Jogatina: o PT vai botar o lixo para fora?
Lixo no tapete
:: videVERSUS – Informação Real ::
CORRUPÇÃO ATINGE A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL DO RIO GRANDE DO SUL.
VERMELHO .:: A esquerda bem informada ::.
Notícia velha para não cair no esquecimento.
Já que o Paulo Lew anda bravo comigo; acusando-me, reiteradamente, de defensor do PSDB.
Todavia, segundo os meus parcos conhecimentos, o primeiro partido a “institucionalizar” e “monopolizar” a corrupção via exploração dos jogos de azar foi o PARTIDO DOS TRABALHADORES; no Rio Grande do Sul.
Destacando que “elitista” é a postura do Exmº Presidente Luís Inácio, especialmente em relação ao direito de greve.
Décadas atrás não pregava que “a greve sem desconto dos dias de paralização equivaleria a férias remuneradas”.
Vale dizer: se tornou defensor do patrão.
Por outro aspecto: caberia aos Senhores Prefeitos e respectivos Secretários do Comércio – especialmente das cidades com guardas municipais muito bem aparelhadas – proibir a instalação de equipamentos caça-níqueis em bares, restaurantes, lanchonetes, etc.
Nada fizeram, ou melhor, fizeram vistas grossas para a jogatina ilegal.
Padaria vende pão e leite, sendo atribuição das prefeituras reprimir os desvios da atividade para a qual foi conferido alvará de funcionamento.
A Sra. Marta, apenas para dar exemplo, jamais determinou a fiscalização e o fechamento de bingos ilegais, tampouco a apreensão de caça-níqueis.
Vão querer me dizer que não se levava propina.
Ora, para apreenderem caça-níqueis instalados em todas as esquinas da Capital não se necessitaria de investigação, de laudos ou quaisquer formalidades junto a Polícia Civil.
Não há como se confundir Padaria com estabelecimento de “diversão eletrônica” – como alguns qualificam os caça-níqueis.
Bem, analisemos…
Márcio Almeida
Agetepol – CEPOL – SP
Mais longo seqüestro da história leva à prisão do líder da maior quadrilha do país
13:47 10/02
Carina Martins, repórter iG em São Paulo ([EMAIL PROTECTED])
SÃO PAULO – O mais longo seqüestro do país terminou na madrugada desta segunda-feira, com a prisão de Pedro Ciechanovicz, apontado como líder de uma das maiores e mais surpreendentes quadrilhas da história policial brasileira. Atuando há nove anos, a quadrilha é acusada de ser responsável por todos os grandes seqüestros desde 95.
Mas a polícia demorou para montar o quebra-cabeça, graças à “inteligência e profissionalismo” de Ciechanovicz. “Ele é um superprofissional“, disse o delegado Everardo Tanganelli. A quadrilha é acusada de ser responsável, entre outros, dos seqüestros dos donos da G. Aronson, Cutrale e do filho do dono das Lojas Cem.
O delegado do Denarc Everardo Tanganelli está há cerca de um ano e meio investigando a quadrilha, mas só chegou ao nome do líder um mês atrás. Dos 29 integrantes, 11 foram presos e dois mortos. Mesmo assim, a quadrilha não era desmantelada, porque a polícia não conseguia chegar a Ciechanovicz. Isso porque o grupo era organizado em células, como nas organizações terroristas.
O organograma funcionava da seguinte forma: na célula-mãe, da qual Ciechanovicz fazia parte, havia cinco pessoas. Essa célula recrutava pessoas em cidades do interior de São Paulo para realizar determinado seqüestro, criando assim uma nova célula, que se agregava ao grupo. Muitas vezes, essas células secundárias faziam o levantamento de quem seria a nova vítima. A nova célula seqüestrava a vítima – com o apoio logístico da célula-mãe – e entregava o seqüestrado para os líderes. Na prática, os seqüestradores nem sabiam onde ficava o cativeiro. Para Tanganelli, “é coisa de se fazer até um filme”.
Descrito como muito inteligente e culto, Ciechanovicz teria aprendido as táticas “terroristas” na temporada que passou preso na Penitenciária do Estado, onde teria conhecido os seqüestradores de Abílio Diniz.
Ciechanovicz foi preso após uma operação policial que o acuou em sua casa, em Curitiba, “um verdadeiro bunker”, segundo Tanganelli. A negociação durou nove horas, e chegou a ter troca de tiros. Ciechanovicz ameaçou se suicidar e matar sua esposa, e assim ganhou tempo para se comunicar com as “células” e ordenar a libertação do empresário João Bertin, 82 anos, que estava em cativeiro havia 157 dias – no mais longo seqüestro do país. Ciechanovicz também teria orientado uma destruição maciça de provas, antes de se entregar à polícia.
