Arquivo mensal: fevereiro 2016
Corregedoria correria tentará proteger o investigador Camilo Leonel 288
Camilo Leonel não atua apenas como investigador de polícia. Até dias atrás dava expediente no 6º andar do número 365, da rua Plínio Barreto, sede da Qualicorp.
Ouvidos, funcionários e ex-funcionários da empresa disseram que Camilo Leonel – empregando policiais e viaturas – atua como chefe da segurança da empresa, tendo à disposição sala e equipe de colaboradores ; cuidando – especialmente – do transporte de dinheiro e documentos.
Camilo Leonel atuaria também como uma espécie de segurança pessoal de José Seripieri Júnior; dono do helicóptero que matou o filho do governador GERALDO ALCKMIN.
A Qualicorp absorveu a estrutura securitária da ADPESP; depois de contratadas apólices desastrosas para associados e agregados ( RESTOPOL ), mas – segundo se sabe – muito vantajosas para ex-presidentes e diretores da entidade dos delegados de polícia.
Absurdamente, no caso da tentativa de extorsão contra o comerciante de tapetes da Pérsia, por mais eloquentes que sejam as filmagens, foi presenteado pela Corregedoria com uma AP ( apuração preliminar ); aguardando-se o dissipar da poeira com a finalidade de que – por meio de uma simples SA ( sindicância administrativa ) , no máximo sofra uma pena de suspensão.
Ele, verdadeiramente, já deveria estar na cadeia!
Enfim, a Polícia Civil é um verdadeiro antro protetor de ladrões íntimos do poder .
Felizmente, muito em breve – graças aos muitos Camilos e seus protetores – esse órgão pestilento deixará de existir.
Delenda est Civil!
76,1% dos Policiais Militares são a favor da desmilitarização 123
Desmilitarização das polícias, qual sua opinião? 143
Investigador da Corregedoria suspeito de perder a cabeça por conta de uma vagina…( Além de também perder o cargo vai ter que se explicar com a patroa ) 549
Imagens mostram investigador de polícia agredindo comerciante em SP
Comerciante é dono de uma loja de tapetes nos Jardins, área nobre de SP.
Motivo seria a reclamação de uma cliente na devolução de mercadoria.
Imagens de câmeras de segurança mostram um investigador de polícia agredindo um comerciante com socos e empurrões. O investigador trabalha na Corregedoria da Polícia de São Paulo e pode responder por abuso de autoridade. O comerciante é dono de uma loja de tapetes, nos Jardins, área nobre da capital paulista. O motivo da discussão foi a devolução de um dos tapetes da loja.
Crime perfeito 2 – Auxílio IPhone 6 para membros do Ministério Público Federal 54
Em tempos de crise, Ministério Público Federal faz compra astronômica de Iphones 6
Que a telefonia é cara no Brasil, isso todo mundo sabe. Mas quando se passa da cifra dos milhões, as suspeitas começam a emergir. Embora tenha passado despercebido, o Ministério Público Federal contratou por cerca de R$ 13 milhões, serviços de comunicação com a vigência de um ano.
A vencedora do pregão eletrônico foi a Claro. Na descrição da compra, o órgão exigiu que o modelo fosse IPhone 6 ou superior. A estimativa incial era gastar um pouco mais de R$ 2 milhões. Mas o valor foi exorbitantemente ultrapassado.
Segundo a justificativa do MPF, a compra de smartphones “tem como objetivo o atendimento à crescente demanda por serviços corporativos disponibilizados nos sítios institucionais e também de outros órgãos, tais como: correio eletrônico institucional (e-mail), serviço de mensagem instantânea, nuvem de dados corporativa, dentre outros“.
Já a escolha do iPhone 6 “se deu em função do parque já existente, garantindo que o investimento, as pesquisas e implementações já realizadas permaneçam incorporadas ao patrimônio, tangível e intangível da instituição, além de garantir a entrega de serviços já familiares aos usuários e com níveis de segurança satisfatórios”, consta do Edital. O caso já emitiu odor nas narinas de policiais federais, que viram com total estranheza a compra. Principalmente porque seria mais uma das tantas regalias, como férias remuneradas de 60 dias, recesso de 20 dias, auxilio moradia de R$ 4,3 mil, adicional de exercício eleitoral…
Estimativa inicial de gasto com a compra:
Juízes ganham na Mega a cada três meses 45
- Rogerio Waldrigues Galindo
GAZETA DO POVO – Texto publicado na edição impressa de 10 de fevereiro de 2016
É como se os juízes e promotores do Brasil estivessem à beira de ganhar sua nona Mega-Sena da Virada em menos de um ano e meio. São já R$ 2 bilhões recebidos em dezesseis meses – mas, claro, sem a necessidade de sorteio ou expectativa. O bolão não falha nunca, e é sempre dividido pelas mesmas pessoas.
