Prá vocês: Pinto! – Nenhum assessor do Secretário de Segurança apareceu para afirmar descaradamente que a Folha errou ao colocar 800 delegados como investigados…( Está mais do que evidente que Antonio F.P. quer ações criminosas da PM tratadas sob sigilo ) 10

800 delegados são investigados em SP

Investigações da Corregedoria da Polícia Civil atingem 24% do total de delegados da corporação; 418 policiais foram removidos
Procedimentos foram abertos por suspeitas como prevaricação e violência e atingem alguns dos nomes mais importantes da polícia
ANDRÉ CARAMANTEDA REPORTAGEM LOCAL

Cerca de 800 dos 3.313 delegados de SP (24%) são investigados hoje pela Corregedoria da Polícia Civil numa das maiores tentativas de depuração dos 104 anos da corporação. São procedimentos abertos pelas mais variadas suspeitas (extorsão, enriquecimento, violência, prevaricação, mau uso de dinheiro público etc.) e que atingem nomes dos mais importantes da Polícia Civil, que tem 33 mil integrantes. As investigações se intensificaram em agosto de 2009, quando o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, suspeitando de corporativismo (muitos dos casos se arrastavam havia anos), decidiu reformular a Corregedoria, vinculando-a diretamente ao seu gabinete, e nomear pela primeira vez uma mulher para a chefia do órgão, a delegada Maria Inês Trefiglio Valente. Além de acelerar as apurações e incentivar a abertura de novos procedimentos (um total de 8.579 casos contra policiais de várias funções), Ferreira Pinto removeu 418 policiais de três dos principais órgãos da instituição, a própria Corregedoria, o Deic (departamento de roubos) e o Denarc (narcóticos). São policiais contra quem pesam suspeitas ou que simplesmente não têm o “perfil” desejado -Ferreira Pinto os afastou por acreditar que eles não estavam preparados para atuar em departamentos importantes.

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06/06/2012-21h45

PM diz que a Folha errou em reportagem sobre morte de empresário

Um Comentário

  1. CARA, SE POR NOTICIAR NO FLIT, UM ACONTECIMENTO QUE FOI ,CONSTATADO DENTRO DA CÚPULA DA POLICIA CIVIL, UM ESQUEMA DE COMPRAS DE TERNOS, COM SUPER FATURAMENTO, E PIOR, ESTA MATÉRIA QUEM NOTICIOU EM PRIMEIRA MÃO, FOI A PRÓPRIA GLOBO, E PARA DEMONSTRAR UM PODERIO (ARBITRARIEDADE) ABRIL-SE UM PROCEDIMENTO E MANDOU EMBORA DAS FILEIRAS DA CORPORAÇÃO O ENTÃO DELEGADO DE POLICIA, ANTIGO(NÃO ERA NENHUM RECRUTA), SIMPLESMENTE POR ELE SER O ADMINISTRADOR DO FLIT, O QUAL REEDITOU A MATÉRIA DA GLOBO NO FLIT, OUTRO CASO É O DO DELEGADO QUE AUTUOU O JUIZ BEBUM, QUE HAVIA ENVOLVIDO NUM ACIDENTE DE TRANSITO,ESTANDO ELE VISIVELMENTE BÊBADO, SENDO QUE ESTE JUIZ AINDA PROFERIU OFENSAS AO DELEGADO E DEMAIS FUNCIONÁRIOS ESTANDO ELES DE SERVIÇOS NAQUELA DELEGACIA, E QUE LOGO EM SEGUIDA ESTE DELEGADO POR ESTAR NO PERÍODO DE PROBIDADE (EXPERIENCIA),EXIGIDA PELA ADMINISTRAÇÃO AOS FUNCIONÁRIO NOVATOS,FOI EXONERADO DAS FILEIRAS DA CORPORAÇÃO, APENAS POR TER TRABALHADO CERTO, E POR SE TRATAR DE UM JUIZ ELE DEVERIA TER SE PREVARICADO, E NÃO FEITO NADA OU SEJA FEITO AO INVERSO , UMA VEZ QUE ESTE JUIZ EM SEGUIDA FOI TRANSFORMADO NADA MAIS NADA MENOS QUE UM DOS DESEMBARGADORES DA CORTE MAIOR ESTADUAL(TRIBUNAL DE JUSTIÇA), POIS SE O SISTEMA TIVESSE AGIDO RÁPIDO E DE FORMA CERTA, NO MÍNIMO ESTE MAGISTRADO NÃO TERIA SIDO PROMOVIDO , PELO AO MENOS AGORA NÃO, AGORA E QUANTO AOS VÁRIOS DELEGADOS COM SÉRIOS PROBLEMAS DE CONDUTAS, QUE ESTÃO RESPONDENDO, PROCESSOS QUE SE ARRASTAM E QUE ATÉ AGORA NÃO SE VÊ NENHUM RESULTADO, É CLARO QUE MUITOS DOS DELEGADOS QUE RESPONDE ALGUM TIPO DE DESLIZE SÃO COISAS LEVES, QUE NÃO MERECEM EXONERAÇÃO, MAIS COM CERTEZA EXISTEM ALGUNS GATOS PINGADOS QUE JÁ DEMOROU TER UM RESULTADO FINAL, PARA QUE ESTE DESOCUPEM O SEUS LUGARES PARA QUE OUTROS NOVOS VENHAM A OCUPAREM SEUS LUGARES, POIS NÃO SÃO DIGNOS PARA FAZEREM PARTE DE UMA INSTITUIÇÃO SÉRIA E HONROSAS, MAS QUE INFELIZMENTE OS SEUS REPRESENTANTES(CÚPULA), COMETEM VERGONHOSOS ERROS, MANDAM EMBORA DAS FILEIRAS HOMENS (DELEGADOS)HONROSOS COMO CONDE GUERRA E AQUELE QUE AUTUOU O JUIZ, E DEIXA OUTROS TANTOS QUE NÃO DEVERIAM ESTAREM, AGORA DR. GUERRA, COMO CONFIAR NA NOSSA JUSTIÇA, SE UM JUIZ BEBUM QUE ACABA DE FAZER O QUE FEZ, E LOGO EM SEGUIDA VIRA DESEMBARGADOR, E POR CONTA DISSO, UM DELEGADO AGINDO DENTRO DA LEGALIDADE É EXPULSO DA CORPORAÇÃO, É MOLE.ABRAÇOS.

