Delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo pede inclusão no processo contra Alexandre de Moraes nos EUA 3

O delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo, Marçal Honda, solicitou formalmente sua inclusão em um processo judicial que corre na Justiça dos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

A ação original foi movida pela Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente norte-americano Donald Trump, e pela plataforma de vídeos Rumble.

O caso em questão tramita em tribunal federal na Flórida e questões decisões do ministro brasileiro relacionadas à restrição e bloqueio de conteúdos em plataformas digitais.

A Trump Media, responsável pela rede social Truth Social, e a plataforma Rumble alegaram que as determinações de Moraes violaram a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão  .

Marçal Honda argumentou ter sido vítima de perseguição política por parte do ministro Moraes no Brasil. Segundo ele, suas denúncias anteriores feitas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foram obstruídas, o que motivou sua decisão de buscar apoio na Justiça norte-americana.

O delegado acredita que suas acusações poderão ser comprovadas dentro do contexto da ação já existente, uma vez que ambos tratam da suposta atuação arbitrária do ministro brasileiro contra a liberdade de expressão e plataformas digitais .

O pedido de inclusão foi apresentado no último dia 6 de março e será analisado pelo tribunal federal da Flórida, onde tramita o processo original.

Caberá à Justiça norte-americana decidir se aceita ou rejeita a participação do delegado aposentado brasileiro na ação  .

A ação nos EUA teve início após Moraes determinar a suspensão da conta do blogueiro Allan dos Santos na plataforma Rumble.

Allan dos Santos é considerado foragido pela Justiça brasileira, com mandado de prisão preventiva expedido pelo STF por propagação de desinformação e ofensas a ministros da Suprema Corte. Um pedido anterior para sua extradição foi negado pelo governo americano  .

Em fevereiro deste ano, a Justiça norte-americana já havia negado um liminar solicitado pela Trump Media e pela Rumble contra Moraes.

Na ocasião, a juíza responsável apontou falhas formais no pedido e destacou não houve qualquer incidente concreto para importar o cumprimento das decisões brasileiras em território americano.

Especialistas consultados apontaram que o processo é incomum aos trâmites do direito internacional e pode ser juridicamente nulo  .

Procurada pela imprensa brasileira sobre o pedido feito pela Honda, a assessoria do ministro Alexandre de Moraes ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto  .

O anel PM pagará R$ 50 mil a Alexandre de Moraes 1

O advogado criminalista Celso Machado Vendramini foi condenado pela Justiça paulista a pagar R$ 50 mil de indenização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por danos morais após acusá-lo de ter sido “advogado do PCC” durante julgamento ocorrido em junho de 2023.

A decisão foi proferida pela 39ª Vara Cível de São Paulo, que recentemente ocorreu e inverídicas as declarações feitas por Vendramini contra Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante a sessão do Tribunal do Júri, Vendramini afirmou que Moraes teria atuado como advogado da facção criminosa e determinadas prisões ilegais relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro daquele ano.

Em sua defesa, Vendramini – já condenado criminalmente por ofensas homofóbicas contra Promotora deo Júri – argumentou ter utilizado a expressão apenas como recurso retórico exemplificativo, ressaltando o direito universal à defesa jurídica.

Verdadeiramente, tese própria de um gênio da advocacia!

A Justiça, no entanto, entendeu que as afirmações ultrapassaram os limites da crítica aceitável e configuraram dano moral ao ministro Alexandre de Moraes.

Cabe recurso da decisão.

A Caridade De Quem Nos Detesta – No mundo real o que não dá lucro: fecha! Resposta

A “não lucratividade” é uma fachada que oculta um modelo de negócios sustentado por ilegalidades diversas.

A persistência das atividades só revela a complexidade do crime organizado, que depende menos de lucro formal e mais de corrupção, lavagem e demanda.

Absurdamente , em toda quadra há pelo menos um bicheiro e , no mínimo , meia dúzia de caça-níqueis ( até em lojas de bugigangas ).

Pergunta-se: virou serviço de benemerência para a elite policial?

Última linha: o lucro fica na diretoria…Para o resto , quando muito , dinheiro de pinga e sexta-básica!