P.P.P. na Polícia Civil – proprietários de empresas particulares de segurança privada nos principais postos de direção 84

Caro Guerra,

Quando nos iludimos achando que a instituição encontrou o rumo da legalidade, da moralidade administrativa, da eficiência, da motivação funcional e financeira de seus integrantes, acabamos caindo na realidade de que as esperanças foram apenas transitórias e tudo continua como antes no quartel de Abrantes.

Fico com pena dessa linda menina que ilustra o folder da Polícia Civil associando sua imagem a a frase “Você jamais caminhará sozinha”. Na verdade já nasceu órfã. Somente a inocência de uma criança seria capaz de dar vida a esta instituição falida.Se depender da qualidade e credibilidade dos serviços prestados por ela, esta linda menina vai se “folder” bastante na vida. Corre grande risco de ser vítima de inúmeros crimes, de aguardar por horas para fazer um BO que não vai servir para nada a não ser estatística.

Não mudou nada na Polícia Civil. Só trocaram as camisas e o mesmo time perdedor continua em campo.O que sempre existiu de maneira velada, agora é ostensivo. São as PPP’s do Governo Alckmin alcançando a Polícia Civil. Vários policiais proprietários de empresas particulares de segurança privada, algumas das quais em nome de parentes, nos principais postos de direção da Polícia Civil.

Afinal, será que realmente desejam enfrentar a criminalidade em nome do interesse público? Será que venderão dificuldades para obterem facilidades.

O tempo dirá. Que Ele proteja e ilumine não apenas o futuro dessa linda menina mas de todo o povo paulista e paulistano que clama por segurança.

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Perito do IC desesperançoso 52

Dr Guerra por favor colocar no post principal.

Até que a morte nos separe.

O novo secretário de segurança pública, mudou o comando da policia civil e militar declarando que seria para um melhor combate a violência. E a violência institucional?
O que não podemos, alias, não entendemos e como se mantém a SPTC com o mesmo comando.
A rainha do Perús é forte assim?
Condenada pela justiça federal no caso do cemitério de Perús.
Uma pessoa que perseguiu os peritos criminais ligados ao ex superintendente dr Celso Perioli.
Mandou peritos de classe especial para plantões e nomeou peritos de 3ª classe 2ª classe para ocupar cargos de comando.
Quebrando a hierarquia que e a base de tudo no mundo. Promovendo uma caça às bruxas dentro da superintendência.
Nomeou para diretor de engenharia um perito  que sumiu 5 anos do IC.
Colocou no centro de pericias um perito  que foi exonerado de chefe do Guarujá por incompetência.
O que ocorre senhor governador ?
Como manter no cargo alguém que e 2ª classe nunca tirou um plantão na vida?
Como manter na SPTC uma pessoa que é manipuladora e de índole vingativa destrói a moral de peritos criminais com mais de 30 anos de serviço ao estado?
Algo realmente ocorre no mundo político?
A rainha do Perús e mais forte do que pensávamos?
Mesmo com a saída do secretario adjunto, o dr da Ponte, ter deixado o cargo ela continua a mandar.
Até quando teremos nomeações de peritos de 3ª classe comandando Divisão?
Acredito que somente na morte nos libertaremos desta graúna.

Ciumeira – Manifesto de legistas e peritos critica secretário por ‘ignorar’ categoria 39

Manifesto de legistas e peritos critica secretário por ‘ignorar’ categoria

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

Em manifesto divulgado nesta quinta (8), três entidades de funcionários, médicos legistas e peritos criticaram o secretário da Segurança, Alexandre de Moraes, por ter, segundo elas, “ignorado a existência” da Polícia Científica.

O episódio que causou a revolta foi o evento na segunda (5) em que o comandante da Polícia Militar e o delegado-geral da Polícia Civil foram anunciados por Moraes.

Nenhum representante da Polícia Científica –como a superintendente ou diretores do IML (Instituto Médico-Legal) e IC (Instituto de Criminalística)– foi convidado para participar do ato, algo que, para os peritos, seria de “praxe”.

“Em discurso durante a cerimônia de posse desses dirigentes, o novo secretário nem sequer mencionou a SPTC [Polícia Técnico-Científica] como órgão integrante daquela secretaria”, diz a carta.

A Polícia Científica é a responsável por produzir provas técnicas que, em ações criminais, podem levar à condenação ou absolvição de um réu.

