André Dahmer sob ameaça de perder o cargo de delegado por supostas fraudes em licitações no DIPOL busca antecipar aposentadoria 28

Fica André, a Polícia Civil precisa de delegados como você!

Ainda é muito jovem para vestir o pijama.

Processo:

 

1048605-10.2014.8.26.0053
Classe:Mandado de Segurança

Área: Cível
Assunto:Aposentadoria
Distribuição:
Livre – 18/11/2014 às 18:25
14ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes
Juiz:
Randolfo Ferraz de Campos
Valor da ação:
R$ 1.000,00

Imptte: André Dahmer

Petição Juntada
Nº Protocolo: WFPA.14.70039732-2 Tipo da Petição: Petição Intermediária Data: 02/12/2014 11:21
02/12/2014 Mandado Juntado
02/12/2014 Mandado Juntado
27/11/2014 Certidão de Publicação Expedida
Relação :0276/2014 Data da Disponibilização: 27/11/2014 Data da Publicação: 28/11/2014 Número do Diário: Página:
26/11/2014 Remetido ao DJE
Relação: 0276/2014 Teor do ato: Vistos. Defiro a liminar para o fim pleiteado (fls. 25, item “a)) e considerando o teor do art. 5º, XXXIII e XXXIV, da Lei Magna Federal, c.c. art. 114 da Lei Magna do Estado de São Paulo, pois há vários meses (março de 2013; fls. 41) solicitou a patte impetrante a emissão da certidão de tempo de contribuição com sua ratificação, sem resposta definitiva a seu respeito, fato este que lhe está a postergar eventual concessão da aposentadoria ou de abono de permanência com evidentes prejuízos de ordens variadas. A certidão deverá ser expedida e ratificada em até dez dias úteis. Notifique-se e intime-se para que se prestem informações no prazo legal e para cumprimento deste decisum, observadas as cautelas de praxe. Cientifique-se a FESP. Quanto ao pedido feito a fls. 26, item “a”, extingo o processo (primeiro, porque a SPPrev nem integra a relação processual por seu Diretor Presidente e segundo, porque ainda não há ato coator que lhe seja pertinente, sequer se tendo emitido ato administrativo contrário à aposentação da parte impetrante como por ela é postulada). Oportunamente, ao Ministério Público.

Luiz Flávio Gomes – Ninguém pode ser perdoado sem que se restitua o “roubado” 5

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Uma das provas de que nossas instituições estão anquilosadas reside no fato de que o Brasil repatriou, até aqui, pouco mais de 1% do dinheiro dos cleptocratas “corruptos” que aqui conseguiram fazer fortuna, se apropriando do alheio, levando (ou lavando) seus recursos para bancos no exterior (bancos esses que fazem parte de toda a engrenagem da corrupção mundial, na medida em que coloca no mercado financeiro legalizado, dando aparência de licitude, aquilo que tem origem suja, criminosa). Os dados são do delegado Ricardo Andrade Saadi, o diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, que coloca em dúvida a capacidade de o Brasil recuperar o dinheiro desviado e identificado na Operação Lava Jato no curto ou médio prazo (Estadão).

A “salvação [espiritual, como escreveu Padre Antonio Vieira; da nação, dir-se-ia em termos profanos e político-sociais] não será possível sem se perdoar o pecado e o pecado não pode ser perdoado sem que se restitua o roubado”. Que bom princípio seria (diante do escândalo da Petrobras), se começássemos por fazer com que tudo que foi roubado do patrimônio público fosse restituído pelos ladrões. Quem se enriquece indevidamente (se apropriando de bens alheios) deve ser privado do próprio. Concordo plenamente com o Papa Francisco quando disse que não basta “aos políticos, empresários e religiosos corruptos pedir perdão; eles devem ‘devolver’ à comunidade o que roubaram; os políticos corruptos, os empresários corruptos, os sacerdotes corruptos prejudicam os mais pobres; são os pobres que pagam as festas dos corruptos; são eles que pagam a conta”. E como pagam essa conta? Pagam, diz o papa, quando o dinheiro da corrupção faz com que falte aos pobres, por exemplo, hospitais e escolas dignas. Poderia ser mais claro (indaga o jornalista Juan Arias, doEl País)?

Ningum pode ser perdoado sem que se restitua o roubado

Com base nos viciados costumes sociais, políticos e mercantilistas tradicionais na nossa história, a sensação nítida que brilha como o sol do meio dia é a de que alguns donos do poder (plutocratas) concederam a si mesmos a liberdade impudica e despudorada para roubar impunemente (para praticar a cleptocracia). Por roubar, em sentido amplo, devemos compreender o corromper (e ser corrompido), o furtar, o extorquir, o parasitar, o se enriquecer ilicitamente etc. Em lugar da moral, prudência, moderação, trabalho, estudo, aplicação, dedicação e afinco (qualidades que constroem as boas e saudáveis sociedades), toda nossa história está paradigmaticamente marcada pela corrupção, temeridade, intemperança, ociosidade, ignorância, parasitismo, dissipação, ladroagem e degeneração.

