Um judeu-brasileiro nas nossas Palestinas …Dá-lhes Jacob Pick Bittencourt Resposta

A expressão do Flit “nossas Palestinas” é uma metáfora usada para comparar a condição de extrema pobreza, violência e abandono das favelas brasileiras com a situação de sofrimento e destruição enfrentada pelos palestinos na Faixa de Gaza e Cisjordânia; desde o estabelecimento de um estado para abrigar judeus despejados da Europa.

Essa analogia não estabelece equivalência histórica ou política entre os conflitos, mas utiliza a imagem da Favela/Palestina como um símbolo universal de resistência diante da opressão, da perda de território e da vida em espaços destruídos pelo poder colonial ou estatal.

O músico , no caso Jacob , só pode chorar …sublimente!

Algo como While My Guitar Gently Weeps ( Harrison ) cruzando com Stairway to Heaven ( Led Zeppelin ).

Jacob , um poeta das cordas de aço – veio muito antes e estava a muitas estrelas na frente deles.

Entendam , este é um tributo à dor sublimada em arte — uma forma de resistência silenciosa, mas poderosa, que caracteriza tanto a tradição judaica quanto a experiência dos oprimidos no Brasil.

O choro, como gênero musical, torna-se , com Jacob , um símbolo de um lamento coletivo – e até violento – que atravessa fronteiras: do gueto europeu às favelas brasileiras, do exílio provocado à segregação urbana.

Assim, nunca esqueçamos de reverenciar nossos patrícios judeus perseguidos e de honrar a contribuição dos judeus-brasileiros, que, mesmo diante do preconceito e do exílio, ajudaram a construir a riqueza cultural, intelectual e social do país, deixando um legado de resistência, ética e criatividade que ecoa em cada esquina do Brasil.

Aqui sobrenomes como Pick foram associados a imigrantes judias que, por serem mulheres solteiras, pobres ou vítimas de tráfico, entraram no comércio sexual — o que gerou o estigma do termo “polaca”, usado pejorativamente para se referir a essas mulheres, independentemente de sua nacionalidade real.

Assim, o nome “Pick” carrega não apenas uma origem étnica, mas também uma 
história de marginalização, resistência e silenciamento dentro da própria comunidade judaica brasileira.

rcguerra

Vídeo do Youtube pertencente a
CNascimento27

Barracão (Luiz Antonio/Oldemar Magalhães) – Elizeth Cardoso ( A DIVINA ) , Jacob do Bandolim e Época de Ouro. || Faixa do LP “Elizeth Cardoso • Zimbo Trio • Jacob do Bandolim • Época de Ouro”. Do primoroso recital gravado ao vivo no Teatro João Caetano, Rio de Janeiro, em 19 de fevereiro de 1968. || Elizeth Cardoso, voz | Jacob do Bandolim, bandolim | Época de Ouro: Dino 7 Cordas (Horondino José da Silva), violão 7 Cordas | César Faria, violão | Carlos Leite, violão | Jonas Pereira da Silva, cavaquinho | Gilberto D’Ávila, pandeiro | Jorginho do Pandeiro, ritmo || Produzido por Herminio Bello de Carvalho para o MIS (Museu da Imagem e do Som).

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