PF transformou um deputado extorsionário em vítima de um contrabandista 11

As cenas agora publicadas ampliam o que já se sabia do caso — e mostram como o delegado que conduzia a investigação, o agora deputado Protógenes Queiroz, se utilizou de provas que poderiam ter colocado Medeiros na cadeia para prender a vítima de extorsão praticada pelo parlamentar.

Assim que o contrabandista caiu nas malhas da Comissão Parlamentar de inquérito, três emissários do deputado começaram a assediá-lo com ofertas pornográficas para que ele saísse impune do processo. Um dos assessores de Medeiros chegou a criticar o chefe, que estaria pedindo pouco dinheiro para livrar a cara de Law — 500 ou 600 mil reais apenas, contra uma estimativa do restante da quadrilha de assessores de que a armação poderia render pelo menos R$ 3 milhões.

Esses assessores provocaram uma reunião entre Medeiros e Law num hotel em Araraquara, no interior de São Paulo. O vídeo que publico agora revela o que ocorreu na conversa. Dele, a única parte conhecida pela opinião pública (por meio de vazamentos seletivos para uma rede de televisão chamada a participar da coleta da prova) era o trecho em que Law pede a Medeiros que divida o suborno em quatro ou cinco prestações…( Blog do Pannunzio )

Audiência do Sipol Prudente com o Deputado Mauro Bragato 25

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Lucio Flavio 
Data: 22 de maio de 2012 09:04
Assunto: Audiência do Sipol Prudente com o Deputado Mauro Bragato
Para: Flit Paralisante dipol@flitparalisante.com>, 
AUDIÊNCIA DO SIPOL COM O DEPUTADO MAURO BRAGATO EM 12/05/2012

O Presidente e a Vice Presidente do Sipol-Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente-SP – LUCIO FLAVIO MORENO e SILVIA TEIXEIRA VIANA RODRIGUES estiveram reunidos com o Deputado MAURO BRAGATO a fim de tratar da questão salarial dos Escrivães e Investigadores Policiais, condizente com exigência para o ingresso do NIVEL UNIVERSITÁRIO.

Foi entregue ao Deputado o Ofício nº07/2012 dizendo das discrepâncias e falta de coerência da questão salarial das diversas carreiras e da necessidade de se ter um plano de carreira. Questionamos também a situação dos Agentes e Carcereiros Policiais em que há exigência de 2ºGrau, mas recebem salários de 1º Grau.

Desde a primeira audiência que tivemos com Deputado MAURO BRAGATO impressionou sua franqueza e sinceridade. Sempre foi direto, sem rodeios, dizendo essa questão é certa, ou não passa, ou ainda, vamos colocar em pauta para discussão para quem sabe no futuro.

Quanto à questão do NIVEL UNIVERSITÁRIO pelo que inferimos na audiência, essa se resolverá em breve. E é bom que seja assim, pois julho se vota o orçamento do ano que vem, portanto se não for resolvida a questão até o dia 30 de junho, a coisa se complicará.

Disse o Deputado que quanto à questão dos Agentes e Carcereiros Policiais, esta dificilmente será tratada por esse grupo de trabalho. Assim, entendo que devemos nos mobilizar em paralelo. O Governador GERALDO ALKMIN anunciou que os Carcereiros Policiais terão seus cargos transformados em Agentes Policias, ou Investigadores até o fim do ano. Não me recordo com exatidão. Talvez durante essas mudanças seja possível corrigir as distorções.

Dizemos de nossa preocupação com os concursos da polícia civil que são demorados e não conseguem preencher as vagas existentes, e muito menos criar cadastro de reserva. A fala do Deputado foi no sentido que o ideal é que a Academia de Polícia tenha a função apenas de ensinar, e que os concursos sejam feitos por empresas terceirizadas, como é atualmente na Polícia Militar, Policia Federal, etc. Parece-nos que a questão está se encaminhando pra isso. Recentemente o Delegado Geral expressou opinião nesse sentido.

A impressão geral que tivemos foi bastante positiva, e acreditamos haver vontade política para tal.

Abraços fraternais a todos.

A Diretoria do SIPOL

Abaixo transcrição do Ofício nº 07/2012

Ofício nº07/2012      Pres. Prudente, 12 de maio de 2012.

Senhor Deputado

Cumprimentando-o cordialmente, a Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Presidente Prudente-SP, vem à honrosa presença de Vossa Excelência, com os corações impregnados de esperança expor nossas inquietações e sugestões a respeito da Lei Complementar 1067/2008, que dispões sobre os requisitos de ingresso nas carreiras de investigador e escrivão.