Costumamos atribuir esses deploráveis vícios somente à política e aos políticos, porém, verdade seja dita, da arena política essas máculas saltaram também para as relações sociais (para a sociedade civil) e empresariais. Na verdade, há aqui um canal de dupla via, porque muitas vezes o desencadeador do malfeito é o particular ou a empresa, que acaba contagiando o mundo político (formando com ele uma simbiose maligna). De qualquer modo, não há como não reconhecer a singularidade cleptocrata do mundo político (feitas as ressalvas devidas), posto que autor privilegiado do extravasamento exuberante de todos os vícios citados, porque (ao longo da história) habituados à falsificação de atas e de urnas, à fraude da lei, às artificiosidades das chicanas judiciais, à traição dos amigos, à renegação dos princípios, ao rebaixamento dos níveis mínimos das posturas éticas, ao aviltamento dos costumes, resumindo toda a moral no triunfo e no bom êxito eleitoral, que se transformou de meio em fim (veja Jornal de Timon, de João Francisco Lisboa, p. 309-10).

Saiba mais

A cleptocracia indecorosa e degradante que assinala, tal como marca de ferro na testa, a vida política brasileira, irrigada pela infindável falta de escrúpulos de alguns mancomunados agentes econômicos e financeiros, conta com fronteiras cinzentas, surpreendendo a cada dia no avanço dos seus horizontes: os vícios e os crimes têm se multiplicado de uma forma espantosa e abominável, eliminando-se todo tipo de discernimento entre o lícito e o ilícito, entre o justo e o injusto, entre o moral e o imoral, tudo como fruto de um embotamento ético assaz preocupante. De vez em quando, particularmente quando o desvio do dinheiro público ganha dimensão estratosférica, quando se torna ostensivo ou abusivamente excessivo, o esquema adredemente planejado (de imunidade dos donos do poder) foge do controle. É nesse momento que as instituições brasileiras apresentam algum seletivo êxito (que acaba perdendo sua força inibitória quando visto no contexto geral da história).

Quando o malfeito é descoberto, toda a cumplicidade criminosa entre os partidos, os políticos, os altos executivos das empresas e o mundo empresarial-financeiro é posta em xeque. A moda do momento é romper o silêncio conivente por meio da delaçãopremiada que, de sobra, está sendo utilizada pelo poder punitivo para a restituição do dinheiro desviado (ou parte dele). Todos os seus resultados práticos são relevantes (quando produzidos dentro do Estado de Direito), mas especial atenção deve merecer a restituição do “roubado”. Quem se apropria do alheio deve ser privado do próprio (já dizia Beccaria, em 1764 – veja nosso livro Beccaria 250 anos, Saraiva -, que sinaliza e benfazeja a pena de empobrecimento como adequada para essas situações).

Quem desse tema também cuidou com acuidade invejável, no entanto, foi o Padre Antônio Vieira (1608-1697), autor de uma vastíssima obra moral-religiosa, de notável e distinguido cunho crítico. No seu festejado Sermão do Bom Ladrão, o autor nos deixou como legado um veemente discurso a respeito da ladroagem que grassava no Brasil do seu tempo (e que não se arrefeceu com o passar dos tempos). Para ele o ladrão que tem bens com que restituir o que roubou (como é o caso de todos aqueles que possuem contas bancárias na Suíça, por exemplo), toda a sua fé e toda a sua penitência não bastam para o salvar (espiritualmente), se não restituir. Recorda P. Antônio Vieira (segundo sua lógica moralista-religiosa) que nem mesmo Cristo, na cruz, prometeria o Paraíso ao ladrão sem que restituísse (podendo) o que surrupiou. Cristo, para Dimas, disse: Hoje serás comigo no Paraíso. Para Zaqueu afirmou: Hoje entrou a salvação nesta tua casa. A salvação do ladrão Dimas foi instantânea; a do larápio Zaqueu foi adiada. Qual a diferença?

P. Antônio Vieira explica: “Dimas era ladrão pobre e não tinha com que restituir o que roubara; Zaqueu era ladrão rico, e tinha muito com que restituir; Dimas era ladrão condenado, e se ele fora rico, claro está que não havia de chegar à forca; porém Zaqueu era ladrão tolerado, e a sua mesma riqueza era a imunidade que tinha para roubar sem castigo, e ainda sem culpa” (Sermão do Bom Ladrão, p. 27). Zaqueu somente foi perdoado quando prometeu restituir o roubado em quádruplo. Moral da história: “A salvação [do ladrão rico] não pode entrar [não pode acontecer] sem se perdoar o pecado, e o pecado não se pode perdoar sem se restituir o roubado”.