Em São Paulo, a superintendência foi criada em 1998, na gestão Mário Covas (PSDB), a partir de desmembramento da Polícia Civil. Elas continuam, porém, ligadas em pontos como corregedoria e academia.

Para o presidente do Sindicato dos Peritos Criminais, Eduardo Becker Tagliarini, a classe está “indignada” com o gesto de Moraes, ocorrido num momento em que se discute no país a autonomia total das polícias científicas.

Assinam ainda o texto o presidente da Associação dos Médicos Legistas, João Roberto Oba, e o da Associação dos Servidores, Sérgio Agune.

Por nota, Moraes disse que o evento foi uma “coletiva de imprensa” e, por isso, os “únicos convidados foram os jornalistas” e “as autoridades que assumiram os comandos das polícias Civil e Militar”.

“Quando houver o anúncio para a Superintendência da Polícia Técnico-Científica, o mesmo procedimento será adotado”, afirma o texto. Moraes disse ainda ser “favorável à autonomia” da Polícia Científica e ver “a instituição como peça fundamental na política de segurança”.

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Novo secretário de Alckmin defende cooperativa de van 56

Edgar Maciel e Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

09 Janeiro 2015 | 03h 00

Alexandre de Moraes ainda consta no TJ-SP como advogado em 123 ações da Transcooper; gestor diz que já pediu afastamento

HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO
Alexandre de Moraes, novo secretário Estadual da Segurança Pública

SÃO PAULO – O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, aparece no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em pelo menos 123 processos na área civil da Transcooper. A cooperativa é uma das cinco associações e empresas citadas em investigação que apura suposta formação de quadrilha e lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

O secretário afirmou, em nota, que “renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia” no qual trabalhava. Ele disse ainda que solicitou, em 1.º de janeiro, uma licença temporária de sua inscrição como advogado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo a nota, Moraes começou a advogar para a Transcooper no dia 27 de janeiro de 2011 em causas civis e administrativas. “Não houve qualquer prestação de serviços advocatícios – nem pelo secretário nem pelos demais sócios – às pessoas citadas em possível envolvimento com o crime organizado, em 2014. O contrato se referia estritamente à pessoa jurídica da cooperativa”, informou a nota. Até esta quinta-feira, 8, Moraes permanecia no site do TJ como defensor da cooperativa.

Antes de ser anunciado para o cargo, Moraes comandava um dos mais famosos escritórios de advocacia em São Paulo. Entre seus clientes estão empreiteiras, associações e políticos. Ele também participou, entre 2007 e 2010, da gestão Gilberto Kassab (PSD) na Prefeitura, quando acumulou os cargos de presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), além das Secretarias de Serviços e de Transportes.

A Transcooper teve até 2010 como seu cooperado o ex-deputado Luiz Moura, que foi expulso do PT depois de ter o nome envolvido na mesma investigação. Em 2004, no dia 17 de março, Moura foi flagrado em uma reunião com 42 pessoas em uma garagem da cooperativa, durante uma operação surpresa organizada pelo Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic). Treze pessoas que participaram do encontro pertenceriam à facção.

O Estado procurou o delegado Ruy Ferraz Fontes, que chefiava a investigação, mas ele não foi localizado. A apuração do Ministério Público Estadual (MPE) contra a Transcooper continua em andamento.

Em 2010, quando as investigações tiveram início, Moura era diretor de uma das empresas citadas, a Happy Play. As outras eram a Himalaia e a Novo Horizonte. Na investigação, um dos endereços da Happy Play era o da garagem da Transcooper.

Desconhecidos. Por telefone, Luiz Moura se limitou a dizer que não conhece Moraes. Seu irmão, o vereador Senival Moura (PT), era um dos cooperados. Procurado pelo Estado, disse que conheceu o secretário e que ele tinha boa relação com os permissionários. “Sempre foi um profissional muito respeitado entre os permissionários e a direção da Transcooper. Depois que ele foi secretário de Transportes, foi contratado como advogado da cooperativa para defender nossas causas.”

A maioria das ações em que o escritório de Moraes atua para a Transcooper é de permissionários ou ex-funcionários da associação que pediram indenizações por danos morais. Em um dos processos, que teve início em 2004, o atual secretário defendeu a Transcooper em um caso em que era apurado um suposto esquema que apontou irregularidades da SPTrans sobre multas contra perueiros. A última movimentação da ação foi no dia 17 de dezembro, quando Moraes foi anunciado para o cargo no governo Alckmin.

