Drone despeja pacote de cocaína dentro de presídio de São Paulo 21

Drone despeja pacote de cocaína dentro de presídio de São Paulo

GIBA BERGAMIM JR.

FOLHA DE SÃO PAULO

09/03/2014  01h50

Um mini-helicóptero despejou um pacote com 250 gramas de cocaína no pátio do CDP (Centro de Detenção Provisória) 1, de São José dos Campos (a 91 km de São Paulo), na manhã de anteontem.

Comandado por controle remoto, o drone –veículo aéreo não tripulado– seguiu viagem e não foi mais visto.

Deixou para trás, no entanto, o pacote com a droga, que foi apreendido por agentes penitenciários.

A ação levou a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo a suspender as visitas que aconteceriam ontem num dos pavilhões da unidade.

O helicóptero foi visto no alto do presídio por funcionários do local por volta das 10h20. Eles viram também o momento em que a pequena aeronave deixou cair o pacote da droga.

Rapidamente, um grupo de detentos correu até o pátio de um dos pavilhões e pegou a “encomenda”.

Agentes entraram no pátio e apreenderam o pacote com a droga, que foi enviado para o Instituto de Criminalística para perícia.

Até a noite de ontem, nem a polícia nem agentes da secretaria haviam localizado o “piloto” que controlava o equipamento à distância.

A corregedoria dos presídios e a Polícia Civil investigam quem teria ordenado a entrega da cocaína.

Além do drone, pombos também já foram usados para entregar celulares encomendados por presos.

Advogado de Ferrarezi, Elias Antonio Jacob, afirma que a decisão do governo “é precipitada” 50

 ELPIDIO FERRAREZI

Demitido ex-delegado seccional de Santos

Publicado Por  | 07/03/2014 | 0

Ex-delegado Elpidio Ferrarezi Foto: TV Tribuna/Reprodução

Demissão teve como base condenação por corrupção e lavagem de dinheiro
O ex-delegado seccional de Santos Elpídio Laércio Ferrarezi foi demitido ontem dos quadros da Secretaria da Segurança Pública (SSP) com base em acusações por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Em 15 de outubro de 2012, ele foi condenado a 10 anos e oito meses de prisão pela 1ª Vara Criminal de Bertioga.
O advogado de Ferrarezi, Elias Antonio Jacob, afirma que a decisão do governo “é precipitada”, uma vez que o recurso contra a condenação ainda está sendo analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
Ex-delegado Elpidio Ferrarezi
Foto: TV Tribuna/Reprodução

As investigações do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) sobre Ferrarezi começaram em 2007, após o ex-delegado Roberto Conde Guerra denunciar, em seu blog, corrupção policial na exploração de máquinas de caça-níqueis na Baixada Santista.

Conforme concluiu o juiz Rodrigo de Moura Jacob, da 1ª Vara Criminal, Ferrarezi utilizou dinheiro captado de forma ilícita, na época em que foi delegado titular de Bertioga, para adquirir, em 2001, uma casa de alto padrão em Bertioga, utilizando-se de ajuda da filha, a advogada, Carla Abibe Ferrarezi Martinez, que teria dissimulado a aquisição. Ela foi condenada a oito anos e quatro meses de prisão.

De acordo com a denúncia formulada pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Núcleo Santos, Carla atuou como testa-de-ferro de seu pai e, ambos previamente conluiados com um empresário, se valeram de dois “laranjas” para ocultarem a propriedade da mansão. Para tanto, segundo os promotores, confeccionaram falsos instrumentos de compra e venda, fraudes que foram verificadas quando um dano ambiental foi  na descoberto na construção da casa.

Para o juiz Rodrigo Jacob, “as conseqüências do crime foram nefastas, pois, a sociedade além de não ser protegida pela autoridade policial, ainda tinha que conviver com delegado corrupto, que mancomunado com sua filha ocultou e dissimulou a origem de seus rendimentos”.

Defesa

O advogado de Elpídio Ferrarezi e Carla Ferrarezi, Elias Antonio Jacob, sustenta que as penas são injustas e “estratosféricas”. Jacob argumenta que o terreno da casa foi comprado por R$ 60 mil por Carla e que a construção não passou de R$ 200 mil, valores que eram compatíveis com a renda dela na época. Para o defensor, a valorização do imóvel ao longo dos últimos anos não pode ser motivo para a condenação de seus clientes. Fonte: Diário do Litoral

