Autor: Flit Paralisante
PUTEIRO EM JOÃO PESSOA…NÃO É DOS RAIMUNDOS
PROSTÍBULO A POUCAS QUADRAS DO PALÁCIO DA POLÍCIA E NINGUÉM SABE DE NADA ?????
Sábado, 22 de Dezembro de 2007, 07:57
Jovens apanham de seguranças
Da Redação
Três seguranças da boate Ninfa’s Night Club, situada na Rua João Pessoa, 212, no Centro, estão sendo acusados de agredir quatro jovens com socos, chutes e pauladas. Devido à violência, ocorrida às 3h40 de ontem, uma das vítimas fraturou o braço. O caso foi registrado no 1º DP. Ninguém foi preso.Os acusados são Diego Lopes, de 21 anos, Milton Santana de Oliveira Júnior, de 27, e Rodrigo Barbosa Almeida da Silva, de 28. Segundo policiais militares que atenderam à ocorrência, os seguranças utilizaram no espancamento três pedaços de pau. As madeiras foram apreendidas dentro da boate.O funcionário público Vinicius Ribeiro Mariano Ferreira, de 26 anos, o bancário Christian Marcelo Isabella, de 28, o ajudante Alexandre Tapijuri dos Santos, de 30, e o autônomo André Luís Ivo, de 29, são as vítimas. Após serem atendidos no PS Central, os rapazes foram liberados.VERSÃODe acordo com Christian, por razões desconhecidas, os seguranças começaram a agredir Alexandre. Na tentativa de serenar os ânimos, os demais jovens se aproximaram e passaram a ser também espancados. As vítimas que mais se feriram foram Alexandre e André Luís, ainda conforme Christian.Alexandre sofreu escoriações pelo corpo e um corte na cabeça, enquanto André Luís teve um braço quebrado. Após serem medicadas no pronto-socorro, as quatro vítimas foram submetidas a exame de corpo de delito, cujo laudo poderá atestar a ocorrência de lesão corporal e a sua gravidade.Segundo o policial Cláudio de Souza, ele apurou que as vítimas foram agredidas ‘‘sem razão aparente’’, sendo impedidas de sair da boate. Gerente do Ninfa’s, Flávio de Almeida Mello, de 44 anos, não quis comentar o caso ontem à tarde, sob a justificativa de que tudo será esclarecido pela Justiça.
Raimundos
Composição: Rodolfo Abrantes
A vida me presenteou com dois primos já marmanjo
"Agora tiram o Che do altar do bem e o colocam no do mal", diz neto de Che Guevara – 22/12/2007 – UOL Mídia Global
O AVESTRUZ …O LEITÃO… E O FALECIDO BICHEIRO
Ligo o telefone celular e logo têm início os irritantes sinais de mensagens recebidas.
Vou verificar e lá está: MEU ANJO EU COLOQUEI O OVO DE “AVESTRUS” PARA COZINHAR SERA QUE VAI DAR CERTO (“SIC”).
De imediato lembrei do Diretor criador de avestruz; desnecessário confessar os palavrões pensados.
Sem poder saber se foi trote ou mero engano da mensageira, continuei caminhando na direção da Delegacia.
Ingresso no meu gabinete-aposento e, de pronto, percebo que a grade e a cesta da pequena geladeira estavam sobre a mesa.
Abri o frigobar e não me contive…
Soltei um porra-caralho tipicamente litorâneo…
Quem enfiou um leitão dentro desta merda?
Não bastava o recado do ovo de avestruz para me aborrecer e, ainda, tenho que encontrar um cadáver de um pobre leitão infectando a diminuta geladeira.
Avestruz…
Cardeal…
Porco…
Tanga…
Pipi…
Maldomir…
Ravengar…
1530…
Hortolândia…
Que puta 2007 indigesto!
Afinal este Burro não come ovo, não come porco; tampouco veados.
E nem tenho como apostar no jogo de bicho, pois aqui não tem banca do “Seu Damasco”…
Mas quem seguir estes palpites não esqueça de mim.
Aliás, desde terça-feira, já não vive entre nós o velho banqueiro do jogo de bicho de Santos.
Que descanse em paz e reencontre o seu fiel pupilo Wanderlei.