O secretário também atuou em ações propostas pelo MPE, como no caso da greve de ônibus em 2005, no qual a Transcooper, Himalaia e as demais associações e empresas que atuam no transporte público de São Paulo foram obrigadas a ressarcir os cofres públicos. / COLABOROU RAFAEL ITALIANI

Transcrito de O Estado de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.

 

O pior não é ser Advogado da Cooperativa, isso é direito de qualquer Advogado,  mas sim,  como informamos em primeira mão nawww.showtimeradio.com.br e no Jornal Flit Paralisante  , ter sido Secretario de Transportes Municipal e ao pedir exoneração passar a prestar serviços Jurídicos para a Cooperativa de quem quando no cargo cobrava regras de conduta.

João Alkimin 

O Dr. José Aparecido Sanches Severo é o novo diretor do Deinter-7 em Sorocaba 26

SSP anuncia mudanças no Deinter-7 em Sorocaba

O delegado José Aparecido Sanches Severo é o novo titular do departamento
O delegado José Aparecido Sanches Severo é o novo titular do departamento – Maurício Garcia/Divulgação/Alesp

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Adriane Mendes
adriane.mendes@jcruzeiro.com.br

O delegado de polícia José Aparecido Sanches Severo, é o novo diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior do Estado de São Paulo (Deinter-7). O titular anterior, Júlio Gustavo Vieira Guebert, é agora o delegado-geral adjunto. Essas são algumas das primeiras mudanças definidas pelo secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, em conjunto com o delegado-geral de polícia (DGP), Youssef Abou Chahin, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ricardo Gambaroni. O ex-delegado-geral de polícia, o sorocabano Luiz Maurício Blazeck, assume a Academia de Polícia.

As mudanças do primeiro escalão, anunciadas ontem no site da Secretaria da Segurança Pública (SSP), e que devem ser publicadas hoje no Diário Oficial do Estado, confirmaram o que o jornal Cruzeiro do Sulhavia publicado na edição de terça-feira. A matéria já citava a possibilidade do então diretor do Deinter-7 assumir o cargo de delegado-geral adjunto, e do então DGP, Maurício Blazeck passar a dirigir a Academia de Polícia. Agora, as expectativas ficam em torno da possível mudança do delegado seccional, Marcelo Carriel. A Secretaria também não divulgou se haverá mudanças no âmbito militar.

As primeiras mudanças foram definidas ontem, com a composição do Conselho da Polícia Civil e do primeiro escalão do Alto Comando da PM. Na esfera da Polícia Civil, o Conselho é composto por 24 delegados de classe especial, entre os quais o novo delegado-geral adjunto, o sorocabano Júlio Guebert. O primeiro escalão do Alto Comando da PM conta com a participação do comandante-geral e dos seis coronéis responsáveis por comandos vinculados diretamente ao Gabinete do Comando Geral.

Algumas das principais unidades especializadas também tiveram mudanças de comando: o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) será dirigido pelo delegado Albano David Fernandes, o Departamento de Investigações Criminais (Deic) será assumido pelo delegado Emygdio Machado Neto, e o delegado Ruy Ferraz Pontes assume o Departamento de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

Já os delegados Elisabete Ferreira Sato, e Nestor Sampaio Penteado Filho permanecem à frente, respectivamente, do Departamento Estadual de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP), e Corregedoria da Polícia Civil.

No interior

Dos dez Departamentos de Polícia Judiciária do Interior (Deinter), metade sofreram alterações e a outra metade teve mantida suas chefias.
Os remanejamentos aconteceram no Deinter-7 (Sorocaba), que recebe agora o delegado José Aparecido Sanches Severo, que era do Deinter 10 (Araçatuba), cuja diretoria está a cargo do delegado Nelson Barbosa Filho. O Deinter-6 (Baixada Santista e o Vale do Ribeira) será dirigido pelo delegado Gaetano Vergine, e o delegado Marcos Buarraj Mourão foi designado a cuidar do Deinter-4 (Bauru). O Deinter-9 (Piracicaba) será agora dirigido pelo delegado Paulo Afonso Bicudo, que estava no Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro).

Dessa forma ficaram mantidos nos cargos os diretores dos Deinter 1 (São José dos Campos), 2 (Campinas), 3 (Ribeirão Preto), 5 (São José do Rio Preto, e 8 (Presidente Prudente), respectivamente João Barbosa Filho, Kleber Antonio Torquato Altale, João Orsinski Júnior, João Pedro de Arruda, e Walmir Geralde.

