Convocação: AMANHÃ AS 10:00 HORAS ESTARMOS NA ESQUINA DA RUA JOÃO THEODORO COM A AVENIDA TIRADENTES ( AO LADO DO QUARTEL DA ROTA) EM APOIO AOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES DA BAHIA. 9

Enviado em 07/02/2012 as 22:05 – WAGNER NUNES LEITE CONÇALVES

BOA NOITE, POLICIAIS PAULISTAS ESTOU REPASSANDO A PEDIDO DAS ENTIDADES DE CLASSES DAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR:

CONVOCAMOS A TODOS PARA AMANHÃ AS 10:00 HORAS DA MANHÃ ESTARMOS NA ESQUINA DA RUA JOÃO THEODORO COM A AVENIDA TIRADENTES ( AO LADO DO QUARTEL DA ROTA) EM APOIO AOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES DA BAHIA.

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CONTAMOS COM SUA PRESENÇA NESSE ATO EM DEFESA DA DIGNIDADE DA FAMILIA POLICIAL

Um Comentário

  1. Avatar de ACORDEM PRAÇAS E CIVIS ,SERVIDORES ,NAÇÃO BRASILEIRA MASSA SOFRIDA E EXPLORADA ACORDEM PRAÇAS E CIVIS ,SERVIDORES ,NAÇÃO BRASILEIRA MASSA SOFRIDA E EXPLORADA disse:

    A greve na Bahia vem servindo de mote para especulações várias, algumas tão absurdas que indicam tão-somente a malícia dos especuladores. A maior das ilações é proveniente do governante baiano, que insiste em “nacionalizar” um problema local a ponto de convencer a Presidenta Dilma nesse sentido. Ora, tudo é apenas fruto do tresvario dele, que desde muito demonstra não gostar de farda por questões ideológicas e pretende enraivecer os militares estaduais do país inteiro. Trata-se, portanto, de um problema tipicamente baiano que ele não sabe ou não quer solucionar, tanto que os movimentos de reivindicação salarial em outros estados cessaram tão logo as partes em conflito eliminaram as divergências, mesmo sendo elas extremadas. Enfim, está provado por exemplos anteriores que o sensacionalismo buscado pelo governante baiano não procede. Ele, sim, não busca entender os anseios dos companheiros da PMBA com a razão nem com o coração, mas com o fígado.
    Claro que uma paralisação geral e simultânea de quase 500.000 militares estaduais no serviço ativo Brasil afora é tão incrível que nem merece atenção. A uma porque em muitos Estados Federados as Polícias Militares já estão contempladas com remunerações dignas, especialmente nas unidades federativas em que prevalece o modelo de subsídio. Essas corporações estão trabalhando normalmente e satisfeitas, o que de pronto desanca a insinuação de uma greve geral de Polícias Militares no território nacional em vista da PEC 300. A duas porque o militar estadual, em absoluta maioria, respeita o seu JURAMENTO de servir à sociedade até com o risco da própria vida e prefere caminhos racionais para solucionar seus graves problemas remuneratórios, somente apelando para a ameaça de paralisação em situações extremas em que o governante, como é o caso baiano, decide não negociar e confrontar com a tropa ofendendo-a em linguajar chulo. O que ele conseguiu foi acordar a oficialidade baiana, que saiu do silêncio e está mandando um recado claro de apoio às praças. Claro que as ofensas generalizadas pelo governante, atingindo indistintamente toda a tropa da PMBA, não são nada prudentes. Pelo contrário, são destemperadas e não levarão o movimento a bom termo. Ele esquece que a índole do militar estadual é a do enfrentamento ao banditismo e não do temor de nenhuma violência contra si desferidas por quem quer que seja, incluindo o Exército e outras forças federais coirmãs. Mas é um problema baiano, insisto, e não um problema nacional, que é especulação sensacionalista irresponsável.
    Aqui no RJ, creio que o movimento se encaminha para um desfecho feliz, dentro da ótica de que política é arte de negociação que deve se anteceder a qualquer ato de violência, e uma greve em pleno Carnaval será um ato de violência contra a população destinatária da segurança pública, no caso, toda a sociedade carioca e fluminense. Não consigo deglutir tal greve no Carnaval como ameaça extrema, que me desculpem os líderes do movimento grevista e me perdoem os companheiros que estão na linha de frente das manifestações!
    Eu até poderia me esquivar de dizer o que sinto, mas eu me sentiria um covarde se não o fizesse porque também me impõe o meu juramento diante da Bandeira Nacional, como já manifestei e reitero, de modo a tentar induzir os companheiros ao exercício da razão em vez de se deixarem levar pela eloquência de alguns irados manifestantes. Claro que assim me posiciono porque há acenos de negociação por parte do governo, que tenta se antecipar no sentido do atendimento das reivindicações dos militares estaduais e dos policiais civis, mesmo que parcialmente. Baseio-me em declarações do próprio governante na CBN, demonstrando, inclusive, serenidade ao tratar da crise, o que não vimos nele, faz pouco tempo, ao reagir mal à manifestação dos bombeiros. Mas isto é passado e serviu também de experiência que não merece nem ser lembrada, quanto mais repetida em novas cenas de violência.
    Enfim, nós, militares estaduais, não devemos reeditar aqui a situação baiana, com a qual somos solidários, sim, já que o governante de lá se mantém irredutível e grosseiro, tal como o irmão do governante do Ceará, que perdeu a razão por não se manter calado. Mas aqui é o Rio de Janeiro, é o tambor do Brasil, e devemos ter em mente as consequências de uma ação grevista deflagrada sem o apoio da sociedade e talvez até com seu apupo e este é o meu temor que aqui manifesto em sinceridade e sem a pretensão de ser dono de nenhuma verdade.
    Creio que seria uma demonstração de grandeza manter a mobilização e garantir plena segurança no Carnaval; aliás, até mais segurança, oferecendo-se a tropa ao trabalho na folga, de modo a que a sociedade futuramente nos aplauda se houver a necessidade de greve. No fim de contas, temos o compromisso de manter imaculados os nossos valores corporativos e o patriotismo, em honra dos nossos ancestrais que doaram a vida em defesa da liberdade nas guerras contra os inimigos da pátria e em defesa da sociedade no cotidiano da luta contra o perigoso banditismo, este que torce pela paralisação para tornar a vida dos cidadãos cariocas e fluminenses ainda mais intranquila. E dentre esses cidadãos estão nossos amigos, nossos filhos e filhas, nossos pais, nossos irmãos, entre milhões de famílias a serem protegidas com o dobro da nossa atenção durante os festejos momescos. Sim, prefiro crer no movimento inverso, ou seja, o do labor intenso em vez da greve, que pode ficar para depois, se for o caso, e sem nenhum “canto da sereia” a estimular o “quanto pior melhor”…