PRESENTE DE NATAL PARA JUÍZES E PROMOTORES DE SÃO PAULO
FESTA NA MARINA PORTO FINO…CONVIDO
Tu vai, eh eh eh………
Também não me convidaram.
Mas diga para pagarem a festa com cheque nominal e exigir recibo…
Do contrário ano que vem tem gente prestando contas lá no GAERCO.
De qualquer maneira muitas felicidades para você ; para todos os demais colegas e funcionários da Polícia Civil de Santos.
Para as queridas Escrivãs beijos e flores.
É NATAL
Boa tarde Delegado Roberto,
É necessário que o nosso governador, que o nosso secretário de Segurança Pública, valorizem os bons policiais, os bons delegados…
Nesta semana, infelizmente, soubemos através do jornal e dos diversos meios de comunicação da prisão de um policial do Denarc fazendo tráfico de drogas. O Estado de São Paulo está uma beleza. Quem deveria combater esse tráfico está se associando aos traficantes de droga, aos bandidos. Quem se une ao bandido é bandido. É preciso que a imprensa divulgue, para que o Secretário da Segurança Pública e o Governo Alckmin acreditem no que a oposição vem falando há algum tempo. Ou ele combate a corrupção policial no Estado de São Paulo, ou ele vai sendo tomado pela criminalidade.
Não adianta o Governo do Estado de São Paulo achar que o Secretário da Segurança Pública ou o próprio Governador vão combater a corrupção policial, ou que nós, Deputados, vamos combater a corrupção policial. Quem vai combater é a própria polícia. Dentro da Polícia Militar é a própria Polícia Militar, e dentro da Polícia Civil é a própria Polícia Civil.
A única forma de isso acontecer é o Governador valorizar os bons policiais, porque muito se fala dos maus policiais, da banda podre, dos traficantes que estão dentro da Polícia, mas pouco se fala daqueles que são honestos. Os honestos não são valorizados e nem elogiados no Estado de São Paulo: delegados, investigadores, soldados, oficiais. Nós sabemos que a maioria, tanto na Polícia Militar como na Civil, é composta de pessoas honestas, de bem, têm família que, apesar da baixa remuneração e da falta de condições de trabalho – sem o colete à prova de balas, não recebem fardas gratuitas para exercerem suas funções – são pessoas que trabalham. E o Governador do Estado de São Paulo não dá a mínima importância para os policiais civis e para os policiais militares que são honestos. Isto impede o combate à corrupção policial. Isto impede que pessoas ligadas ao narcotráfico possam fazer o que aquele policial preso no Rio de Janeiro fez. Lembrando, temos, ainda, a Cracolândia e outros casos, como o de Campinas. Já não sei mais o que falar sobre o que ocorre em Campinas; pessoas ligadas a grupos de extermínios mataram o prefeito da cidade.
É necessário que o nosso governador, que o nosso secretário de Segurança Pública, valorizem os bons policiais, os bons delegados. E essa valorização não é apenas salário. Às vezes, não é possível pagar melhores salários à Polícia Civil e à Polícia Militar, mas é possível valorizar, fazendo um elogio.
Em Santo André, há algum tempo, alguns investigadores de polícia prenderam uma tonelada de drogas. Sequer receberam um parabéns da Secretaria de Segurança Pública; sequer receberam um elogio, uma moção honrosa por terem cumprido suas funções, por terem cumprido seu trabalho.
Nós acreditamos que, se quem vai combater a corrupção policial são os próprios policiais de bem, para que possam fazer esse combate, eles precisam ser valorizados. Por isso, é preciso colocar pessoas que entendam da área na Secretaria de Segurança Pública, pessoas que venham das bases, que sejam especialistas no assunto, que possam entender o dia-a-dia, que possam entender o cotidiano, e não esses que passaram os últimos oito anos no governo do PSDB, no governo do Sr. Geraldo Alckmin e do Sr. Mário Covas. (14 de maio de 2002).
Blog do Delegado: Coronéis da PM protestam e grupo vaia Serra em festa
Blog do Delegado: Coronéis da PM protestam e grupo vaia Serra em festa
A grande diferença: eles amam e honram a farda.
Enquanto alguns dos nossos superiores amam apenas as cadeiras, odeiam os subordinados e desonram a Carreira.
