Enviado em 03/02/2013 as 12:24 – por Itagiba Antonio Vieira Franco
Aos meus queridos amigos da Policia Civil.
Sinto-me profundamente envaidecido e agradecido pelas palavras e elogios que ora recebo e que, sincera e humildemente, não mereço: sempre pautei minha vida pelo trabalho e dedicação à Policia Civil, que procurei, ao longo de todo esse tempo, defender e enaltecer.
Razão de todos os meus empenhos, a minha missão como policial sempre teve como principal bandeira a verdade, o respeito a todos que me procuram e defesa daqueles que necessitam.
Jamais procurei qualquer benefício que me favorecesse, me policiando rigidamente nesse sentido, no resguardo de minha família e daqueles que me acompanharam e acompanham profissionalmente, pois não suportaria sentir em seus olhos a sensação de decepção e desilusão. A todos devo satisfação de meus atos, da lisura do meu comportamento e do comprometimento com a causa policial.
Se hoje encontro-me à frente de uma unidade de um Departamento de destaque da Policia Civil, no caso o DHPP, devo, em primeiro lugar, a sua atual Diretora, Dra. Elisabete Sato que, provavelmente, com a concordância do Sr. Delegado Geral de Policia, Dr. Blazeck, em mim depositou confiança na condução de unidade tão complexa e trabalhosa como a Divisão de Homicídios que, todos aqueles que me cercam, sabem que era onde sempre desejei trabalhar, muito embora por ali já tenha passado, há alguns anos, em uma de suas equipes básicas: muito embora não tivesse qualquer tipo de compromisso com a minha pessoa, a Dra. Elisabete me convidou e eu aceitei de pronto, para meu orgulho e felicidade.
Hoje, portanto, recebendo, humilde como sempre, esses elogios, não posso deixar de agradecê-los: um de vocês comentou que não se faz nada sozinho; concordo; em todo o trabalho há a participação conjunta de Delegados, Escrivães, Investigadores, Agentes, Papiloscopistas, etc, que são a espinha dorsal de qualquer unidade policial: nunca tive, não tenho e nunca terei a presunção de que posso fazer tudo sozinho: aliás, longe disso, pois, talvez, alguns não saibam, fui também Escrivão (com muita honra), durante nove (9) anos, portanto, “ralei” muito nessa honrada carreira e que foi a base que me auxiliou para ascender ao cargo de Delegado de Policia. Portanto, sei do que estou falando.
Quanto a ser “o melhor Delegado de Policia de São Paulo”, há um evidente exagero e não mereço, sinceramente, assim ser chamado: aliás, esse título poderia ser dado, por exemplo, e com merecimento, a outro Delegado de Policia que sempre admirei e que considero o melhor de todos, um Delegado completo, no caso o Dr. Rui Ferraz Fontes; meu desejo, sim, e decepção, e que sempre expressei, é de nunca ter podido trabalhar diretamente com ele, para aprender, em sua plenitude, como é “fazer policia”: como ele, outros tantos Delegados vocacionados que trazem dentro de si o orgulho de bem desempenhar suas funções e que vim a conhecer ao longo de minha carreira.
Esses, sim, merecem esse título.
Aliás, deixo expresso que as melhores pessoas que encontrei em minha vida, independente de carreira, foram em nossa Instituição e cujas amizades faço questão de manter. Sempre digo, também, que na Policia Civil não tenho subordinados; tenho AMIGOS, pessoas que convivi e convivo diariamente e que me trazem apoio e alegria. Nunca deixo de atender a quem quer que seja: quem chega, sabe disso, que minha porta está sempre aberta para receber a todos.
E aproveito a oportunidade para convidar aqueles que se referiram a minha pessoa e que, talvez ainda não me conheçam pessoalmente, que o façam. Um abraço bem grande os esperam.
Hoje, que o final de carreira se avizinha, espero, ainda, fazer novas e grandes amizades.
Um grande abraço a todos.
Do sempre amigo Itagiba Franco. Delegado de Policia (e acima de tudo Policial). Com muita honra.
Queria ter a honra de conhecê-lo, logo vou fazer uma visita ao DHPP e pedirei que me apresentem ao Sr.
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Dr, que Deus continue a lhe abençoar e auxiliá-lo nesta árdua missão, e que toda vossa competência e profissionalismo ajudem a Dra. Sato a reconduzir este departamento ao mais alto patamar de excelência. Quanto ao Dr. Rui, concordo plenamente com o Sr., o melhor e mais versátil Delegado de Polícia que temos. Que esta gestão lhe faça justiça.
Muita sorte nesta Augusta empreitada.
1*
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Esse é um lugar que eu ainda quero trabalhar o DHPP, muito bacana o texto e a atitude do Dr Itagiba!
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Se um homem assim não é melhor delegado , não sei quem o seria.
A humildade de nota no andar, no falar, em estar agradecido por nada… pois quem ocupa com honra um lugar penoso e trabalhoso como este , sabe que é por mérito, mas que a escolha foi inteligente não se pode negar.
Parabéns Dr. Intagiba.
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Tiros matam três homens na avenida Nogueira Padilha
Entre os mortos havia um policial militar aposentado no banco do passageiro; outro correu e foi executado.
http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=451852
O que inicialmente parecia ser um acidente de trânsito, revelou-se como um cenário de três mortes violentas ontem à noite, na rua Nogueira Padilha, Vila Hortênsia, uma das principais vias do Além Ponte. Entre os mortos, que ocupavam o Fiat Punto de placas FEU-6077, de Votorantim, estava um policial militar. Segundo as informações preliminares, os tiros teriam sido disparados por ocupantes de duas motos.
De acordo com informações de frequentadores de uma igreja evangélica, por volta das 22h o carro Punto colidiu com o VW Variant, placas CWK-3329, de Sorocaba, estacionado em frente ao numero 860. Achando se tratar de apenas um acidente, os fiéis foram prestar auxílio às vítimas. Perceberam que os ferimentos não seriam decorrentes de uma simples colisão, devido ao excesso de sangue, tanto no motorista como no passageiro, que seria o policial militar aposentado. O terceiro ocupante, que estava no banco traseiro, saiu correndo, mas caiu morto uns 40 metros adiante, em frente do número 920.
Ainda segundo as testemunhas, que não chegaram a ouvir os disparos, foi observado que no momento da colisão duas motos passaram em alta velocidade, o que sugere que os disparos, tanto na lateral direita como no parabrisa, possam ter sido efetuados no semáforo. No local do crime que chocou também os moradores, chegou a informação de que uma das vítimas seria um policial militar aposentado que faria segurança para uma rede de farmácias, mas que como a identidade não foi confirmada, a reportagem optou por não divulgar.
Devido ao trabalho que seria feito pela perícia, o trânsito foi interditado entre o trecho das ruas Quinzinho de Barros e Assis Machado, sendo desviadas até mesmo as linhas de ônibus que atendem àquela região. Até o fechamento dessa edição a ocorrência do triplo homicídio ainda não havia sido apresentada no Plantão Sul..
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VOU TER R$160,00 C0NTO DE AUMENTO BRUTO COM A INCORPORAÇÃO DO ALE, JÁ ESTOU FAZENDO PLANOS DE COMO VOU GASTAR ESTÁ FARTURA DE AUMENTO, QUEM SABE BEBER UMAS BIRITAS PARA ESQUEÇER AS DÍVIDAS COM O BANCO DO BRASIL.
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Perdão pelo erro de digitação: Parabéns Dr. Itagiba.
