Coitadismo de PM bandido – Nossos parabéns aos valorosos policiais civis de Tocantins que – no estrito cumprimento do dever – livraram a sociedade de dois sargentos facínoras que praticavam limpeza social contra inocentes indefesos…( Urge uma limpeza nessa PM selvagem! ) 11

‘Guerra vai continuar’, diz colega de sargento da PM morto em confronto com policiais civis

A repercussão do caso fez com que o delegado Vinícius Mendes deixasse o Tocantins.

Está circulando nas redes sociais um vídeo gravado durante o velório do sargento da Polícia Militar Gustavo Teles, de 35 anos, que morreu em um suposto confronto com policiais civis na madrugada de terça-feira (22), em Gurupi, no sul do Estado.

Nas imagens, um militar fardado diz que “amigos e combatentes estarão sempre continuando a guerra que ele começou, pois a voga não vai parar”.

A repercussão da morte do militar deixou o clima tenso entre as corporações e fez com que o delegado Vinícius Mendes, que estava inicialmente à frente do caso, deixasse o Tocantins.

“A informação que a gente teve foi de que a saída dele [do delegado] de Gurupi e do Tocantins foi em razão de ameaças que foram feitas por policiais militares e principalmente por um vídeo que está circulando nas redes sociais, em que um membro da Companhia Independente de Operações Especiais disse que a morte do colega vai ter volta e que estamos tentando denegrir a honra dele”, explicou o delegado Bruno Boaventura em entrevista ao G1.

No vídeo, o militar que também é membro da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), da qual o sargento Gustavo Teles participava, diz que os combatentes continuarão a guerra.

“O nosso irmão não morreu em vão e vai ser honrado”, afirma.

O Governo do Estado disse que não vai se posicionar sobre o vídeo. Em nota, a Polícia Militar informou que tem prestado todo o apoio necessário, no sentido de colaborar com as investigações que envolvem os dois sargentos e que já está em curso um Procedimento Administrativo para apurar as circunstâncias que envolveram os militares.

A Secretaria de Segurança Pública ainda não se posicionou.

Entenda:

O sargento da Polícia Militar Gustavo Teles, 35 anos, foi morto a tiros durante um possível confronto com a Polícia Civil, na noite desta segunda-feira (22), em Gurupi, região sul do Tocantins.

Segundo apurado, ele estaria numa motocicleta no momento do ocorrido juntamente com outro militar, Edson Vieira, que estava na garupa do veículo e ficou ferido com a queda.

A Polícia Civil informou que o sargento da Polícia Militar, Edson Vieira confessou participação nos crimes de homicídio de Neuralice Pereira dos Matos, de 22 anos e de Nataniel Glória de Medeiros.

O sargento Vieira por meio de uma nota emitida pela Federação das Praças do Estado do Tocantins (Faspra), negou que tenha confessado a participação nos crimes.

A Polícia Civil afirma que um os dois sargentos aparecem em uma motocicleta em um vídeo gravado por uma câmera de segurança praticando a tentativa de homicídio contra Nataniel.PM critica ação de policiais civis durante velório do colega — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2018/10/24/em-velorio-de-sargento-morto-pela-policia-civil-pm-diz-que-guerra-vai-continuar.ghtml

“Imundo, sórdido e repugnante” : vídeo de coronel do Exército enlameia o caráter e a formação dos oficiais militares…Valente na internet, quando processado vai se mijar , cagar e apresentar atestado de esquizofrenia 13

CASA DE ARMAS

“Imundo, sórdido e repugnante”, diz Celso, sobre ofensas a Rosa Weber

O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, chamou de “imundo, sórdido e repugnante” o vídeo em que o coronel Carlos Alves chama a ministra Rosa Weber de “salafrária e corrupta” e de “vagabunda”. O coronel também diz que a ministra teve “prazer quase sexual” em receber integrantes do PT e do PDT.

Palavras usadas por coronel para ofender Rosa Weber são “próprias de quem possui reduzidíssimo e tosco universo vocabular”, diz Celso, em pronunciamento na 2ª Turma

Em sessão da 2ª Turma nesta terça, o ministro Celso decidiu se pronunciar em defesa dos colegas e chamar atenção para os crimes cometidos pelo oficial do Exército no vídeo. A turma decidiu, por unanimidade, mandar a Procuradoria-Geral da República investigar o cometimento de crimes.