FICHA POLICIAL LIMPA…JUDICIAL NEGRA!
por Gláucia Milicio
Recebida a denúncia não é licito que o réu seja indiciado policialmente. O ato causa constrangimento ilegal. O entendimento foi reafirmado pelo ministro Nilson Naves, do Superior Tribunal de Justiça, ao acolher pedido de Habeas Corpus de um delegado de São Paulo e sua filha. Eles foram denunciados juntamente com outras pessoas por lavagem de dinheiro. Com a decisão, pai e filha ficam com a ficha limpa na polícia. A denúncia, no entanto, vai continuar tramitando normalmente. O advogado dos acusados, Luiz Guilherme de Almeida Jacob, entrou com recurso no STJ contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. É que os desembargadores negaram pedido de liminar para afastar o indiciamento dos acusados mesmo depois da denúncia. O pedido foi solicitado pela Vara Distrital de Bertioga (litoral paulista). As investigações contra os acusados começaram após um outro delegado ter denunciado um suposto esquema de corrupção policial em benefício de jogos ilegais no litoral paulista. Por isso, em agosto passado, o MP pediu o seqüestro de uma casa da filha do delegado. O imóvel, localizado na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, está avaliado em R$ 1 milhão. O MP afirma que a fraude só foi desvendada quando se detectou um dano ambiental na construção do imóvel. Para comprar a mansão de altíssimo luxo, segundo o MP, o delegado e a filha usaram dois laranjas. Estes firmaram um compromisso de compra e venda do terreno. “Entretanto, tal declaração não condizia com a realidade dos fatos e visou única e exclusivamente criar obrigação inexistente, alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante e, por fim, ocultar a verdadeira adquirente do terreno, a filha do delegado de Polícia e testa-de-ferro dele”, diz a denúncia. O dinheiro, de acordo com as investigações, vinha de crimes contra a administração pública, com prevaricação, concussão, corrupção passiva e outros. “Os valores ocultados tiveram origem na exigência, para si, direta ou indiretamente, de qualquer vantagem, condição ou preço para a prática ou omissão de atos administrativos.”
Defesa
O advogado Luiz Guilherme Jacob afirmou que a denúncia do MP carece de credibilidade. E isso, segundo ele, teria sido “esclarecido caso o Ministério Público tivesse ouvido o delegado antes de, bombasticamente, divulgar o fato na imprensa”, criticou. Segundo ele, “a casa na Riviera não vale um milhão nem pertence ao delegado. A casa pertence a filha, que é advogada, tem família própria (é casada com pessoa de posses) e vida econômica independente do pai.”
Leia a decisão
Superior Tribunal de Justiça
HABEAS CORPUS 96.934 — SP (2007/0300202-4)
RELATOR: MINISTRO NILSON NAVES
IMPETRANTE: LUIZ GUILHERME DE ALMEIDA RIBEIRO JACOB E OUTRO
IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO
PAULO
PACIENTE : AAAAA
PACIENTE : BBBBB
DECISÃO
Do habeas corpus impetrado em favor AAAA e BBB colho estas alegações:
“Os pacientes foram denunciados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo perante a d. Vara Distrital de Bertioga (proc. n.577/2007).
A denúncia foi escorada em procedimento investigatório criminal (PIC) conduzido pelo parquet.
Ao receber a denúncia, a MMa. Juíza Presidente do feito, dentre outras deliberações, determinou a realização do formal indiciamento dos pacientes.
Mesmo respeitando o entendimento da e. Magistrada, os impetrantes apresentaram habeas corpus junto ao egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, postulando providência liminar suspensiva da ordem de indiciamento.
Para tanto, respaldaram-se no magistério jurisprudencial segundo o qual configura constrangimento ilegal a determinação de indiciamento após o recebimento da denúncia.
“A DD. autoridade coatora, no entanto, negou a liminar, sob o fundamento de que não se vislumbrava ‘perido de lesão evidente a direito certo dos pacientes’.”
Foi, então, formulado pedido de concessão de medida liminar para se suspender “imediata e provisoriamente o cumprimento da v. ordem de indiciamento dos pacientes”.