Parece-nos que seria mais adequado ampliar as atribuições do grupo de trabalho, que estudará a viabilidade do pagamento da exigência do nível superior aos Escrivães e Investigadores, renomeando os misteres do grupo para “instituição de plano de carreira aos operacionais da Polícia Civil” buscando se coerência, lógica, levando em conta a natureza, o grau de responsabilidade, complexidade, requisitos para a investidura, e peculiaridades dos cargos.

Para se entender a necessidade da ampliação dos misteres do grupo de trabalho veja se tabela dos salários obtidos no endereço eletrônico http://www.recursoshumanos.sp.gov.br/retribuicao_mensal/area%20policial/pol%20civil.pdf onde consideraremos os policiais operacionais de 1º classe, somando-se salário base, RETP, ALE I.

CARREIRA ESCOLARIDADESALÁRIO
Atendente  de Necrotério de 1º Classe1º GRAUR$  2.431,89

Auxiliar  Papiloscopista Policial de 1º Classe

1º GRAU

R$  2.431,89

Carcereiro  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  2.431,89

Agente  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  2.431,89

Investigador  de Polícia de 1º Classe

universitário

R$  2.956,00

Escrivão  de Polícia de 1º Classe

universitário

R$  2.956,00

Fotógrafo  Técnico Policial 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Agente de  Telecomunicações Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Auxiliar  de Necropsia de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Desenhista  Técnico Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Papiloscopista  Policial de 1º Classe

2º GRAU

R$  3.055,24

Vejam-se as discrepâncias. Cinco carreiras de apoio da Polícia Judiciária que exigem nível de 2º Grau têm salários maiores que Investigadores e Escrivães em que é exigido o nível universitário, como pré-requisito para concurso público. Por sua vez Carcereiro e Agente Policial em que é exigido de 2º Grau, têm os salários menores que outras carreiras em que são exigidos o 2º Grau. Parece-me que seria justo e coerente igualarem-se todos os salários que exigem 2º grau, corroborando com isso o princípio da equidade.

No caso dos Carcereiros Policiais seus salários são bem menores que os salários dos Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária, e Agentes de Segurança Judiciária, e ambos exercem as mesmas funções, sendo que na atualidade os funcionários das Penitenciarias têm salários na faixa dos Investigadores e Escrivães de Polícia. Não se vê coerência ou plano de carreira. Evidente a falta de critério.

Quanto ao salário a ser pago ao Escrivão e Investigador de Polícia pelo que se ouve há uma verdadeira torre de babel. Fala se em equiparar-se a perito. Em 70% do salário do Delegado. Em equiparar-se aos Policiais de Brasilia-DF. Em se usar critério independente de qualquer atrelamento, e outras teses.

A nós o que nos parece mais importante é a aplicação de critérios lógicos, coerentes levando-se em conta o Art. 39, §1º,incisos I, II, III da Constituição da República.

Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, no âmbito de sua competência, regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas.

§ 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará:

I – a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira;

II – os requisitos para a investidura;

III – as peculiaridades dos cargos.

A atividade fim da Polícia Civil está definida no §4° do artigo 144 da CF/1988. “§ 4º – às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares”.

Entre os operacionais exercem as funções de Polícia Judiciária o Investigador de Polícia e o Escrivão. As demais carreiras são de apoio, embora na prática devido a falta de funcionários, a maioria esteja desviada de função, e se for exigido o cumprimento das atribuições dos cargos a Polícia Civil seria inviabilizada de vez.

Posto isto, rogamos à Vossa Excelência que se leve em conta as considerações acima estabelecendo-se critérios lógicos para a elaboração de um plano de carreira para os operacionais da Polícia Civil.

No ensejo, manifestamos à Vossa Excelência nossos protestos de elevada estima e distinta consideração.

Lucio Flavio Moreno

Presidente do Sipol

Ao Excelentíssimo Senhor

DD. Deputado Estadual

MAURO BRAGATO

Presidente Prudente-SP.

Apoio dos deputados 11

Caro Doutor Guerra estamos tendo o apoio total dos Deputados. Todos se mostraram favoráveis a N.U. Tô botando fé.