Assim como na Mega-Sena, o dinheiro sai do bolso de pessoas que não ganharam. A diferença é que na loteria desembolsa-se o valor do bilhete achando que existe chance de levar a bolada. (Embora, como já disse alguém sabiamente, a loteria seja o imposto que o governo cobra dos que não aprenderam a lei das probabilidades.) Nesse caso, paga-se à revelia e na certeza de não recuperar um centavo.
O dinheiro extra flui para o bolso de promotores e juízes desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em finais de 2014, decidiu que todo magistrado tem direito a R$ 4,3 mil mensais de “auxílio-moradia”. As aspas são necessárias porque até mesmo juízes admitem que não se trata de dinheiro para moradia – e que isso é apenas uma burla à lei que impede aumento de salário acima do teto do funcionalismo. O Ministério Público – em teoria o “defensor da sociedade” – foi no embalo e pediu isonomia.
Os R$ 2 bilhões representam dinheiro suficiente para construir mil creches no país. Ou seja: dava para criar 150 mil vagas para que mães e pais pudessem trabalhar sossegados. Ou, então, seria possível comprar 50 mil viaturas de polícia já equipadas – mais ou menos uma para cada homicídio que ocorre anualmente no Brasil. Ou pagar o Bolsa-Família de Curitiba, que atende famílias com renda per capita de menos de R$ 77, até 2036.
Os juízes decidiram, no entanto, que esse dinheiro deve servir à Bolsa Miami, para que possam comprar ternos mais caros e, segundo o presidente do TJ paulista, não tenham AVC devido ao esforço de seu trabalho. Mesmo esforço que justifica os dois meses anuais sem trabalhar, entre outros privilégios.
O Judiciário não é apenas uma ilha de prosperidade, como disse num rompante de sinceridade o secretário da Fazenda do Paraná. É um sumidouro de dinheiro público. Isso porque ninguém ousa enfrentar os magistrados que podem, de uma canetada, destruir a vida de alguém. Governos temem diminuir o orçamento dos juízes, mesmo sabendo que gastam demais e sem necessidade. Legisladores temem fazer leis que contrariem o Judiciário por medo de acabar na cadeia. E assim criou-se o monstro.
É claro que o Judiciário é extremamente necessário às pessoas, ao país, à democracia. Sem juízes, não há civilização possível, talvez. Mas isso não quer dizer que tenhamos de aceitar tudo que pedem, de nos desdobrar para pagá-los mesmo que isso signifique menos creches, menos segurança, que isso signifique menos dinheiro para atender aos mais pobres.
Dizem que um teste para a ética de alguém é ver como se comporta quando não há ninguém olhando, quando não há chance de punição. No caso do Judiciário, quem fiscaliza os juízes? O CNJ, que é composto por eles próprios. A maioria dos juízes decidiu que poria a mão em um dinheiro fácil todo mês, sem remorso nem problemas. E fica por isso mesmo.
Curiosamente, a profissão dessas pessoas é definir o que é justo. E o que não é.
Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético” 45
Marcelo Auler
Alheio à folia momesca, me valho do noticiário de alguns jornais e da internet para concluir que o Japonês da Federal não fez muito sucesso na folia de rua. Pelo menos no Rio de Janeiro. Por aqui, máscaras reproduzindo seu rosto parecem não ter agradado. Poucas foram vistas. Menos mal.
O japonês da federal, na verdade, só ganhou notoriedade por conta de o Departamento de Polícia Federal (DPF), através da Superintendência Regional do Paraná (SR/DPF/PR) ou da própria direção geral em Brasília, ter permitido sua excessiva aparição nas operações da Lava Jato. Foi uma estratégia – e aí vem a dúvida de qual o objetivo – ou um simples e repetido erro?
O fato de um agente condenado por corrupção, cuja expulsão do DPF foi revertida por uma questão técnica e não pela prova de sua inocência, tornar-se o rosto dos federais nas operações gerou desconforto interno entre seus colegas.
De tanto aparecer nas fotos das 22 fases da Operação Lava Jato escoltando presos, Newton Hidenori Ishii, 60 anos, virou o retrato do Departamento de Polícia Federal (DPF) na Operação Lava Jato para a população. Mais curioso ainda é a propaganda que aparece no Facebook relacionando o Ministério Público Federal e o juiz Sérgio Moro (acima) com a campanha do abaixo-assinado para propor ao Congresso um projeto de iniciativa popular com mudanças nas leis de combate à corrupção. Ali, junto ao juiz Moro e ao procurador Deltan Dallagnol – apontados como os dois principais paladinos da moralidade e honestidade no país – quem aparece ao lado não é nenhum delegado da Força Tarefa, mas o agente Ishii, que apenas escolta presos. Pior ainda, um condenado por corrupção. Ao que parece, falta coerência.