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São poucos os Delegados que pensam assim, a maioria pensam e fazem para si próprio, infelizmente temos poucos vocacionados e que realmente produzem para a Polícia Civil, conheço poucos bons e muitos ruins, não gostaria de dizer isso, mas diante de um comentário onde todos são unânimes em reconhecer o profissionalismo de um Delegado que agora, até que emfim, ocupa um cargo de destaque, então aproveito para dizer essas palavras que é o grande problema na nossa instituição . Se todos delegados de Polícia agissem com profissionalismo, com respeito á instituição, nossa Polícia Civil seria outra, não estaríamos no caos, teríamos mais respeito da classe política e da sociedade, teríamos consequentemente nossos trabalhos reconhecidos com salário mais decente, nossa Delegacias estariam funcionando com um quadro de funcionários suficientes, teríamos prazer de dizer o contrário, mas devido o individualismo, a ganância, a falta de respeito administrativos, puxa saquismo para agradar o governo, não temos sequer ânimos para dizer que ainda somos Policiais Civis vocacionados, perdemos nossa referência, perdemos nossa moral, perdemos nossa vontade de trabalhar e defender a sociedade, tudo isso ocorre em meio a aceitação pacífica do alto escalão da Polícia Civil paulista. Me preocupa muito em ver o Delegado Blazeck ter aceitado o cargo de DGP, assim como me preocupa o Dr. Itagiba também ter aceitado o cargo de Diretor do DHPP, mas não porque não são competentes e vocacionados, mas sim porque estão emprestando seus nomes honrados para um Governo descompromissado com a classe Policial. Sei que são bem intencionados, mas o governo não é, então poderão comprometer seus bons nomes. Como diz o velho ditado (de boas intenções satanás esta cheio), é ai que mora o perigo, pois a forma de governar coloca todos que possuem cargos de confiança em destaque, se também não é culpado, pelo menos tem um pouquinho de culpa também. É complicado aceitar cargos na atual conjuntura, se bem que se os bons ocupassem todos cargos ai até poderia ajudar a resolver as questões das mazelas na Polícia Civil junto ao governo, tem o lado bom sim, mas volto a dizer , tanto Dr. Blazeck como o Dr. Itagiba estão arriscando terem seus nomes envolvidos no lamaçal de uma administração descompromissada com a causa policial. Poderia até mencionar o Secretário de Segurança também, dizem que é um homem muito honrado, cheio de boa vontade, mas nesse caso ele ocupa um cargo político, mesmo assim também esta se arriscando muito,pois a cartilha dele não é a mesma do governador Geraldo Alckimim, portanto também se arrisca ter seu nome no rool dos culpados pela falência da segurança pública, sabemos que não é, mas mesmo assim será responsabilizado como já andam comentando por ai, até dias atrás ele era excelente, só foi assumir a secretaria e passou a ser culpado também assim como foi o ex- Antonio Ferreira Pinto. É bom que se entenda que, o grande problema da Polícia Civil é o déficit de Policias e o salário baixo, são os dois íntens que o secretário de segurança não tem autonomia para resolver e consequentemente o DGP também não, portanto, nada vai adiantar as trocas de Secretario, DGP, Diretores, seccionais e titulares. Qualquer comentário de melhorias salariais para os Policias em geral, tem obrigatoriamente de partir da Secretaria de Administração, eles não dispondo de sugestões ao Governador nesse sentido, não estando sensibilizados, não haverá qualquer melhoria salarial, exceto , talvez, uma pequena reposição, coisa quase insignificante que não onere tanto os cofres do governo. O que tenho a dizer principalmente, embora estiquei a prosa , é apenas parabenizar o Dr. Itagiba, não o conheço, só de nome, mas pelos depoimentos dado nesse espaço, não deixa dúvidas que ele é realmente acima de tudo um grande homem e Delegado de Polícia além de vocacionado é também honrado, isso nos alegra muito, pois ainda temos alguns poucos assim e em razão desses poucos é que a nossa Polícia Civil ainda respira. Parabéns Dr. Itagiba e obrigado por ser assim, desejo do fundo do coração que o Sr. tenha sucesso na nova empreitada.
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Realmente o Dr. Itagiba é um otimo delegado, mas graças tambem a sua equipe, pois ninguem faz policia sem uma equipe comprometida. Parabens tambem aos Investigadores, Escrivães, Agentes e etc…., pois sem esta base não há esclarecimento de nenhum crime.
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MELHOR DELEGADO DE SP!
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Dr Itagiba com certeza se não é o melhor, eu humildemente o coloco entre os cinco maiores policiais desse Estado, isto porque seus “amigos subordinados” trabalham por ele, pois pela Polícia Civil creio que nenhum policial tenha onde buscar tanta motivação. O texto assinado pela telada Autoridade demonstra mais uma vez o grande ser humano que é. Com relação ao Dr Ruy, é notória sua competência como policial, trata-se de um operacional perfeito, o melhor Diretor que o DEIC podeira receber nos dias atuais. Profundo entendedor dos bastidores do crime organizado, conhece a espinha dorsal, membros, coração e mente da principal facção criminosa PCC. Hoje, porém está aprendendo o outro lado da polícia, administrar DPs de periferia com todos os problemas de recursos humanos e materiais. Trata-se do maior desperdício humano que a “POLÍTICA CIVIL”, isto mesmo POLÍTICA, cometeu nos últimos anos.
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Pera ai, Tira da favela, não é novidade alguma que excelentes Delegados estão jogados em DPs, claro, isso é para diminuir a concorrência na ascensão de cargos importantes, são 1ª classe ou especial que estão perambulando pelo estado afora para não atrapalhar os movimentos $$$$$$ de alguns, diga-se de passagem, são honestos e aplicam a lei em qualquer um. Curiosamente, esses bons não são aproveitados, pelo contrário, são zuados.
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O Melhor Delegado da Polícia Civil de São Paulo com certeza!
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‘Namorando com o suicídio’
Publicada em 30/01/2013
Por J. R. Guzzo
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 – ao contrário, o fato de que um agente da polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo – algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.
Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos – isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes da polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis – apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?
Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais -e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com “a polícia”, e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática – e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.
O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: “Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?”. A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia,reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.
Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as sua próprias polícias – com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a “arbitrariedade”. Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização” das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juízes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.
Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto – é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50 000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais de 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.
Bela solução dada pela Itália, foi a criação da denominada POLÍZIA PENITENZIÁRIA na década de 90, no Brasil, os agentes prisionais são considerados a escoria da sociedade e da segurança pública, e o crime reina latente em todos lugares.
Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei, fazer nada contra o crime – não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados; noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes. Virem-se.”
É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um “tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal – “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
Fonte: “Veja”, edição que está nas bancas
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‘Namorando com o suicídio’
Publicada em 30/01/2013
Por J. R. Guzzo
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 – ao contrário, o fato de que um agente da polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo – algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.
Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos – isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes da polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis – apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?
Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais -e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com “a polícia”, e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática – e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.
O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: “Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?”. A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia,reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.
Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as sua próprias polícias – com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a “arbitrariedade”. Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização” das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juízes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.
Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto – é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50 000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais de 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.
Bela solução dada pela Itália, foi a criação da denominada POLÍZIA PENITENZIÁRIA na década de 90, no Brasil, os agentes prisionais são considerados a escoria da sociedade e da segurança pública, e o crime reina latente em todos lugares.
Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei, fazer nada contra o crime – não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados; noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes. Virem-se.”
É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um “tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal – “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
Fonte: “Veja”, edição que está nas bancas
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Boa Noite
O manifesto de agradecimento elaborado pelo Dr Itagiba Nogueira Franco, Matou a Pau, todo aqueles que ousam denigrir a imagem da instituição Policia Civil, por este motivo sou convicto que;
A liderança do Doutor Itagiba foi e continua alicerçada pela sinceridade e respeito para com seus pares e subordinados.