Como bem ponderou o Papa Francisco, já não é suficiente (aos católicos/crentes) pedir o perdão. É indispensável devolver o que foi “roubado”. Eu iria mais longe: além disso, ainda deveríamos tirar algo mais do corrupto, mais do que a devolução do “roubado”: temos que instituir a pena de empobrecimento que vai além da restituição (proporcional aos danos sociais causados para a comunidade). Por que a Justiça humana (civil) não faz isso? Por que não luta pelo empobrecimento do corrupto (incluindo muitos políticos) e dos corruptores (em geral agentes econômicos e financeiros)? Porque continuamos apegados a uma ideologia equivocada que acredita que a pena de prisão seja a solução para o problema de toda a criminalidade. Na verdade, acreditamos que cada crime merece um tipo de pena. No caso da corrupção, jamais a cadeia é a medida mais adequada (ressalvados casos de necessidade cautelar), sim, o empobrecimento (do corrupto e do corruptor).

O que está ocorrendo hoje? O corrupto e, eventualmente, o corruptor vão para a cadeia, cumpre um período de pena e saem ricos (com todas as suas contas na Suíça, que é o maior paraíso da lavagem de dinheiro no planeta). Juan Arias (no El País) escreveu: “o que os pobres [e os que não fazem parte da cleptocracia] mais criticam, é os condenados por corrupção nunca devolverem o que roubaram; os brasileiros são muito sensíveis a essa questão. Têm uma noção clara não só da forte impunidade vigente num país em que os corruptos são quase sempre absolvidos, mas também que aqueles que se apossaram ilicitamente do dinheiro público nunca serão destituídos de seus bens”. A quantidade de políticos presos nos últimos meses por corrupção ou desvio do dinheiro público para a compra de políticos venais é enorme (o prefeito de Veneza e outros 30 políticos, Berlusconi na Itália, vários políticos do PT no Brasil etc.). Mas isso não se traduz na quebra da crença generalizada de que os corruptos nunca (ou quase nunca) restituem o roubado.

Juan Arias (El País) completou: “O mundo de hoje necessita com urgência de vozes que falem sem diplomacia e com autoridade moral, como a do papa Francisco, capazes de interpretar não só a angústia daqueles que habitam o mundo da pobreza, que são metade da Humanidade, mas também os seus anseios por justiça, uma justiça que não discrimine, que se despoje de seu pecado de impunidade para os poderosos corruptos e que obrigue os que se enriqueceram ilegalmente a devolver o que não lhes pertence se quiserem ser absolvidos pela sociedade, que é o verdadeiro coração da política”.

P. S. Participe do nosso movimento fim da reeleição (veja fimdopoliticoprofissional. Com. Br). Baixe o formulário e colete assinaturas. Avante!

Luiz Flávio Gomes

Luiz Flávio Gomes

Professor

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]

BOMBA – Youssef delatou delegados e oficiais da PM – O futuro Delegado Geral poderá estar na lista da Lava Jato 18

Boa parte da cúpula da Polícia Civil e da Polícia Militar de São Paulo está tensa com a mudança do comando da Secretaria de Segurança Pública.

Já uma outra parte está mais tensa ainda com o que pode vir da delação premiada de Alberto Youssef.

Diante da apreensão de toda a contabilidade de suas operações ilícitas, ele entregou os nomes dos delegados e comandantes que lavavam dinheiro com ele.

A lista deve aparecer em breve, pois já foi encaminhada para o Poder Judiciário e MP do estado, no máximo até março quando o Ministro Teori Zavaski der andamento ao processo.

Quando isso acontecer, pode ser que delegados e comandantes recém nomeados se vejam no alvo da operação Lava Jato. Não terão nem tempo de esquentar a cadeira.

Até lá muita gente não dormirá tranquila , nem festejará Natal e Ano Novo.

Todos correndo aos paraísos fiscais tentando esconder os milhões de dólares  arrecadados em propinas e superfaturamento de licitações.

Quem viver verá!

Alckmin anuncia Alexandre de Moraes na Segurança Pública 31

Novo secretário de segurança de SP promete foco em redução de roubos

GUSTAVO URIBE
DE SÃO PAULO
PAULO GAMA
DO PAINEL

17/12/2014 09h50

O novo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quarta-feira (17) que os focos principais de sua gestão à frente da pasta serão a redução dos atuais índices de roubos e o combate ao crime organizado.