Essa excessiva exposição vem irritando seus colegas do DPF, inclusive e notoriamente, delegados. Entre estes, os que participam diretamente da Força Tarefa (FT) no Paraná. Uma delas*, no Facebook, comentou sobre o fato de serem representados por alguém que não compõe a FT:
“Por isso eu desisto…. Chega de virar noite (…) Ao menos se fosse um dos colegas que trabalham de fato”.
As críticas nas páginas dos delegados nas redes sociais, repetiram-se em diversos momentos. Eles consideram não ser o agente a pessoa adequada para representá-los junto à população. Criticaram, de forma um tanto quanto preconceituosa, até o fato dele provavelmente não ser articulado como deveria: “talvez não formule um frase com correção, é surreal” (sic). Acham que faltou à instituição escalar alguém gabaritado para representá-la:
“A ausência de um rosto nosso (seja qual razão for), fez a imprensa dar à PF o rosto de um “escoltador”. É patético…”,
resumiu um delegado do norte do país, um dos mais indignados com a situação e que mais comentários postou. Outro colega seu, lotado em Brasília, foi mais direto ao relembrar o passado do Ishii que Luis Fernando Veríssimo, em artigo irônico, intitulou de “Japonês Bonzinho”;
“Na verdade, o agente deveria era ter ido pra rua (…) Ter como rosto da PF alguém que foi demitido por praticar crime é uma tragédia”.
CORREÇÃO DO BLOG: Erroneamente, na legenda da ilustração acima, afirmávamos se tratava de uma página do MPF no Facebook. Erramos. O MPF do Paraná não tem página no Facebook. Trata-se de páginas de apoio à campanha, sem responsabilidade da instituição propriamente dita. Pedimos desculpas a todos os membros do MPF e ao leitores de um modo em geral.
O passado de Ishii, policial federal desde 1974 quando passou no concurso e que conta os dias para aposentar-se em maio, tem manchas. O processo que responde por corrupção, formação de quadrilha e facilitação de contrabando e descaminho, ainda não transitou em julgado. O Recurso Extraordinário que tanto o Ministério Público Federal como os réus condenados ingressaram no Superior Tribunal de Justiça (STJ), dormita no gabinete do ministro Félix Fischer, desde abril de 2015, a espera do julgamento.
Como Odebrecht, dúvida nas transcrições – O japonês ainda responde a uma Ação Civil Pública iniciada em junho de 2008. Com muitos réus entre policiais federais e auditores da Receita Federal, atravessadores e contrabandistas – eram mais de 40 inicialmente – o processo está em um ritmo lento, ainda na fase do depoimento de testemunhas. que a se encontra no interrogatório das testemunhas. Mas, curiosamente, nela, o agente Ishii e sua defesa levantaram a mesma dúvida dos advogados de Marcelo Odebrecht na ação que este responde na Operação Lava Jato: a transcrição das gravações não foi fiel.
Sua expulsão pelo Processo Administrativo Disciplinar (PAD), e, 2009, acabou anulada por decisão do STJ, em 2014. Àquela altura, delitos administrativos já tinham prescrito, inviabilizando um novo procedimento. Ishii briga na Justiça para reaver os valores que deixou de receber após ser demitido.
Disputado por partidos políticos – Mesmo sem condenação transitada em julgado, o agente japonês, teoricamente, não pode ser considerado um “ficha limpa”. Afinal, seu processo já passou pela segunda instância. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ao julgar a Apelação Criminal impetrada pelos réus, reduziu sua pena. Mas, manteve a condenação.
Tal situação poderá prejudicar os planos que alguns políticos nutrem de lança-lo candidato. Como comentou uma delegada de São Paulo. Ao defender maior participação dos delegados na mídia, revelou sua conversa com um deputado federal:
“Vocês tem toda razão …. ! Precisamos reforçar o papel do Delegado na mídia. Falei com um deputado federal conhecido e ele me contou que vários partidos disputam a tapa o japonês da federal para candidatura em seus partidos. Fiquei chocada!!!”
Prontamente seu colega respondeu:
“Um agente que agora é disputado a tapa pelos partidos.“
E foi complementado pela colega da Força Tarefa:
“E ganha até para senador no Paraná.”
