
O advogado criminalista Celso Machado Vendramini foi condenado pela Justiça paulista a pagar R$ 50 mil de indenização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por danos morais após acusá-lo de ter sido “advogado do PCC” durante julgamento ocorrido em junho de 2023.
A decisão foi proferida pela 39ª Vara Cível de São Paulo, que recentemente ocorreu e inverídicas as declarações feitas por Vendramini contra Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Durante a sessão do Tribunal do Júri, Vendramini afirmou que Moraes teria atuado como advogado da facção criminosa e determinadas prisões ilegais relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro daquele ano.
Em sua defesa, Vendramini – já condenado criminalmente por ofensas homofóbicas contra Promotora deo Júri – argumentou ter utilizado a expressão apenas como recurso retórico exemplificativo, ressaltando o direito universal à defesa jurídica.
Verdadeiramente, tese própria de um gênio da advocacia!
A Justiça, no entanto, entendeu que as afirmações ultrapassaram os limites da crítica aceitável e configuraram dano moral ao ministro Alexandre de Moraes.
Cabe recurso da decisão.
Tem reportagem sobre ele ter advogado para a empresa de ônibus que lavava dinheiro do PCC. Lembro como se fosse hoje. Na maior cara de pau disse que seu escritório (juntamente de sua esposa) parou de advogar para eles assim que descobriram que era do PCC. O advogado no mínimo falou mais do que deveria. No Brasil você falar a verdade com a intenção de ofender ou denegrir a imagem da pessoa é crime.
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