– See more at: http://jornaldabaixada.uol.com.br/?p=21893#sthash.LU4P62Fu.dpuf

Todo brasileiro tem o direito de matar uma pessoa na vida 42

Enviado em 07/03/2014 as 23:07 – eduardofiguer

Lendo a matérua de J. Alkimin lembrei-me da fala indignada de um cidadão – usuário da repartição em que eu trabalhava – com um terceiro que desrespeitava seus direitos. Segundo ele, todo brasileiro tinha o direito de matar uma pessoa na vida. A sua afirmação levava em conta os casos de homicídios sem cobertura da imprensa, homicídios “normais” do cotidiano. É verdade, a sensação que se tem é a de que nada acontece, sequer se descobrem os autores.
Quantos homicídios são praticados por dia? Quantos são elucidados?
Pois é! A ganancia sanguinária do “Serial do Brás” foi decisiva para o seu insucesso. Ele tinha o “direito” de matar só um, mas ele foi “olho grande” bem no Centro de Säo Paulo…. Aí serviu de “boi-de-piranha” para autoridade televisiva…
Se o agora “Serial do Brás” tivesse parado no saxofonista, certamente, nada teria sido descoberto…

MACHISMO NA POLÍCIA 35

JOSIAS ALVES
6 DE MARÇO DE 2014 ÀS 12:23

As raras indicações de mulheres para altos cargos de chefia nas instituições policiais são exceções que só confirmam a regra

Passados quase 60 anos em que as primeiras mulheres foram admitidas no Corpo Feminino da Guarda Civil do Estado de São Paulo, em 1955, as instituições brasileiras de segurança pública ainda estão muito distantes de oferecer igualdade de oportunidades para homens e mulheres. Na carreira, ainda marcadamente masculina, as mulheres policiais sofrem com a falta de reconhecimento profissional, além de discriminação e preconceito, mais acentuados que na maioria de outras carreiras do serviço público e também na iniciativa privada.

Na Polícia Militar, onde o ingresso de mulheres ocorreu a partir da década de 70, os obstáculos começam no acesso à carreira, com a limitação de percentual de vagas que podem ser preenchidas por mulheres a cada concurso público.

A última edição da “Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública”, realizada anualmente pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, com dados de 2011, sobre a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros de todo o País, mostrou que em 24 unidades da federação o percentual de mulheres no efetivo das policiais militares era inferior a 12%. Em alguns estados, como CE, MA, PR, RN e SC a participação feminina no efetivo da PM é inferior a 6%. Na maioria dos estados, a proporção dos efetivos dos Corpos de Bombeiros Militares, de acordo com o sexo, é similar ao das Polícias Militares.

É previsível que a proporção de mulheres que alcançam os postos mais graduados na carreira da PM também seja ínfima. Em poucos estados, o percentual de mulheres no quadro de oficiais foi superior à proporção de policiais militares do sexo feminino em relação ao efetivo total das corporações. Em MG, um dos maiores índices, a mulheres ocupam 21% do quadro de oficiais, enquanto a proporção de praças femininas é de 8%.

No ano passado, a coronel Cláudia Romualdo foi a primeira mulher, nos 238 anos de história da PM de Minas, a assumir o comando de policiamento da capital, a quarta posição mais importante na hierarquia da corporação. O fato inédito tornou-se destaque na mídia. Já na PM do Ceará, o percentual de oficiais do sexo feminino era de apenas 3%, índice similar a outros estados do Nordeste. Faltam reportagens que mostrem a realidade de preconceito por gênero que persiste nos bastidores das instituições policiais.

A pesquisa da Senasp também mostrou que na Polícia Civil, onde não limitação de vagas para mulheres, a participação feminina é mais expressiva: em apenas sete estados, o percentual de mulheres policiais civis é inferior a 20% do efetivo total. No AM, GO, MT e SC, essa participação já ultrapassa os 30%.

Outro estudo nacional inédito sobre o tema, denominado “Mulheres nas instituições de segurança pública”, divulgado no ano passado, também elaborado pela Senasp, que incluiu pesquisas quantitativas com mais de 6 mil profissionais do sexo feminino de todo o País, além de entrevistas individuais, com policiais civis, militares e peritas criminais, detalhou os obstáculos enfrentados pelas mulheres policiais nas relações cotidianas.

A rejeição de mulheres para o desempenho de determinadas atividades, a recusa de alguns policiais a trabalhar com colegas do sexo feminino, as ‘piadinhas’ e ‘gracejos’, episódios de constrangimentos, humilhações, assédio moral e sexual, a falta de equipamentos de proteção individual, como coletes a prova de balas e de uniformes na modelagem feminina, a infraestrutura inadequada de instalações em delegacias e batalhões, como a inexistência de banheiros e vestiários exclusivos, entre outros problemas, foram relatados pela pesquisa.

