Ah, os valentes PMs “que não estão à altura da farda”!
Quando alguns desse grupo ( bastante expressivo, aliás ) são comparados a assassinos covardes, correm chorando para a mamãe Justiça, implorando proteção ao seu clubinho fardado.
E para o assédio judicial contam com as aulas do Coronel Telhada ( pelo que se sabe vítima de danos morais por fatos alheios ao seu ofício ) e das suas associações e advogados .
Sempre implorando gratuidade de justiça e buscando os Juizados Especiais.
É de dar dó, não é mesmo?
Os nossos bravos guerreiros urbanos, tão corajosos para atirar pelas costas em jovens desarmados, ficam com as perninhas bambas quando alguém ousa criticá-los.
Pernas bambas de tanto ódio !
Sabidamente espumam feito cachorros ensandecidos quando são confrontados e censurados, embora sejam adeptos de assassinatos da honra alheia.
Coisa de gente extremamente covarde!
Quando as cenas criminosas se tornam públicas aí é hora de apelar para o bom e velho corporativismo mafioso.
Afinal, nada como uma ameaçazinha velada para calar os críticos, não é?
Mas não podemos esquecer o papel fundamental do nosso querido Poder Judiciário nessa tragédia rotineira que já caminha para ganhar jubileu de diamante.
Ah, esses togados!
Tão zelosos em proteger os “direitos” de PMs estupradores e assassinos, mas tão distraídos quando se trata dos direitos das vítimas.
É impressionante como a Justiça Militar fica cega na hora de julgar os excessos da PM.
Será que todos os juízes tomam um “cafezinho” com todos advogados militares defensores desses valentes defensores da lei?
Certamente , não!
Pelo que se sabe um absolvidor inveterado sofreu afastamento, inclusive!
De qualquer forma , a população continua assistindo a esse enredo macabro:
– PM mata
– Corporação protege
– Justiça faz vista grossa
– Repetição
É o ciclo perfeito da impunidade!
Quem precisa de Netflix quando temos esse espetáculo diário nas ruas e tribunais?
Não se pode esquecer da disfuncionalidade cerebral de grande parte da sociedade e pronto: todos fingem que não veem a podridão do sistema.
Alguns fingem não ver, mas interiormente aplaudem a bestialidade .
Um grande espetáculo digno das arenas romanas!
Lembre-se: na próxima vez que você ouvir um PM reclamando de “difamação”, ofereça um lenço.
Coitadinho, deve estar sofrendo muito mais do que as famílias das vítimas que ele ajudou a criar.
E você, caro leitor?
Hoje já agradeceu a um juiz e um promotor por – silenciosamente, manter essa espiral realimentadora da criminalidade bem azeitada?
E que todos saibam: não há policial violento que também não seja LADRÃO!
Quem pode o mais (agredir e matar), pode o menos (ser corrupto)!