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  2. O SECRETARIO NÃO COLOCA PM PRA COMANDAR A POLICIA CIVIL PORQUE É ILEGAL. SE PUDESSE JA TERIA FEITO. PRA ELE, SO PRESTA SE ESTIVER DE FARDA E COM COTURNO. FORA ISSO, E PICARETA NA CERTA. O ESTRANHO NISSO TUDO É QUE NINGUEM VÊ OFICIAL ENVOLVIDO EM INVESTIGAÇÃO. SABE PORQUE? PRIMEIRO PORQUE OFICIAL NÃO TRABALHA, SEGUNDO: O CORPORATIVISMO QUE ELE ALEGAR SER FORTISSIMO NA PC, É MUITO MAIOR NA PM. E TEM O TAL DA JUSTIÇA MILITAR, QUE NA MINHA OPINIÃO É MAIS UMA ABERRAÇÃO NESTE PAÍS DE MERDA. FAZER O QUE? DEIXA PRA LÁ, QUE NÃO ADIANTA RECLAMAR QUE NADA VAI MUDAR.

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  3. A polícia civil está sucateada por causa dos delegados interessados em suas cadeiras , os quais não estão preocupados com seus salários, isso é sabido, agora querer que os delegados acusados pela folha contestasse algo, seria demais, pouquissímos delegados ajudaram ou iriam ajudar a polícia civil,porque infelismente quase todos a essa altura, estão aposentados ou foram demitidos por expor a verdade da administração policial, só 800 acusados ?? tenho duvidas, mas fazer o que/ eles não estão preocupados com a matéria, eles estão preocupados com suas titularidades que em consequencia não tem preocupação para aumentar seus salários, por isso que a PM apresenta a ocorrência e o flagrante é presidido pela autoridade (quando está presente) do jeito que os Pms querem, hoje delegado não delega nada, apenas “cumpre ordens” da PM, delegado aparece na Tv para dizer que fez isso, fez aquilo, mentira, todos nós sabemos que é equipe que resolve, esclarece, toma pancada, tiro, delegado (com rarissímas excessões), querem aparecerem principalmente no DHPP, para almejarem na frente um departamento, como gostam de dizerem ” estava roendo o osso, agora quero o filé”, é sempre assim os operacionais ralam ,o delegado chega em público, aparece trajando seu paletó (ops, cuidado! rs.) sentado na cadeira, pagando do policial pica das galaxias. Garanto que hoje no DHPP tem policial 48 hs dedicando a esclarecer o caso do japones, enquanto na segunda feira vem a segunda parte da novela , e o delegado herói.

