter exclusivamente informativo e opinativo, desprovido dos conhecimentos técnicos e dos instrumentos de investigação próprios da polícia judiciária. Apesar do esforço constante na busca da exatidão e do compromisso com a verdade dos fatos, este material está sujeito a equívocos inerentes à limitação de meios, dados públicos e interpretação de provas visuais disponíveis.
Não há, em nenhuma hipótese, intenção de alimentar ódio específico ou institucional. Busca-se apenas contribuir para o debate público e a necessidade de defesa da honra da vítima, de seus familiares, da sociedade civil e da Polícia Civil, historicamente confrontada com versões injustificadas para execuções sumárias. Incentiva-se a análise crítica, o respeito a todas as instituições do Estado de Direito e o acolhimento de eventual retificação fundada em dados oficiais e laudos periciais.
Recomenda-se, especialmente, a consulta a fontes e oficiais para informação definitiva sobre os fatos.
Ao Soldado Robson Santos Barreto : pense na sua família e não dê asas e ouvidos para o “espírito de porco” – Continue neutro para não ter azia…Há prova que você nem sobre a chave sabia até chegar a 60 metros do portão 1

Análise crítica e comparativa do depoimento do soldado Robson Santos Barreto com os acontecimentos registrados na prova audiovisual, demais depoimentos e contexto investigado do caso. O objetivo é aferir espontaneidade, complementar declaracões, compatibilidade dos relatos e possíveis omissões/redundâncias em relação à conduta do sargento Marcus.
1. Análise Geral do Depoimento de Barreto
Barreto é restrito ao momento posterior aos disparos:
- Foco Exclusivo no Socorro: Descreve que pegou os tiros, “permaneceu abrigado no muro”, Sargento à sua frente, ouviu gritos de “Polícia”, o Sargento voltou resgatando e imediatamente engajou-se no socorro à vítima baleada.
- Detalhe Técnico no Atendimento: Relata em detalhes dos protocolos médicos (TCCC/MARCH, uso de selos torácicos, bandagem israelense, contato com sistema CROSS e transporte ao hospital).
- Não opina sobre a conduta original: Ressalta não foi capaz de opinar sobre o “estado de espírito do policial que efetuou o disparo”, pois estava focado no socorro.
- Nada menciona sobre a dinâmica da chave, do acesso ao portão, ou sobre o suposto ‘vulto’ ou motivo da incursão acelerada.
- Não detalhes se viu o policial civil sacar ou portar arma nem afirma (ou nega) que tenha acontecido ameaça real.
2. Espontaneidade e Credibilidade
- Espontaneidade:
O depoimento é protocolar, sucinto e objetivo, concentrando-se somente no momento do socorro e procedimentos médicos posteriores ao fato. Não há improvisação nem elaboração narrativa sobre as etapas anteriores (acesso, abordagem, decisão de atirar). - Credibilidade:
Por não relatar nada a respeito da fase crítica (encontro, possível ameaça, acesso com chave, conduta do sargento na abordagem), evita comprometer-se com a defesa ou a acusação e, assim, evita contradições. O relato técnico sobre o socorro é verossímil e condizente com os registros de bodycam, filmes jornalísticos e verificação pericial do pós-disparo.
3. Cotejo com as Imagens e Com o Depoimento do Sargento
a) Sobre a Chave e Acesso
- Sargento alegou: Chave foi “encontrada”, pretendia no portão, deduziram que era dali — versão pouco espontânea no contexto visual (já apontada como contraditória ao vídeo, onde vai direto ao portão).
- Barreto: Não menciona qualquer informação sobre chave encontrada, decisão de acesso, experimentação, ou mesmo sua ciência da posse da chave pelo sargento.
- Compatibilidade objetiva: Fortalecer a hipótese de informação (da posse e destino da chave) restrita ao sargento, retirando espontaneidade e verossimilhança da alegação do suposto achado fortuito.
b) Sobre Abordagem e Dinâmica Imediata ao Tiro
- Sargento: Afirma correr atrás de vulto e ao virar esquina se depara com indivíduo armado, atirando imediatamente.
- Barreto: Não relata ter visto “vulto”, suspeito armado, ou qualquer hostilidade. Diz apenas estar “avançando atrás do sargento”, ouvindo os tiros e, diante disso, abrigando-se sem conseguir avançar.
- Omissão funcional: Não confirma a narrativa central da defesa (ameaça real e súbita, perseguição de crime, confronto armado) — apenas descreve o efeito dos disparos (impossibilidade de obrigação, necessidade de socorro).
c) Sobre o Estado do Sargento e Pós-fato
- Sargento: Após ouvir “polícia”, grita também o termo, pede socorro etc.
