
Paulinho , você sempre foi um rapaz privilegiado, na boa ingressou na PC como Delegado, mas nunca fez um plantão na vida.
Nada como ser filho de prefeito , irmão de deputado, irmão de prefeito e frequentar o Tenis Clube.
Fez estágio probatório como assessor de prefeitura, depois em assistências diversas (da parentela, aliás) e aspone na ALESP.
Sem esquecer daquela tetinha de CIRETRAN, quando a Polícia Civil limpava a raspa do tacho antes de deixar o DETRAN.
E agora no DEIC …
Parabéns meu rapaz!
Tenho muita inveja de quem tem dinheiro no banco , parentes ( o irmão ) e amigos importantes ( Ministro de Estado ).
Nada pessoal , mas sei que você me enrabou várias vezes ( risos )…
É confortável ser “caneta fantasma” , né?
Quando não carrega nas tintas para “foder” , ( perdão pelos termos escrotos ) o colega mais antigo e de classe superior , assistentes – sem generalizar – passam suas poucas horas de expediente bebendo café e “metendo a lingua suja no cu do alheio ” !
Mas fica sussa, quem tem padrinho não ganha demissão!
É carnaval gente. Boca livre para Las Vegas. “É nóis” no bonde do mafioso Cyllas, travestido de agente policial da Delegacia de Combate aos Crimes Cibernéticos do DEIC. Só “majura” , só especialista dos camarotes do Titanic Polícia Civil de São Paulo.
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Cadê o GAECO? Escolhem os casos que lhe interessa pelas mais diversas razões, deixando na gaveta, ou lixo, outros que nada rendem?!
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Chapa to triste ninguem nunca me chamo nem para tomar uma pinga de corote de plastico. Bem ao contrario no plantao tinha que pagar a marmita da equipe pois todos estavam fudidos. Quanto as equipes de plantao que me ajudavam tenho que registrar que so tinha gente de bem os quais sou grato pois apreendi muito com eles na jornada de 33 anos na linha de frente. Sim tem gente que nao recebe presentes, sim tem gente de brio trabalhando. Do servico e das chefias nao tenho saudade mas dos que estiveram comigo na luta sinto falta.
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No edital para o próximo concurso de delegado de polícia, será exigido que, além de bacharel em direito, o candidato também seja bacharel em ciências contábeis, para o pleno exercício das funções de “caneta” dos seccionais, divisionários e diretores da nossa polícia. Além disso conhecimentos na área de tecnologia da informação, mormente em “mutretas” realizadas no espaço virtual.
Sabe como é né, temos que nos especializar para a PM não engolir a gente, eles já têm esses especialistas e outros em todas as áreas, inclusive nas de matar sem serem identificados com a opção da vítima escolher em ter o velório estragado(tiro no meio da cara) ou não.
Será que faz parte do curso de formação esse linguajar edificante? Opção da vítima: Velório estragado ou não?
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Senhor Flit! Nada há mais exultante e gratificante para a alma do que a visão da derrocada vertiginosa de um desafeto, sua decadência moral e ruína social traz imensurável completude e júbilo a vindicta perpetuada e exitosa; a concreção da Terceira Lei de Newton aplicada no domínio da metafísica do ser. Parafraseando Nietzsche: ‘Humano, demasiadamente humano.’ Em um linguajar popular: ‘O castigo vem a cavalo’, digo eu: n’um puro sangue!
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A isso , não chamo vingança, como os velhos sábios: É JUSTIÇA!
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Dr, Lei Universal da Retribuição: o que você dá e tira do universo, ele um dia vai te dar ou tirar. Infalível.
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Certos inimigos não devem ser vencidos! Só podem ser abatidos, exterminados e arruinados na sua essência: enxovalhado-a! No melhor de Niccolò Machialli.