Se na PM a restrição para ingresso é explícita, em outras instituições, como Polícia Civil e Polícia Federal, os obstáculos decorrentes da discriminação com base em gênero (embora dissimulada) são informais, como o chamado “teto de vidro”, a aparente igualdade de oportunidades de ascensão na carreira, que na prática impede o acesso das mulheres às funções mais elevadas da hierarquia policial.

A expressão foi citada na pesquisa acadêmica “As Delegadas de Polícia de São Paulo: profissão e gênero”, dissertação de mestrado em sociologia, elaborada por Maria Natália Barboza da Silveira, em 2009, na Universidade Federal de São Carlos.

As raras indicações de mulheres para altos cargos de chefia nas instituições policiais são exceções que só confirmam a regra. Os casos isolados sempre ganham destaque na mídia, como da delegada Marta Rocha, a primeira mulher a se tornar chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, cargo que ocupou de 2011 até janeiro deste ano, quando anunciou sua saída, para disputar as próximas eleições.

Em 2009, o jornal The Guardian publicou um longo texto, sob o título “Feminismo e M-16s: Como as mulheres estão transformando o machismo na polícia do Rio”, destacando a atuação de policiais femininas e em operações de combate ao tráfico de drogas e de armas na cidade, bem como a nomeação de algumas mulheres para cargos de chefia na Polícia Civil daquele estado.

“Em um país onde ser policial há muito tempo é considerado trabalho de homem, a linha de frente da guerra da droga do Rio – um mundo de sangue, suor e balas que deve estar entre os mais machistas do planeta – é um cenário improvável para uma revolução feminista”, diz um trecho da matéria. “Mas as mulheres brasileiras estão abrindo caminho nesta profissão dominada por homens”, exagerou Tom Phillips, correspondente do jornal britânico no Rio.

Na Polícia Federal, embora não existam pesquisas sobre o tema, os números indicam que o “teto de vidro”, de fato, é uma barreira invisível que também existe no órgão e impede as mulheres de chegarem aos cargos mais elevados na hierarquia.

De acordo com o último boletim estatístico de pessoal, de novembro do ano passado, divulgado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), as servidoras que ocupam cargos da carreira policial na PF correspondem a 13,8% do efetivo total dos 11,3 mil policiais da ativa. Somado ao número das que ocupam cargos administrativos, na PF as mulheres perfazem o total de 2,3 mil.

No entanto, de acordo com dados disponíveis no site, no início de março, de 23 cargos de chefias nos órgãos centrais da PF, em Brasília, apenas quatro eram ocupados por mulheres. Dentre os 27 superintendentes regionais, cargos máximos da instituição nos estados e Distrito Federal, não há uma única mulher. Nas 97 unidades descentralizadas espalhadas por todo o País, apenas cinco mulheres ocupam as chefias. Por esta amostragem, que reflete a realidade atual no órgão, as mulheres ocupam apenas 6% das funções de chefia na PF.

O “teto de vidro” – que reflete o domínio masculino na PF – parece ainda mais blindado se considerado apenas o número de delegados, categoria que se autodenomina “classe dirigente”, embora a Constituição não estabeleça exclusividade do cargo para ocupação de funções de direção, de livre nomeação. As delegadas correspondem a 15,7% do número total de atuais 1,7 mil servidores, de ambos os sexos, no cargo de delegado da PF. Ou seja, o percentual de mulheres é mais que o dobro daquelas que ocupam cargos de chefia.

Na PF, o domínio masculino tem raízes históricas. Prestes a completar 70 anos, o órgão foi dirigido por coronéis e generais, por quatro décadas, até 1986, quando assumiu o delegado de Polícia Civil de São Paulo e depois senador Romeu Tuma, falecido em 2010. Um coronel foi o último militar que ocupou a direção geral da instituição, até 1995. Desde então, a PF passou a ser dirigida apenas por delegados, todos do sexo masculino, inclusive o atual diretor geral.

A discriminação começa a partir da seleção das futuras policiais. No último concurso, realizado no ano passado, a intervenção do Ministério Público Federal impediu que candidatas fossem eliminadas no teste em barra fixa, na modalidade dinâmica, cujas exigências são as mesmas para homens e mulheres. A direção da PF se viu forçada a fazer alterações de última hora no edital, embora desde 2006 os exames de aptidão física dos concursos da PF vêm sendo questionados pelo Ministério Público Federal.

Para o MPF/DF, os requisitos são discriminatórios e inconstitucionais porque a PF tem desconsiderado a “notável disparidade de potência muscular entre homens e mulheres”. Na percepção machista dos gestores da PF, predominante nas Forças Armadas, o requisito da força física ainda parece ser tão importante quanto capacidades e habilidades intelectuais, nas quais as mulheres concorrem em condições de igualdade com os homens.