    http://emirlarangeira.blogspot.com/

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  2. ACORDEM PRAÇAS E CIVIS ,SERVIDORES ,NAÇÃO BRASILEIRA MASSA SOFRIDA E EXPLORADA :
    A greve na Bahia vem servindo de mote para especulações várias, algumas tão absurdas que indicam tão-somente a malícia dos especuladores. A maior das ilações é proveniente do governante baiano, que insiste em “nacionalizar” um problema local a ponto de convencer a Presidenta Dilma nesse sentido. Ora, tudo é apenas fruto do tresvario dele, que desde muito demonstra não gostar de farda por questões ideológicas e pretende enraivecer os militares estaduais do país inteiro. Trata-se, portanto, de um problema tipicamente baiano que ele não sabe ou não quer solucionar, tanto que os movimentos de reivindicação salarial em outros estados cessaram tão logo as partes em conflito eliminaram as divergências, mesmo sendo elas extremadas. Enfim, está provado por exemplos anteriores que o sensacionalismo buscado pelo governante baiano não procede. Ele, sim, não busca entender os anseios dos companheiros da PMBA com a razão nem com o coração, mas com o fígado.
    Claro que uma paralisação geral e simultânea de quase 500.000 militares estaduais no serviço ativo Brasil afora é tão incrível que nem merece atenção. A uma porque em muitos Estados Federados as Polícias Militares já estão contempladas com remunerações dignas, especialmente nas unidades federativas em que prevalece o modelo de subsídio. Essas corporações estão trabalhando normalmente e satisfeitas, o que de pronto desanca a insinuação de uma greve geral de Polícias Militares no território nacional em vista da PEC 300. A duas porque o militar estadual, em absoluta maioria, respeita o seu JURAMENTO de servir à sociedade até com o risco da própria vida e prefere caminhos racionais para solucionar seus graves problemas remuneratórios, somente apelando para a ameaça de paralisação em situações extremas em que o governante, como é o caso baiano, decide não negociar e confrontar com a tropa ofendendo-a em linguajar chulo. O que ele conseguiu foi acordar a oficialidade baiana, que saiu do silêncio e está mandando um recado claro de apoio às praças. Claro que as ofensas generalizadas pelo governante, atingindo indistintamente toda a tropa da PMBA, não são nada prudentes. Pelo contrário, são destemperadas e não levarão o movimento a bom termo. Ele esquece que a índole do militar estadual é a do enfrentamento ao banditismo e não do temor de nenhuma violência contra si desferidas por quem quer que seja, incluindo o Exército e outras forças federais coirmãs. Mas é um problema baiano, insisto, e não um problema nacional, que é especulação sensacionalista irresponsável.
    Aqui no RJ, creio que o movimento se encaminha para um desfecho feliz, dentro da ótica de que política é arte de negociação que deve se anteceder a qualquer ato de violência, e uma greve em pleno Carnaval será um ato de violência contra a população destinatária da segurança pública, no caso, toda a sociedade carioca e fluminense. Não consigo deglutir tal greve no Carnaval como ameaça extrema, que me desculpem os líderes do movimento grevista e me perdoem os companheiros que estão na linha de frente das manifestações!
    Eu até poderia me esquivar de dizer o que sinto, mas eu me sentiria um covarde se não o fizesse porque também me impõe o meu juramento diante da Bandeira Nacional, como já manifestei e reitero, de modo a tentar induzir os companheiros ao exercício da razão em vez de se deixarem levar pela eloquência de alguns irados manifestantes. Claro que assim me posiciono porque há acenos de negociação por parte do governo, que tenta se antecipar no sentido do atendimento das reivindicações dos militares estaduais e dos policiais civis, mesmo que parcialmente. Baseio-me em declarações do próprio governante na CBN, demonstrando, inclusive, serenidade ao tratar da crise, o que não vimos nele, faz pouco tempo, ao reagir mal à manifestação dos bombeiros. Mas isto é passado e serviu também de experiência que não merece nem ser lembrada, quanto mais repetida em novas cenas de violência.
    Enfim, nós, militares estaduais, não devemos reeditar aqui a situação baiana, com a qual somos solidários, sim, já que o governante de lá se mantém irredutível e grosseiro, tal como o irmão do governante do Ceará, que perdeu a razão por não se manter calado. Mas aqui é o Rio de Janeiro, é o tambor do Brasil, e devemos ter em mente as consequências de uma ação grevista deflagrada sem o apoio da sociedade e talvez até com seu apupo e este é o meu temor que aqui manifesto em sinceridade e sem a pretensão de ser dono de nenhuma verdade.
    Creio que seria uma demonstração de grandeza manter a mobilização e garantir plena segurança no Carnaval; aliás, até mais segurança, oferecendo-se a tropa ao trabalho na folga, de modo a que a sociedade futuramente nos aplauda se houver a necessidade de greve. No fim de contas, temos o compromisso de manter imaculados os nossos valores corporativos e o patriotismo, em honra dos nossos ancestrais que doaram a vida em defesa da liberdade nas guerras contra os inimigos da pátria e em defesa da sociedade no cotidiano da luta contra o perigoso banditismo, este que torce pela paralisação para tornar a vida dos cidadãos cariocas e fluminenses ainda mais intranquila. E dentre esses cidadãos estão nossos amigos, nossos filhos e filhas, nossos pais, nossos irmãos, entre milhões de famílias a serem protegidas com o dobro da nossa atenção durante os festejos momescos. Sim, prefiro crer no movimento inverso, ou seja, o do labor intenso em vez da greve, que pode ficar para depois, se for o caso, e sem nenhum “canto da sereia” a estimular o “quanto pior melhor”…
    http://emirlarangeira.blogspot.com/