Se liga São Paulo,
Acorda Brasil
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Nós, da família Vieira estamos envaidecidos e orgulhosos do ser humano dedicado, humilde e do profissional vocacionado e aplicado do Dr. Itagiba A.Vieira Franco. Acompanhamos sua árdua carreira e com muito esmero chegou a este patamar. Temos certeza que terminará sua carreira com competência e lizura, mesmo com tantos impecilhos.
Aceite nossa singela homenagem, sinta-se abraçado carinhosamente por todos, que Deus o abençõe. Parabéns!!!!!!!!!!!!!!
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Corrigindo
O manifesto elaborado pelo Dr Itagiba Vieira Franco, Matou a Pau, especialmente, aqueles que ousam denigrir a imagem da instituição Policia Civil; por este motivo sou convicto que,
A liderança do Dr Itagiba, foi e continua alicerçada pela sinceridade e respeito para com seus pares e subordinados.
Se liga São Paulo,
Acorda Brasil
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Até que enfim a VEJA deixou alguém falar algo que é verdade! |Bela reportagem…
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Dr. Guerra, abra um Tópico para esta reportagem…Muito bom mesmo.
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Parabéns para o Dr Itagiba ! Se alguns pensassem cm ele a PC estaria melhor !
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alguém pode me ajudar? tenho uma dúvida? se um policial civil é convocado por um delegado para ser encarregado, tipo do setor de investigação ou de cartório. ele pode recusar? no caso, ele não quer ser? ele pode recusar o posto?
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Não conheço, mas quando o povo fala ou foi, ou é, ou será. O jeito é tomar uma 51/85.
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Com mais uma duzia de delegados como o Dr Itagiba com certeza não teriamos chegado onde chegamos
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SE AO MENOS METADE DOS DELEGADOS TIVESSEM ESSA HUMILDADE A POLÍCIA SERIA E ESTARIA MUITO MELHOR.
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pra quem trabalhou com a samanta, que gosta de humilhar os funcionários, saber que existe um Delegado como o Dr.Itagiba, é reconfortante.
Felizmente, trabalhei com vários Delegados excelentes e a samanta foi uma exceção.
Parabéns, Dr. Itagiba.
Cada um traz de seu berço o que pode oferecer.
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QUE SIRVA DE EXEMPLO PARA OS ASTROPOL DELEGADOS E CHEFES DE TIRAGEM,QUE HUMILHAM E DESRESPEITAM OS OUTROS POLICIAIS,SUA GANANCIA NÃO OS DEIXAM VER ,QUE SOZINHOS NÃO CHEGARAM A LUGAR ALGUM!
ESTÁ NA HORA DE SE FAZER UMA PESQUISA NO ESCURO ,ONDE PEÇAM ,PARA AVALIAR SUA CHEFIA,E SEUS DELGADOS,COMO SE FOSSEM UM RANKING,SERIA UMA VERDADEIRA FORMA DE DESCOBRIR FACINORAS QUE ESTÃO OCUPANDO LUGARES OS QUAIS JAMAIS DEVERIAM TER ASSUMIDOS ,HAJA VISTA SUA TOTAL INCOMPETENCIA E DESPREPARO.
OS OPRACIONAIS ,NÃO JOGAM CONTRA OS SEUS SUPERIORES,PELO CONTRARIO,VOCACIONADOS SENTEM PRAZER EM VER TRIUNFAR O NOME DESTA TÃO SOFRIDA INSTITUIÇÃO,BEM COMO OS SEUS OPERADORES.
ESTÁ DADO O RECADO!
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EM TEMPO:FASCINORAS
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Realmente Sr. Governador, sequer em um unico enterro o Sr. compareceu, com isso o Sr, demonstrou seu total falta de sensibilidade pelos policiais, deves pensar como muitos malas, policia bom é policia morto, pois com isso, o Estado economiza uns trocados, pois só paga pensão as viuvas…. que pilantragem, mas já dizia Mario Covas a Segurança Publica não é, nunca foi e nunca será prioridade do PSDB. O Sr. ficará por muito tempo em nossas lembranças, mas como sendo o pior Governador de SP, pelo menos em materia de segurança.
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Legal, imoral quero dizer, mas legal a matéria da veja, muito bem feita, imoral porque é imoral mesmo a situação da segurança pública, abro um parentese para o parágrafo acima que diz ( Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática – e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012) . Pura verdade. Os bandidos matam, roubam, estupram, sequestram, traficam e são tratados como coitadinhos e a Polícia que é violenta. São as inversões de valores, estão perdendo ou já perderam as referências do certo e errado, do bem e do mal, da razão e emoção, do poder constituído e do poder paralelo. Deveriam realizar um plebiscito para o povo escolher quem eles querem que sejam extintos, se as Polícias ou os bandidos. Num país democrático é assim, o povo escolhe. Se por acaso a Polícia for a escolhida pelo povo, então os criminosos devem ser extintos. Acho que nós Brasileiros temos que aprender a entender a necessidade de polícia enérgica, pois tudo que atingir a sociedade boa, obviamente atinge o estado, a polícia por sua atribuição é a resposta do estado ás pessoas que agem fora da lei contra a sociedade boa. Tem mais um paragrafo acima que me chamou a atenção (Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais -e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com “a polícia”, e ninguém vai se meter no meio). Claro que o estado é atingido, quando atinge as forças de segurança, obviamente atingiu o estado, desafiou o governo, desafiou a sociedade boa, todos devem se meter sim, não é problema da polícia exclusivamente não, é problema de todos nós, inclusive do governo federal.
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No dia em que Dr Itagiba for DGP eu terei esperança!
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DR.ITAGIBA, COM TODO RESPEITO À DRA. SATO, MAS, EM MINHA OPINIÃO, S.M.J., QUEM DEVERIA SER O DIRETOR, SERIA VOSSA PESSOA. UM ABRAÇO DO AMIGO “TRAVOLTINHA”.
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JÁ QUE O SENHOR NÃO TEM SUBORDINADOS E SIM AMIGOS, VOS FALO E SEM DIREITO AO SENHOR QUESTIONAR.
O SENHOR É SIM O MELHOR DELEGADO DE POLICIA QUE JA CONHECI E PONTO FINAL, SE ME QUESTIONAR COLOCO O SENHOR NO PAPAEL RSRSRSRSRSRS.
BRINCADEIRA EM RELAÇÃO AO PAPAEL, MAIS O SENHOR TEM UMA COISA QUE TODOS DEVERIAM TER. CARATER, HONRA, FAMILIA. O RESTO TEM SIM GENTE BOA, MAIS A MAIORIA FALSO MORALISTA, E CORRUPTOS, E O SENHOR SABE DISSO. RECOLHAS MAQUINAS DE CAÇA NIQUEL DESMANCHES, ISSO ACABA COM A POLICIA. QUERIA O SENHOR DIREITOR DE UM DPPC, IA ACABAR COM O BARÕES DA FAZENDARIA, AS TOMADAS DA SAUDE AI SIM IA SER O CARA;
VALEU O SENHOR VALE OUTRO PENA QUE ESTA NA POLICIA ERRADA, QUE O SENHOR COMO EU DEVE TER VERGONHA AS VEZES DE FALAR QUE É POLICIA. PELOS MAUS COLEGAS
PARABENS , SORTE DAQUELE QUE É DA SUA FAMILIA QUE DEUS O PROTEJA
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vale a pena ser seu amigo
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que estranho, quando se digita f..azendaria, d..ppc, entre outros departamentos a publicação volta, porque sera?
sem o ponto logico
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fazendaria
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ops é somente se vc digitar o departamento d.pcc sem o ponto bloqueia todo o post, teve alguma coisa?
