

Programa ACERTE virou programa ACERTO com o suposto protagonismo do atual Titular de Hortolândia ; o delegado de polícia JOÃO JORGE FERREIRA DA SILVA , vulgo J.J. , que, segundo consta , nos anos 2000, atuando na região de Campinas – por conduta tipificada como concussão – aquela caracterizada pela exigência em regra de dinheiro, valendo-se da condição de funcionário público autorizado ao emprego de arma de fogo e uso da força ; o que se pode presumir como grave ameaça ainda que dissimulando-se a exigência com aquela verbalização tipo : “ajuda nós aí de coração.“
Aparentemente , conforme excertos de sentenças judiciais , chegou a ser hospedado do presídio especial da Polícia Civil.
Foi demitido em 2008.
Dez anos depois, pela divina compaixão cristã pelos bons ladrões , aplicada a pena mínima pelo crime , acabou sendo reintegrado por força de um entendimento meio duvidoso, tanto da prescrição penal quanto da pena de demissão a bem do serviço público .
Reintegrado em 2018 , foi designado para Limeira com todos os direitos ; as promoções , inclusive !
Até deu para comprar uma Mercedez meia-boca , ao volante da qual se viu vítima de tentativa de latrocínio , em 2021 , em SBC , enquanto de férias.
Ainda , segundo consta nas matérias da época , sofreu ferimento de raspão no rosto.
Um homem – de se dizer – de muita sorte !
Pelo menos até a madrugada deste sábado de carnaval .
J.J. não foi mandado para plagas menos inóspitas como aconteceu com Flit Paralisante em maio de 2017 .
Foi a pedido para assumir uma titularidade em Hortolândia ; de preferência a da sede do município .
O FLIT, por sua vez , foi compulsoriamente…
Um castigo sob a inspiração do bem- finado Nestor Sampaio, por ser considerado um X-9 ressentido ; apesar de , reconhecidamente , ser inteligente , divertido , gente fina , elegante, sincero e de bom coração.
Nestor , em 2015, também foi removido para plagas menos inóspitas sob a forte suspeita de receber um mensalinho gordo como Corregedor Geral para dar proteção à tigrada da Capital.
Bem apadrinhado , sem demora arrumou uma boquinha numa das Seccionais de Campinas.
Não era como ser Diretor da Casa Censora dos inimigos e protetora dos amigos e pagantes , mas pingava um dinheiro bom o suficiente para manter o seu estilo hipócrita e perverso de ser.
Teve morte sofrida entubado e enterrado sem festejos.
A viúva, em tempo recorde , recebeu o seguro quitado imediatamente .
Deve viver alegremente por se ver livre dele e ainda com direito a pensão e bens.
E livrou-se de humilhações!
Esse Dr. J.J ., conforme o vento que chegou aqui na praia também não é gente fina!
Pois aproveitando-se do afastamento do seu superior hierárquico , o Dr. NISTA , em razão de urgência médica por necessidade cirúrgica, antes mesmo de licenciamento formal do até então titular – que lá estava há mais de 10 anos – invadiu o domicílio do próprio chefe .
Não por coincidência, foi o nosso Titular de 2009 a 2011; e por ele só tenho gratidões . Gente boa que só faz ajudar o próximo!
E da minha parte só quis colaborar até ter saído de férias para nunca mais voltar , salvo entregar a arma e retirar os pertences deixados no Hotel lindeiro à delegacia.
A funcional não entreguei e recebi suspensão de 8 dias por suposta transgressão cometida depois de demitido.
Assim funciona a Polícia Civil .
Foi coisa de um Carneiro ! Vulgo cueca riscada!
E podem dizer que sou vingativo , ressentido , suspeito ou impedido .
Sou não!
Não tenho nada a ver com o Banco Master!
Mas quando afirmo que J.J. invadiu o domicílio alheio , entendam que o gabinete privativo em que um servidor exerce as suas funções é considerado domicílio ; portanto inviolável .