Diretor do Deinter-7

O novo diretor do Deinter-7, José Aparecido Sanches Severo, 56 anos, está na Polícia Civil há 27 anos, é natural de Junqueirópolis, casado e pai de três filhos. Além de ocupar o cargo de diretor do Deinter-10 (Araçatuba), Severo foi também delegado seccional de Registro, da 7ª Delegacia Seccional de Itaquera, na Grande São Paulo, e já trabalhou também, sempre como titular, em unidades de Osasco, Embu, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Juquitiba e Cotia.

SSP anuncia delegado Paulo Afonso Bicudo como novo chefe da Deinter-9 1

Novo nome será responsável por 52 cidades e substitui Ely Vieira da Silva.

Do G1 Piracicaba e Região

O secretário da Segurança Pública do estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, definiu nesta quarta-feira (7), a composição do Conselho da Polícia Civil e do primeiro escalão do alto comando da Polícia Militar. Entre os nomes anunciados, está o do delegado Paulo Afonso Bicudo à frente da Deinter-9, que abrange 52 municípios da região de Piracicaba (SP). Ele substituirá Ely Vieira da Silva. A decisão já consta no site da secretaria e, segundo o governo estadual, será publicada no Diário Oficial de quinta-feira (8).

O Deinter-9 coordena as delegacias seccionais de Piracicaba, Americana (SP), São João da Boa Vista (SP), Limeira (SP), Rio Claro (SP) e Casa Branca (SP). Mais de 2,8 milhões de habitantes são atendidos pela Polícia Civil da região de Piracicaba. Chefias da capital e de outras regiões da capital também foram anunciadas nesta quarta.

Em relação à PM, a SSP anunciou Ricardo Gambaroni como comandante geral do estado. Os comandantes regionais e de unidades especializadas, que também compõem o alto comando da PM, devem ter seus nomes divulgados nos próximos dias, segundo a SSP.

Dr. Luiz Mauricio Souza Blazeck agradece a todos policiais civis pela colaboração recebida enquanto DGP 15

Caros Policiais Civis

Ao concluirmos um ciclo na Administração da Polícia Civil, temos a honra de participarmos de uma transição serena para os novos Dirigentes da Instituição.
Aproveitamos este momento para consignarmos nossos mais sinceros agradecimentos pela colaboração recebida durante esses dois anos que permanecemos à frente da Polícia Civil, afirmando que os novos integrantes da Administração Superior são merecedores de igual ou maior apoio e, doravante, nos juntaremos aos que cerrarão fileiras ao nosso lado para apoiarmos, incentivarmos e auxiliarmos no que nos for possível à Administração Superior.

Atenciosamente,

Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia

O CRIME ORGANIZADO ESTÁ MANDANDO INCENDIAR ÔNIBUS PARA TOMAR CONTA DE VEZ DO SISTEMA DE TRANSPORTE – Secretário de Segurança advogava para os “alternativos” 35

2015 nem começou e já temos 14 ataques a ônibus na capital Paulista e inexplicavelmente nenhum a vans principalmente do Consórcio Transcooper cujo Advogado era o atual Secretario de Segurança Publica Alexandre de Moraes ,talvez tenha chegado a hora do Secretario determinar investigações para verificar o motivo dessa dicotomia.

Embora o Advogado não se confunda com o cliente realmente não fica bem quem tenha sido Secretario de Transportes Municipais e após   ter deixado o cargo Advogar para a Cooperativa contra quem impunha normas quando no cargo. E o mais preocupante agora como Secretario de Segurança Publica devera eventualmente enfrentar essa  cooperativa que segundo a Policia, Ministério Publico e Jornais e controlada pela organização criminosa PCC .