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Senhores(as). Eu só nao entendo uma coisa, …mas quero esclarecer primeiro que sou apartidario, pois na realidade nao existem partidos com ideologia no pais, pois todos querem a mesma coisa, poder e enriquecerem seus partidarios; segundo, essa divisao PC-PM so fortelece o governo e os “TOP”, e só os miopes nao enxergam isso, é o dividir para conquistar…
GENTE, INDEPENDENTE DO ALCKIMIN, SERA QUE O PARTIDO NAO VE QUE ELE ESTA ACABANDO COM A CHANCE DE SEUS CANDIDATOS SEREM ELEITOS, O PARTIDO PSDBOSTA NAO VE QUE O GOVERNADOR ESTA ACABANDO COM O NOME DO PARTIDO? ATE QUANDO VAO PASSAR A MAO NA CABEÇA DO SEU FILHO INCAPAZ ;.. O SERRA JA TA PULANDO FORA DO PARTIDO , MAS É UM ZUMBI ELEITORAL, JA TA MORTO, SEJA PRA ONDE FOR…, E O PARTIDO CONTINUA ABRAÇADO COM O CAPETA, DEPOIS NAO RECLAMEM SE NAO CONSEGUIREM ELEGER MAIS NINGUEM, POIS TODOS NOS AQUI ESTAMOS DIZENDO QUE O PSDBOSTA JA MORREU, …ACORDEM POLITICOS DO PSDB, NAO VOTAREMOS EM MAIS NENHUM DE VOCES, GRAÇAS AO XUXU E AO DESCASO COM NOS OUTROS, POLICIAIS, PROFESSORES, MEDICOS E SERVIDORES PUBLICOS…….VAMOS REPASSAR ISSO PARA A ASSEMBLEIA…QUEM SABE ELES SEJAM MAIS ESPERTOS QUE O ALCKIMIM, E PASSEM A NOS RESPEITAR, VALORIZAR E VER QUE SOMOS NOS E NOSSOS FAMILIARES QUE VOTAMOS NELES…..VAMOS REAGIR….ABCS A TODOS.
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ESTA AI
PARA AQUELES QUE TINHAM ALGUMA DÚVIDA
DO QUE É O UNIVERSO DOS HOMENS E MULHERES POLICIAIS
ESTA AI AO VIVO
QUEM É DR ITAGIBA ANTONIO VIEIRA FRANCO
LONGA VIDA AO SEU NOME E SEU SANGUE
QUE SEU EXEMPLO PERMEIE O PORVIR
TIVÉSSEMOS UM CONSELHO DE DR ITAGIBA
NÃO TENHAM DÚVIDA QUE O ESTADO DE SÃO PAULO SERIA OUTRO !!!
SEM EXAGERO . . .
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Geralmente quem foi operacional de fato e de direito quando se torna uma única Autoridade Policial de Carreira Jurídica e de Estado (que me desculpem os oficiais da PM) não deixam isso subir a cabeça.
Sabem que isso as vezes pode envenená-lo e perder a principal qualidade do ser humano que é a humildade e honestidade.
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AINDA EXISTEM EXCELENTES DELEGADOS E INVESTIGADORES,CARCEREIROS,AGENTES,ESCRIVÃES,OPTEL,ENFIM BOA PARTE DA POLICIA É COMPOSTA DE GENTE DECENTE,QUE AMA O QUE FAZ,UM DIA ALGUÉM OLHARA POR NÓS!
A AGUA JÁ ESTÁ BATENDO NAS NADEGAS DE MUITA GENTE!
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Tem dois Delegados que tratam as pessoas como amigos e não como subordinados são Dr.Itagiba e Dr.Mestrinho,parabéns para esses dois Delegados,merecem onde estão.Que Deus ilumine os senhores,pela simplicidade e humildade!!!!!!!!!!!!!!Nós Investigadores,escrivães,carcereiros,agentes policiais e as demais carreiras estamos felizes com vcs abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Sabe o que eu quero?
Esperar o carnaval… chapar o globo de tanta cachaça… e que se foda o resto…
Parei faz tempo!
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Fica tranquilo Governador o Sr. não foi em nenhum enterro de policial mas nos vamos no seus, quer seja ele politico ou fisico, faço absoluta questão de ir nos enterros dos inimigos para jogar um pá de cal, e bom garantir que o cara não saia , ja ocorreram muitos caso de mortes falsas e bom não facilitar. Quanto ao DG indago cade a noticia do NATAL que o SR. falou, não vai me dizer que também tava mentindo, não faz assim não o clube do pinoquio não tem mais vaga. o psdb ocupou todas.
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Um dia o Gil Gomes entrevistando o Dr. Itagiba disse :
Douuuutor Itagííííbâaa, quantos tiros ??
Ai respondeu o Dr. Itagiba : Pelo amor de Deus Gil, isso é facada.
Todos com ele se divertiam, trabalhavam e aprendiam muito e o tempo todo, seja em suas investigações minuciosas e em seus inquéritos muito bem trabalhados e coitado do infrator que fosse por ele investigado, a chace de ser preso era quadriplicada, Deus quisesse que na Polícia Civil só existissem Drs. Itagiba Antonio Vieira Franco , Gerson Carvalho, Pescarmona, e alguns mais desse naipe que merecem serem lembrados.
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04/02/2013 – Flávio Dino diz que MP é uma ameaça aos direitos dos cidadãos
O presidente da Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino (PCdoB), usou a rede social de microblog Twitter, nesta quarta-feira (26), para dizer que vai representar contra o promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MP/DFT), Diaulas Costa Ribeiro, no Conselho Nacional do Ministério Público, por não dar prioridade a uma ação de seu interesse. Divulgado via Blog do Neto Ferreira – Conteúdo inteligente.
O promotor investiga a morte do filho do presidente da Embratur, Marcelo Dino Fonseca de Castro e Costa, há mais de 10 meses.
Em fevereiro deste ano, Marcelo Dino deu entrada no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, após uma crise asmática. Ele foi medicado e depois apresentou uma piora no estado de saúde. Um dia depois, Marcelo teve uma parada cardíaca e não resistiu. Flávio acusa a uma médica e uma técnica em enfermagem do hospital de negligência pela morte de Marcelo, na época com 13 anos.
Alheio à imprensa, o presidente da Embratur, que tem por costume usar a rede social quando quer criticar alguém ou fazer algum ‘alvoroço’ no meio político, não ponderou em generalizar todo o Ministério Público diante da causa do filho, ao afirmar que a instituição é uma ameaça aos direitos dos cidadãos.
Flávio Dino disse ainda que errou ao defender a instituição enquanto deputado federal, e denunciou que os promotores do Ministério Público, além de não cumprirem prazos, investigam somente ‘quando querer e quem querem’, e que ‘fazem diligencias ‘de gaveta’ [aspas do próprio Flávio Dino] e secretas’.
No último dia 13, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ/DFT) decidiu arquivar a ação criminal privada movida pelo presidente da Embratur contra a médica e a técnica em enfermagem do Hospital Santa Lúcia.
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Não conheço e não trabalhei diretamente com o dr.Itagiba……mas ver diversos elogios não é pra qq delegado….entao fica aqui meus cumprimentos.
Porém, tenho que dizer algo que veio de imediato ao ler a missiva: O Dr. Itagiba não fez menção ao “Delegado de Polícia mais corajoso da Policia Civil = Dr.Conde Guerra”…..indago: por que?
Pra mim ser o melhor , passa por ser o mais corajoso.
E ficou estranho a não referencia e citação do Dr. Guerra em seu texto….já que ele citou outros delegados.
Que o Dr.Itagiba (que todos dizem ser tão bom, e, não duvido) possa vir aqui novamente e corrigir essa falha.
