‘O corporativismo”, afirmou, “é uma visão ideológica. Ideologicamente você parte para defender o Judiciário e começa a não ver nada ao seu redor. Porque você acha que, para defender o Judiciário, tem que manter o magistrado imune às críticas da sociedade e da imprensa”. Eliana Calmon
Carreira Jurídica ???????????????????????????
Eu quero é ganhar bem !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! pode me chamar de carreira tabajara mas pagando bem é o que conta !!!
Olhem os fiscais de renda do estado !!!! ganham mais de 23.0000,00 e nem por isso são carreira jurídica, olhem a Receita Federal, Tribunal de Contas, ganham bem e não são carreira juridica.
Na hora de votar na Associação lembrem-se disso !!
Canto da Sereia nunca mais !!
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Essa foi a maior venda de fumaça, poeira no zóio, que vi nos meus vinte anos de polícia, foi pior que o reajuste cala-boca. Carreira jurídica,nível superior…………. REAJUSTE DECENTE, PAGAR NOSSOS AUXILIOS/ADICIONAIS COMO MANDA A LEI…….NADAAAAAAA!!!!!! Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
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Eliana Calmon, a Joanna D’Arc da era moderna, que o Criador a proteja e a abençõe,Amééémmmm……
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Policiais civis decretam greve em assembleia no Maranhão
28 de novembro de 2011 • 22h50 • atualizado às 22h55
Policiais civis do Maranhão decidiram, em assembleia nesta segunda-feira, entrar em greve por tempo indeterminado a partir de amanhã. É a quarta categoria de profissionais da segurança pública a paralisar as atividades no Estado. Eles se juntaram aos policiais militares, bombeiros e delegados da Polícia Civil, que acampam em frente à Assembleia do Estado.
Segundo os policiais, a decisão ocorreu “tendo em vista que a implantação da URV não foi extensiva a todos os policiais do grupo APC, bem como a falta de resposta do governo do Estado em relação a alteração do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, já encaminhado na greve de abril do corrente ano, e apesar de acordado, até a presente data não obtivemos nenhuma resposta”.
O policiamento das ruas de São Luís e das principais cidades do interior do Maranhão é reforçado pela Força Nacional de Segurança e por soldados do Exército.
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