Dados do Processo
Processo:
0127163-44.2006.8.26.0004 Retornou dos Sup. Tribunais
Classe:
Apelação…
Área: Cível
Assunto:
DIREITO CIVIL – Pessoas Jurídicas – Associação
Origem:
Comarca de São Paulo / Foro Regional da Lapa / 2ª Vara Cível
Números de origem:
0127163-44.2006.8.26.0004
Distribuição:
3ª Câmara de Direito Privado
Relator:
DONEGÁ MORANDINI
Revisor:
BERETTA DA SILVEIRA
Volume / Apenso:
4 / 0
Outros números:
2422/2006
Valor da ação:
50.000,00
Última carga:
Origem: Serviço de Processamento de Recursos / SJ 3.1.7 – Serv. de Proces. Rec. aos Trib. Sup. Dir. Privado 1. Remessa: 18/07/2014
Destino: Foro / Fórum Regional da Lapa. Recebimento: 18/07/2014
Apensos / Vinculados
Não há processos apensos ou vinculados para este processo.
Números de 1ª Instância
Não há números de 1ª instância para este processo.
Partes do Processo
Apelante: Consórcio Transcooper Felix
Advogado: Alexandre de Moraes
Advogado: Fabio Prado Moreno
Advogado: Jose Marcelo Menezes Vigliar
Advogado: Leonardo de Moraes
Advogado: Luciano de Almeida Freitas
Advogada: Viviane Barci de Moraes
Apelado: Manoel Gomes da Silva
Advogada: Elaine Cristina Barbosa da Costa

João Alkimin

 

 

FUGINDO UM POUCO DO ASSUNTO. SERÁ QUE AS AUTORIDADES DESTE ESTADO NÃO PERCEBERAM AINDA QUE OS ÔNIBUS QUEIMADOS EM SÃO PAULO NUNCA PERTENCEM À COOPERATIVAS DE ÔNIBUS?. A RESPOSTA É SIMPLES, ESTAS COOPERATIVAS PERTENCEM AO PCC. PORTANTO O PCC ESTÁ MANDANDO INCENDIAR ÔNIBUS PARA TOMAR CONTA DE VEZ DO SISTEMA DE TRANSPORTE, O QUE GERA MUITA GRANA!! ACORDEM EM QUANTO É TEMPO…

Presidente da ADPESP visita novo DGP 14

comunicado

Na tarde desta quarta-feira, 07 de janeiro, a Presidente reeleita da Adpesp, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro fez a primeira visita ao novo Delegado Geral de Polícia Civil Paulista, Dr. Youssef Abou Chahin.

Em nome da Associação, a Presidente expressou ao Dr. Youssef os votos de boas-vindas e de uma profícua gestão, marcando assim o início da aproximação entre a Entidade de classe e o DGP recém nomeado, em busca do atendimento das demandas e reivindicações dos Delegados paulistas.

A receptividade do novo DGP, já esperada pela Adpesp, se confirmou com a reunião extremamente produtiva.

 

Definido novo Conselho da Polícia Civil 68

Quarta-feira, 07/01/15 – 13:12
Secretário e comandantes definem primeiro escalão das polícias

O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, definiu nesta quarta-feira (7), em conjunto com o delegado-geral da Polícia Civil, Youssef Abou Chahin, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ricardo Gambaroni, a composição da totalidade do Conselho da Polícia Civil e do primeiro escalão do Alto Comando da PM. Os nomes serão publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (8 de janeiro).

O conselho, que é presidido pelo delegado-geral, tem a participação de 24 delegados de classe especial. Fazem parte deste grupo os diretores da Polícia Civil, além do novo delegado-geral adjunto, Júlio Gustavo Vieira Guebert, que até dezembro chefiava o Departamento de Polícia Judiciária do Interior 7 (Deinter 7), da região de Sorocaba.

O primeiro escalão do Alto Comando da PM conta com a participação do comandante-geral e dos seis coronéis responsáveis por comandos vinculados diretamente ao Gabinete do Comando Geral.

Capital e departamentos especializados

Todas as principais diretorias da Polícia Civil já foram definidas. Na cidade de São Paulo, permanece no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) o delegado Domingos Paulo Neto. O efetivo civil da região metropolitana será chefiado pelo delegado Albano David Fernandes, que assumirá o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro).

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) passará a ser comandando pelo delegado Emygdio Machado Neto, enquanto no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) assumirá Ruy Ferraz Fontes.

O Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) terá como diretor o delegado Osvaldo Nico Gonçalves. No Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil (DAP), assume Gilson Cezar Pereira da Silveira.

O delegado Mauricio Guimarães Soares assume o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e o delegado Mário Leite de Barros Filho, o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol). Para seu lugar, na Academia de Polícia (Acadepol), foi designado o ex-delegado-geral Luiz Mauricio Souza Blazeck.

A delegada Elisabete Ferreira Sato Lei permanece no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), assim como Nestor Sampaio Penteado Filho no comando da Corregedoria da Polícia Civil.