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  4. 07/06/201206h00
    Falta de transparência, confrontos de alto risco e impunidade explicam alta letalidade da Rota, dizem especialistas
    Guilherme Balza
    Do UOL, em São Paulo
    Falta de transparência, confrontos de alto risco e impunidade: estes são os elementos apontados por especialistas em segurança pública que ajudam a explicar o aumento de mortos em ações envolvendo a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da Polícia Militar paulista, composta por 820 homens. Há duas semanas, a Rota se envolveu em mais uma operação que resultou em mortes, quando seis suspeitos foram mortos em uma ação de mais de 20 policiais na Penha, zona leste de São Paulo.

    O número de mortos pela Rota tem aumentado progressivamene desde 2007 e, segundo dados da Ouvidoria da PM, em 2012 as mortes em operações da Rota continuam crescendo: no primeiro trimestre, foram 21, contra 16 do mesmo período de 2011 –considerando apenas casos de resistência seguida de morte. A reportagem do UOL ouviu especialistas para tentar explicar o aumento de mortes em ações envolvendo a Rota.
    Para Vivian Puvas, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, a ausência de transparência e controle sobre o batalhão incentiva as irregularidades na atuação. “A Rota é a corporação menos transparente da polícia. A prestação de contas é zero. Eles destroem as provas, não preservam as áreas de confronto para a perícia. A necessidade do uso da força precisa ser comprovada”, afirma a pesquisadora do NEV.
    O antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança do governo Lula, diz que a maior parte dos policiais envolvidos em irregularidades não é punida pela Justiça. “Se formos tomar a realidade da polícia pelo que diz a Justiça, estaríamos em um paraíso, mas sabemos que infelizmente não é o caso.”
    Dados da Corregedoria da PM obtidos pela “Folha de S. Paulo” apontam que a quantidade de mortes pela Rota em 2011 foi a maior desde 2006, ano dos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital), quando 97 pessoas foram mortas por homens da Rota. De lá para cá, o número subiu progressivamente: 47 em 2007, 63 em 2008, 66 em 2009, 81 em 2010 até chegar nos 91 do ano passado.
    Na avaliação do consultor em segurança pública José Vicente da Silva Filho, coronel da reserva da Polícia Militar de SP e ex-secretário nacional de Segurança Pública, é “natural” a Rota ter uma letalidade maior em comparação ao restante da PM, já que o batalhão atua em confrontos e em casos de maior risco. Ainda assim, diz o coronel, o número de mortes causados pela Rota é “preocupante”.
    “A criminalidade não está fácil, o fluxo de armas está aumentando, mas esse número de mortos pela Rota é preocupante. Não se pode banalizar a morte. A policia não pertence aos policiais: é o braço armado do Estado. Os inquéritos envolvendo policias da Rota devem ser rigorosamente checados”, afirma Silva.
    Em 2011, os policiais da Rota, que representam 0,9% de todo o efetivo da PM, foram responsáveis por 14,28% do total de mortes causadas por policiais militares (634).
    Em média, um policial da Rota matou, em 2011, 16 vezes mais do que um PM, levando em conta o efetivo da Polícia Militar (95 mil homens, no total) e o da Rota (820).
    Na Rota, a proporção, no ano passado, foi de uma morte para cada nove homens; considerando toda a PM, a média foi de uma morte para 150 policiais. A comparação não leva em conta o percentual de policiais que trabalham em serviços administrativos tanto na Rota, quanto em toda a PM, dado que a corporação afirma não dispor.
    “Um dos argumentos para o elevado número de mortes é que eles trabalham contra o crime organizado. Até onde sei, crime organizado se combate com organização, não com confronto”, aponta Puvas. “O padrão das ações da Rota é um número alto de mortos e nenhum policial ferido. Por mais que eles sejam capacitados, essa letalidade é, no mínimo, estranha”, acrescenta a pesquisadora do NEV.
    Segundo ele, os PMs, no Brasil, são formados sob uma perspectiva bélica e, em geral, governos, MP e a própria polícia não investigam a fundo as irregularidades. “Eles são formados na perspectiva da guerra, não da segurança pública. E se estão em uma guerra, podem tudo. Os governadores, os secretários, aplaudem. Não há uma investigação profunda por parte da Corregedoria da PM, do MP, nem dos governos”, diz Soares.