Ressalto que já é válido algum delegado de polícia classe especial escrever no blog……isso eu não tiro o valor…..então novamente fica meus cumprimentos…..MAS , já que esta ocupando o espaço de um colega de profissão (note que eu não considero o Dr.Guerra um ex-delegado, pq corrupto não pode cassar a carteira de outro Delegado, isso é ato nulo) deveria citar expressamente um agradecimento ao Dr.Guerra por manter esse Blog no ar que é o principal e único canal de comunicação de TODOS OS POLICIAIS CIVIS.
Um abraço fraterno ao Dr.Itagiba e ao Dr.Guerra.
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Sem querer corrigir mas já corrigindo Ruy Ferraz Fontes*. Sem dúvida o melhor Delegado da PC e num futuro próximo, o próximo DGP.
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BEM FIZ AS CONTAS E VOU TER R$120,00 DE AUMENTO BRUTO, ACHO QUE SEM GREVE VAMOS PASSAR FOME, NECESSIDADE JÁ TENHO PASSADO. SÓ TEREMOS GREVE SE ESQUECERMOS ESSA HISTÓRIA DE “NU”, QUE SÓ SERVE PARA DIVIDIR E ENFRAQUECER A POLÍCIA CIVIL EM SUAS REIVINDICAÇÕES.
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Pingback: " F I N I T U D E "
Parabéns, não ao Dr. Itagiba, que vai ter muito trabalho no DHPP, mas parabéns ao Dr. Blazeck e Dra. Elisabeth Sato, pela sábia escolha de colocar o cara certo no lugar certo, e agora, quem quiser matar alguém (Artigo 121) , basicão do C.P, se cuida a aguia velha (bom sentido) vai te catar, e , se ele ensinar os demais delegados das equipes, como ele fez com seus assistentes, escrivães e investogadores e que com ele aprenderam muito na antiga Equipe “D” da Divisão de Homicídios, Dr. Nestor Sampaio Penteado, Dr. José Flaminio Ramos Martins e outros, que tornaram-se a nova safra da Polícia Civil, em muito essa pequena e singela e sabida nomeação, de muita valia vai ser para o futuro daquele Departamento hoje um pouco casado, desgastado e com seus funcionários desmotivados, que o Dr. Itagiba faça com que no mínino, um pouco de vontade de trabalhar, de dar as canas corretamente, levar o culpado certo as beiras do tribunal, mas, infelizmente, nem ele consegue tudo, nem só de motivação e respeito vive os funcionários, necessitam também de salário digno, pois difícil hoje é pagar o alguel , o supermercado, a escola do filho, isso é se quiser que seu filho tenha algum futuro melhor do que o seu, caso contrário, vai ser mais um qualquer largado a própria sorte, porque o professor da escola estadual também é funcionário público e vive animado do mesmo modo que o policial e o auxiliar de enfermagem que cansado ali mesmo no hospital do servidor atende seus pares(servidores) de modo constrangedor e encergonhante, mas como culpá-los , se nós também estamos no mesmo barco e cansados, mas desejo ao Dr. Itagiba sucesso profissional nessa nova e já conhecida empreitada, que poderá ser uma de suas últimas na carreira, pois não vejo ele como Delegado Geral, talves um dia como Diretor do DHPP por merecimento, pois ele não teria estomago para suportar um dia como Delegado Geral e ter que engolir tantos sapos, o baixinho é homem o suficiente para encarar diretores e Dgs, e isso eu sei, não leva desaforos imorais para casa contra ele ou seus funcionários, diga o Dr. Jorge Miguel , ex- direitor do DHPP, outra pessoa muito bôa a seus subordinados, mas que quando tentava de maneira estranha influenciar a Carreira Jurídica do Dr. Itagiba (ele já tem essa carreira jurídica desde que nasceu, ele sabe sim respeitar a CF e sabe até onde vai sua livre conciência), bem como possui bom relacionamento com os promotores de justiça, pelo trabalho limpo de digno que faz, mas também já colocou promotores com p(pê) minúsculo em seu devido lugar, promotores que não souberam qual era o seu lugar e até onde era o limite de seu poder (quarto poder/moderador), que hoje assombram alguns delegados novatos e alguns antigões um pouco mais medrosos, quiça a PC fosse feita apenas de Drs. Itagibas.
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05/02/2013 – 14h39
Alckmin promete acabar com presos em delegacias de SP até agosto
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu zerar, até agosto, a quantidade de detentos homens em cadeias públicas e distritos policiais, e de mulheres até o próximo ano.
De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária, hoje são 3.300 homens e 1.400 mulheres presos nesses locais. A intenção é que eles sejam encaminhados para os Centros de Detenção Provisória.
Segundo o governador, São Paulo será o primeiro Estado brasileiro a alcançar essa meta. Alckmin disse ainda que a medida permitirá à Polícia Civil melhorar seu trabalho de polícia investigativa e judiciária, por retirar os presos das delegacias.
O secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, disse que São Paulo tem hoje 198 mil presos, com um deficit em torno de 50 mil vagas. Segundo ele, o objetivo é reduzir o deficit para 30 mil vagas até o fim do ano.
Gomes pondera, contudo, que o alcance dessa meta dependerá do ritmo de entrada de novos presos. “Tem um número crescente de presos que entram no sistema prisional”, disse.
No ano passado, a média de entrada de novos presos foi de 9.000 por mês. Em janeiro deste ano, o número ultrapassou os 10 mil, segundo o secretário.
Para tentar reduzir o deficit de vagas, o governo construirá anexos em unidades prisionais já existentes, o que poderá gerar de 5.700 a 6.000 novas vagas, disse o secretário.
Para o secretário, porém, a criminalidade não será resolvida apenas com o sistema penitenciário. “Eu acredito que só a prisão não vai resolver o problema da criminalidade. Acho que tem que se buscar meios também para evitar que o crime ocorra”, disse.
Inspeção do CNJ.
O juiz Fernando da Costa Tourinho Neto conversa com detentos na carceragem do 5º DP de Santos
BENEFICIADOS
O governo de São Paulo comemorou hoje o número de 100 mil beneficiados pelo Programa de Penas e Medidas Alternativas no Estado desde sua criação, em 1997. A marca foi comemorada em evento nesta manhã no Palácio dos Bandeirantes.
Atualmente, 16 mil pessoas cumprem penas alternativas em 47 unidades destinadas a esse fim, o que ajuda a reduzir a superlotação nas prisões do Estado. Segundo o governo, o número de unidades chegará a 56 até o fim do ano.
Os beneficiados com as penas alternativas são condenados por crimes de baixo potencial ofensivo, como posse ilegal de armas não associado à prática de delitos, lesão corporal leve, acidente de trânsito com homicídio culposo (sem intenção), jogos de azar e crimes ambientais, entre outros.
As penas são convertidas em prestação de serviços, que podem ser feitas em hospitais, organizações filantrópicas, ONGs ou secretarias do governo, como a do Meio Ambiente e da Justiça e da Defesa da Cidadania.
Segundo o secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, entre as vantagens do sistema de penas alternativas está o custo mensal do Estado por condenado, que passa de R$ 1.300 para R$ 20, e o baixo índice de reincidência entre os cadastrados no programa, de 7,2% –nos demais casos, segundo o secretário, a reincidência varia em torno de 40% a 60% dos casos. (PATRÍCIA BRITTO)
O ANO PASSADO O PICOLÉ DE XUXU DISSE QUE SERIA ATÉ O FINAL DE 2012, AGORA JÁ MUDOU PARA AGOSTO DE 2013….kkkkkkkkkkkkkkkkk É GOZADOR ESSE GOVERNADOR, DEVE SER AGOSTO DE DEUS QUE ELE SE REFERE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk FORA PSDIBOSTA, SEU FIM SERÁ EM 2014 NAS URNAS, PODE ESPERAR QUE VAI ACONTECER O MESMO QUE ACONTECEU COM ZÉ SERRA.