O delegado Carlos Roberto Benito Jorge continua na chefia da Assistência Policial Civil do Gabinete do Secretário (APC/GS).

Departamentos do interior

Para o lugar do delegado Júlio Guebert no Deinter 7, o secretário e o delegado-geral designaram para o cargo o delegado José Aparecido Sanches Severo, que estava na região de Araçatuba (Deinter 10). Para o lugar de Severo, foi nomeado Nelson Barbosa Filho.

A Baixada Santista e o Vale do Ribeira (Deinter 6) passam a ser comandados pelo delegado Gaetano Vergine. Na região de Bauru (Deinter 4), passa a responder pela Polícia Civil o delegado Marcos Buarraj Mourão.

O delegado Paulo Afonso Bicudo, que estava na Grande SP (Demacro), passa a chefiar os policiais civis da região de Piracicaba (Deinter 9).

Os delegados João Barbosa Filho (Deinter 1 – São José dos Campos), Kleber Antonio Torquato Altale (Deinter 2 – Campinas), João Osinski Jr. (Deinter 3 – Ribeirão Preto), João Pedro de Arruda (Deinter 5 – São José do Rio Preto) e Walmir Geralde (Deinter 8 – Presidente Prudente) permanecem no cargo.

Polícia Militar

Além do comandante, Ricardo Gambaroni, o primeiro escalão será composto pelo coronel Francisco Alberto Aires Mesquita, que estava na Diretoria de Logística e será o subcomandante da PM e chefe do Estado-Maior (EM).

Na PM, o coronel Audi Anastácio Felix passa à subchefia do EM, enquanto o coronel Marco Antonio Severo Silva foi designado para o Centro de Inteligência (CIPM). O coronel Gilberto Tardochi da Silva será o coordenador operacional (CoordOp).

O coronel Ieros Aradzenka permanece na chefia de gabinete do comandante-geral, na sede da SSP, enquanto a coronel Maria Aparecida de Carvalho Yamamoto segue à frente do Centro de Comunicação Social da PM.

Os comandantes regionais e de unidades especializadas da Polícia Militar, que também compõem o Alto Comando, devem ter seus nomes divulgados nos próximos dias.

ORGANIZAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS REPUDIAM CHEFE DA POLÍCIA CIVIL DE SP 24

YOUSSEFF CHAHIN AFIRMOU QUE “OS MENORES SÃO 007, TÊM LICENÇA PARA MATAR”

Yousseff Chahin (Foto: Divulgação/ SSP-SP)YOUSSEFF CHAHIN (FOTO: DIVULGAÇÃO/ SSP-SP)

Organizações de direitos humanos reagiram nesta terça-feira (06/01) àsdeclarações do novo chefe da Polícia Civil do estado de São Paulo, Yousseff Abou Chahin, que defendeu a redução da idade penal ao afirmar que crianças e adolescentes “têm licença para matar”.

“Estamos em choque com esta declaração porque abre um precedente perigosíssimo para que a polícia atue com rigor exagerado, sem respeitar o estatuto da criança e do adolescente”, disse à Agência Efe Marcos Fuchs, diretor da ONG Conectas.

“Os menores hoje são 007, têm licença para matar. Por quê? Porque vão para a Fundação Casa, ficam preso um período e saem”, afirmou Chahin, que assumiu o cargo ontem após ser nomeado pelo governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB).

Para Fuchs, a declaração do delegado expressa um desejo anunciado pelo PSBD durante a campanha presidencial de 2014, de reduzir a maioridade penal.

Segundo o diretor da Conectas, as estatísticas não deixam dúvidas de que a delinquência de crianças e adolescentes não é o principal problema de segurança do Brasil e de São Paulo. “As crianças e adolescentes têm participação em menos de 1% dos homicídios ou delitos graves. Está se passando a falsa impressão de que em uma instituição de menores a pessoa terá uma vida privilegiada”, disse Fuchs.

Para o membro da ONG, o PSDB pode trazer ao Congresso essa agenda para reduzir a maioridade penal, levando em conta que “existe um bloco parlamentar de ex-delegados e ex-policiais”.

Chahin foi nomeado ontem como parte da nova equipe do secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, que inclui também o novo chefe da Polícia Militar, Ricardo Gambaroni.

O Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo também repudiou as declarações do novo chefe da polícia. “Em nenhum país em onde se reduziu a idade de imputabilidade penal o crime diminuiu. Esta declaração do delegado criminaliza os adolescentes e jovens e trata como marginais sobretudo os negros, pobres das periferias”, disse à Agência Efe Rose Nogueira, presidente do grupo.