Gabinete não é aberto ao público sem autorização do seu titular ; muito menos furtivamente por meio de arrombamento.
Sim, como ninguém tinha as chaves ou tendo não cederam – providenciou o arrombamento e troca da fechadura .
Ato contínuo , de mão própria , mesmo sob protestos , abriu as gavetas do seu colega de carreira – diga-se de outro nível moral e intelectual – fez a limpeza e colocou tudo dentro de sacos de lixo .
A mesma coisa fez com todos os objetos pessoais e os livros que guarneciam a sala.
E ainda queria que os policiais civis despachassem os embrulhos para a residência do licenciado .
Observem bem, Nista não tinha sido exonerado da titularidade .
De forma legítima foi licenciado temporariamente para urgente cirurgia cardíaca.
Obviamente , ser humano normal não tem um comportamento da mesma natureza do JJ.
E como os policiais civis de Hortolândia , sem exceção , são pessoas de alto nível, empáticos , solidários e leais , ninguém se prestou a tal papel .
Uma sujidade!
Ora, mas nem no PCC alguém faria tal coisa com um desafeto.
Mas o Dr. J.J. , conforme o meu nariz que dizem ser defeituoso , talvez estivesse apressado para passar o pote por onde o Nista nunca passou , agiu conforme a sua natureza criminosa .
De assalto me parece melhor do que furtivamente!
Até considerando a prescrita condenação por crime de concussão; para melhor compreensão dos leitores leigos : uma forma de extorsão , exigência de valores com violência ou grave ameaça presumidas , geralmente cometida por policiais armados.
O convalescente delegado Nista , assim , somente soube do esbulho do seu cargo ao retornar ao trabalho.
De forma semelhante o ex-delegado Roberto Conde Guerra ao retornar de licença-prêmio – para cuidar do pai vítima de derrame que faleceu poucos meses depois quando lá estava de plantão em plena greve de 2008 – só soube do seu despejo quando enfiou a chave na fechadura .
Pior , trocaram a fechadura com a sua mala com roupas , arma , notebook e para poder retirar os pertences teve que ameaçar acionar a Corregedoria e até dar murro em mesa diante do absurdo .
O mais grave : o violão do Dr. Flit !
Com direito , logo depois , a visitação da Corregedoria para proteger o outro.
E ainda ouvindo do Dr. Paulo Jodas, então Seccional de Americana : ” pode ir embora , ninguém te quer nem de graça” .
Meses depois perdeu a cadeira em que se grudou por quase 15 anos . Também logo morreu para felicidade da família e dos donos da Fazendinha.
Um velho ximbador que se achava um Ministro na Zona . O tipo que bebe uísque de graça , alisa as minas , não come e não paga nem um refrigerante!
De qualquer forma , a sala não era do meu uso privativo , apesar de dormir no sofá entre um plantão e outro.
O corno que me fez isso teve o merecido castigo …
Mesmo porque quem troca esposa por puta – de puteiro rampeiro mesmo – depois de virar corno notório ainda tem que dividir os bens!
Do contrário ela cagueta as tomadas !
Também, no caso do doutor NISTA , ninguém entre os seus antigos subordinados teria a disposição – respeitando a sua condição debilitada e em recuperação – para avisar e acreditavam que tal absurdo seria revertido pela Seccional.
Não foi!
Diga-se , a Seccional é quem deveria ter comunicado ao doutor Nista que por oportunidade e conveniência seria exonerado da titularidade e aproveitado em outra delegacia.
Assim , penso , que o pretenso esbulho da titularidade parece ter sido deliberadamente executado com o conhecimento de superiores imediatos que preferiram J.J.
E se não foi deliberado acabaram coonestando a conduta como se a estupidez e falta de consideração fosse algo natural.
Não é; caracterizam faltas disciplinares!
Diante do fato consumado coube a correção da injustiça e afronta com a intervenção das Diretorias dos Departamentos de Piracicaba e a de Campinas.