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São Paulo
Polícia Civil não terá mais carcereiros até o fim de 2012
Agentes se tornarão investigadores. Decisão anunciada pelo governador Geraldo Alckmin integra plano de fechar as prisões dos distritos policiais
Bruno Huberman
Alckmin: “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil” (Eugênio Novaes/Governo de SP)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta sexta-feira que será extinta, até o final de 2012, a figura do carcereiro na Polícia Civil. Segundo o governo, será o primeiro estado do país a acabar com a função. A medida faz parte da estratégia de Alckmin de zerar o número de presos nos distritos policiais. Atualmente, há por cerca de 6.500 presos em delegacias, segundo o governador. No início do próximo ano, informou, 2.000 mulheres detidas em carceragens civis serão transferidas para presídios. “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil”, diz o governador.
Até o final de 2012, 6.164 vagas estão previstas para serem abertas em dez novos presídios, segundo levantamento feito pelo site de VEJA a partir de dados oficiais da Secretaria de Administração Penintenciária (SAP). O custo estimado é de aproximadamente 370 milhões de reais. Hoje, estão em contrução 14 carcerargens no interior de São Paulo. As obras fazem parte do plano de expansão do sistema penitenciário paulista. Até 2014, 49 novas unidades devem ser erguidas a um investimento de 1,5 bilhão de reais. Ao todo, serão geradas 39.000 vagas. Neste ano foram inaugurados cinco novos presídios. De acordo com a assessoria da SAP, 173.457 pessoas estão em detenção provisória ou cumprindo pena em penitenciárias estaduais.
Os carcereiros deverão passar por um curso de reciclagem para se tornarem investigadores. O secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirma que, por terem experiência policial, na prática, já estão aptos para desempenhar a nova função. Hoje, em torno de mil carcereiros trabalham em distritos de todo o estado. Alckmin e Pinto participaram, nesta sexta-feira, de uma cerimônia que oficializou a integração de 967 novos policias civis à corporação. O governador autorizou a abertura de um novo concurso público para a contratação de outros 500 agentes.
A alteração faz parte de um processo de reformulação da corporação promovida pelo estado. Segundo ele, há cidades no interior que contam com apenas um investigador e um escrivão. E muitos desses profissionais estão para se aposentar. Além da integração de novos agentes e da extinção dos carcereiros, foi implantado um novo plano de carreira para os policiais civis e encurtado o período de treinamento dos novos agentes contratados. Agora, eles passarão por um treinamento de três meses e por um estágio de cinco semanas no distrito. Essa mudança, diz o secretário, não diminui a eficiência e a qualidade do policial e o torna apto mais rapidamente.
Violência – O Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Sangari, mostra que o estado de São Paulo diminuiu a sua taxa de homicídios. Em 2010, o número de mortes violentas foi de 13,9 para cada 100 mil – abaixo da média nacional, de 26,2. Em 1999, São Paulo era o quinto estado mais violento, com índice acima da média nacional: 44,1 a cada 100 mil habitantes contra 26,2 no Brasil.
“Nós enfrentamos uma guerra em que todo dia temos que vencer uma batalha”, disse Alckmin. “Agora, graças ao nosso trabalho, estamos em outra curva descendente”. Segundo o levantamento dos ministérios da Saúde e da Justiça, São Paulo se tornou o terceiro estado menos violento do país – atrás de Santa Catarina e Piauí.
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Notícias
05/02/2013 – Facção criminosa de SC copia modelo de grupo que atua em SP
DA BBC BRASIL
A facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense), que realizou mais de 50 ataques contra ônibus e forças de segurança em 16 cidades de Santa Catarina na última semana, estruturou suas forças seguindo o modelo do crime organizado de São Paulo, segundo membros do Judiciário ouvidos pela BBC Brasil. As informações são do Portal do jornal Folha de S. Paulo.
Assim como o paulista PCC (Primeiro Comando da Capital), o PGC foi criado com o suposto objetivo de lutar contra abusos de direitos humanos cometidos contra detentos por agentes do Estado. O mais notório exemplo desses abusos é um vídeo divulgado recentemente pelo jornal “A Notícia” com cenas de tortura num presídio de Joinville.
As imagens mostram agentes penitenciários usando bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e disparando com tiros de borracha contra dezenas de detentos nus agachados contra uma parede, sem mostrar resistência.
Segundo o juiz de execuções penais de Joinville, João Marcos Buch, a violência ocorreu durante uma operação realizada por agentes do Deap (Departamento de Administração Prisional), enviados da capital, Florianópolis, ao Presídio Regional de Joinville no dia 18 de janeiro.
O magistrado solicitou as gravações das câmeras de segurança depois de receber denúncias de parentes dos presos. “Após os relatos dos familiares, fui até a prisão e pude constatar, a olho nu, as violações. Pedi a liberação das imagens das câmeras de segurança e exames de corpo de delito comprovaram o uso de tortura”, disse em entrevista à BBC Brasil.
Os abusos contra os detentos foram o estopim da atual onda de ataques incendiários e a tiros contra ônibus, carros e bases da polícia iniciada no último dia 30. Os atos de violência já deixaram um passageiro de ônibus ferido e um suspeito morto. Trata-se da segunda onda de violência do gênero em pouco mais de três meses.
“Eu diria que a onda de ataques em Santa Catarina é motivada por uma série de fatores, mas na região de Joinville sem dúvida passa pelos reflexos da operação alvo de denúncias de tortura”, avalia Buch. Outras causas da violência são transferências de presos e corte de regalias no sistema prisional.
MODELO IMPORTADO
Segundo o promotor Alexandre Graziotin, coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado), de Florianópolis, o PGC surgiu há cerca de cinco anos, depois que uma liderança criminosa local conviveu com chefes do PCC em um presídio federal.
De acordo com Graziotin, a facção possui atualmente cerca de dois mil membros, espalhados pelo sistema prisional catarinense. Eles convivem com membros de outras organizações criminosas – inclusive o PCC. “Recebemos informações de que há um compromisso de tratamento não agressivo entre as facões (PGC e PCC)”, afirmou.
Membros do Judiciário ouvidos pela BBC Brasil dão uma dimensão do poder de fogo da organização. O juiz João Marcos Buch afirma que as autoridades catarinenses já admitem a existência do grupo. “Eles (PGC) seguem os moldes estruturais e organizacionais do PCC. O governo estadual já admite isso. Só não temos certeza quanto ao nível de organização”, disse.
“É muito nítido que as ordens (dos ataques) partem de dentro dos presídios. E se o crime organizado chegou onde chegou dentro das penitenciárias, é por falta do Estado”, avalia o juiz.
INVESTIGAÇÃO
A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania e o Departamento de Administração Prisional afirmaram, por meio de nota, que “repudiam todo e qualquer ato de excesso, que denote falta de profissionalismo e não encontre amparo legal em sua execução”.
Autoridades estaduais afirmaram que um inquérito foi aberto para averiguar as denúncias de tortura e aplicar as potenciais punições.
“O vídeo nos deixou muito tristes. Nenhum de nós aceita aquele comportamento. Por isso instauramos uma sindicância”, disse o governador catarinense, Raimundo Colombo (PSD).
FORÇA NACIONAL
O possível envio da Força Nacional de Segurança para o Estado foi discutido na segunda-feira por autoridades catarinenses, segundo Graziotin.