Polícia Civil da Seccional de Santo André prende oito pessoas por dia em 2014 14

Polícia Civil prende oito pessoas por dia em 2014

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

Denis Maciel/DGABC

A Polícia Civil prendeu, em todo o ano passado, 3.038 pessoas na área da Delegacia Seccional de Santo André. Além do município homônimo, o território também abrange Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. O número equivale a pouco mais de oito prisões por dia. No mesmo período, foram registrados 100.893 boletins de ocorrência nos distritos policiais das quatro cidades, sendo que 2.785 casos foram esclarecidos. Isso representa aumento de 2,6% em relação a 2013. A quantidade de menores apreendidos chegou a 420.

Segundo o delegado seccional Luiz Carlos do Carmo, que assumiu o cargo em junho, a maioria dos mandados de prisão que foram cumpridos estão relacionados às ações realizadas pela Polícia Civil. Ele destacou a Operação 120 Dias, que teve início em agosto e atendeu 278 ordens judiciais.

“Fizemos um trabalho de inteligência na seccional, com o apoio do Ministério Público, para localizar os procurados. A maioria dos mandados expedidos envolvia crimes de homicídios e tráfico de entorpecentes, além de roubo e furto de veículos”, disse Carmo.

Durante o ano, 913 pessoas foram presas após solicitação da Justiça, crescimento de 4% em relação a 2013, quando esse número foi de 878. Também foram cumpridos 106 mandados de busca e apreensão.

O delegado avalia que o desempenho policial influenciou diretamente na redução de criminalidade e no aumento da sensação de segurança da comunidade. “Essas pessoas que foram presas estavam procuradas, e provavelmente, praticando algum delito. Agora, elas foram recolhidas na cadeia. Isso dá um impacto, pois a população de bem percebe que tem gente sendo detida e, assim, acaba se sentindo mais tranquila. Isso faz com que a polícia acabe tendo mais credibilidade e, por essa razão, começamos a receber mais denúncias anônimas, que são muito importantes para nos dar informações sobre o paradeiro de pessoas foragidas.”

Para combater o tráfico de drogas, foram feitas 360 apreensões em 2014. Carmo destacou, principalmente, o trabalho da Dise (Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes) em relação a esse tipo de ocorrência.
“O nosso foco é dar o máximo possível de prejuízo para o tráfico de drogas. Por isso é importante o trabalho dos agentes da Dise, que atuam em grandes apreensões. Outra coisa que estamos fazendo é levantar quem tem a maior lucratividade com esse tipo de substância, para ver quem são essas pessoas, se elas têm patrimônio e onde estão lavando esse dinheiro. Nós descobrimos todos os locais que funcionam como ponto de venda, mas os traficantes acabam migrando conforme vamos encontrando”, afirmou o delegado.

Outro problema do tráfico é a relação aos assassinatos que ocorrem na região. “Essas pessoas praticam homicídios relacionados à cobrança pela compra de drogas. Há também os casos de latrocínio (roubo seguido de morte), cometidos pelos viciados que querem levantar dinheiro para conseguir o entorpecente.”

VEÍCULOS
A Polícia Civil recuperou 3.243 veículos no ano passado, alta de 1,8% em relação aos 3.185 de 2013. Sobre esses números, o delegado destacou a Operação Desmanche, que lacrou quatro estabelecimentos ilegais na região. “Acabamos fiscalizando o comércio de peças usadas. A pessoa que ia até um local comprar acessórios ilegais deixou de ir. Isso diminui a força do crime”, comentou. Em fevereiro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sancionou lei que exige que os donos de desmanches sejam credenciados e comprovem a origem dos produtos vendidos.

A polícia é emprego; mais do que vocação, precisa de motivação…Não adianta trabalhar numa Polícia cujos chefes apenas chupam o seu sangue 31

motivação

Foi uma troca afoita e estranha do comando, por isso também estou com medo e apreensivo quanto ao nosso futuro, não sei se será sombrio, mas deverá ser turbulento pois está mais que na cara que a causa da queda do Grella foi a PM, afinal, a PM perdeu muito de seu prestígio e poder no comando do Grella, causa tristeza saber que agora voltamos a estaca zero, havia muitos projetos de revitalização, reestruturação e de recuperação da polícia civil, e agora foi tudo para água abaixo.