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Cópia do Sifuspesp
Frente a arbitrariedade que a SPPREV cometeu com os Policiais Penais aposentados, recusando-se a transformar a nomenclatura de seus cargos em direta violação à Lei Orgânica da Polícia Penal e das PECs federal e estadual que deixam claro que deve ser feita a TRANSFORMAÇÃO dos cargos. O SIFUSPESP preparou uma carta a ser enviada a todos os deputados estaduais paulistas, a carta tem por objetivo sensibilizar os parlamentares para que em seu papel de fiscais do cumprimento das leis acionem a SPPREV e o Governo do Estado de forma a reverter a arbitrariedade cometida pela autarquia.
Para enviar a carta por e-mail a todos os Deputados estaduais de São Paulo clique no link abaixo e siga as instruções.
Enviar a carta aberta para todos os Deputados estaduais paulistas
O texto da carta se encontra abaixo, o SIFUSPESP incentiva a todos que além de enviar o email copiem o texto e enviem nas redes sociais e WhatsApp dos deputados.
Carta aberta dos Policiais Penais aposentados aos Deputados estaduais paulistas
Prezados Deputados e Deputadas,
Nós Policiais Penais aposentados do estado de São Paulo vimos através desta cientificar os nobres Deputado(a)s da arbitrariedade que está em curso contra nós que por anos servimos ao Estado de São Paulo.
Quando vossas excelências votaram a Lei Orgânica da Polícia Penal do Estado de São Paulo que regulamentou tardiamente a PEC 02/2022 sabemos que não tinham a intenção de prejudicar os milhares de ex Agentes de Segurança Penitenciária e Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária.
A PEC 02/2022 que é a base da Lei Orgânica deixa claro a transformação dos cargos, a LEI COMPLEMENTAR N° 1.416, DE 26 DE SETEMBRO DE 2024 revoga as leis de criação destas carreiras, entretanto a SPPREV, baseada em um parecer da PGE se recusa a transformar a nomenclatura das mesmas colocando os aposentados em um perigoso limbo jurídico.
Muitos de nós estamos encarando a recusa da SPPREV de mudar a nomenclatura como um golpe, visto que nossas carreiras antigas deixaram de existir, o que nos garante que seguimos tendo os mesmos aumentos dos Policiais Penais, quem nos garante que um novo parecer da PGE não irá nos excluir destruindo assim a paridade.
O trabalho nas unidades prisionais do Estado de São Paulo nós expôs a algum dos mais perigosos criminosos do Brasil, para eles éramos o braço do estado, por isso a legislação nos concede o porte de arma, com a não modificação da nomenclatura para Policial Penal, corremos o risco de perdemos nosso direito de portar armas colocando nossas vidas em risco.
Além do porte de armas, o programa habitacional Habite Seguro se destina a polícias penais da ativa e aposentados e não a Agentes de segurança Penitenciária ou Agentes de Segurança Penitenciária, ou seja devido a decisão da SPPREV ficaremos alijados desse importante programa de financiamento habitacional.
Muitos daqueles que trabalharam anos nas piores condições, garantindo a segregação da sociedade daqueles que infringiram as leis, hoje pagam um preço elevado em sua saúde física e mental e não esperavam que na hora de seu merecido descanso após anos de trabalho penoso e extenuante receberem esse duro golpe, que gera insegurança e pode levar a perda de direitos.
Através desta carta rogamos aos nobres Deputado(a)s que façam gestão perante a SPPREV e ao Governo do Estado para que a autarquia reverta essa injustiça para com aqueles que com risco de sua vida e integridade física defenderam a população do Estado de São Paulo.
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Boa tarde Dr. tive o prazer de trabalhar contigo em São Vicente há 30 anos atrás e infelizmente na carreira de investigador é igual, tenho 6 quinquênios mofando na primeira classe enquanto vejo maçanetas, puxa sacos, encostados que nunca trabalharam, nunca esclareceram um crime na classe especial há anos.
Infelizmente nunca teve a ver com competência.
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Boa , Wilson! O pior é que o atual DGP quer restringir ainda mais as promoções à classe especial.
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