O colega do norte do pais ironizou:
“O azar dele é que as eleições, agora, são municipais, rs (…)
Mas, ao comentar o posicionamento da colega de São Paulo, ele assumiu a parcela de responsabilidade, só não ficou claro se com relação ao papel dos delegados ou com relação à candidatura do agente:
“Não tenho dúvidas. Este é o nosso país. E, acredite, não somos inocentes nisso tudo. Temos culpa. Todos nós.“
Passando o carnaval em casa, cuidando da filha que contraiu uma virose, o agente japonês garante que não está nos seus planos ingressar na carreira política. “Não tem nada a ver. Não sei porque ficam falando estas coisas. Na realidade eu estou entrando em férias“. Mas, não será o primeiro se depois de negar se deixar morder pela mosca azul. Hoje, insiste, uma candidatura não faz parte dos seus planos: “Nem penso nisso. Não é minha pretensão. Vou trabalhar, me aposentar e vou para casa”.
Tucanos se apropriando – Ishi pode estar até sendo sincero ao dizer que não tem pretensões políticas, mas já está fazendo o jogo político. e sendo aproveitado politicamente. Basta ver as páginas do Facebook do jornalista e marqueteiro cibernético Sérgio Kobayashi. Tucano assumido, com passagens pelo governo de José Serra, na prefeitura de São Paulo, de Geraldo Alckimil, no governo do estado paulista e com Gilberto Kassab na prefeitura paulistana, hoje preside a RTVE – Rádio e TV Educativa do Paraná.
Com Alckimin, ocupou a Fundação do Desenvolvimento Escolar (FDE) e a verba que deveria ser prioritariamente usada na construção de escolas, pagava assinatura de jornais e revistas.
Bastou encontrar-se com Ishii nos 60 anos da E-TV do Paraná, em dezembro, para registrar o fato em um selfie e em seguida badalar o japonês em sua página do Facebook, sempre com críticas ao PT, Dilma e Lula, como tornou-se habitual em se tratando de Kobayashi. Desde então, sua página é alimentada por fotos e charges em que o agente federal do Paraná sempre aparece prendendo ou ameaçando algum petista.
Comunicação Social na berlinda – O japonês da federal diz desconhecer as críticas dos delegado – “nem tenho Facebook, como vou ficar sabendo” – e garante que não foi transferido de posto, como noticiado recentemente. “Não sei de onde retiraram isso. Continuo na mesma função, só estou saindo de férias. A gente riu para caramba dessa notícia, de que eu tinha saído. O meu chefe, o superintendente também não sabia, o direto-geral também não sabia e tampouco eu“.
Sua colega do Paraná responsabilizou a imprensa e o próprio DPF pelo fato de Ishii tornar-se hoje simbolo da instituição:”Não há uma política institucional de valorização do nosso trabalho, a mídia pega aquilo que aparece, e quem é escolhido pra as escoltas de presos famosos certamente aparece, a opção é da Administração” (…)
Nisso, o delegado do norte do país, complementou:
“A ADPF precisa sepultar a IN (Instrução Normativa) da mordaça, ainda que seja na justiça. Embora precisemos ter critérios, ela inibe a atuação junto à imprensa. Precisa ser reformuladas”
A crítica acabou caindo em um setor do DPF que sempre teve dificuldades internas: a Comunicação Social. Normalmente, seus responsáveis, ficam entre o mar e o rochedo e, não raro, apanham dos dois lados, pois nem sempre a política da direção do órgão é de transparência. Em governos passados, era bem pior, quando a Comunicação Social só divulgava o que interessava e escondia os erros encontrados. Bons tempos da dupla François Renne e Bruno Craesmeyer, que não brigavam com notícia e nem desprezavam jornalistas.
Hoje, as sindicâncias abertas a partir da Lava Jato para investigar vazamentos, escutas clandestinas e outras irregularidades, são um exemplo direto. À imprensa não se repassa o que realmente ocorre. Daí surgem as informações em off (sem a fonte aparecer). A crítica à Comunicação Social, também surgiu no Facebook dos delegados, no texto que reproduzimos ao lado.
A questão é que os delegados, no relacionamento com a imprensa trabalham de forma dissimulada. Seja pelas proibições internas – a Instrução Normativa que, oficialmente, impede o contato com jornalistas sem autorização superior -, mas também por um jogo de interesse. Quando vazam informações, principalmente para detonar suspeitos, transformando-os em réus antes mesmo de concluírem as investigações, na verdade fazem um jogo político. Em alguns casos, como na Lava Jato, nitidamente partidário, contra o governo e o PT. Em outros, pesam os interesses internos na corporação ou a vontade de aparecer e ficar bem com os jornalistas,.