E fazendo-se justiça , o , depois do grave aborrecimento que suportou , foi merecidamente promovido à titularidade de Valinhos!
Devendo estar muito feliz e , neste momento , sorrindo tranquilamente.
Pois bem , como sempre digo , todo castigo para cornos e filhos da puta é sempre pouco .
Dizem o igualmente quando sou o castigado …(risos )
Escrotidão indefensável…
O Flit tem por princípio: justiça para as pessoas do povo , tudo para os amigos e nenhuma compaixão pelos inimigos .
Sempre repito , para questões decorrentes de síndromes metabólicas há bons remédios , mas para defeito moral ainda não encontraram a cura.
Vejam só , esbulhou o cargo sem nunca ter fixado domicílio em Hortolândia .
Reside em São Bernardo do Campo.
Assim , aproveitando-se um prestador de serviço acolhido pelo PROGRAGAMA ACERTE – que mantém com recursos públicos frentes de trabalho buscando inclusão de pessoas de baixa renda – o “Doutor Jota Jota” , designou o reeducando JOSÉ LUIS NALIN , que cumpre pena por corrupção , formação de quadrilha , facilitação de motim e fuga de preso , naquela mesma Delegacia , no ano de 1995.
Quando então era servidor público emprestado pela municipalidade e aproveitado na extinta carceragem da delegacia !
Agora, segundo consta nos últimos dois anos , é um motorista particular – desviado de um programa social – para levar e trazer diariamente a “realeza policial” do ABC para a RMC .
Vale dizer , Nalin saiu da cadeia para retornar ao local do crime e com direito a algumas regalias como dispor diuturnamente uma viatura descaracterizada .
E não fazia só papel de motorista do delegado titular .
Na madrugada deste sábado de carnaval fazia “a boa” – como sempre – pela cidade. Não contava com a presença na área de guarnição do BAEP de Campinas , cujos componentes estranharam a circulação do veículo por volta de 2h50 .
Não deu outra.
O ganso foi logo grasnando ser comissionado na Polícia Civil como motorista do delegado titular há dois anos trafegando cerca de 600 quilômetros para o transporte do delegado .
Com ele encontraram boné da PC, colete balístico , distintivo , algemas , cerca de R$ 1.300,00 reais em cédulas de diversos valores e 6 pinos de cocaína .
Véspera de dia 15 , não é ?
Foi recolher o pau – que não é de jogo ou de puteiro – e mais os brindes…kkk
Moral do enredo : voltou para o presídio !
O que até seria de se comemorar, não fosse descortinar o lixo que se abriga nos palcos da Polícia Civil .
E não podemos concordar no que diz respeito a ter sido preso por peculato-furto, uma das modalidades de desvio de bens praticada por funcionário público .
A uma: ele não é funcionário público ; a duas : não iria vender o veículo, tampouco dele se fazer dono .
E tinha as chaves do portão do pátio da delegacia e do veículo .
Mas não se pode aventar eventual responsabilidade de funcionário policial que tenha ou poderia ter percebido e impedido . O que duvidamos ter sido possível por conhecer , muito bem, o imóvel .
Ademais , depois de 2 anos fazendo vez de motorista o natural seria um plantonista acreditar que o ganso fosse buscar o delegado titular .
E ainda que soubesse que iria fazer qualquer outra coisa menos atender o delegado a melhor atitude seria mesmo:
NAO SEI DE NADA , NÃO VI NADA …
MAS QUERO QUE SE FODAM!
E a depender da minha torcida foderam-se e se foderão grandão!
O peculatário – na teoria e na prática – é o Delpol JOTA JOTA , pois de maneira continuada desvirtuou a destinação de trabalhador em regime de reeducação penal e a destinacao legal do veículo policial , com vultosos gastos materiais , especialmente de combustível comprado com verbas públicas ; de forma que se pode falar em enriquecimento ilícito , vez que não gastou um centavo do próprio bolso para transporte que não tem relação com o exercício do cargo .