Mais tarde, o Exército Brasileiro também divulgou uma nota informando que o general Villas Bôas, chefe das Forças Armadas, também solicitou investigação sobre o vídeo, ao MP Militar.

No vídeo, o coronel diz que, se Rosa impedir que Jair Bolsonaro (PSL) tome posse como presidente por causa de crimes eleitorais, ele fechará o Supremo. Bolsonaro é réu numa ação de investigação ajuizada pelo PT no Tribunal Superior Eleitoral. A acusação é de caixa 2 e financiamento empresarial ilegal por causa um esquema de disparo em massa de milhões de mensagens pelo WhatsApp.

Após a repercussão do primeiro vídeo, o coronel publicou uma nova ladainha, dessa vez ameaçando o ministro Gilmar Mendes.

Leia o pronunciamento do ministro Celso:

Circulou, na Internet, um vídeo com criminosas ofensas morais à honra, à dignidade, à alta respeitabilidade e à integridade pessoal e ilibada reputação da eminente Ministra Rosa Weber, Presidente do E. Tribunal Superior Eleitoral, Juíza deste Supremo Tribunal Federal e magistrada de irrepreensível conduta profissional!

O discurso imundo, sórdido e repugnante do agente que ofendeu a honra da Ministra Rosa Weber – uma mulher digna e magistrada de honorabilidade inatacável, que exerce, como sempre exerceu, a função judicial com talento e isenção, de modo sóbrio e competente – exteriorizou-se mediante linguagem profundamente insultuosa, desqualificada por palavras superlativamente grosseiras e boçais, próprias de quem possui reduzidíssimo e tosco universo vocabular, indignas de quem diz ser Oficial das Forças Armadas, Instituições permanentes do Estado brasileiro que se posicionam acima das paixões irracionais e não se deixam por elas contaminar, paixões essas que cegam aqueles que, a pretexto de exercerem a liberdade de palavra – que constitui um dos mais preciosos privilégios dos cidadãos da República –, resvalam para o plano subalterno da prática abusiva e criminosa da calúnia, da difamação e da injúria.

O primarismo vociferante desse ofensor da honra alheia faz-me lembrar daqueles personagens patéticos que, privados da capacidade de pensar com inteligência, optam por manifestar ódio visceral e demonstrar intolerância radical contra os que consideram seus inimigos, expressando, na anomalia dessa conduta, a incapacidade de conviver em harmonia e com respeito pela alteridade no seio de uma sociedade fundada em bases democráticas.

Todo esse quadro que resulta do vídeo imundo e abjeto que mencionei – vídeo esse que, longe de traduzir expressão legítima da liberdade de palavra, constitui verdadeiro corpo de delito comprobatório da infâmia perpetrada por referido autor das ofensas morais – leva-me a repudiar com veemência e a desprezar com repugnância tão desonroso comportamento em que incidiu o militar em questão, não só para vergonha e ultraje do sentimento de decência que nos anima a todos, mas, sobretudo, para constrangimento da Força Singular a que diz pertencer!

Quero estender, bem por isso, a minha pessoal e irrestrita solidariedade à eminente e honrada Ministra Rosa Weber, magistrada de valor, brilho e seriedade incomparáveis cujo inconspurcável patrimônio moral tem o integral respeito de todos os seus colegas deste Supremo Tribunal Federal e da comunidade jurídica em geral, pois os injustos e criminosos ataques à sua honra ilibada representam um ultraje inaceitável a esta Suprema Corte, à ordem democrática e ao Poder Judiciário do Brasil!

Finalmente, Senhor Presidente, a minha solidariedade estende-se, por igualdade de razões, aos eminentes Ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux, que são magistrados probos e exemplares cuja integridade pessoal e comportamento profissional desautoriza os doestos contra eles assacados e os vilipêndios que criminosamente atingiram, de modo injusto, o patrimônio moral desses eminentes Juízes do Supremo Tribunal Federal.