Na Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde as mulheres representam 9,5% do total do efetivo de policiais da ativa, a situação não é muito diferente.

Já no Ministério da Justiça, duas mulheres ocupam cargos importantes na estrutura hierárquica da pasta, à qual estão subordinadas a PF e a PRF: Márcia Pelegrini, secretária executiva e Regina Miki, secretária nacional de Segurança Pública.

Os números revelam que as instituições policiais brasileiras não incorporaram, de fato, mudanças em suas políticas e estruturas para o aproveitamento pleno do potencial de trabalho, da facilidade de planejamento e organização, da capacidade intelectual e crítica das mulheres.

Assim como em outras carreiras profissionais, em que as mulheres também são vítimas de preconceito e sofrem as conseqüências da discriminação por gênero, as policiais brasileiras têm pouco a comemorar e muito a reivindicar. Para que a igualdade entre homens e mulheres, no acesso e desenvolvimento das carreiras profissionais, ultrapasse o discurso acadêmico e a retórica política, é fundamental que não sejam lembradas apenas no “Dia Internacional da Mulher”

http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/132314/Machismo-na-pol%C3%ADcia.htm

Soldados, cabos e sargentos querem desmilitarização para que seja criada uma nova polícia. PEC 51/2013 tramita no senado. 62

Enviado em 07/03/2014 as 10:17 – RODRIGO

Soldados, cabos e sargentos querem desmilitarização para que seja criada uma nova polícia. PEC 51/2013 tramita no senado.

i

O fim da Polícia Militar para dar lugar à criação de uma nova polícia é defendido por cabos, soldados e sargentos da corporação em todo o País. Pode parecer contraditório os próprios policiais serem a favor da desmilitarização. Mas, segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados do Espírito Santo (ACS-ES), Flávio Gava, a organização militar gera insatisfação entre os que ingressam na corporação como praças, principalmente, cabos, soldados e sargentos.

A desmilitarização é um dos pontos defendidos pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 51/2013, que hoje tramita no Senado e propõe ainda o fim da divisão do trabalho policial, em que a Polícia Civil investiga, enquanto a Polícia Militar realiza o policiamento preventivo. Segunda a proposta, toda polícia deve ser de natureza civil e realizar o ciclo completo, que é prevenir e investigar. De acordo com Gava, cerca de 95% dos praças apoiam a PEC 51, que também sugere a carreira única nas polícias, o que acabaria com a divisão entre praças e oficiais. “O fato de não existir uma carreira única cria um monte de conflitos internos nas instituições. Na carreira única, a hierarquia permanece, só que ela é baseada numa quantidade menor de postos. Além disso, só vai haver uma porta de entrada para a carreira policial, diferentemente do que ocorre hoje, pois há dois concursos públicos para entrar na mesma instituição”.

O diretor jurídico da Associação Nacional de Praças, sargento Jean Ramalho Andrade, afirmou que a maioria dos praças no País é favorável à PEC 51. “Somos a favor da criação de uma polícia estadual, que vai ter o braço ostensivo e investigativo, só que num único corpo. Ainda que se possa ter hoje um trabalho conjunto entre Polícia Civil e Polícia Militar, ainda fica muito aquém do desejado pela sociedade”.

O professor de Direito Penal Clécio Lemos também defende a desmilitarização e a carreira única na polícia. “A estrutura militarizada provoca uma mentalidade de dominação, patente baixa obedece patente alta, e qualquer tentativa de mudar isso gera alta repressão. Isso é ruim para os policiais de patentes baixas (que são a imensa maioria), porque são docilizados de forma ameaçadora”.

FONTE – A TRIBUNA

Notícia antiga, mas oportuna: Cães fardados invadiram Fórum ameaçando Juiz que condenou meganhas ladrões 21

JUIZ DESACATADO

PMs invadem Fórum após condenação de colegas

Por Flávio Rodrigues

Uma tropa de policiais militares armados de fuzis e metralhadoras, invadiu o Fórum da comarca de Rondon do Pará (PA), a 550k de Belém, na terça-feira (22/9), após a publicação de sentença condenando três integrantes da corporação. Os PMs Sandro Fabiano, André Sosinho e Pablo Kadide foram condenados pelos crimes de concussão, abuso de autoridade e de tortura. A Sentença que provocou a reação dos companheiros de farda dos condenados foi proferida pelo juiz Gabriel Costa Ribeiro.