Lucio Flavio Moreno

Sipol Presidente Prudente

Deputado Ed Thomas defende equiparação salarial e valorização dos Escrivães e Investigadores da Polícia Civil paulista

Enfatizando a necessidade da valorização das carreiras de Escrivães e Investigadores de Polícia, o Deputado Estadual Ed Thomas (PSB) participou ativamente na manhã de quarta-feira (16/5), da audiência da Comissão de Assuntos de Segurança Pública e Penitenciários, da Assembléia Legislativa, com o Grupo de Trabalho, representando o governo do Estado e os presidentes das associações dos Escrivães de Polícia (Aepesp) e dos Funcionários da Polícia do Estado de São Paulo (Afpcesp), que representam mais de 12 mil associados. As propostas das entidades das categorias para o realinhamento salarial destas carreiras policiais, defendidas por Oscar Miranda, da Aepesp e Hilkias de Oliveira, da Afpcesp, representam 100% passando o salário base do Escrivão de Polícia Civil 3ª classe de R$ 891,15 para R$ 1.718,25; 2ª classe, de R$ 984,72 para R$ 1.898,67; 1ª classe, de R$ 1.088,11 para R$ 2.098,03 e o de classe especial de R$ 1.202,36 para R$ 2.318,33. Além disso, reivindicam a equiparação do Adicional de Local de Exercício (ALE), para o do 3ª grau no valor, devido a exigência de escolaridade de nível superior, com o ALE I de R$ 780,00 para R$ 1.260,00 e o ALE II de R$ 975,00 para R$ 1.575,00. Para as duas entidades: “isso pode ser feito através de um ato do Governador, fundamentado na elevação das carreiras de Investigador e de Escrivão para o nível superior como diz a Lei Complementar 1.067/2008”. Além de Adilson Rossi, do PSB e presidente da Comissão de Segurança Pública participaram os deputados Olímpio Gomes, Campos Machado e Salim Curiati; e os representantes do Governo, Conceição Aparecida Filete Fraga, da Fazenda; Hilton Fachini, Planejamento; Ivani Maria Bassotti, Gestão Pública; Luciana Gasparini, Procuradoria Geral; Valdir Assef, Segurança Pública; Rosmary Corrêa, Casa Civil e um representante do Delegado Geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima. Com o empenho do Deputado Ed Thomas, espera-se que o Governador se sensibilize com as reivindicações das duas categorias, “e atenda as propostas para a valorização destas duas importantes funções da Polícia Civil paulista”, ressaltou.

Foto – Olímpio, Ed Thomas, Adilson e Machado

Assessoria de Comunicação do Deputado Estadual Ed Thomas (PSB)

Jornalista – Airton Roberto Messinette – Mtb 35.318

Repórter fotográfico – Marcelo Rezende

Disponível em: http://www.maurobragato.com.br/boletim/59/boletim-atividade-parlamentar-maio-2012 Acesso em:21 mai 2012

Grupo de trabalho começa a estudar valorizaçãodas carreiras de investigadores e escrivães da Polícia Civil

Odeputado Mauro Bragato integra, como um dos representantes do Legislativo, ogrupo de trabalho que estuda a reestruturação das carreiras de escrivães einvestigadores da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Está colocando toda asua experiência à disposição das categorias profissionais que, na últimareunião, apresentou as primeiras demandas, em audiência pública.

Sindicatose associações reivindicaram, principalmente, que seus vencimentos sejamcompatíveis com cargos de nível superior, fato já reconhecido pela LeiComplementar 1.067/2008, que exige diploma universitário para ingresso nainstituição. Apesar disso, afirmam que não houve melhoria salarial.

Bragatotem ressaltado que a constituição desse grupo foi uma conquista dofuncionalismo, do Poder Legislativo e do governo do Estado. “Estou muito feliz,pois há muito tempo não se via uma reunião como essa aqui na Casa”, disse.Bragato, já propôs que se discutam a fundo os benefícios para as carreiras, quese apresentem propostas que atendam a todos e que seja estabelecido o prazomais rápido possível para conclusão dos trabalhos. “Precisamos de menosconversa e mais resultados”, concluiu.

Alémdo deputado Bragato, os outros membros do grupo de trabalho são os deputadosAdilson Rossi (PSB), Regina Gonçalves (PV), Olimpio Gomes (PDT) e MarcosAurélio de Souza (PT), além de representantes das Secretarias da Fazenda, daGestão Pública, do Planejamento, da Segurança Pública, da Procuradoria Geral doEstado, além da ex-deputada Rosmary Correia, representando a Casa Civil. Naúltima reunião também participaram as seguintes entidades: Associação dosEscrivães, dos Investigadores e dos Peritos Criminais, Federação dos PoliciaisCivis e representante da Delegacia Geral.