- Barreto: Confirma que o sargento pede resgate e contribui no atendimento, sem emitir qualquer juízo sobre abalo emocional, justificativa da conduta, ou percepção subjetiva da situação.
- Elemento de autorização: Barreto limita-se à atuação técnica, evitando compor defesa ou acusação.
4. Compatibilidade e Eventuais Lacunas
- Relato não entra em confronto com os fatos materiais, mas também não os confirma: O depoimento, centrado no pós-disparo, não ratifica as versões de ameaça, vulto, chave ou abordagem defensiva sugeridas pelo sargento .
- Nada espontâneo é negado, mas nenhuma tese defensiva é reforçada: Na prática, isso esconde a proteção dos detalhes-chave do sargento, pois se havia uma ameaça real e clara, seria natural que os colegas — ainda mais focados à retaguarda — mencionasse gritos, correria, suspeito armado, tensão, ou mesmo o procedimento com a chave.
5. Conclusão
O depoimento do soldado Barreto é protocolar , técnico e essencialmente neutro , limitando-se ao socorro e ao pós-fato. Essa postura reforça, por exclusão, um pouco de espontaneidade e a baixa repetição de pontos-chave da versão do sargento Marcus, que carece de confirmação de colegas para se sustentar — confirmação que aqui não ocorre.
A ausência deliberada de comentários sobre a abordagem, o acesso ao portão, a suposta experimentação da chave e sobre qualquer risco ou ameaça anterior ao tiro, somada à exatidão conferida ao socorro, prejudica a defesa do sargento e reforça a leitura de que a narrativa defensiva foi construída à posteriori, não emergente da espontaneidade do cenário e da atuação funcional conjuntamente.
Rcguerra
O conteúdo acima não possui valor acusatório/probatório. Trata-se de trabalho diletante, de caráter exclusivamente informativo e opinativo, desprovido dos conhecimentos técnicos e dos instrumentos de investigação próprios da polícia judiciária. Apesar do esforço constante na busca da exatidão e do compromisso com a verdade dos fatos, este material está sujeito a equívocos inerentes à limitação de meios, dados públicos e interpretação de provas visuais disponíveis.
Não há, em nenhuma hipótese, intenção de alimentar ódio específico ou institucional. Busca-se apenas contribuir para o debate público e a necessidade de defesa da honra da vítima, de seus familiares, da sociedade civil e da Polícia Civil, historicamente confrontada com versões injustificadas para execuções sumárias. Incentiva-se a análise crítica, o respeito a todas as instituições do Estado de Direito e o acolhimento de eventual retificação fundada em dados oficiais e laudos periciais.
Recomenda-se, especialmente, a consulta a fontes e oficiais para informação definitiva sobre os fatos.
Devo ser “algum maligno” querendo jogar PC contra PM , mas até agora não achei o fuzil na mão do Rafael – As imagens do Metrópoles foram manipuladas

Análise Comparativa: Imagens Extraídas x Demais Vídeos — Possíveis Manipulações
Introdução

O confronto entre imagens estáticas extraídas do vídeo do Metrópoles e os demais vídeos jornalísticos do caso do Sargento Marcus da ROTA x Policial Civil Rafael Moura revela aspectos fundamentais para avaliar a existência — ou não — de manipulações ou distorções interpretativas.
Critérios Técnicos para Avaliação
- Sequência cronológica dos eventos
- Posicionamento dos envolvidos
- Definição de imagem e qualidade dos frames
- Contexto visual ampliado vs. recorte do frame
- Presença (ou ausência) de gestos ameaçadores
- Sincronização de áudio e vídeo
Pontos de Atenção ao Confrontar as Imagens
1.Escolha e Recorte dos Frames
- Imagens extraídas de vídeos em baixa resolução, especialmente quando apresentam setas ou marcações interpretativas, podem destacar ou sugerir gestos ambíguos que, no fluxo natural do vídeo, perdem qualquer conotação de ameaça.
- O congelamento de momentos pode criar falsos positivos — braços ao lado do corpo, mãos em movimento natural ou objetos parcialmente ocultos, lidos, fora de contexto, como intenção ameaçadora.
2.Ausência de Sequência Contextual
- Os frames extraídos isolam segundos da ação real, afastando a avaliação dinâmica (gestos, respostas, falas) que só o vídeo integral permite.
- Em todos os vídeos completos analisados, os movimentos do policial civil Rafael Moura se mostram passivos e não agressivos — corroborando que nenhum trecho do fluxo audiovisual endossa ocorrência hostil.
3.Possibilidade de Efeito de Sombra/Motion Blur
- Imagens estáticas podem captar “sombra”, borrão ou artefatos de pixel que nada mais são do que distorções naturais de vídeo em ambiente de baixa luz e movimento abrupto. Essas características podem ser erroneamente lidas como indicativo de manipulação ou como “prova” de atitude ofensiva.