    “Quando libera o policial para matar, está liberando para outras coisas, para participar de esquemas de corrupção, inclusive. Porque se ele está liberado para matar, pode fazer qualquer coisa”, afirma Viviane.
    A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar e solicitou entrevista com o comando da Rota, mas, segundo a corporação, ninguém do batalhão poderia falar sobre o assunto.
    28 de maio de 2012
    Sobre a ação na Penha, a Rota diz que recebeu uma denúncia anônima de que criminosos ligados ao PCC se reuniriam em um estacionamento e depois iriam participar de um resgate a um preso que seria transferido. Ao chegar no local, a Rota entrou em confronto com os suspeitos, que resultou na morte de cinco deles.
    O sexto suspeito, Anderson Minhano, foi morto às margens da rodovia Ayrton Senna, após ser levado do estacionamento até o local pelos policiais. Uma testemunha viu a ação e ligou para o 190, relatando que uma pessoa estava sendo torturada pelos PMs. Durante a ligação, que durou 12 minutos, foi possível ouvir os tiros disparados contra Minhano.
    Com base na ligação e em imagens registradas pela concessionária que administra a rodovia, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil e a Corregedoria da PM prenderam, no último dia 29, o sargento Carlos Aurélio Nogueira, 42, o soldado Marcos Aparecido da Silva, 37, e o cabo Levi Cosme da Silva Júnior, 34. Na quinta-feira (31), mais seis PMs que participaram da ação foram presos, mas ganharam a liberdade dois dias depois após prestarem esclarecimentos.
    Agora, o DHPP e a corregedoria apuram se os outros mortos na ação foram torturados e mortos à queima-roupa. Um promotor foi designado pelo Ministério Público Estadual (MP) para acompanhar as investigações.
    5 de agosto de 2011
    A Rota também é investigada pela Corregedoria da PM, MP e Polícia Civil uma ação em 5 agosto de 2011, dentro de um supermercado em Parada de Taipas, zona norte da capital. Na ocasião, seis homens que invadiram o local para atacar caixas eletrônicos foram mortos por policiais da Rota e do 18º Batalhão da PM.
    Na época, o tenente-coronel Paulo Adriano Telhada e o capitão Fábio Paganotto Carvalho, chefe do 18º Batalhão, disseram que receberam uma denúncia anônima do roubo. Os investigadores do caso recolheram denúncias e indícios –entre eles imagens de câmera de segurança– de que os policiais já sabiam que o roubo ocorreria e decidiram armar uma emboscada para os suspeitos, em vez de evitar o delito.
    Quando o caso ocorreu, o comando da PM tinha acabado de escalar a Rota para coibir os ataques a caixas eletrônicos, que se multiplicavam pela cidade, muitos deles com a participação comprovada de policiais militares. Assim, a ação no mercado seria uma espécie de recado aos que estavam praticando os furtos nos caixas.
    A investigação apontou que os PMs desviaram o foco das câmeras que registravam a movimentação no interior do supermercado. A Polícia Civil conclui o inquérito e o encaminhou ao MP. Agora, o caso está na 2ª Vara de Justiça.
    Setembro de 2011
    Outro caso do final do ano passado que envolveu a Rota é a morte de Paulo Alberto de Jesus, 26, em setembro de 2011. Ele foi morto por policiais da Rota dentro de casa, na frente dos familiares.
    A Rota afirmou que a vítima estava envolvida em um grupo que praticava roubo a cargas e que recebeu os policiais a tiros, o que a família nega.
    Jesus não tinha passagens pela polícia. Segundo a SSP, ele era suspeito de guardar armas em casa. A morte de Jesus gerou uma série de protestos dos moradores do bairro.
    Agosto de 2010
    Em agosto de 2010, o quartel da Rota na Luz, centro da capital, teria sido alvo de um atentado por parte do ex-detento Frank Ligieri Sons, 33. Segundo o batalhão, ele e um comparsa atiraram no prédio e pretendiam lançar um coquetel molotov contra o local. Sons foi morto após ser alvejado por um policial. O outro suspeito teria fugido.

    A perícia do IML (Instituto Médico Legal) encontrou inconsistências na versão da PM. Relatório da inteligência do DHPP colocou o atentado sob suspeita e que a Rota possivelmente forjou o ataque para se colocar na posição de vítima, já que naquela época policiais do batalhão estavam sendo investigados por participação em mortes encomendadas por integrantes do PCC.