Nesta quarta feira (23/9), o juiz Gabriel Costa Ribeiro ordenou a prisão preventiva do capitão Deyvid Sarah Lima, comandante do Destacamento de Polícia Militar do município de Rondon do Pará e responsável pela invasão do forum. Lima foi preso na noite desta quarta-feira e encaminhado ao Comando de Policiamento Regional (CPR II) da Polícia Militar do Pará, em Marabá. O juiz também determinou a abertura de inquérito pela Delegacia de Policia Civil local para apurar a responsabilidade criminal pela invasão, desrespeitando autoridades constituídas, além de intimidação ao promotor de justiça, servidores do Judiciário, advogados e jurisdicionados.

O capitão Deyvid Sarah Lima comandou pessoalmente a invasão ao Forum. De acordo com ofícioenviado ao presidente da Associação dos Magistrados do Pará, pelo juiz Gabriel Costa Ribeiro, os PMs entraram no local “visivelmente exaltados e em manifesto ato de censura à autoridade do Juiz, de maneira especial, e do Poder Judiciário, de maneira geral”.

Temendo agressão física, verbal, ou até mesmo ser morto pelos invasores, o juiz trancou-se em seu gabinete de trabalho. Em entrevista ao Consultor Juridico, Costa Ribeiro disse que os fatos só não progrediram para um desfecho trágico, porque “não foi oferecida qualquer resistência à truculenta ocupação Militar do fórum de Rondon do Pará”. Um promotor de Justiça presente no momento da invasão convenceu os militares de que o juiz não mais se encontrava no fórum. Somente depois disso, os policiais se retiraram do prédio.

Procurada pela reportagem da Consultor Jurídico, a Polícia Militar do Estado do Pará, não se manifestou sobre o caso.

Clique aqui para ler o ofício regidido pelo juiz.

http://www.conjur.com.br/2009-set-24/pms-invadem-forum-condenacao-colegas-trabalho

Delegado da Polícia Civil em Santos (SP) é demitido a bem do serviço público por corrupção e lavagem de dinheiro 56

Cássio Andrade
Notícias da Baixada

06/03/2014

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O ex-delegado seccional da Polícia Civil em Santos  e região Elpídio Laércio Ferrarezi foi demitido a bem do serviço público  –  por decreto do governador Geraldo Alckmin  –  com fundamento na  condenação criminal  a dez anos e oito meses de prisão por falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro.

Ele foi acusado de construir uma mansão com dinheiro de origem ilícita e ocultar sua propriedade usando uma das filhas –também punida– como testa de ferro.

Segundo denúncia feita em 2007  por promotores de Justiça do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público Estadual) em Santos, Ferrarezi mandou construir uma casa avaliada em R$ 1,2 milhão na Riviera de São Lourenço, em Bertioga (103 km de São Paulo). Na época das obras, no início da década passada, ele recebia salário bruto de R$ 5.400.

O juiz da 1ª Vara Judicial de Bertioga, Rodrigo de Moura Jacob, que proferiu a sentença, também determinou que Ferrarezi  perdesse  o cargo de delegado de polícia e que o imóvel seja revertido para o governo federal.

Um problema ambiental na construção levou à descoberta de fraudes, de acordo com o juiz. Ao se averiguar a quem pertencia o imóvel, descobriram-se falsos instrumentos de compra e venda pelos quais um dos proprietários seria o office-boy da construtora responsável pelo empreendimento.

Na sentença o Juiz mencionou 37 vezes os relatos da testemunha Roberto  Conde Guerra .  As investigações começaram após o delegado  Guerra denunciar um suposto esquema de corrupção policial em benefício de jogos ilegais na região da Baixada Santista.

Um detalhe, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou diversos inquéritos e processos administrativos em desfavor da testemunha arrolada pelo Ministério Público; sob a alegação de crimes contra a honra de Elpídio.

Guerra , além de punido com uma remoção compulsória , foi demitido a toque de caixa ; enquanto que a demissão do ex-seccional foi  postergada por quase sete anos.

Elpídio Ferrarezi é sogro do ex-secretário estadual de Educação e atual prefeito de Santos , Paulo Alexandre Barbosa ( PSDB ).

Snap 2014-03-06 at 04.31.31

POLÍCIA QUE PRENDE POLÍCIA MERECE MORRER – O Flit não é do PCC…O Flit não é de ninguém…Mas polícia que prende ou fode polícia – especialmente um aposentado – tem que tomar tiro na cara 92

Enviado em 05/03/2014 as 0:25 – PQP

ESSE FLIT É DO PCC? NUNCA LI TANTA MERDA!

 

—————————————————-

 

Bando de filho da puta…A lei é para os inimigos ou antipáticos , não tem cabimento prender um policial aposentado pelo simples fato de ele trazer consigo um revolver não registrado.