4.Ângulo, Perspectiva e Profundidade
- Ângulos de câmera corporal (bodycam) são notoriamente limitados — um quadro pode esconder detalhes, sobrepor pessoas ou deformar a percepção de distância, posicionamento de braços/objetos.
- Os demais vídeos documentam, de múltiplos ângulos e em melhor definição, que Rafael permanece parado, sem avanço agressivo, reforçando que qualquer quadro diferente decorre de efeito ótico — não de manipulação editorial.
5.Adição de Elementos Gráficos
- Inserções de setas, legendas interpretativas ou zoom digital podem sugerir ênfase em algo realizado “suspeito” ou gerar leitura indesejada do material bruto.
- O padrão de vídeos jornalísticos, sobretudo de reportagens investigativas, é apresentar o fluxo integral ou as passagens relevantes sem cortes contextuais, permitindo melhor avaliação pelo público.
Exemplo prático das imagens extraídas
- Nas imagens do Metrópoles, o policial marcado por seta branca justifica o foco da narrativa defensiva, mas, ao se analisar os demais vídeos, percebe-se que não há qualquer ação hostil — o click do frame apenas congela um gesto genérico.
- A ausência de áudio nos frames reforça o viés: não se capta a sequência real, nem os gritos de “É polícia!”, que caracterizam a surpresa da vítima.
Conclusão
- Não há manipulação digital forense (edição de imagem para inserir ou remover elementos), mas existe manipulação interpretativa ; possível pela forma de apresentação dos quadros isolados.
- O material integral, quando conferido em fluxo contínuo, desmente sugestões de ameaças: não se identifica saque de arma ou gesto imediato; não há sobreposição de pessoas que dificultam a análise da linha de visão.
- Qualquer alegação de ameaça vinda da vítima é refutada pela totalidade das evidências audiovisuais em movimento. O uso de frames específicos fora do contexto, com inserção de elementos gráficos, pode induzir a erro interpretativo, mas não altera o conteúdo verdadeiro da ação.
- A soma dos vídeos confirma que toda possibilidade de “manipulação” reside no discurso e na narrativa construída a partir do recorte — não na filmagem original. A estratégia de apresentar recortes e zooms específicos, principalmente antes da perícia oficial, é comum por defesas ou partes em litígio, buscando fortalecer determinada narrativa .
- Não há, até estes dados, publicação de laudo pericial confirmando a integralidade do vídeo em questão.
- Nossa percepção, como a de muitos operadores do Direito, consiste em desinteressadamente tentar demonstrar que edições sem a cadeia de custódia pericial e com destaque selecionado devem ser recebidas com extrema cautela até perícia oficial, pois, com certas técnicas, é possível moldar percepções com manipulação digital relativamente simples. O vídeo e a narrativa que se encontra na matéria “Cenas fortes: veja momento em que PM da Rota atira em policial civil” , foram distorcidos . Apresentando uma descrição contrária à realidade dos fatos.
- Rafael , o primeiro , é o que se vê de moleton e boné; estava com distintivo no peito. Não verificamos fuzil ( palavras do coronel Amistá em podcast ) ou gesto de Rafael insinuando ou apontando arma para o Sargento.
: https://www.metropoles.com/sao-paulo/sou-policia-caralho-agente-baleado-rota
: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2024/07/21/sargento-da-rota-que-matou-policial-civil-foi-indiciado-por-homicidio-qualificado.ghtml
: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2024/07/22/video-bodycam-policial-civil-rota.ghtml
Nico Gonçalvez – “Não há nenhuma rivalidade. Foi um acidente, uma fatalidade incrível” 13
Segue a transcrição da fala do secretário executivo de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, conforme exibida no vídeo da Jovem Pan News :
“Foi uma fatalidade, né? Uma tremenda fatalidade. Eu tenho certeza que o sargento que atirou também não queria esse resultado, né? Foi uma fatalidade e não tem esse negócio de briga, foi isso, foi aquilo. Foi uma fatalidade que eu espero que nunca mais aconteça. Eu estive lá, dei a bandeira até pro pai, pai do garoto e olha, vou te falar, é uma coisa que me tá na cabeça até agora, você entendeu? Ninguém queria esse resultado, principalmente nós que tramamos para que não aconteça. Não há nenhuma rivalidade. Foi um acidente, uma fatalidade incrível que eu fico muito triste em ver.”
Essa fala foi dada ao repórter durante cobertura do caso do policial civil morto por disparo de policial da ROTA, em julho de 2025, e expressa a posição oficial da Secretaria de Segurança Pública no sentido de tratar o episódio como acidente inevitável e não resultado de rivalidade ou dolo entre as forças policiais.