    Há também a suspeita de que a vítima foi morta à queima roupa. Sons, que era irmão de um terceiro-sargento da PM, foi informante da Rota durante boa parte dos 11 anos em que ficou preso. Na noite seguinte ao atentado, sete pessoas foram mortas pela Rota em São Paulo. O caso ainda está sendo investigado pelo DHPP.

    Durante a investigação deste caso, a inteligência do DHPP chegou a preparar uma série de relatórios de ilegalidades cometidas por policiais da Rota. Segundo as investigações, PMs do batalhão estariam matando a mando do PCC, em troca de dinheiro. Os relatórios foram arquivados pela cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP), conforme reportagem da TV Bandeirantes em março deste ano.

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/06/07/rota-mata-cada-vez-mais-e-e-investigada-por-acoes-suspeitas-nos-ultimos-meses.htm

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  5. caro, dr. conde guerra, vê a possibilidade de vc dar sua opinião, a respeito se vc sabe é claro, souber de alguma coisa referenciado, comentam-se que na época dos ataques do pcc, o secretario da SAP (secretaria de assuntos penitenciário) naquela época era o sr. Ferreira Pinto, e que ele teve alguns conflitos com alguns delegados, sendo que os motivos são desconhecidos,udo indica que foi a respeito do ocorrido(ataques) bem como os nomes destes delegados envolvidos, porem comentaram na época, que o secretário havia se irritado muito com estes delegados, e poderia haverem retaliação , passado algum tempo, o sr. secretario mudou de secretaria, e adivinha assumiu justamente a secretaria de segurança publica, e logo que assumiu, prometeu fazer uma caça as bruxas dentro da policia civil, fazendo modificações bruscas nas diretorias, instaurando procedimentos em cima de procedimentos, dando vidas nos arquivo morto, ou seja mexendo em processo que já tinha sido julgado e que estava arquivado, desconsiderando ou anulando atos do outro secretario, dando novo veredicto, CARO GUERRA, SE VC SOUBER ALGO, DÊ SUA OPINIÃO A RESPEITO, UM ABRAÇO A TDS

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    • O Secretário Ferreira Pinto assumiu logo após os ataques, em substituição a Nagashi Furukawa.
      Conflito existia entre alguns Delegados e Furukawa.
      Ferreira Pinto – conforme minha particular visão – é idêntico a diversos Delegados com os quais trabalhei.
      Chega com discurso moralista e rigoroso ; providencialmente pega alguns bois de piranha.
      Só para inglês ver!
      De fato, anulou atos praticados por antecessores e determinou novos processos em desfavor de quem já cumprira a penalidade anulada.
      ANULOU APENAS PARA PREJUDICAR.
      Não corrigiu nenhuma ilegalidade para justiça de funcionários punidos.
      Não fez mudanças bruscas; quando as fez foi para reconduzir quem perdeu cadeira na gestão Marzagão.
      A Corregedoria virou uma máquina de instaurar sindicâncias e aplicar penalidades aos operacionais por qualquer bobagem; sem se falar nas demissões absurdas.
      Não melhorou em nada a Polícia Civil, apenas fez com que aumentassem a rivalidade e ódio entre policiais civis e militares.
      Por fim, demonstra ser um indivíduo fanático e dado a métodos duvidosos para o cargo que ocupa; exemplo: ALIMENTAR A MÍDIA FOMENTANDO O DESCRÉDITO DE QUEM QUER DECAPITAR.

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  6. Flit Paralisante :
    O Secretário Ferreira Pinto assumiu logo após os ataques, em substituição a Nagashi Furukawa.
    Conflito existia entre alguns Delegados e Furukawa.
    Ferreira Pinto – conforme minha particular visão – é idêntico a diversos Delegados com os quais trabalhei.
    Chega com discurso moralista e rigoroso ; providencialmente pega alguns bois de piranha.
    Só para inglês ver!
    De fato, anulou atos praticados por antecessores e determinou novos processos em desfavor de quem já cumprira a penalidade anulada.
    ANULOU APENAS PARA PREJUDICAR.
    Não corrigiu nenhuma ilegalidade para justiça de funcionários punidos.
    Não fez mudanças bruscas; quando as fez foi para reconduzir quem perdeu cadeira na gestão Marzagão.
    A Corregedoria virou uma máquina de instaurar sindicâncias e aplicar penalidades aos operacionais por qualquer bobagem; sem se falar nas demissões absurdas.
    Não melhorou em nada a Polícia Civil, apenas fez com que aumentassem a rivalidade e ódio entre policiais civis e militares.
    Por fim, demonstra ser um indivíduo fanático e dado a métodos duvidosos para o cargo que ocupa; exemplo: ALIMENTAR A MÍDIA FOMENTANDO O DESCRÉDITO DE QUEM QUER DECAPITAR.