Por isso vamos repetir: POLÍCIA QUE PRENDE POLÍCIA MERECE MORRER!  

Assina:Roberto Conde Guerra

 

Diferenças entre policiais civis e militares…( Segundo a visão de leitor do Flit; em resposta ao Sargento no Comando ) 151

Enviado em 04/03/2014 as 18:34 – verdade verdadeira

DIFERENÇAS REAIS (NÃO PAPO FURADO) ENTRE AS POLÍCIAS CIVIS E MILITARES:

POLÌCIAIS CIVIS:

– Gente da sociedade, de todos os níveis;
– Pessoas que se sustentam com os próprios recursos;
– Pessoas inteligentes, com QI ligeiramente elevado;
– Pessoas independentes. “Não precisam de muletas”.

POLICIAIS MILITARES:

– Gente frustrada, na maioria das vezes das classes mais baixas da população;
– Pessoas parasitas. Desde a Academia, comem e se vestem às custas da sociedade;
– Pessoas com caráter deformado: escondem-se atrás de uniformes e armas;
– Pessoas dependentes: não têm coragem. Agem em bando.

 

————————————————

 

Enviado em 04/03/2014 as 15:47 – SARGENTO NO COMANDO

Vou ser promovido a Sub- Tenente agora em abril, quanto a Polícia Civil, o governo deixou claro que não terão nenhum reajuste em 2014, vão ficar literalmente a ver navios, chupando dedos.

Diferença entre Polícia Militar e Polícia Civil:

Polícia Militar:

– Organizada;
– Efetivo de mais de 100 mil homens;
– A maioria são jovens até 40 anos;
– Temos plano de carreira;
– Disciplina;
– Horários de trabalho digno;
– Somos bem comandados;
– Assistência saúde e escolar;
– Estrutura perfeita;
– Salário digno;
– Aposentadoria especial;
– Operação delegada;
– Auxílio alimentação R$580,00;
– Somos unidos;
– Temos poder político;
– O governo depende nos para tudo.

Polícia Civil:

– Desorganizada;
– Efetivo é uma piada;
– Ninguém sabe ao certo a função;
– 70% do efetivo são velhos de 60 anos;
– Mal distribuída;
– Trabalham igual mula, sem horário para o lazer;
– Polícia sem estrutura;
– Apenas os delegados ganham bem;
– Aposentam velhinhos;
– Desunidos;
– Sindicatos ridículos e fracos;
– Nada de influencia política;
– O governo nem liga pra vocês, qualquer coisa chama a PM.

 

_____________________________________________________________________

PM vem aqui escreve o que bem entende , mas não aceitam retorsão .

Como disse o nosso leitor PC FALIDA : “Discutir com petista (e PM) é igual jogar xadrez com pombo… ele derruba as peças, caga no tabuleiro e sai de peito estufado cantando vitória”…

O PCC faz com PM aquilo que a PC nunca fará aos meio-irmãos: atira na cara e após desarma!…( Não é sem motivo que tem que diga: PM bom é PM morto ! ) 71

Enviado em 04/03/2014 as 17:08  – realista

Tenho um amigo que hj está aposentado e continua andando armado, continuava, a PM o pegou maquinado e o conduziu preso e algemado pra delegacia. Detalhe no chiqueirinho dos caras! Outrora esse amigo, agetel, era bravo, PMada não tirava casca no plantão deste quando este fazia atendimento. Mas aposentou, né…

DEBATE – Por que o policial civil sempre se diz passado pra trás ? 50

DR. GUERRA,

SOLICITO AO DR POR GENTILEZA, PUBLIQUE O TEOR ABAIXO, NÃO PARA DAR PUBLICIDADE AO SINDICATO QUE ELABOROU O TEXTO ADIANTE, MAIS PARA ENSEJAR O DEBATE ENTRE O COLEGAS, AFINAL, A PM ESTÁ GANHANDO QUASE O TRIPLO DA NÓS AO QUE SE REFERE AO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO, ENTRE OUTROS BENEFÍCIOS, COMO TRABALHAR NO DIA DE FOLGA, PROMOÇÕES, ATIVIDADE DELEGADA, ETC… OS POLICIAIS QUE NÃO FORAM CONTEMPLADOS COM O NU, CARECEM DE UMA ATENÇÃO POR PARTE DO DELEGADO GERAL, POIS A MAIORIA ESTÁ SEM ESTIMULO.  FOI DADO OS 7% LINEAR A TODAS AS CARREIRAS, ENTRETANTO REDUZIU-SE PALA METADE O AUXILIO ALIMENTAÇÃO.