Não raro, no dia-a-dia, há uma gama grande de delegados que sequer acompanham as investigações par e passo. São agentes, mais experientes e traquejados, que por estarem à frente dos caso, colhendo informações na rua ou mesmo no cruzamento de dados, detêm as informações relevantes e se tornam alvo dos jornalistas. Nestes casos, os vazamentos sempre serão em segredo, pois os APFs não podem se pronunciar, salvo em raras exceções.
O que fica nítido é que a figura do Japonês da Federal na Lava Jato criou mal estar até mesmo fora do DPF, como narraram alguns delegados:
“Colegas, sem emitir juízo de valor, informo que recebi, inclusive de fora da PF, mensagens demonstrando preocupação com a exposição excessiva na mídia do APF da SR/PR, conhecido como “JAPONÊS DA FEDERAL”, e que poderia, em tese, criar transtornos para ele próprio, para a PF, e para a investigação realizada no IPL da Lava Jato”,
advertiu um deles, do Rio de Janeiro, sendo complementado por outro de Brasília:
“Um colega da PC/RJ (Polícia Civil do Rio) trouxe a seguinte novidade, que aponta para a necessidade de providências urgentes; Ele (o japonês) precisa urgentemente ser removido dos holofotes. Não se trata de fazer nada contra ele. Apenas de retirá-lo das prisões importantes, promovendo um rodízio entre os agentes que a executam para evitar que sejam criadas celebridades que surfarão na onda da Lava Jato.”
Dentro e fora da Polícia Federal já há quem perceba que a super exposição do agente que já foi condenado pode trazer problemas à instituição e à própria Operação Lava Jato, no minimo suscitando desconfianças. Resta saber o que a Direção Geral do DPF busca atingir mantendo-o na linha de frente. Só pode ser o descrédito de todo o trabalho, afinal, o simbolo da Polícia Federal na operação que se propõe a acabar com a corrupção no país é alguém condenado justamente por corrupção. Falta coerência.
*Como o interesse do blog é apenas noticiar fatos, sem gerar problema aos servidores federais que, ao fazerem suas crítica à administração do DPF, exercem um direito, deixamos de identificá-los publicamente. Situação diversa de quando atacaram autoridades, inclusive, a presidente Dilma Rousseff, o que fere a legislação que regulamenta o deveres dos Policiais Federais.
Polícia para quem não precisa de polícia – Policiais civis desviados de suas obrigações legais dão vexame no Carnaval e ainda apanham de um único homem…( Imoralidade + amadorismo + estrelismo = instituição sem credibilidade ) 232
Diretor preso em apuração assina termo circunstanciado e é liberado, diz TV
Do UOL, em São Paulo
10/02/2016
O diretor de Disciplina da Unidos de Vila Maria, Márcio Queiroz, preso após confusão generalizada durante a apuração das notas nesta terça-feira (9), assinou um termo circunstanciado e foi liberado pela polícia poucas horas depois. O presidente da escola, Adilson José de Sousa, também foi intimado a depor. Ambos são suspeitos de agressão. As informações foram divulgadas pelo “SPTV”, da TV Globo.
Segundo a emissora, o presidente teria agredido um policial no momento em que um dos jurados esqueceu de dar a nota à Império de Casa Verde e teria recebido voz de prisão. O diretor, por sua vez, tentou impedir. O presidente não foi preso, mas os policiais resolveram deter o diretor.
“As pessoas acham que aqui é ‘terra de ninguém’. Aqui tem polícia e vamos prendê-lo em flagrante. Deu para entender?”, disse o delegado Nico Gonçalves, logo após o episódio.
A confusão generalizada começou depois que dois jurados deixaram de dar notapara a Império de Casa Verde e Dragões da Real, na apuração do Carnaval de São Paulo. O suposto esquecimento provocou revolta entre os diretores de escolas rivais, principalmente entre os integrantes da Vila Maria, que acompanhavam a leitura das notas.
O artigo 30 do regulamento oficial do Carnaval 2016, em seu parágrafo primeiro, diz que “no caso de um jurado deixar de atribuir nota ao quesito em julgamento de determinada escola de samba, será atribuída a essa agremiação a maior nota dada pelos demais jurados que avaliaram esse quesito”. O regulamento também prevê “sanções” ao jurado que deixar de dar nota.
Com um enredo abstrato sobre os mistérios da vida, a Império de Casa Verde foi eleita a campeã do Carnaval 2016 de São Paulo. Já a X9 Paulistana e Pérola Negra foram as escolas rebaixadas.
Como já comentaram aqui no Flit, em vez de buscarem o assassino do policial morto em Bertioga preferem ceder serviços à São Paulo Turismo S/A; que é a empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo.
Possui capital aberto e tem como sócia majoritária a Prefeitura de São Paulo.