    ENTRE MORTOS E FERIDOS QUEM SE FUDEU NO FINAL FOI O JAPA. NA EPOCA DOS ATAQUES, O SERVIÇO DE INTELIGENCIA TANTO DA CIVIL COMO DA PM SABIAM QUE HAVERIA RETALIAÇÕES, SE OS CHEFÕES DO PCC FOSSEM TRANSFERIDOS. NAGASHI AVISOU O ENTÃO SECRETARIO SAULO DE CASTRO, QUE NÃO TOMOU ATITUDE NO SENTIDO DE ALERTAR AS FORÇAS POLICIAIS. ACABOU QUE NO SEGUNDO DIA DE ATAQUE, APOS 14 AGENTES DA LEI SEREM EXECULTADO,O ENTÃO GOVERNADOR EM EXERCICIO CLAUDIO “LIMBO”, FOI A IMPRESSA E DISSE COM TODAS AS LETRAS QUE SAO PAULO ESTAVA SOBRE ATAQUE. NISSO A CULPA RECAIU SOBRE NAGASHI, QUE NO FUNDO TENTOU AVISAR QUE ISSO ACONTECERIA. ELE AINDA TENTOU EVITAR PARA QUE NÃO SE FIZESSE A TAL TRANSFERENCIA DOS PRESOS. COMO O ESTADO NÃO ASSUMIA SEU PAPEL, OS POLICIAIS, TANTO CIVIS COMO MILITARES SE UNIRAM COMO NUNCA HAVIAMOS VISTO, E ACABARAM MATANDO MAIS DE 500 SUSPEITOS, LEVANDO ALGUNS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS A RECORRER A ONU.ATÉ HOJE NAGASHI É ACUSADO PELO PSDB DE TER SIDO O RESPONSAVEL, MAS SABEMOS QUE APENAS SERVIU COMO BOI DE PIRANHA PRO GOVERNO. A INCONPETENCIA DO PSDB, CAUSOU TODAS ESSAS MORTES. DIGA-SE QUE O FATO QUASE SE REPETIU COM A DUPLA FERREIRA/LORIVAL, A UM TEMPO ATRAS.

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  7. a Rota tem que matar mesmo, a policia tem que matar mesmo, esses vagabundos se tiverem a minima oportunidade vão matar policiais e familiares sem dó nem piedade, inclusive está no facebook para todos verem, que é pra matar policiais com bastante tiro na cara para humilhar mesmo, esso é a segurança que a politica quer, pois tem pulso mole, não está nem aí com essa miseria que o policial ganha, fica protegendo a população, e pra que? pois toda a vez que a policia mata vagabundo de alto escalão, falam que se excederam, ou houve irregularidade na atuação, antes de ontem um policial levou 8 tiros em casa, graças a DEUS está vivo, mas mora na cidade Tiradentes, ou seja, no meio do crime, porque o salario é tão baixo que não consegue morar num lugar descente, ontem um policial da cavalaria foi morto dentro da academia que dava aula de jiu-jitsu, 4 marginais entraram, mandaram todos que estavão na academia sairem e executaram o policial, agora alguem falou sobre esses casos hoje, claro que não, porque para o governo policial morrer é normal, nesse caso não houve irregularidade nem excesso, a verdade é uma só ou o policial morre ou mata, não tem meio termo porque o nosso codigo penal é uma bosta, porque nosso sistema carcerario também, cada vez tem mais leis beneficiando o vagabundo e com isso o crime está realmente organizado e inteligente, enquanto nosso governo fica de braços cruzados, até porque lá em cima tem muito politico sustentado pelo crime e que quer mais ficar com o seu no bolso, do que realemente por ordem nesse pardieiro, ninguem tem o direito de tirar a vida, mas quando a vida em questão é a de cada um, com certeza entre voce morrer e o outro, é claro que é o outro, isso é para qualquer pessoa.

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