Quanto ao fato de se tratar de habeas corpus contra decisão unipessoal denegatória de liminar, tal não causa a mim, em princípio, total embaraço quanto à admissibilidade do pedido entre nós, como já fiz constar do HC-42.914 tratar-se de ilegalidade flagrante, motivo por que concedo a liminar a fim de que o defensor constituído tenha vista”) e do HC-46.410 (“Se bem que se cuide de habeas corpus contra a não-concessão na origem da liminar (…), pretendo eu, todavia, logo, logo, reparar a coação, e coação que estou reputando manifestamente ilegal, por isso tenho em mãos estas soluções”.).
(…). Todavia há uma terceira solução, a saber, a expedição, de ofício, da ordem de habeas corpus. Em qualquer caso, estou concedendo ao paciente liberdade provisória mediante termo de comparecimento a todos os atos do processo, sob pena de revogação”).
De minha parte, entendo, ao menos neste exame preliminar, que têm razão os impetrantes. É que sobre o tema já escrevi a seguinte ementa (HC-39.551, DJ de 23.5.05):
“Denúncia (recebimento). Indiciamento (desnecessidade).
1. Uma vez recebida a denúncia, não é lícito seja o réu policialmente indiciado.
2. O ato judicial que isso determina enseja constrangimento ilegal. 3. Habeas corpus deferido.”
Tal o pedido feito, defiro a liminar para suspender, até o julgamento final do habeas corpus impetrado na origem, o indiciamento dos ora pacientes, nos autos do Processo 577/07, que tramita na 1ª Vara do Foro Distrital de Bertioga – SP. Comunique-se. Solicitem-se informações ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Prestadas, dê-se vista ao Ministério Público Federal. Publique-se.
Brasília, 13 de dezembro de 2007.
Ministro Nilson Naves Relator
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 16 de dezembro de 2007 http://conjur.estadao.com.br/static/text/62287,1
DELEGADO DE OSASCO FILMADO DENTRO DE UM BAR FISCALIZANDO O MOVIMENTO DOS CAÇA-NÍQUEIS
REPORTAGEM SOBRE A MÁFIA DOS CAÇA-NÍQUEIS:http://www.youtube.com/watch?v=xN-qYpK9eOQ
CAVALEIRO MARGINAL FALANDO DE COISAS SÓRDIDAS DE HOMENS MÓRBIDOS 1
Paisagem da Janela
Composição: Lô Borges e Fernando Brant
Da janela lateral
Do quarto de dormir
Vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal
Mensageiro natural
De coisas naturais
Quando eu falava dessas cores mórbidas
Quando eu falava desses homens sórdidos
Quando eu falava desse temporal
Você não escutou
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quer acreditar
E eu apenas era Cavaleiro marginal
Lavado em ribeirão
Cavaleiro negro que viveu mistérios
Cavaleiro e senhor de casa e árvore
Sem querer descanso nem dominical
Cavaleiro marginal
Banhado em ribeirão
Conheci as torres e os cemitérios
Conheci os homens e os seus velórios
Quando olhava na janela lateral
Do quarto de dormir
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Um cavaleiro marginal
Banhado em ribeirão
Você não quer acreditar
CONSTITUIR UMA NOVA ASSOCIAÇÃO…
Se não podemos ressuscitar cadáver de um velho…
Faremos nova criança.
PARABÉNS A RUMO CERTO – PARABÉNS AOS CONSORTES DA ADPESP 1
O importante é a opinião da maioria; no caso a maioria expressiva daqueles que votaram pela continuidade dos trabalhos da atual diretoria.
O voto por pressão ou influência superior sempre foi uma ficção.
A votação é secreta ; a classe escolhe aqueles em quem acredita.
E não haverá, nos próximos dois anos, surpresas desagradáveis.
Assim a Diretoria poderá implementar “rumos mais ousados e certeiros”, no biênio vindouro.
Agradeço os vinte e dois colegas que me confiaram os seus votos.
Digo vinte e dois colegas, pois não conferi voto a mim mesmo.
O papel que me foi deferido acredito ter cumprido :
ADVOGADO DO DIABO.
E como afirmei, logo no início da campanha , papel que cumpriria com eficiência e honra.
Que os eleitos , também, honrem o crédito recebido.