FONTE: WWW.SIPOL.COM.BR

SEGUE O TEOR:

DELEGADO GERAL DE POLÍCIA E REESTRUTURAÇÃO.

Desde o início da denominada Operação Blecaute o SIPOL Prudente vem apoiando irrestritamente sua Excelência o Delegado Geral de Polícia e seus esforços no sentido de esculpir uma Polícia Civil mais equitativa.
O decurso do tempo vem a cada dia se traduzindo em cobranças oriundas de nossas bases e de todo o Estado sobre o posicionamento da Administração em face da REESTRUTURAÇÃO da Polícia Civil.
Tema que por tantos anos foi título dos inúmeros artigos por parte das Entidades, e de promessas e compromissos por parte da Administração e que foi novamente trazido à baila com ímpar propriedade e seriedade pela Administração atual.
Tudo, principalmente na política financeira do Estado, corre em um tempo diferente do nosso interesse.
As reuniões, tratativas, seguem um ritmo temporal totalmente contrário ao que entendemos como razoável.
Algumas Entidades consideram uma vitória o Nível Universitário e a Carreira Jurídica. Outras Entidades consideram vitória apenas a Carreira Jurídica. E há aquelas que nem isso considera como vitória.
Quem não as considera uma vitória pergunte ao irmão carcereiro e agente policial o que pensam do assunto.
Todos poderiam reavaliar e lapidar seu conceito de vitória. Pois a vitória nunca vem inteira, e nem é simplesmente conquistada.
Ela é construída.
E não é construída em um ou dois anos. Quanto tempo Investigadores e Escrivães espernearam para ganhar, no mínimo, o mesmo que os Agentes de Telecomunicações? Por quantos anos vivenciamos a injustiça de termos um salário praticamente igualado aos recém ingressos na Polícia Civil?
Não se trata, em absoluto, de comemorar uma conquista que alguns consideram pequena. Trata-se de reconhecer que foi um passo. E reconhecer que foi um passo, não significa parar de caminhar.
Significa gratidão.
Um sentimento que tem o condão de estimular quem lutou e conseguiu esse pouco, para que continue lutando para conseguir mais um pouco e mais. O contrário da gratidão é trabalhar contra si próprio. É ser usado a cabresto por meros desabafadores e ressentidos com a Polícia Civil.
Assim sendo, com erros e acertos, reafirmamos nosso total apoio a todos os Policiais Civis do Estado de São Paulo e em especial ao Delegado Geral de Polícia e esperamos para o mais breve possível sejam as Entidades de Classe recebidas para tomar conhecimento das propostas de reestruturação.
É mais que uma necessidade premente de toda a base do SIPOL e de todos seus leitores no Estado de São Paulo receber essas informações o mais rápido, dentro do possível, e da conveniência e oportunidade política e administrativa.

Cão fardado apronta no interior de delegacia e acaba preso por porte ilegal de arma , desacato e lesão corporal 69

Policial militar e civis brigam dentro de delegacia no Bairro Carlos Prates
PM iria depor no local, mas esqueceu a intimação. Como os policiais civis se recusaram a atendê-lo, o militar teria partido para cima deles

João Henrique do Vale

Um policial militar se desentendeu com policiais civis na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Carlos Prates, Região Noroeste de Belo Horizonte. O PM acabou detido por estar com o porte de arma vencido. No tumulto, um capacete teria sido arremessado e uma escrivã foi atingida. Várias viaturas das duas corporações estão no local por causa da confusão.

De acordo com o tenente-coronel Helbert Figueiró de Lourdes, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, o tumulto começou quando o militar chegou na delegacia para ser ouvido sobre uma acusação de abuso de autoridade. Ele esqueceu em casa o papel da intimação, que mostra o local e a pessoa que iria fazer o interrogatório, e por isso não foi atendido. “Ele veio para ser ouvido sobre uma ocorrência em que um estelionatário foi preso e fez algumas alegações contra o policial. Na versão do militar, os funcionários da secretaria recusaram a atendê-lo. E teria começado o tumulto”, explica o tenente-coronel.

Conforme Lourdes, o PM alega que os policiais civis teriam o agredido. “Ele alega que sofreu agressões e os policiais civis o acusam de desacato e tentativa de agressão. As versões serão colocados no papel e vamos apurar certinho para ver o que aconteceu”, afirma. O policial militar acabou detido por porte ilegal de armas, já que a licença dele para portar o armamento estava vencida. Várias viaturas da Polícia Militar foram para a delegacia. Neste momento, o PM é ouvido na delegacia para prestar esclarecimentos.