O Denarc não foi até o cativeiro de Bertin, mas as demais vítimas da quadrilha sempre foram “bem tratadas” (destaque meu). “Tinham o alimento que pediam, e ficavam impressionadas com a qualidade dos livros que Ciechanovicz lhes fornecia” (grifo meu), disse Tanganelli. “Uma das vítimas chegou a desenvolver a síndrome de Estocolmo, e se refere aos seqüestradores com carinho”. No entanto, a quadrilha mandava para a família fotos das vítimas sob a mira de armas como fuzil 7.62, AK 47 e M-16.
(Agora o contraponto…)
Empresário libertado nesta segunda está desnutrido
15:07 10/02
Redação ([EMAIL PROTECTED])
O empresário João Bertin, 82 anos, libertado na madrugada desta segunda-feira após 157 dias de sequestro, foi examinado por um médico, que constatou desnutrição (negrito meu). Ele no entanto, já está com a família em Lins e passa bem. As informações são da TV Modelo.
Em entrevista à TV, o empresário, dono de um dos maiores frigoríficos do país, falou que, por enquanto, seus planos para o futuro era apenas “almoçar”.
Bertin foi libertado numa estrada vicinal entre Assis e Paraguaçu Paulista. Ele conversou com um grupo de crianças que esperava o ônibus escolar e
pediu carona para o motorista do veículo.
O empresário foi solto depois da prisão, em Curitiba, de Pedro Ciechanovicz, apontado como líder de uma das maiores e mais surpreendentes quadrilhas da história policial brasileira.
RENATO SANTIAGO
Jockey realiza páreos para comemorar centenário da Polícia Civil Segunda-Feira, 12 de dezembro de 2005
Na próxima segunda-feira (12), o Jockey Club de São Paulo sediará mais uma comemoração alusiva ao centenário da Polícia Civil.
A iniciativa do evento surgiu do ex-presidente dos Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança), Fuad Saad, e será patrocinada pelo próprio Jockey.
No dia da solenidade, oito páreos receberão nomes relacionados à corporação.
As corridas começarão às 18h30 e o criador do cavalo vencedor de cada uma delas receberá como prêmio um troféu alusivo aos 100 anos da Polícia Civil.
A entrada é gratuita para as competições e estão convidados todos os policiais civis, familiares e amigos.A cerimônia será encerrada com um cocktail para os 200 convidados.
Páreos Especialmente neste dia, os páreos serão denominados pelos nomes que remetem à Polícia Civil:•
1º Páreo: Decap, Demacro, Acadepol•
2º Páreo: DEIC, DHPP, Denarc•
3º Páreo: DIRD, DAP, Dipol•
4º Páreo: Corregedoria, APCGS, Detran•
5º Páreo: Prêmio Especial Centenário da Polícia Civil•
6º Páreo: Deinter-1, Deinter-2, Deinter-3•
7º Páreo: Deinter-4, Deinter-5, Deinter-6•
8º Páreo: Deinter-7, Deinter-8, DGPADAlgumas siglas da Polícia Civil • Acadepol: Academia de Polícia• APCGS: Assistência Policial Civil do Gabinete do Secretário• DAP: Direção e Assistência da Polícia Civil• Decap: Departamento de Polícia Judiciária da Capital• Deic: Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado• Deinter: Departamento de Polícia Judiciária de SP- Interior• Demacro: Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo• Denarc: Departamento de Investigações Sobre Narcóticos • Detran: Departamento Estadual de Trânsito• DGPad: Delegacia Geral da Polícia Adjunta• DHPP: Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa• Dipol: Departamento de Inteligência da Polícia Civil• Dird: Departamento de Identificação e Registros Diversos
Thaís Camargo
VOCÊ TEM UM INIMIGO?
NÃO PRECISA MATÁ-LO.
LEVE-O AO JOCKEY; ENSINANDO-LHE COMO APOSTAR.
Os três links abaixo com notícias acerca das embarcações e motocicletas ,dão conta de que a SOAPOCI foi a responsável pela doação dos bens incorporadas ao patrimônio do DEINTER-6.
Com efeito, a SOAPOCI sempre foi carente de recursos.
Não possui instalações próprias, faltando-lhe verba até para materiais de expediente.
Estranhamente, como por encanto, na gestão do Diretor TANGANELLI obteve recursos para a aquisição de lanchas e motocicletas.
Obteve recursos de quem? Qual a razão?
Se nas gestões anteriores jamais se dispôs a angariar fundos para doações de tal vulto.