Em anúncio como novo titular da pasta, informação antecipada pela Folha, ele afirmou que pretende aumentar a interlocução da administração estadual com os governos federal e municipais na segurança pública e investir na área de inteligência policial.

“A maior interlocução das Polícias Militar e Civil com o Ministério Público e com o Poder Judiciário é importante para um combate efetivo ao crime organizado”, afirmou.

O novo secretário defendeu ainda que São Paulo tenha uma legislação própria na Segurança Pública. Segundo ele, a STF, em julgamento recente, abriu o precedente das Assembleias Legislativas legislaram sobre medidas relacionadas à área.

“Nós vamos apresentar ao governador [sugestão] para ele explorar essa possibilidade junto à Assembleia Legislativa de São Paulo para trazer um conjunto de mecanismos de combate à criminalidade, nos moldes do que foi feito na Europa”, disse.

Moraes também disse ser favorável ao veto pelo governador de projeto de lei, aprovado na Assembleia Legislativa, que proíbe o uso de bala de borracha pela Polícia Militar em manifestações populares.

Ele afirmou que o que deve ser coibido é o mau uso da bala de borracha e defendeu punição ao agente de segurança que utilizá-la de maneira equivocada.

” O tema em si é absolutamente legal. O que deve ser coibida é a má utilização da bala de borracha, assim como a má utilização da arma letal”, disse. “[A bala de borracha] é um instrumento de segurança pública que deve ser bem utilizado”, acrescentou.

Moraes foi secretário de Justiça de Alckmin no mandato anterior, indicado pelo então PFL. Também foi secretário municipal de São Paulo de Transportes e Serviços, na gestão de Gilberto Kassab, mas rompeu com o prefeito e deixou o DEM (partido que substituiu o PFL).

Juca Varella – 11.nov.2013/Folhapress
O novo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes
O novo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes

Ele faz parte de cota pessoal de Geraldo Alckmin. No caso do cartel do Metrô e da CPTM, defendeu o deputado Rodrigo Garcia (DEM), então secretário do Desenvolvimento Econômico.

Segundo interlocutores, Moraes estava inicialmente resistente a integrar o secretariado por causa das atividades com o escritório de advocacia.

De acordo com pessoas próximas ao governador, a boa relação de Alckmin e Moraes construída no período anterior se manteve mesmo com o ex-secretário fora do governo. O tucano costumava consultá-lo informalmente para assuntos jurídicos e relativos à segurança.

Na avaliação de interlocutores do governador, Alckmin tenta colocar na pasta alguém “mais dinâmico” que Grella.

A mudança teria como objetivo reduzir o número de roubos na cidade de São Paulo, que cresce há 17 meses na comparação com o ano passado.

Editoria de Arte/Folhapress

O atual titular do cargo, Fernando Grella, confirmou que foi convidado para assumir a Secretaria da Justiça, mas disse que recusou a proposta. “Eu fui convidado, agradeci, mas vou retornar ao Ministério Público”, alegou Grella. Ele ainda disse garantir que os índices de roubos cairão a partir do mês que vem.

NOVO MANDATO

Essa é a sexta substituição anunciada por Alckmin para o secretariado de seu novo mandato.

Na semana passada, o governador definiu novos nomes para as pastas de Recursos Hídricos e Fazenda.

Na segunda (15), o tucano anunciou a recriação da Secretaria de Governo e a extinção da pasta de Gestão. Definiu também o retorno de Edson Aparecido, que trabalhou na campanha eleitoral, para a Casa Civil.

Seu vice-governador, Márcio França (PSB), foi anunciado secretário de Desenvolvimento nesta terça (16).

DANÇA DAS CADEIRAS EM SÃO PAULO

RECURSOS HÍDRICOS

  • SAI: Mauro Arce
  • ENTRA: Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial das Águas e professor da USP

FAZENDA

  • SAI: Andrea Calabi
  • ENTRA: Renato Villela, ex-secretário da Fazenda do Rio de Janeiro na gestão Sérgio Cabral (PMDB)

GOVERNO (nova)

  • ENTRA: Saulo de Castro, que ocupava a Casa Civil

CASA CIVIL

  • SAI: Saulo de Castro
  • ENTRA: Edson Aparecido, deputado federal do PSDB que ocupava a pasta antes das eleições

DESENVOLVIMENTO

  • SAI: Nelson Baeta
  • ENTRA: Márcio França (PSB), vice-governador a partir de 2015

SEGURANÇA PÚBLICA

  • SAI: Fernando Grella
  • ENTRA: Antonio de Moraes, ex-secretário municipal de Transportes na gestão Kassab (PSD)