A viatura descaracterizada destina-se à investigações; não para transporte pessoal de quem quer que seja salvo no estrito cumprimento de deveres do cargo .
Não esquecendo da economia com os pedágios!
E não há dúvidas : por dois anos vem se servindo de serviços prestados por pessoa em regime de execução de pena.
Por outro aspecto , certamente não requereu e ninguém lhe autorizou residir em domicílio diverso de Hortolândia , ainda mais em lugar a 150 km – ou mais – de distância .
E se houve omissão da Delegacia Seccional de Americana , urge apuração por parte do Ministério Público para as necessárias ação penal e civil para perda do cargo , indisponibilidade de bens , condenação a multas , indenização por danos morais , materiais e ressarcimento .
Vou lhes contar – sem ressentimento – caso fossemos reintegrado, mas nem gota de xixi deixaria cair fora do vazo do banheiro.
E como não sou otário e nem preciso recuperar atrasados iria aguardar a aposentadoria afastado ou muito bem escondido por alguém amigo até cantar do D.O.!
Mas há quem deboche da sorte reiterando as mesmas faltas e crimes.
Tem é que ser preso preventivamente para higienização da Instituição!
E além de faltor inveterado dos deveres legais ainda falam que usa suspensório e brinquinho na orelha quando entrevistado em razão do exercício das funções…
Como aqui na Baixada a gente diz :
Porra…Caralho… Suspensório é para não cair o Cu!
E neste momento deve estar com ele – o Cu – na mão…
Com todo o respeito aos leitores educados do interior.
E se faltar competência para os delegados aí da região , podem nomear o Roberto Conde Guerra como “delegado ad hoc” !
Ainda sei fazer um bom caldo afogando o ganso.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/02/justica-manda-jornalista-indenizar-delegado-geral-da-policia-de-sp.shtml?utm_source=taboola&utm_medium=exchange&tblci=GiCQowsdve7_D9vF_vr1yZ5ZvIATB5EZgRE2ZXhuhuahCiDJ81QolfiSsaLSkI4pMKLzVA#tblciGiCQowsdve7_D9vF_vr1yZ5ZvIATB5EZgRE2ZXhuhuahCiDJ81QolfiSsaLSkI4pMKLzVA
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Caramba Dr….até o violão do Flit ficou trancado !!! Kkk
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Pois é , até a minha violinha!
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Não se iluda Dr. , o Sr., não volta , porque atingiu cardeais da PC , é sem volta irreversível como o PM que matou o lutador jiu-jitsu. A não reintegração na polícia é uma medida administrativa ou judicial que impede o retorno de um servidor ao cargo anteriormente ocupado após afastamento, exoneração ou demissão. Essa situação pode ocorrer quando, mesmo havendo pedido de retorno, ficam comprovados fatos que comprometam a conduta funcional, a disciplina ou a confiança necessária para o exercício da atividade policial.
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Tchau Belo ; eu não me iludo por nada e nunca fui de alimentar esperanças, ainda mais sobre aquilo que não dependa da mim . Ademais , a esperança não é a última que morre…É a primeira que nos mata! E vivo muito bem até o presente instante como ex-delegado vitalício atuante e perturbante…kkk
De qualquer forma , a reintegração ou não por meio da Revisão Administrativa se dá por por pedido a qualquer tempo diante de nulidades , por questões que não foram apreciadas e pela superveniencia de fato novo ou circunstâncias que que autorizem a anulação da demissão . A Revisão pode ser requerida pelo demitido ou por sucessores ; sendo que o Governador , embora não haja previsão expressa na LOP , pode conceder tutela antecipada e de evidência , aplicando-se as normas do Código de Processo Civil . É um processo autônomo quando requerida a revisão. Mas o Governador – de ofício – pode anular ou abrandar a penalidade para suspensão. De uma forma ou de outra , ainda que haja manifestação contraria ou até favorável do CSP , ou seja dos cardeais , a decisão cabe privativamente ao ocupante do cargo de Governador que nem sequer, em questão de tal natureza , está vinculada aos pareceres negativos da PGE . Atentando-se que o Governador só não pode rever perda de cargo determinada judicialmente . Não foi o meu caso . Mas fiquem tranquilos ; seria mais fácil o Jonas engolir a baleia do que a minha reintegração …Ademais , prefiro ser indenizado ganhando na Mega Sena …kkk
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Torço para que volte, o Sr. é do bem e não praticou corrupção, apenas falou verdades e foi punido . Quem sabe mudando o governador..