    Hum!!!…..sei

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  3. A sociedade pouco importa! Os policiais do Brasil não devem cair nesse papo de reconhecimento por parte da sociedade, se fossem capazes teriam reconhecido e defenderiam policiais ha tempos.

    Essa sociedade NÃO MERECE MAIS DO QUE OS POLICIAIS JÁ DÃO: A VIDA! E POR IRONIA O BEM MAIS VALIOSO.

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  4. Essa convocação é pra quem, pros coxas? Lembram da grave de 2008, os coxas não nos apoiaram e ainda foram no Morumbi dar borrachadas no civis , então por que vamos apoiá-los? Cada um com os seus problemas e que passem pelo que passamos.

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  5. “Insatiscriba”, tenho pena de uma pessoa tão pobre de espírito como você.
    A “recolha” tá rendendo?

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  6. Governo vê riscos de crise da PM se alastrar para seis Estados
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    DE SÃO PAULO

    Após a greve de policiais militares que já dura uma semana na Bahia, o governo federal vê risco elevado de que o problema se alastre para mais seis Estados. São eles: Rio de Janeiro, Pará, Paraná, Alagoas, Espirito Santo e Rio Grande do Sul.

    Veja fotos da greve da PM na Bahia
    PF prende segundo líder da greve da PM na Bahia
    Defensora tenta retirar crianças do prédio ocupado
    Exército libera comida para policiais grevistas
    Cerco continua e governador promete negociar
    Greve da PM suspende início das aulas na Bahia

    A informação é de reportagem publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

    O Rio é considerado o local mais crítico, inclusive pelo temor de haver cenas violentas às vésperas do Carnaval, daqui a dez dias. A PM do Estado deve decidir amanhã se para ou não.

    A presidente Dilma Rousseff foi comunicada de que o levante baiano fazia parte de uma articulação nacional para pressionar o governo a apoiar, no Congresso, a aprovação da PEC 300. A proposta de emenda constitucional estabelece um piso salarial para bombeiros e PMs.

    Fábio Guibu/Folhapress

    Manifestante exibe bandeira do Brasil em frente à Assembleia Legislativa da BA, ocupada por PMs em greve

    BAHIA

    Ontem (7), a Polícia Federal prendeu o sargento Elias Alves, um dos líderes da greve de policiais militares na Bahia. Esse é o segundo dos 12 mandado de prisão expedidos contra comandantes da paralisação no Estado que foi cumprido.

    A Assembleia Legislativa da Bahia foi invadida pelos grevistas e está cercada por homens do Exército desde a madrugada de segunda-feira. Diversos focos de tumulto já ocorreram no local, e homens do Exército usaram balas de borracha e bombas de efeito moral.

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  7. Faz de conta q estarei lá,cada um com seus problemas!!!!!!!!!!!!Dps de 2008 quero q acabe na miséria!!!!!!!!!!

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