Como toda estatal de capital aberto é gerida para fazer política e fortuna de seus dirigentes em detrimento dos acionistas.
Esperamos que a participação desses policiais civis – diárias – não seja custeada com a verba reservada; nos moldes da maracutaia ocorrida em 2008, quando o então DIRETOR comprou ternos superfaturados para vestir “seus homens” como seguranças VIPs.
Notoriamente, o atual Diretor não é do tipo corrupto chineleiro necessitado de meter a mão no erário e no bolso dos subordinados, mas sua obsessão pelos holofotes deveria ser reavaliada.
Verdadeiramente, faltou competência para negociação, para restabelecer a ordem e, muito pior , para dominar fisicamente um único homem exaltado.
Vexame!
Chefe dos investigadores de Mogi das Cruzes foi morto em Bertioga 200
Policial é morto e esposa sobrevive após ser baleada no rosto por homem
Suspeito invadiu casa e descobriu que homem era chefe de investigações.
Policial atuava em Mogi das Cruzes e passava o carnaval em Bertioga, SP.

O chefe de investigações do 1° Distrito Policial de Mogi das Cruzes foi assassinado na madrugada deste sábado (6) em Bertioga, no litoral de São Paulo. Valmir Barbosa de Sousa, de 56 anos, estava com a esposa assistindo televisão quando um homem entrou na casa e anunciou o assalto. Ao descobrir que a vítima era um policial ele baleou o casal e conseguiu fugir.
A esposa de Valmir foi baleada no rosto, mas sobreviveu e foi levada de volta à sua cidade. Equipes policiais de Mogi das Cruzes foram deslocadas até o município do litoral paulista para auxiliar nas investigações.
O suspeito entrou na casa, localizada na Rua Merlin Junior, aproximadamente às 1h30, no bairro Boracéia. Após entrar na residência ele começou a revirar os cômodos atrás de objetos de valor e descobriu entre os documentos de Valmir que ele era chefe de investigações em Mogi das Cruzes.
Em seguida, o homem atirou na cabeça de Valmir, que morreu ainda no local. A esposa do policial conseguiu cobrir o rosto com as mãos, mas foi baleada no rosto e sobreviveu. Ela não corre risco de morrer.
Depois de efetuar os disparos, o criminoso roubou dinheiro, documentos, uma arma, algemas, outros objetos de valor e conseguiu fugir da residência. O caso está sendo investigado no 1° Distrito Policial de Bertioga. Até o momento, ninguém foi preso.
Caso está sendo investigado na Delegacia Sede de Bertioga, no litoral de SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Tenente “um quinquênio” por dirigir embriado, disparar na rua e desacatar Praças foi enquadrado pelo Delegado do 2º DP 70
Tenente é preso após atirar na rua e dirigir embriagado em SP
Alexandre Hisayasu – O Estado de S. Paulo
05 Fevereiro 2016 | 20h 30 – Atualizado: 05 Fevereiro 2016 | 20h 31
PMs receberam denúncia de que um homem dirigindo um carro preto estava atirando para o alto, descontrolado
SÃO PAULO – O tenente da Polícia Militar, Luiz Felipe Barroso Antunes, foi preso na manhã desta sexta-feira, 5, acusado de dar tiros no meio da rua, dirigir embriagado e ofender colegas da corporação que foram abordá-lo.
Segundo a polícia, o oficial estava de folga e foi encontrado por policiais militares na rua Major Sertório, na região central de São Paulo. Os PMs receberam denúncia de que um homem dirigindo um carro preto estava atirando para o alto e descontrolado.
Os policiais afirmaram que encontraram uma cápsula de pistola na rua e que o tenente estava com a arma da corporação dentro do seu carro. O oficial, ao xingar os colegas, foi contido e levado para o 2º DP (Bom Retiro), onde o caso foi registrado.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “o tenente foi preso em flagrante por embriaguez ao volante, desacato e disparo de arma de fogo”. Ele foi encaminhado à audiência de custódia e liberado após pagamento de fiança. O tenente responderá a esses indiciamentos em liberdade.
Em seguida, ele foi conduzido ao seu batalhão para prestar depoimento. Ele responderá, na Justiça Militar, por desacato aos policiais militares que o prenderam e ficará detido no Presídio Romão Gomes, à disposição da Justiça Militar. Além disso, foi instaurado processo administrativo para apurar a conduta do policial e possíveis punições.