Mas, segundo ele, como os alvos atacados são muito diversos e não há informações de inteligência sobre onde poderiam ocorrer os próximos atentados, o acionamento da Força Nacional não seria totalmente eficaz. Isso porque não seria capaz de patrulhar todo o Estado simultaneamente, evitando novas ações.
“Não quero dizer que receber ajuda é ruim, mas mesmo que o grupo (a Força Nacional) venha para cá não há como identificar qual tipo de ação a facção vai fazer”, disse o promotor.
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05/02/2013 20:25
Da Tribuna
Da Redação
Morte de PM
Olimpio Gomes (PDT) lamentou o assassinato de mais um policial militar em Osasco. “Mais um PM executado e mais um dado estatístico”, disse. O deputado mencionou reportagem veiculada na Folha de S. Paulo, no dia 15/10/2012, que informa que o governador Geraldo Alckmin pediu estudo para pagar indenizações às famílias de policias militares mortos em dia de folga. Olimpio pediu para o governador enviar projeto para Assembleia, para que seja votado e aprovado o mais rápido possível. (GA)
Indenizações
Edson Ferrarini (PTB) mostrou-se solidário à causa das indenizações das famílias de policiais mortos. Segundo o deputado, o benefício pós-morte de militares é um direito que as famílias precisam ter. O deputado criticou o atraso no pagamento dos precatórios, que levam anos para serem pagos. “Você espera há mais de 20 anos esse dinheiro, sem receber. É uma vergonha”, disse. (GA)
Parabéns
Antonio Salim Curiati (PP) defendeu a valorização do Poder Legislativo e destacou o trabalho desenvolvido pelos deputados da Casa. Para Curiati, a presidente Dilma Rousseff está fazendo um trabalho grandioso. O parlamentar leu reportagem sobre a ascensão social no país na última década: “retiramos da pobreza extrema mais de 16 milhões de brasileiros”, comemorou. (GA)
Má reputação
Welson Gasparini (PSDB) lamentou a imagem negativa que o Brasil tem no exterior. “Falam que o Brasil é um país de impunidade”. O parlamentar leu notícia do jornal O Estado de S. Paulo a respeito da venda de diplomas e criticou a má qualidade na formação de alguns profissionais. (GA)
Violência
Carlos Neder (PT) falou sobre violência e defendeu a adoção de medidas preventivas no combate à criminalidade. Citou indicadores que ilustram a questão racial no Brasil e comentou análise aprofundada dos critérios de gestão entre o Poder Público e a iniciativa privada a respeito do assunto. (JF)
Dupla função
José Bittencourt (PSD) comentou acórdão do Tribunal de Justiça sobre a ação civil pública a respeito da dupla função de motorista em São Bernardo do Campo. Explicou que a prática atribui a um mesmo funcionário as atividades de motorista e de cobrador. “Caso as empresas não acatem a determinação até 23/3, será cobrada multa”, alertou Bittencourt, informando que tramita na Casa projeto de lei proibindo a dupla função no transporte intermunicipal. (JF)
Dupla função 2
Alcides Amazonas (PCdoB) comentou fala do deputado José Bittencourt sobre dupla função. Citou lei municipal de autoria de Amazonas que garante, na capital, o emprego dos cobradores de ônibus, proibindo que o motorista efetue a cobrança das tarifas. (JF)
Professores ameaçados
Carlos Giannazi (PSOL) informou que a prefeitura de Cubatão quer exonerar e processar 12 professores que realizaram manifestação, no final do ano passado, para cobrar salários atrasados. “A maioria desses professores leciona na Escola Municipal Mário de Oliveira Moreira. A prefeita Márcia Rosa está se baseando na Lei da Mordaça, da época da ditadura, para exonerá-los”, protestou. (JF)
Fragilidade do legislativo
João Paulo Rillo (PT) cumprimentou os deputados empossados no início deste ano. Discorreu acerca de denúncias contra o Poder Legislativo e fez críticas à produtividade da Assembleia paulista quanto à aprovação de projetos de lei. (JF)
Sonho
Jooji Hato (PMDB) comentou alteração na Lei Seca, que ficou mais rigorosa com nova regulamentação. Segundo o deputado, as alterações serviram para diminuir o número de acidentes e mortes no trânsito. O parlamentar disse ainda que a polícia deve reforçar a fiscalização em estabelecimentos e locais com grande quantidade de pessoas. “Sonho com uma cidade com segurança e onde as pessoas tenham o direito de viver bem”, conclui. (DT)
Qualidade nos municípios
Edinho Silva (PT) falou sobre o encontro da presidente Dilma com prefeitos, em Brasília. Segundo o parlamentar, Dilma propôs novas iniciativas que visam melhorar a qualidade nas áreas de saúde, educação e moradia nos municípios. O deputado comentou também os 10 anos do Partido dos Trabalhadores no governo, “que se tornou modelo de referência econômica para outros países”, segundo o parlamentar. (DT)
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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1226198-alckmin-promete-acabar-com-presos-em-delegacias-de-sp-ate-agosto.shtml
Alckmin promete acabar com presos em delegacias de SP até agosto
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DE SÃO PAULO
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu zerar, até agosto, a quantidade de detentos homens em cadeias públicas e distritos policiais, e de mulheres até o próximo ano.
De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária, hoje são 3.300 homens e 1.400 mulheres presos nesses locais. A intenção é que eles sejam encaminhados para os Centros de Detenção Provisória.
Segundo o governador, São Paulo será o primeiro Estado brasileiro a alcançar essa meta. Alckmin disse ainda que a medida permitirá à Polícia Civil melhorar seu trabalho de polícia investigativa e judiciária, por retirar os presos das delegacias.
O secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, disse que São Paulo tem hoje 198 mil presos, com um deficit em torno de 50 mil vagas. Segundo ele, o objetivo é reduzir o deficit para 30 mil vagas até o fim do ano.
Gomes pondera, contudo, que o alcance dessa meta dependerá do ritmo de entrada de novos presos. “Tem um número crescente de presos que entram no sistema prisional”, disse.
No ano passado, a média de entrada de novos presos foi de 9.000 por mês. Em janeiro deste ano, o número ultrapassou os 10 mil, segundo o secretário.
Para tentar reduzir o deficit de vagas, o governo construirá anexos em unidades prisionais já existentes, o que poderá gerar de 5.700 a 6.000 novas vagas, disse o secretário.
Para o secretário, porém, a criminalidade não será resolvida apenas com o sistema penitenciário. “Eu acredito que só a prisão não vai resolver o problema da criminalidade. Acho que tem que se buscar meios também para evitar que o crime ocorra”, disse.
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E O DELEGADO QUE TIROU A CALCINHA DA ESCRIVÃ POR ONDE ANDA?
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MUITO BEM LEMBRADO…
CADE O DELEGADO CARREIRA JURIDICA QUE ARRANCOU A CALCINHA DE UMA ESCRIVÃ DENTRO DE UMA DELEGACIA SOB OS OLHARES MALICIOSOS DE PMS E GCMS?
A MAIOR VERGONHA DA POLICIA CIVIL ATÉ HOJE E NINGUÉM TOCA MAIS NO ASSUNTO!!!!!!!!!!!!
É MUITA VERGONHA PARA UMA CARREIRA SÓ…..POR ISSO É A CARREIRA JURIDICA MAIS DESVALORIZADA E ACHINCALHADA…..PERGUNTA SE PROMOTOR, DEFENSOR, JUIZ FAZEM UM PAPELÃO DESSES???
CADE O DUDU MACHAO?
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Tá virando viadagem isso aqui.
Ficar babando ovo de delegado.
Vão a merda…e sejam
O mínimo que o majura deve ser é respeitoso e amigo daqueles que lhes dão promoções, holofotes e $$$$$$$$$$$$$$$$$ .