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Um “ganso municipal” em “ação”!?
imagina, isso não existe no interior kkkkk, não existe! mas muitas vezes mandam muito mais do que se pensa…
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Após exaustivo texto, concordo com o senhor Dr Guerra, “o sistema e f****” parceiro”. Cap Nascimento
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Parece que o delegado o prendeu por peculato, ou seja , furtou uma viatura sem ninguém ver, será?
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Fui e sempre serei seu amigo de turma e fora dela.
A sua, foi uma demissão sem lastro, em todos os sentidos.
Foi demitido por pensar diferente, por formular juízo de valor diverso do que cardeais estabeleciam como paradigmas a serem obedecidos.
Ver sua demissão assinada por alguém que, como diretor, loteava cadeiras de secretária por favores sexuais é nojento. Ver rapinos ou ladravazes contumazes serem reintegrados ou absolvidos administrativamente é pior ainda.
Não resta dúvida alguma quanto a capacidade intelectual e profissional que possui. Nunca houve envolvimento de seu nome em conduta desonesta no exercício da profissão ou fora dela.
Sua demissão foi uma vindita pessoal patrocinada por aqueles que não tinham a capacidade intelectual de confrontar suas ideias de maneira fundamentada, por conta disso prefiro acreditar que a esperança é a última que morre e que um dia alguém, que detenha poder para tanto, reavalie sua demissão, um grande equívoco, com prejuízos pessoais a você, a sua família, bem como a própria instituição, que deixou de contar com os serviços de pessoa, incontestavelmente, qualificada o que, por via reflexa, prejudicou a própria população, destinatária final dos serviços por ela prestado.
Eu ainda acredito no ser humano.
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Obrigado meu amigo e desde os almoços com nossa querida cervejinha , a gente era folgado …Até os momentos turbulentos sempre aguardando as suas palavras que traziam conforto e renovação de ânimo . Pode parecer pouco , mas resisti 4 anos e cai de pé . E no final , com o querido Dr. Dutra , que alguns não gostavam e nunca entendi o motivo , o otario do Nestor – o leva e trás que emprenhava as orelhas do Angerami – jogou sapo na lagoa . E tudo poderia ter sido evitado se o Tanganelli lá atrás tivesse me dado o mínimo de atenção, reservadamente, quando eu o procurei . Não fui pedir delegacia . Muito menos ouvir que eu não estava esquecido …kkk Até hoje ele deve lembrar de mim. Como também deve lembrar o Waldomiro Bueno . Sem visão em vez de me chamar e até me dar um esporro para eu parar de escrever merda no Fórum da ADPESP , em respeito a ele que nem sequer tinha ouvido falar na vida eu acataria. Devem ter acreditado que eu pediria arrego com medo de ser demitido implorando pra voltar . Eles nem se deram ao trabalho de perguntar na região sobre as minhas reações depois da Folha 3 . E ainda tenho que ler no curriculum desse povo que são especializados em gerenciamento de crises …Deve ser conforme as lições do Dr. Nero : mete lenha no fogo e depois a gasolina …kkk
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É isso ai. Tem que ter esperança sim. Ainda vamos tomar uma, como delegados aposentados se Ele assim permitir.
Abçs
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