De acordo com delegado Vicente Ferreira Guilherme, chefe da Divisão de Fraudes do Departamento de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, os policiais civis contaram uma outra versão sobre o caso. “Ele teria se exaltado e tentou tirar a arma da cintura, mas acabou contido pelos policiais. Nervoso, pegou um capacete e jogou. O objeto atingiu uma escrivã”, disse.

O militar deve ser indiciado por falsa comunicação de crime, pois acionou a PM dizendo que havia sido roubado na delegacia. Também por porte ilegal de arma, já que o revólver calibre 38 dele estava com a licença vencida, desacatado e lesão corporal.

Cães fardados invadem delegacia para resgatar sargento que pretendia forjar um flagrante de embriaguez ao volante…( Oficiais do Acre são adestrados no Barro Branco ) 83

Homens do Bope invadem delegacia para resgatar sargento preso no AC

Sargento da PM foi preso por delegado da Polícia Civil.

Mais de 50 homens armados, alguns com fuzis, resgataram o colega.

PASMEM: Para o comandante geral da Polícia Militar, cel José dos Reis Anastácio, apesar da confusão entre as instituições, não há crise.

Do G1 AC

Um sargento da Polícia Militar do Acre foi preso por um delegado da Polícia Civil, na noite deste sábado (1), por falso testemunho e desobediência, em Rio Branco. Para realizar o resgate do policial preso, ao menos 50 homens da PM e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) fortemente armados invadiram a Delegacia de Flagrantes (Defla) causando confusão no local.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Leonardo Santa Bárbara, tudo começou quando um condutor teria sofrido um acidente de carro por volta das 15h30. Após receber atendimento médico, ele havia sido conduzido à delegacia por dirigir embriagado, às 19h30. O sargento, que registrou a ocorrência, contou ao delegado que o conduzido se recusou a fazer o teste do bafômetro.

“Eu perguntei ao sargento se ele teria o material naquele momento e determinei que ele fizesse o teste no conduzido. O sargento disse que não iria fazer. Eu pedi para constarem a recusa do policial e passei a fazer o procedimento do flagrante. Como autoridade policial, estava questionando sobre o ocorrido, ele se recusou e disse que não iria assinar. Então dei voz de prisão”, conta o delegado

Ao tomarem conhecimento do caso, policiais militares invadiram a delegacia. O tenente-coronel Márcio Alves, comandante da Companhia Estadual de Trânsito, foi apontado como o responsável pela invasão e resgate do PM preso. Imagens gravadas pelos próprios policiais mostram agressões e chutes no momento do resgate.

O que pensam as autoridades
O delegado de Polícia Civil, Alcino Júnior, qualificou o ato como ‘coorporativismo maléfico dentro da segurança pública’.  “Infelizmente gera uma crise. A gente não pode esconder. Quebraram a delegacia. O coronel Márcio chegou em uma situação que estava sendo resolvida, determinou que o preso fosse retirado daqui. Os policiais militares estavam em maior número, inclusive com fuzis, e nós iremos tomar as medidas. Nós temos um foragido”, disse.

Segundo Rafael Pimentel, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Acre, medidas judiciais serão tomadas. “O grupo, que deveria gerar segurança, traz a insegurança para dentro da delegacia. Dessa forma, a associação tomará tanto as medidas judiciais, como também atuará incisivamente para cobrar a punição e atuação do Estado nesse caso”.

Os policiais militares e do Bope que participaram da confusão procuraram o comando geral da PM. Minutos depois, chegaram o comandante coronel José Anastácio e o secretário de Segurança Pública, Renir Graebner, que fizeram uma reunião a portas fechadas, para discutir o caso e decidir que providências serão tomadas.

“Fizemos uma reunião imediata exatamente para resolver a situação. As instituições estão acima de qualquer desentendimento. A situação está superada e os fatos serão apurados e depois divulgados” afirmou o secretário de Segurança Pública Ildor Reni Graebner.

Para o comandante geral da Policia Militar, cel José dos Reis Anastácio, apesar da confusão entre as instituições, não há crise. “Esses são fatos que não podem interferir nas instituições. Elas voltam a funcionar dentro da normalidade. As apurações continuam, o incidente já aconteceu. Não há crise. Nunca houve e nunca haverá. Esses casos são casos isolados que estão sendo apurados”, disse.

Colaborou, Débora Ribeiro, da Tv Acre.

hildebrandopascoal

Hildebrando Pascoal ainda é referência positiva  na PM do Acre.

O deputado Motosserra , ex-comandante geral da PM daquele estado , chefe do crime organizado naquela região , condenado a mais de 65  anos de prisão,   é formado pela academia do Barro Branco.

É a Polícia Militar de São Paulo fazendo escola por todo o país.