Entendam:
Delegado, por mais “bacana” que possa ser, não faz absolutamente nada além de assistir e assinar e jamais será amigo de outros que não sejam seus pares, delegados.
Puxa sacos….
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06/02/2013 20:19
Da Tribuna
Da redação
Denúncias contra a FDE
Luiz Claudio Marcolino (PT) falou a respeito das denúncias de irregularidade nas licitações e contratos da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão subordinado à Secretaria Estadual da Educação e responsável por obras em escolas. Segundo o parlamentar, as reclamações apresentadas são de demora no atendimento, falta de pessoal para execução dos trabalhos e de material necessário, entre outros. Ainda segundo o deputado, uma audiência foi marcada para o dia 18/2, para avaliação das possíveis irregularidades. (SC)
Promessas não cumpridas
Olimpio Gomes (PDT) comentou reportagem publicada pela Folha de S. Paulo a respeito da promessa do governador de acabar com a permanência de detentos em delegacias até agosto. O parlamentar falou ainda de promessas não cumpridas, como aumento de salário e reestruturação da carreira de policiais, além do aumento de efetivo em 7 mil homens e o recálculo da sexta-parte e das bonificações da categoria. “Anunciar é muito fácil. O governador promete, mas até agora não chegou projeto aqui na Assembleia para ser votado”, concluiu. (SC)
Cartilha para médicos
Luis Carlos Gondim (PPS) informou sobre recorrentes reclamações que tem recebido de alguns médicos quanto à Lei 11.193/2011, que versa sobre o plano de carreira e salário dos médicos. A questão é que a maioria da classe recebeu o mesmo salário, e não entendeu a aplicação da lei. “Quero um norte para os colegas médicos, que esperaram por tanto tempo essa medida. Senhor secretário da Saúde: faça uma cartilha para orientar a classe médica acerca do funcionamento dessa lei complementar”. (SC)
Segurança pública e mídia
Ramalho da Construção (PSDB) afirmou ter criado o núcleo sindical do PSDB em São Paulo e em Minas Gerais. Ressaltou sua preocupação com a segurança pública. Registrou a necessidade de inovar e realizar palestras que levem conhecimento e experiência para trabalhadores, policiais, delegados e outros, enriquecendo e melhorando a qualidade do trabalho de cada cidadão. Criticou a mídia, afirmando que muito foi falado sobre os mortos da tragédia de Santa Maria (RS), mas pouco sobre a ajuda e o trabalho dos profissionais e trabalhadores que atuaram após o acidente. (GC)
Secretaria de Assuntos Religiosos
Osvaldo Vergílio (PSD) citou as chacinas que aconteceram no Estado, inclusive em Osasco. Prosseguiu discorrendo sobre as dificuldades que os viciados encontram quando tentam largar as drogas, citando a região da Cracolândia, no centro de São Paulo. Sugeriu a criação da Secretaria de Assuntos Religiosos para auxiliar e cuidar dos dependentes químicos, afirmando que essa nova pasta teria a contribuição de várias religiões e líderes como pastores e padres. Finalizou pedindo união de forças do governo estadual e federal nessa causa. (GC)
Garupa 1
Jooji Hato (PMDB) indignou-se com a morte do policial militar Luiz Carlos Nascimento Costa, assassinado em local público e movimentado. Ressaltou a necessidade da aprovação da lei que proíbe o transporte de pessoas na garupa das motos. De acordo com o deputado, a aprovação da lei acabaria diminuindo a quantidade de mortos e lesionados por acidentes, além da diminuição na violência. Discorreu afirmando que muitos cidadãos usam a moto como transporte, mas que o ideal seria usarem o transporte público. (GC)
Entrega com hora marcada
Vanessa Damo (PMDB) cumprimentou os antigos e novos deputados. Falou sobre o PL de sua autoria, aprovado em Plenário, que obriga a entrega de produtos com hora marcada sem custo para o consumidor, aperfeiçoando a Lei 13.747/2009. Destacou que o benefício não poderia gerar custo. Prosseguiu explicando que a lei obriga as lojas físicas a colocarem cartazes e lojas virtuais a inserirem notificações nas páginas iniciais de seus sites para que os consumidores observem e exijam seus direitos. Pediu para que o governador sancione o projeto. (GC)
Médicos e segurança pública
Marcos Martins (PT) mostrou indignação com a notícia que obteve de que os médicos não tiveram reajuste em seus salários. Afirmou ser necessário que se entre em contato com o Sindicato dos Médicos para o esclarecimento da situação. Reclamou da segurança pública, “que é de total responsabilidade do Estado”. Pediu mais infraestrutura para as delegacias e mais investimentos na segurança pública. (GC)
Intervenção em resolução
Olimpio Gomes (PDT) solicitou o apoio de todas as bancadas para que possam intervir em relação à Resolução SSP-05, de 7/1/2013, que impede policiais de atenderem ocorrências com lesões corporais graves, homicídios, tentativa de homicídios e latrocínios, devendo o socorro ser prestado apenas pelo SAMU. Gomes elaborou projeto de decreto legislativo para solicitar a suspensão dessa norma. (JF)
Agradecimento e violência
Rafael Silva (PDT) parabenizou a presidente Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin pela parceria na construção do Centro Paraolímpico Brasileiro, no Estado de São Paulo. Comentou a violência e o uso de entorpecentes, principalmente entre os jovens. “O problema no Brasil deixou de ser policial e agora é cultural e social”, afirmou. De acordo com Rafael, a educação dos jovens tem de ser realizada com seriedade. (JF)
Estação experimental
Orlando Bolçone (PSB) discorreu sobre o desenvolvimento sustentável e a criação da Estação Experimental do Noroeste Paulista, que abrangeria áreas dos municípios de São José do Rio Preto e Mirassol. Comentou que o projeto recebeu o aval do secretário-chefe da Casa Civil, Edson Aparecido. De acordo com o deputado, esse projeto é uma fusão de tecnologias para reconstituir áreas desmatadas. (JF)
Garupa 2
Jooji Hato (PMDB) lamentou as mortes de um policial em Osasco e do frentista de um posto de gasolina em Bauru, ambos mortos por motoqueiros. Segundo o deputado, a violência está chegando a todos os lugares. O parlamentar ressaltou a importância de seu Projeto de Lei 485/2011, que proíbe garupas em motos, para evitar assaltos no trânsito. “A maioria dos assassinatos são cometidos por motoqueiros com garupa”, concluiu. (GA)
Trabalhos
Rodrigo Moraes (PSC) destacou os trabalhos desenvolvidos pelos deputados da Casa. Disse que, junto com o governador Geraldo Alckmin, visitou a cidade de Salto, no dia 26/12/2012, para a reinauguração do parque Rocha, que foi revitalizado. Segundo o deputado, uma de suas principais preocupações, junto com a educação, é a área da saúde. “Tenho visitado vários hospitais e vejo pessoas padecendo nos corredores. Nós, homens públicos, temos de dar condições melhores para essas pessoas”, concluiu. (GA)
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Tive a sorte de trabalhar com o Dr. Itagiba durante alguns anos, rígido quando tem de ser, amigo, mestre e companheiro. Um dia estarei de pijama com os netos perguntando como foi trabalhar na PC e eu ilustrarei minhas lembranças com o período que trabalhei sob sua administração.
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Ilustre pessoa, grande defensor e protetor dos cidadãos. Assim como várias pessoas gostariam de conhecê-lo pessoalmente eu também gostaria muito. Parabéns Doutor Itagiba pelo maravilhoso trabalho que faz não somente para a polícia, mas para todos nós cidadãos comuns.
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