Colapso no Litoral Norte – Polícia Civil dos municípios de São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba abandonados pela Secretaria de Segurança Pública 115
Litoral norte abandonado
Meu caro Dr. Conde Guerra, gostaria que Vossa Excelência publicasse em seu respeitado blog a situação de penúria que vive a policia civil das quatro cidades do litoral norte, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela. Por razões que você já conhece, esta denúncia tem que ser anônima, pois o Governo de São Paulo, possui técnicas de perseguição que deixaria os nazistas envergonhados. Pois bem, para começar o carnaval deste ano, não terá o reforço de nenhum policial civil. Teremos que contar com o minguado efetivo que dispomos. O litoral norte tem hoje apenas 14 quatorze delegados em seu total , contando com o delegado seccional. Existem plantões permanentes de 24 horas, na cidade de Ubatuba, Caraguatatuba e Ilhabela, sendo que em São Sebastião são dois plantões permanentes de 24 horas. A seccional engloba:
Ubatuba¬- delegacia sede (24 horas) e uma DDM (expediente).
Caraguatatuba- delegacia sede (24 horas + cadeia de trânsito) 1º e 2º DPs e DDM (expediente).
São Sebastião- 1º e 2º DPs (24 horas + cadeia de trânsito) e DDM, DISE E DIG (expediente), e ainda a sede da Delegacia Seccional (Corregedoria e setor administrativo).
Ilhabela- delegacia sede (24 horas).
Para tanto, Ubatuba, conta com quatro delegados, incluindo o delegado titular.
Caraguatatuba, (maior cidade do litoral norte) conta com três delegados, incluindo o delegado titular.
São Sebastião, conta com cinco delegados, incluindo todos os titulares e o delegado seccional.
Ilhabela, conta com dois delegados.
As escalas de plantão tornaram-se um terror, pois todos os delegados, além de terem que dar o expediente normal nas delegacias já informadas, são obrigados a concorrer as escalas de plantão, que funcionam 24 horas, todos os dias da semana.
Para o governo do estado, o litoral norte, apesar de contar com as mais belas praias do estado, não possui muitos votos.
Comumente neste periodo do ano, carnaval, férias, a população triplica, quadruplica e somente a PM conta com reforço.
Existem policiais a beira da loucura, estressados, o que reflete no atendimento ao público. Delegados e demais carreiras, já aposentados e trabalhando. Delegados de 1ª classe fazendo plantões.
Para que todas as delegacias tivessem um titular, (sem assistentes) e as equipes de plantão fossem completas, teriamos que ter no mínimo 07 delegados em Ubatuba, 09 em Caraguatatuba, 17 delegados em São Sebastião e 06 delegados em Ilhabela. Portanto o efetivo que tem quatorze delegados, deveria ter 39 (trinta e nove) delegados.
Essa situação se agrava pois as demais carreiras também estão com o quadro de funcionários totalmente defasado. Todas as delegacias contam com funcionários das Prefeituras locais.
Antecipadamente agradeço e aguardo a publicação.
POLICIAL CIVIL DO LITORAL NORTE
O descontrole da PM protegido pelo Ministério Público de São Paulo é alvo de representação 28
OBSERVATÓRIO
O controle das polícias exercido pelo Ministério Público de São Paulo é alvo de representação que será levada ao órgão nesta quarta (3). Assinada pelas ONGs Conectas, Artigo 19 e Ibccrim e pelo Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública, a petição cobra atuação mais eficiente dos policiais em manifestações. Para as organizações, a Polícia Militar adota “má conduta” no uso da força nos protestos contra o aumento das tarifas.
MÔNICA BERGAMO
Terceiro mandato – PSDB já é o maior cabo eleitoral de LULA 24
PSDB tentará criar CPI sobre a Bancoop para investigar Lula
Em Brasília
03/02/201607h38
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Danilo Verpa/Folhapress

Os alvos da CPI seriam Lula (foto) e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto
Com as investigações da Operação Lava Jato apertando o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PSDB tenta viabilizar a criação de uma CPI para apurar irregularidades envolvendo a Bancoop (Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários).
Deputados discutem com os correligionários do Senado a possibilidade de formar uma comissão mista de investigação, mas, caso a ideia não prospere, contentam-se com um colegiado apenas na Câmara.
Dentre as principais estratégias da oposição a Dilma Rousseff e ao PT neste ano está a criação de CPIs com potencial de desgastar o partido e a presidente. Até março, devem ser abertas três vagas de CPI na Câmara.
A primeira a ser instalada deve ser a do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), a segunda será a da Fifa e a terceira, por ordem de inscrição, seria do DPVAT, que pode ser derrubada para dar lugar a uma CPI que mire a Bancoop.
O alvo da CPI, por trás da cooperativa, seria o ex-presidente Lula e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba por causa da Operação Lava Jato e foi presidente da Bancoop.
A mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia, comprou cotas da cooperativa para o condomínio Solaris, no Guarujá (SP), empreendimento que foi assumido pela empreiteira OAS, investigada pela Lava Jato, após a falência da Bancoop.
Segundo a defesa de Lula, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro foi quem teve a iniciativa de fazer a reforma em um tríplex que caberia ao casal Lula da Silva. Porém, ainda conforme a assessoria, o petista nunca soube dos valores da obra.
Em nota, a assessoria também confirmou que Lula chegou a visitar o condomínio Solaris junto com Léo Pinheiro.
Ministro
Nesta terça-feira (2), em reunião com líderes da base aliada da Câmara, o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, fez um desabafo aos presentes. Segundo alguns líderes ele se queixou do que chamou de “perseguição ao ex-presidente Lula”.
Citou ocasiões em que disse ter sido alvo de acusações que foram “estampadas”, porém nunca comprovadas, e pediu a união de todos na defesa das propostas do governo Dilma Rousseff.
Wagner se referia a mensagens de telefone interceptadas por investigadores da Lava Jato que apontaram a relação dele com Léo Pinheiro, um dos condenados por participação no esquema de corrupção da Petrobras.
O jornal “O Estado de S. Paulo” revelou no mês passado diálogos entre os ministro e Pinheiro durante a segunda gestão Wagner (2011-2015) no governo da Bahia.
Os investigadores suspeitam que parte das conversas trate de doações para a campanha petista na disputa pela prefeitura de Salvador. Wagner nega qualquer irregularidade nas conversas. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
Legistas de Campinas não cumprem a jornada de trabalho e ainda querem que Delegado agende consulta para a realização de exames de corpo de delito 38
Sem médicos, IML tem de marcar horário para exame de embriaguez
VENCESLAU BORLINA FILHO
DE CAMPINAS
Com apenas sete médicos- legistas, o IML (Instituto Médico Legal) de Campinas, que atende uma região com cerca de 1,8 milhão de pessoas, decidiu que não iria funcionar mais 24 horas e que só atenderia casos de flagrante, como de embriaguez ao volante, em dois horários: das 9h às 11h e das 22h às 24h.
O atendimento normal, como exames de corpo de delito em vítimas de violência doméstica ou de acidentes de trânsito, só seria feito das 14h às 18h. A exceção, em todos os casos, só ocorreria se o delegado de plantão ligasse diretamente ao legista.
A decisão foi comunicada logo cedo à Polícia Civil e imediatamente provocou reações. Com a medida, o policial que, na madrugada, desconfiasse que algum motorista havia bebido teria de aguardar horas para fazer o flagrante.
Médicos e profissionais de saúde afirmaram que o álcool no sangue pode ser detectado em até 24 horas após a ingestão. Porém, o teor de álcool pode diminuir, o que prejudica o diagnóstico.
Ao tomar conhecimento do caso, horas depois do comunicado, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, determinou a imediata retomada do horário normal de atendimento. A portaria do IML foi revogada, e o atendimento passou a ser geral para todos os casos.
A secretaria, porém, não informou como resolveu o problema de falta de pessoal.
GENTE DE MENOS
Segundo funcionários, a intenção ao limitar o horário era proporcionar um melhor fluxo de atendimento. O IML atende a cinco municípios da região. O ideal, segundo os mesmos funcionários, seria o dobro de profissionais (14).
Segundo médicos legistas ouvidos pela Folha, o esvaziamento do IML se acentuou há dois anos, com a aposentadoria e a saída de outros profissionais. O diretor João Roberto Muller Júnior não quis falar sobre o assunto nem informar quantas pessoas trabalham no instituto.
Na tarde desta terça (2), a Folha esteve no IML e ouviu reclamações de pessoas que buscavam atendimento. A sala de espera, de cerca de 9 m², estava lotada, e algumas pessoas relataram atraso de até cinco horas.
O calor era grande e não havia ar-condicionado ou ventiladores. Um guarda municipal, que preferiu não se identificar, disse ter aguardado mais de 24 horas para fazer o exame de corpo de delito de um preso em flagrante.
‘DECISÃO ACERTADA’
Para o presidente do Sindicato da Polícia Civil de Campinas, Aparecido de Carvalho, a decisão do secretário foi “acertada” porque, do contrário, prejudicaria ainda mais o trabalho dos policiais.
“Nós sabemos da falta de profissionais e cobramos isso, mas a decisão do IML prejudicaria ainda mais, porque exigiria um policial para ficar responsável pela vítima ou um preso à espera de atendimento”, disse.
No mês passado, em Americana, na região de Campinas, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou o novo IML local e reconheceu a ajuda que a prefeitura dava ao Estado, pagando o aluguel da antiga sede.
Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.










